Rui Madeira, natural do concelho de Oliveira do Hospital, foi o padrinho do evento organizado pela Eptoliva – Escola Profissional e fechou o Motorshow, espaço de demonstração competitiva que fez parte do programa.
Oliveira do Hospital acolheu a edição inaugural do EPTO RODAS FEST. O evento ofereceu ao muito público presente a possibilidade de usufruir de variados espaços e do contacto com alguns dos nomes mais fortes da história dos ralis nacionais.
Pelo recinto e com especial destaque participando nas tertúlias temáticas, passaram referências como o próprio Rui Madeira, Miguel Campos, José Carlos Macedo, Adruzilo Lopes, Carlos Bica, Gonçalo Henriques, Fernando Prata, Sérgio Paiva, entre outros, bem como jornalistas especializados de referência como os casos de António Catarino, Fernando Petronilho, António Garcia, José Silva e o nosso diretor Joaquim Amândio Santos.
2O equipas participaram no Motorshow, demonstração de carros de competição incluída neste EPTO RODAS, deliciando o muito público que acorreu ao traçado desenhado pelo Clube Automóvel do Centro, agremiação que assumiu o controle técnico desta parte mais desportiva do evento.
Rui Madeira assumiu as despesas de encerramento do Motorshow, com o mundialista a colocar em pista o seu icónico Mitsubishi Lancer EVO III, levando vários convidados a bordo, incluindo José Francisco Rolo, Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital.
No fecho do evento, o consagrado ‘mundialista “deu “os parabéns à EPTOLIVA pela organização da primeira edição do Epto Rodas Fest no Município de Oliveira do Hospital. Reuniram uma excelente lista de grandes pilotos, navegadores e jornalistas consagrados, para a tertúlia num evento organizado por uma escola de formação profissional em que os alunos, professores e todos os funcionários contribuíram para o sucesso do evento. Foi magnífico e que venha a próxima edição!”.
Daniel Dinis Costa, Presidente da EPTOLIVA – ESCOLA PROFISSIONAL e responsável pelo certame considerou que “superamos os objetivos a que nos tínhamos proposto com esta edição inaugural do EPTORODAS FEST. Obviamente, temos que agora avaliar o que correu menos bem e preparar um evento ainda maior, ainda melhor”, destacando “a mobilização de toda a escola – alunos, professores e funcionários – na organização do certame e a boa adesão da comunidade a este evento diferente e inovador”.
Filipe Nogueira e Pedro Teixeira levaram o Renault Clio R3T da CRN ao 2º lugar da prova reservada ao Campeonato Promo de Ralis 2RM na edição 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão. A dupla enfrentou problemas logo no arranque do rali, que custaram muito tempo, mas a conhecida garra e e capacidade de resiliência veio ao de cima e Nogueira e Teixeira andariam sempre muito rápido, conseguindo reduzir os prejuízos e concluir a prova albicastrense com um resultado muito positivo.
Foi atribulado o arranque deste primeiro rali de asfalto fito por Filipe Nogueira na presente época.Começou logo por comparecerem em Castelo Branco sem qualquer quilómetro de testes: “só rodamos em asfalto com o carro já na primeira classificativa!… não tivemos tempo para um teste prévio e, quando nos preparávamos para utilizar bem o Shakedown, um contratempo de última hora com a embraiagem mesmo quando ia sair para esse teste obrigou-nos a ter que desmontar a caixa de velocidades. Foi uma corrida contra o tempo para fazer a reparação e colocar o carro no parque fechado. A participação na prova chegou a estar em causa!”.
Partindo assim. Para a 1ª etapa, rumo literalmente ao desconhecido, encarando esta primeira parte da prova organizada pela Escuderia de Castelo Branco com cautela e visando sobretudo trabalhar a afinação do Renault Clio R3T, mas a sorte continuou a andar por outras paragens…
“Fomos para a primeira PEC na expectativa de perceber como me sentiria no asfalto e de como estaria o setup do carro… até que a meio da especial acende o alarme da temperatura!… rolamos bem devagar até ao final com o intuito de arrefecer o carro e verificar o sucedido. Tinha rebentado a correia de acessórios e consequentemente a bomba de água deixou de funcionar. Felizmente tínhamos uma no carro, colocamos, mas entramos no controle seguinte 7 minutos depois da hora ideal, penalizando por isso 1m10, que se juntou assim ao tempo perdido no troço anterior, tendo também rodado muito lento nessa segunda especial, por precaução. Mesmo assim, acabou por não ser muito mau, porque cheguei a pensar que iríamos desistir logo na primeira especial”,relata o piloto de Baião.
Mas, nenhum dos problemas fez Filipe Nogueira e Pedro Teixeira deitarem a toalha ao chão. A dupla começou a rodar rápido e a partir daí, destaca o piloto, fizeram “um rali tranquilo. No sábado começamos logo com as duas primeiras especiais do dia canceladas, mas depois foi um rali muito positivo onde fomos recuperando e, mais importante, senti-me bem e confiante a conduzir no asfalto, piso onde estou menos à vontade”.
No fecho, Filipe Nogueira fazia “um balanço positivo. Num rali longo, exigente e duro pelo muito calor que se fez sentir, ter terminado em 2.º lugar das 2RM e no 4º lugar da geral do Campeonato Promo de Ralis acabou por saber a vitória!”.
A Associação Nacional de Pilotos de Automóveis Clássicos (ANPAC) decidiu criar uma prova à imagem daquilo que sempre foi o Circuito Internacional de Vila Real. Uma jornada com duas mangas que recupera o espírito das corridas disputadas na “Bila” com carros poderosos a enfrentar o circuito citadino da cidade transmontana.
Criou, assim, a ANPAC a Taça de Vila Real com o forte apoio da ASF Construções, empresa líder na construção civil na região centro, Portugal e além-fronteiras. Um regulamento simples onde cabem modelos GT e Turismos com homologação até 2020, recusando as máquinas mais modernas e sofisticadas e os Sport-Protótipos e monolugares.
Desta forma, foi reunido um plantel de luxo com vários pilotos a regressarem ao ativo nesta Taça de Vila Real – ASF Construções. Falamos de nomes como os de José Monroy, Pedro Salvador, Gonçalo Manahu, Manuel Fernandes e João Macedo Silva que deixa o seu 911 RSR por troca com um 911 GT3 Cup.
Também Pompeu Simões, vencedor da Carbon Neutral Cup 2023 está de regresso ao seu Kia Ceed GT, desafiando Pedro Alves (em carro idêntico) e Michel Fernandes com um Peugeot 306 GTI. Ou ainda Rui Miritta que leva o seu Porsche 911 GT3 Cup até Vila Real. Em pista estarão várias versões do Porsche 911 GT3 Cup além da presença de um endiabrado Caterham 420R.
Enfim, um fim de semana de corridas diferentes para gáudio da multidão que, uma vez mais, vai invadir o traçado desenhado nas ruas de Vila Real e que celebrará o primeiro Vencedor Absoluto da Taça de Vila Real – ASF Construções. Ele será apurado através dos resultados das duas corridas com pontos atribuídos a todos os participantes nas duas mangas. Adicionalmente, será atribuído um ponto a quem fizer a melhor volta na sessão de Qualificação e outro ponto ao piloto que fizer a volta mais rápida em cada corrida.
Fica a convocatória para todos rumarem à “Bila” para mais uma edição do Circuito Internacional de Vila Real e assistirem a corridas espetaculares com carros de sonho.
Miguel Carvalho e António Reis conquistaram a vitória no rali de Castelo Branco para o Campeonato Promo de Ralis. Desde o início, a dupla mostrou determinação, atacando forte no primeiro dia e mantendo um ritmo constante no segundo, evitando riscos para garantir a vitória tão desejada.
O rali, conhecido pela sua exigência física devido ao calor intenso e pela necessidade de alta concentração, testou os limites dos competidores, que atingiram velocidades muito altas, onde qualquer distração poderia ser prejudicial.
A vitória é resultado do esforço e dedicação de toda a equipa. Com este triunfo, Miguel Carvalho e António Reis continuam na liderança do Campeonato Promo de Ralis, saindo de Castelo Branco com o objetivo atingido.
Miguel Carvalho comentou sobre a vitória: “O início da época não tem sido fácil, mas esta foi a primeira prova em que estivemos isentos de problemas. Estávamos confiantes e sabíamos o que queríamos. Este rali foi uma experiência onde atingi grandes velocidades e tive muita confiança no carro. Foi apenas o nosso segundo rali em asfalto e conseguimos alcançar uma vitória com todo o mérito, o que é um orgulho para mim e para toda a equipa. Queremos evoluir e vamos fazer por isso”.
O piloto de Barcelos deixou ainda “em meu nome e do António, uma palavra de força ao Hugo e à Magda, a quem também desejamos as rápidas melhoras.”
Contagem decrescente para abertura da megastore. Montra para a Avenida Europa, em Aveiro, prevista já para julho.
Em 2016, a Matrizauto revolucionou o mercado automóvel em Aveiro. Oito anos depois, a cidade prepara-se para um novo acontecimento.
Com o objetivo de conquistar um melhor posicionamento geográfico, a megastore instalada no Retail Park Aveiro vai ter montra para a Avenida Europa, uma das principais portas de entrada da cidade e centro nevrálgico dos principais players do mercado automóvel.
Este novo projeto, que representou um investimento na ordem dos dois milhões de euros, para além de se apresentar com uma imagem totalmente vanguardista, vai permitir alargar consideravelmente a área de exposição física automóvel – aumentando desde logo a oferta disponível – e, ao mesmo tempo, criar uma relação de maior proximidade com o seu público-alvo.
“Este investimento traduz a aposta da marca no mercado local e reforça a sua posição junto dos clientes, apresentando uma loja mais moderna, acompanhada do profissionalismo e qualidade de serviço de sempre”, refere Ricardo Figueiras, Diretor de Marketing da Matrizauto.
Com as obras do novo edifício já em fase de conclusão, aguarda-se pela abertura oficial no próximo mês de julho.
Gonçalo Janeira voltou a rubricar uma exibição de fino recorte no desafiante traçado da “Serpente do Douro”, onde se disputou a 9ª edição da Rampa de Santa Marta. O “Ás do Fundão” extraiu de forma perfeita todo o potencial do seu Citroen AX GTi e, perante um pelotão forte em qualidade e quantidade, conquistou mais uma vitória no Grupo Legends Especial, sendo ainda 6º da geral particular do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group.
De tal forma é a capacidade que Gonçalo Janeira ostenta para dominar o irreverente pequeno carro francês da J. Janeira Sport, que se percebe pelos tempos que o piloto da Beira Baixa roda sempre nos limites. Os ‘crono’ que rubricou nas três subidas de prova couberam numa janela de 9 décimos de segundo. Notável!
“Não dava para mais!…”, confessava no final Gonçalo Janeira que se sentia “muito orgulhoso do que conseguimos fazer com este carro. Enfrentámos pilotos com carros muito mais potentes, o que nunca nos faz desanimar. O AX revelou, uma vez mais, uma excelente fiabilidade e pude sempre andar no limite. Adoro esta rampa, quer pelo seu traçado, quer pela envolvência, principalmente, por causa do público, sempre em grande número e entusiasta!”.
Quanto ao resultado, o piloto considera que foi “excelente. Saí de Santa Marta de Penaguião com sentimento de dever cumprido e feliz pela minha exibição, pelo desempenho do AX, pela companhia e apoio dos meus e pelo privilégio de poder correr numa prova onde somos acarinhados por tanta gente boa. Quero dar os parabéns ao Clube Automóvel da Régua, que nunca desilude e, mais uma vez, nos brindou com uma prova de excelência!”.
O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora ao centro de Portugal, arribando em Tondela para disputar a edição 2024 da Rampa de Caramulo, aprazada para os dias 13 e 14 de julho.
Ricardo Filipe e Filipe Carvalho assinaram na edição 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão uma exibição muito segura, com a dupla do Skoda Fabia R5 com as cores da Olha o Cogumelo a fazer um rali sempre em crescendo de intensidade, almejando juntar ao seu bornal mais um Top 8 à geral (7º nas contas do CPR) e assim consolidar a sua posição na tabela pontual do campeonato.
A prova revelou uma dupla com a lição em estudada. Ricardo Filipe e Filipe Carvalho sabiam que pela frente tinham um rali longo, com especiais muito rápidas e onde qualquer falha seria a “morte do artista”. Daí o começo conservador que a equipa assumiu, indo paulatinamente aumentando a intensidade de ritmo.
A estratégia pagou dividendos e a dupla da Olha o Cogumelo foi subindo lugares na classificação, entrando no Top 10 no fecho da etapa inicial e, na segunda e decisiva tirada, lograram ainda conquistar mais dois lugares, terminando num muito positivo 8º lugar final, 7º nas contas do CPR, consolidando o seu atual Top 9 nas contas do campeonato, recuperando ainda pontos para os pilotos que estão no sétimo e no oitavo posto da classificação.
Muito satisfeito, Ricardo Filipe afirmava no final da prova que “fizemos um rali em crescendo, especial após especial, acreditando que somos capazes de ser cada vez mais competitivos. É óbvio que ainda tenho muito trabalho pela frente para ser mais rápido, mas já estamos muito melhores. Fizemos tempos muito interessantes nas especiais e sabemos bem onde é que ainda perdemos para os melhores. Vou trabalhar para confiar e acreditar mais… sinto que sou capaz!”.
Quanto à análise do perfil do rali albicastrense, o piloto algarvio deu “os parabéns à Escuderia Castelo Branco que, mais uma vez, fez um rali espetacular, embora eu considere que a prova tem troços demasiado rápidos, situação a corrigir no futuro, por uma questão de segurança”.
E depois deste arranque muito positivo da fase de asfalto do campeonato de Portugal de Ralis, Ricardo Filipe encara já o próximo desafio: “estamos prontos para o Rali Vinho Madeira. É uma prova incrível, muito particular e onde a concorrência aumenta substancialmente com alguns pilotos locais. Vai ser a nossa segunda presença e, com a ajuda da Racing 4 You, vamos tentar atacar para conseguir um bom resultado”.
O Rali Vinho da Madeira decorrerá na Pérola do Atlântico de 1 a 3 de agosto.
Cristina Silva rubricou uma exibição muito sólida na edição 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão. Estreando a seu lado a navegadora Paula Madeira, a piloto do Ford Fiesta 1.0 Ecoboost juntou ao triunfo entre as equipas femininas, um excelente Top 2 nas contas do Campeonato de Portugal Masters de Ralis.
A prova organizada pela Escuderia Castelo Branco apresentava-se como um “osso duro de roer” para o plantel de quase 60 equipas que alinhou à partida. Além de longo, o rali desenrolou-se em estradas muito rápidas, plenas de armadilhas e onde qualquer pequeno erro tinha um custo alto.
Essas condições relevam o excelente nível exibicional que Cristina Silva ostentou ao longo da prova. A piloto nortenha foi sempre capaz de impor um ritmo forte, embora sem exageros, ultrapassando incólume todos os desafios e nem o furo sofrido logo na primeira especial a fez baixar os braços. Destaque para os tempos que Cristina Silva e Paula Madeira foram capazes de fazer em várias classificativas, mesmo ombreando com adversários que tripulavam carros muito mais competitivos.
No final, a recompensa veio em dose tripla, com a dupla do Ford Fiesta 1.0 Ecoboost a alcançar o Top 2 no Masters de Ralis e a assegurar a vitória entre as equipas femininas.
Em jeito de balanço e já depois de ter comemorado no pódio perante milhares de espetadores, Cristina Silva realçava “a exigência do rali, com classificativas muito rápidas e temperaturas altas. Furámos na primeira classificativa, o que nos fez perder algum tempo, mas isso ainda nos fez ficar com mais vontade de terminar o rali”.
A piloto nortenha releva ainda “o enorme sacrifício que tive de fazer, por ser um rali longe de casa, difícil de preparar por causa das minhas condicionantes profissionais”. Cristina Silva deixou ainda uma palavra de “muito orgulho por ter corrido tudo bem nesta minha estreia com a Paula a navegar. Formamos uma equipa que funcionou muito bem e divertimo-nos imenso da primeira à última classificativa e queremos as duas repetir a experiência”.
Para Paula Madeira a presença na baquet do lado direito foi “mais um sonho concretizado. Faço um balanço muito positivo desta estreia a navegar a Cristina. Foi um enorme desafio exigindo-me uma rápida adaptação a um estilo de notas completamente diferente. Foi um rali muito giro com troços muito rápidos e exigentes que nos deram imenso gozo estou muito feliz por tudo ter corrido bem. Quero agradecer à Cristina apelo convite e voto de confiança, à equipa de assistência que, com a sua calma e profissionalismo, estiveram sempre ao nosso lado e um obrigada muito especial ao meu marido Rui Madeira, que foi incansável do início ao fim com o seu apoio e dedicação”.
O novo Mercedes-Benz CLE Cabrio já chegou à Sociedade Comercial C. Santos. O modelo foi apresentado no showroom da empresa avenida da Boavista, num sunset de boas-vindas ao verão.
Com o novo CLE Cabrio, a Mercedes-Benz dá continuidade à sua longa tradição no fabrico de descapotáveis de quatro lugares. O design expressivo, a tecnologia inteligente e o equipamento de elevada qualidade asseguram prazer de condução a um nível exclusivo. Este novo modelo é baseado no CLE Coupé. Contudo, a clássica capota de lona acústica e os detalhes adicionais de elevada qualidade conferem ao modelo um carácter muito próprio. O CLE Cabrio combina características de condução dinâmica com um elevado nível de conforto na utilização diária para usufruir ao ar livre durante todo o ano.
O modelo foi dado a conhecer pela Sociedade Comercial C. Santos no showroom da Boavista. O evento abriu a capota ao verão, com animação musical e apresentação do humorista e apresentador de televisão Nilton, embaixador da empresa. A apresentação contou com a parceria da Goodyear Portugal, dado que a marca de pneus é um dos equipamentos originais do Mercedes-Benz CLE Cabrio.
Ao ar livre em qualquer altura do ano
O sistema defletor de ar elétrico AIRCAP e o sistema de aquecimento e ventilação ao nível do pescoço AIRSCARF são equipamentos de série. Ambos os sistemas foram aperfeiçoados. Tornam mais agradável a condução com a capota aberta em condições de baixa temperatura ambiente. O AIRCAP é constituído por dois elementos: o defletor de ar no para-brisas direciona o ar para passar acima das cabeças dos ocupantes. É estendido com o simples pressionar de um botão. O defletor de ar automático atrás dos apoios de cabeça traseiros reduz a turbulência de forma mais eficiente. O AIRSCARF aquece o ar que circula em torno do pescoço dos ocupantes dianteiros – mesmo em condições de vento desfavorável.
A capota de lona acústica é um equipamento de série e também contribui para a utilidade do CLE Cabrio durante todo o ano. Está disponível em preto, vermelho ou cinza. A estrutura multicamada com isolamento de qualidade fornece a base para o melhor conforto térmico em todas as estações do ano. Além disso, também reduz o ruído do vento e o ruído normal exterior produzido pelo veículo. A capota de lona abre e fecha em 20 segundos até uma velocidade do veículo de 60 km/h. Pela primeira vez, é alimentada exclusivamente por energia elétrica, o que a torna ainda mais silenciosa. A divisória de rolo elétrica é um equipamento de série e separa automaticamente o compartimento da capota de lona dobrada da bagageira.
Luxo desportivo numa classe exclusiva
O painel de instrumentos, independente e totalmente digital de 12,3 polegadas, e o display central de 11,9 polegadas em formato vertical e orientado para o condutor, são elementos particularmente atraentes do interior. Este último pode ser inclinado eletricamente a um ângulo de 15 a 40 graus para evitar o encandeamento quando a capota de lona está aberta.
Para evitar o aquecimento excessivo dos bancos em pele opcionais durante o verão, foi aplicado um revestimento especial que reflete os raios infravermelhos do sol. Como resultado, o revestimento em pele permanece a uma temperatura até 12 graus inferior ao revestimento em pele normal sem tratamento especial. Mesmo com a capota fechada, o interior aquece menos graças aos revestimentos frios dos bancos.
Os equipamentos de entretenimento são extremamente interativos e personalizados. A terceira geração do sistema de informação e de entretenimento MBUX (Mercedes-Benz User Experience) permite utilizar aplicações de terceiros, como a plataforma de entretenimento TikTok ou a aplicação de videoconferência Zoom, entre outras.
Espaço interior generoso
Sendo o maior descapotável do segmento de tamanho médio, o modelo desportivo de duas portas oferece um elevado nível de conforto em longas viagens para quatro pessoas. As dimensões são: 4850 milímetros de comprimento, 1861 milímetros de largura, 1424 milímetros de altura e uma distância entre eixos de 2865 milímetros.
Os passageiros traseiros em particular beneficiam do comprimento adicional de 25 milímetros da distância entre eixos. Entre outras características, têm à sua disposição mais 72 milímetros de espaço para os joelhos e mais 19 milímetros de largura ao nível dos ombros e dos cotovelos. Isto torna o veículo significativamente mais espaçoso do que o seu antecessor, o Classe C Cabrio.
Com um volume de 385 litros (295 litros com a capota aberta), a bagageira é extremamente prática para uma utilização diária. Se necessário, a capacidade da bagageira pode ser aumentada rebatendo os encostos dos bancos traseiros. Os clientes podem rebatê-los confortavelmente numa repartição de 60:40.
Experiência de condução dinâmica e confortável
O chassis do novo CLE Cabrio proporciona prazer de condução em estradas sinuosas. Ao mesmo tempo, oferece um conforto de condução excecional em viagens longas. A suspensão conforto, que foi rebaixada em 15 milímetros, é um equipamento de série. Combina uma condução extremamente confortável com um comportamento desportivo e reativo. Uma suspensão desportiva com sistema de amortecimento seletivo está disponível como opção. A suspensão opcional DYNAMIC BODY CONTROL permite uma ampla gama de ajuste para uma experiência de condução variada, desde um comportamento extremamente desportivo até um comportamento particularmente confortável, através do amortecimento continuamente adaptável da suspensão dianteira e traseira. A suspensão ativa controla individualmente as características de amortecimento para cada roda em combinação com as características de funcionamento do motor, da caixa de velocidades e da direção. Para tal, são considerados fatores como a situação de condução, a velocidade e as condições da estrada. O interruptor DYNAMIC SELECT fornece ao condutor uma seleção entre uma configuração confortável ou rígida e desportiva.
Todos os motores são mild hybrid. Para além de um turbocompressor, possuem um motor de arranque/alternador integrado (ISG) de 48V. Este sistema assegura funções como a circulação em roda livre, potência adicional ou a recuperação de energia, permitindo assim poupanças significativas no consumo e uma melhor performance de condução.
As motorizações disponíveis em Portugal no lançamento são a CLE 200 Coupé (motor 1999 cc a gasolina de 204 + 23 cv) e a CLE 220 d Coupé (motor 1993 cc a diesel de 197 + 23 cv). A versão a gasolina tem um preço de 71 400 euros e a diesel de 74 500 euros.
Mercedes-AMG CLE 53 4MATIC+ Cabrio em breve
Em breve, chegará a variante Mercedes-AMG CLE 53 4MATIC+ Cabrio. Aquele que será o segundo descapotável da marca desportiva do grupo, tem motor de seis cilindros em linha de 3.0 litros com dupla sobrealimentação produz uma potência de 449 cv (+23 cv do sistema ISG). O modelo atinge os 100 km/h em apenas 4,4 segundos (4,2 segundos com RACE START, um equipamento do pack AMG DYNAMIC PLUS opcional) e tema a velocidade máxima limitada eletronicamente a 250 km/h (aumentada para 270 km/h com o pack opcional AMG Drivers).
Armindo Araújo e Luís Ramalho, no Skoda Fabia RS Rally2, sagraram-se vencedores, na noite de sábado, do Rali de Castelo Branco, naquele que foi o regresso do piloto de Santo Tirso aos triunfos no Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), depois de terminar a quinta prova da época com 11.9 segundos de vantagem face a José Pedro Fontes (Citroen C3 Rally2). Pela primeira vez este ano foi quebrada a hegemonia de Kris Meeke, muito embora esteve tivesse liderado o rali albicastrense até três classificativas do final, quando problemas no acelerador do Hyundai i20 N Rally2 o fizeram perder mais de 3 minutos.
Meeke esteve na frente em 8 das 11 classificativas e já acumulava uma vantagem de 22.4s para Araújo até lhe surgir tal contratempo. Caiu para o nono lugar e se na Power Stage ainda poderia somar alguns pontos extra, um furo custou-lhe mais 30 segundos, saindo de Castelo Branco com um magro sexto lugar final a nível de CPR. De qualquer modo, o grande ponto de interesse incidiu no duelo pela segunda posição, travado entre Araújo e Fontes. Contudo, o piloto do Skoda começou o último dia ao ataque e foi consolidando o seu andamento. Deixou o rival para trás ainda antes de ascender à liderança, confirmando depois um triunfo que já perseguia desde o início da época.
Na parte final, João Barros (VW Polo GTI R5) não conseguiu segurar o último lugar do pódio no despique com o galego Roberto Blanch (Skoda Fabia RS Rally2), enquanto Ricardo Teodósio (Hyundai i20 N Rally2) procurou, acima de tudo, chegar ao fim e concretizou esse objetivo na frente de um “discreto” Pedro Almeida (Skoda Fabia Rally2 evo). Pouca sorte teve Ernesto Cunha (Skoda Fabia Rally2 evo), que perdeu o sexto lugar (CPR) no penúltimo troço ao ficar “preso” numa barreira e perder quase 4 minutos.
Nas 2RM (duas rodas motrizes), a saída de estrada do líder Hugo Lopes (Peugeot 208 Rally4) no primeiro troço do dia deixou via aberta ao campeão Gonçalo Henriques (Renault Clio Rally4), que a partir daí fez uma gestão a pensar na vitória. Mas nos lugares seguintes a emoção foi uma constante e Guilherme Meireles (Peugeot 208 Rally4), graças a um excelente ritmo, não deixou fugir a segunda posição, mesmo bastante pressionado na parte final por Pedro Pereira (Peugeot 208 Rally4).
Este último, vencedor em 2023 do FPAK Júnior Team, foi outro dos jovens em destaque, logrando resistir a adversários mais experientes como Ricardo Sousa (Peugeot 208 Rally4) ou Rafael Cardeira (Peugeot 208 Rally4) – vencedor da Power Stage –, que terminou (5º) com uma escassa vantagem em relação ao local Pedro Silva (Peugeot 208 Rally4).
A prova de abertura do FPAK Júnior Team de ralis 2024 revelou-se, como seria previsível, entusiasmante, com a vitória a ser conquistada pela dupla Afonso Costa/Frederico Meireles, depois de Tiago Santos, o líder do primeiro dia, ter saído de estrada logo no início desta derradeira jornada. A partir daí, Costa procurou, e teve êxito, resistir à pressão ditada por Francisco Custódio. No derradeiro troço, este último sofreu um furo e acabaria por perder a segunda posição a favor de Ricardo Rocha, enquanto Pedro Silva e Eduardo Santos também finalizaram o seu primeiro rali da temporada.