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  • PTRX: A dupla de “jovens lobos” da Motofil quer brilhar “em casa”

    A Pista do Alto do Roçário, em Sever do Vouga, é terreno familiar e João e Gonçalo Novo querem “mandar” em casa. A jovem dupla da Motofil está pronta para a terceira “batalha” da época!

    Sever do Vouga é assim palco de mais uma jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta e será um fim-de-semana muito especial para João e Gonçalo Novo, pois correm em “casa”, o que lhe dá uma motivação extra.

    João Novo volta a confiar no Citroen C2 S1600 para a luta figadal da mais competitiva divisão do campeonato. O talentoso jovem que defende as cores da Motofil sente-se “pronto e entusiasmado. Adoro correr em Sever do Vouga e quero dar uma grande alegria à equipa e aos aficionados que tanto me apoiam. A pista é exigente e tenho sido sempre muito rápido lá”, assumindo que “mesmo sabendo da dura batalha que tenho pela frente, pois são muitos e bons os adversários que enfrentarei, também sei bem do que sou capaz e vou dar tudo para estar sempre forte e rápido. Quero chegar à final e, se tal acontecer, gostaria muito de poder lutar pelo pódio!”.

    Na cerimónia final da Divisão Iniciação também quer estar Gonçalo Novo. O “benjamim” da Motifil já conseguiu reclamar o seu lugar nos pódios nas duas provas anteriores e sente-se cada vez mais “seguro e confiante. Estou mais rápido e mais eficaz, sentindo muita segurança, que resulta do trabalho que a equipa Motofil está a fazer comigo e no meu Toyota Starlet. Quero conquistar em Sever do Vouga pelo menos mais um pódio, não escondendo que tenho a ambição de vencer!”.

  • Pedro Rosário quer voltar aos bons resultados em Sever do Vouga

    Não tem sido uma época fácil a que está a viver Pedro Rosário. Lousada e Montalegre foram duas jornadas azaradas, mas o piloto está já focado em virar a sorte no próximo fim-de-semana, na terceira ronda que se disputa em Sever do Vouga. Objetivo: estar pelo menos no pódio.

    Em Montalegre, os “favores dos deuses” da competição nada quiseram, uma vez mais, com a natural ambição do piloto estar na discussão do triunfo e, uma vez mais, um incidente colocou o consagrado conimbricense fora da luta pela primazia naquela que era a segunda jornada da temporada do Campeonato de Portugal de Kartcross by Distosta.

    Mas nem todas as vicissitudes que piloto e equipa já enfrentaram este ano os afasta do “foco em estar nos lugares onde não só queremos, mas sabemos merecer estar: na frente, na luta pelos pódios e pelas vitórias!”, reconhecendo, no entanto, que “este início de temporada não está a ser nada condizente com o que ambicionamos, mas são fases que atravessamos na nossa carreira desportiva e há que levantar a cabeça, seguir em frente e voltar ao rumo certo”, até porque lembra que “quer em Lousada, quer em Montalegre, o nosso andamento foi sempre entre os melhores e isso dá-nos a certeza de que podemos triunfar”.

    Na prova de Sever do Vouga, Pedro Rosário quer “manter o nível de andamento que evidenciamos em Montalegre e tentar tudo para estar sempre na discussão dos lugares cimeiros, desde as mangas até à final. Vou estar muito atento aos toques e tentar tudo para os evitar, sabendo que isso é meio caminho andado para o sucesso. Queremos chegar à final pela primeira vez esta época. Aí, tudo é possível e já considerarei um resultado muito positivo se estiver no pódio!”.

  • Tiago Ferreira quer “virar a página” em Sever do Vouga

    Senhor de exibições fortes nesta sua estreia nos S1600, Tiago Ferreira quer ultrapassar a “malapata” da prova anterior e estar forte em Sever do Vouga, na terceira jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta.

    No arranque para a época 2021, o piloto do Peugeot 208 S1600 tinha noção da tarefa “hercúlea” que enfrentaria neste seu “salto” para a “divisão rainha” do ralicross lusitano. Nas duas primeiras tiradas do ano, em Lousada e Montalegre, Tiago Ferreira vincou, uma vez mais, o talento enorme que lhe é reconhecido e que transforma em rapidez e capacidade para estar nas “guerras” pelo domínio, ostentando uma adaptação ao ritmo endiabrado e à competitividade intensa que grassa no plantel dos S1600.

    O piloto afirma que “apesar de ainda não termos transformado o nosso andamento em resultados de relvo, estamos satisfeitos por ter provado que somos capazes de ombrear com pilotos muito mais experientes nesta divisão e que estão muito bem equipados. Sabia que ia ser difícil, mas também tinha perfeita noção do que valemos”, considerando que “vamos conseguir estar muito bem no futuro”.

    E esse tem já o próximo capítulo em Sever do Vouga, neste fim-de-semana que se avizinha e que Tiago Ferreira considera ser “mais uma oportunidade para colocar em pista a nossa ambição e o nosso potencial. Espero ultrapassar os azares das duas últimas corridas e chegar a final”, com o piloto a dar como receita para tal “andar rápido e consistente desde o início da jornada. Queremos demonstrar que podemos chegar às finais em condições normais já em Sever e, estando aí, tudo pode acontecer!”.

  • António Sousa tem um foco: estar forte e na luta pelo sucesso em Sever!

    Com um início de época atribulado, O piloto da SRT Motorsport aborda a terceira prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta apostado em obter um resultado forte na Divisão S1600. Tudo foi feito para que piloto e Peugeot 208 S1600 estejam em grande.

    A longa carreira do piloto lousadense responde por ele. Ano após ano, António Sousa ergueu fama e proveito de piloto rápido e capaz de estar sempre na luta pela vitória. E a idade apurou o seu talento que, muitas vezes, tem esbarrado na falta de sorte, tal como te acontecido neste início de época.

    Na prova anterior, em Montalegre, a boa exibição de António Sousa ‘chocou’, uma vez mais, com um percalço na final. Agora, na pista no Alto do Roçário quer reverter a situação e com o carro francês já em perfeitas condições, espera ‘atacar’ as posições cimeiras naquela que é a competição ‘rainha’ do Rallycross nacional.

    “Apesar de nas duas provas anteriores não ter conseguido alcançar os meus objetivos, vou para Sever do Vouga determinado a estar na discussão dos lugares da frente. Tenho sido vítima de problemas mecânicos, que espero terem sido ultrapassados, mercê do enorme esforço da nossa equipa técnica”, começa por dizer o piloto da SRT em vésperas desta terceira corrida da temporada.

    António Sousa está ciente de que tem o ritmo para se bater pelas primeiras posições na Divisão S1600, como o provou a sua presença na final de Montalegre. O que lhe dá “a confiança, pois a rapidez esteve lá, e não há razão para pensar que o não estará no próximo fim-de-semana. Espero poder lutar pelos primeiros lugares e contar com um Peugeot 208 S1600 nas perfeitas condições. Isso será essencial para poder ter aspirações em termos de campeonato”, acrescenta o piloto da SRT Motorsport, determinado em ‘deitar para trás das costas’ o que lhe sucedeu em Lousada e em Montalegre.

  • Jorge Machado vai a Sever do Vouga de olhos postos na luta pelos lugares da frente

    Depois de todas as vicissitudes em Montalegre na prova, o craque de Lousada quer atacar forte em Sever do Vouga, na terceira tirada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta. Estar na final é objetivo primeiro e, depois, o pódio será a ambição.

    Talento não lhe fala e a garra está lá. Jorge Machado tem perfeita consciência do seu valor e da capacidade que ostenta em conseguir ser muito competitivo na “divisão raínha” do ralicross nacional. No entanto, a sorte tem andado por outras paragens, como lamenta o piloto: “Montalegre foi para esquecer. Tudo nos correu mal e acabamos por não traduzir em resultado a nossa capacidade e o nosso andamento, bem patente nas vitórias que alcançamos nas mangas de qualificação. Mas já lá vai e agora o foco está já no próximo fim-de-semana!”.

    Va ser na difícil pista do Alto do Roçário, em Sever do Vouga, que o duro pelotão dos S1600 terá o terceiro embate da temporada e o lousadense do Citroen C2 S1600 quer “estar na luta pelos lugares de topo e, se possível do pódio. Temos noção da árdua tarefa que vamos enfrentar e sabemos que será fundamental estar forte logo desde os treinos e, nas mangas de qualificação, não cometer erros e atacar para estar sempre na frente e assim assegurar uma boa posição para as corridas decisivas. Chegar a final é o nosso primeiro objetivo. Depois estará tudo em aberto e vão ter de contar connosco na discussão do pódio!”.

     O Citroen C2 foi alvo de “uma intervenção profunda para o colocar nas melhores condições e tenho muita confiança na minha equipa técnica. Por eles, pela família e pelos patrocinadores, quero dar tudo para sair de Sever com um resultado de grande nível!”.

  • José Lameiro com um Citroen DS3 R5 em Sever do Vouga

    Com o Skoda Fabia ainda “fora de combate”, o campeão em título dos SuperCar corre “em casa” com um R5 alugado à Sports & You. Pontuar é objetivo primário nesta terceira prova do Campeonato de Portugal de Rallycross Diatosta, que se disputa em Sever do Vouga, já no próximo fim-de-semana.

    Os problemas de motor no Skoda Fabia que ditaram o abandono precoce de José Lameiro em Montalegre, naquela que foi a segunda tirada da temporada, continuam a condicionar a estratégia do piloto aveirense, nesta sua dura caminhada para tentar renovar o título de campeão nacional.

    O piloto revela que “apesar dos esforços da DM Motorsport e da IGV Racing, não foi possível reparar o Skoda, pois esta situação pandémica atrasa muito o transporte de peças e não quisemos arriscar qualquer precipitação numa intervenção mecânica desta monta. Por outro lado, verificamos logo que, mesmo que completássemos o trabalho, não teríamos tempo para qualquer teste antes da prova e isso seria um risco tremendo e desnecessário”.

    Como tal, José Lameiro optou por “procurar uma solução técnica que nos garantisse alguma competitividade e acabamos por escolher um Citroen DS3 R5 da Sports & You. Temos perfeita noção de que não é um SuperCar, mas vai permitir que estejamos em Sever com capacidade para garantir pontos que poderão vir a ser preponderantes nas contas finais do campeonato”. O homem forte da Diatosta espera “poder estar no pódio e dar assim à nossa equipa e à nossa claque ‘Mancha Negra’ mais um bom resultado, para lhes agradecer todo o apoio que nunca me regateiam!”.

  • Toque ‘trava’ exibição notável de Tiago Ferreira

    O piloto do Peugeot 208 S1600 esteve em excelente plano na segunda jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, até sofrer um toque, que travou a sua incrível progressão ao longo do fim-de-semana em Montalegre.

    Partindo para a prova transmontana com o claro intuito de ganhar mais experiência e evoluir, Tiago Ferreira entrou determinado e com um andamento consistente, que no primeiro dia lhe valeu um notável quinto lugar.

    Um desempenho que se prolongou para domingo, onde almejou ser sétimo da geral após as duas mangas de qualificação. Só que um toque de um adversário mal a corrida de acesso à Final se iniciou acabaria por ‘travar’ a evolução do piloto do Peugeot. “Na partida para a semifinal não passamos da primeira curva, pois um toque danificou o nosso carro e não pudemos continuar”.

    Tiago Ferreira lamenta o sucedido, apesar de saber de antemão que situações destas são frequentes no rallycross. “Foi um fim-de-semana agradável e de aprendizagem. Estávamos na luta para almejar um lugar na final, pois estávamos cada vez mais rápidos. Foi pena o toque que nos atirou para fora da corrida, pois estou certo de que estávamos a demonstrar andamento para poder ir mais longe e sair de Montalegre com um resultado de grande nível.”, remata Tiago Ferreira, que, no entanto, realça “a satisfação que sentimos por ver que estamos a conseguir evoluir, não apenas na minha condução, mas também na forma como entendemos o Peugeot e o fazemos ficar mais competitivo. Estamos muito entusiasmados com o que poderemos vir a fazer no futuro!”. O piloto espera agora ter mais sorte na terceira ronda do Campeonato de Portugal by Diatosta, que se realiza entre 2 e 4 de julho em Sever do Vouga.

  • Resultado amargo não premiou andamento forte de Jorge Machado em Montalegre

    O piloto de Lousada saiu da segunda prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta com sensações mistas. Se por um lado mostrou um forte andamento, por outro saiu de Montalegre algo frustrado por não ter conseguido chegar à final da Divisão S1600.

    Tal como vem sendo habitual, Jorge Machado mostrou-se um dos protagonistas mais aguerridos daquela que é considerada atualmente a categoria ‘rainha’ do rallycross nacional, exibindo sempre uma grande garra aos comandos do endiabrado Citroën C2 S1600.

    O lousadense materializou o seu forte andamento terminando o primeiro dia no segundo lugar da classificação geral. No domingo prosseguiu na luta e sempre na disputa dos lugares cimeiros e repetiu o resultado após as quatro mangas de classificação, sendo primeiro nas contas do campeonato.

    Jorge Machado seguiu naturalmente para a semifinal, bem posicionado na linha da frente da grelha de partida. Só que no começo do embate acabou por ficar ‘embrulhado’ numa confusão que se gerou no seio do pelotão e tudo ficou comprometido. “Arrancamos bem, mas no final da reta houve alguma confusão e fiquei um pouco para trás. Lutamos e demos tudo que tínhamos, mas não foi suficiente para chegar ao quarto posto que dava acesso à final”, contou o piloto do Citroën C2 S1600.

    O piloto de Lousada não esconde a sua grande deceção, pois sabe que estava ao seu alcance uma possível subida ao pódio: “Saímos tristes e contentes desta jornada, contentes pois durante as mangas estivemos fortes e na luta pelos lugares da frente, tristes que perdemos a oportunidade de ir a final para amealhar mais pontos!”.

    Jorge Machado começa já a trabalhar para a próxima prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que terá lugar entre 2 e 4 de julho em Sever do Vouga.

  • Sérgio Dias sempre em crescendo na “batalha” de Montalegre!

    O piloto de Lousada esteve ao seu melhor nível na segunda prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, em Montalegre, sendo um dos protagonistas nas lutas pela supremacia, culminando com a obtenção da sexta posição na supercompetitiva Divisão Super1600.

    Sérgio Dias mostra-se cada vez mais entrosado com o Renault Twingo S1600, e apesar de algumas dificuldades com o ‘set-up’ do carro francês na jornada de sábado, que não lhe permitiram exprimir todo o seu potencial, foi subindo na classificação ao longo do fim-de-semana, logrando concluir as quatro mangas entre os dez primeiros.

    Seguiu-se uma semifinal onde mais uma vez o piloto lousadense mostrou a sua garra, fazendo uma prova de trás para a frente, conseguindo terminar este confronto no quarto posto. Um desfecho que lhe deu o ‘passaporte’ para a final. Na derradeira e decisiva corrida, Sérgio Dias atacou, procurou por todos os meios discutir os lugares cimeiros, mas a enorme competitividade da Divisão S1600 e o nível dos carros em presença não permitiu que fosse além do sexto posto final.

    “Estou contente por ter chegado à final, face a tão bons pilotos, mas foi uma prova difícil, pois não conseguimos mostrar o nosso real valor durante as mangas, tendo arrancado sempre de posições atrasadas. O que dificultou a nossa progressão”, confessou o piloto do Renault Twingo.

    Ainda assim Sérgio Dias diz-se por ter mostrado alguns ‘rasgos’ de competitividade, “pois conseguimos melhorar nas corridas decisivas e estar entre os melhores. Agora vamos preparar da melhor forma a próxima jornada para poder andar mais a frente possível”. O que significa que o piloto de Lousada vai preparar com todo o cuidado a terceira jornada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que se disputa entre 2 e 4 de julho em Sever do Vouga.

  • Gonçalo Novo garante pódio em Montalegre, numa jornada inglória para João Novo

    A dupla dos “jovens lobos” da Motofil teve sortes diferentes na segunda jornada do ano do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta. Gonçalo Novo esteve em grande plano, enquanto João Novo viveu uma jornada agridoce, com uma penalização a impedir a sua ida à final.

    A equipa Motofil chegou a Montalegre firme no propósito de voltar a dar todas as condições aos seus dois jovens pilotos para brilhar. E estes tudo fizeram para tentar corresponder. Gonçalo Novo assumia antes da prova que vinha com tudo. E as expetativas do piloto do Toyota Starlet para esta ‘visita’ a Trás-os-Montes eram justificadas, pois em Lousada tinha realizado uma exibição notável e uma das primeiras posições era um objetivo perfeitamente justificável, como o confirmou o desempenho no sábado, numa jornada de muito calor.

    “No primeiro dia correu bem e lutamos pelos lugares cimeiros. No domingo problemas técnicos condicionaram as duas mangas de qualificação”, explica Gonçalo Novo, que conseguiria na final chegar à segunda posição, refletindo a sua excelente velocidade em pista e a forma focada como abordou a corrida decisiva. Mas… “à posteriori fomos penalizados numa posição e acabamos em terceiro, numa decisão que respeitamos, mas que nos deixa tristes”. No entanto, o jovem piloto da Motofil sentia-se “muito feliz com a minha exibição e com o excelente nível de preparação do Starlet. Agradeço imenso à minha equipa!”.

    Mas o espetáculo exibicional proporcionado pela Motofil não se resumiu ao piloto do Starlet amarelo, uma vez que João Novo voltou à Super 1600 com uma atuação de destaque. Aos comandos do Citroën C2 S1600 conseguiu lutar pelas posições cimeiras ao longo de todo o fim-de-semana. E “apesar da concorrência feroz, pois esta divisão está fenomenal!”, concluiu a jornada transmontana em bom plano, evidenciando uma grande evolução.

    O nono posto no final das quatro qualificações foi o reflexo da aprendizagem do jovem piloto da Motofil, que na divisão ‘rainha’ do rallycross nacional brilhou ao realizar um grande arranque na semifinal que o levou até ao quarto posto. Isso daria acesso à final se a organização não lhe tivesse atribuído uma penalização que o afastou da corrida decisiva.

    “Face a adversários muito fortes demos muita luta, e foi pena que não tivesse podido mostrar mais na final, pois penso que conseguiria sair de Montalegre com um excelente resultado. Por isso não deixo de estar dececionado com o desfecho”, declarou João Novo, que na prova transmontana tinha a consciência de poder discutir o pódio.