O Ralicross de Montalegre II marca o dobrar da metade do Campeonato de Portugal de Kartcross by Transwhite e, como tal, tem uma importância acrescida pois, a partir de agora, recolher o máximo número de pontos é o objetivo de quem queira continuar a sonhar com o título.
E esse é o caso de Pedro Rosário. O piloto conimbricense chega à pista internacional transmontana na segunda posição da tabela pontual, a 29 pontos do líder e tendo perto de si o terceiro e o quarto colocados na classificação, em mais uma época de enorme competitividade num campeonato em que cada corrida é verdadeiramente “a doer”.
Pedro Rosário tem plena consciência de que “esta prova tem importância acrescida nas contas do campeonato. O nosso foco vai ser utilizar os treinos para afinar bem o nosso kartcross, adaptarmo-nos muito bem à pista, para poder estar na luta pela vitória”.
O piloto está a realizar uma época em crescendo de rapidez e com resultados sempre ao mais alto nível e quer “dar continuidade em Montalegre ao nosso bom momento. Vamos nos divertir, dar tudo em pista e, no final, faremos contas, sendo certo que vão ter de contar connosco na luta pelo triunfo!”.
Nova direção do CAV, liderada por José Paulo Loureiro, quer prosseguir legado de um clube com 34 anos de história, mas virado para o futuro e para as potencialidades dos 24 concelhos do distrito.
Fundado em 1988 por um conjunto de entusiastas que se reuniam no famoso Solar dos Peixotos, o Clube Automóvel de Viseu iniciou, esta quarta-feira, uma nova era. O edifício do Clube de Viseu recebeu a cerimónia de tomada de posse dos Órgãos Sociais para o triénio 2022-2024, numa lista que junta várias personalidades do distrito, ligadas a diferentes áreas económicas, culturais e sociais, e que pretendem revitalizar e profissionalizar a atividade do CAV. A nova direção é liderada por José Paulo Loureiro, conhecido engenheiro e arquiteto da região, que recebeu o testemunho por parte do presidente cessante, Rúben Lopes, que também integra a nova direção.
Sob o mote “Guiar o futuro, servir uma região”, o Clube Automóvel de Viseu apresentou o seu plano estratégico até 2024, apostando em criar sinergias entre diferentes agentes económicos e culturais do distrito de Viseu através de eventos ligados ao automóvel.
“Estamos num território cheio de potencialidades e o automóvel é um excelente veículo de promoção e de descoberta deste riquíssimo património histórico, cultural, gastronómico, vinícola e de lazer”, afirmou José Paulo Loureiro, ele próprio piloto de ralis. “Temos um grupo de pessoas com vontade de dinamizar o clube e de promover o desenvolvimento sustentável de toda uma região. Temos objetivos desportivos e culturais, mas também de promoção de boas práticas ambientais, de prevenção rodoviária, de igualdade de género. Queremos ser um clube aglutinador e que trabalha em estreita parceria com a Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting e com os municípios do nosso território. O nosso grande objetivo é servir toda uma região cheia de potencialidades”, referiu o novo presidente do CAV, que também não escondeu “a necessidade de profissionalizar algumas áreas do clube, acompanhando as exigências atuais desta indústria.”
João Paulo Gouveia, vice-presidente da Câmara Municipal de Viseu, também elencou vários exemplos da ligação do automobilismo à cidade e à região de Viseu, inclusive na emblemática Feira de São Mateus, que em setembro será um dos palcos privilegiados do Constálica Rallye Vouzela e Viseu.
“Para nós é muito importante que haja estas dinâmicas, estas iniciativas que associam o desporto, a cultura, a gastronomia, os vinhos, o território. Todas estas sinergias criam mais-valias e atividade económica para o nosso território, uma região com uma história rica e uma paixão assinalável pelos eventos de automobilismo”, apontou João Paulo Gouveia, que mostrou inclusive a disponibilidade do Município de Viseu para ajudar o CAV a encontrar uma nova sede social na cidade.
Prova é a terceira do calendário da Taça da Europa FIA de Todo-o-Terreno Bajas. Edgar Condenso e Carlos Silva voltam a formar dupla na Ford Ranger Proto.
O Team Consilcar está de regresso à ação na Taça da Europa FIA de Todo-o-Terreno Bajas este fim de semana, com a presença na Baja de Itália. A prova é a terceira do calendário da competição e segue-se às Bajas TT Dehesa Extremadura ee Rali da Grécia, desafios que inauguraram um ano de forte aposta internacional da equipa.
Nesta jornada, Edgar Condenso e Carlos Silva voltam a formar dupla aos comandos da Ford Ranger, num evento encarado com expectativa, conforme refere o piloto: “É uma baja realizada numa região que não conhecemos, caracterizada por troços rolantes, mas duros para as mecânicas. Espera-nos por isso um fim de semana de grande exigência, no qual queremos dar o nosso melhor, imprimir um bom ritmo e perceber onde nos posicionamos com o decorrer do evento. Ao mesmo tempo, é uma fantástica sensação poder voltar a estar ao volante da Ford Ranger num evento de dimensão internacional, com um forte leque de inscritos e onde nos sentimentos evoluir a cada quilómetro. Agradecemos mais uma vez ao Carlos Silva por estar novamente connosco nesta jornada.”
A acompanhar a prova do lado de fora, Nuno Silva, um dos rostos do Team Consilcar, sublinha a importância do trajeto internacional que a equipa desenhou para esta temporada: “É um ano fabuloso, tanto pela experiência que estes eventos nos permitem adquirir, como também pela projeção internacional, ao assumirem-se como uma montra por excelência para o Team Consilcar e para todos os seus patrocinadores, a quem agradecemos mais uma vez todo o apoio. Uma obrigado extensível a todos os elementos da equipa, famílias e amigos. Esta é mais uma etapa que reflete o trabalho de todo um coletivo. Obrigado a todos.”
A Baja de Itália desenrola-se ao longo de três dias e conta com um total de 354.35 quilómetros ao cronómetro. Um evento que arranca já esta sexta-feira, 8 de julho, com um Setor Seletivo 1 composto por 14.30 quilómetros. Amanhã, sábado, 9 de julho, os concorrentes têm pela frente a segunda etapa do evento, composta pelos Setores Seletivos 2 e 3, ambos com 112.48 quilómetros ao cronómetro. Um evento que tem a derradeira tirada no domingo, 10 de julho, com os 115.09 quilómetros do Setor Seletivo 4.
O Circuito do Alto do Roçário em Sever do Vouga foi palco da terceira ronda do Campeonato de Portugal UnlockEnergy Drift este fim-de-semana, onde o calor e a adrenalina não faltaram à chamada, com milhares de pessoas a assistir nas bancadas ao espetáculo proporcionado pelos 43 pilotos inscritos.
Com parte das obras de requalificação do circuito a serem estreadas nesta prova, e com as classificações do campeonato ainda todas em aberto nas três categorias, estavam reunidos os ingredientes para que esta nova entrada no calendário nacional fosse um caso de sucesso. E assim foi, tendo-se registado uma excelente moldura humana que apesar do muito calor que se fez sentir, não arredaram pé até ao final desta etapa organizada pelo Vouga Sport Clube.
O Circuito do Alto do Roçário em Sever do Vouga foi palco da terceira ronda do Campeonato de Portugal UnlockEnergy Drift este fim-de-semana, onde o calor e a adrenalina não faltaram à chamada, com milhares de pessoas a assistir nas bancadas ao espetáculo proporcionado pelos 43 pilotos inscritos.
Com parte das obras de requalificação do circuito a serem estreadas nesta prova, e com as classificações do campeonato ainda todas em aberto nas três categorias, estavam reunidos os ingredientes para que esta nova entrada no calendário nacional fosse um caso de sucesso. E assim foi, tendo-se registado uma excelente moldura humana que apesar do muito calor que se fez sentir, não arredaram pé até ao final desta etapa organizada pelo Vouga Sport Clube.
Nesta ronda voltou a ser utilizado o cronograma que tinha sido experimentado na prova anterior de Leiria, o que parece ser do agrado de todos os pilotos e tem funcionado na perfeição. Assim, o dia de sábado foi todo ele reservado às sessões de treinos, tendo os pilotos muito mais tempo para se habituarem ao traçado e realizarem afinações nos seus carros. Ainda da parte da manhã, João Silva foi protagonista de um aparatoso despiste, tendo sido transportado para o hospital. Felizmente tudo não passou de um susto, e o piloto no domingo já estava em prova pronto a disputar o melhor lugar.
O domingo foi então o dia de todas as emoções, com as qualificações de todas as categorias a terem lugar da parte da manhã, enquanto as fases de Batalhas da Semi-Pro e da Pro ocuparam a tarde. Nas qualificações, a grande surpresa foi Bernardo Pereira nos Iniciados, que com apenas 15 anos e a disputar a sua primeira prova, deixou todos os presentes de “queixo no chão” com a sua pilotagem praticamente perfeita. Pode-se dizer que Bernardo chegou, viu e venceu, tendo alcançado a vitória com uns impressionantes 65 pontos, o que deixou o público a aplaudi-lo de pé e valeu ao piloto de Aveiro o batismo de “revelação do ano”. No segundo lugar do pódio ficou outra surpresa do fim-de-semana, Pedro Pereira com 40 pontos, e com 31 pontos Samuel Vergas conquistou o terceiro lugar.
A Semi-Pro esteve bastante animada e muito renhida, tendo mesmo sido necessário recorrer por três vezes à “One More Time”, uma delas entre José Magalhães e Miguel Peixoto já na luta pelo 3º e 4º lugar. Estes dois últimos, em especial, estiveram verdadeiramente diabólicos nos dois dias e foram protagonistas de passagens e de batalhas de eliminação absolutamente épicas, o que revela uma evolução muito significativa de ambos os pilotos. Imparável eseve também Rafael Ferreira que obteve a melhor classificação nas qualificações com 88 pontos, e nas batalhas deixou para trás Filipe Marques, Ricardo Antunes e Miguel Peixoto, conquistando assim o segundo lugar do pódio depois de perder a batalha final com Joel Silva. Joel foi assim o vencedor desta categoria, com a sua condução agressiva e sempre espetacular como nos tem habituado. O pódio ficou fechado com José Magalhães no terceiro posto.
Na Pro, a animação começou nos oitavos de final, tendo sido eliminados no Top16 os pilotos Stephane Ribeiro e o espanhol Marcos Correa. Armindo Martins era um dos favoritos à vitória, porém na luta com Filipe Vieira, Martins falhou o arranque e saiu completamente da linha de qualificação, o que obrigou Vieira a parar para evitar o choque e esse erro foi fatal para a conquista de nova vitória de Armindo. Filipe Vieira acabaria por abandonar com problemas mecânicos, terminando assim na 4ªa posição. No terceiro posto ficou João Gonçalves, que como sempre deu muita luta aos seus adversários. Na grande final encontraram-se João Vieira e João Salvador que realizaram uma magnífica “run”, sempre muito próximos um do outro e que fez disparar a adrenalina ao máximo, subindo Salvador ao 2º lugar e Vieira ao degrau mais alto do pódio, terminando assim debaixo de um sol escaldante esta 3ª ronda com organização do Vouga Sport Clube.
O Campeonato de Portugal UnlockEnergy Drift ruma ainda este mês, dias 30 e 31, até Melgaço, onde se disputará aquele que é provavelmente o traçado mais desafiante da temporada.
Nesta ronda voltou a ser utilizado o cronograma que tinha sido experimentado na prova anterior de Leiria, o que parece ser do agrado de todos os pilotos e tem funcionado na perfeição. Assim, o dia de sábado foi todo ele reservado às sessões de treinos, tendo os pilotos muito mais tempo para se habituarem ao traçado e realizarem afinações nos seus carros. Ainda da parte da manhã, João Silva foi protagonista de um aparatoso despiste, tendo sido transportado para o hospital. Felizmente tudo não passou de um susto, e o piloto no domingo já estava em prova pronto a disputar o melhor lugar.
O piloto português foi terceiro na Divisão RX3 na segunda tirada do ano do Europeu de Ralicross, que decorreu na famosa pista de Holjes, na Suécia, num ambiente infernal, com milhares de aficionados nas bancadas. Já Nuno Araújo terminou no 11º posto.
Foi um fim-de-semana em alta para o campeão nacional em título. Aos comandos do seu Audi A1, João Ribeiro foi até a pista sueca rubricar uma exibição solida, desde os treinos cronometrados até à Final, vencendo pelo caminho a sua semifinal.
Já na corrida decisiva, andou sempre na luta pelos lugares cimeiros, recebeu a bandeirada de xadrez no quarto posto, mas uma penalização atribuída a outro contendor, fê-lo subir ao 3º lugar, saboreando assim, pela segunda vez esta época, uma presença no pódio.
“Conseguir vencer a nossa semifinal e terminar com um excelente 3o lugar, num campeonato bastante competitivo, é fantástico”, referiu no fecho da prova João Ribeiro, que salientou ainda a excelente operação pontual que o deixa agora “na segunda posição na geral do campeonato. Seguimos assim para a próxima ronda na Alemanha, no final deste mês, com a motivação reforçada!”.
Por seu lado, Nuno Araújo terminou a prova no 11º lugar, após ter sido quatro colocado na sua semifinal.
O piloto do Audi A1 da Volland Racing considera que “a classificação não deixa de ser positiva, pelos pontos alcançados , mas, acima de tudo, foi mais uma jornada fantástica no nosso caminho no Europeu. Trazemos da Suécia um fim-de-semana de aprendizagem e evolução, satisfeitos por termos conseguido evoluir os nossos tempos ao longo das diferentes fases da prova e por ter aprendido mais sobre o carro, enfrentando um plantel alargado e recheado de grandes talentos e condições meteorológicas sempre em mudança, que se tornaram mais um fator de dificuldade para ultrapassar”.
A próxima ronda disputa-se no mítico Nurburgring, na Alemanha, dos dias 30 e 31 de julho.
O Circuito Alto do Roçário em Sever do Vouga, recebe este fim-de-semana a terceira ronda do Campeonato de Portugal Unlock Energy Drift, e com 43 pilotos inscritos as emoções prometem estar em altas.
A começar pelo seu traçado, bastante técnico com os seus declives, o circuito da Capital Nacional do Mirtilo promete dar muita “fruta” a todos os pilotos, e certamente pregará partidas a alguns deles.
Nos Iniciados, e como na primeira ronda em Braga nenhum pontuou, tudo está ainda em aberto. De realçar a estreia de Bernardo Pereira de apenas 15 anos, o que é sempre favorável de ver a entrada na competição de pilotos mais novos. Outro destaque que temos de mencionar é o crescente número de inscritos nesta categoria, que deixa antever uma animada época.
Mais acesa está a luta na Semi-Pro, com Hélder Alves e Joel Silva muito próximos no que respeita à pontuação, seguidos de perto por Miguel Granja e o brasileiro Leandro Crivelaro. Mas Miguel Peixoto com o seu Toyota Supra e José Magalhães no belíssimo Nissan 350Z, prometem também dar muita luta aos adversários.
Quanto à Pro as coisas estão igualmente acesas, e certamente Armindo Martins de tudo fará para garantir mais uma vitória e a continuidade na liderança do campeonato, mas o algarvio João Vieira não irá facilitar a tarefa. A lutar também pelo pódio teremos Hugo Costa e João Salvador no seu recente BMW E92JZ, assim como Filipe Vieira, Stephane Ribeiro e João Gonçalves, que nunca facilitam a vida dos seus opositores. De salutar o regresso ao campeonato do espanhol Marcos Correa, que é mais um candidato à vitória nesta ronda.
Emoção será portanto algo que não faltará no Alto do Roçário, com as hostilidades a terem início no sábado com as sessões de treinos. Para domingo estão reservadas as derradeiras emoções, com as Qualificações a começarem bem cedo pelas 9h da manhã. Após o almoço a temperatura promete subir com o arranque da fase de Batalhas, estando o final previsto para as 18h com a entrega de prémios.
Após a sua ausência em Mação, o lousadense está de volta às lides da Divisão S1600 do Campeonato de Portugal de Ralicross by Transwhite em Lousada. Na “sua pista” o consagrado piloto do Renault Twingo quer estar entre os melhores.
Chegado à terceira prova da temporada sem qualquer pressão quanto à luta pelo campeonato, pois Sérgio Dias tem perfeita noção que, na mais competitiva divisão do ralicross luso, ter estado ausente em Mação e não ter marcado pontos na abertura da época, em Montalegre, o coloca arredado da luta pelo título, o lousadense buscava em Lousada rubricar uma boa exibição perante o seu publico e alcançar um resultado relevante.
Começou por assinar a 5ª melhor marca nos treinos. Depois, nas três mangas de qualificação, colocou o seu Renault Twingo no 5º posto na primeira, para ser alvo de um toque na segunda que o relegou para 11º. Ainda logrou ser 6º na terceira, mas, no somatório, o incidente atirou o lousadense para o 9º posto, condicionando o seu posicionamento na grelha para a meia-final.
Aí, saindo da segunda fila, concluiu no 3º lugar e, embora o resultado lhe tenha permitido ter acesso à final, Sérgio Dias sabia que iria ter de realizar uma prova ao ataque, já que partiria da 3ª fila da grelha.
Um arranque menos bom fez com que “não conseguíssemos ganhar lugares, mas, pelo menos, não perdemos a posição do arranque o que foi bom. é claro que queríamos mais, mas numa divisão tão competitiva onde discutimos milésimas de segundos ficar em sexto num grupo de catorze bons pilotos foi muito positivo!”. Sérgio Dias assume que “o resultado e a exibição deixam-me contente. Vindo de uma paragem forçada, ir à final era o nosso objetivo e felizmente conseguimos. Também é de realçar que o Twingo está fantástico. A equipa tem feito um trabalho notável. Estamos focados em melhorar ainda pequenos pormenores, para sermos muito competitivos nas quatro provas que faltam disputar”.
Apesar do excelente segundo lugar final, que permitiram ao piloto lousadense do Peugeot 208 manter uma liderança destacada na Divisão S1600 do Campeonato de Portugal de Ralicross by Transwhite, Joaquim Machado saiu do 68º Ralicross de Lousada com um sentimento agridoce, considerando que a exibição poderia ter sido ainda mais musculada.
Já na antevisão a este regresso ao Eurocircuito da Costilha, Joaquim Machado dava conta da sua falta de sorte e dificuldade na pista “da casa”.
E o piloto confessa que “acusei um bocado de pressão por ser em Lousada e fisicamente ressenti-me um bocado. Esforcei-me, consegui bons tempos e boas classificações, sendo de realçar que o carro esteve sempre muito bom, mas sinto que poderia ter feito mais e melhor!”.
3º nos treinos, Joaquim Machado venceu a 1ª manga, foi quarto na 2ª e terceiro classificado na derradeira, concluindo na segunda posição a sua meia-final, o que lhe granjeou um lugar na 1ª fila da grelha de partida para a Final.
Na decisão, almejou defender bem a 2ª posição, conquistando assim mais um pódio na época, resultado que deixou Joaquim Machado “com uma sensação agridoce. Não deixa de ser u. pódio e logo em Lousada, onde até não costumo ter muita sorte. Acabei por minimizar perdas nas contas do campeonato mas temos de fazer melhor nas próximas corridas”.
O lousadense sai da Costilha com 16 pontos de vantagem sobre o mais direto contendor, mas lembra que “ainda temos muito campeonato pela frente. A discussão do título nacional vai ser dura e vai envolver vários pilotos e, por isso. Mas estamos na frente, com justiça e mérito e tudo faremos para alcançar o título nacional”.
O campeonato prossegue nos idos do mês de julho, com o pelotão a regressar a Montalegre, nos dias 16 e 17.
A 68ª edição do Ralicross de Lousada, terceiras prova da temporada 2022 do Campeonato de Portugal de Kartcross by Transwhite, foi palco de uma exibição notável de Sérgio Castro aos comandos do ASK 18, coroada com o 3º lugar final e a merecida primeira subida ao pódio da temporada.
6º nos treinos num aguerrido pelotão com quase 20 pilotos, o piloto pacense venceu a manga inaugural, logrando ser 3º classificado nas duas mangas restantes, assegurando um lugar na primeira fila da grelha de partida para a Final.
Aí, o seu andamento continuou a ser forte e cedo se viu entre os três primeiros, garantindo com inteligência e mérito um saboroso e importante 3º posto final, que o levou a saborear o champagne do pódio pela primeira vez nesta época de 2022.
As duas primeiras provas da época de Sérgio Castro transformaram-se numa “série negra” que afetou as justas pretensões do piloto do ASK 18 em se imiscuir na luta pelas vitórias.
No fecho, o sorriso na face do piloto dava conta de um misto de emoções: “felicidade e alívio. É o que sinto. Este fim-de-semana era por nós merecido há muito, mas os azares pareciam não nos querer largar e só nos faltava ir à bruxa!”, confessava o piloto.
Sérgio Castro destacou ainda “o excelente andamento que colocamos sempre em pista, mostrando que, sem incidentes nem infortúnios, estamos aqui para discutir os lugares cimeiros. Estivemos sempre entre o lote dos pilotos mais rápidos e demonstramos que têm de contar connosco”, assumindo que “este pódio além de merecido, dá-nos novo alento para o que falta na época”.
O piloto de Figueiró enfatizou ”o excelente trabalho feito pela minha equipa. O ASK 18 esteve sempre perfeito ao longo de todo o fim de semana e este pódio é-lhes dedicado e à minha família que esteve no circuito a apoiar-me, dando-me uma motivação inquebrável”.
O lousadense chega ao Eurocircuito da Costilha no 2º lugar da tabela pontual da Divisão S1600 no Campeonato de Portugal de Ralicross by Transwhite e quer dar seguimento às exibições de força que ostentou nas duas provas anteriores.
Pela frente tem mais uma presença na “sua” pista da Costilha. A correr em casa, Jorge Machado releva o quão “mítica é esta nossa pista em Lousada. cresci a ver aqui corridas e marcou todo o meu trajeto neste desporto que tanto gosto, faço aqui todos os testes e vejo tudo o que aqui se passa”, dando também conta da sua satisfação “por saber que pode estar próximo uma solução definitiva para os terrenos, pois saiu a notícia que a Câmara Municipal pode adquirir os mesmos. A suceder, tem o nosso aplauso, pois faz todo o sentido apostar no seu melhoramento. O Ralicross foi o desporto que colocou Lousada no mapa desportivo a nível mundial”.
E é pela batuta organizativa do Clube Automóvel de Lousada e tendo como palco o Eurocircuito da Costilha que regressa este fim-de-semana o Campeonato de Portugal de Ralicross by Transwhite, com Jorge Machado a arribar ao traçado com o justo estatuto de estar incluído no clube exclusivo de candidatos à vitória e ao título.
O talentoso lousadense do Citroen C2 S1600 quer “poder discutir o pódio e a vitória em Lousada. Para isso, sei que tenho de andar a fundo de fio a pavio, pois nos S1600 a estratégia só pode ser uma: “atacar do primeiro ao último segundo!”.
Em Mação, Jorge Machado foi muito condicionado por problemas no motor do carro francês. Neste longo período entre as duas provas, a equipa técnica tudo fez para “resolver o problema, mas, como admite o piloto, não vai ser fácil “pois ainda não sabemos o que provoca o desligar do motor em andamento. Tentámos várias soluções e realizamos um teste, mas o problema subsiste e só espero que consigamos resolver para que nada aconteça durante o fim-de-semana”.
Jorge Machado chega ainda à Costilha com a sua atenção também virada “para a necessidade de tudo tentar para não cometer erros, nem sofrer penalizações sem nexo, como a que levamos na prova anterior numa ultrapassagem completamente limpa”.