Autor: VMotores

  • Vítor Pascoal: “ganhar em Santa Marta após um duelo tão intenso foi fantástico!”

    Vítor Pascoal: “ganhar em Santa Marta após um duelo tão intenso foi fantástico!”

    Vítor Pascoal teve de mostrar todos os seus pergaminhos de campeão para levar de vencida a batalha dos GT na 9ª Rampa de Santa Marta, tal foi forte oposição que lhe foi movida por uma “armada” de opositores ao mais alto nível. O piloto do Porsche 991.2 GT3 Cup do Baião Rallye Team esteve sublime ao longo dos dois dias de competição e construiu com mestria a quinta vitória da temporada.

    Foi impróprio para cardíacos o duelo pela supremacia na Categoria GT do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group na prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua. Neste reino que se mede pelos muitos cavalos e pela espetacularidade dos carros, quatro foram os protagonistas na discussão dos três lugares de pódio, com o quarteto a caber no final numa janela temporal de apenas 2,9 segundos, sendo que Vítor Pascoal foi sempre o mais forte nas três subidas de prova, mesmo tendo sempre “à perna” o trio de pilotos que o perseguiu.

    No final e após a quarta vitória da época, o “Sniper de Baião” não escondia “a emoção e o sentimento de que merecemos esta vitória. Foi intenso… muito intenso, mas conseguimos sempre superiorizar-nos aos adversários, numa rampa onde a nossa luta foi épica e, julgo, entusiasmante de seguir!”

    Pascoal não se cansa de realçar “a tremenda competitividade que existe entre os GT!… Somos vários pilotos a poder vencer, o José Rodrigues, o Bernardo Garcia de Castro, a Gabriela Correia, o André Fernandes… O que é ótimo para o campeonato. Se os espetadores já vibram imenso à passagem dos nossos carros, ainda mais se entusiasmam com estes combates e, no meu caso particular, é assim que gosto de competir e de fazer tudo para ganhar. Com concorrência forte!…”.

    Quanto à conquista do “Tetra” o piloto do Baião Rallye Team assume que “estamos bem encaminhados para alcançar mais um título nacional. Temos um enorme avanço pontual, mas ainda falta três rampas e temos de levar em linha de conta que a prova final na Serra da Estrela conta obrigatoriamente entre as sete pontuações que serão utilizadas para o somatório final de pontos. Temos de continuar a fazer o nosso trabalho. A equipa está muito motivada, é muito competente e a mim resta-me dar o melhor para continuar a vencer por eles, pelos patrocinadores e pelas nossas famílias. Que venha o Caramulo!”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora ao centro de Portugal, arribando em Tondela para disputar a edição 2024 da Rampa de Caramulo, aprazada para os dias 13 e 14 de julho.

  • Pedro Almeida: “queremos andar rápido e próximos dos primeiros”

    Pedro Almeida: “queremos andar rápido e próximos dos primeiros”

    O piloto famalicense Pedro Almeida vai estar no Rali de Castelo Branco, a quinta prova do calendário nacional do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) e que se disputa esta sexta-feira e sábado nas estradas de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão.

    A prova marca a mudança no calendário, que terminou a fase de terra no Rali de Portugal, e passa na região da Beira Baixa para a fase de asfalto. O Rali terá 11 especiais de classificação, 4 das quais, a disputar na sexta-feira. As restantes sete classificativas realizam-se no sábado, com a Super-Especial “Reconquista” no centro da cidade de Castelo Branco a ser o último contrarrelógio que os pilotos vão ter para disputar, já na noite de sábado (inicio às 21h00).

    Pedro Almeida, que vai estar acompanhado de Mário Castro, fez esta semana um último teste no Skoda Fabia Rally2, depois de ter estado no Rali de Famalicão, disputado em asfalto, já tendo em vista a preparação desta prova do CPR.

    “É um momento de transição da época e tentamos preparar da melhor forma esta mudança para o asfalto, com essa participação no Rali de Famalicão, mas naturalmente há ainda afinações e alguma expetativa sobre como será esta mudança para o asfalto”, salienta Pedro Almeida.

    No que diz respeito aos objetivos o piloto mantem aquilo que tem sido o discurso da temporada, “andar rápido e próximos dos primeiros”, procurando dar sequência à evolução que vem sentindo este ano no CPR. “Não estivemos cá o ano passado mas vamos procurar adaptar-nos rapidamente e ser competitivos. É esse o nosso foco” rematou o piloto.

  • Pedro Silva: “vamos lutar pelo pódio em casa!”

    Pedro Silva: “vamos lutar pelo pódio em casa!”

    Pedro Silva e Roberto Santos estão a preparar com todo o cuidado o seu ‘ataque’ à edição 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão. A dupla embaixadora da Beira Baixa assume a ambição de lutar pelos três primeiros lugares nas contas do Campeonato Portugal de Ralis 2RM.

    Será aos comandos do seu habitual Peugeot 208 Rally4 que Pedro Silva e Roberto Santos vão enfrentar no fim-de-semana que se avizinha a prova que inaugura a segunda e decisiva fase de asfalto do campeonato.

    Pedro Silva é claro: “vamos lutar pelo pódio no nosso Rali. A nossa família, amigos, parceiros e fãs merecem tanto quanto nós e tudo faremos para lhes devolver todo o apoio com um excelente resultado no rali onde jogamos em casa”.

    Para o jovem piloto do Vila Velha de Rodão, a prova da Escuderia Castelo Branco será “muito dura, como sempre. É uma prova onde os erros se pagam caro. Teremos de ser inteligentes e assumir um ritmo forte, mas sempre com o cuidado de não cometer exageros. Eu e o Roberto temos perfeita noção de que vai ser uma maratona, onde só os mais resilientes serão bem sucedidos. Contámos, com sempre, com o fantástico apo técnico da Domingos Sport e sabemos que vamos ter o Peugeot ao mais alto nível”.

    Nesta edição de 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão, serão disputadas onze provas especiais de classificação, quatro das quais na etapa inaugural do Rali, sexta-feira, dia 21 de Junho. Esta etapa terminará novamente com a Super Especial “Reconquista”, aguardando-se uma noite “quente” na cidade albicastrense. Sábado, dia 22 de Junho, as equipas regressam à estrada para disputar mais sete Provas Especiais de Classificação, com a última (Power Stage) a ter o seu términus junto à zona das ‘docas’, no centro de Castelo Branco.

  • Ernesto Cunha: “será a nossa primeira prova em asfalto neste carro”

    Ernesto Cunha: “será a nossa primeira prova em asfalto neste carro”

    Com uma excelente primeira metade de época nos pisos de terra, onde Ernesto Cunha e Rui Raimundo ocupam o 3º posto no Campeonato de Portugal de Ralis, chega agora o derradeiro desafio em asfalto. O Rali de Castelo Branco, disputado na categoria máxima do Campeonato será uma novidade para a dupla, que se mostra focada num bom trabalho de preparação.

    Após o quinto posto no Rali de Portugal, na prova reservada ao Campeonato de Portugal de Ralis, a dupla do Skoda Fábia Rally2 Evo prepara-se para a sua primeira experiência em pisos de asfalto no novo carro. Proveniente de um bom andamento nas primeiras provas da época,

    Ernesto Cunha mostra-se consciente do desafio e das condições esperadas na prova de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão: “Será a nossa primeira prova em asfalto neste carro e vamos tentar manter a dinâmica de resultados, sem cometermos loucuras mas mantendo o nível de andamento.”

    Sobre o trabalho que antecede a prova, o piloto refere ainda: “Espera-nos uma boa dose de preparação e para isso temos uma sessão de dois dias de testes, onde vamos procurar o nosso melhor compromisso com a afinação do Skoda. Também vamos desenvolver ao máximo a metodologia de notas em asfalto, pois a nossa experiência neste tipo de piso vem bastante vincada das Duas Rodas Motrizes.”

    O Rali de Castelo Branco será a primeira das quatro prova em asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis e a equipa do Skoda entra em ação logo na manhã de sexta-feira com a Especial de Free Practice e Qualifying. A partida oficial está marcada para as 15:00h em Castelo Branco.

  • Ricardo Teodósio: “estamos muito focados num bom resultado em Castelo Branco”

    Ricardo Teodósio: “estamos muito focados num bom resultado em Castelo Branco”

    A fase de terra do Campeonato de Portugal de Ralis foi para esquecer para a dupla Ricardo Teodósio – José Teixeira. Das dificuldades sentidas no Hyundai i20 N Rally2 nesta fase inicial da temporada, ao acidente sofrido no Rally Terras de Aboboreira, foi efetivamente um início de temporada atribulado e que, o Campeão Nacional em título quer esquecer rapidamente, dando um novo rumo nesta chegada ao asfalto albicastrense. O Rali de Castelo Branco, que vai para a estrada já no próximo fim-de-semana é a quinta de oito ronda que compõem o CPR 2024.

    “Estamos muito focados na fase de asfalto e num bom resultado já em Castelo Branco. Sabemos que os quatro primeiros ralis não foram de feição, mas o que passou…passou e por isso vamos olhar para o futuro com ambição de comprovar que o Campeão Nacional de Ralis está cá para a luta! Os nossos adversários são fortes e vamos respeitá-los, mas queremos muito ganhar o Rali de Castelo Branco”, afirmou Ricardo Teodósio

    José Teixeira por seu lado mostra-se com ambições renovadas para este início da temporada de asfalto. “Estamos confiantes que a nossa vez está para chegar. Depois de um início tão atribulado, a temporada vai ter de nos dar uma oportunidade de brilhar. Queremos agarra-la já em Castelo Branco e mostrar que podemos lutar de igual para igual com os nossos adversários”, afirmou o navegador Campeão Nacional.

    O Rali de Castelo Branco, organizado pela Escuderia local, tem início na manhã de sexta-feira, com a realização do Free-Practice Qualifying Stage. Ainda na sexta-feira, realizam-se as três primeiras especiais, bem como uma dupla passagem pela Super-Especial citadina. Para Sábado estão reservadas um total de 7 especiais que vão definir o vencedor da quinta ronda do CPR 2024.

  • Rali de Castelo Branco: Início do asfalto cria novas expetativas

    Rali de Castelo Branco: Início do asfalto cria novas expetativas

    O Rali de Castelo Branco marca o início da fase de asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) e, em simultâneo, a entrada na segunda metade de uma época que tem sido dominada em absoluto por Kris Meeke (Hyundai i20 N Rally2).

    Face à superioridade evidenciada nas provas anteriores, não é expectável, exceto por eventuais contratempos insanáveis, a perda do monopólio de vitórias do piloto do Team Hyundai Portugal. Mesmo acidentado nas duas últimas provas do CPR – no Qualifying do Rali Terras D’Aboboreira e depois na última etapa do Vodafone Rally de Portugal, que já não contava para o CPR –, Meeke passou incólume entre os ‘pingos da chuva’, ao conquistar a pontuação máxima em ambas…

    Perante o bom momento do piloto britânico, as atenções centram-se, mais do que nunca, na ansiada reação de José Pedro Fontes (Citroen C3 Rally2) em busca de bons resultados no tipo de piso em que se sente como peixe na água. O piloto da Sports & You deverá estrear na prova albicastrense as últimas evoluções do C3, ficando, teoricamente, melhor posicionado para rivalizar com Armindo Araújo (Skoda Fabia RS Rally2) a discussão do lugar de melhor português. Porque, como já foi referido, em condições normais Meeke não permitirá veleidades a ninguém…

    Araújo tem feito uma época notável, afirmando-se desde a prova de abertura, em Fafe, como o adversário mais próximo de Kris Meeke e apenas no Vodafone Rally de Portugal deixou escapar a segunda posição para Fontes, já na derradeira classificativa, para o que também terá contribuído uma momentânea falha do motor do Skoda. O início de época do piloto da Citroen, mesmo não sendo os pisos de terra a sua zona de conforto, esteve longe de corresponder a nível de resultados, embora para tal também contribuíssem alguns contratempos mecânicos. De qualquer modo, Castelo Branco será, por certo, o ponto de viragem e seguramente que a discussão dos lugares inferiores do pódio pode proporcionar um interessante despique, tendo Fontes e Araújo como protagonistas.

    Mas se Fontes andou algo arredio dos primeiros lugares nas provas de terra, a trajetória do campeão nacional em título, Ricardo Teodósio (Hyundai i20 N Rally2), não foi muito diferente e o acidente sofrido em Amarante acabou por ser o corolário da falta de confiança em alguns momentos, quando não “sentia” o carro a seu jeito em função das condições das classificativas. Esquecidas as agruras dos últimos meses, o piloto algarvio inicia o primeiro rali de asfalto desta época focado em conquistar os resultados de que é capaz e com vontade de dar espetáculo, imiscuindo-se na luta pelos primeiros lugares.

    O jovem Pedro Almeida (Skoda Fabia Rally2 evo) não deixará de espreitar a disputa de um lugar no pódio, numa prova em que vai ser interessante seguir o desempenho do regressado João Barros (VW Polo GTI R5), bem como de Ernesto Cunha (Skoda Fabia Rally2 evo), e se registam as ausências de Pedro Meireles (Hyundai i20 N Rally2), de Lucas Simões (Ford Fiesta R5) e de Paulo Neto (Skoda Fabia Rally2 evo), estes dois últimos acidentados na prova portuguesa do WRC.

    Não menos aliciante, com toda a certeza, antevê-se a discussão pela primazia no campeonato 2RM (duas rodas motrizes) nesta quinta prova da temporada, à partida da qual Gonçalo Henriques (Renault Clio Rally4) e Hugo Lopes (Peugeot 208 Rally4) surgem separados por um ponto e já com uma vantagem acentuada em relação a Pedro Silva (18 pontos), que desta vez corre “em casa”, e a Ricardo Sousa (21), enquanto o ucranaino Anton Korzun, quinto classificado, soma menos 24 pontos.

    CLASSIFICAÇÕES/CAMPEONATO DE PORTUGAL DE RALIS

    Absoluto: 1º, Kris Meeke, 112 pontos; 2º, Armindo Araújo, 84; 3º, Ernesto Cunha, 42; 4º, Paulo Neto, 38; 5º, José Pedro Fontes, 37; 6ºs, Lucas Simões e Pedro Almeida, 32; 8º, Ricardo Teodósio, 28; 9ºs, Rúben Rodrigues e Ricardo Filipe, 18; 11ºs, Pedro Meireles e Hugo Lopes, 12.

    2RM: 1º, Gonçalo Henriques, 56 pontos; 2º, Hugo Lopes, 55; 3º, Pedro Silva, 38; 4º, Ricardo Sousa, 35; 5º, Anton Korzun, 32; 6º, Pedro Pereira, 30; 7º, Paulo Roque, 27; 8º, Guilherme Meireles, 24; 9ºs, Kevin Saraiva, João Andrade e Hélder Miranda, 22; 12º, Diogo Marujo, 21.

  • Soc. Com. C. Santos parceira de Filipe La Féria em “A Revista Volta ao Porto”

    Soc. Com. C. Santos parceira de Filipe La Féria em “A Revista Volta ao Porto”

    A Sociedade Comercial C. Santos é um dos parceiros do espetáculo “A Revista Volta ao Porto”, do renomado encenador e diretor Filipe La Féria. A peça está em cena até 14 de julho, no Teatro Sá da Bandeira.

    A parceria da Sociedade Comercial C. Santos com o espetáculo, que passa pela cedência de viaturas Mercedes-Benz e smart para apoio à organização, tem como principal motivação a qualidade artística da produção e o tributo feito à cidade e à região. “O trabalho desenvolvido pela companhia de Filipe La Féria é um caso à parte no teatro de revista em Portugal que dispensa qualquer tipo de apresentação e o apoio à cultura é uma aposta de longa data da Sociedade Comercial C. Santos. O espetáculo ‘A Revista Volta ao Porto’, em concreto, tem um magnífico elenco e é um tributo à cidade onde a nossa empresa foi fundada, além de estar em palco num teatro histórico como o Sá da Bandeira, pelo que é um gosto para nós estarmos associados a esta produção”, refere a diretora de marketing da Sociedade Comercial C. Santos, Ana Bolina.

    Novos números e muita atualidade

    Depois de ter esgotado 19 sessões consecutivas em janeiro deste ano, as quais marcaram a abertura de programação 2024 do Teatro Sá da Bandeira, contando com mais de 15 mil espetadores, a companhia de Filipe Lá Féria regressa com novos números e muita atualidade. O Teatro Sá da Bandeira é o palco deste regresso, prometendo encantar o público com cor, música e humor irresistível.

    O magnífico elenco inclui os talentosos FF, Anabela, Filipa Cardoso, entre outros destacados artistas portuenses, como Marta Mota, Ana Queirós, Pedro Ferreira, Ricardo Ferreira e Sara Lima, acompanhados por um grupo excecional de bailarinos. Este espetáculo promete cativar os espectadores com uma mistura inigualável de atualidade e entretenimento.

    “A Revista Volta ao Porto” é um tributo vibrante à rica herança cultural da cidade, repleto de momentos hilariantes e performances brilhantes… Prometendo encher o coração do público portuense saudoso da magia única de Filipe La Féria. Mais informações (nomeadamente horários e aquisição de bilhetes) sobre o espetáculo “A Revista Volta ao Porto” aqui.

  • Rally Taça Joaquim Santos: João Barros conquistou o Tetra!

    Rally Taça Joaquim Santos: João Barros conquistou o Tetra!

    Acompanhado por Jorge Henriques, o piloto da Fibromade impôs com autoridade o seu VW Polo GTI Rally2 na prova de homenagem ao mais carismático dos pilotos portugueses de ralis.

    A prova é, por isso, o evento charneira do Penafiel Racing Fest, festa cada vez mais icónica de desporto motorizado, numa organização conjunta da Câmara Municipal de Penafiel e da CDDC-Cooperativa para o Desenvolvimento Desportivo e Cultural.

     Esta edição ficará para sempre marcada por ter sido a primeira sem a presença física do eterno «Penafidelense Voador» Joaquim Santos, cuja vida e palmarés estarão em exposição na Assembleia Penafidelense durante o resto do mês de junho.

    Desportivamente, João Barros e Jorge Henriques não deram veleidades à concorrência e dominaram o Rally Taça Joaquim Santos de fio a pavio, vencendo praticamente todas as classificativas, conquistando assim a almejada réplica da Taça Joaquim Santos, inscrevendo ainda o seu nome no original pela quarta vez.

    Os restantes dois lugares do pódio foram alvo de uma acesa discussão, acabando por ser a dupla Marco Oliveira/Ricardo Sousa (VW Polo N5) a conquistar o 2º posto, ultrapassando na última especial a dupla formada por Jorge Santos e Vítor Hugo, num Citroen C3 Rally2, que viriam mesmo a desistir, ao perderem uma roda.

    Destaque para a “faena” impressionante de Filipe Teixeira. O penafidelense, navegado pelo seu conterrâneo António Campos, estreou-se aos comandos de um Renault Clio Rally4 e ousou disputar taco-a-taco os lugares do pódio absoluto, conquistando um excelente 3º da geral, vencendo ainda a Categoria FWD.

    Por seu lado,  Luís Moreira e Daniel Barreira, num BMW 316 E30 conquistaram o primeiro lugar nos RWD (Tração Traseira), numa prova em que terminaram 49 equipas.

    3 dias de pura adrenalina!

     Na prova de Super Enduro que abriu o Campeonato Nacional, Diogo Vieira triunfou na Classe Elite, Paulo Gonçalves nos Open, e José Ribeiro nos Hobby. O Drag Racing premiou como vencedores Eduardo Nunes na Classe Pro, David Nunes nos Street Gasolina Turbo/Compressor/4×4, Diana Dinis nos Street Gasolina Atmosféricos, e Rodolfo Teixeira nos Street Diesel.

    Emanuel Costa, nos Ultra4, e Nuno Pereira, nos Preparados, venceram as suas Classes no Trial Urbano 4×4. Já Tiago Gabriel Pereira (Proto) e Armando Macedo (Preparados) triunfaram no Radiomodelismo. O Street Basket coroou como vencedoras as equipas dos Night Mare Team (Seniores), Shooters Da Wish (Sub-18), Tisoleiros (Sub-16) e Elite IV (Sub-14 Femininas). No Rally de Regularidade de Clássicos Paulo Lino e Pedro Madureira venceram à Geral e na Classe G, Fernando Gonçalves e António Silva nos E, Sérgio Leite e Paulo Jorge Pereira nos H, e Rui Ribeiro e Liliana Rego Soares nos I. Por sua vez, na Corrida dos Lentos, Vítor Santos foi primeiro no Pódio Masculino e Marta Rodrigues no Feminino. André Coelho foi o primeiro vencedor da Corrida de Micro Carros do Penafiel Racing Fest, e nas Motos Clássicas, que «fecharam» em grande as Festividades, Carlos Poborsky venceu nas 85cc, Álvaro Ferreira fez o mesmo nas 50cc Clássicas, e Carlos Poborsky triunfou nas Livres Racing.

    O ambiente festivo e o espetáculo do desporto motorizado mantiveram-se durante os três dias do certame que, para o Presidente da Câmara Municipal de Penafiel, “Foi uma edição de sucesso e muito marcante com excelentes pilotos, muitas modalidades, boa música, e um ambiente de festa, sem esquecer a merecida homenagem ao nosso amigo Joaquim Santos, que tanto adorava estar ao nosso lado em cada edição. Parabéns ao Óscar Coelho e a toda a sua equipa pela excelente organização”.

    Para Óscar Coelho, da Cooperativa para o Desenvolvimento Desportivo e Cultural, “Quero agradecer a toda a gente que colaborou para montar e preparar este espetáculo, sempre com uma dedicação incrível, e que é uma das bases fundamentais do nosso sucesso. Agradecer à Câmara Municipal de Penafiel, às Juntas de Freguesia que acolheram as classificativas do nosso Rali de Asfalto, às forças de segurança e corporações de bombeiros que zelaram pela segurança e integridade de todos durante o certame. Ao Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, que todos os anos disponibiliza recursos para o atendimento a emergências que possam decorrer das provas. Assim como aos muitos Clubes que foram parceiros indispensáveis na organização de cada uma das nossas modalidades desportivas, à Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, e a Federação de Motociclismo de Portugal pelo apoio técnico dado ao nosso evento. A todos os participantes nas provas, artistas, bandas de música, expositores, público em geral, patrocinadores e parceiros o nosso muito obrigado.”

  • Ricardo Filipe: “queremos ter uma boa entrada na fase de asfalto”

    Ricardo Filipe: “queremos ter uma boa entrada na fase de asfalto”

    Ricardo Filipe e Filipe Carvalho enfrentam no fim-de-semana que está a bater à porta a edição 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão, prova que assinala o começo da fase de asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis. O foco da dupla que defende as cores da marca Olha o Cogumelo está na obtenção de pontos que lhes permita defender a posição dentro do Top 10 do campeonato.

    Ricardo Filipe e Filipe Carvalho chegam a Castelo Branco com a motivação em alta, depois de terem levado o Skoda Fabia R5 preparado pela Racing 4 You à vitória no Rali Flôr do Alentejo – Cidade de Serpa.

    O piloto algarvio reconhece que “o triunfo aumentou os nossos níveis de confiança, além da prova ter permitido que mantivéssemos o ritmo, pois não alinhamos no Rali de Portugal. Mas, Serpa já lá vai e nada tem a ver com a exigência que vamos encontrar em Castelo Branco”, com Ricardo Filipe a destacar que a prova organizada pela Escuderia Castelo Branco será “um osso muito duro de roer. É um rali com classificativas muito rápidas, com um tipo de piso abrasivo e, em muitos lugares, cheio de terra nas zonas de trajetória, não permitindo qualquer erro, pois será sempre fatal”.

    Ricardo Filipe realça a importância “do trabalho que realizamos no teste que fizemos para preparar o rali e que correu muito bem. Agora é estudar bem a prova em conjunto com a Racing 4 You e cumprir o plano que traçarmos, sendo nosso objetivo tudo fazer para terminar a prova dentro dos 10 primeiros da geral, conquistando assim precisos pontos para defendermos a nossa posição na tabela pontual do campeonato”.

    Nesta edição de 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão, serão disputadas onze provas especiais de classificação, quatro das quais na etapa inaugural do Rali, sexta-feira, dia 21 de Junho. Esta etapa terminará novamente com a Super Especial “Reconquista”, aguardando-se uma noite “quente” na cidade albicastrense. Sábado, dia 22 de Junho, as equipas regressam à estrada para disputar mais sete Provas Especiais de Classificação, com a última (Power Stage) a ter o seu términus junto à zona das ‘docas’, no centro de Castelo Branco.

  • FPAK Júnior Team: Martim Pereira segurou em Santa Marta a sua invencibilidade

    FPAK Júnior Team: Martim Pereira segurou em Santa Marta a sua invencibilidade

    Martim Pereira impôs a sua lei no duelo em Santa Marta entre os três “jovens lobos” do troféu promovido pela FPAK. No entanto, esta sua terceira vitória consecutiva exigiu muita “mão-de-obra” para suplantar os seus adversários.

    De tal forma assim foi, que Martim Pereira viu mesmo João Barroso impor-se por 0,8 segundos na 1ª Subida de Prova no duelo particular dos Citroen C1 do FPAK Júnior Team.

    Mas, nas duas restantes subidas a contar, Martim Pereira elevou a fasquia, rodou muito mais forte e venceu as duas com autoridade, terminando no final com uma vantagem de 3,5 segundos sobre João Barroso.

    Guilherme Silva foi terceiro, a 7,1 segundos do vencedor, num fim-de-semana em que o jovem bracarense da PDAuto não demonstrou o forte andamento a que já nos habituou nas duas provas anteriores do troféu.