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  • Monte-Carlo: Tanak domina o dia de abertura, Suninen fora após acidente

    Ott Tanak dominou a seu belo prazer a tirada inicial do Rallye de Monte-Carlo, prova inaugural do WRC 2021. Aos comandos do hyundai i20 WRC, o estoniano venceu as duas especiais do programa.

    Os pneus foram o principal assunto do dia, com a Pirelli substituindo a Michelin como o novo fornecedor oficial do WRC. Uma escassez de testes pré-evento na atribulada pré-epoca, fez com que as equipas fossem conservadoras nas suas escolhas de pneus, até porque a habitual sessão de Shakedown não foi permitida, no estrito cumprimento das medidas para prevenir a disseminação de COVID-19. Sabe-se que a borracha italiana tem menos aderência em condições de chuva e neve, mas isso aumenta consideravelmente sempre que a estrada seca.

    As estradas molhadas, orladas de neve, estavam longe de ser as melhores, mas Tanak é um homem com a missão de reivindicar o título e quer tirar proveito de qualquer hesitação entre seus rivais. No início de sua segunda temporada no i20 WRC da Hyundai, Tanak imprimiu um ritmo muiito forte e terminou a etapa inaugural com duas vitórias nas especiais e um avanço de 3,3 segundos sobre a jovem estrela finlandesa da Toyota, Kalle Rovanpera, que ganhou cinco segundos ao seu companheiro de equipe britânico Elfyn Evans, terceiro no final da jornada.

    O campeão em título, Sebastien Ogier, sofreu um grave acidente nos testes pré-evento, o que limitou sua experiência com a nova borracha e o seu desempenho foi ainda mais prejudicado por um problema de travões. Ogier terminou a etapa no 5º lugar, a 16,9 segundos de Tanak e apenas 9 décimos atrás do Hyundai de Thierry Neuville, a ser navegado pela primeiora vez por Martin Wydaeghe.

    Quem não optou por uma abordagem cautelosa foi Teemu Suninen. O piloto da M-Sport, cujo Ford Fiesta WRC estava no mesmo ritmo de Tanak nos dois primeiros setores da especial de abertura, despistou-se e caiu numa ravina, maltratando fortemente o Fiesta WRC. Pelo menos, o jovem francês Adrien Fourmaux deu uma alegria à equipa de Malcom Wilson, ao colocar o seu Ford Fiesta Rallye 2 na segunda posição das contas do WRC2, logo atrás de Andreas Mikkelsen, líder aos comandos de um Skoda Fabia Rallye 2 Evo.

    A diferença entre os dois é curta, cifrando-se em 8,9 segundos. O piloto russo Nikolay Gryazin está em terceiro lugar nesta categoria, ao volante do seu VW Polo. No WRC3, a Citroen terminou o dia com um podio completo. Os seus pilotos Yohan Rossel, Nicolas Ciamin e Yoann Bonato estão a dominar nesta categoria.

    A etapa de amanhã terá 5 especiais de classificação, com um total de cerca de 105 quilómetros contra o cronómetro.

  • 7 Citroën C3 Rally2 à partida do RALLY Monte-Carlo

    A Citroën Racing regressa ao palco do Campeonato do Mundo de Ralis da FIA com uma frota de sete C3 Rally2, que irão alinhar na prova de abertura da época de 2021, o conceituado Rally Monte-Carlo.

    Esta 89ª edição da prova monegasca permitirá acompanhar a dupla vencedora da edição passada, os franceses Eric Camilli / François-Xavier Buresi, da equipa portuguesa Sports & You, na primeira ronda rumo à tentativa de renovação do título no WRC2.

    O consagrado piloto francês da equipa portuguesa está “ansioso por dar início ao meu programa de competição para 2021 no Rallye Monte-Carlo e com o C3 Rally2. Estou focado na vitória e orgulhoso por vestir as cores da Citroën Racing. Com o seu suporte, bem como o do treinador do Olympique de Marseille, André Villas-Boas, conseguiremos transformar esta participação no prestigiado Rallye Monte-Carlo numa causa humanitária, consciencializando o público para a importância de fundações como a Ace Africa. No seguimento do teste efetuado no início do mês, conseguimos afinar o ‘setup’ do carro, preparando-o para as já habituais condições variáveis das classificativas. Estou desejoso de as enfrentar, bem como as duas outras provas do Campeonato do Mundo de Ralis em que irei participar com a Citroën Racing e a Sports & You.”

    De igual modo, Yohan Rossel, piloto francês que conta com o apoio da secção de Ralis da Federação Francesa de Automobilismo (FFSA Rally) é, também, membro do #C3Rally2Family, tendo previsto a sua participação em três outras provas depois do Rallye Monte-Carlo, pela equipa Santéloc. A acompanhá-lo nesta prova inaugural do WRC 2021 estará o colega de equipa Sean Johnston, e o seu copiloto Alexander Kihurani, piloto que participou em diversas provas do Mundial do ano passado. Já o jovem Nicolas Ciamin, de 23 anos, da equipa DG Sport, irá fazer o seu terceiro Rallye Monte-Carlo, tendo como objetivo a conquista dos títulos do WRC3 e do Campeonato da Bélgica de Ralis.

    O atual Campeão francês de ralis, Yoann Bonato, e o seu copiloto de longa data, Benjamin Boulloud, vão, também, dar início à sua época competitiva com uma presença no Rally Monte-Carlo, antes da sua participação nas 10 provas que compõem o Campeonato de França de Ralis, representando a equipa CHL Sport Auto. Após uma ausência de nove anos da prova monegasca, o piloto italiano Giacomo Ogliari está de regresso com o seu copiloto, Lorenzo Granai. Já a dupla belga Davy Vanneste / Kris D’alleine deu um salto em termos de carreira e irá fazer a sua estreia no WRC na mítica prova do Principado do Mónaco, antecipando a sua participação na ronda belga do calendário, o Rallye de Ypres, em agosto.

    Na sessão de testes organizada pela Citroën Racing, no início de janeiro, Yohan Bonato, Nicolas Ciamin e Eric Camili conduziram o novo C3 Rally2 pela primeira vez na zona dos Altos-Alpes. As equipas puderam aproveitar-as condições da estrada para se prepararem para este início de época de 2021, bem como para o desenvolvimento de um setup versátil para os clientes da Citroën Racing que irão participar em diversos ralis, a nível mundial, ao longo da presente época.

  • Toyota apresenta novo RAV4 Hybrid Black Edition

    Nova versão do RAV4 com novos acabamentos monocromáticos por dentro e por fora. Cor exterior Preto Atitude e jantes de liga leve de 19 polegadas na cor preto brilhante complementadas por acabamentos exteriores exclusivos na cor preta.

    Como o próprio nome indica, o novo RAV4 Hybrid Black Edition, na versão 4×2, tem como cor dominante o preto e reforça o posicionamento diferenciador e distinto do modelo no Segmento D-SUV. 

    A cor exterior Preto Atitude e as jantes em liga leve de 19 polegadas em preto brilhante destacam o design arrojado do RAV4. Mais detalhes exteriores desta versão Black Edition são a grelha dianteira, os pára-choques, os retrovisores e proteções inferiores que são também na cor preta. Na realidade os únicos elementos que não são na cor preta são as óticas e o emblema cromado da Toyota ao centro da zona frontal e traseira.

    No habitáculo, os bancos em pele sintética na cor preta com costuras cinza, combinam com o forro do tejadilho preto e os acabamentos interiores de elevada qualidade. Esta versão conta ainda com Teto panorâmico com abertura elétrica, Sistema de som JBL, Câmara panorâmica 360, Sistema de navegação e Carregador sem fios para smartphone. Permite ainda a integração com smartphone via Apple CarPlay e Android Auto e, tal como a restante gama, apresenta-se de série com o conjunto de sistemas de segurança ativa Toyota Safety Sense.


    O RAV4 criou o mercado de Sport Utility Vehicles (SUV) compactos e urbanos e desde a primeira geração permanece um “best-seller” internacional. Lançado no Japão e na Europa em 1994, o SUV da Toyota é, mais uma vez, o SUV mais vendido do mundo em 2020. Esta versão exclusiva do RAV4 Hybrid está disponível em Portugal até final do mês de janeiro 2021.

  • Esteban Ocon e o Alpine A110S ao «assalto» do Monte-Carlo

    O piloto do Alpine F1 Team Esteban Ocon fará, ao volante do Alpine A110S, uma série de passagens nas especiais do Rali de Monte-Carlo 2021, nesta quinta-feira, dia 21 de janeiro.

    Esteban irá pilotar, pela primeira vez, o Alpine A110S, enquanto piloto do Alpine F1 Team, nesta sua primeira participação num rali e irá percorrer duas especiais no dia de abertura do 89º Rali de Monte-Carlo, ao volante do automóvel VIP.

    Esteban Ocon considera que “esta é uma oportunidade fantástica e estou impaciente para esta minha estreia no Rali de Monte-Carlo, ao volante do magnífico Alpine A110S. Pude descobrir o Alpine A110 em outubro último, fazendo três voltas no Nordschleife. Este automóvel nasceu para este tipo de desafios, com curvas fechadas em terrenho montanhoso. Os ralis fizeram sempre parte dos meus sonhos e, portanto, pilotar o Alpine A110S no rali de Monte-Carlo é uma forma perfeita de começar o ano”.

    Depois do shakedown a primeira especial será a ES1 (às 13h10), num percurso de 20,58 km entre Saint-Disdier e Corps, seguida da ES2 que liga Saint-Maurice a Saint-Bonnet. O Alpine A110S, na tradicional cor azul, vai ostentar o nº 31.

    Esta semana, a Alpine terá cinco equipas na categoria R-GT do Rali de Monte-Carlo, com Cédric Robert, Emmanuel Guigou, Philippe Baffoun, Pierre Ragues e Raphaël Astier, ao volante dos Alpine A110 Rally.

  • Filipe Albuquerque já testou ao Acura para o IMSA WeatherTech Sportscar Championship

    Filipe Albuquerque sentou-se, pela primeira vez, ao volante do Acura ARX-05 da Wayne Taylor Racing com quem irá disputar o vulgarmente conhecido por Campeonato Norte Americano de Resistência.

    O piloto português e os seus companheiros de equipa, Ricky Taylor, Alexander Rossi  e Helio Castroneves estiveram em Sebring para o primeiro teste do ano com vista à preparação da primeira corrida da temporada, as emblemáticas 24h de Daytona.

    Sebring test, WTR, Acura Dpi, January 19, 2021. (Photo by Brian Cleary/bcpix.com)

    Depois de um dia de trabalho, Filipe Albuquerque chegou ao final satisfeito com o desempenho: “Foi o meu primeira dia em pista com a nova equipa e com o novo carro. Foi um começar de novo que me agradou bastante. A equipa é altamente profissional, os meus companheiros de equipa estão muito motivados e senti-me ‘em casa’. Foi uma primeira abordagem que me deixou bastante agradado. Agora é trabalhar na informação recolhida e preparar os dias que aí vêm”, começou por referir o piloto de Coimbra.

    Dia 23, sábado, terá lugar o habitual teste pré-Daytona: “Roar before the Rolex 24”, onde as equipas terão uma abordagem mais próxima daquilo que serão em termos competitivos, para logo depois no dia 24, domingo, efectuarem uma corrida, de duas horas, para preparar Daytona: “O teste é importante para avaliarmos o carro na própria pista e encontrarmos o melhor ‘set-up. A corrida de dia 24, que será disputada por mim e pelo Ricky Taylor, já contará em termos pontuais, e servirá sobretudo para a organização avaliar o ‘balance of performance’. Uma semana intensa para logo depois arrancarmos com as 24h de Daytona”, concluiu Filipe Albuquerque.

  • Joaquim Teixeira: “a época foi melhor e fui mais consistente!”

    Joaquim Teixeira faz um balanço bastante positivo da sua participação no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group em 2020, apesar da temporada bastante reduzida devido aos constrangimentos provocados pela pandemia.

    O piloto transmontano, que é também o dirigente da APPAM (Associação Portuguesa dos Pilotos de Automóveis de Montanha) sagrou-se vencedor da Divisão 4 Turismos e do Grupo TCR e vice-campeão nacional absoluto da categoria Turismos, aos comandos do Cupra Leon TCR do Bompiso Racing Team,

    Um naipe de bons resultados, atendendo às circunstâncias, faz com que Joaquim Teixeira faça um balanço positivo da época passada: “Com o reduzido número de provas que foi possível (em 2020) os resultados acabaram por ser o que aspirávamos. Manter-me pelo quarto ano consecutivo no pódio dos Turismos, após o primeiro ano ter sido campeão nacional. Tivemos pena que a última prova não se realizasse, porque a diferença entre o campeão e eu foram apenas dois pontos. Um desfecho que poderia ter sido alterado na tal prova que faltou, que à última hora foi anulada. Mas são as contingências do desporto automóvel. Umas vezes ganha um, outras ganha outro. E parabéns a quem vence”.

    “Para mim a época foi melhor. Fui mais consistente. A nível da equipa Bompiso, procurámos manter-nos no campeonato de Montanha e fazer também o Open de Portugal de Velocidade. Aí não fiz a primeira prova por motivos profissionais, o meu filho (Daniel Teixeira) fez três provas, falhando também uma por motivos profissionais. E na outra o Joaquim Santos também fez. Na última o Daniel teve de correr sozinho. Correu razoavelmente bem, porque conseguimos ser segundos na categoria TCR e terceiros no campeonato de turismos do Open, por termos falhado uma das provas. Mas acho que o balanço acaba por ser positivo”, refere também o piloto transmontano, numa alusão à outra frente onde a sua equipa e o Cupra TCR estiveram envolvidos.

    Bom começo e desempenhos na Serra da Estrela e Arrábida Caracterizando a curta temporada de 2020, Joaquim Teixeira menciona o bom começo de época que teve, e depois as limitações nas outras duas provas disputadas: “Murça correu-me bem. Obtive a vitória. A Serra da Estrela já sabia que não era a rampa mais adequada, devido à inclinação, e ao binário necessário para sair das curvas em potência, face a outras máquinas que têm outras condições. Na Arrábida, à chuva, já sabia que não tínhamos hipóteses, pois é quase impossível bater os 4×4”.

    “Estava à espera de outras provas, onde o meu carro poderia ser mais competitivo, que acabaram por não se realizar. Mas dentro daquelas provas que se realizaram acho que a época me correu bem. A primeira foi agradável, começar logo a vencer. Permitiu-me acalentar a esperança que poderia discutir o campeonato até ao fim. E contrariamente ao que se diz, embora eu seja transmontano e tenha residido muitos anos em Murça, não sou possivelmente a melhor pessoa que conhece o traçado, por que há outros que também moram a 15 ou 20 km da rampa. Foi o possível. Para o ano esperamos que corra melhor e que o campeonato seja mais longo”, considera o piloto transmontano sempre apontado a tirar o melhor partido das ‘armas’ que possui.

    Sobre aquilo que poderá ser 2021, Joaquim Teixeira prefere não ‘mexer em equipa que ganha’: “Em princípio irei manter-me nos Turismos. O Cupra é muito interessante de conduzir. Na primeira prova (de 2020) consegui explorar todo o potencial do carro, porque estava bom tempo e acho que tem condições para se manter competitivo dentro dos turismos, a lutar pelo pódio, mesmo com as alterações que vão acontecer este ano, pois vou ter mais concorrência. Vou manter. Não vou cometer loucuras, até porque quero manter uma viatura que me permita fazer montanha o mais tempo possível, com o Joaquim Santos e o Daniel a fazerem velocidade. Acho que é a viatura adequada, a nível de manutenção, performances e prazer de condução”, avança o piloto da Bompiso.

  • Nissan e Cruz Vermelha Portuguesa reforçam parceria na luta contra a COVID-19

    Numa altura em que a luta contra a COVID-19 exige esforços redobrados, a Nissan e a Cruz Vermelha Portuguesa reforçam a sua parceria. No âmbito do programa #EuAjudoQuemAjuda da Cruz Vermelha Portuguesa, a Nissan cedeu a esta entidade três Nissan Qashqai para apoiar o transporte de testes à COVID-19.

    Com a emergência da terceira vaga de COVID-19, a entreajuda entre pessoas e entidades torna-se ainda mais crítica. Tempo, por isso, de reforçar o combate nas próximas semanas, o que levou a Cruz Vermelha e a Nissan a estreitar a sua parceria para ajudar aqueles que todos os dias estão no terreno a ajudar quem mais precisa.

    No âmbito do programa #EuAjudoQuemAjuda da Cruz Vermelha Portuguesa a Nissan Portugal cedeu mais três automóveis para ajudar durante as próximas semanas no transporte dos testes à COVID-19 realizados pelo pessoal médico e sanitário da Cruz Vermelha Portuguesa. Antonio Melica, diretor-geral da Nissan em Portugal realça que: “depois de termos trabalhado com a Cruz Vermelha Portuguesa ao longo destes meses, sentimos cada vez mais que a nossa contribuição, mesmo que modesta, pode fazer a diferença para ajudar a travar a pandemia em Portugal. Por isso não hesitámos em responder afirmativamente ao desafio da Cruz Vermelha Portuguesa para reforçar a nossa parceira durante estas semanas que se avizinham e esperamos que o nosso exemplo possa inspirar outros neste caminho. É com muito orgulho que sentimos a confiança que esta reconhecida instituição humanitária deposita em nós para construir um futuro melhor para todos”.

    Segundo Francisco George, Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, “O apoio da Nissan é de extrema importância para a capacidade de resposta da Cruz Vermelha no âmbito da prevenção e controlo da Pandemia. Estas viaturas agora cedidas, à semelhança do que aconteceu no início do ano, vão refletir-se numa ferramenta importante de trabalho para os nossos técnicos”.

    O Nissan Qashqai criou em 2007 o conceito de crossover, uma fórmula com um sucesso tremendo e que desde então se tornou no segmento com maior crescimento no mercado europeu, com dezenas de concorrentes a “copiar” o conceito inventado pela Nissan. Com mais de 56 mil unidades a circularem atualmente nas estradas nacionais, o Nissan Qashqai continua a liderar o segmento que criou e prepara-se para lançar a sua 3ª geração, que irá reforçar ainda mais os seus pergaminhos de pioneiro e líder.

    Para saber mais sobre a actividade da Cruz Vermelha Portuguesa visite www.cruzvermelha.pt.

  • Francisco Milheiro o conquistador da Taça de Montanha 1300

    O jovem piloto de Guimarães levou o seu Peugeot 106 ao título na Taça de Portugal de Montanha 1300 JC Group, na época de 2020.

    Tendo iniciado a sua participação no Campeonato de Montanha em 2019, Francisco Milheiro desde cedo revelou-se com um piloto rápido. Ao longo das duas épocas que já assinou, o vimaranense assumiu sempre protagonismo na luta pelos lugares cimeiros e viu todo o seu esforço recompensado com o cetro alcançado na época transacta.

    Para Francisco Milheiro, o ano de 2020 “foi fantástico. Iniciámos a época desportiva em Murça, com o Peugeot mas melhorado em todos os aspetos ,de forma a ser possível lutar pela conquista da Taça, algo que nunca seria possível atingir no ano anterior devido a falta de preparação do carro”. Murça foi uma prova muito exigente , estando presentes sete  participantes na minha categoria ,e onde considerava ter sido a minha pior prova no ano anterior. Rapidamente consegui fazer bons tempos e fomos recompensados com um 2º lugar final, algo que considero muito bom devido a falta de treino e conhecimento do set up do carro”.

    Após a paragem forçada, provocada pelo combate ao surto pandémico, o campeonato regressou na Rampa Covilhã Serra da Estrela. Foi uma jornada exemplar, com Francisco Milheiro a ser ” o mais rápido em todas as subidas, assinando assim uma vitória muito justa entre os 1300. Fiquei ainda muito satisfeito por ter alcançado um excelente Top 15 na geral da prova!”.

    Segui-se uma ida até Setúbal, com o mítico cenário da Arrábida a receber a terceira prova da temporada. O jovem vimaranense refere que “fui para essa prova com alguns cuidados, sabendo que uma vitória ou um lugar no pódio me colocavam numa posição privilegiada para chegar ao título. As condições meteorológicas foram muito desafiantes mas felizmente tudo correu bem e chegamos novamente a um bom resultado, que nos consolidou a liderança da taça”.

    Cancelada que foi, posteriormente, a Rampa de Boticas, ficou selado o titulo na Taça 1300, façanha que deixou Francisco Milheiro “bastante satisfeito, pois significou que cumprimos o nosso objetivo maior. Também ajuda a cativar patrocínios para a próxima época onde espero estar presente. Agradeço assim a todos os envolvidos neste projeto: a minha equipa, os meus patrocinadores e, de forma muito especial, o meu pai .”

  • Møbilize, a nova marca Renault para a mobilidade e energia

    A Mobilize propõe serviços de mobilidade, de energia e de dados a outras marcas e parceiros, utilizando os melhores ecossistemas abertos. A Mobilize revelou o protótipo EZ-1 Prototype, um veículo dedicado à mobilidade urbana partilhada.

    A Mobilize visa os clientes que querem adotar formas de mobilidade mais sustentáveis e partilhadas. A Mobilize responde às novas necessidades dos utilizadores e fará emergir ecossistemas energéticos sustentáveis, em conformidade com o objetivo do Grupo Renault de atingir a neutralidade carbónica e, com a sua ambição, de desenvolver a criação de valor através da economia circular. Reúne todas as atividades do Grupo Renault no que respeita a soluções de mobilidade, de energia e de dados, utilizando toda a experiência da RCI Bank and Services em matéria de financiamento e de gestão e de otimização de frotas.

    A marca irá criar parcerias e novos ecossistemas abertos para obter vantagens significativas em termos de rapidez e de economias de escala, ao mesmo tempo, que ajuda o setor automóvel a enfrentar desafios significativos, tais como a redução da diferença entre a utilização e o custo de um veículonuma realidade em que estes estão imobilizados (sem utilização) 90% do tempo e a melhoria do o valor residual para evitar que o valor de um automóvel novo seja dividido por dois ao fim de apenas três anos. A marca quer ainda contribuir para o objetivo zero pegada de CO2.

    “É com grande entusiasmo que acompanhamos esta mutação do mundo do automóvel, que passa da propriedade à utilização, quando e onde houver necessidade. Para além do mundo automóvel, a Mobilize irá propor uma vasta gama de serviços inovadores nos domínios da mobilidade, da energia, e dos dados. Com a colaboração de vários parceiros vamos procurar maximizar a utilização do automóvel para trajetos simplificados, mais sustentáveis e acessíveis ao transporte de pessoas e de mercadorias, reduzindo, ao mesmo tempo, o impacto ambiental”, refere Clotilde Delbos, Diretora-geral da Mobilize.

    A Mobilize propõe serviços de mobilidade flexíveis, para o transporte de pessoas e bens, adaptados à evolução das expetativas dos clientes, das empresas e das cidades, respondendo, desta forma, a problemáticas concretas com soluções complementares ao esquema tradicional de aquisição de um automóvel. Ao proporcionar uma maior utilização dos veículos, graças à economia circular e à partilha, a Mobilize contribui para um futuro mais sustentável.

    Com um potencial de mais de 6 000 pontos de venda Renault na Europa, a Mobilize será capaz de proporcionar soluções de mobilidade, que podem ir de um minuto a vários anos, para todas as cidades e em todos os territórios. A Mobilize irá apoiar-se em start-ups nos setores da mobilidade e da energia para codesenvolver as melhores soluções para os seus clientes.

    Utilização intensiva do veículo, graças a plataformas de software dedicadas à mobilidade, aos dados e à inteligência artificial

    A Mobilize irá utilizar a Renault Software Factory, a Software République e os seus parceiros para desenvolver algoritmos sofisticados e software de tratamento de dados, que permitem melhorar a previsão dos pedidos dos utilizadores e a melhor repartição dos veículos. O objetivo da Mobilize é o de aumentar, em pelo menos 20%, a taxa de utilização dos veículos.

    Quando terminar a vida útil dos veículos, os mesmos serão entregues aos serviços de manutenção e de reciclagem da Renault Re-Factory de Flins. Quando as baterias dos veículos elétricos deixarem de estar adaptadas à utilização num automóvel, a Mobilize dar-lhes-á uma segunda vida como fonte de energia estacionária.

    A Mobilize vai utilizar a sólida experiência do Grupo Renault nos veículos elétricos para a gestão do valor do ciclo de vida da bateria. A marca irá investir no desenvolvimento de um ecossistema energético, que inclui soluções de carregamento inteligentes e de armazenamento de energia, para acelerar a transição energética. A marca dispõe de um conjunto de soluções que podem ser aplicadas em Smart Islands (Ilhas Inteligentes), bairros ou cidades, ajudando-os a atingir a neutralidade carbónica.

    Para promover a mobilidade elétrica, propõe soluções que facilitam a adoção de veículos elétricos. Um cartão de recarga que permite aos clientes localizar facilmente as estações de carregamento públicas, e o pagamento através de um único sistema para toda a Europa são disso exemplo. Para os clientes com frotas de veículos elétricos e híbridos recarregáveis, a Mobilize propõe, através da filial Elexent, um acesso facilitado às infraestruturas de carregamento em toda a Europa.

    Mobilize EZ-1 Prototype: um veículo concebido para a mobilidade partilhada

    O EZ-1 Prototype é um veículo emblemático da marca Mobilize e incarna a visão da marca para o design: o serviço no centro da conceção dos veículos. O Mobilize EZ-1 Prototype é uma nova solução de mobilidade urbana e concebido para o uso partilhado. Até a comercialização será inovadora: os utilizadores apenas pagarão o que utilizarem, seja na base do tempo de utilização ou da quilometragem. Este veículo terá um acesso sem chave e interage com os utilizadores através do smartphone.

    “O Mobilize EZ-1 Prototype é um objeto de mobilidade que facilmente se integra nas cidades e é emblemático da marca Mobilize. É um veículo que acompanha os utilizadores na adoção de uma mobilidade mais eficaz e mais responsável#, declara Patrick Lecharpy, diretor do design Mobilize.

    É um veículo elétrico, compacto e ágil para 2 pessoas. Com apenas 2,3 metros de comprimento e as portas totalmente vidradas, oferece aos utilizadores uma vista privilegiada sobre a paisagem urbana circundante. Possui um inovador sistema de troca da bateria que permite a sua utilização non-stop. O protótipo é construído, respeitando os princípios da economia circular, com a integração de 50 % de materiais reciclados e, no final da vida útil, será reciclável a 95 % nas instalações da Re-Factory de Flins.

  • Toyota Gazoo Racing apresentou o novo GR010 Hybrid

    A TOYOTA GAZOO Racing inicia uma nova era nas corridas de resistência com o lançamento de seu novo hípercarro eletrificado para Le Mans GR010 HYBRID, que irá competir no WEC (World Endurance Championship) no Campeonato Mundial de Resistência de 2021 da FIA.

    Os campeões mundiais em título e vencedores por três vezes das 24h de Le Mans vão defender esses títulos usando uma versão de corrida do próximo hipercarro de estrada, com tecnologia desenvolvida no TS050 HYBRID e em destaque pela nova marca Racing Hybrid. O GR010 HYBRID é um protótipo desenvolvido ao longo dos últimos 18 meses e fruto da parceria entre os engenheiros da sede da equipa em Colónia, Alemanha, e especialistas na motorização híbrida do centro de tecnologias de eletrificação de Higashi-Fuji, no Japão.
     
    O GR010 HYBRID incorpora uma poderosa motorização híbrida de competição com tração às quatro rodas, com motor biturbo V6 de 3,5 litros, que debita 680 cv ao eixo traseiro, combinado com um motor gerador de 272 cv, desenvolvido pela AISIN AW e DENSO, no eixo dianteiro. A potência total combinada é limitada a 500kW (680 CV), o que significa que a eletrónica sofisticada do GR010 HYBRID reduz a potência do motor de acordo com a quantidade de aceleração híbrida que é debitada.
     
    Atualmente em desenvolvimento, o novo protótipo de corrida impressiona pelas proporções e reflete a aparência de sua inspiração, o hipercarro GR Super Sport que fez a sua estreia durante uma demonstração de devolução do troféu cerimonial nas 24 Horas de Le Mans 2020. Para marcar esta nova era para o TOYOTA GAZOO Racing, uma nova pintura inclui as letras GR para indicar a forte ligação entre os carros de corrida e de estrada.
     
    A TOYOTA GAZOO Racing entra em sua nona temporada no WEC com a mesma formação de pilotos que trouxe Le Mans e a glória do Campeonato Mundial à equipa na campanha de 2019-2020. Os recém-coroados campeões mundiais Mike Conway, Kamui Kobayashi e José María López vão conduzir o  GR010 HYBRID #7 enquanto Sébastien Buemi, Kazuki Nakajima e Brendon Hartley vão correr com o carro #8. Nyck de Vries continua em seu papel de piloto de teste e reserva.
     
    Todos já iniciaram um intenso programa de desenvolvimento do GR010 HYBRID, com dois testes de três dias já concluídos à medida que a equipa se adapta aos novos regulamentos que são uma mudança significativa em termos de desempenho e filosofia.

    Como parte de uma iniciativa de redução de custos incorporada nos regulamentos, o novo GR010 HYBRID é 162 kg mais pesado e com 32% menos potência do que seu antecessor TS050 HYBRID, com tempos mais lentos por volta em Le Mans esperados de cerca de 10 segundos. Conta também com maiores dimensões; é 250 mm mais comprido, 100 mm mais largo e 100 mm mais alto.
     
    Pela primeira vez desde o início de seu projeto WEC, a TOYOTA GAZOO Racing irá participar sem uma unidade motor/gerador traseira (MGU), com o único MGU permitido fica localizado no eixo dianteiro. Isto significa que um motor de arranque teve que ser instalado no GR010 HYBRID bem como, travões traseiros totalmente hidráulicos.
     
    O GR010 HYBRID apresenta uma aerodinâmica de última geração, otimizada para eficiência e desenvolvida usando um poderoso software de Dinâmica de Fluidos Computacional e testes em túnel de vento. Os novos regulamentos técnicos permitem apenas um único conjunto de carroçaria homologado, com apenas um dispositivo aerodinâmico ajustável. O GR010 HYBRID irá, portanto, competir com a mesma especificação em circuitos de apoio baixo e alto (downforce), com uma asa traseira ajustável que modifica as características aerodinâmicas.
     
    Também pela primeira vez, a classe superior do WEC e Le Mans apresentará um equilíbrio de desempenho, o que significa que os organizadores irão modificar o desempenho de cada carro a cada corrida, regulando o uso de energia e peso, visando o potencial de desempenho idêntico de cada hípercarro de Le Mans. Prevê-se muita competição entre a TOYOTA GAZOO Racing e suas concorrentes de hipercarros: Scuderia Cameron Glickenhaus e ByKolles Racing, bem como a Alpine, que irá também alinhar com o seu carro LMP1.
     
    As batalhas serão travadas em seis corridas em três continentes, começando com as 1000 milhas de Sebring a 19 de março, antes das 6 Horas de Spa-Francorchamps (1º de maio) e o destaque da temporada, as 24 Horas de Le Mans entre 12-13 de junho. A primeira corrida de resistência do Campeonato Mundial em Monza desde 1992 acontece a 18 de julho, antes das viagens para Fuji Speedway (26 de setembro) e Bahrein (20 de novembro), sendo todas competições de seis horas.