Luís Almeida voltou às pistas, após a pandemia. Tal aconteceu no Eurocircuito da Costilha, que recebeu, no fim de semana passado, a primeira prova de Ralicross após Covid.
O Kartcross
regressou em força, eram vinte e três os participantes, um número que só por si
prometia uma excelente prova. Mas, para dar ainda mais emoção, os pilotos
estavam todos com andamentos excelentes, assistimos a corridas extremamente
disputadas.
Luís Almeida, o piloto das Caldas da Rainha, começou por tirar o segundo crono nos treinos, com uma diferença mínima para o primeiro. Almeida conduz um LBS RX01, marca Espanhola de chassis que o piloto representa em Portugal, a marca já tem uma boa implantação no nosso campeonato. Foram quatro as viaturas da LBS presentes em Lousada, pelas mãos do Campeão Jorge Gonzaga, do Rookie de 2019, Pedro Marques e do estreante, João Pinheiro. Além do nosso piloto, é claro.
As corridas
de qualificação foram a um ritmo alucinante, com diferenças muito pequenas.
Luís Almeida ganhou a primeira, conquistando ainda um quarto e um segundo
lugar. Após corridas de qualificação era sua a segunda posição. A linha da
frente na grelha de partida estava assegurada. Conquistou o quinto lugar na
final, a pouco mais de cinco segundos do líder.
Almeida era
no final um piloto contente. “Foi um excelente fim de semana de corridas,
pena as bancadas estarem desertas, mas compreendemos que é para o bem de nós
todos. Quanto aos meus colegas com chassis LBS, estiveram todos muito bem. Um
deles até me ganhou”. Almeida sorriu e continuou. “De salientar a
evolução do nosso estreante, daqui a pouco está a passar por mim a alta
velocidade”.
A próxima corrida é em Castelo Branco nos dias 1 e 2 de agosto.
A Pista da Costilha acolheu o regresso do piloto, após a ausência de Sever. No desafiante traçado lousadense, Sérgio Castro voltou a elencar todo o seu talento e competitividade, terminando em 6º.
Este regresso tinha uma dupla missão:
terminar com o longo hiato sem competição e iniciar um ciclo positivo que deixasse
para trás os múltiplos problemas que apoquentaram Sérgio Castro em 2019.
O piloto entrou em pista com uma estratégia
bem definida. Aproveitou os treinos “para tomar o pulso ao kartcross e
fazer voltar todos os automatismos da pilotagem de competição, para ganhar
progressivamente confiança e reservar para as corridas uma maior intensidade no
andamento, até porque tinha a noção do quão forte está o nível competitivo
deste campeonato”.
Chegadas as séries, a cautela deu lugar à confirmação de toda a sua competitividade, com Sérgio Castro a protagonizar corridas muito eficaz e que o fizerem rodar sempre entre os primeiros, embora não tenha sido uma fase da jornada totalmente imaculada pois, um incidente na 3ª manga forçou-o a abandonar. Foi assim de forma lógica que almejou qualificar-se para a grande final e fez a “corrida da verdade” sempre a disputar os lugares de relevo, tendo passado na bandeira de xadrez num sólido 6º lugar, recolhendo preciosos pontos para o campeonato.
A exibição e o resultado provocaram no piloto uma “enorme satisfação. Foi um ótimo fim-de-semana. Estivemos sempre rápidos, sem problemas mecânicos e a lutar no cimo da tabela, provando uma vez mais que temos muito valor”. Sérgio Castro não deixou de agradecer “à minha equipa, patrocinadores e amigos, que tanto me ajudam nesta odisseia do PTRKX!”.
Agora, será tempo de rumar a Castelo Branco, para enfrentar a 3ª prova da época, aprazada para os dias 1 e 2 de agosto.
Foi “de faca nos dentes” e sempre “no músculo” que Sérgio Dias reclamou um lugar entre os “duros” que lutaram palmo a palmo, pelos lugares cimeiros na S1600. O Renault Twingo esteve também sempre competitivo e deixa boas indicações para o resto do campeonato.
Quando se tem a coragem em optar por
competir numa Divisão onde os primeiros dez pilotos cabem, nas suas votas mais
rápidas, em pouco mais de um segundo e onde cada manga, cada curva, cada
travagem, são batalhas entre modernos gladiadores de topo, com armas mecânicas
a condizer.
O 65º Ralicross de Lousada não deixou créditos pro mãos alheias e os S1600 proporcionaram um espetáculo tremendo. E Sérgio Dias foi um dos atores principais. O lousadense queria “estar na luta pelos lugares de topo em cada série e sinto-me muito feliz por ter sempre demonstrado andamento para tal. Senti-me muito seguro e confiante no meu Renault Twingo S1600 e diverti-me imenso nas lutas incríveis que todos travamos em pista”.
A sua regularidade pontual e a frieza com que correu na sua meia-final, granjearam-lhe um lugar na final. Nesse momento de todas as decisões, um forte arranque e a sua condução de ataque permitiu-lhe guindar-se a um excelente 6º lugar final, resultado que deixa Sérgio Dias “muito feliz. Foi um prémio muito justo para a minha equipa, que trabalhou de forma fantástica para me entregar o Twingo sempre forte, estando também muito satisfeito com o meu nível de condução. Quero destacar o nível incrível que estas corridas estão a ter. Dá gosto fazer parte deste pelotão e deixa-me orgulhos que estejamos cada vez mais próximos do topo!”.
Sai de Lousada no 4º lugar do campeonato e quer, em Castelo Branco “tudo fazer para chegar ao pódio”. A 4ª jornada do PTRX, que utilizará a pista da Beira Baixa, vai decorrer nos próximos dias 1 e 2 de Agosto.
Só um incidente de corrida deitou por terra aquela que estava aser uma exibição majestosa do piloto aos comandos do seu EVO VI. Mas a desistência a que se viu forçado em nada lhe retira a nota máxima, porque deu um recital de condução.
Um
toque na 2ª manga de qualificação, acontecimento normal em situação de corrida,
deitou por terra as justas ambições de Frederico Santos para esta segunda jornada
do PTRX.
Até
esse momento aziago, o piloto da FS Steeltec, estava a encantar todos quantos
tinha o raro direito de estar presentes no Eurocircuito da Costilha, com uma
condução fabulosa, capaz de “espremer” todo o potencial do Mitsubishi Evo VI.
De
tal forma foi intenso o seu andamento que Frederico Santos conseguiu coloca rem
sentido os adversários que possuíam verdadeiros SuperCar, com muito mais potência
do que a que o EVO VI consegue colocar no chão, atrevendo-se a lutar “no braço”
pelas posições cimeiras na manga inicial e estando mesmo a lutar pela
liderança, quando se deu o já referido acidente que o levou a abandonar a 2ª manga
e, pior do que isso, teria consequência para o resto da jornada.
A
equipa técnica da FS Steeltec tudo tentou, mas, mesmo trabalhando madrugada
dentro, o veredito final foi fatídico: eram extensos os danos e seria impossível,
em tempo útil, colocar o carro em condições de ser minimamente competitivo
durante as corridas de domingo.
pub.
Frederico
Santos não escondia “a desilusão com este desfecho. Foi um duro golpe
para mim e para equipa, que tudo tentou para me conseguir dar o carro de volta
a tempo de eu tentar lutar de igual para igual com os adversários, mas foi
impossível”. No entanto, o piloto sai de Lousada “contente com a
nossa exibição e por não termos tido qualquer receio de ombrear com grandes pilotos
e carros muito mais fortes, sem medo e sem deixar de tentar chegar sempre mais
acima”.
Agora, é tempo de “arregaçar as mangas e não só reparar de forma plena o Mitsubishi, mas também tentar melhorar a sua performance, antes da jornada de Castelo Branco”. São quinze dias, que vão ser intensos, antes da 3ª jornada, a cumprir nos dias 1 e 2 de agosto.
A correr com motivação extra na sua terra, o veloz piloto do Peugeot 208 S1600 da SRT Motorsport nunca conseguiu colocar em pista todo o seu talento, a braços com sucessivos problemas mecânicos no seu carro.
Existem momentos assim. Aqueles em que uma espécie de sorte madrasta ensombra todas as ambições, alaga todas as estratégias e torna-se impossível atingir os objetivos delineados e que estão perfeitamente ao alcance. Esse será um bom resumo do “calvário” percorrido por António Sousa em Lousada, na segunda prova do PTRX 2020. A bem da verdade, diga-se que o piloto demonstrou sempre velocidade e capacidade para lutar pelo pódio, mas praticamente em todas as corridas sofreu um problema mecânico que deitou por terra todos os seus esforços.
Nas mangas de qualificação, ou foi forçado a abandonar, ou terminou sempre limitado por qualquer evento mecânico que colocava o seu Peugeot 208 S1600 muito abaixo do seu potencial. Depois, já na sua meia-final e quando disputava os lugares da frente, a caixa de velocidades nada quis com a sua demanda e cedeu, forçando-o a ficar por aí, impedindo-o de ir à final, quando era claro que tinha andamento para tal e para almejar garantir um bom lugar na grelha de partida para a corrida decisiva. Há que levantar a cabeça e pensar já na corrida seguinte, em Castelo Branco, nos dias 1 e 2 de Agosto.
Prometeu e cumpriu. Pedro Rosário assinou em Lousada uma exibição de alto nível, coroada com uma justa e brilhante vitória aos comandos do seu Semog.
Foi um fim-de-semana a roçar a perfeição
para Pedro Rosário. Dos treinos à corrida decisiva, o piloto revelou um
andamento que se tornou muito difícil de bater pela forte concorrência
luso-espanhola que enfrentou no Eurocircuito da Costilha, nesta segunda ronda
do Campeonato de Portugal de kartcross.
O piloto de Coimbra desde cedo que
estabeleceu o mote. Mais rápido nos treinos de sábado, foi 2º na manga de
qualificação inicial e terminou esse primeiro dia “com a certeza de que tinha
máquina para vencer e que o meu andamento estava mesmo muito forte”.
A manhã de domingo trouxe um Pedro Rosário “intratável”. Venceu as qualificações que havia para vencer e reclamou, com todo o mérito a “pole position” para a final.
No arranque fica na segunda posição, mas,
desde logo, assumiu uma pressão avassaladora sobre o líder provisório, até
consumar a ultrapassagem. Uma vez na liderança, colocou os olhos na meta e
recebeu a bandeirada de xadrez no comando, consumando assim uma brilhante vitória.
No final, sorridente e feliz, piloto
conimbricense confessava que “o prazer e a emoção estão de volta.
Senti-me um jovem aos comandos do Semog!”, destacando “o
excelente trabalho da equipa e a felicidade que sinto por ter demonstrado toda
a minha rapidez e competitividade, sendo totalmente justa a vitória que alcancei!”,
concluindo que “este triunfo nos coloca bem posicionados na guerra pelo título
nacional, objetivo maior desta época. Vamos a Castelo Branco muito motivados e
queremos voltar a vencer”.
A 3ª prova do PTRKX será a 1 e 2 de agosto, no circuito da capital albicastrense.
O piloto do Peugeot 106 esteve sempre na luta pela vitória em Lousada, voltando a rubricar uma excelente exibição, coroada com um pódio.
À
partida para esta segunda jornada do PTRX, a moral de Tiago Ferreira era
justificadamente alta, depois do bom arranque em Sever do Vouga, onde revelou
sempre um andamento forte e entre os melhores da Nacional 1.6 A.
A
tática do piloto do TTC RX Team passou por “aproveitar os treinos para me
adaptar à pista e afinar da melhor forma o Peugeot. Deu logo para perceber que
iríamos ter um forte inimigo: o calor que foi tão intenso, ao longo do fim-de-semana,
que afetou pilotos e carros e acabei a jornada esgotado como, aliás, penso que praticamente
todos”.
As mangas de qualificação correm-lhe de feição, tendo mesmo vencido a terceira e estado sempre na luta pela primazia, numa divisão em que impera o equilíbrio. A exceção, pela negativa, foi a quarta e última qualificação, onde Tiago Ferreira não alinhou porque “detetamos um problema mecânico e optamos por nos concentrar na sua resolução e colocar o carro em condições para a final”.
Colocado na primeira fila da grelha, foi muito rápido a reagir ao fecho de semáforos e chegou á famosa primeira direita da Costilha bem colocado para discutir a liderança.
Mas
aí tudo se complicou. O pelotão protagonizou “uma enorme carambola, com muitos
toques, que me atrasaram e depois foi fazer uma corrida de trás para a frente,
sem baixar os braços”, coroada com um 3º lugar na pista, que seria segundo nas
contas finais, após penalização do piloto que terminou a corrida na frente.
O
resultado é “muito bom, embora pudesse ser melhor pois estivemos sempre
com andamento para lutar pela vitória, com este pódio a ser uma recompensa para
o trabalho de toda a equipa. Pelas nossas contas, lideramos o campeonato, o que
nos dá ainda mais alento e vontade de conquistar vitórias e tentar chegar ao título!”,
concluiu Tiago Ferreira.
O PTRX ruma agora a sul, com a 3ª prova a disputar-se em Castelo Branco, a 1 e 2 de agosto.
Foi sempre ao ataque que o piloto lousadense assinou uma espantosa “faena” na arena da Costilha. O 8º lugar final sabe a pouco pois fez tudo para lutar pelo pódio.
A 2ª
prova da época tinha um sabor especial para Jorge Machado. A correr em casa, o
piloto do HR Racing Team queria brilhar e sair de Lousada com um resultado
forte, não só para esquecer de vez a malapata que o tinha atingido em Sever do
Vouga mas sobretudo porque, como nos referiu, para ele “correr em Lousada,
minha terra natal, é sempre muito especial e fico sempre com muitas ganas de me
exibir ao meu mais alto nível, perante a minha família e os meus conterrâneos”.
Se bom
era esse desejo do piloto, melhor foi a forma como o colocou em pista.
Desde os
treinos que se revelou veloz e confiante na competitividade do seu Citroen C2
S1600, rodando sempre muito rápido e de forma consistente. Mas mangas de
qualificação, lutou sempre sem tréguas nem falhas e, na meia-final, guindou-se
ao 3º lugar, garantindo assim uma boa posição na grelha de partida para a
corrida decisiva.
E aqui,
desde o arranque esteve sempre na guerra pelo pódio, lutando arduamente e revelando
um andamento ao nível dos melhores, numa Divisão que é, claramente a mais
competitiva e que tem um plantel de pilotos e carros verdadeiramente de luxo.
Mas, uma
vez mais, o azar bateu-lhe à porta. Um problema mecânico forçou-o à desistência
e ao 8º lugar final nesta jornada lousadense. A classificação, mesma sendo positiva,
revela-se míngua na recompensa para a exibição de Jorge Machado. No rescaldo, o
piloto considerou que “foi um excelente fim de semana, com muito calor
dentro e fora de pista. Conseguimos mostrar o nosso forte andamento e que podem
contar comigo para novas lutas pelos lugares cimeiros nas próximas corridas,
estando na luta pelo campeonato. Vamos trabalhar para tornar o C2 ainda mais fiável
e esperar que, nas próximas corridas, a sorte esteja connosco!”.
O HR Racing Team aponta já a mira para 3ª prova do PTRX, que se disputará na zona raiana da Beira Baixa. O Ralicross de Castelo Branco acontecerá a 1 e 2 de agosto.
A corrida lousadense provou, uma vez mais, que a Divisão S1600 tem um nível competitivo “à Europeu”. O 9º lugar final foi o prémio para a boa exibição do piloto e mostrou que o Skoda Fabia MKIII já está fiável e tem uma grande margem de progressão.
Dos treinos
aos momentos decisivos, Nuno Araújo assinou uma exibição isenta de erros e
nunca virou cara à luta, espremendo o “sumo” todo do atual estado de
desenvolvimento do Skoda Fabia MKIII.
Um dos pontos positivos deste fim-de-semana prende-se com o elevado grau de fiabilidade que o carro demonstrou, a que se juntou o foco do piloto que lhe permitiu, a espaços, estar perto do Top 5. Mas numa divisão em que, com exceção do atual campeão, está uma dezena de pilotos praticamente dentro do mesmo segundo, quanto ao tempo por volta, o “carrossel” classificativo é constante e basta uma manga de qualificação menos bem conseguida para ditar oscilações na classificação. No fecho, o 9º lugar final, a que se junta o 4º de Sever, representa mais uma boa pontuação para o campeonato e permite vincar que equipa e piloto estão na luta e há que contar com eles no futuro.
Nuno Araújo
sai de Lousada “contente com a minha prestação e muito orgulhoso do
trabalho árduo que está a ser feita pela minha equipa de mecânicos e pela
Integra Solutions, sendo já visível que, quando em comparação com 2019, o nosso
Skoda está bem melhor, embora ainda um patamar abaixo do que é necessário para
ombrear com os melhores carros do plantel”, ou não estivesse o ENI/EQS
Racing Team a competir numa Divisão que apresenta um naipe de pilotos e máquinas
sem paralelo nas outras do PTRX e que tem mesmo um nível pouco habitual em
outros campeonatos nacionais. Aliás, o penafidelense destaca isso mesmo,
dizendo sentir-se “muito orgulhoso por fazer parte de um plantel de
pilotos com enorme talento, que torna emocionante e imprevisível cada corrida.
Este é um desafio enorme e sei que ainda tenho muito que evoluir, mas é esse o
meu foco!”.
Para Hugo
Branquinho, team manager da equipa, este fim-de-semana foi “mais
um passo importante rumo aos nossos objetivos, a curto e médio prazo.
Recolhemos muitos dados desta jornada em Lousada, verificamos a valia de
algumas alterações que tinham sido introduzidas para esta corrida e sabemos
claramente onde temos de melhorar e que evoluções têm de ser introduzidas no
carro, para podermos proporcionar ao Nuno as condições para ele lutar pelas vitórias”.
O ENI/EQS Racing Team aponta já a mira para 3ª prova do PTRX, que se disputará na zona raiana da Beira Baixa. O Ralicross de Castelo Branco acontecerá a 1 e 2 de agosto.
Ausente da prova inaugural de 2020, em Sever do Vouga, João Ribeiro regressou, correu e, como habitualmente, venceu a Divisão S1600, numa demonstração enorme do seu talento gigantesco.
Marcando o regresso à competição do PTRX, o Eurocircuito da Costilha, em Lousada, foi palco da segunda prova da época, num cenário marcado pelo “novo normal”: Ausência de público e medidas sanitárias exigentes, a criar um cenário impensável há meio ano atrás. Foram dois dias debaixo de forte canícula, sendo de destacar a boa organização assinada pelo Clube Automóvel de Lousada.
Está-lhe nos genes. O paredense
João Ribeiro é filho e sobrinho de campeões e é ele mesmo, hoje em dia, um
grande campeão.
Compareceu em Lousada aos
comandos de um Skoda Fabia alugado e uma das mais experientes equipas do
Europeu de Ralicross e, depois de um início cauteloso para adaptação, deu um
verdadeiro recital de condução, dominando a Divisão S1600 que é claramente, a
mais competitiva do campeonato, com mais de uma dezena de pilotos a tecer
argumentos com muito equilíbrio.
Na final, liderou da primeira à
última volta, mas na segunda passagem pela meta a vantagem face à concorrência
já era significativa. Mais animada
esteve a “luta” pelos restantes lugares do top five. Bruno Gonçalves em Citroën
Saxo ainda rodou durante algum tempo no segundo posto, mas Joaquim Machado
(Peugeot 208) numa corrida de trás para a frente acabou, na penúltima volta por
assumir o segundo lugar. Gonçalves fechou assim o pódio, enquanto Rogério Sousa
(Ford Fiesta), quarto classificado, acabou por levar a melhor no duelo
particular que teve, durante as sete voltas, com André Sousa no Peugeot 207.
Entre os Supercars, o destaque vai para o aumento do plantel presente para 4 carros. Joaquim Santos aos comandos do Ford Focus arrancou melhor e assumiu a liderança da primeira à última volta da corrida decisiva. José Lameiro (Skoda Fabia) ainda discutiu com o piloto da Bompiso a primeira travagem, mas depois não acompanhou o ritmo e acabou no segundo lugar do pódio. Daniel Pacheco (Subaru Impreza) foi terceiro e garantiu a melhor posição entre os carros de Divisão 2.
Já na Divisão Nacional A 1.6, a classificação
final resultou de uma decisão do colégio de comissários, que provocou alguma celeuma.
Pedro Tiago (Citroën Saxo)
confirmou a prestação de toda a qualificação e voltou a superar a concorrência.
Américo Sousa também em Saxo e Tiago Ferreira em Peugeot 106, discutiram entre
sim os restantes lugares do pódio, terminando, por esta ordem quase “colados”.
Duplo azar para Leonel Sampaio, que arrancou melhor, mas depois perdeu terreno
devido a um ligeiro toque na travagem no final da reta da meta. Para além
disso, acabou por ser forçado a abandonar após o salto da Joker Lap.
No final, Pedro Tiago foi
penalizado, devido a esse toque em Leonel Sampaio logo na curva um, que o
colocava no quarto posto. Os três primeiros passaram a ser Américo Sousa, Tiago
Ferreira e Jorge Costela, por esta ordem respetivamente.
Daniel Teixeira (Renault Clio),
que se estreou no PTRX em Lousada, partiu para a final da Divisão nacional 2RM “de
olho” no pódio e acabou mesmo por assegurar a vitória. Notável.
Andreia Sousa, depois de um toque
que a colocava atravessada na curva dois, logo após a partida, retomava o
andamento e sempre com um ritmo forte, conquistou a “Prata” aos comandos do
Peugeot 306 e José Silva fechou o pódio desta segunda jornada.
Entre os mais novos, que competem
na Iniciação, a final acabou por ficar nas mãos de André Monteiro (Toyota
Corolla), que apesar de ter sido o segundo a cruzar a linha de meta, acabou por
subir de posição após uma penalização aplicada a Rafael Rêgo (Peugeot 106), que
desceu assim para a segunda posição. Gonçalo Rocha (Peugeot 106) encerrou o
pódio e estreou-se com uma subida ao pódio.
Pedro Rosário
regressa aos triunfos
Entre os Kartcross, que tiveram uma jornada muito animada e com um plantel de luxo, Pedro Rosário em Semog Bravo voltou às vitórias, numa corrida que até metade foi comandada por Rui Nunes, também em Semog Bravo.
O campeão em título, Jorge Gonzaga fechou o pódio, mas durante toda a corrida teve que medir forças ora com Tiago Freitas ora com Luís Almeida, que por esta ordem terminaram o grupo dos cinco mais do Kartcross. Daniela Godinho voltou a defender a honra das senhoras e João Pinheiro entre os rookies.
Já entre os Superbuggy, Nuno Godinho (Semog) terminou a jornada de Lousada como começou, isto é, no comando. Cláudio Coelho cumpriu os objetivos na estreia do SSV Polaris.