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  • C3 Rally 2: a evolução da arma francesa para os ralis

    Nova denominação, novo visual e nova imagem gráfica: o C3 Rally2 de 2021 traduz uma importante evolução face ao antecessor.

    Em 2021, o C3 R5 evolui, tornando-se C3 Rally2, em linha com as novas denominações oficiais instituídas para as diferentes categorias dos ralis. Essa alteração de nome também se reveste de uma oportunidade para estrear uma nova identidade visual específica no C3 Rally2. Em linha com o anterior design, a nova imagem gráfica monocromática apresenta-se em vermelho e branco – as cores icónicas da “Armada Vermelha” da Citroën – sendo que o número “2” assume uma série de curvas, contracurvas e projeções, sublinhando o facto de se tratar de um carro oficial de ralis, projetado para a competição cliente, com toda a experiência das equipas Citroën.

    Essa experiência também se reflete no interminável trabalho de desenvolvimento feito no modelo. A partir de 2019 a equipa dedicou-se à homologação de uma nova subestrutura traseira com vista à melhoria da estabilidade e da sensação em travagem, ao mesmo tempo que se redesenhou um braço da suspensão traseira para aumentar, ainda mais, a fiabilidade, trabalhando-se, também, nos amortecedores para pisos de terra, para afinar o equilíbrio do carro.

    Já durante a temporada de 2020 a equipa técnica da Citroën Racing centrou grande parte das suas atenções nos amortecedores para pisos de asfalto, ao mesmo tempo que se alcançaram evoluções para proporcionar um melhor feedback em condições de baixa aderência.

    Jean-François Grandclaudon, Diretor Técnico do Project C3 Rally2, lembra que “Desde a sua introdução em 2017, temos trabalhado constantemente e acumulado milhares de quilómetros na estrada, que nos permitem oferecer aos nossos clientes um carro cada vez mais rápido, adequado a todos os tipos de pilotos e com custos de exploração controlados. Na temporada que agora terminou foi feito ainda mais trabalho com os nossos dois pilotos de testes, o Mads Østberg na terra e o Yoann Bonato em asfalto. Ao longo dos últimos dois anos, o carro evoluiu muito, fruto, em especial, de uma série de componentes que não necessitaram de homologação, tendo os nossos esforços sido recompensados com diversos títulos nacionais e mundiais conquistados este ano, em importantes campeonatos. Não há necessidade de fazer uma revolução no C3 Rally2 de 2021. Vamos continuar a evoluir a excelente base que temos, robusta e rápida, tentando melhorá-la onde pudermos. Embora o desenvolvimento seja um processo interminável, estamos entusiasmados com a perspetiva de observar a performance dos nossos clientes com este carro, com estes upgrades.”

    Quanto a 2021, o novo ano assenta no desenvolvimento do novo C3 Rally2, sendo sete as atualizações técnicas planeadas para o primeiro trimestre. Na sequência dos cerca de 15.000 quilómetros de testes concluídos desde o seu lançamento comercial, bem como do enorme feedback dos clientes, o modelo será evoluído em três áreas-chave: performance, custos de exploração e condução.

    Com um foco inicial na performance, no início de janeiro registar-se-á a homologação de novo software para o motor, visando aprimorar ainda mais as estratégias operacionais do motor relacionadas com as fases de arranque e de folga no acelerador. Outras atualizações surgirão no final do primeiro trimestre: uma nova asa dianteira com aerodinâmica revista, uma nova rampa do diferencial dianteiro, proporcionando uma gama mais ampla de configurações, e um pedal com repartição de travagem ajustável, proporcionando um maior conforto aos pilotos, bem como novos apoios de motor, braçadeiras das pinças traseiras e coletores de escape, parta um aumento da sua vida útil. Todos estes novos upgrades serão integrados gratuitamente em todas as unidades C3 Rally2 encomendadas desde o dia 1 de dezembro de 2020.

  • Armindo Araújo e Luís Ramalho à conversa com a VMotores e a Golo FM

    Armindo Araújo e Luís Ramalho à conversa com a VMotores e a Golo FM

    MOTORSPORT HOJE: 1ª Temporada – Episódio #80

    O nosso programa foi até à The Racing Factory para conversar com Armindo Araújo e Luís Ramalho, campeões nacionais de ralis 2020, aos comandos de um Skoda Fabia R5 EVO daquela equipa nortenha.
    Numa conversa conduzida pelo jornalista Joaquim Amândio Santos, ficamos a saber tudo sobre a época que deu o sexto título da carreira do piloto e o segundo do navegador.
    Imagens e edição de Armando Leitão, com sonoplastia de Paulo Seabra.

  • Montanha: José Carlos Magalhães levou o M3 ao pódio final dos Legends

    MOTORSPORT HOJE: 1ª Temporada – Episódio #79

    O convidado desta edição é José Carlos Magalhães.

    Piloto polivalente, tem assumido uma carreira bem sucedida na Montanha e nos Ralis, sendo ainda um dos líderes do projeto MNE Sport.Veio até ao Motorsport Hoje para conversar sobre a sua carreira com o jornalista Joaquim Amândio Santos, com especial destaque para o título de Vice-Campeão de. montanha entre os Legends.As imagens são de José Bernardo Coelho e a edição de Armando Leitão.

  • António Rodrigues: um ano de ouro na Montanha

    MOTORSPORT HOJE: 1ª Temporada – Episódio #78

    Fez uma época de 2020 simplesmente notável. No primeiro ano em que enfrentou a “tempo inteiro” o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, António Rodrigues ousou exigir um papel entre os protagonistas principais e levou o seu BRC CM 05 Evo aos títulos de vice-campeão nacional absoluto e da categoria Protótipos.

    O médico dentista de Santa Marta de Penaguião é o convidado de Joaquim Amândio Santos, num episódio com imagens de José Bernardo Coelho e edição de Armando Leitão.

  • Filipe Albuquerque volta a fazer o Campeonato do Mundo de Resistência LMP2 com a United Autosports

    Campeão do Mundo de Resistência LMP2, Campeão do European Le Mans Series e vencedor das 24h de Le Mans em 2020, Filipe Albuquerque terá em 2021 um programa desportivo ao mais alto nível no que aos Campeonatos de Resistência diz respeito: para além do Campeonato Norte Americana de Resistência já confirmado há umas semanas, é agora altura de confirmar a presença, uma vez mais, no Campeonato do Mundo de Resistência LMP2 com a United Autosports.

    Em equipa que vence, não se mexe, e Filipe volta a juntar-se a Phil Hanson na luta pela revalidação do título, a quem se junta também o jovem piloto Fábio Scherer. Numa das melhores fases da sua carreira desportiva Filipe está ciente dos desafios que tem pela frente e dos objectivos que pretende alcançar: “Depois do que conseguimos em 2020, não posso ser modesto nos objectivos para 2021: quero revalidar o Título Mundial e quero ser Campeão Norte Americano. Se será tarefa fácil?! Não, não será. Mas as dificuldades e a exigência de trabalho, nunca me assustaram. Estou ciente das condições que tenho em mãos e sei que é possível alcançar estes feitos. É com isso em mente que vou arrancar para 2021”, começou por dizer.

    Desta forma Filipe irá disputar as duas provas mais exigentes em termos mundiais: as 24h de Daytona em Janeiro, prova que já venceu por duas vezes, e as 24h de Le Mans, prova que ganhou em 2020 e que disputará pelo oitavo ano: “Acho que disputar estes dois campeonatos e estas duas provas é o sonho de qualquer piloto de resistência. Não poderia pedir melhor”, continuou.

    Com a United Autosports pelo quinto ano consecutivo e partilhando o Oreca com Phil Hanson e agora com Fábio Scherer, o piloto de Coimbra está confiante: “Que vamos estar na luta pela revalidação do título. Temos um óptimo carro, o Phil tem evoluído como nunca enquanto piloto e isso viu-se bem na época passada e o Fábio, que agora se junta à estrutura, é um piloto jovem mas rápido. Acho que temos um conjunto muito forte que vai dar muita luta em pista”, rematou.

    A disputar dois campeonatos ao longo do ano, a agenda será cheia e começa já em Janeiro com as 24h de Daytona.

  • Novo Peugeot 3008 disponivel em Portugal já em Janeiro

    O novo Peugeot 3008 chegará aos concessionários nacionais da marca francesa, em janeiro de 2021. É um lançamento aguardado de uma marca que se tornou protagonista no mercado dos SUV e de um modelo que inegavelmente assumiu o papel de referência entre os seus pares, que sempre esteve à frente do seu tempo, e que agora define o tom de uma nova era de modernidade.

    O Peugeot 3008 é um líder e uma referência no mercado dos SUV Compactos. Com mais de 800 mil unidades produzidas desde o seu lançamento, em 2016, alcança excelentes performances comerciais em Portugal, na Europa e a nível internacional, e a sua qualidade é sublinhada pela conquista de mais de 70 prémios, entre os quais os galardões de “Carro do Ano” na Europa, em Portugal e vários outros países.

    O novo modleo representa uma nova incursão no mercado, surpreendendo permanentemente os clientes, com novos e maiores argumentos de peso, como um  design inspirado, ainda mais elegante e estatutário, com uma “injeção” tecnológica de última geração, por exemplo como o novo Peugeot i-Cockpit® e o manancial ainda mais amplo de ajudas à condução com novas tecnologias, uma gama de motorizações modernas e à altura deste modelo, onde se conta a nova oferta 1.6 PureTech 180 cv EAT8, entre outras novidades.

    O novo Peugeot 3008 incorpora, na perfeição, a transição energética da Marca e apresenta, a par dos motores térmicos, motorizações híbridas Plug-in, com tração às duas ou quatro rodas, que combinam prazer de condução e eficiência.

    Para complementar a experiência que propõe aos clientes, o modelo aposta ainda numa opção inédita “Black Pack” e apresenta-se na nova estrutura da gama PEUGEOT, composta por três níveis de equipamento – Active, Allure e GT – cada um deles complementado pelos respetivos upgrades designados de “Pack”. Os preços iniciam-se nos € 32.450 para as variantes térmicas e nos € 46.635 para as variantes HYBRID (nos € 31.571 se abrangidos pelas vantagens na fiscalidade nacional).

  • FIA confirma Rally Serras de Fafe e Felgueiras na abertura do ERC em Março

    Edição 2021 apresentará diversas novidades com a introdução de algumas classificativas novas, uma das quais em Boticas.

    O Conselho Mundial da FIA (Federação Internacional do Desporto Automóvel) já aprovou o calendário do ERC (European Rally Championship), confirmando o Rally Serras de Fafe e Felgueiras, de 12 a 14 de março próximo, como a primeira das oito provas de 2021. O rali organizado pelo Demoporto – Clube de Desportos Motorizados do Porto sucede ao “Fafe Montelongo” que nos passados dias 3 e 4 de outubro, em pisos de asfalto, integrou o Europeu.  Agora, o “Serras de Fafe e Felgueiras” vai correr-se em classificativas de terra, tal como sucederá no ano seguinte.

    “O contrato assinado com o promotor [Eurosport Events] já previa que em 2021 e 2022 a prova decorra em pisos de terra e essa foi uma das condições estabelecidas quando aceitámos, este ano, organizar o Rally Fafe Montelongo em asfalto, que na altura era a única hipótese que tínhamos para integrar o ERC.  É uma longa história que começou em 2018, quando surgiu a possibilidade de o rali fazer parte do Europeu e as conversações mantiveram-se em 2019, até que em junho deste ano ficou decidido avançar com um rali de asfalto, para nos dois anos seguintes passar a piso de terra”, explica Carlos Cruz, presidente do Demoporto.

    A edição 2021 do Rally Serras de Fafe e Felgueiras, cuja prova estará na estrada sábado e domingo (13 e 14 de março), já se encontra delineada, apresentando um total de 14 classificativas, 7 das quais diferentes, repartidas entre aqueles dois dias.

    Sem entrar em grandes detalhes, Carlos Cruz adiantou que o regulamento da prova já foi encaminhado para a FIA, para aprovação: “O Rally Serras de Fafe e Felgueiras do próximo ano será alargado a mais concelhos, como Vieira do Minho e Boticas. Há várias novidades, como é o caso de classificativas completamente novas. Mesmo em Felgueiras, uma das ‘especiais’ apresentará alterações”, acrescentou aquele responsável.

  • Adruzilo Lopes coloca pneus Kumho no 8º lugar absoluto do Campeonato de Portugal de Ralis

    A façanha torna-se ainda a mais relevante pois o lugar alcançado corresponde ao primeiro entre os que não utilizaram viaturas R5. E apenas só a ausência em algumas provas impediu o piloto de juntar a este resultado o título entre os RC2N.

    A época começou logo da melhor forma, com a conquista do triunfo entre os RC2N no Rally Serras de Fafe e Felgueiras, impondo assim Adruzilo Lopes os pneus Kumho nos desafiantes pisos de terra nortenhos, realizando aos comandos do Mitsubishi EVO IX da Domingos Sport uma fantástica exibição que foi ainda coroada com um 8º posto entre todos os concorrentes do campeonato.

    O calendário competitivo do piloto só teria recomeço no Rai Vinho Madeira, onde Adruzilo Lopes optou por alinhar com um Peugeot 208 VTi R2. Acompanhado, como sempre, pelo navegador Paulo Silva, viu a sua prova muito condicionada por problemas de motor no primeiro dia. Mesmo assim, venceu três especiais entre os 2R2M ao longo do rali e conseguiu ser 9º classificado na luta pelos pontos pelo campeonato principal.

    O Mitsubishi EVO IX regressou às lides no Rai Alto Tâmega e Adruzilo Lopes não deu veleidades aos adversários do Grupo RC2N, vencendo e juntando a esse feito mais um 8º lugar nas contas da geral do CPR.

    Já o Rali Vidreiro teria um desfecho precoce e trágico que abalou todos quantos fazem parte do CPR. No momento em que o mesmo foi interrompido, Adruzilo Lopes era 9º da geral e liderava o grupo, sendo esses os resultados que viriam a ser homologados.

    Na terra se iniciou a época de 2020, na terra a mesma teve o seu fim. O Rali Terras D’Aboboreira foi o palco de uma prova magnífica e onde o piloto Kuhmo voltou a puxar dos galões e a assinar uma “faena” impressionante, fechando o campeonato com um brilhante 8º posto e mais uma vitória no grupo.

    No balanço final da época, ficam assim as 4 vitórias no Grupo RC2N e o pleno de presenças dentro do Top 10 absoluto do CPR. A isto se junta o facto de ser o piloto melhor classificado na geral final, entre os que não usaram os R5 como arma competitiva.

    Para Alfonso Salgueiro, diretor geral da ASR Tyres, empresa representante da Kumho Motorsport na Península Ibérica, estes resultados “são notáveis e sendo muito frutos do mérito do piloto, revelam também a competitividade dos pneus Kumho nas mais diversas condições e pisos e o esforço que a ASR Tyres tem feito, em conjunto com a Kumho, para evoluir e aumentar a nossa aposta e presença no desporto automóvel”.

    O responsável galego considera ainda que “esta parceria com o Adruzilo Lopes foi muito importante não apenas pelos excelentes resultados, mas também pelo enorme trabalho de desenvolvimento dos pneus que que com ele efetuamos, a exemplo do que temos vindo a fazer com pilotos consagrados nos diferentes mercados europeus onde estamos presentes”.

    Alfonso Salgueiro garante que “vamos continuar em 2021 a apostar neste tipo de parcerias, estando a ser preparado um plano que aumentará muito mais o nosso esforço no Motorsport!”.  

  • Pedro Salvador volta a conquistar a Super Seven by Toyo Tires

    Foi renhido! Pedro Salvador voltou a sagrar-se Campeão da Super Seven by Toyo Tires, competição que teve o seu epílogo no último fim-de-semana, no mítico Autódromo do Estoril, onde o pluricampeão oriundo de Chaves superou a concorrência para voltar a celebrar um título.

    Numa temporada atípica, marcada por diversas alterações de calendário devido à pandemia de Covid-19 que atravessamos, Pedro Salvador chegou à última ronda da competição organizada pela CRM Motorsport na segunda posição do Campeonato. Com corridas disputadas até ao último centímetro, como comprova a necessidade de recurso ao photo-finish em duas das últimas provas disputadas no passado fim-de-semana, Pedro Salvador mostrou a sua garra para subir ao lugar mais alto do pódio final. “Foi sem dúvida uma temporada diferente do habitual, mas que mostrou a forma como o desporto motorizado se organizou para conseguir realizar os campeonato de forma rigorosa e segura. Desportivamente, conseguimos novo título que muitos nos enche de orgulho, mas queríamos destacar a fantástica prestação dos nossos adversários, com destaque para o José Carlos Pires, que valorizaram em muito esta vitória”, destacou o piloto flaviense, antes de agradecer o “excelente trabalho de toda a equipa Speedy Motorsport na preparação do Caterham 420R ao longo da temporada.”

    Num ano marcado pelas dificuldades generalizadas nos mais diversos setores, os Super Seven mostraram toda a sua competitividad e acessibilidade, como comprovam os recordes de inscritos no passado fim-de-semana no Estoril. Isso deixa Pedro Salvador bastante confiante para o futuro: “A modalidade mostrou competitividade e um número de inscritos bastante interessante, o que acaba por valorizar a presença dos nossos patrocinadores sem o qual não seria possível participarmos e vencermos esta competição”, explicou o piloto antes de parabenizar “todos os pilotos que correram pela Speedy Motorsport nesta temporada por todos os triunfos e títulos alcançados. Que venha 2021!!”

  • Tiago Ribeiro conquista título nos Legends L2000

    Liderando o campeonato à entrada da última e decisiva jornada, o piloto almejou segurar de forma notável a posição e sagrar-se campeão.

    Com a ultima prova do campeonato a ser disputada no Autódromo do Estoril e os pontos do campeonato em disputa a multiplicarem por 1,5, estava tudo em aberto na entrada para derradeira jornada em termos de luta pelo titulo, apesar da vantagem pontual de Tiago Ribeiro de 34 pontos para o segundo classificado. 

    Com condições atmosféricas adversas, com muita chuva e algum vento, estavam reunidas condições para que surpresas pudessem acontecer na classificação final do campeonato. E assim foi. Logo na qualificação o andamento do Honda Integra Type R da Ciberfix não conseguiu os resultados habituais e o andamento estava bem aquém das provas anteriores, em que a pole entre os L2000 havia sido conquistada em todas elas. 

    As duas corridas de Sábado e Domingo decorreram de forma bem distinta. Se na primeira as coisas não correram bem, a segunda deu a Tiago Ribeiro e à MartinsSpeed o tão desejado titulo de campeão, e logo à primeira tentativa depois de em 2019 ter vencido as duas únicas corridas em que participou.

    No final, Tiago Ribeiro lembrou as dificuldades sentidas até porque “os problemas encontrados nesta ultima prova tiveram origem em Portimão. Aí conseguimos, com pneus de chuva de qualidade muito inferior, ficar em segundo e primeiro nas corrida 1 e 2 respectivamente. Com um asfalto completamente diferente no Estoril, os pneus correctos têm um “grip” muito superior comparativamente a Portimão. Como decidimos não fazer o investimento por razão de contenção de custos, fizemos simplesmente uma das corridas mais frustrantes de que tenho memória. Na corrida 1 não aguentava atrás do meu Integra quem quer que fosse, dada a total ausência de aderência. Dado que a pontuação valia este fim de semana mais 50% que a pontuação normal, vi os meus adversários aproximarem-se em termos pontuais, pois apenas havia conseguido o sexto lugar na primeira prova. Tive assim que fazer o investimento que tinha evitado até então e no Sábado vi-me obrigado a fazer alguns quilómetros extra para ir buscar os pneus correctos. Para a segunda corrida e já devidamente “calçado”, mesmo que sem qualquer tipo de ajuste do carro, julgo que tirámos ao melhor tempo da primeira corrida quase 4 segundos na primeira volta lançada. Parecia que estava a conduzir em piso seco. Com um andamento bem diferente e partindo de 10º lugar chegámos à terceira volta a liderar os L2000, segundo nos L99 e quinto à geral, conquistando assim o objectivo de toda a época”.

    Apesar da conquista do campeonato o piloto sente que “que poderíamos ter feito muito melhor em termos de L99. As três provas à chuva, em que utilizámos pneus com menor performance, foram marcantes na classificação final nesta categoria. Tentaremos fazer melhor em 2021.  Gostaria de fazer alguns agradecimentos na conquista deste titulo: á MartinsSpeed pela excelente colaboração, profissionalismo e espirito de companheirismo que ali se vive. Palavra especial ao Luís Pedro Martins pelo seu espirito combativo e guerreiro. Aos meus patrocinadores Ciberfix e Quinta da Pitarrela. Nota de máxima para a organização da competição por parte da ANPAC. Trabalho absolutamente singular, principalmente num ano com tantos desafios!”