O piloto de Aveiro confirmou o seu favoritismo na Divisão Super Cars na jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que se disputou em Mação, somando nova vitória e a renovação do título parece cada vez mais clara!
Muito embora estivesse ciente do seu valor e da responsabilidade que advém de ser o campeão em título, chegando ao Ribatejo confiante de que poderia celebrar mais um êxito, José Lameiro fez tudo como era suposto, ainda que nem todos os adversários lhe pudesse dar luta. O piloto do Skoda Fabia gostaria de ter mais concorrência, mas isso não fez baixar o seu empenho para alcançar o tão ambicionado triunfo. “o plantel é minguo de mais para o que almejávamos nesta divisão tão espetacular e, por azar, no dia de sábado, o meu adversário direto teve problemas no carro, que se revelaram impossíveis de resolver. Restou-nos rodar forte, quase como se um teste se tratasse e chegar a mais um triunfo, pensando no campeonato”, explica.
Claro que José Lameiro aponta motivos para
que ‘fosse a jogo’, ganhando motivação para cumprir um rol de objetivos: “Tínhamos
apenas com três objetivos em mente acabar a prova e amealhar pontos,
divertir-nos nós e o público e ser o mais rápido do Campeonato de Portugal de Rallycross
em pista”.
“Conseguimos cumprir com todos os objetivos
e saímos de Mação com a satisfação de ter sido um fim-de-semana muito divertido”, enfatiza ainda o piloto do Skoda Fabia.
O Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta volta às lides nos próximos dias 9 e 10 de outubro, em Lousada, com José Lameiro a desejar que a sexta tirada da época possa “ter um naipe de participantes mais alargado, pois gosto de correr com concorrência forte e quero o melhor para este fantástico campeonato!”.
Fernando Barreiros venceu hoje o III Rally TT Villa de Zuera, terceira jornada do Campeonato de Espanha no qual o piloto português reforçou a liderança na Classe T2. A vitória em Zuera, que se situa na região de Saragoça, sucede a outra alcançada em Julho na famosa Baja España Aragón.
Navegado por Carlos Silva e aos comandos da muito competitiva Isuzu D-Max T2, preparada e assistida pela Prolama, Fernando Barreiros gastou 5h30m18s para percorrer uma tripla passagem por um setor seletivo com 125 km antecedidos por um prólogo de 10 km. A dupla portuguesa venceu todos os troços deste Rally TT Villa de Zuera tendo terminado com uma vantagem de 9m38s para o 2º classificado.
“Estou muito satisfeito por mais esta vitória que nos permite reforçar a liderança do campeonato. Foi fantástico isso ter acontecido aos comandos da minha máquina que assim regressa aos triunfos. Quero agradecer a toda a minha equipa e aos meus patrocinadores por todo o apoio sem o qual estes sucessos não seriam possíveis”, referiu no final da corrida o piloto português.
No início de outubro, Fernando Barreiros estará de regresso às provas em Portugal para disputar a Baja TT Capital dos Vinhos de Portugal, em Reguengos de Monsaraz, pontuável para a Taça Ibérica onde o piloto faz a defesa do título.
O piloto alentejano quer fazer esquecer o desaire da prova anterior na visita do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta ao traçado de Mação, tendo como prioridade terminar nos lugares cimeiros para pontuar forte e regressar aos lugares de pódio na geral do campeonato.
Depois
de uma passagem por Montalegre que não lhe deixou saudades, pois a mecânica e
as circunstâncias da prova o impediram de ir mais longe do que a semifinal, Rui
Nunes pretende mudar o rumo da sua campanha, voltando ao rumo inicial, pois nas
três primeiras jornadas da temporada esteve sempre nas lutas pela vitória.
Agora em terras ribatejanas e quando ocupa
a quarta posição na tabela pontual do campeonato, o piloto alentejano está
apostado em voltar à ‘rota’ certa, voltando a discutir os lugares da frente,
tentar retomar a senda das boas classificações e pódios, pois sente que tem
capacidade de discutir as vitórias.
“Depois do azar de Montalegre espero uma
prova positiva em Mação. Agora só penso em recuperar pontos no campeonato e chegar
aos lugares cimeiros. A nossa competitividade não está em causa. Nunca esteve.
Somos rápidos, capazes de vencer e vamos dar tudo para regressar à luta!”, assume Rui Nunes. O piloto está, no
entanto, ciente de que a sua tarefa é bastante árdua e que a concorrência se
apresenta muito forte, como é habitual nesta modalidade “onde são vários
os pilotos que podem vencer e onde me incluo. Vai ser, com toda a certeza, mais
uma prova muito aberta e dura!”.
Rui Nunes também sabe que o traçado ribatejano “é uma pista muito complicada, pois a primeira curva nunca é fácil”. Mas as dificuldades nunca o fizeram ‘baixar os braços’, e não será agora que o vai fazer. Por isso, para o próximo fim-de-semana promete dar o seu máximo: “Vamos motivados e com o intuito de deixar os azares e nos divertir o mais possível. Tenho a certeza de que os resultados irão aparecer!”, remata.
O piloto de Coimbra vê a prova ribatejana como uma oportunidade para acabar com a ‘série negra’ que o afetou nas provas anteriores, impedindo-o de obter resultados que traduzam o seu andamento em pista. Por isso a prioridade é lutar pela vitória naquela que é a quinta prova do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta.
Vários incidentes – leia-se toques – impediram Pedro
Rosário de em Montalegre ter uma exibição semelhante à demonstrada em Sever do
Vouga. E mesmo na jornada transmontana a rapidez demonstrada nas várias mangas
de qualificação e na semifinal, onde foi terceiro, confirmaram que tinha
andamento para se bater pela vitória final, como é apanágio do piloto de
Coimbra, sempre competitivo ao longo da sua bem-sucedida carreira.
“Têm sido provas bastante
complicadas. Temos estado numa maré de azar, a qual pretendemos nesta jornada
deitar para trás das costas e tentar sair de Mação com um excelente resultado,
que nos permitia pontuar forte e recuperar posições na tabela do campeonato”, diz o piloto conimbricense a dias da deslocação ao
Ribatejo e quando ocupa a 7ª posição na classificação geral do campeonato, após
as quatro primeiras provas
A determinação de Pedro Rosário permanece intacta, porque está confiante nas suas capacidades, sendo que na fase decisiva da temporada nada pode falhar, como admite: “Estamos a entrar na reta final do campeonato e pretendemos dar o nosso melhor para ombrear pelos lugares cimeiros nas jornadas que faltam. É claro como a agua que temos andamento para estar sempre na luta pelo triunfo e iremos a Mação cientes de que só uma vitória ou, pelo menos, um lugar no pódio, nos serve para recuperar pontos e poder ainda almejar terminar a época num lugar de destaque”. Desta forma em Mação o piloto de Coimbra irá concentrar-se sobretudo em ser rápido nas mangas de qualificação e arriscar mesmo quando for mesmo necessário, já que depois de Montalegre é importante não desperdiçar oportunidades para recolher muitos pontos e poder subir posições na geral do campeonato, agora que estamos a entrar na fase decisiva da época.
Numa época que tem sido em crescendo, mas marcada por alguns percalços, o piloto da ENI/EQS Racing Team quer conseguir na quinta prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta aquilo que em virtude de várias vicissitudes não conseguiu materializar na segunda visita da competição a Montalegre: chegar à final e estar na discussão do pódio.
É
com renovada expetativa que Nuno Araújo aborda a prova deste fim-de-semana no
Ribatejo, depois de em Trás-os-Montes o mau tempo e alguns toques o terem
impedido de levar o Audi A1 S1600 às posições que merece na mais competitiva
das divisões do rallycross nacional.
Desde que tomou o comando da “bomba” germânica
que o penafidelense tem demonstrado talento e capacidade para ser competitivo,
mesmo assumindo logicamente que “esta é uma época de transição, onde me
estou a adaptar a um carro novo, exigente e que me está a fazer evoluir muito
como piloto”, lembra Nuno Araújo, que aos comandos do Audi tem mostrado
uma rápida adaptação e já vence mangas e corridas, para além de voltas mais
rápidas. “Isso mostra que estamos no bom caminho e que é possível lutar
pelos primeiros lugares na S1600 e, paulatinamente, nos aproximarmos da discussão
dos triunfos e dos campeonatos”, projetando que “se utilizarmos
bem esta época de 2021, poderemos estar muito fortes em 2022 e aí, sem qualquer
dúvida, assumir que estaremos sempre na luta pelas vitórias.
Nuno Araújo tem a noção de que Mação é uma
pista muito diferente da anterior: “É estreita e sinuosa. Um traçado
muito técnico onde é extremamente difícil de ultrapassar. Por isso será
essencial fazer boas partidas, para dessa forma ganhar vantagem sobre uma
concorrência, que, como se sabe, está cada vez mais forte, com bons carros e
bons pilotos”.
Como tal, a estratégia para o fim-de-semana passará por “começar nos treinos a trabalhar para conseguir o melhor ‘set-up’, e depois fazer tudo para chegar à final, e aí sim, dar tudo para terminar nas posições do pódio e talvez lutar pela vitória”, diz o piloto penafidelense. Nuno Araújo também não deixa de destacar o facto da sua evolução com o Audi A1 S1600 da ENI/EQS Racing Team também se dever ao «staff» que o apoia: “Agradeço ao trabalho que a minha equipa técnica tem feito, pois tem sido essencial para tornar o carro cada vez mais competitivo. A pausa de verão foi aproveitada para melhorá-lo. E espero ver os reflexos disso já este fim-de-semana”.
O piloto do Peugeot 208 S1600 deseja que o regresso de férias do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta seja um ponto de viragem à ‘maré de azares’ que o afetou nas provas anteriores.
Tiago
Ferreira quer que Montalegre esteja no ‘retrovisor’, e seja apenas uma triste
memória, já que o resultado conseguido na segunda visita do ano ao traçado
transmontano esteve longe de corresponder ao forte andamento exibido aos
comandos do Peugeot 208 S1600. Tem o seu pensamento e motivação centrado em
desempenhos positivos, sem toques e penalizações que o impeçam de alcançar o
resultado que já mostrou ser merecedor.
Registo, no entanto, para a excelente
perfomance global que o piloto tem ostentado nesta que é a sua época inaugural
entre os “bravos” dos S1600. Tiago Ferreira mostra desde o arranque de 2021 uma
forte capacidade para transformar o seu talento em velocidade, provando que a
sua aposta na “subida de divisão” estava correta.
Agora, olhos em frente e o piloto assume que“vamos animados para esta jornada e estamos confiantes de que podemos imprimir um forte andamento e tentar chegar às finais. Pelo menos esse é o objetivo”, começa por dizer o piloto do Peugeot. Envolvido na divisão mais competitiva e difícil do rallycross nacional, Tiago quer mesmo que “o azar se despeça de nós, pois já chegam os que tive em Montalegre”.
A pista de Mação também é diferente, muito embora não menos desafiante que a transmontana. Por isso vai focado “em tentar fazer o melhor possível, e aproveitar todas as oportunidades, evitando confusões, que na prova anterior produziram alguns ‘amargos de boca. A pista tem características muito particulares. É estreita e com poucos pontos para ultrapassar. Os arranques vão ser decisivos’”. Aquilo que se espera em Mação é que seja mesmo muito diferente das jornadas de Montalegre, em termos de toques e penalizações, e de Sever do Vouga, onde a mecânica pregou uma partida ao piloto do Peugeot 208 S1600.
Após a frustração sentida na segunda visita a Montalegre, o piloto do Renault Twingo S1600 quer fazer esquecer o desfecho da prova anterior já na quinta jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta que se disputa no próximo fim-de-semana em terras ribatejanas.
Se
em Trás-os-Montes a sorte não acompanhou Sérgio Dias, depois de um toque que
‘travou’ a sua grande exibição na Divisão S1600, em Mação, no 56º Ralicross de Mação
Verde Horizonte, o lousadense pretende que tudo mude e que a sorte acompanhe a
rapidez que evidenciou na prova anterior e que tem sido seu apanágio desde o
arranque desta época altamente competitiva.
Desta vez o piloto do Renault Twingo S1600 quer passar da semifinal e ir até ao confronto decisivo discutir um lugar no pódio, numa categoria que é a ‘rainha’ do rallycross nacional, sendo claramente a mais disputada de todas: “O nosso objetivo em Mação é estar na luta pelo pódio final. Montalegre foi uma prova onde lutei muito e acabei sem chegar ao resultado que estava perfeitamente ao meu alcance, de forma inglória. Em Mação, quero um resultado mais condizente com o meu andamento e sem ‘fatores externos’ a arruinar a nossa performance”, diz Sérgio Dias, claramente seguro do que “tenho feito e pista e do excelente trabalho que a equipa tem feito no Twingo, colocando-me sempre o carro nas melhores condições”.
O piloto do Renault mostra-se confiante de que em Mação tudo pode ser diferente da jornada transmontana: “Nesta jornada, numa pista muito particular e desafiante, espero chegar ao pódio, porque já demonstrei que tenho andamento para isso. Sair de Mação com um resultado de topo vai relançar a nossa luta pelos lugares cimeiros do campeonato. Sabemos a dificuldade que vamos enfrentar em cada prova, mas ainda não desistimos de terminar o ano no pódio final”.
O piloto de Lousada vai a Mação com o foco na luta pela primazia na Divisão Super 1600 do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta. A realizar uma época de grande nível, Jorge Machado quer triunfar no próximo fim-de-semana em Mação, uma pista onde foi feliz em 2020.
No regresso das
´férias’ de verão da competição, Jorge Machado desloca-se à ‘catedral’ da
competição em terras ribatejanas com o firme propósito de discutir, pelo menos,
um lugar no pódio, dando assim seguimento aos excelentes resultados que tem
vindo a obter e que o colocam nos lugares cimeiros da tabela pontual do
campeonato, após as quatro primeiras provas.
Aos comandos do seu Citroën C2 S1600, Jorge Machado já mostrou do que é capaz, estando sempre entre os melhores e é o que pretende fazer num traçado que lhe diz muito: “Estou confiante num resultado de topo em Mação. Esta é uma jornada pela qual temos um gosto particular, pois vencemos aqui o ano passado e é uma pista onde me sinto sempre muito competitivo”, começa por dizer o piloto lousadense, que quer ‘deitar para trás’ anteriores dissabores, nomeadamente em Sever do Vouga, lembrando que “apesar dos grandes resultados que temos vindo a rubricar, a época também já teve os seus momentos menos bons”.
Mas Jorge Machado tem bem presente que, antes da pausa estival, esteve forte e capaz de ombrear com os demais favoritos, pelo que na prova ribatejana quer manter essa tendência: “Para esta jornada queremos continuar o ímpeto da jornada anterior e estar sempre nas decisões. Seja nas mangas, seja nas semifinais e, sobretudo, na corrida final, o nosso objetivo é lutar pelos lugares de topo, tendo o pódio como objetivo primário e aproveitando todas as oportunidades que surjam”, reconhecendo que “a possibilidade de nova vitória está bem presente no nosso pensamento. Sabemos que não será fácil, mas vamos à luta!”.
O piloto lousadense tem a perfeita noção que a Divisão S1600 não só é a atual ‘categoria’ do rallycross nacional, como também é a mais competitiva da modalidade, com pilotos e máquinas de grande valia. E Mação não será uma exceção, confirmando uma vez mais essa realidade.
Embalado por dois brilhantes triunfos nas duas jornadas anteriores, o piloto de Aveiro regressa ao Skoda Fabia EVO para a próxima jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que se disputa em Mação, motivado e focado em chegar ao “tri” de vitórias em 2021, na Divisão Supercar.
Definitivamente
para trás ficou já o arranque atribulado desta época. O campeão nacional em título
está “on fire”, completamente embalado para discutir as vitórias em todas as
pistas e jornadas do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta.
José Lameiro vem de assinar duas excelentes exibições nas duas provas anteriores, coroadas com duas vitórias sem contestação, que o trouxeram de volta à luta pela renovação do título. Por isso desloca-se ao traçado ribatejano com a moral em alta, pois quer que “consigamos dar razão ao ditado que diz que não há duas sem três. Sabemos que uma vitória em Mação será importante para ficarmos numa posição privilegiada na luta pelo título, recuperando pontos fundamentais que perdemos no arranque da época”.
Tudo foi feito neste pequeno defeso de verão
para que o Skoda Fabia do piloto aveirense continue a ser competitivo,
sobretudo quando o carro checo deu excelentes indicações com o novo motor,
continuando a desenvolver a “montada” com a ajuda da DM Motorsport e da
IgvRacing.
“Estou confiante num bom resultado em mais uma jornada do campeonato e estaremos em Mação para vencer!”, assume José Lameiro, lembrando o seu percurso recente na Divisão Supercar do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta.“Vencemos as duas últimas corridas e iremos trabalhar em pista e no paddock para continuarmos a evoluir e a melhorar prova a prova para manter esta senda de vitórias. Respeitamos os nossos adversários, mas queremos dar aos nossos patrocinadores, equipa, Mancha Negra e famílias mais uma alegria!”, diz o piloto de Aveiro a dias de rumar para Mação para mais uma “final” das que tem para disputar na busca do bicampeonato.
A Cidade Falcão acordou este fim de semana ao som dos motores dos concorrentes ao Campeonato de Portugal de Drift e da Taça Internacional de Drift, um exclusivo de Pinhel e do Clube Escape Livre. Batalhas intensas e discussões no limite desenharam um fim de semana de competição verdadeiramente espetacular.
A terceira prova do Campeonato de
Portugal de Drift teve como palco a cidade de Pinhel e pano de fundo um traçado
melhorado pela organização do Clube Escape Livre e a colaboração total da
Câmara Municipal de Pinhel. As mudanças promovidas orientaram-se para
dificultar a tarefa aos pilotos, melhorar a segurança e oferecer ainda mais
espetáculo aos espetadores.
Apesar de todas as limitações
impostas pelas Direção Geral de Saúde – obrigatoriedade de comprovativo de
vacinação ou teste negativo, que podia ser feito gratuitamente no local – o
público marcou forte presença em Pinhel. E os pilotos ao longo dos dois dias de
competição recompensaram, com o seu empenho e maestria, essa adesão dos
espetadores. E todos deram por muito bem empregue o seu tempo.
As muitas batalhas que se desenrolaram entre sábado e domingo, verteram até à parte mais sumarenta do Drift de Pinhel: as semifinais e finais das categorias Iniciados, Semi Pro e Pro. A categoria Iniciados contou com a presença de dois pilotos André Nunes e Manuel Granja, ambos ao volante de modelos da BMW, o primeiro com um E46, o segundo com um E36. André Nunes superiorizou-se a Manuel Granja, reafirmando-se como um dos valores seguros para o futuro.
Com 17 pilotos presentes, a
Categoria Semi Pro era a mais participada e ofereceu espetáculo abundante ao
longo das muitas batalhas que conduziram até à final onde Hélder Alves levou o
diferenciado Pontiac Fiero à vitória face a Joel Silva ao volante de um BMW
E30. Destaque, ainda, para a presença de modelos como o Ford Mustang GT de
Leandro Crivelaro (11º classificado), o Nissan 200SX de António Costa (12º da
geral) e o Nissan 350Z de José Magalhães (17ª posição), no meio de um oceano de
BMW.
Como sempre, a categoria Pro foi
a mais espetacular com alguns pilotos a mostrarem um ritmo de manobra e
qualidade acima da média. A presença de Michael Perrottet trouxe o toque de
internacionalização, com o piloto do Nissan a dar espetáculo. Porém, Diogo
Correia usou com maestria o seu BMW M3 e acabou por derrotar o vencedor da Taça
Internacional, Michael Perrottet.
A Taça Internacional, uma
organização exclusiva do Clube Escape Livre, apesar das dificuldades de alguns
pilotos em fazer a deslocação a Pinhel, realizou-se na noite de sábado com a
presença de 12 pilotos, entre eles Michael Perrottet da Suíça, Marcos Correa,
de Espanha, e Diogo Correia, piloto português que está a competir na Europa.
A noite foi iluminada pelo brilhantismo dos pilotos e depois de muitas batalhas tudo aconteceu na grande final onde o piloto suíço e o português se entregaram a um duelo que beneficiou os espetadores espalhados de forma segura e responsável pelo traçado de Pinhel. O piloto do Nissan acabou por se superiorizar ao português do bem preparado BMW M3, que acabaria por se vingar na prova a contar para o Campeonato de Portugal de Drift. A memória do piloto Daniel Saraiva foi de novo evocada com a entrega do prémio Fair Play, que tem o seu nome. Michael Perrottet foi o piloto distinguido.
Mais uma vez, a SPAL foi a responsável pelos troféus entregues aos pilotos. Rui Ventura, Presidente da Câmara de Pinhel, afirmou que “assistimos a uma competição absolutamente espetacular, com uma bitola elevadíssima e abrilhantada com a presença de pilotos que competem ao mais alto nível na Europa. Por isso, tenho de estar muito satisfeito, agradecer aos pilotos o espetáculo que proporcionaram e aos muitos espetadores, ainda mais por terem respeitado todas as regras de segurança. E, mais uma vez, realçar a importância da parceria com o Clube Escape Livre para alcançarmos este êxito.”