Composta por seis pilotos carismáticos do Campeonato de Montanha JC Group, o “team” foi até às 6 Horas de Portimão para uma ação de promoção do campeonato.
Foi um fim-de-semana diferente e inesquecível. A FR Power desafiou 6 craques da Montanha a tripularem um Citroen C1 nas duplas 6 Horas de Portimão, integrados nas aguerridas corridas do Troféu C1. Gabriela Correia, Luís Silva, Nuno Guimarães, Joaquim Rino, Joaquim Teixeira e José Correia enfrentaram uma experiência muito diferente do que estão habituados e saíram de terras algarvias felizes por terem sido embaixadores do nosso campeonato. Quanto às corridas, foram cheias de altos e baixos.
As qualificações nunca correram bem e, com o Citroen C COM JC Group sempre na parte de trás das duas grelhas de partidas, os craques arregaçaram mangas e toca a ir por ali acima, fazendo recuperações espantosas que no caso da 2ª corrida, chegou a colocar o Citroen no TOP 20. Alguns toques tornaram o carro difícil de guiar e foi obrigatório entrar em “modo poupança” para que o C1 chegasse sempre ao fim, objetivo que foi alcançado, embora a custo de muita mão-de-obra. Depois, ainda levamos uns “puxões de orelhas” com vários “stop and go” e “drive through”, mercê de uma ousadia aguerrida que levava o C1 para lá dos limites! Um fim-de-semana em cheio que, sobretudo, permitiu mostrar, uma vez mais, ao mundo, quão fantástica é a Família da Montanha!
A “buena onda”
do Sicario,
casa da comida mexicana em Matosinhos, já se faz sentir novamente. Todas
as quintas-feiras, e tendo como mote “Almal tiempo, buena cara”,
expressão que convida a ver o lado bom da vida mesmo nos momentos mais
desafiantes, é possível usufruir do desconto “dois cocktails por um”,
numa HappyHour que
dura das 19h às 21h.
Entre
as criações do restaurante, que apresenta a mais completa coleção de tequila e mezcal,
destacam-se a Guerita (6,5€),
com Tequila
Silver & Reposado,
sumo de lima, manga e ananás, malagueta e clara de ovo; a Mezcalita (6,5€),
uma saborosa mistura de mezcal fumado e tequila com cointreau,
sumo de lima, raiz de gengibre e uma borda de sal preto dos Himalaias; e
o Passion Fruit Margarita (6,5€),
uma reviravolta no clássico favorito com tequila reposado, sumo de lima,
triple-sec e maracujá.
Às
22h30, não fique surpreendido se a festa subir de tom. Os tradicionais
mariachis, que servem de banda sonora ao espaço, dão lugar a ritmos mais
animados. O momento será assinalado com a oferta de um shot de…
tequila sunrise, claro está.
E há
mais uma carta na manga: todas as noites, é possível assistir ao espetáculo de
um ilusionista que promete trazer magia a esta verdadeira casa
mexicana.
A equipa Racing268 regressa à competição com um espírito “bastante tranquilo e motivado, porque desportivamente será uma jornada rica sobretudo pela lista de inscritos que inclui novos pilotos nacionais e a visita de alguns espanhóis, adicionando valor à competição.”.
A equipa, que sofreu um revés com o recente acidente do mecânico José Soares, está bastante motivada para alcançar um resultado “positivo depois de uma paragem tão longa. Claro que, como sempre, temos os olhos postos na vitória, mas o mais importante é somar pontos para um campeonato onde as incertezas ainda são imensas”.
A novidade foi o lançamento do site racing268.pt que, mais uma vez, demonstra a vontade de inovar da equipa. Conhecedor das dificuldades de comunicação no kartcross, o piloto revela que “é tristesaber que somos a categoria mais rápida do Offroad nacional e com provavelmente a melhor relação custo/performance/diversão do desporto automóvel nacional, e não haver informações concretas sobre custos, construtores, categorias… É um projecto em evolução, dentro da dinâmica da equipa Racing268, que pretende mais do que ajudar com palavras e intenções ‘bonitas’, mas antes com ações efetivas que produzem resultados palpáveis”.
Para o fim de semana, cuja transmissão é assegurada em live stream durante todo o evento e n’A BolaTV durante as finais, a equipa tentará levar também através do site e página do Facebook alguns conteúdos para que os adeptos se sintam mais envolvidos na competição, como o live timing, a live stream e possivelmente uma ou outra surpresa,
Depois
de ter provado em Sever do Vouga que está no PTRX 2020 para ser protagonista de
triunfos, Tiago Ferreira quer vencer a corrida da Divisão 1.6 A.
A vitória escapou por pouco a Tiago Terreira na abertura da época. Então, um erro na final afastou-o de um triunfo “cantado”, que parecia certo, depois da magistral exibição que o piloto do TTC RX Team assinou nesse fim-de-semana.
Agora,
é o Eurocircuito da Costilha o “freguês” que se segue na demanda pelo título de
2020. Tiago Ferreira quer colocar as cores da Galardi Norte e dos Transportes
Tiago e Carla “na liderança logo desde os treinos, para marcar a nossa
posição e podermos ir à final em condições de vencer. Estamos muito confiantes
pois, para além do nosso ritmo em Sever, sabemos que trabalhamos bem no carro,
durante este período de paragem e, pelos testes feitos, estamos seguros de que
vamos ser competitivos”.
O
piloto tem noção de que “a concorrência está forte e ainda bem. Quanto
mais competitiva é a nossa Divisão, mais realça os resultados que obtenhamos e respeitando
o talento dos meus adversários e a qualidade dos seus carros, tenho muita
confiança na minha equipa e no meu valor e vamos a Lousada para tentar vencer e
assim recuperar do resultado final menos bom de Sever, estando novamente numa
posição forte para lutar pelo título!”.
A edição 2020 do Ralicross de Lousada tem os treinos livres marcados para arrancarem às 14.30 de sábado, 11 de junho, dia em que decorrem ainda as primeiras duas mangas de qualificação. Para domingo, 12 de julho, estão reservadas as restantes mangas, meias-finais e final, que deverá ocorrer a meio da tarde.
Aos comandos do seu EVO VI, Frederico Santos quer continuar na senda do sucesso e repetir exibição e resultado de Sever em Lousada.
O Eurocircuito da Costilha será, pela
primeira vez, enfrentado por Frederico Santos. O piloto encara esta estreia no
mítico circuito lousadense “com muito entusiasmo. Sempre quis aqui correr
por todo o historial da pista e também porque é uma das mais desafiantes”.
Depois de uma brilhante vitória em
Sever do Vouga, aos comandos do seu bonito Mitsubishi Lancer EVO VI, o piloto
da FS Steeltec assume claramente que “provamos o nosso valor em Sever e a
vitória alcançada deu-me ganas de repetir a dose já em Lousada”.
O carro foi alvo de “uma
manutenção cuidada durante todo este período de paragem e vamos prosseguir em Lousada
o seu desenvolvimento”. Sendo uma pista nova, o piloto quer “utilizar
os treinos de uma forma muito exaustiva para perceber a pista, trajetórias e
pontos de travagem, confiando inteiramente na minha equipa para me darem um
carro em ótimas condições”.
Integrado na Divisão SuperCar,
Frederico Santos espera “mais e melhor concorrência porque, felizmente, são
esperados mais carros, o que é ótimo para o espetáculo e para a competitividade
da nossa Divisão”, mas assumindo que, “independentemente da
dificuldade acrescida, estamos cá para lutar pelo triunfo”.
Esta edição do Ralicross de Lousada tem os treinos livres marcados para arrancarem às 14.30 de sábado, 11 de junho, dia em que decorrem ainda as primeiras duas mangas de qualificação. Para domingo, 12 de julho, estão reservadas as restantes mangas, meias-finais e final, que deverá ocorrer a meio da tarde.
É com o seu carismático Renault Twingo S1600 que o lousadense
Sérgio Dias quer arrancar um bom resultado no Ralicross de Lousada, deitando
para trás a “malapata” que o prejudicou na primeira corrida da época.
Sérgio Dias está “ansioso e com ganas de me ver em pista a
conduzir o Twingo!”. É já demasiado longo o defeso forçado e o piloto
sente “saudades de todo o ambiente de competição embora saiba que a
corrida em Lousada vai ter um sentimento agridoce, por não poder haver público
a assistir. Estamos em casa e eu adoro competir com a emoção que o público
lousadense nos transmite. Nunca nos regateiam apoio, de fio a pavio!”.
Condicionalismos à parte, o foco de Sérgio Dias está, obviamente,
na competição.
Depois de uma jornada satisfatória em Sever do Vouga, o craque do
Renault Twingo quer “estar muito concentrado nos treinos para evoluir o
carro em corrida e chegar nas melhores condições às qualificações e à corrida
decisiva. O meu objetivo é terminar nos lugares cimeiros, para pontuar forte e
melhorar a nossa posição no campeonato, aumentando assim o nosso moral!”. Sérgio
Dias considera que “até tivemos um bom ritmo em Sever e mostramos que
somos competitivos, mas a sorte nada quis connosco”.
O 65ª Ralicross de Lousada arranca com as verificações técnicas e
administrativas, tendo a primeira sessão de treinos aprazada para as 14.30
horas de sábado, dia em que decorrem duas das mangas de qualificação.
Para domingo, ao longo do dia, estão marcadas as restantes mangas
de qualificação, meias-finais e corridas decisivas, com o fecho da jornada a
estar programada para o fim da tarde.
O piloto de Lousada quer brilhar na Costilha, neste regresso do Campeonato de Portugal de Ralicross, colocando o alvo no pódio.
Longa foi a espera pelo regresso da competição. E que melhor cenário para este quebrar de jejum do que o Eurocircuito da Costilha, a mítica pista instalada no concelho de Lousada. Será aí, que, a 11 e 12 de julho, o lousadense António Sousa vai voltar a medir forças com o forte pelotão da Categoria S1600.
Para
ele, competir na Costilha representa “sempre uma emoção extra, mas também
uma responsabilidade maior, pois vou competir perante a família, os amigos e os
conterrâneos, mesmo que afastados das bancadas devido as restrições provocadas
pelo combate à pandemia, estando também aqui a sede de muitos dos meus patrocinadores.
É uma pista que adoro e onde aprendi a pilotar, tendo sido também já palco de grandes
resultados meus. Estou por isso confiante”.
O
piloto da SRT Motorsport aparece nesta segunda corrida muito motivado pelo pódio
alcançado a jornada inaugural em Sever do Vouga e estabelece como meta “tentar,
pelo menos, repetir o pódio de Sever. No entanto e mesmo com o tremendo
respeito que tenho pelos adversários, cheios de talento e com carros muito competitivos,
tudo farei para chegar à vitória em casa!”.
Em
antecipação a esta corrida, a SRT Motorsport realizou várias sessões de teste,
que deixaram António Sousa “muito satisfeito com os acertos e as alterações
que introduzimos no Peugeot. A equipa trabalho muito bem e isso dá-me total
confiança para dar tudo em pista e fazer tudo para triunfar!”.
A prova arranca com as verificações técnicas e administrativas, tendo a primeira sessão de treinos aprazada para as 14.30 horas de sábado, dia em que decorrem duas das mangas de qualificação. Para domingo, ao longo do dia, estão marcadas as restantes mangas de qualificação, meias-finais e corridas decisivas, com o fecho da jornada a estar programada para o fim da tarde.
O piloto do Mitsubishi Evo V dominou de fio a pavio o Rali de Castelo Branco, numa prova em que Daniel Ferreira e Rui Silva Santos reclamaram, respetivamente, o 2º e 3º lugar no CCR, dando novo pódio completo aos pneus KUMHO. Isaac Portela saiu por cima no duelo aceso que foi travado na Divisão 2, chegando ao primeiro triunfo da época.
Um ponto de ordem antes de dissecarmos a parte competitiva da presença do 3º Desafio Kumho Portugal no Rali de Castelo Branco. É de toda a justiça começar por realçar que estiveram no evento albicastrense três dezenas de equipas com pneus KUMHO, o que correspondeu a 30% dos participantes. Notável a forma como, cada vez mais, os pneus KUMHO são a opção tomada pelos pilotos portugueses
Pelo andar da carruagem, a pergunta que
mais se fará no Desafio Kumho Portugal e no CCR é “quem parará Armando
Carvalho?!”
2020 poderá vir a ser o ano da consagração do piloto. Navegado pela sua fiel “escudeira” Ana Santos, o piloto do Mitsubishi EVO V está a revelar uma rapidez que, pelo menos até ao momento, tem sido impossível de contrariar pelos seus fortes opositores. No rali albicastrense, venceu as 5 especiais do programa e concluiu a prova com 57,6 segundos de vantagem sobre o mais direto adversário, consolidando de forma clara a liderança do CCR, dos Desafios KUMHO ASFALTO e CENTRO e tornando-se assim o primeiro líder do Desafio KUMHO SUL, que arrancou neste rali.
“Foi um fim-de-semana muito difícil devido
ao imenso calor que se fez. Os nossos objetivos eram garantir a liderança do
campeonato, mesmo que não fosse obrigatório vencer a prova, mas conseguimos a
vitória e assim cimentar a nossa liderança nos Desafios KUMHO e no CCR”, afirmou o piloto no
final.
Atrás e si, a história da luta pelos outros dois lugares dos pódios Divisão 1 KUMHO e Geral do Campeonato Centro de Ralis, parecia tirada a papel químico já que, Daniel Ferreira (Mitsubishi Carisma GT) e Rui Silva Santos (Subaru Impreza) foram sempre, respetivamente, 2º e 3º da tabela de tempos, ao longo de todas as especiais, terminando logicamente nessa ordem, no final. Um excelente resultado de conjunto para a Domingos Sport que colocou 3 carros preparados por si nos lugares cimeiros KUMHO e do CCR.
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Vindo de terras algarvias, Rui Rijo assinou uma excelente estreia entre os KUMHO, colocando o seu Mitsubishi EVO VIII MR no 4º posto, num rali que desconhecia por completo. O seu andamento e o resultado provam que há que contar com ele no Desafio KUMHO SUL.
Quinto lugar para Paulo Correia. Um a vez
mais, o piloto do Renault Twingo R2 assinou uma excelente exibição e voltou a
consegui um resultado muito positivo, amealhando preciosos pontos para a tabela
da Divisão.
O 6º lugar foi a recompensa que o jovem
Eduardo Santos obteve depois de um rali que se transformou num autêntico calvário.
De início a fim, o Subaru Impreza que tripulou revelou debilidades que
condicionaram sempre o seu andamento.
Paulo Ferraz levou o seu Subaru Impreza ao
7º lugar, depois de superar todas as armadilhas do percurso, jogando na regularidade
para, finalmente, concluir um rali, depois de várias desistências inglórias no
passado.
Estreante absoluto, Joaquim Rodrigues (Ford Fiesta R2T) efetuou uma prova tranquila, premiada com o 8º posto na Divisão. Atrás de si, quedou-se Nuno Mateus. O representante KUMHO na luta entre os Clássicos teve um rali para esquecer, cheio de problemas no Mitsubishi EVI IV, que ditaram o seu afastamento dos lugares cimeiros, como lhe é habitual.
Na 10 º posição, concluiu este duro rali o
Subaru Impreza de José Batista, que logrou ultrapassar todas as vicissitudes e
marcar pontos.
Isaac Portela triunfa na
Divisão 2
Com 3 “galos” separados por menos de meio minuto no final, dá para perceber que, uma vez mais, a luta pela primazia no “capoeiro” da Divisão 2 KUMHO foi acesa. Isaac Portela (Citroen C2), Fábio Santos (Citroen Saxo) e Pedro Silva (Peugeot 206 Gti) protagonizaram um duelo musculado pela primazia entre os 2R2L KUMHO, dando bem conta da forte competitividade que aqui se vive.
Líder desta divisão à partida, após a sua vitória na Bairrada, Fábio Santos
venceu a primeira especial, saltando para o comando, mas Isaac Portela esperou
pelo segundo dia para subir a fasquia e revelar um andamento tão forte que foi
demasiado para a concorrência.
O piloto do Citroen C2 venceu as 4 especiais da 2ª jornada, recuperando
paulatinamente o prejuízo de cerca de 12 segundos que trazia da PEC 1 e
chegando ao comando da prova na penúltima classificativa, não mais o largando.
Fábio Santos acabou por garantir o 2º lugar e assim manter a liderança da
Divisão nos Desafios KUMHO CENTRO e ASFALTO, enquanto Portela é assim o primeiro
líder do Desafio KUMHO SUL.
A jogar em casa, Pedro Silva esteve sempre perto dos outros dois
contendores pela vitória, mas acabou por ter de se contentar com um excelente
3º lugar final, prémio justo para a consistência do jovem de Vila Velha de Rodão.
Outro Peugeot 206 levou Frederico Monteiro ao 4º lugar final, enquanto Hélder
Cordeiro (Ford Escort MKII) realizava uma magistral exibição, sendo o melhor “tração
traseira da prova”, num traçado com asfalto sempre cheio de terra, o que só
releva a sua condução.
Mais oito equipas desta Divisão KUMHO lograram terminar o duro rali. Viana Martins (Renault Clio 2.0 Cup) veio desde o Algarve para assegurar um positivo 6º posto, tendo logo atrás de si Filipe Silva, em Citroen Saxo VTS. O top 10 ficou completo com as presenças de Vítor Gomes (Peugeot 206 Gti), Filipe Abrantes (Citroen C2 R2) e Paulo Santos (Peugeot 206), respetivamente 8º, 9º e 10º, cabendo a Fábio Nunes colocar o seu Peugeot 206 no 11º posto, enquanto Pedro Antunes conduzia o seu BMW E30 ao 12º lugar e Nuno Serôdio, a braços com um rali carregado de problemas, se quedava pelo 13º posto.
A próxima prova do 3º Desafio Kumho Portugal será a sul. Portimão receberá a abertura de época do Campeonato Sul de Ralis e será a 2ª jornada do Desafio KUMHO SUL e a 3ª do Desafio KUMHO ASFALTO.
Fernando Teotónio e Luís Morgadinho dominaram a seu belo prazer entre os RC2N o Rali de Castelo Branco, alcançando a primeira vitória da temporada, neste regresso do Macambi Racing Team ao Campeonato de Portugal de Ralis.
Domínio avassalador. Numa singela frase, com apenas duas palavras, fica plenamente resumida a exibição da dupla formada por Fernando Teotónio e Luís Morgadinho, aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO X do Macambi Racing Team.
A equipa partia para a prova da Escuderia ciente de que só a vitória interessava, depois da desistência no Rali Serras de Fafe e Felgueiras, para poder ainda almejar estar na luta pelo título. E, a exemplo do que sucedeu na prova nortenha, a 1ª especial correu mal para as pretensões da dupla. Um pião e, em consequência, o motor “calado”, levaram à perda de mais de uma dezena de segundos, retirando a vitória no troço.
Mangas arregaçadas e foram com tudo para as outras duas especiais, que estavam incluídas no primeiro dia de prova, assinando duas vitórias que colocaram normalidade na classificação. No fecho do primeiro dia, a liderança estava garantida, com 3,7 segundos de vantagem sobre o 2ª e 2.54,3 sobre o terceiro. No fecho da jornada, Fernando Teotónio destacava “a satisfação que sentimos por não termos perdido a concentração com o incidente da 1ª PEC. Andamos sempre rápido, mas dentro dos limites e sentimos que o nosso andamento ainda poderia ser mais forte, se não tivéssemos optado por uma mistura muito dura de pneus”.
Com previsões de um dia de extrema canícula, a equipa partiu para a segunda etapa com um único foco: manter a liderança e conquistar a vitória. O Mitsubishi Lancer EVO X enfrentou as 4 especiais já com outra opção de pneus (médios à gente e duros atrás) e com algumas alterações na afinação.
O resultado foi claro. Vitórias em todas as especiais e, no fecho do rali, o avanço sobre os adversários mais diretos tinha passado dos escassos 3,7 segundos no início da jornada, para mais de um minuto e dezasseis segundos, coroando uma exibição magistral nas difíceis estradas de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão.
No final, o piloto mostrava-se “muito feliz não apenas pela merecida vitória que alcançamos, mas, sobretudo, pelo andamento que colocamos ao longo de toda a prova. Fomos evoluindo ao longo de todo o rali e, depois de termos mudado algumas coisas no carro e optado por outro tipo de pneus, senti-me muito confiante para manter um andamento forte. Vencemos seis das sete classificativas e, sem o percalço na PEC 1, poderíamos ter feito o pleno. Mas podemos ainda andar mais e vamos à Madeira com total confiança em podermos voltar a vencer!”.
Para Luís Morgadinho, navegador e Team Manager, este foi um triunfo “sem contestação. O Fernando conduziu muito bem, sempre de forma rápida, mas segura e o Mitsubishi esteve impecável, sobretudo depois de termos feito a alteração nos pneus e alguns acertos. Parabéns à Domingos Sport pelo trabalho que fez, dando-nos um carro muito bem preparado. Saímos de Castelo Branco muito felizes e agora vamos trabalhar ainda mais para continuar a vencer e alcançar o título!”
O Rali de Castelo Branco foi a primeira prova depois da suspensão da atividade causada pela pandemia. No regresso à competição, a lista de inscritos ficou completa com 88 concorrentes que não escondiam as saudades que tinham dos ralis. Com 7 troços e quase 100 quilómetros contra o cronómetro, a Escuderia de Castelo Branco preparou uma versão adaptada ao período que se vive. Máscaras, álcool gel e distanciamento social passaram a fazer parte do léxico e dos hábitos de todos aqueles que participaram no rali. Registo para mais uma excelente organização do clube albicastrense que se impõe como referência no panorama nacional.
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Armindo Araújo voltou à competição, na nova normalidade que se vive, em grande estilo. O piloto do Skoda Fabia R5 foi o grande vencedor da edição de 2020 do Rali de Castelo Branco, prova que a Escuderia Castelo Branco colocou na estrada e marcou a retoma da modalidade, alcançando o segundo triunfo consecutivo na prova. Bruno Magalhães foi o segundo mais forte, enquanto o campeão Ricardo Teodósio assegurou o terceiro lugar final.
Duas provas,
dois tipos de pisos diferentes e duas vitórias. Este é o saldo da temporada
2020 do Team Armindo Araújo/The Racing Factory. Com um Skoda em pleno quer em
Fafe, quer aqui em Castelo Branco, o líder do campeonato não podia deixar de
destacar o trabalho de toda a equipa e, obviamente, a sua satisfação pelo
resultado. “Tal como na primeira prova, a minha equipa preparou-me um
carro que me deu toda a confiança para lutar pela vitória. Fizemos um bom teste
antes do rali, mas não sabíamos como estaríamos posicionados em relação aos
nossos adversários. Senti-me sempre bem com o Skoda e estamos muito contentes
com este triunfo”, disse ainda o piloto tirsense.
Num rali
marcado pelo plano de contingência imposto pela DGS, Armindo Araújo não
esqueceu de agradecer a todos os que colaboraram com a organização para colocar
esta prova em marcha. “À Escuderia, à FPAK pelo esforço que fizeram em
manter o rali e a todas as equipas presentes e público, pelo civismo e
comportamento exemplar, um tremendo obrigado”, concluiu.
Bruno
Magalhães e Carlos Magalhães estiveram em Castelo Branco na luta pela
vitória até à derradeira especial, ficando a escassos 7,3s do triunfo e
ganhando três especiais no rali, incluindo a Power Stage, que atribui pontos
adicionais.
“Considero
que fizemos um rali muito bom”, afirmou o
tricampeão nacional e vice-campeão da Europa. “Andamos rápido em
diferentes partes da prova, ganhamos três troços e fizemos tudo o que estava ao
nosso alcance para ganhar. Saio daqui satisfeito e confiante, até porque
estreámos algumas coisas diferentes no nosso Hyundai i20 R5 e o carro
mostrou-se muito competitivo. Parabéns à equipa, à organização da Escuderia
Castelo Branco e ao publico do rali, que teve um comportamento exemplar”,
referiu Bruno Magalhães.
Ricardo
Teodósio e José Teixeira estiveram longe do ritmo de campeões, deixando, no
entanto, alguns indicadores importantes. Alguns sobressaltos iniciais e
problemas de falta de potência no Skoda, nos dois últimos troços, acabaram por
ditar o 3º lugar final no Rali de Castelo Branco. O Campeão de Portugal de
Ralis sabe que é possível fazer muito melhor, mas depois de uma longa e
desmotivante paragem, este foi o melhor resultado possível.
“O resultado
acaba por ser bom para o campeonato, que só vai terminar daqui a cinco provas,
no Algarve. Os sustos de ontem, mais o problema da falta de potência na parte
final da prova, impediram um melhor resultado. Obviamente que queria ganhar,
mas uma má escolha de pneus no primeiro dia, aliado a uma falta de confiança
ditaram resultados pouco positivos. Hoje, com pneus certos, chegámos a fazer
bons tempos nas duas primeiras especiais do dia, mas a falta de potência
durante os dois últimos troços, não nos deixou fazer melhor. Um 3º lugar é bom
para os pontos, embora nos obrigue a ter mais andamento nas próximas provas”, afirmou Ricardo Teodósio.
Pedro Meireles (Volkswagen Polo R5) e João Barros (Citroën C3 R5) completaram o lote dos cinco primeiros. Uma nota para José Pedro Fontes que, apesar dos percalços mecânicos, ainda conseguiu terminar em décimo. Miguel Correia e Manuel Castro, ambos em Skoda Fabia R5, ficaram em sexto e sétimo, respectivamente, enquanto Carlos Martins, concluiu a prova em oitavo.
Pedro Antunes
que, a par de Pedro Almeida, fez a estreia mundial do Peugeot 208 Rally4,
terminou na nona posição com o estatuto de melhor concorrente com um carro de
duas rodas motrizes, após uma exibição magistral nas estradas albicastrenses.
Numa competição em que os Porsche ditam as leis, Vítor Pascoal foi o melhor de todos. O piloto do 911 GT3 Cup teve uma demonstração irrepreensível entre os RGT e venceu o Rali de Castelo Branco, na categoria, com 2m36s de vantagem sobre Pedro Silva e quase cinco minutos para Paulo Carvalheiro.
O mesmo aconteceu com Fernando Teotónio, na batalha pela primazia entre os RC2N. Nada afetado pelo pião que o impediu de vencer a especial de arranque, o piloto do Mitsubishi Lancer EVO X com as cores do Macambi Racing Team,, dominou a seu belo prazer as seis especiais seguintes e alcançou uma vitória fundamental para o colocar, de novo, na rota do título.
Ao volante de um Porsche 911 SC, José Cruz foi o melhor entre os concorrentes do Campeonato de Portugal Clássicos de Ralis.
A supremacia foi tal que deixou Pedro Leone, em Ford Escort RS Cosworth, a quase 2m30s de distância. Nuno Mateus, em Mitsubishi Lancer Evo IV, completou o pódio.