A Team Fordzilla associou-se à marca de simuladores de corridas Next Level Racing® para competirem juntos ao mais alto nível do desporto motorizado virtual.
A marca líder mundial de simuladores oferece uma gama de produtos líder na indústria e apoiará os pilotos da Team Fordzilla com equipamento de ponta necessários para a competição. Em 2021, isto incluirá eventos de destaque como a Liga Gfinity V10 R, bem como campeonatos oficiais, como a série britânica F4. A parceria baseia-se nos princípios comuns da Team Fordzilla e Next Level Racing® de promover os desportos de massas e encorajar a inclusividade, com o objetivo de tornar as corridas virtuais acessíveis a qualquer pessoa, independentemente da sua idade, sexo ou capacidade física.
A Ford lançou a Team Fordzilla – a sua primeira equipa desportiva de sempre – em 2019 com
equipas individuais em França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido, constituídas por pilotos
escolhidos a dedo. Cada equipa tem o seu próprio capitão e compete em provas nacionais, com os
melhores pilotos a representarem a Team Fordzilla a nível europeu. Atualmente, mais de 40 pilotos
competem sob a bandeira da Team Fordzilla.
Além de competir em desportos motorizados virtuais de alto nível e organizar a Taça Fordzilla, inaugural em 2020, a Team Fordzilla continua a lançar iniciativas inovadoras, incluindo o Projeto P1 – um novo veículo concebido pela Ford para jogos, concebido por gamers que também teve um modelo à escala real.
Filipe Albuquerque conseguiu mais uma feito histórico para o automobilismo nacional ao conseguir vencer as 24h de Daytona. O piloto de Coimbra levou a bandeira de Portugal ao primeiro lugar do pódio na emblemática prova americana. Uma vitória suada mas muito merecida.
Depois de em 2020 se ter sagrado Campeão do Mundo de Resistência LMP2, de ter sido Campeão do European Le Mans Series e da vitória nas 24h de Le Mans, Filipe entra com o pé direito em 2021 com esta vitória única assumindo, desde já, a liderança no Campeonato Norte Americano de Resistência.
Filipe Albuquerque partilhou a condução do Accura #10 com Ricky Taylor, Helio Castroneves e Alexander Rossi e faltavam 12 horas para o final quando conseguiu chegar ao primeiro lugar, posição que praticamente manteve até ao fim: “Nem tenho palavras para descrever a sensação desta vitória. Foi a corrida mais difícil da minha vida, sempre nos limites, para tentar compensar o andamento dos nossos adversários. Não houve margem para erros ou hesitações. Quando consegui chegar a primeiro, todos os ‘stints’, cerca de 12 horas, foram feitos a olhar pelo retrovisor para controlar os nossos adversários”.
Rolex 24 at Daytona, IMSA, Daytona, January 2021
“Todos na equipa fizeram um trabalho notável. Não tivemos descanso mas no final, todo o trabalho deu frutos. Estou muito contente”, referiu o piloto português, que encerrou o ano de 2020 com dois títulos, começa 2021 e vencer e o optimismo cresce para as próximas corridas: “O ano 2020 foi dos melhores da minha carreira e espero que 2021 seja a sua sequência. Vencer Daytona é o sonho de qualquer piloto, já o consegui por duas vezes, esta é a terceira. E agora é trabalhar para o título de Campeão. Depois deste resultado estamos na linha da frente para o conseguir. Já só penso na próxima corrida”, concluiu Filipe Albuquerque.
A próxima corrida do Campeonato são as 12h de Sebring de 17 a 20 de Março.
O Rali das Camélias, marcado para os dias 19 e 20 de Fevereiro 2021, vai ter a nova data, estando agora marcado para os dias 14 e 15 de Maio, com o acordo de todas as entidades envolvidas na sua organização.
A atual situação pandémica em que continuamos mergulhados, agora mais agravada e
as recentes restrições impostas pelo governo, que deverão ser prolongadas por mais
algum tempo, impõem que sejamos prudentes e não coloquemos em risco a saúde
pública, com a realização de uma prova desportiva federada, que percorre estradas de
três concelhos da Zona Metropolitana de Lisboa.
Indo de encontro, às necessidades atuais das três Câmaras Municipais envolvidas (Mafra,
Sintra e Cascais) dos respetivos responsáveis de saúde local e da FPAK, o Clube de
Motorismo de Setúbal e o Promotor da prova, decidiram marcar nova data para prova,
tendo solicitado a sua inscrição no Calendário FPAK 2021, nos dias 14 e 15 de Maio
solicitação essa já aprovada pela entidade federativa.
Em termos logísticos e desportivos, todas as equipas inscritas na prova, estão
automaticamente inscritos no Rali das Camélias de 2021 e caso não possam participar
por razões de força maior, a sua situação será tratada caso a caso para que ninguém
fique prejudicado.
O Rali das Camélias 2021, terá um formato em tudo idêntico ao que se deveria ter disputado em 2020, sendo no entanto a quilometragem de troços adaptada à candidatura ao Campeonato Sul de Ralis, que para o ano tem a quilometragem de Provas de Classificação reduzida de 70 para 60 Km. De qualquer forma o esquema da prova, será rigorosamente o mesmo, apenas com pequenos acertos na partida e/ou chegada de cada Prova de Classificação.
O Corolla continua a ser o modelo mais vendido do mundo em 2020 pelo décimo ano consecutivo. Desde 1968 a Toyota já vendeu em Portugal 191.727 unidades do modelo nipónico.
O modelo Corolla nasce no Japão em 1966 e surge do latim “coroa de flores”, com a convicção Toyota de que o modelo irá florescer no mercado. Passados mais de 50 anos o Corolla é o modelo no mundo mais vendido de sempre.
Na Europa, o Corolla foi introduzido em abril de 1967, com vendas em Portugal em 1968. Em 1971 sai, da fábrica de Ovar, a 1ª unidade produzida na Europa. Que em 10 anos de produção nacional acumularia 52.760 unidades.
Aliás, até dezembro de 2020, a Toyota já vendeu em Portugal 191.727 unidades do Corolla. Um dado curioso é que o melhor ano de sempre de vendas foi o ano de 1974, com um total de 10.699 unidades Corolla vendidas nesse ano.
Atualmente o modelo é produzido em 16 fábricas em todo o mundo, e o mercado mundial de automóveis em 2020 continuou a ter no Toyota Corolla como o modelo mais vendido no planeta, com a entrega de 1.134.262 unidades. De acordo com a mesma fonte, o Corolla é o carro mais vendido do mundo desde 2010. Desde o ano 2002, mais de um milhão de unidades são vendidas anualmente em 150 países. A mais recente geração do Corolla Hatchback e Touring Sports é produzida na fábrica de TMUK no Reino unido.
Sempre fiel ao nome Corolla, a atual décima segunda geração do Corolla baseia-se na lendária qualidade, durabilidade e fiabilidade do modelo original com um design e tecnologia atuais, mantendo-se uma referência em inúmeros mercados, em todo o mundo. Os 3 tipos de carroçaria da gama atual Corolla estão assentes na Nova Arquitetura Global da Toyota TNGA (Toyota New global Arquitecture) sendo eletrificados com a mais recente tecnologia híbrida da marca, com duas motorizações híbridas 1.8L com 122cv e 2.0L com 180 cv e foi galardoado em Portugal com o prémio Essilor Carro do Ano / Volante de Cristal 2020 e híbrido do ano 2020.
A história do Corolla com mais de 50 anos rege-se pelos princípios da Toyota de melhoria contínua (Kaizen), é reconhecido pela superior qualidade, pela tecnologia, é um símbolo do esforço contínuo da Toyota em superar as expectativas dos clientes sempre com o objetivo de produzir automóveis cada vez melhores.
A Honda continua a destacar-se no setor automóvel com dois dos seus modelos a ocuparem o top 4 dos automóveis mais vendidos em 2020.
De acordo com dados do site Focus2Move, o Honda CR-V foi o 3o modelo mais vendido no mundo e 2o no segmento SUV, novamente, com mais de 700.000 unidades matriculadas em 2020. Já o Honda Civic garante também a 4a posição no ranking dos modelos de maior sucesso, no ano transato, com cerca de 698.000 unidades vendidas, ocupando ainda a 2a posição no segmento de automóveis compactos também pelo segundo ano consecutivo.
Recorde-se que, em 2019, o Honda CR-V ocupava a 4a posição no ranking dos modelos mais vendidos e o Honda Civic ocupava o 3o lugar. Em 2020, assistimos a uma inversão nas posições dos dois modelos da marca japonesa, que consolida novamente a sua posição neste ranking bem como a 4a posição no ranking mundial de marcas, com mais de 3.972.000 unidades vendidas e uma quota de mercado mundial de 5,3%.
HONDA REVEALS FRESH STYLING AND ENHANCED INTERIOR FOR CIVIC
A nova geração do Honda CR-V, lançada na Europa em 2019, marcou o início do compromisso da Honda em eletrificar 100% da sua gama europeia até 2022. Recorde-se que o Honda CR-V Hybrid foi o primeiro SUV da marca equipado com tecnologia híbrida, a surgir no mercado europeu. Em Portugal, o ano de 2020 ficou marcado pelo COVID-19, que teve como consequência direta uma quebra na venda de automóveis ligeiros de passageiros, que se fixou nos 35%.
Apesar desta realidade, a Honda Portugal Automóveis assistiu a uma quebra inferior à do mercado (26%) e a um crescimento da sua quota de mercado (0,7%) e 1.024 viaturas matriculadas em 2020. Também a nível nacional, o Honda Civic teve lugar de destaque, tendo sido o segundo modelo mais vendido da Honda em 2020, precedido apenas pelo Honda Jazz que recebeu, em 2020, uma nova geração equipada com motorização híbrida.
Realizou-se hoje a corrida de qualificação com vista às 24h de Daytona, prova que vai ter lugar no próximo fim-de-semana e que será a primeira corrida do Campeonato Norte Americano de Resistência. Filipe Albuquerque e Ricky Taylor, os pilotos da Wayne Taylor Racing, arrancaram da sétima posição da grelha e terminaram no 5º lugar depois de terem rodado em terceiro.
No final Filipe estava ciente que teve pouco tempo para conhecer o carro e que quantos mais quilómetros fazia mais à vontade se sentia. Um período de adaptação que o piloto de Coimbra espera concluído no início da emblemática prova americana no próximo sábado: “A prova de hoje serviu para aprender o carro em situação de corrida. Arranquei de sétimo, entreguei o carro ao Ricky em terceiro e acabámos em quinto. Penso que o resultado de hoje é irrelevante para o desfecho das 24h de Daytona. Demorei 20 minutos a recuperar de sétimo até terceiro, por isso numa corrida tão longa, tudo pode acontecer“, começou por referir Filipe Albuquerque.
Roar Before the 24, IMSA, Daytona, January 2021(Photo by Brian Cleary/bcpix.com)
Estes últimos dias têm sido muito importantes: “Para aprender o carro, ajustar ‘set-up’ e sentir-me confortável. É tudo novidade mas cada vez sinto-me melhor. Acho que estamos no caminho certo para a primeira corrida da época. E não tenho dúvidas que vai ser uma corrida daquelas!”, concluiu o piloto de Coimbra optimista e ao mesmo tempo ansioso para começar a grande maratona americana.
De recordar que Filipe Albuquerque já venceu por duas vezes em Daytona na classe GTD em 2013 e à geral em 2018.
Sébastien Ogier comemorou sua 50ª vitória no Mundial de Ralis com uma oitava vitória recorde no Rallye Monte-Carlo. Domínio absoluto do piloto francês na derradeira etapa do Rallye de Monte-Carlo, vencendo 3 das 4 especiais e liderando assim mais uma dobradinha da Toyota.
Para os anais da história fica mais uma exibição notável de Sebastien Ogier. o heptacampeão mundial levou o seu Toyota Yaris WRC ao triunfo na abertura do Mundial 2021. Acompanhado, como sempre, por Julien Ingrassia chegou ao último dia com cerca de 17 segundos de vantagem sobre o seu colega Elfyn Evans, concorrente mais direto mas não se limitou a controlar o pecúlio. De todo.
Ogier começou a jornada dominical ao ataque, vencendo a primeira especial e alargando a vantagem para 21 segundos sobre o galês. Evans ainda esboçou uma reação na classificativa seguinte, recuperando 1,3 segundos mas foi sol de pouca dura. As segundas passagens pelos dois troços do dia só conheceram um vencedor: Ogier que regressou a Gap para a cerimónia do pódio com 32,6 segundos de vantagem sobre Elfyn, assegurando a sua oitava vitória no rali, conduzindo para 5 marcas diferentes. O seu domínio na prova também fica bem expresso na estatística: 8 vitórias em 15 classificativas. Notável.
Pelo caminho, a vencer a última especial, arrecadou os 5pontos extra do triunfo na TV Wolf Power-Stage, colocando-se no comando do campeonato, com os 30 pontos máximos possíveis. naquela que diz ser a sua ultima época no campeonato, Ogier deixa assim um aviso sério à concorrência: quer fazer cair o pano sobre a carreira com um oitavo título.
Excelente rali aquele que foi protagonizado por Elfyn Evans. O galês, navegado por Scott Martin, esteve sempre na luta pelo pódio, chegando mesmo a liderar a prova, vencendo duas das especiais e garantindo os ainda os pontos do 3º lugar na Power-Stage. Sempre rápido e consistente, só não conseguiu desfeitear um Ogier ao seu melhor nível mas voltou a dar indicações de que terão de contar com ele na luta pelo título mundial, sendo ainda peça fundamental para o 1-2 da Toyota em Monte-Carlo, contribuindo assim para a pontuação máxima obtida pela marca nipónica na luta pelo título de Construtores.
Destaque para o 3º lugar final de Thierry Neuville. O belga estreou Martijn Wydaeghe na baquet de navegador e fez uma prova sempre em crescendo. Depois de uma primeira etapa desoladora, onde nunca conseguiu andamento para ombrear com os protagonistas da luta pelo comando, começou a dar sinais de poder melhorar logo no segundo dia, mas foi a partir da 3ª etapa que conseguiu imprimir um andamento mais condizente com aquilo que se espera de um potencial candidato ao título, levando mesmo o Hyundai i20 WRC à vitória numa das especiais e terminando esse dia às portas do pódio.
Na etapa derradeira, continuou a mostrar argumentos, vencendo outra especial e desalojando, finalmente, Kalle Rovanpera do 3º lugar, dando assim um pódio à Hyundai, num rali em que a marca coreana só a espaços se mostrou capaz de medir forças com a Toyota, sobretudo através de Tanak, primeiro líder, mas este veio a ser forçado a desistir, começando a época com o pé esquerdo. Neuville viria ainda a obter pontos extra, com o seu 4º lugar na Power-Stage.
Mesmo tendo perdido o lugar de pódio na ultima etapa, Kalle Rovanpera sai de MonteCarlo com a satisfação de ter voltado a protagonizar uma exibição sem falhas. O jovem piloto da Toyota já deixou de ser uma promessa. é agora, por mérito próprio, um dos mais rápidos e revela uma fibra exclusiva daqueles que estão talhados para chegarem a grandes feitos. Além do 4º lugar final, amealhou ainda os pontos referentes ao 2º tempo na Power-Stage. O futuro deste jovem nórdico é mais do que promissor.
O Top 5 ficou fechado com Dani Sordo. Uma vez mais, o espanhol revelou toda a sua utilidade para a equipa da Hyundai, sendo sólido e cumpridor das ordens para assegurar pontos para a marca, após o abandono de Tanak. Ao longo dos últimos dois dias, Sordo não escondeu que estava a rodar muito abaixo dos limites mas o 5º lugar na geral e na Power-Stage são um prémio justo para um piloto que vale muito mais do que aquilo que muitos dos seus resultados indicam.
A próxima prova d Mundial será o Arctic Rally Finland Powered by CapitalBox, que decorrerá de 26 a 28 de fevereiro.
Sebastien Ogier atacou forte no arranque do terceiro dia de Monte-Carlo e saltou para o comando da prova, mantendo a posição até ao fecho da jornada. Evans é agora segundo e um endiabrado Rovanpera garante o pleno à Toyota neste pódio provisório.
A caravana do Rally de Monte-Carlo madrugou e quando deixou a cidade de Gap para se dirigir aos Altos Alpes, deparou-se com um manto branco de neve que antevia dificuldades acrescidas na 3ª etapa da prova inaugural do WRC 2021, antevendo-se uma luta onde as condições do piso e a escolha de pneus poderiam ser fatores decisivos.
E foram. Mas não foram os únicos pois outro factor entrou em cena: Ogier. Justamente considerado o “Rei de Monte-Carlo”, o campeão do mundo puxou forte pelo seu Toyota Yaris WRC na classificativa inaugural e fez os 18,31 kms um nível acima dos demais candidatos, deixando Elfyn Evans a mais de 17 segundos e o galês foi o segundo mais rápido!
Curiosamente, seria a única vitória de Ogier durante toda a etapa mas almejou realizar marcas que lhe garantiram a liderança no fecho do dia, colocando-se assim como principal favorito ao triunfo, a um dia do fecho da prova. A acontecer, será a confirmação de que este rali é mesmo o seu “quintal”.
Elfyn Evans viu-se incapaz de deter o ataque do seu companheiro de equipa mas o galês ainda não deitou a talha ao chão. Depois de ter sido dominado nas duas primeiras especiais pelo campeão do mundo, puxou pelos galões e venceu a terceira, terminando o dia a 13,0 segundos de Ogier e continuando assim dentro do ringue para os assaltos finais deste combate monegasco.
Quem parece que renasceu das cinzas é Thierry Neuville. Depois de ter estado muito apagado nas duas primeiras etapas, o belga da Hyundai foi hoje um dos protagonistas, sobretudo mercê de um “tempo canhão”, na segunda especial desta 3ª etapa, percorrida com um manto de neve e gelo traiçoeiro, ao longo de quase todos os 20,48 kms. Desta forma, voltou a entrar na discussão pelo pódio, estando agora a apenas 7 segundos de Kalle Rovanpera. O jovem nórdico continua a demonstrar todo o seu talento e segurança, estando no pódio e ousando ser dos poucos a poder registar uma folha e ranco quanto a erros ao longo da prova. Notável.
Atrás de si, roda no 5º lugar o seu colega Dani Sordo que tem feito um rali muito moderado, tendo como principal missão levar o Hyundai i20 WRC até ao pódio final, para garantir preciosos pontos para a marca coreana, na luta pelo título de construtores.
A “fava” da jornada saiu a Ott Tanak. Dois furos nas duas primeiras especiais do dia, quando só levava uma roda suplente no interior do Hyundai, forçaram o estoniano a perder muito tempo na PEC 9 (segunda do dia) e, mesmo tendo conseguido chegar ao parque de assistência, foi forçado a abandonar, não regressando amanhã.
Camilli e a Sports & You mais perto do 2º lugar entre os WRC2
Na categoria secundária, só um erro grave poderá tirar a vitória a Andreas Mikkelsen e ao seu Skoda Fabia Rally 2 Evo. O norueguês da Skoda Motorsport tem dominado a seu belo prazer as lides entre os WRC2.
Na jornada de hoje, rodou forte nas duas primeiras especiais, tendo nitidamente levantado o pé na ultima, já em modo de gestão da vantagem, que viu aumentar não só devido à sua preponderância na estrada, mas também porque Adrien Fourmoux furou na segunda especial do dia e fez grande parte do traçado sobre a jante frontal direita do Ford Fiesta MKII Rally 2 da M-Sport, cedendo cerca de 1 minuto e 25 e perdendo qualquer veleidade quanto a tentar desfeitear Mikkelsen.
Com tudo isto, Eric Camilli está agora a 17 segundos de Fourmaux e voltou a ganhar força para poder discutir a segunda posição com o seu compatriota. Sempre rápido e consistente ao longo do dia e com a Sports & You a entregar-lhe um Citroen C3 Rally 2 muito fiavel, Camilli tem agora 55 quilómetros pela frente e, e conjunto com a equipa portuguesa, decidir se ataca ou se segura um pódio na prova de abertura do Mundial, juntando ainda a posição de melhor piloto da marca francesa.
A quilometragem referida será percorrida na 4ª e última etapa, com começo amanhã, pelas 7.30 locais, distribuída pelas duplas passagens programadas para os dois troços do programa. A Power Stage final terá uma extensão de 14,31 kms.
A Toyota dominou por inteiro a segunda jornada do Rallye de Monte-Carlo, prova inaugural do WRC. Sebastien Ogier foi o mais forte ao longo do dia mas um furo e dois piões fizeram-no perder tempo suficiente para deixar Elfyn Evans assumir o comando.
A secção matinal desta sexta-feira contemplava 3 especiais e o campeão mundial em titulo simplesmente “limpou” tudo. 3 vitórias que o levaram sucessivamente do5 lugar em que começou o dia até ao comando, logo na 5ª PEC, segunda do dia. Um ritmo avassalador que nem os seus colegas de equipa pareceram capazes de seguir. Só que na 6ª PEC um furo levou o francês a cometer dois erros e a perder 34,7 segundos para Elfyn Evans, vencedor da especial, saltando o galês para a liderança do rali, a uma classificativa do fecho competitivo do dia.
Ogier reagiu e ganhou a 7ª PEC, recuperando 16 segundos a Evans e terminando o dia a 7,4 segundos do líder, parecendo que a discussão da vitória estará entregue aos dois pilotos da Toyota mas, com as condições traiçoeiras em que está a ser disputada a prova monegasca, tudo poderá acontecer nos dois das que ainda falta cumprir.
A braços com alguns problemas de motor no Hyundai i20 WRC, Ott Tanak cedo perdeu a liderança que tinha alcançado do Dia 1. O estoniano foi acumulando perda de tempo, especial após especial e terminou o dia a 25,3 segundos de Ogier, embora ainda haja muito rali pela frente. Tem logo atrás de si Kalle Rovanpera. O jovem prodígio chegou mesmo a comandar a prova, após a especial inaugural do dia, mas também viu os problemas he baterem à porta, na 6ª PEC, tendo mesmo chegado a parar. Está agora a longe dos três primeiros, rodando 27,8 segundos atrás de Tanak, mas assinando uma exibição de grande nível.
O Top 5 fica completo com um apagado Thierry Neuville que, desde o arranque da prova, tem sentido muitas dificuldades para acompanhar o ritmo do da frente, estando já a 59,1 segundos do líder.
Andreas Mikkelsen continuou a afirmar o domínio na principal categoria de suporte do WRC ao ganhar 4 das 5 especiais entre os concorrentes do WRC2. Depois de estabelecer uma pequena vantagem inicial no primeiro dia, o norueguês impôs um forte ritmo logo na sessão matinal, discutindo mesmo posições com o Hyundai i20 World Rally Car de Pierre Louis Loubet. Mikkelsen voltou à área de serviço da Gap na tarde desta sexta-feira com 47,1 segundos de vantagem sobre Adrien Fourmaux, nas contas do WRC2, e um impressionante sétimo lugar na geral.
O desempenho da Fourmaux também foi impressionante. Apesar de ser incapaz de derrubar Mikkelsen no topo da tabela, a estrela do M-Sport Ford Fiesta Rally2 mostrou maturidade, com uma abordagem limpa em todos os troços..
O francês venceu mesmo uma das especiais e está em nono na classificação geral durante a noite, sendo mesmo o melhor representante da M-Sport. O piloto do Citroën C3 Rally2 da equipa portuguesa Sports & You, Eric Camilli, está no 3º posto da categoria, a 2 minutos e 11,6 segundos do líder, tendo esta presença no pódio consolidada., o que, a acontecer, será um prémio justo para esta estreia da equipa portuguesa no Mundial.
A jornada não foi, no entanto, isenta de sustos. Camilli teve uma saída de estrada na PEC 6, perdendo aí quase um minuto, afastando-se definitivamente do duo que luta pela vitória mas, a posição que ocupa, faz dele o melhor piloto oficial da Citroen Racing nesta prova de arranque do campeonato.
A terceira etapa do Monte-Carlo decorrerá amanhã, a partir das 5.30 horas locais. O programa incluiu 3 especiais de classificação, com um total de 58 quilómetros ao cronómetro.
A época de 2020 serviu para evoluir o Peugeot 306 com que António Sarabando tem corrido .
Não será demais recordar que a estreia deste piloto no Campeonato Portugal Legends verificou-se em 2019, quando o carro estava quase de série. Para o ano que passou de 2020, a situação foi bem diferente, como António Sarabando nos explicou “o ano de 2020 foi para mim importante, pois foram feitas uma série de evoluções no 306 a nível técnico e, fruto disso, foram melhoradas as performances, embora sem se reflectirem em termos de resultados finais, pois a fiabilidade do carro não foi a que pretendemos, mas a verdade é que nas três provas em que alinhamos, ficou à vista de todos a evolução que o carro sofreu, e estamos no bom caminho, pois os tempos alcançados são demonstrativos disso mesmo”.
Depois, o piloto esteve “ausente em duas provas , em Braga por razões familiares, e depois na deslocação ao Estoril, por razões de saúde, pois fui alvo duma intervenção cirúrgica, e não tive o ok por parte do médico para competir, e, assim passei de piloto a espectador”. Quanto a 2021, António Sarabando afirmou que vai “continuar o nosso trabalho de evolução do Peugeot 306 de forma a tornar o carro bem mais competitivo“.