Autor: VMotores

  • Município de Porto Moniz aprova louvor a Nelson Andrade

    Foi por unanimidade que a Assembleia Municipal do concelho madeirense aprovou o aplauso oficial ao piloto e “embaixador” da Pérola do Atlântico, reconhecendo o talento desportivo e o trabalho de Nelson Andrade na divulgação de Porto Moniz e da Madeira.

    A vitória de Nelson Andrade na Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida 2021, primeira prova da história da presença dos kartcross no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group continua a dar brado e a elevar o reconhecimento do piloto.

    Por iniciativa de João Manuel Câmara, Presidente da Câmara Municipal de Porto Moniz, coadjuvado pelos vereadores do OS, foi levado a discussão na Assembleia Municipal um Voto de Louvor a Nelson Andrade pelo feito alcançado. A proposta foi acolhida de forma plena, com a reunião magna a aprovar o enunciado por unanimidade.

    No texto, é realçado não só o feito desportivo do piloto, mas também o seu desportivismo e o papel que desempenha na promoção do Município de Porto Moniz e da Região Autónoma da Madeira. É ainda destacado o papel das equipas de assistência do piloto, designadamente a FR Power e a NA Motorsport. A distinção oficial deixou o Nelson Andrade “emocionado e agradecido. Ter este reconhecimento do meu Município é um momento marcante e que tudo farei para honrar no futuro. Para mim, levar o nome de Porto Moniz e da Madeira às provas que estou a disputar e Portugal Continental, é uma missão nobre que sempre farei com todo o entusiasmo!”.  

    O piloto patrocinado pela Equinócio prepara-se já para a 3ª prova da temporada, que vai decorrer a 29 e 30 de maio, na Rampa Serra da Estrela – Covilhã.

  • Desafio Kumho aposta forte nos Clássicos

    Ao quarto ano de existência do Desafio Kumho Portugal, a ASR Tyres lança o DKK – Desafio Kumho Klássicos, que acompanhará o campeonato nacional.

    Foi aos comandos de um Mitsubishi Evo que Nuno Mateus e Roberto Santos levaram os pneus Kumho à vitória no Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis 2020, dando aos pneus coreanos um dos mais importantes títulos alcançados na época passada e provando a enorme competitividade dos Kumho nesta competição muito particular.

    Este ano, a presença Kumho no Campeonato de Portugal de Clássicos revela ainda mais ambição por parte da ASR Tyres, importador oficial dos pneus de competição da Kumho para Portugal, expressa no lançamento do Desafio Kumho Klássicos, incluído no 4º Desafio Kumho Portugal 2021. Nesta sua primeira edição, o Desafio Kumho Klássicos (DKK) será disputado com divisão única, podendo participar todos os carros aceites pela regulamentação do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis.

    As inscrições estão abertas, contando já com várias confirmações, incluindo a dupla campeã nacional em título. A mesmas e todas as informações podem ser obtidas pelos contactos arintus@gmail.com e 914392131

    Um dos aliciantes extra do DKK passa pelo facto dos participantes não só lutarem pela classificação e pontuação do desafio em si, mas disputarão também, nos ralis em que a calendarização se sobreponha, as pontuações e classificações dos outros desafios inscritos na edição 2021 do Desafio Kumho Portugal. O Desafio Kumho Clássicos vai obviamente acompanhar o calendário do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis que, nesta época, incluirá 5 provas. Para a classificação geral final do DKK, contarão 4 dos cinco resultados possíveis.

    Após o tiro de partida no Rali da Bairrada, já nos próximos dias 28 a 30 de Maio, será no Rali Castelo Branco, entre 11 e 13 de junho que se disputará a segunda prova. Confirmados no calendário estão ainda, de 3 a 5 de setembro, o Rali Alto Tâmega, em pleno planalto transmontano e o Rali Vidreiro Centro de Portugal Marinha Grande, que irá para a estrada de 8 a 10 de outubro.

  • Saída de estrada hipotecou bom resultado de Alex Ramos

    As regiões de Mafra e Sintra receberam mais uma edição do Rallye das Camélias, uma prova extra campeonato, mas mítica do Campeonato Nacional de Ralis em outras épocas. Alexandre Ramos e Ricardo Domingos apresentaram-se aos comandos de um Peugeot 208 R2 com o nº35 nas portas, mas não tiveram a sorte do seu lado.

    “O Peugeot 208 R2 é um carro fabuloso, mas assim como em 2019 também este ano não conseguimos concluir a prova organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal,”, referiu o piloto. “Tínhamos delineado que o nosso objetivo principal era chegar ao final e divertirmo-nos ao máximo. Vínhamos a fazer tempos dentro do top ten mas, no troço do Codeçal tivemos uma saída de estrada que fez com que a nossa prova tivesse que terminar”, afirmou Alexandre Ramos algo desalentado.

    Alexandre Ramos vai agora regressar à bacquet direita do Mitsubishi Lancer Evo VI de Luís Mota para disputarem o Rali da Bairrada, prova a contar para o Campeonato Portugal Clássicos de Ralis.

  • Pedro Lança brilha nas Camélias

    O Top 6 absoluto e o segundo posto entre os duas rodas motrizes foram o pecúlio positivo que o piloto reclamou na prova do Clube de Motorismo de Setúbal.

    Navegado por Paulo Marques e tripulando o seu habitual Citroen Saxo, Pedro Lança regressou a um dos seus ralis favoritos para voltar a assinar uma exibição de fino recorte, ostentando um andamento forte de fio a pavio do rali e almejando fazer parte da refrega pela primazia entre os carros de duas rodas motrizes até ao final.

    Aliás, essa luta que se desenrolou a três, foi para o piloto “simplesmente fabulosa e, atrevo-me a dizer, um dos momentos altos do rali, pois eu, o João Rodrigues e o Gonçalo Boa Ventura andamos sempre a fundo. Poderia ter pendido para qualquer de nós. Demos tudo para tentar vencer, mas tivemos de nos contentar com o 2º lugar, que não deixa de ser um bom resultado. Os meus parabéns para o João, que esteve fantástico e mereceu a vitória e para o Gonçalo que também andou muito bem”.

    No final, apenas 13 segundos separaram Pedro Lança do triunfo. O 2º lugar, como referiu, foi um bom prémio, bem como o 6º posto à geral, depois de uma prova que, na visão do piloto, foi “muito positiva. Já não competíamos e ralis há muito e demorou um pouco a ganhar ritmo. Por outro lado, introduzimos algumas nuances técnicas que necessitam ainda de adaptação e que, aqui e ali, ao longo do rali, nos fizeram ter alguma precaução e rodar abaixo do que somos capazes. Eu o Paulo entendemo-nos muito bem dentro do carro e, mesmo querendo muito vencer, saio das Camélias satisfeito com o resultado e sobretudo, com o andamento que demonstramos e com a fiabilidade e competitividade do Citroen Saxo. Agora, é tentar fazer ainda melhor na próxima!”. O piloto, que este ano comemora 20 anos de carreira, tem no seu calendário a participação no Rali de Lisboa, estando ainda a considerar a hipótese de apostar nas provas de asfalto do Campeonato Sul de Ralis e do Campeonato de Ralis dos Açores.

  • Rui Madeira e Nuno Rodrigues da Silva imperiais nas Camélias

    Aos comandos de um Skoda Fabia R5, a consagrada dupla voltou a brilhar, neste arranque da temporada 2021, vencendo e convencendo na prova do Clube de Motorismo de Setúbal. Rodando num ritmo à parte, venceram cinco das seis classificativas da prova.

    A sabedoria popular lembra que “quem sabe, nunca esquece” e Rui Madeira continua a fazer jus a tal adágio, dominando a seu belo prazer a edição 2021, do Rali das Camélias. Utilizando um Skoda Fabia R5 da BS Motorsport, o piloto atacou desde cedo, começando a inscrever o nome na liderança da tabela de tempos na 1ª PEC e, depois, reclamando tal estatuto nas outras cinco que estavam no programa competitivo do rali, fazendo assim o pleno de vitórias nas especiais.

    No fecho da prova, 48,9 segundos separaram Rui Madeira e Nuno Rodrigues da Silva dos segundos classificados, com a terceira equipa a terminar a prova a quase minuto e meio, isto depois de 59,68 kms contra o cronómetro.

    No final, o piloto “mundialista” realçava que esta vitória “tem um significado muito especial para nós. Foi em Sintra que venci pela primeira vez no Troféu Marbella, em 1990, já lá vão 31 anos e vencer agora esta prova icónica à geral é simplesmente fantástico. Há muito tempo que desejava juntar ao meu palmarés este triunfo, que dedico à minha família e aos meus patrocinadores”.

    Quanto à história da prova, Rui Madeira destacou “o excelente ritmo que conseguimos imprimir. Já não guiava um R5 em prova há muito tempo, mas senti-me muito bem e conseguimos ser rápidos, sem nunca estar nos limites, recolhendo excelentes indicações quanto ao nível de rapidez que conseguimos ostentar. O resultado e, sobretudo, a nossa capacidade em andar rápido, deixa-me com muita motivação para voltar a guiar o Skoda Fabia R5 ainda este ano e, se possível, em provas do Campeonato de Portugal de Ralis, para além da participação no Rali de Lisboa, prova de que sou um orgulhoso embaixador”. O piloto quis ainda deixar uma palavra de “parabéns a todos os pilotos, navegadores e à organização, pelo bom desempenho ao longo da prova”.

  • Miguel Abrantes/Inês Veiga venceram Kia Rally Cup no Rali das Camélias

    Apesar da forte oposição dos seus adversários, Miguel Abrantes/Inês Veiga venceram competição de ralis promovida pela CRM Motorsport no Rali das Camélias.

    Microsoft Word – 2021.05.15_Kia Rally Cup trouxe emoção ao Rali das Camélias.docx

    Ao longo das 6 provas especiais de classificação do certame promovido pelo Clube de Motorismo de Setúbal (CMS), presenciou-se uma aguerrida batalha entre as duplas que se encontravam a bordo dos irreverentes Picanto. Mas, contas feitas, seriam Miguel Abrantes/Inês Veiga a levarem de vencida a competição reservada a estes carros, triunfando em 3 das 6 classificativas (a 3a foi neutralizada pela Direção de Prova após um acidente que afetou outros concorrentes) e inscrevendo, assim, com inteira justiça, o seu nome como o primeiro vencedor do Kia Rally Cup 2021.

    Na disputa pelo segundo lugar, assistiu-se a um fantástico confronto entre Pedro Ruivo/José Almeida, José Maria Monteiro/Carlos Mansinho, João Rebelo Martins/Pedro Pereira e Rodrigo Correia/Miguel Paião, quarteto que ao longo de toda a prova travou um bonito embate com sucessivas trocas de posição.

    Os lugares do pódio acabariam por ser definidos à tangente na derradeira especial do rali, com vantagem para a dupla Pedro Ruivo/José Almeida, que terminou a prova no 2o posto e venceu a última classificativa entre a armada Picanto GT, à frente de José Maria Monteiro/Carlos Mansinho, que além de terem concluído a prova de estreia no 3o lugar, venceram a 5a contenda do dia.

    Depois de se terem batido de forma corajosa, João Rebelo Martins/Pedro Pereira concluíram o Rali das Camélias no 4o posto, a meros 6,5 segundos do pódio e com a noção de que, com mais rodagem, esse feito estará ao seu alcance nos ralis vindouros. O mesmo pode ser dito da dupla Rodrigo Correia/Miguel Paião, classificada no 5o lugar. O mais novo piloto de sempre a participar numa prova de ralis continua a acumular quilómetros preciosos para a sua evolução e poderia ter alcançado voos mais altos. Um pião na PEC2 fê-lo perder segundos importantes.

    Para Miguel Abrantes/Inês Veiga, a presença no Rali das Camélias superou todas as expectativas: “Correu tudo na perfeição. Atacámos de manhã para ganhar alguma vantagem e ver onde se situavam os nossos adversários, e da parte da tarde procurámos gerir esse avanço e levar o carro até ao fim sem sustos pelo caminho. Temos de agradecer à Speedy Motorsport pelo trabalho realizado num Kia Picanto GT que voltou a estar irrepreensível em fiabilidade e competitividade”.

    Classificação Kia Rally Cup, Rali das Camélias, 14-15 Maio 2021

    1o 50 Miguel Abrantes/Inês Veiga — 43.54.4s
    2o 51 Pedro Ruivo/José Patrício +31.8s
    3o 54 José Monteiro/Carlos + 39.4s
    4o 53 João Rebelo Martins/Pedro Pereira + 45.9s 5o 52 Rodrigo Correia/Miguel Paião + 1:01.8s

  • Tiago Reis e Helder Oliveira separados por 4s na liderança da Baja TT Montes Alentejanos

    Tiago Reis, navegado por Valter Cardoso aos comandos de uma Toyota Hilux, lidera entre os automóveis a Baja TT Montes Alentejanos disputado que foi o primeiro dia desta corrida alentejana que marcou a abertura do Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno. 

    O piloto de Braga, que também foi o vencedor do prólogo desta competição, dominou grande parte da corrida, mas no derradeiro setor seletivo chegou a perder a liderança para Helder Oliveira que andou sempre na luta pelos lugares da frente e foi o mais rápido neste SS3.

    Apesar de estar na frente da prova, o dia de Tiago Reis acabou por ser marcado por uma situação menos positiva: ““O dia foi bom, mas estamos muito tristes com este último setor. O roadbook não está bem marcado. Aquilo que mais me entristece, ao fim de tantos anos no TT, foi ter visto uma estrada cortada como vi hoje. Não sei se foi por ser eu a abrir a pista, mas lamento imenso terem-no feito. Deviam ter vergonha. Todos nós damos o nosso máximo no sentido de contribuir para o desporto. Cortarem uma estrada para prejudicar os adversários? Estou muito descontente com esta situação. De qualquer modo, amanhã estaremos cá para continuar””, contou o piloto.

    Helder Oliveira, acompanhado por Carlos Jorge Mendes em Ford Ranger, foi o segundo classificado do dia depois de ter terminado em quarto lugar o prólogo de 6 km que se realizou esta manhã. O piloto de Barcelos regressou às competições nesta Baja TT Montes Alentejanos e mostrou-se satisfeito com o primeiro dia de corrida o qual terminou com uma curta diferença de quatro segundos para o primeiro lugar: “estávamos parados desde Reguengos.

    “Começámos com um bom prólogo. Conseguir o quarto tempo foi muito bom. À partida para o SS2 apanhámos um susto. O carro começou a perder gasolina pelo respiro pouco antes de partirmos. Foi complicado conseguir estancar. Fizemos o troço todo a sentir o cheiro a gasolina, o que nos causou alguma ansiedade. Pensávamos que estávamos a perder muito combustível e que podíamos não acabar. Felizmente conseguimos terminar o troço em terceiro. No último setor seletivo não tivemos quaisquer problemas, andámos o mais rápido que conseguimos, já com pouca tração, mas conseguimos vencer a especial e subir ao segundo lugar após a primeira etapa. Foi um ótimo resultado e estou muito contente””, comentou.

    João Ramos navegado por Filipe Palmeiro, que na véspera da corrida tinha sofrido um percalço quando reconhecia o prólogo de bicicleta, acabou por não ser feliz tendo a sua Toyota tombado quando o piloto ocupava o segundo lugar. Fora de prova ficou também Alejandro Martins, outro dos candidatos à vitória depois de o seu Mini ter dado um toque que o impediu de continuar. O terceiro lugar é ocupado pelo espanhol Luís Recuenco, navegado por Sérgio Jimenez. Pedro Dias da Silva (Ford) acompanhado por José Pires terminou em quarto lugar a 27 segundos do terceiro classificado e Henrique Silva, navegado por Henrique Damásio aos comandos de um Mini Paceman Proto, são os quintos classificados.

    Na classe T2 Georgino Pedroso, navegado por Carlos Silva em Isuzu, lideram a competição o mesmo acontecendo nos T4 com a dupla Gualter Barros/Francisco Esperto enquanto nos T8 são Michael Braun e Ivo Santos quem ocupa a primeira posição. Na Taça de Portugal de Todo-o-Terreno está na frente a dupla formada por Cesário Santos e Alexandre Gomes que estão aos comandos de uma Nissan.

  • Rampa da Serra da Estrela terá público

    A Rampa da Serra da Estrela, terceira jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group (29/30 maio), organizada pelo CAMI Motorsport com o grande apoio da Câmara Municipal da Covilhã, será a primeira prova da época com público, na sequência da autorização oficial, obtida esta última quinta-feira, da autoridade de saúde local da Covilhã.

    “Atendendo ao momento atual que ainda vivemos, e às limitações que vão surgindo noutros eventos, dir-se-á que é um feito histórico conseguir ter público na Rampa da Serra da Estrela. Tivemos oportunidade de falar com os responsáveis de saúde locais e explicar todos os detalhes do nosso plano de contingência e, portanto, dizer-lhes que era possível garantir a segurança, em termos de saúde pública, de todos os intervenientes no evento. E o resultado final dessa reunião apenas traduz a qualidade do trabalho desenvolvido pelo CAMI Motorsport, contando, neste caso, com os apoios indispensáveis da Câmara da Covilhã, representada pelo seu vereador José Miguel Oliveira, da GNR, da PSP, da Proteção Civil, dos Bombeiros e ainda da FPAK”, enfatizou Nuno Loureiro, presidente do CAMI Motorsport, que em jeito de desabafo acrescentou: “Ficamos tristes quando as coisas correm mal, mas quando sucede o contrário poucos reconhecem o nosso esforço para superar as dificuldades que nos são colocadas em inúmeras situações…”

    A presença de espetadores na Rampa da Serra da Estrela, dentro de duas semanas, impõe o cumprimento de um conjunto alargado de regras, como o uso obrigatório de máscaras, o cumprimento do distanciamento social ou ainda a interdição da venda e do consumo de bebidas alcoólicas no traçado da rampa. Ao contrário do sucedido em edições anteriores, desta vez o público não terá acesso ao Parque de Assistência. Por último, equipas e pilotos estão dispensados da apresentação de teste negativo à Covid-19.

  • João Ramos quer vencer no arranque da temporada de TT

    O Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno regressa este fim-de-semana com a realização da Baja TT Montes Alentejanos, num arranque de época repleto de novidades para a equipa Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal.

    Logo à partida, o nome da equipa que reflete agora a parceria com a Toyota Gazoo Racing, e a estreia de uma nova unidade da Toyota Hilux –  uma nova “Dama Negra” que surge igualmente com uma nova decoração. Filipe Palmeiro estará sentado no banco do lado direito na função de navegador de João Ramos, pois Victor Jesus ainda se encontra em recuperação. No panorama desportivo, o destaque vai para a lista de inscritos da Baja que deixa antever uma das mais, senão, a mais competitiva época de sempre com um lote de pilotos e máquinas absolutamente fabuloso. Mas mais novidades estão preparadas no seio da equipa e que em breve irão ver à luz do dia.

    João Ramos regressa assim com motivação acrescida e argumentos de peso com o claro objetivo de conquistar mais uma vez o campeonato, numa prova que terá a sua base operacional em Beja, e percurso a estender-se aos municípios de Serpa e Mértola. O dia de Sábado abre bem cedo com o Prólogo a abrir as “hostilidades” para o restante percurso da prova com quatro setores selectivos que vão totalizar um pouco mais de 300 quilómetros cronometrados até se cruzar a linha de chegada no dia de Domingo. 

    João Ramos é incisivo no que o motiva a voltar ao CPTT, afirmando que “a vontade de competir e de vencer está no meu ADN, e estamos de regresso para dar o nosso melhor. Não há muito mais de novo que se possa dizer sobre a equipa e sobre mim depois de todos os anos em que marcamos presença no desporto motorizado, isso fala por si, e é certo que vou tentar ser igual a mim mesmo, dar o máximo e entrar em cada prova para vencer. Queremos começar a marcar essa posição já este fim-de-semana. 

    Sendo embaixador da Toyota Gazoo Racing, em Portugal, é algo que me motiva ainda mais pela confiança e contributo que podem trazer para o projeto. Com confiança renovada pelos nossos parceiros para esta época significa que estamos no caminho certo.”

  • Joaquim Teixeira ‘puxou dos galões’ em Boticas

    Um problema técnico no Cupra TCR do piloto transmontano na segunda subida de treinos obrigou o piloto da JT59 Racing Team/Bompiso a um intenso esforço final para chegar à vitória na Divisão Turismos 2 e a mais um pódio na categoria.

    Numa prova onde Joaquim Teixeira ia completamente focado em discutir as posições cimeiras da categoria de Turismos do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, o piloto de Murça entrou completamente ao ataque, num duelo muito intenso pela primazia na sua Divisão.

    “No sábado a equipa tentou fazer os treinos com um jogo de pneus muito usados, não conseguindo fazer tempos em ritmo de competição como desejávamos”, explicou o piloto transmontano, que na última subida de sábado que foi a primeira de prova colocou um jogo de pneus usados, mas em melhor estado. No entanto a falta de ritmo competitivo dos treinos condicionou-lhe a subida de prova, tendo hipotecado conseguir um bom tempo devido a dois erros que cometeu, ficando a uma distância grande para os seus adversários.

    No entanto, o desempenho do primeiro dia antevia claramente que Joaquim Teixeira estaria na grande luta de domingo entre os Turismos. Mas o que o piloto transmontano não contava era com um problema técnico no Cupra TCR na segunda subida de prova, que já não conseguiu completar. “No domingo retificamos o ‘set-up’ em função dos pneus que tínhamos, e na segunda subida de treinos partimos a transmissão logo na partida, quando nos preparávamos para tentar fazer uma boa subida, para poder ‘deitar fora’ o tempo de sábado”, explicou, salientando: “Com este revés tivemos de arriscar tudo na última subida, onde conseguimos o melhor tempo dos Turismos. Mas não chegou para vencer em termos absolutos, porque tivemos de somar o tempo mau de sábado. Ficamos é com a clara convicção de que temos tudo para vencer na categoria!”.

    Isto significa que se o piloto da JT59 Racing/Bompiso não tivesse sofrido o percalço da segunda subida de prova conseguiria obter em Boticas o seu melhor resultado da temporada. Mas valeu o grande esforço colocado por Joaquim Teixeira e o empenho da equipa para colocar o Cupra TCR nas melhores condições e ainda permitir a vitória na Divisão Turismos 2. A que somou o segundo lugar na categoria de Turismos.

    O piloto transmontano começa já a pensar na Rampa Covilhã Serra da Estrela, motivado pelo desempenho final na prova da Demoporto: “Vamos para a terceira prova da época, onde iremos lutar até à última subida por um melhor resultado, que nos permita vencer a Divisão Turismos e a categoria de Turismos. Sabemos que não será fácil, mas nunca desistimos. E sei que a equipa JT59 Racing Team/Bompiso me irá entregar o Cupra nas melhores condições para lutar pela vitória”.