O piloto de Santa Marta de Penaguião procura mais vitória na Divisão Protótipos do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e quer regressar ao pódio absoluto na prova vimaranense.
Depois da excelente exibição na Rampa Serra
da Estrela Covilhã, onde somou mais um êxito ao nível dos Protótipos B, dando
seguimento à invencibilidade que já lhe vem da época passada, António Rodrigues
viaja até ao ‘berço’ da nacionalidade à procura de mais uma vitória na divisão,
tendo também justas pretensões a estar entre os três mais rápidos na prova do Demoporto.
O BRC CM05 EVO na NJ Racing/Lusimed
preparado da FR Power tem provado ser um aliado fiel do piloto duriense, tendo
registado uma fiabilidade quase perfeita nas três primeiras provas da temporada,
pelo que o objetivo no próximo fim-de-semana em Guimarães será repetir os
resultados anteriores ou até melhorá-los: “Vamos apontar para o pódio à
geral e em conseguir mais uma vitória nos Protótipos B, começando a resolver a questão
deste título quer quero muito renovar, agradecendo assim todo o apoio da minha
família, da minha equipa e dos meus patrocinadores”, assume António
Rodrigues.
Mas para o piloto de Santa Marta de
Penaguião a Rampa da Penha Paisagem Protegida será uma descoberta, pelo que a
sua abordagem é mais cuidadosa:“Vai ser uma mais rampa nova para mim e,
por isso, vamos aproveitar todas as subidas de treinos para conhecer melhor o
traçado, suas armadilhas e o comportamento do carro em cada curva, para nas
subidas de prova poder rodar a fundo e tirar segundos ao cronómetro, estando na
luta pelos objetivos traçados”.
Em termos de horário e alinhamento de subidas, a prova do Demoporto arrancará às 13.45 de sábado, dia e que se realizarão sucessivamente o warm up 1, duas subidas oficiais de treinos e a 1ª subida de prova para o CPM JC Group, tendo a rampa regional direito a uma subida de treinos e outra a contar para a classificação, dose que repetirão no domingo. O cardápio dominical terá início às dez da manhã, com o warm up 2, com os concorrentes do CPM JC Group a realizarem mais uma subida oficial de treinos, antes das duas subidas finais de prova que, como habitualmente, serão decisivas.
O piloto de Lousada vai para a segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralycross by Diatosta, em Montalegre, determinado em fazer passado do azar que sofreu na ronda de abertura da temporada, capitalizando o potencial do Renault Twingo S1600 construído pela Set Promotion.
Depois de ver
a sua grande exibição no Eurocircuito da Costilha – que lhe permitiu chegar à
semi-final após um sexto e um terceiro lugares – travada por um acidente,
Sérgio Dias acredita que o seu nível exibicional se vai manter na ‘catedral’
transmontana do ralycross, precisando apenas de um pouco mais de sorte para que
ele se exprima num bom resultado final.
“O acidente em
Lousada aconteceu quando estávamos com um ritmo bastante bom. Sei que sem um
azar como esse o resultado poderia ter sido outro. Mas acredito que posso estar
na luta pelas primeiras posições. Estou motivado e satisfeito com o nosso
trabalho. Vão ter de contar comigo em Montalegre e na discussão do pódio final
do campeonato”, assume o piloto lousadense, que não pensa
noutra coisa senão em conseguir um bom resultado na prova do próximo fim de
semana.
Sérgio Dias
acredita que com o Twingo S1600 pode competir ao maior nível, apesar da
‘fasquia’ na Divisão ‘rainha’ do PTRX ser cada vez mais alta: “Em Montalegre queremos continuar a
melhorar e lutar pelas posições cimeiras. Já deixamos a prova de Lousada para
trás e agora estamos focados num bom desempenho em Montalegre para enaltecer a
equipa e os apoiantes, que merecem por todo o apoio que nos têm dado”.
“Iremos andar rápido e lutar pelos lugares da frente sempre que possível”, promete o piloto lousadense, ciente de que na ‘catedral’ transmontana do ralycross não vai ter a tarefa facilitada e que há que tentar estar “no sítio certo na altura certa, para evitar confusões, poder estar na discussão e, é claro, na final”.
Depois de uma estreia positiva na categoria rainha do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta em Lousada, o piloto do Peugeot 208 S1600 aponta a um resultado ainda melhor na segunda ronda da temporada, em Montalegre.
Ao
‘batismo’ de Tiago Ferreira na Divisão Super 1600 só faltou mesmo atingir a
final, que só não conseguiu devido ao acidente na partida para a semi-final. O
que em nada retira à sua exibição no Eurocircuito da Costilha, onde mostrou
sempre rapidez e consistência, lutando de igual para igual com adversários
muito mais experientes na condução dos potentes bólides da categoria.
Em
Montalegre Tiago só quer estar ao mesmo nível, ciente de que está ainda a
descrever uma ‘curva’ de aprendizagem, sempre necessária quando se chega a uma
nova categoria e se tripula um novo carro. Apesar desse facto percebeu que tem
ritmo para, pelo menos, ‘perturbar’ a ordem estabelecida na categoria principal
do PTRX.
Sobre
a sua estreia o piloto do Peugeot 208 considerou ter alcançado “os
objetivos de rodar o máximo possível e evoluir, sabendo que se trata de uma
divisão muito competitiva e qualquer descuido se paga caro”. Ainda
assim lamenta ter falhado a final na estreia nos S1600 devido ao acidente. “Mas
nada havia a fazer. Algo que é próprio das corridas e que vou tentar evitar em
Montalegre”, observa.
Tendo alcançado em Lousada a 13ª posição, a margem de progressão para as provas seguinte, incluindo o evento transmontano do próximo fim-de-semana, é enorme para Tiago Ferreira: “Penso que, mais adaptado ao carro, vou poder em Montalegre explorar um pouco mais o potencial do Peugeor 208 S1600 e isso permitir-me-á andar mais próximo dos meus adversários. Vou poder dar mais um passo em frente no pelotão dos S1600”, sublinha o piloto.
Tiago Ferreira tem assim justificadas expetativas: “Irá ser uma prova bastante concorrida, mas iremos dar o nosso melhor e lutar manga a manga, para isso temos a confiança do nosso preparador a Matos Competições para nós entregar um carro no seu máximo”.
O piloto da SRT Motorsport está determinado a lutar pela vitória na Divisão S1600 na segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralycross by Diatosta, que se disputa no próximo fim-de-semana em Montalegre, fazendo esquecer os problemas sentidos em Lousada.
Depois de uma
prova de começo de época que foi totalmente para esquecer, António Sousa quer
mesmo ‘passar uma esponja’ sobre esse fim de semana na pista onde correu ‘em
casa’ e avançar para uma participação bem mais positiva, naquela que é a
‘catedral’ do ralycross transmontano, esperando que desta vez não se repita o
problema no seu Peugeot 208 S1600 que ‘calou’ o motor do carro na pista da
Costilha.
O piloto da
SRT Motorsport sabe que tem ritmo e potencial para andar com os melhores
naquela que é atualmente a Divisão ‘rainha’ e a mais dura e competitiva do
PTRX, sendo que o acerto nos ‘set-up’ serão também essenciais para que consiga
extrair o máximo do Peugeot. Para que
tal suceda espera que a malapata que o tem apoquentado seja finalmente
ultrapassada em Montalegre.
“Em Lousada mostramos andamento e valor para lutar pela primazia no campeonato, mas tivemos aquele azar na semifinal. O que nos impossibilitou de ir à final e tentar discutir um outro resultado. Mas vamos para a próxima prova motivados e com vontade de lutar pela vitória como fizemos na época passada”, começa por referir António Sousa na projeção da sua deslocação a Trás-os-Montes. O piloto de Lousada confia no princípio de que não há ‘mal que sempre dure’, e sabe que em condições normais em Montalegre estará claramente na ‘luta’: “O que sucedeu na prova anterior foi puro azar. Estivemos sempre bem até a um pequeno problema que fez desligar o carro e impediu uma presença na final. Estamos fortes e confiantes de que em Montalegre irá correr melhor e que a concorrência terá forte oposição da nossa parte, tendo sido útil todo este tempo que mediou entre as duas provas, permitindo ao piloto testar e evoluir o Peugeot.
Gonçalo Novo e João Novo abordam a prova do Campeonato de Portugal de Rallycross Diatosta do próximo fim de semana na pista transmontana determinados a prosseguirem o seu percurso competitivo.
Muito embora vivendo realidades algo
diversas, os dois pilotos da Motofil só têm um objetivo: Tentar andar nos
primeiros lugares, sendo que João Novo vai voltar ao “combate” nos S1600.
Aos comandos do seu Toyota, Gonçalo Novo quer
manter em Montalegre o mesmo registo da prova anterior em Lousada, onde a sua
magnífica exibição no Eurocircuito da Costilha, culminou com a obtenção de um
magnífico segundo lugar. Por isso em relação à prova deste fim-de-semana é
perentório: “Vou para Montalegre com o objetivo de lutar novamente pelos
lugares do pódio”.
João Novo vem de uma participação na divisão SuperCar em Lousada, pois isso a prova transmontana será um ‘mudar de agulha’ para um regresso aos S1600 que está a gerar grande expetativa, dada a reconhecida competitividade do “jovem lobo” da Motofil.“Será um regresso ao Citroën C2, em que espero conseguir andar pelos lugares cimeiros da divisão mais concorrida do Campeonato de Portugal de Rallycross. É sempre enorme desafio para mim, mas vou sem qualquer receio e ciente de que posso lutar pelas posições de relevo!”, refere o piloto entusiasmado para o evento do fim-de-semana.
O piloto de Lousada pretende repetir a excelente exibição realizada na prova de abertura do Campeonato de Portugal de Ralycross by Diatosta, confiando no potencial do seu Citroën C2 S1600 na competitiva divisão ‘rainha’ da disciplina.
Depois da exibição de luxo rubricada na
prova de abertura da época em Lousada, onde, depois de vários acertos no seu
carro, Jorge Machado conseguiu ‘trepar’ algumas posições na classificação,
logrou dois quartos lugares, uma vaga na semi-final e depois um segundo lugar
na final, onde uma grande atuação lhe permitiu subir ao pódio. As ambições do
lousadense para jornada deste fim de semana em Montalegre são legitimamente
grandes.
Na Divisão S1600, que é mais competitiva da
disciplina e sobre a qual estão direcionados mais holofotes no PTRX, a
prioridade é repetir se não melhorar o desempenho da prova anterior, pensando
sempre em ser consistentemente rápido e evitando quaisquer percalços.
“Tal como se viu em Lousada é importante
ser consistente, manter o foco naquilo que é essencial; passar sempre à fase
seguinte para na fase decisiva estar em posição de discutir o pódio e a
vitória, como sucedeu no arranque da temporada”, começa por afirmar Jorge Machado sobre a
sua deslocação à ‘catedral’ transmontana do ralycross.
Para o piloto do Citroën C2 S1600 a “entrega
terá de ser total, pois o nível competitivo está muito alto”. Também
quer “continuar a dar continuidade ao trabalho realizado desde a época
passada”, mostrando “confiança na equipa e no Citroën C2 para
estar à altura do desafio, fazendo como até aqui, pensando no campeonato, mas
atacando prova a prova”, ciente de que tem de “estar no sítio
certo para pontuar forte” e colocar-se “na luta pelos lugares de
topo em cada evento, sendo que Montalegre não é exceção”.
Jorge Machado mostra-se assim confiante na
‘dose certa’, até porque sabe que na prova do próximo fim de semana os seus
adversários não lhe vão facilitar a tarefa. Antes pelo contrário. Estão
bem-avisados do seu potencial e terão tendência para adotarem uma condução
ainda mais agressiva, ainda que dentro das ‘regras’.
“A concorrência está muito forte. Mesmo assim vamos à luta e acredito que iremos ombrear pelos lugares cimeiros. Vamos conscientes de que irá ser mais uma jornada dura e difícil. Mas têm de contar connosco”, remata o lousadense que espera celebrar outro grande resultado nesta segunda prova do PTRX 2021.
O madeirense está de regresso ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e, como sempre, isso é sinónimo de espetáculo e velocidade. Aos comandos do kartcross AG1000, o ‘Furacão da Madeira’ prepara a sua estreia na prova do Demoporto.
Se é verdade que a
meteorologia oficial até prevê um fim-de-semana de canícula, também alerta para
o facto de poderem acontecer trovoadas e afins, sendo habitual que a Rampa da Penha
Paisagem Protegida nos presenteia com um sortido meteorológico ao longo do fim-de-semana,
não menos verdade será que os aficionados poderão contar com uma “tempestade”
competitiva com origem no Arquipélago da Madeira.
Nelson Andrade dá
assim continuidade à sua aposta no campeonato maior do país, neste ano de
estreia da Taça de Portugal de Kartcross de Montanha JC Group, tendo se tornado,
em pouco tempo, um dos mais aplaudidos pelos amantes da modalidade. Este
reconhecimento está a ser erguido pelo binómio rapidez/espetacularidade que o
piloto impõe em cada uma das suas performances, almejando não só dominar as lides
entre os kartcross mas, sobretudo, estar sempre na luta pelo Top 10 absoluto de
um campeonato cuja competitividade é intensa.
A Rampa da Penha
Paisagem Protegida vai ser mais “uma completa novidade para mim. Traçado
desconhecido, que me vai obrigar a um esforço suplementar no reconhecimento. Na
Montanha, onde se decide cada subida por ínfimas frações de segundo, o
conhecimento da pista é vital e esse vai ser mais um dos nossos handicaps”.
No entanto, Nelson Andrade quer “trabalhar para conseguir um lugar entre os dez primeiros da geral”. O “Furacão da Madeira” tem noção de que “é ambicioso querer lutar por uma posição tão acima na tabela, pois o meu kartcross é o que tem menos argumentos, quando comparado com os carros que estão na luta pela geral, mas vamos com tudo, como sempre e sem qualquer receio!”. O AG1000 foi, como sempre, alvo “de uma profunda revisão por parte da FR Power. Tem sido muito bom trabalhar com a equipa técnica do Rui Ferreira. São excelentes e estão sempre a tentar melhorar o kartcross. Tenho plena certeza de que o AG1000 vai chegar à Penha forte e que me vai permitir ser muito competitivo!”.
O piloto deixa uma palavra de “profundo agradecimento ao Município de Porto Moniz, pelo carinho e apoio com me honra, bem como às empresas Equinócio Construções, The Old Pharmacy Wine Bar, Steak & Sun Restaurante e Bravagym, patrocinadores de referência e que promovo com muito orgulho!”.
Em termos de horário e alinhamento de subidas, a prova do Demoporto arrancará às 13.45 de sábado, dia e que se realizarão sucessivamente o warm up 1, duas subidas oficiais de treinos e a 1ª subida de prova para o CPM JC Group, tendo a rampa regional direito a uma subida de treinos e outra a contar para a classificação, dose que repetirão no domingo. O cardápio dominical terá início às dez da manhã, com o warm up 2, com os concorrentes do CPM JC Group a realizarem mais uma subida oficial de treinos, antes das duas subidas finais de prova que, como habitualmente, serão decisivas.
A segunda jornada da GT3 Cup, este próximo fim de semana, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, vai ter lotação quase esgotada em termos de participantes, já que estão inscritos nada menos que 18 Porsche 997, mais cinco em relação ao arranque, em abril, deste novo troféu monomarca.
O aumento do
número de inscritos reflete o sucesso da competição promovida pela P21
Motorsport, na qual há a registar a chegada de mais um patrocinador, a Quinta
da Pacheca, e com a particularidade de também fazer alinhar um carro com as
suas cores.
“Já era expectável,
mesmo antes da prova de Braga, que o número de pilotos interessados em correr
na GT3 Cup iria aumentar, só que não houve tempo para preparar os carros e
depois dessa primeira jornada a procura aumentou. E é com agrado que vamos
receber agora 18 inscritos e apenas não ‘esgotamos’ os 20 carros adquiridos à
Porsche GT Cup da Argentina, porque quatro deles não vinham totalmente prontos
a correr e ainda há mais por concluir. Mas tudo indica que na terceira jornada
da GT3 Cup, no mês de julho e de novo na pista de Portimão, teremos os 20
Porsche na grelha de partida”, explica José Monroy, manager da P21 Motorsport,
confessando-se radiante com a evolução da GT3 Cup:
“Sempre
considerei que era possível chegarmos a este número de participantes, atendendo
à forma como a GT3 Cup foi delineada, mas claro que nada estava garantido,
apesar de ser um projeto novo e diferente no panorama das corridas de
velocidade em Portugal. Como nunca gostei de colocar as expetativas muito altas
em tudo aquilo que faço, hoje sinto-me duplamente feliz ao ouvir os comentários
dos pilotos, quer dos que correm quer dos que testaram o carro. As suas
palavras enchem-nos de alegria e representam uma grande motivação, mas também
um acréscimo de responsabilidade, em termos de futuro, para a equipa da P21
Motorsport”.
O consagrado e
veterano Mário Silva (PRO) é a grande novidade na jornada de Portimão, a que se
juntam também os estreantes João Parreira (GD), Alfredo Barros (AM) e ainda as
duplas Francisco Cruz/Paulo Gonçalves (AM), Rui Mirita/Hugo Guimarães (GD),
Miguel Caetano/João Posser (GD) e Hélder Moura/José Rocha (PRO/AM).
“Juntamente com o consagrado Mário Silva, damos as boas-vindas a um conjunto alargado de novos pilotos, uns com mais e outros com menos experiência, mas o importante é que, não tenho dúvidas, vão acrescentar, cada um à sua maneira, valor e competitividade à GT3 Cup”, acrescentou Monroy.
O piloto de Aveiro quer repetir a boa exibição que teve na prova anterior do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, em Lousada, onde conseguiu um excelente segundo lugar nos SuperCars.
No traçado transmontano José Lameiro
mostra-se mais confiante, pois espera sentir-se “mais confortável”,
pois na ronda anterior mostrou estar mais adaptado à condução seu Skoda Fabia,
que também sofreu melhorias de modo a torná-lo mais competitivo para a jornada
do próximo fim-de-semana.
“Foram feitas algumas alterações e
melhorias no carro para esta jornada. Testamos com afindo e ficamos muito
satisfeitos com o comportamento do carro. Quanto à prova, vamos para Montalegre
com um foco: vencer. Esperamos ter andamento para estar na luta e podem contar
com o meu empenho total. Vou dar tudo em pista!”, adianta o piloto aveirense.
E para que nada falhe na ronda de
Montalegre José Lameiro e a sua equipa prepararam com cuidado a deslocação a
Trás-os-Montes: “pois para além do trabalho da equipa na oficina e dos
testes, fizemos ainda um pequeno ‘shakedown’ em Montalegre, tendo tudo corrido
pelo melhor”.
Quanto à estratégia, é simples: “Rodar a fundo desde os treinos e tentar lutar ‘manga’ a ‘manga’ pela liderança, tendo total confiança no nosso Skoda Fabia, que tem sido muito bem tratado pela DM Motorsport e pela IGV Racing”, diz ainda o piloto de Aveiro, que na prova deste fim-de-semana só lamenta a ausência de público, especialmente uns certos fãs muito especiais: “Mais uma vez, infelizmente, não vamos poder ter a ‘Mancha Negra’ em pista, mas sei que nos vão estar a apoiar de longe”.
A quarta prova da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group decorrerá na Penha, sob a égide organizativa do Demoporto. São 59 inscritos, a prometer um fim-de-semana em cheio para a jornada que assinala o dobrar do meio da época.
É um traçado muito técnico e exigente aquele que espera a “Família da Montanha” em Guimarães. 2780 metros, com um desnível de 179 metros e uma inclinação média de 6,7%, até que se atinjam as células fotoelétricas que marcam a meta, puco antes do Santuário da Penha, icónico monumento religioso pertencente à Irmandade de Nossa Senhora do Carmo da Penha, entidade anfitriã do evento. Em termos competitivos, vão ser várias e acesas as batalhas pelo domínio, seja ele absoluto, seja nas categorias, divisões, grupos e classes.
5 são os protótipos em ação. Na Divisão A, o duelo vai ser entre José Correia (Osella EVO2-PA30, líder do campeonato absoluto e da categoria e Hélder Silva, no BRC BR53. Correia foi melhor nas duas primeiras provas da época e Silva respondeu na terceira, reduzindo a sua desvantagem pontual. Vai ser, certamente, uma luta muito intensa. Na Divisão Protótipos B, António Rodrigues está invicto.
O piloto do BRC CM05 EVO da NJ Racing tem dominado, mas quer o seu colega de equipa Nuno Guimarães (SilverCar S2), quer Joaquim Rino (BRC BR49 EVO), têm vindo a evoluir e vão dar imensa luta.
Nos GT, Vítor Pascoal e o seu Porsche 991 GT3 Cup estão
de regresso e vão voltar a medir forças com Pedro Marques, em carro idêntico.
Este tem sido superior desde o início da temporada, mas este é um duelo de “aposta
tripla”.
Mais de duas dezenas de inscritos atestam a vitalidade da Categoria Turismos.
Na Divisão 1, Luis Nunes (Ford Fiesta ST R5) é sempre o “alvo a abater”, com esse desiderato a estar nas “miras” dos Subaru Impreza de Daniela Marques e Pedro Marques, do Opel Astra OPC de José Pedro Gomes e do Mitsubishi Lancer EVO VII de Francisco Morgado.
Já na Divisão 2, é Joaquim Teixeira (Cupra TCR) quem assume o favoritismo, tendo de suplantar o outro Cupra TCR de Manuel Rocha e Sousa, bem como o Audi RS3 LMS de Paulo Silva e o quarteto de BMW tripulados, respetivamente, por Luís Silva, José Carlos Pouca Sorte, Rui Pinheiro e Miguel Gonçalves, estando ainda de regresso Jorge Meira, num Seat Leon.
Quanto às lides da Divisão 3, está tudo reunido para mais uma “luta sem quartel” entre Parcídio Summavielle e Sérgio Nogueira, tendo Alberto Pereira (Honda Civic Type R) como “outsider” de relevo, que tem melhorado prova após prova. Parcídio e Sérgio dividiram as vitórias nas provas anteriores, parecendo um nível acima dos demais, tal o ritmo que impõem aos seus Renault Clio. A divisão tem ainda inscritos dois Citroen Saxo, a cargo de Arlindo Beça e José Cardoso, outro Clio RS, tripulado por Carlos Silva, o Toyota Corolla de Francisco Vieira Leite e o Citroen DS3 R1 de Cláudio Baptista.
A Penha vai poder contar com todo o espetáculo proporcionado
por Nelson Andrade, aos comandos do kartcross AG1000. O “Furacão da Madeira” vai
querer, uma vez mais, lutar por um lugar entre o Top 10 absoluto da prova, a exemplo
das outras duas provas da época onde esteve presente.
Quanto ao Campeonato de Portugal de Clássicos de
Montanha JC Group, Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro voltam a assumir o
favoritismo, mercê do que têm feito ao comando dos seus Ford Escort MKII. O bracarense
Daniel Vilaça (BMW 1602) deverá querer voltar a saborear uma presença no pódio,
feito que também estará no pensamento de Carlos Fava (VW 1303) e de José Dinis
(Ford Escort).
Quanto à análise da competição entre os Legends, parece difícil que alguém venha a contraria o favoritismo do Mitsubishi Lancer EVO VI de Manuel Pereira, tal o domínio que este binómio tem exercido. José Carlos Magalhães (Toyota Starlet Grupo 5), Gonçalo Antunes (Citroen AX GTi), Renato Piairo (Toyota Carina E) e Roberto Meira (Fiat Punto 85 Sport), serão os adversários com essa difícil missão.
São 6 os inscritos na Taça de Portugal de Montanha 1300. Entre eles, o atual detentor do troféu, Francisco Milheiro, que está de regresso ao campeonato, após ausência na Serra da Estrela. O piloto vimaranense do Peugeot 106 vai ter forte oposição por parte dos transmontanos Leonel Brás e Tiago Santos, ambos em Citroen AX Sport, a que se juntam mais dois Peugeot 106, tripulados por Rui Gama e João Silva e o Fiat Punto 85 Sport do antigo vencedor desta taça, João Diogo Santos.
Entre os Clássicos 1300, a Penha será palco de mais um
duelo entre Eva Laranjeira (Peugeot 205 Rallye) e Domingos Fernandes (Autobianchi
A122 Abarth). A piloto de Setúbal vem de duas vitórias consecutivas e quererá
dar seguimento a essa senda de sucesso, cabendo ao piloto de Armamar tentar
contraria a tendência.
Como motivo suplementar de interesse, teremos a
competição extracampeonato. São 12 os inscritos na Rampa Regional, sendo de
destacar que desta competição auxiliar têm “saltado” para o campeonato
principal vários pilotos, realçando a sua importância como porta de entrada
para a modalidade.
Em termos de horário e alinhamento de subidas, a prova do Demoporto arrancará às 13.45 de sábado, dia e que se realizarão sucessivamente o warm up 1, duas subidas oficiais de treinos e a 1ª subida de de prova para o CPM JC Group, tendo a rampa regional direito a uma subida de treinos e outra a contar para a classificação, dose que repetirão no domingo. O cardápio dominical terá início às dez da manhã, com o warm up 2, com os concorrentes do CPM JC Group a realizarem mais uma subida oficial de treinos, antes das duas subidas finais de prova que, como habitualmente, serão decisivas.