Autor: VMotores

  • Mazda CX-5 2020 aposta no reforço tecnológico

    Originalmente lançado em 2012, o SUV CX-5 foi o primeiro Mazda a exibir a nova assinatura de design Kodo – A Alma do Movimento, bem como a incorporar a nova e abrangente tecnologia Skyactiv (motores, chassis, carroçarias, sistemas, etc), estabelecendo novos padrões dinâmicos e alterando a percepção do nível de envolvência que um SUV compacto podia oferecer.

    Já a segunda geração do CX-5, de 2017, marcou o desenvolvimento da filosofia de design e engenharia Jinba Ittai, colocarando este SUV num patamar superior, destacando-se a introdução do sistema G-Vectoring Control (GVC), a primeira das Skyactiv-Vehicle Dynamic Technologies da Mazda, tornando o Mazda CX-5 mais confortável, refinado e dinâmico.

    O modelo seria actualizado em 2019, passando a basear-se nos diversos pontos fortes da segunda geração de modelos da Mazda, que está em comercialização, melhorando em duas áreas-chave: a qualidade do habitáculo e a dinâmica de condução. Mais dinâmico que nunca, com uma condução superior e um nível de refinamento apurado, este CX-5 cimentou a sua reputação como um dos SUV mais agradáveis de conduzir no seu segmento.

    O CX-5 tornou-se, entretanto, num modelo fulcral para a Mazda, representando aproximadamente 30% das suas vendas anuais, ascendendo a cerca de 2.870.000 as unidades comercializadas em 130 países de todo o mundo. O CX-5 continua a ser o modelo Mazda mais vendido no mercado europeu.

    Mantendo um design Kodo mais maduro e elegante, sublinhando uma proposta simultaneamente arrojada e sofisticada, o exterior do Mazda CX-5 de 2020 pode ser configurado com uma paleta de 10 cores de carroçaria, conjunto que passa a incluir a nova cor Polymetal Grey, estreada no Mazda3. Exteriormente não há quaisquer alterações para além do novo lettering nos emblemas identificativos.

    É por isso no interior, de elevado conforto, qualidade, design e funcionalidade, com um habitáculo projectado para criar uma configuração inteligente do lugar do condutor, integrando todos os principais controlos e instrumentação ergonomicamente colocados em torno do ponto focal do volante. Espelhando toda uma nova sensação premium, o Mazda CX-5 pretende competir com os melhores modelos da sua classe.

    O ecrã Mazda Connect, presente ao centro do tabliê, é agora de 8 polegadas, permitindo a apresentação de textos e grafismos maiores e com mais definição, nomeadamente no sistema de navegação, na visão ampliada a 360 graus em redor do veículo e nas informações relacionadas com o monitor de eficiência de combustível, que permite verificar, em tempo real e entre outros, a operação do sistema de desactivação dos cilindros do bloco a gasolina 2.0 Skyactiv-G. Esta geração 2020 adopta iluminação LED de alta qualidade na consola de tejadilho, luz central do habitáculo e luz da bagageira, de série em todas as versões da gama. O design do comando da chave foi, também, renovado.

    Mecanicamente, o Mazda CX-5 2020 conta com uma gama de motores Skyactiv em que se destaca o bloco a gasolina Skyactiv-G de 2,0 litros de 165 CV, disponível com transmissão manual Skyactiv-MT ou automática Skyactiv-Drive, ambas de 6 velocidades, e tracção dianteira. Novidade: o sistema de desactivação de cilindros, função que, dependendo da situação de condução e disponível nas versões de caixa de velocidades manual, permite desligar automaticamente 2 dos 4 cilindros do motor em situações de pouca carga, reduzindo-se as perdas por bombeamento e a resistência mecânica, bem como os consumos e as emissões de CO2.

    A gama de motores a gasolina do CX-5 2020 é completada por um motor a Skyactiv-G de 2,5 litros de 194 CV, com transmissão automática e tracção integral (AWD) inteligente Mazda i-Activ. Já no capítulo diesel, a oferta divide-se entre o bloco Skyactiv-D de 2,2 litros e 150 CV, com transmissão manual ou automática e tracção dianteira, e um bloco diesel Skyactiv-D de 2,2 litros e 184 CV, este apenas em versão de caixa automática e tracção integral.

    Todas as variantes de caixa automática contam, a partir de agora, com patilhas no volante, para uma mais rápida operação. Outros acertos pontuais foram feitos ao nível da afinação das suspensões (tipo MacPherson à frente e sistema multi-link atrás), direcção e travões, de forma a melhorar ainda mais a estabilidade de condução pela qual o CX-5 sempre foi conhecido.

    A performance off-road do Mazda CX-5 2020 evoluiu com a integração do sistema Off-road Traction Assist nas versões de tracção integral. Operando em conjunto com os sistemas AWD e TCS, elimina a patinagem dos pneus e distribui a quantidade correta de binário às rodas com aderência, maximizando a tracção. Também funciona em conjunto com o Hill Launch Assist (HLA), evitando o deslizamento em subidas com superfícies escorregadias.

    A gama Mazda CX-5 2020 em Portugal

    A gama do Mazda CX-5 2020 divide-se em 3 níveis de equipamento, desde o já bastante completo patamar Evolve, aos mais alargados conteúdos do habitual topo de gama Excellence, oferta que agora se vê ainda mais evoluída com a vasta dotação do nível Special Edition.

    No que se refere a preços, o intervalo de preços do Mazda CX-5 2020 com motorização a gasolina Skyactiv-G situa-se entre 32.910 € e os 42.230 €. Na vertente diesel Skyactiv-D, o valor indicativo para a aquisição da respectiva versão de entrada é de 41.521 €, ascendendo até aos 56.468 €. Destaque ainda para as variantes Special Edition de tracção integral i-AWD que podem ser adquiridas por 49.251 €, se equipadas com o motor gasolina de maior débito (2.5 Skyactiv-G de 194 cv), e por 62.176 €, se dotadas do motor diesel mais potente (2.2 Skyactiv-D de 184 cv).

    Fruto do elevado conteúdo de série inerente aos 3 níveis de equipamento do Mazda CX-5 2020, os opcionais disponíveis cingem-se a apenas 2 packs, o Pack Navi (400 €) para as versões Evolve e o Pack Leather (2.500 €) para as versões Excellence. Consoante a utilização e diferenciação que cada cliente pretenda para o seu Mazda CX-5, no portal www.mazda.pt estão disponíveis diferentes acessórios específicos para o modelo.

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  • PTRX: Nuno Araújo garante Top 10 numa jornada dura

    A corrida lousadense provou, uma vez mais, que a Divisão S1600 tem um nível competitivo “à Europeu”. O 9º lugar final foi o prémio para a boa exibição do piloto e mostrou que o Skoda Fabia MKIII já está fiável e tem uma grande margem de progressão.

    Dos treinos aos momentos decisivos, Nuno Araújo assinou uma exibição isenta de erros e nunca virou cara à luta, espremendo o “sumo” todo do atual estado de desenvolvimento do Skoda Fabia MKIII.

    Um dos pontos positivos deste fim-de-semana prende-se com o elevado grau de fiabilidade que o carro demonstrou, a que se juntou o foco do piloto que lhe permitiu, a espaços, estar perto do Top 5. Mas numa divisão em que, com exceção do atual campeão, está uma dezena de pilotos praticamente dentro do mesmo segundo, quanto ao tempo por volta, o “carrossel” classificativo é constante e basta uma manga de qualificação menos bem conseguida para ditar oscilações na classificação. No fecho, o 9º lugar final, a que se junta o 4º de Sever, representa mais uma boa pontuação para o campeonato e permite vincar que equipa e piloto estão na luta e há que contar com eles no futuro.

    Nuno Araújo sai de Lousada “contente com a minha prestação e muito orgulhoso do trabalho árduo que está a ser feita pela minha equipa de mecânicos e pela Integra Solutions, sendo já visível que, quando em comparação com 2019, o nosso Skoda está bem melhor, embora ainda um patamar abaixo do que é necessário para ombrear com os melhores carros do plantel”, ou não estivesse o ENI/EQS Racing Team a competir numa Divisão que apresenta um naipe de pilotos e máquinas sem paralelo nas outras do PTRX e que tem mesmo um nível pouco habitual em outros campeonatos nacionais. Aliás, o penafidelense destaca isso mesmo, dizendo sentir-se “muito orgulhoso por fazer parte de um plantel de pilotos com enorme talento, que torna emocionante e imprevisível cada corrida. Este é um desafio enorme e sei que ainda tenho muito que evoluir, mas é esse o meu foco!”.

    Para Hugo Branquinho, team manager da equipa, este fim-de-semana foi “mais um passo importante rumo aos nossos objetivos, a curto e médio prazo. Recolhemos muitos dados desta jornada em Lousada, verificamos a valia de algumas alterações que tinham sido introduzidas para esta corrida e sabemos claramente onde temos de melhorar e que evoluções têm de ser introduzidas no carro, para podermos proporcionar ao Nuno as condições para ele lutar pelas vitórias”.

    O ENI/EQS Racing Team aponta já a mira para 3ª prova do PTRX, que se disputará na zona raiana da Beira Baixa. O Ralicross de Castelo Branco acontecerá a 1 e 2 de agosto.

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  • Ralicross: Lousada foi palco do regresso de um campeão

    Ausente da prova inaugural de 2020, em Sever do Vouga, João Ribeiro regressou, correu e, como habitualmente, venceu a Divisão S1600, numa demonstração enorme do seu talento gigantesco.

    Marcando o regresso à competição do PTRX, o Eurocircuito da Costilha, em Lousada, foi palco da segunda prova da época, num cenário marcado pelo “novo normal”: Ausência de público e medidas sanitárias exigentes, a criar um cenário impensável há meio ano atrás. Foram dois dias debaixo de forte canícula, sendo de destacar a boa organização assinada pelo Clube Automóvel de Lousada.

    Está-lhe nos genes. O paredense João Ribeiro é filho e sobrinho de campeões e é ele mesmo, hoje em dia, um grande campeão.

    Compareceu em Lousada aos comandos de um Skoda Fabia alugado e uma das mais experientes equipas do Europeu de Ralicross e, depois de um início cauteloso para adaptação, deu um verdadeiro recital de condução, dominando a Divisão S1600 que é claramente, a mais competitiva do campeonato, com mais de uma dezena de pilotos a tecer argumentos com muito equilíbrio.

    Na final, liderou da primeira à última volta, mas na segunda passagem pela meta a vantagem face à concorrência já era significativa.  Mais animada esteve a “luta” pelos restantes lugares do top five. Bruno Gonçalves em Citroën Saxo ainda rodou durante algum tempo no segundo posto, mas Joaquim Machado (Peugeot 208) numa corrida de trás para a frente acabou, na penúltima volta por assumir o segundo lugar. Gonçalves fechou assim o pódio, enquanto Rogério Sousa (Ford Fiesta), quarto classificado, acabou por levar a melhor no duelo particular que teve, durante as sete voltas, com André Sousa no Peugeot 207.

    Entre os Supercars, o destaque vai para o aumento do plantel presente para 4 carros. Joaquim Santos aos comandos do Ford Focus arrancou melhor e assumiu a liderança da primeira à última volta da corrida decisiva. José Lameiro (Skoda Fabia) ainda discutiu com o piloto da Bompiso a primeira travagem, mas depois não acompanhou o ritmo e acabou no segundo lugar do pódio. Daniel Pacheco (Subaru Impreza) foi terceiro e garantiu a melhor posição entre os carros de Divisão 2.

    Já na Divisão Nacional A 1.6, a classificação final resultou de uma decisão do colégio de comissários, que provocou alguma celeuma.

    Pedro Tiago (Citroën Saxo) confirmou a prestação de toda a qualificação e voltou a superar a concorrência. Américo Sousa também em Saxo e Tiago Ferreira em Peugeot 106, discutiram entre sim os restantes lugares do pódio, terminando, por esta ordem quase “colados”. Duplo azar para Leonel Sampaio, que arrancou melhor, mas depois perdeu terreno devido a um ligeiro toque na travagem no final da reta da meta. Para além disso, acabou por ser forçado a abandonar após o salto da Joker Lap.

    No final, Pedro Tiago foi penalizado, devido a esse toque em Leonel Sampaio logo na curva um, que o colocava no quarto posto. Os três primeiros passaram a ser Américo Sousa, Tiago Ferreira e Jorge Costela, por esta ordem respetivamente.

    Daniel Teixeira (Renault Clio), que se estreou no PTRX em Lousada, partiu para a final da Divisão nacional 2RM “de olho” no pódio e acabou mesmo por assegurar a vitória. Notável.

    Andreia Sousa, depois de um toque que a colocava atravessada na curva dois, logo após a partida, retomava o andamento e sempre com um ritmo forte, conquistou a “Prata” aos comandos do Peugeot 306 e José Silva fechou o pódio desta segunda jornada.

    Entre os mais novos, que competem na Iniciação, a final acabou por ficar nas mãos de André Monteiro (Toyota Corolla), que apesar de ter sido o segundo a cruzar a linha de meta, acabou por subir de posição após uma penalização aplicada a Rafael Rêgo (Peugeot 106), que desceu assim para a segunda posição. Gonçalo Rocha (Peugeot 106) encerrou o pódio e estreou-se com uma subida ao pódio.

    Pedro Rosário regressa aos triunfos

    Entre os Kartcross, que tiveram uma jornada muito animada e com um plantel de luxo, Pedro Rosário em Semog Bravo voltou às vitórias, numa corrida que até metade foi comandada por Rui Nunes, também em Semog Bravo.

    O campeão em título, Jorge Gonzaga fechou o pódio, mas durante toda a corrida teve que medir forças ora com Tiago Freitas ora com Luís Almeida, que por esta ordem terminaram o grupo dos cinco mais do Kartcross. Daniela Godinho voltou a defender a honra das senhoras e João Pinheiro entre os rookies.

    Já entre os Superbuggy, Nuno Godinho (Semog) terminou a jornada de Lousada como começou, isto é, no comando. Cláudio Coelho cumpriu os objetivos na estreia do SSV Polaris.

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  • Nuno Araújo e ENI/EQS Racing Team querem lutar por títulos

    Paixão e Ambição. Duas palavras fortes para o mote do ENI EQS Racing Team, equipa sediada em Penafiel, que hoje apresentou as suas novas cores para o Campeonato de Portugal de Ralicross 2020.

    Apostando num Skoda Fabia MK III S1600 e no piloto penafidelense Nuno Araújo, vão integrar a mais competitiva Divisão do PTRX, seguros dos seus argumentos e com o foco na conquista “ de resultados ambiciosos e que, no percursos que queremos fazer, nos leve ao ambicionado título”, começa por assumir Hugo Branquinho, diretor desportivo da equipa que, logo de seguida, justificou a aposta no piloto Nuno Araújo, afirmando que “para além da amizade e do percurso comum que temos com ele nas áreas profissionais, acreditamos muito no seu talento como piloto, na sua garra, entrega e na capacidade que tem para evoluir e estar entre os melhores. Tenho a plena certeza de que será campeão, se não este ano, o que até poderá acontecer, numa das próximas épocas, coroando assim todo o esforço, empenho e meios que temos colocado neste projeto desportivo que é para nós e para os nossos principais patrocinadores, também uma forma de mostrarmos a nossa qualidade técnica, que nos coloca na vanguarda tecnológica”.

    O responsável lembrou ainda que “este projeto tem vindo em crescendo e vamos ter este ano o desafio de finalmente, podermos evoluir o Skoda, sendo importante agradecer à nossa fantástica equipa de mecânicos e à Integra Solutions que, desde que tomou conta da preparação, tem feito um excelente trabalho”. Está assim traçada a saudável pressão do responsável sobre piloto e equipa.

    Nuno Araújo é novamente a escolha do ENI EQS TEAM para competir aos comandos do Skoda Fabia MKIII S1600 no PTRX 2020.

    Depois de um positivo 4º posto no Ralicross de Sever do Vouga, única prova realizada em 2020, antes do confinamento, tem agora em Lousada, já este fim-de-semana, a missão de estrear as novas cores e de, ao longo desta época, lutar por um lugar ao sol. Para o penafidelense, esta volta a ser “uma época de descoberta e evolução. O Skoda Fabia vem já de 2019, mas, aí, não pusemos nem competir como queríamos, nem evoluir o carro como pretendíamos. Mas, se já em Sever, senti o carro mito melhor, este defeso, mesmo com algumas limitações, permitiu um trabalho de fundo e, no teste que realizamos, fiquem muito satisfeito pelo atual nível de performance, embora ainda possamos fazer o carro chegar a um patamar mais forte”.

    Como tal, Nuno Araújo sente “a responsabilidade de corresponder em pista à confiança da equipa e dos patrocinadores. Sei que ainda tenho uma carreira curta e experiência menor, quando a comparo com a carreira dos principais protagonistas da Divisão em que corro, mas tudo farei para, ao longo da época, pontuar forte, apontar ao pódio e, quem sabe, poder estar na luta pelos triunfos”, não escondendo que “tendo orgulho em ser penafidelense, quero, um dia, escrever o meu nome entre os campeões que esta terra já viu nascer!”.

    Pano caído sobre a festa, tempo da equipa, sem mais demoras, virar o foco para a competição. Agora é tempo de talento de pilotos e capacidade das máquinas responderem ao semáforo verde e partir célere em busca da glória, entre os bravos do ralicross lusitano.

    A prova de Lousada arranca já hoje com as verificações técnicas e administrativas, tendo a primeira sessão de treinos aprazada para as 14.30 horas, dia em que decorrem duas das mangas de qualificação. Para amanhã, domingo, ao longo do dia, estão marcadas as restantes mangas de qualificação, meias-finais e corridas decisivas, com o fecho da jornada a estar programada para o fim da tarde.

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  • Rui Nunes estreia novo Semog em Lousada

    O resultado menos positivo de Sever já lá vai. Rui Nunes apresenta-se em Lousada com um novo Semog e coloca a fasquia bem alta para a segunda jornada da época do PTRX.

    A longa paragem provocada pelo surto pandémico, que já vai em quatro meses desde a prova de Sever, serviu para uma pequena revolução no ataque de Rui Nunes à época de 2020.

    Depois dessa 1ª jornada aziaga, o piloto de Montemor-o-Novo e a sua equipa refletiram sobre todos os problemas mecânicos que impediram um melhor início da defesa do seu 2º lugar, brilhantemente conquistado em 2019 e a decisão foi radical.

    Em Lousada, o craque alentejano vai estrear um novo Semog, de última geração e apresenta-se ao duelo “muito entusiasmado como esta estreia do meu novo Semog”. Rui Nunes lembra que “nem tudo foi mau em Sever. O nosso andamento foi sempre forte e, sem os problemas mecânicos e os incidentes de corrida na final, o resultado teria sido outro. Sei que tenho velocidade e quem posso estar sempre a lutar pela frente de corrida”.

    Ainda para mais, o piloto sente-se em Lousada “muito bem. É uma pista de que gosto muito e onde sou sempre e muito competitivo. Espero adaptar-me rapidamente ao novo Semog e estar na luta por uma posição de largada para a final na pole ou lá perto e, no momento da verdade, dar tudo para vencer!”.

    Esta edição do Ralicross de Lousada tem os treinos livres marcados para arrancarem às 14.30 de sábado, 11 de junho, dia em que decorrem ainda as primeiras duas mangas de qualificação.

    Para domingo, 12 de julho, estão reservadas as restantes mangas, meias-finais e final, que deverá ocorrer a meio da tarde.

  • Pedro Tiago aposta forte em Lousada

    Depois da má jornada em Sever, no arranque da época, o atual bicampeão nacional joga “em casa” uma cartada importante para a defesa do titulo conquistado em 2019 e 2018.

    O ano arrancou de forma negativa para o bicampeão da Divisão Nacional A 1.6. Problemas mecânicos afastaram Pedro Tiago daquilo a quês tá habituado, a luta pelas vitórias.

    Mas esse mau momento já lá vai e o lousadense está “feliz por ir correm no circuito da minha terra, sendo esta prova fundamental para as minhas aspirações ao título”. Pedro Tiago está ciente de que “não há margem para erro e, como tal, preparamos muito bem esta prova. Mesmo com o confinamento, fomos, com muito esforço, trabalhando no carro e, logo que foi possível, realizamos vários testes e tudo indica que os problemas de Sever estão ultrapassados”.

    Na Costilha, o piloto contará com a assistência da Rapid Competições. Essa parceria está de volta, lembrando Pedro Tiago que “já trabalhamos juntos nos dois títulos anteriores e, por isso mesmo, foi uma decisão lógica voltarmos a colaborar, tendo já sido visível nos testes a nossa sintonia”.

    Quanto à prova, é muito claro na sua abordagem. Estará em Lousada para “andar a fundo, sempre com o foco na vitória, pois quero mesmo conquistar o Tri e vou tentar estar sempre no meu máximo, dos treinos à final. Será um fim-de-semana de emoções e quero sair da Costilha com uma vitória!”.

    A prova arranca com as verificações técnicas e administrativas, tendo a primeira sessão de treinos aprazada para as 14.30 horas de sábado, dia em que decorrem duas das mangas de qualificação. Para domingo, ao longo do dia, estão marcadas as restantes mangas de qualificação, meias-finais e corridas decisivas, com o fecho da jornada a estar programada para o fim da tarde.

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  • Toyota anuncia especificações e preços em Portugal do novo GR Yaris

    Os entusiastas de automóveis desportivos e fãs da Toyota, estavam ansiosos pela revelação do preço e equipamento do novo desportivo inspirado pelo mundial de ralis. Com a chegada a Portugal prevista para o início de 2021, a contagem decrescente para a chegada do GR Yaris a solo luso está a chegar ao fim. Disponível em 3 cores e 3 níveis de equipamento: GR YARIS STANDARD,EXTREME PREMIUM, EXTREME RALLYe um preço desde 45.090 Euros. A versão mais ansiada é, obviamente aEXTREME RALLY e vem com jantes em liga leve de 18” forjadas e travões de disco com pinças em vermelho, equipa um diferencial LSD e suspensão desportiva GR Circuit.

    O GR Yaris é o topo de gama da nova geração Yaris e foi desenvolvido pela Toyota Gazoo Racing em colaboração com Tommi Mäkinen Racing. Este desportivo único, conta com uma carroçaria específica de três portas, uma plataforma dedicada (que combina GA-B na dianteira e GA-C na traseira) e utilização de alumínio no capot, nas portas e na bagageira. Alimentado por um motor de três cilindros turbo de 1,6 litros, com 261* cv e um binário máximo de 360 Nm*, acelera de 0 a 100 km/h em 5,2* segundos e atinge uma velocidade máxima de 230km/h. O seu desempenho, leveza, equilíbrio dinâmico e o novo sistema inteligente de tração às quatro rodas GR-FOUR, são as bases do novo Yaris WRC para o Campeonato Mundial de Ralis da FIA.
     
    Equipado de série com um inovador seletor de modos GR-FOUR, com acoplamento de resposta rápida, este seletor permite 3 modos de distribuição da tração integral entre o eixo da Frente : Traseiro (F:T), a saber, o modo NORMAL com distribuição F:T de 60:40 para Controlo em Cidade e Autoestrada, modo SPORT com distribuição F:T  de 30:70 para Percursos sinuosos e o modo TRACK com distribuição F:T  50:50 para Competição/Corrida em Circuito.

     Disponível em 3 cores todas metalizadas: Branco Platina, Preto Eclipse e Vermelho Emotional II, o GR Yaris promete atrair o olhar de todos e apaixonar os que apreciam um puro “hot hatch”. O novo desportivo da Toyota já está disponível para reserva através do seguinte portal exclusivo online e dedicado para o efeito em Portugal: Reserva GR Yaris.

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  • TCR Ibérico arranca em Barcelona e termina no Estoril

    O TCR Ibérico 2020 já tem definido o seu calendário, com ponto de partida em Barcelona, no Circuito da Catalunha (10/11 Outubro), partilhando a grelha, à semelhança do sucedido na época passada, com os pilotos do TCR Europa.

    A segunda jornada vai ter como palco a pista madrilena de Jarama, no final de Outubro (31 Outubro/1 Novembro), para depois encerrar a temporada no Autódromo do Estoril, na primeira semana de Dezembro (5/6), onde ficará a ser conhecido o novo campeão. Cada uma das três jornadas englobará duas corridas (sábado e domingo) no fim de semana.

    Não foi fácil desenhar o calendário de provas do TCR Ibérico 2020 com a chegada à Europa, no início de Março, da pandemia da Covid-19. As medidas tomadas pelas autoridades de saúde tornaram inevitáveis as sucessivas alterações, em termos de datas, no quadro competitivo que já tinha sido delineado. Paulo Ferreira, promotor do TCR Ibérico, embora sem esconder as dificuldades sentidas não deixa de se revelar optimista:

    “Atendendo à conjuntura económica mundial, devido ao impacto da Covid-19, procurámos as melhores datas para, no mais curto espaço de tempo, montar esta competição sem coincidência de datas com outros campeonatos TCR. Face às circunstâncias, este é o calendário possível para 2020. Estamos conscientes que será uma época difícil para todos: pilotos, equipas, promotores e organizadores. Contudo, tenho a certeza que o leque de pilotos que vão participar nas três jornadas do TCR Ibérico serão de elevado valor. No final do ano espero fazer a festa na expetativa de em 2021 termos um campeonato melhor e com a certeza de que a Covid-19 seja já coisa do passado”.

    TCR IBÉRICO 2020

    10/11 Outubro – BARCELONA

    31 Outubro/1 Novembro  –  JARAMA

    05/06 Dezembro – ESTORIL

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  • José Soares está de volta em Lousada

    Estreando novo kartcross, o “jovem lobo” tem um objetivo muito claro: alcançar a final e lutar por uma classificação bem dentro do Top 10.

    Depois de ter estado ausente da primeira aprova da época, disputada em Sever do Vouga, José Soares está de volta. O regresso à competição era “muito ansiado. Estava em pulgas para poder voltar a competir, depois desta longa paragem, mercê do defeso entre épocas e deste período de confinamento. Mas já lá vai e agora quero desfrutar deste meu regresso a um campeonato emocionante e logo numa pista tão espetacular e desafiante como é a da Costilha!”.

    Quando arrancarem as “hostilidades” do próximo fim-de-semana, José Soares apresentar-se-á em pista com novos argumentos. Para trás fica o seu antigo ASK e a aposta agora é num Semog. Como tal, o piloto vê esta jornada como “uma jornada de adaptação ao meu novo kartcross. Este dá-me garantias de ser mais competitivo, mas, como é lógico, tenho a consciência de que, mesmo tendo já rodado em testes que correram muito bem, ainda tenho muito caminho pela frente para tirar todo o potencial deste novo kartcross”.

    Sendo ainda muito jovem, sente que “também tenho ainda mito que evoluir na minha condução, mas estarei em Lousada com ambição e, primeiro, quero lutar para me qualificar para a final e, aí, mesmo tendo consciência da enorme competitividade que temos no nosso campeonato, vou fazer tudo para terminar nos lugares da frente”.

    Com as verificações administrativas e técnicas a decorrerem na manhã de sábado, a competição neste Ralicross de Lousada começa às 14.30 com os treinos. Durante a tarde de sábado decorrem ainda duas mangas de qualificação, com o resto do programa a desenrolar-se durante o dia de domingo.

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  • Jorge Machado quer evoluir em Lousada

    Neste ano de regresso e após uma primeira prova atribulada, o piloto do Citroen C2 S1600 aposta em alcançar em Lousada um lugar entre os primeiros.

    Fazer parte daquela que é, possivelmente, a Divisão mais “brava” do PTRX, é sinónimo de estar sempre a jogar no “fio da navalha” e a lutar sem tréguas. E é assim que Jorge Machado gosta de competir.

    O piloto está “mais do que pronto para Lousada. Finalmente estamos de volta à competição e não vejo hora de estar no meio daquele pelotão de bravos, a dar o meu melhor e a lutar por um resultado positivo!”.

    Jorge Machado apresenta-se na Costilha confiante no seu Citroen C2 S1600, até porque “vamos para esta corrida com muito mais conhecimento do carro, quer por tudo quanto aprendemos em Sever, quer pelos testes que efetuámos. Nessa primeira corrida já mostramos que somos fortes, o nosso andamento foi competitivo e, como mais sorte, o resultado teria sido outro. Em Lousada, quero estar lá na frente, a lutar por um lugar ao sol!”.

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    O HR Racing Team fez o seu “trabalho de casa” durante a paragem e a equipa está segura de que vai colocar um competitivo Citroen C2 S1600 nas competentes mãos de Jorge Machado. Depois, como diz o piloto, que “a sorte não nos deixe e que possamos estar no nosso melhor durante toda a jornada”.

    A edição 2020 do Ralicross de Lousada tem os treinos livres marcados para arrancarem às 14.30 de sábado, 11 de junho, dia em que decorrem ainda as primeiras duas mangas de qualificação. Para domingo, 12 de julho, estão reservadas as restantes mangas, meias-finais e final, que deverá ocorrer a meio da tarde.

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