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  • Ford e Hermotor apoiam “Frota Solidária” Montepio

    A Ford e a Hermotor foram os parceiros escolhidos pela Fundação Montepio para participar na edição deste ano do projeto “Frota Solidária”.

    O Concessionário Hermotor, por intermédio do administrador Raúl Herculano, e a Ford, representada por Luís Maria, Coordenador de Vendas de Frotas, entregaram à Fundação Montepio as 15 Ford Transit Custom Kombi, vendidas em condições especiais, numa cerimónia que decorreu no Palácio de Porto Covo, em Lisboa. As Transit Custom Kombi foram transformadas pela empresa especializada Auto Ribeiro, ficando dotadas de equipamentos relevantes e melhor adaptadas para o desempenho das suas funções.

    A Fundação, por sua vez, ofereceu os veículos a um igual número de Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) numa cerimónia que decorreu no Parque de Estacionamento das Docas de Santo Amaro. As 15 IPSS que receberam as chaves das suas carrinhas terão agora mais uma ferramenta para combater a exclusão social, que se observa em muitos pontos do país, e chegar a quem mais precisa: deficientes, crianças e jovens provenientes de meios desfavoráveis e idosos que não têm meios, nem rede de apoio.

    As IPSS beneficiárias são: Santa Casa da Misericórdia de Vagos, Santa Casa da Misericórdia de Boticas, Santa Casa da Misericórdia do Marco de Canaveses, Associação de Solidariedade Social Nª Sra. Do Mar, Centro Social da Paróquia de S. Lázaro, Engenho – Associação Desenvolvimento Local do Vale do Este, Centro Social N. Sra. Das Neves de Malpica do Tejo, Centro Social da Qta. Do Monterroso da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de S. Romão, Amitei – Associação de Solidariedade Social de Marrazes, Kastelo – Associação No Meio do Nada, Centro de Reformados e Idosos do Vale da Amoreira, Centro Social Paroquial de Deão, Associação de Solidariedade Social, Recreativa e Desportiva da Freguesia de Vila Chã de Sá, CERCIGUI – Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos com Incapacidades de Guimarães, CRL e o Patronato de Nossa Senhora da Bonança.

    Nas palavras de Raul Herculano, administrador da Hermotor, “Estas unidades entregues hoje à Frota Solidária Montepio são resultado da parceria estabelecida entre a Hermotor e a Auto Ribeiro. Estas IPSS ficam hoje melhor servidas com este produto Ford, que apresenta grandes inovações tecnológicas e se traduzirão em poupanças significativas na sua utilização diária”.

  • Eva Laranjeira no Motorsport Hoje da VMotores

    Não há muitas mulheres no automobilismo e o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group não é exceção. Gabriela Correia é porventura o rosto feminino mais conhecido da competição, mas há outra piloto a subir as rampas deste país. É Eva Laranjeira, originária de Setúbal mas a residir no norte.

    Fomos conhecer melhor quem é esta ‘volante’ da MNE Sport, terceira na Taça de Portugal de Montanha 1300, após uma época conturbada devido à pandemia, mas “muito interessante e muito gratificante” para a própria. “Foi um desafio que me foi lançado”, começa por explica Eva, referindo-se à forma como chegou à modalidade. “Numa fase inicial fiquei um pouco apreensiva. E refleti se devia ‘abraçar’ o desafio ou não. E não podia estar mais feliz por ter aceite, e fiquei feliz. Embora o fecho da época tenha sido esta obra de arte ali exposta, foi muito positivo e estou obviamente muito feliz por ter terminado no terceiro lugar da Taça”, afirmou apontando para o capô do seu carro danificado na Rampa da Arrábida.

    O marido da piloto da MNE Sport, José Carlos Magalhães, foi quem ‘pegou o bichinho’ dos automóveis a Eva Laranjeira. “Fiz umas experiências com o José ao lado. Umas ‘brincadeiras’ e desafiei-o a fazer umas provas, umas super-especiais. E aquilo acabou por despertar em mim uma curiosidade extra, que até à data não tinha. Depois com o desafio que ele me lançou, foi o juntar de dois pontos que fez com que este ‘bichinho’ se tornasse em algo mais, que me fez dar o passo para me sentar ao volante”, explica.

    Eva Laranjeira tomou alguns cuidados neste início de carreira, pois “é muito fácil quem inicia se entusiasmar”. E acentua: “Fui sempre recordando isso, tendo sempre o apoio da equipa, porque tem mais experiência, para me dar uma linha de orientação, para refrearmos um bocado aquilo que é o entusiasmo natural que possamos ter. Obviamente que há sempre um trabalho contínuo que devemos ter. Há muitas cautelas que temos que manter”.

    A estreia em Murça

    A Rampa Porca de Murça foi um momento marcante para a piloto sadina, pois foi a sua estreia na Montanha. O nervosismo era enorme, mas Eva não o mostrou: “Tenho uma capacidade de exteriorizar pouco. Aparentemente estava calma. Mas obviamente que não estava. Foi um turbilhão de emoções. Um nervoso miudinho. Quando saí da assistência, sentada no carro e em direção à linha de partida , não pensei em nada. Ia com o objetivo de chegar, arrancar e tudo mais. Quando me vi parada, a olhar para as luzes vermelhas, a saber que iam passar para verde e tinha de arrancar, por momentos pensei; o que é que estou aqui a fazer? Que loucura !”.

    “Mas no momento em que a luz passa a verde… não sei. Há algo em nós que nos munimos de uma concentração. E foi o que eu fiz. Pensei no objetivo final. Quis chegar ao fim naquela primeira subida. Pensei em tudo o que o José me tinha dito quando nós passamos na rampa para treinar, em todas as linhas de orientação que ele também me tinha dado. Aqueles pequenos detalhes…. No poste metes aquela mudança… Aqui travas… Aqui aceleras. Portanto tinha tudo isso na cabeça. Aquela questão de nós decorarmos a rampa. Um principiante, por mais que possa acreditar que consiga decorar, ao fim da segunda curva já não sabia onde estava. Eram aqueles pontos de referência…e quando cheguei ao fim era um sentimento de adrenalina e de missão cumprida. Ficará sempre gravado para mim aquela rampa, porque foi a primeira. Digo sempre que aquela rampa é a minha preferida, embora não tenha feito muitas. Foi o início de um desafio, de um projeto e nunca me esquecerei desse primeiro dia”, recorda a piloto da MNE Sport.

    A segunda prova de Eva Laranjeira foi a Rampa Serra da Estrela, onde foi encontrar o ponto mais alto de Portugal Continental e também um percurso extenso: “Foi uma prova muito positiva. Tivemos muito tempo parados entre a primeira rampa e a segunda e isso, para mim que era uma estreante, não ajudou muito. Por isso o sentimento na primeira subida era quase como se estivesse a começar outra vez. Era como fosse tudo novo. A rampa é lindíssima. O percurso é fantástico. Adorei a rampa. Gostei do facto de ser um pouco mais longa do que as outras. Foi muito desafiante. Senti-me muito bem com aquilo que fiz. Avalio-me muito pessoalmente. Muito mais do que olhar propriamente para o ‘ranking’ e para os tempos. Desafio-me a melhorar em cada subida. E isso foi um objetivo que consegui atingir na Serra da Estrela. Foi superar-me sempre em cada subida. Terminei a rampa muito satisfeita com aquilo que tinha feito”.

    Correr em casa e acidente

    Depois competir na terra que a viu ‘nascer’ no final do campeonato, na Rampa Pêquêpê Arrábida, acabou por ser especial para Eva. “Foi muito gratificante ter a possibilidade de correr. Com a diminuição de provas sei que o Clube de Motorismo de Setúbal fez um esforço enorme para conseguir levar avante a realização da rampa. E fiquei muito feliz quando percebi que efetivamente a rampa ia existir e que ia à minha terra-natal, a um sítio que eu conheço, fazer aquilo que hoje em dia é uma paixão, que é correr na montanha”, sublinha. O evento começou bem: “Tive no primeiro dia de prova um misto de sentimentos. O que prevalecia era o facto de estar em casa. Estava muito feliz por estar a fazer aquela rampa”.

    Depois uma saída de pista deixou as suas marcas, sobretudo nos rails, já que a piloto saiu ilesa do seu Fiat Uno, cujo capô amolgado acabou por ser um ‘souvenir’ do acidente. “Foi logo na primeira subida de domingo. Obviamente que as condições atmosféricas estavam diferentes. Ia com alguma cautela, porque o piso estava molhado. E numa das curvas, já quase no final, quase a chegar à meta, tive uma pequena distração de trajetória, e ao tentar corrigir o carro fugiu-me de traseira, fiz ‘chicote’. Não tive margem para qualquer reação e embati nas barreiras de cimento que ali existiam. E terminou assim a minha subida nessa curva número 16 do percurso”.

    O facto de, mesmo apesar do acidente, levar para casa o troféu de terceira classificada da Taça 1300 significa para Eva Laranjeira “o dever cumprido”. Pois aceitou o desafio que lhe foi colocado e ainda por cima no pódio do campeonato. “Por isso não podia deixar de me sentir extremamente feliz. Obviamente que isso me traz muito alento para 2021, que me traz mais determinação. Claro que é uma satisfação enorme partilhar este sucesso com o resto da equipa. Sei que para ela também é gratificante, porque me apoiaram muito, me incentivaram muito, porque me ajudaram muito neste percurso. E obviamente que este resultado não é mérito só meu. É mérito de um conjunto de pessoas, que faz parte da equipa MNE Sport”.

    Mudar para o Grande Punto

    Para próxima época a piloto sadina vai fazer um ‘upgrade’, mudando para um mais moderno Fiat Grande Punto. Levando a ‘brincar’ um pouco com o acidente da Rampa da Arrábida. “Por acaso não”, responde sobre a provocação de que teria sido uma forma de pedir a José Carlos Magalhães um carro novo. “O plano traçado – até porque este ano deveríamos ter oito rampas – era de continuar em 2021 com o Uno. Para ter a evolução gradual. A evolução que para mim faz sentido, e seria lógica. Com o que aconteceu na Rampa da Arrábida tivemos que reestruturar aquele que era o nosso plano inicial. E tivemos de decidir o que iríamos fazer em 2021. E efetivamente o carro vai ser diferente, e vai ser um novo desafio, uma nova aprendizagem, mas na qual estou extremamente confiante”, explica Eva Laranjeira.

    Sobre o Grande Punto a utilizar na próxima época a piloto da MNE Sport diz tratar-se de “um carro mais robusto, muito bem preparado, tem uma ‘coque’ Abarth. É um carro que correu com a equipa italiana, vem muito bem preparado, tem excelentes travões. Tem tudo aquilo que consideramos necessário e fundamental em termos de segurança”. Sendo que Eva reconhece que “traz alguns desafios, porque é mais pesado”. Também salienta: “Vou correr nos 1300 e isto acresce o desafio, porque vai ser uma aprendizagem. Mas é um carro que nós já conhecemos bem. Com um chassis fantástico, que me vai ajudar, garantidamente, a evoluir, espero eu, com alguma rapidez”.

    O facto de cada vez mais mulheres ‘abraçarem’ o automobilismo é visto por Eva Laranjeira como uma situação natural. “Acho muito positivo. Não existe nada que seja só de homens nem que seja só de mulheres. O automobilismo na minha opinião não é diferente”, frisa a piloto. Que refere também: “Obviamente que vemos uma esmagadora maioria de homens neste desporto, mas vão aparecendo cada vez mais mulheres. Fui muito bem recebida neste meio. Fui muito acarinhada por todas as pessoas. Em todas as provas em que estivemos tive sempre o privilégio de me darem muito apoio, muito entusiasmo, sempre com uma energia muito positiva. E isso também destaca a ‘família’ da montanha, em que temos uma proximidade um bocado diferente. Quando cheguei senti isso ‘na pele’. Algo de que ouvia falar, mas que não tinha sentido antes, mas que efetivamente este ano senti”.

    Mãe, gestora, piloto e a MNE Sport W

    Ser mãe, gestora e piloto é algo que Eva aprendeu a conciliar ao longo deste conturbado ano de 2020. Algo que admite nem sempre ser fácil. “É um desafio. É preciso um ritmo muito elevado. É preciso sermos muito focados, muito organizados. Conciliar a vida profissional com a vida familiar, com o desporto automóvel é uma gestão minuciosa de minutos ao longo do dia. Mas em termos profissionais tenho uma realidade muito positiva, que me permite de alguma forma facilitar esta gestão em termos de tempo. Familiarmente somos um furacão, com uma energia muito própria e é isso que efetivamente nos alavanca para conseguirmos ter disponibilidade, energia e vontade de nos dedicarmos a esta paixão do desporto automóvel”, observa.

    Uma das novidades para o futuro da MNE Sport é o facto do projeto poder vir a contemplar mais senhoras. Uma ideia que piloto de Setúbal explicou: “Delineei e partilhei a ideia com a equipa, que a ‘abraçou. Eu, enquanto mulher que entrou no automobilismo, penso muito e estou sempre a magicar uma série de coisas e surgiu a ideia de criar uma equipa feminina. Porque não ‘abraçar uma fação que está desequilibrada, entre homens e mulheres, e acho muito interessante que eu sendo mulher desenvolver um projeto – e ele está definido, inclusive no tempo, porque não é algo que se consiga fazer de um dia para o outro – que é criar a MNE Sport W, de Women. E isso será a base de todo o trabalho”. “Nós temos os meios para que isso aconteça. E o objetivo é buscar senhoras/meninas que já tenham alguma noção de automobilismo, do karting, por exemplo, e trazê-las para a nossa equipa. E até 2025 eu quero ter efetivamente a MNE Sport W, com uma equipa constituída por mulheres”, refere também.

    Eva Laranjeira está para já a competir na Montanha, mas acredita que no futuro poderá “dar uma perninha” noutra especialidade do automobilismo. “A minha rampa de lançamento foi a Montanha. Há outras modalidades que me suscitam alguma curiosidade, que gostava de experimentar. Por isso sim, sem dúvida, que no futuro irei experimentar algo mais”.

  • Soc. Com. C. Santos “liga” Porto à tomada com evento plug-in

    O showroom da Sociedade Comercial C. Santos na Boavista recebe, até 23 de dezembro, a ação Plug-In NOW!. Esta iniciativa dedicada aos híbridos plug-in, que têm benefícios fiscais para particulares e empresas, reúne vários modelos da gama Mercedes-Benz com esta tecnologia, podendo os interessados conduzir duas unidades.

    A família Plug-in Hybrid Mercedes-Benz continua a crescer. Do Classe A ao Classe S, a diesel e gasolina, esta gama combina o melhor de dois mundos: a eficiência ecológica de um automóvel elétrico e a autonomia de um motor de última geração a combustão. Destaque para o facto da Mercedes-Benz ser a única marca com oferta Plug-in Hybrid diesel do mercado.

    Os dois veículos Mercedes-Benz disponíveis para test-drive na ação Plug-in NOW! são, precisamente, híbridos plug-in diesel, um Classe E 300de e um Classe C 300de. Quem passar pelo showroom da Sociedade Comercial C. Santos na Boavista pode, ao todo, ver de perto cinco modelos Plug In Hybrid Mercedes-Benz, com A 250e (híbrido plug-in a gasolina), B 250e (híbrido plug-in a gasolina) e C 300e (híbrido plug-in a gasolina) a juntarem-se aos já citados dois automóveis que podem ser conduzidos pelos interessados.

    Tecnologia-ponte para eletrificação

    Ao todo, a gama híbrida plug-in da Mercedes-Benz inclui 15 modelos, com tendência para aumentar. Esta tecnologia é uma ponte para o caminho de eletrificação por que o setor automóvel está a passar no sentido de reduzir a pegada ambiental. Os híbridos plug-in, recorde-se, podem ser usados como um modelo totalmente elétrico durante largas dezenas de km e, uma vez que a bateria atinge o limite mínimo, funcionam com o sistema híbrido, combinando os dois motores (elétrico e combustão). Além de reduzir a ansiedade de encontrar de imediatamente um ponto de carregamento, esta tecnologia tem autonomia em modo 100% elétricos superior à quilometragem média diária feita na Europa.

    Com efeito, a atual gama Plug-In Hybrid Mercedes-Benz oferece autonomias em modo totalmente elétrico entre 45 e 95 km. O novo Classe S receberá, em 2021, uma variante híbrida plug-in que se aproxima da barreira psicológica dos 100 km em modo elétrico.

    Showroom simbólico

    Recentemente alvo de uma remodelação, o showroom da Boavista, que em 2020 cumpre 30 anos de existência (foi inaugurado em 1990), apresenta-se como um cartão de visita do concessionário Mercedes-Benz e smart. É um espaço simbólico para a Sociedade Comercial C. Santos. Além disso, aquela zona da cidade do Porto tem um impacto especial em todos os apaixonados por automóveis, dado que foi “casa” do mítico Circuito da Boavista durante várias décadas do século XX e com reedições já neste século.

  • Super Seven by Toyo Tires elegeu campeões 2020 no Estoril Racing Festival

    Pedro Salvador e Bernardo Bello revalidaram o título obtido na temporada transacta nas categorias 420R e S1600 Pro. Frederico Brion Sanches festejou a consagração na categoria Business. Chuva trouxe emoção ao derradeiro fim-de-semana do ano, que contou com 6 fantásticas corridas

    Foi um fim-de-semana em cheio. Pleno no número de corridas (6), mas também na qualidade das batalhas em pista que tiveram lugar no traçado emblemático do Circuito do Estoril ao longo dos três dias do Estoril Racing Festival — evento da CRM Motorsport promovido em parceria com o Motor Clube do Estoril e que celebrou a sua 10ª edição neste ano de 2020. Foi, também, um ano atípico, pelas razões que se conhecem. Mas cujo impacto em nada hipotecou a conhecida espetacularidade (e o enorme cavalheirismo) que se vive nas corridas do Super Seven by Toyo Tires. Razões que levam Tiago Raposo Magalhães a fazer a seguinte homenagem:

    “Antes dos resultados e dos parabéns aos campeões, quero vincar um merecido ‘obrigado!’ aos pilotos e equipas do Troféu, bem como a todo o staff, por terem levado a nossa competição a bom-porto e por continuarem a brindar a família Super Seven com a sua amizade”, destaca o CEO da CRM Motorsport.

    No plano desportivo, após seis brilhantes corridas, há naturalmente que destacar a revalidação dos títulos conquistados na época transata por Pedro Salvador e Bernardo Bello na categoria 420R e S1600 Pro, respetivamente, bem como a consagração de Frederico Brion Sanches na classe S1600 Business.

    Mas também enaltecer a enorme competitividade que marcou esta passagem pelo Estoril Racing Festival: das três pole-positions de Gonçalo Lobo do Vale na categoria 420R ao brilhante desempenho que o piloto da BCM Sports evidenciou na segunda corrida de sábado, perdendo aquele que seria o seu primeiro triunfo de 2020 mesmo ao cair do pano.

    Ou a força mental de José Carlos Pires, que respondeu aos dois triunfos consecutivos de Pedro Salvador nas corridas 1 e 2 que tiveram lugar no sábado com uma garra inacreditável, vencendo ao “photo-finish” a terceira contenda do fim-de-semana por meros 35 milésimos de segundo! Do mesmo modo, a resposta de Pedro Salvador na 2ª corrida de Domingo (a 5ª do programa desportivo), num movimento tirado a papel químico (saída forte na zona da Parabólica) que lhe permitiu superar o seu grande rival desta temporada por apenas 44 milésimos. Tudo num confronto em que os 6 primeiros terminaram separados por irrisórios 1,5 segundos!

    Há ainda que destacar o melhor resultado da época para Nuno Afonso (4º classificado na Corrida 5) e Daniel González-Vallinas (8º na corrida 6), os regressos saudosos e bem-sucedidos de Nuno Pires, Ricardo Rajani, Rui Silva e André Correia entre os 420R e de António Nunes Almeida na S1600 Pro, o excelente andamento de Paulo Macedo ao longo desta prova e ainda os dois triunfos de Pedro Lacerda na S1600 Pro e de Bruno Martins na S1600 Business.

    Apesar de beneficiar do azar que se abateu sobre os seus principais opositores (João Rebelo Martins e Bruno Martins) ao longo deste Estoril Racing Festival, Frederico Brion Sanches é um justo vencedor da categoria Business. Já Bernardo Bello deu mais uma prova cabal de que se encontra preparado para outros voos, pela velocidade e garra demonstradas em pista — um repto que seguramente seria bem acolhido pelos participantes da categoria 420R.

    Na mais potente das classes do Super Seven by Toyo Tires, assistimos à emoção de sempre e à presença sistemática de 10 potenciais candidatos ao pódio, além dos nomes já referidos: Diogo Tavares, Diogo Costa, J. J. Magalhães, Sérgio Saraiva e David Saraiva — um quinteto que dispensa apresentações e que não raras vezes colocou o atual campeão e vice-campeão da classe em apuros ao longo desta temporada.

    “Parabéns, também por isso, à Speedy Motorsport, que celebrou 4 triunfos na categoria 420R e outros três na S1600 Business. Mas igualmente a todas as equipas que dão corpo a este Troféu: Atomic-Mageltech, BCM Sports, BS Motorsport, Garagem 19, Teaam Nuoorte e a própria estrutura de competição da CRM Motorsport”, reforça Tiago Raposo Magalhães. Porque a família não se esgota nos vencedores e nos que se destacaram na derradeira prova do ano, o promotor do Troféu de maior longevidade do automobilismo nacional faz uma menção especial para os restantes pilotos que participaram na 12ª época da história do Super Seven by Toyo Tires, “nomeadamente Luís Calheiros Ferreira, Paulo Costa, Duarte Lisboa, Luís Lisboa, José Kol Almeida, Nélson Gomes, Ricardo Araújo, Tiago Sousa, André Matos, José Maria Marreiros, Manuel Fernandes, Francisco Figueiredo, Miguel Couceiro, Fernando Costa e Filipe Graça”.

    Na opinião do responsável da CRM Motorsport, “não havia uma melhor forma de terminar a época. Seis corridas, duas delas com, muito provavelmente, as menores diferenças de sempre entre o 1º e o 2º classificado — 35 e 44 milésimos de segundo —; 7 vencedores distintos e 14 pilotos a subirem ao pódio. Numa palavra, brilhante!”, assegura.

    “Parabéns ao Speedy Salvador, que uma vez mais provou a sua qualidade ao volante na categoria 420R, ao José Carlos e à sua equipa pela excelente réplica que deram ao camisola amarela, ao Bernardo Bello por ter celebrado o bicampeonato na S1600 Pro e ao Francisco e à BS Motorsport por terem assegurado o título reservado à classe Business. Tenho a certeza de que 2021 será igual ou melhor, e é com esse espírito que todos na CRM Motorsport já se encontram a preparar a próxima temporada!”, concluiu.

  • Clássicos: Rui Alves vence a última prova de 2020. Luís Alegria liderou entre os 1300

    O Ford Escort RS 1600 de Rui Alves venceu a segunda corrida dos Clássicos disputada no âmbito do Estoril Racing Festival, a última de 2020. Luís Alegria (Datsun 1200) ganhou entre os Clássicos 1300 reclamando o título de campeão da categoria.

    O Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos e Clássicos 1300 teve o seu epílogo no Autódromo do Estoril com a derradeira corrida de 2020 a ser ganha por Rui Alves ao volante do muito bem preparado Ford Escort RS 1600. No segundo lugar ficou outro Ford Escort RS 1600, desta feita pilotado por Joaquim Jorge, enquanto em terceiro ficou outro Escort RS, desta feita uma versão de Gr.5, pilotado por João Cruz. A quarta posição ficou na posse do BMW 323i de Jorge Cruz. A fechar os cinco primeiros e com a vitória entre os Clássicos 1300, ficou o Datsun 1200 de Luís Alegria.

    A derradeira corrida dos Clássicos e Clássicos 1300 do Estoril Racing Festival conheceu forte animação, com lutas em todo o pelotão e alguns dos Clássicos a não suportarem as agruras da competição.

    Na frente, Rui Alves foi pressionando João Macedo Silva até que o belo Porsche 911 RSR laranja decidiu amuar e partir um elemento da transmissão, deixando o seu piloto apeado. Com o Escort a funcionar de forma perfeita, Rui Alves sacudiu a pressão de Joaquim Jorge e levou o Escoret RS 1600 até á bandeira de xadrez, reclamando uma saborosa vitória.

    Pelo caminho, além do Porsche de João Macedo Silva, ficou o belo De Tomaso Pantera de Pedro Resende, parado nas boxes com um problema mecânico logo na primeira volta da corrida. Aliás, esta derradeira prova dos Clássicos e Clássicos 1300 foi fértil em paragens nas boxes. Pedro Resende, como referido, foi o primeiro, seguido do Porsche 911 de Mário Meireles, do espetacular Porsche 934 Turbo de Pedro Bethencourt e do Escort RS de António Soares. Também o Mini de Tiago Fino Vitorino fez uma passagem pelas boxes.

    Entre os Clássicos 1300, Luís Alegria não teve dificuldade em vencer com o seu Datsun 1200 e ainda foi capaz de reclamar um sexto lugar à geral. O seu opositor na categoria, Cândido Monteiro conheceu algumas dificuldades e terminou na 14º posição da geral.

    Destaque, ainda, para a batalha travada entre João Vieira e Pedro Poças, ambos ao volante de carros da marca de Estugarda, o primeiro com um belo 914-6 GT, o segundo com um irrequieto 924. Trocaram algumas vezes de posição, por via disso perderam o contacto com o BMW 2002 Ti de Simplício Pinto e fecharam, assim, o Top 10. O BMW 2002 Ti de Carlos Fernandes não arrancou para a prova devido a insolúveis problemas mecânicos. 

    Contas feitas às diversas classes, o Gr. 5 foi ganho por João Cruz (Ford Escort RS) seguido de Luís Nunes (Ford Escort RS), António Soares (Ford Escort RS), Tiago Fino Vitorino (Austin Mini) e Jorge Leite (Mazda RX-2). Nos H71, vitória para João Vieira (Porscdhe 916-6 GT) seguido de Cândido Monteiro (Datsun 1200), enquanto que H75, o primeiro lugar foi para Rui Alves, seguido de Joaquim Jorge, ambos em Ford Escort RS, seguidos de Luís Alegria (Datsun 1200) e de Mário Meireles (Porsche 911). Nos H81, Jorge Cruz levou o BMW 323i à vitória, seguido de Pedro Poças (Porsche 924) e Pedro Bethencourt (Porsche 934 RSR). Entre os Clássicos 1300, vitória para Luís Alegria nos H75 1300 enquanto que Cândido Monteiro venceu os H71 1300. Quanto às contas do campeonato, aguardando a oficialização da FPAK, João Cruz ganhou o título no Gr.5, Jorge Cruz foi o melhor nos H81, Carlos Barbot venceu os H71 e a Taça 1600 e Joaquim Jorge leva para casa o título dos H75. Nos 1300, Luís Alegria foi o campeão.

  • Hugo Mestre vence a última corrida dos Legends disputada no Autódromo do Estoril

    Encerrou a temporada 2020 do Campeonato de Portugal de Velocidade Legends, com Hugo Mestre a vencer a derradeira corrida realizada hoje no Autódromo do Estoril. Com o BMW 320d sem resmungos, Hugo Mestre fez um arranque cauteloso atrás de Miguel Monteiro (Volvo 850 T5), mas no final da primeira volta já tinha assumido o comando da prova, que manteve até à bandeira de xadrez.

    O segundo lugar na corrida foi para o Renault Spyder de João Luís. O piloto aproveitou as dificuldades do Volvo de Miguel Monteiro para reclamar um saboroso pódio, na frente de Nuno Figueiredo. O piloto do Volvo 850 T5 Estate aproveitou os problemas do carro de Miguel Monteiro para repetir o terceiro lugar do pódio.

    Destaque para a excelente recuperação de Joaquim Soares (BMW M3). Saindo do final da grelha de partida, recuperou várias posições até ver a bandeira de xadrez no sétimo lugar. A oposição dos Honda de Tiago Ribeiro e Hugo Branquinho não permitiu ao piloto do BMW M3 ir mais além. O Top 10 da corrida ficou fechado com Sergio Monteiro (Fiat Tipo 16V), Sérgio Pinto (Honda Civic) e Jorge Marques (Toyota Starlet 1300).

    O piloto do Toyota Starlet 1.3 esteve em excelente plano, liderou os L1300 e junto com Diogo Barros, em carro idêntico, e Nelson Silva (Peugeot 205 Rallye) ofereceram um vislumbre daquilo que podem ser as corridas com estes modelos de baixa cilindrada. É verdade que Paulo Mendes conheceu problemas e teve de passar pelas boxes, abandonando a luta pela vitória na classe e que Nelson Silva foi forçado ao abandono, mas as lutas em pista deixaram uma bela imagem sobre o potencial desta categoria.

    Igualmente espetacular foi a corrida da categoria FEUP2. Os irrequietos Fiat Punto 85 ofereceram um espetáculo à parte, particularmente João Sousa e Rui Silva. Os dois pilotos trocaram de posição dezenas de vezes, numa luta leal e muito interessante, sob o olhar atento de Tiago Lindo e Manuel Araújo. Terminaram no terceiro e quarto lugar da categoria, respetivamente, pois os dois da frente destacaram-se apesar da luta intensa que protagonizaram. Numa corrida que conheceu cinco abandonos – um deles o de António Barros (BMW M3) – referência para a resiliência de Paulo Ferraz (Renault Clio 16V) e Horst Baptista (Renault 5 GT Turbo).

    Contas feitas às diversas categorias, Hugo Mestre (BMW 320d), ganhou na Livre e João Luís (Renault Spyder) na Especial. Nos L99 ganhou Nuno Figueiredo (Volvo 850 T5 Estate) e nos L99-2000 a vitória ficou nas mãos de Tiago Ribeiro (Honda Integra Type R). Hugo Branquinho (Honda Civic) venceu os L90-2000, Jorge Marques (Toyota Starlet 1.3) ganhou no L85-1300, enquanto que João Sousa (Fiat Punto) e Gustavo Moura Jr. (Alfa Romeo 156) conquistaram a vitória, respetivamente, no FEUP2 e FEUP3.

  • Filipe Matias ganhou a primeira corrida do Estoril Racing Festival dedicada aos Legends

    Manuel Fernandes (BMW 320d) rubricou a “pole position”, mas conheceu problemas mecânicos no seu carro. A chuva foi uma constante deixando a pista muito escorregadia e traiçoeira levando a alguns despiste e à intervenção do “Safety Car”.

    Após a sessão cronometrada de ontem, Manuel Fernandes saiu para a primeira corrida a contar para o Campeonato de Portugal de Velocidade Legends, integrada no programa do Estoril Racing Festival disputado no Autódromo do Estoril, na ”pole position”. Ficou a ideia de que o BMW 320d do piloto de Vila Real fosse dominar mais uma corrida dos Legends. Mas as corridas de automóveis são férteis em reviravoltas inesperadas na narrativa das provas e foi exatamente isso que aconteceu nesta primeira manga da derradeira jornada dupla dos Legends disputada num encharcado Autódromo do Estoril.

    A muita chuva caiu de forma inclemente ao longo de toda a prova, dominada por Manuel Fernandes até ao final da primeira volta. O BMW 320d começou a dar dores de cabeça ao piloto e Filipe Matias aproveitou para assumir a liderança da prova. Porém, o piloto do Volvo 850 T5 não conseguiu manter-se na frente de Manuel Fernandes que, pouco depois, reassumiu a liderança.

    Que manteve até que o “Safety Car” teve de entrar em ação devido aos despistes de Gustavo Moura Jr. (Alfa Romeo 165) e de Jorge Marques (Toyota Starlet 1.3S). Logo na primeira volta tinha sido Joaquim Soares (BMW M3) vítima das condições terríveis devido a chuva. Pelo caminho já tinham ficado, com problemas mecânicos e parados nas boxes, Manuel Araújo (Fiat Punto 85) e Nelson Silva (Peugeot 205 Rallye). Retomada a corrida, Manuel Fernandes ficou na frente, mas o BMW 320d continuava a manifestar evidentes dificuldades e Filipe Matias fez um esforço final para subir ao degrau mais alto do pódio, o que conseguiu na derradeira volta.

    Destaque, ainda, para António Barros (BMW M3) que seguiu durante muito tempo no terceiro lugar. Porém, surpreendido pelas condições do piso acabou por errar e perdeu posições para Nuno Figueiredo (Volvo 850 T5 Estate) e para o exótico Renault Spider de João Luís. Contas feitas, vitória para Filipe Matias (Volvo 850 T5), segundo lugar para Manuel Fernandes (BMW 320d) fechando o pódio Nuno Figueiredo com o Volvo 850 T5 Estate.

    Nas diversas classes, a Livre foi ganha por Filipe Matias (Volvo 850 T5) e a Especial por João Luís (Renault Spider). A L99 teve como vencedor o BMW M3 de António Barros, enquanto que entre os L99 2000 a vitória foi para José Almeida (Honda Integra Type R). Nos L90 2000, primeiro lugar para Hugo Branquinho (Honda Civic EF3) e nos L85 1300 sucesso para Paulo Mendes (Toyota Starlet 1.3). Finalmente, no FEUP 2, vitória para João Sousa e no FEUP 3 ganhou Gustavo Moura.

  • João Macedo Silva impôs o Porsche 911 RSR na 1ª corrida do Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos e Clássicos 1300

    A primeira corrida do Estoril Racing Festival dedicada ao Campeonato de Portugal de Velocidade Clássicos e Clássicos 1300, disputada hoje no Autódromo do Estoril, teve como vencedor João Macedo e Silva ao volante do Porsche 911 RSR. Segundo lugar ficou para Rui Alves fechando o pódio Joaquim Jorge, ambos ao volante de Ford Escort RS 1600.

    Surpresa no arranque com Pedro Resende a levar o belíssimo De Tomaso Pantera à liderança da prova. João Macedo Silva recompôs-se e no final da primeira volta o piloto do Porsche 911 RSR recuperou o comando da corrida. Que manteve até á bandeira de xadrez. Atrás do Porsche laranja e ultrapassado o De Tomaso de Pedro Resende, Rui Alves (Ford Escort RS 1600) e Joaquim Jorge (Ford Escort RS 1600) entregaram-se a uma luta muito interessante. Rui Alves acabou por se superiorizar, consolidando a segunda posição na frente de Joaquim Jorge, fechando o pódio.

    Destaque, ainda, para a excelente recuperação de João Cruz (Ford Escort RS 1600) que conseguiu nos metros finais desalojar Pedro Resende do quarto lugar, ficando o piloto do De Tomaso Pantera no quinto lugar.

    Entre os Clássicos 1300, Luís Alegria (Datsun 1200) venceu sem grandes dificuldades, na frente de Cândido Monteiro (Datsun 1200), rubricando, pelo caminho, o oitavo lugar à geral.

    Nas diversas categorias, João Macedo Silva (Porsche 911 RSR) venceu os H75 e João Cruz (Ford Escort RS 1600) foi o melhor entre os pilotos do Gr.5. Nos H75 1300, vitória para Luís Alegria (Datsun 1200), enquanto nos H81 saiu vencedor Jorge Cruz (BMW 323i). Entre os H71, vitória para João Vieira (Porsche 914-6 GT).

  • Armindo Araújo e Luís Ramalho são campeões!

    Armindo Araújo e Luís Ramalho são os novos Campeões da temporada 2020 do Campeonato de Portugal de Ralis. Com o cancelamento do Rali Casinos do Algarve, a dupla do Skoda Fabia R5 EVO da equipa The Racing Factory, garante já a conquista do título, após as três vitórias alcançadas e dois segundos lugares, nos cinco melhores resultados entre os seis ralis disputados.

    Depois de em 2018 ter conseguido o quinto título absoluto, Armindo Araújo termina a temporada de 2020 com a conquista do seu hexacampeonato, destacando-se, claramente, como o piloto mais vitorioso de sempre da modalidade. No ano em que completa 20 anos de carreira, o piloto de Santo Tirso reconhece que “este título é, sem dúvida, a melhor forma de comemorar estas duas décadas onde procurei sempre lutar por conquistas. Foi um ano atípico, mas fomos a equipa que mais provas venceu, em terra e asfalto, conseguimos o maior número de pontos e demonstramos que fomos os mais competitivos.”, começou por dizer Armindo Araújo.

    Com um projecto completamente novo, mas com os mesmos objetivos de sempre, a temporada 2020 foi uma aposta ganha. “Este título não é só meu e do Luís, é de toda a minha equipa, dos meus parceiros e sobretudo da The Racing Factory que fez um trabalho excelente durante todo o ano. Só o empenho de todos permitiu que os objetivos fossem atingidos. Parabéns e um agradecimento enorme a todos”, concluiu o hexacampeão. Na terceira temporada a navegar Armindo Araújo, Luís Ramalho também não esconde a satisfação pela conquista do seu segundo título absoluto. “Tal como disse o Armindo, esta conquista foi fruto do trabalho de muitas pessoas e sem elas nada seria possível. Estamos obviamente muito felizes com a conquista do campeonato”, afirmou.

    Em ano de estreia, a equipa The Racing Factory dominou a toda a linha

    É quase uma versão desportiva do filme “E tudo o vento levou”. Apresentada oficialmente no início do corrente ano, a The Racing Factory “limpou” os dois campeonatos absolutos em que apostou. ao triunfo de Armindo Araújo e Luís Ramalho no CPR, acrescentou ao seu palmarés o título no Campeonato de Ralis da Madeira onde, através da dupla formada por Miguel Nunes e João Paulo, venceu todas as provas do calendário.

    Para Aloísio Monteiro, líder da equipa sediada em S. Paio de Oleiros, os feitos alcançados “dão corpo ao que assumimos quando da apresentação oficial. Então e mesmo estando cientes de que íamos enfrentar equipas e pilotos de grande nomeada, assumimos que queríamos lutar pelos títulos no Campeonato de Portugal, no da Madeira e no dos Açores. Graças ao casamento feliz entre o talento do Armindo Araújo e do Miguel Nunes e dos seus navegadores e a capacidade técnica e o espírito de equipa de todos os colaboradores da TRF, desde a liderança até ao pessoal técnico e a todos quantos na administração, na comunicação e na logística, fizeram parte do projeto, conseguimos vencer tudo o que nos propusemos pois, só faltou os Açores, mas aí não houve campeonato!”.

    Por seu lado, Justino Reis, team manager da equipa, enfatiza “o orgulho que sentimos nos nossos colaboradores. Temos uma equipa técnica muito jovem mas também muito capaz, com uma garra e uma entrega ímpares, a que aliam um profundo conhecimento, que nos permite estar à altura da exigência do quem em nós confia para levar a bom porto os seus projectos. os dois títulos que alcançamos são tão saborosos quanto merecidos!”.

  • Sergio Sánchez sagra-se campeão nacional espanhol de ralis de terra

    Utilizando um espetacular Lancia 037 Proto equipado com pneus Kumho da ASR Tyres, o piloto reclamou o título 2020 na categoria reservada aos veículos de propulsão.

    E a temporada até nem tina começado da melhor forma. No arranque do Campeonato de Espanha de Ralis de Terra, por ocasião do Rallye Terra da Auga, disputado na Galiza, que ocorreu ainda antes do surto pandémico, Sérgio Sánchez foi forçado a abndonar, com uma quebra de um eixo de transmissão.

    Com a longa paragem motivada pelo combate ao COVID-19, o calendário ficou reduzido a apenas mais uma prova, o Rallye de Tierra de Madrid. Era uma questão de tudo ou nada, mas o talentoso piloto arregaçou as mangas e dominou a seu belo prazer a prova madrilena, assinando uma brilhante vitória, dando um espetáculo colossal com o Lancia 037 Proto, construído pela Yacar Racing, revelando todos os seus dotes de pilotagem nos pisos lamacentos do rali.

    Com a vitória almejou ficar na liderança do campeonato, empatado em pontos com o adversário que tinha vencido na Galiza e foi necessário recorrer a um segundo fator de desempate, depois do primeiro nada resolver. Aqui, o regulamento preconizava que seria a liderança na seção inaugural de cada rali disputado e Sérgio Sánchez foi o mais rápido em ambas as provas, erguendo assim o cetro de campeão nacional.

    O piloto mostrou-se “muito feliz pelo título alcançado, sobretudo depois do azar que tivemos na primeira prova. O Lancia 037 Proto é um carro muito divertido de guiar e os pneus Kumho foram excelentes e revelaram ser um grande auxiliar para sermos campeões nacionais. Quero agradecer à minha equipa e à ASR Tyres pelo apoio que se revelou fundamental para esta grande época!”.