Categoria: + Motores

  • Vitória de Miguel Oliveira no Moto GP foi notícia em todo o mundo

    De acordo com um estudo da CISION, a vitória de Miguel Oliveira no Grande Prémio de Moto GP da Estíria, na Áustria, foi notícia em 3.737 artigos em todo o mundo. A glória do piloto português colocou Portugal em destaque nos media internacionais e a Indonésia foi o país onde foram publicadas mais notícias.
     

    Pela primeira vez, Miguel Oliveira conquistou o Grande Prémio de Moto GP da Estíria, em Spielberg, na Áustria. Um estudo elaborado pela CISION destaca os 3.737 artigos em todo o mundo (excluindo Portugal) sobre a vitória do piloto português.

    A Indonésia lidera o ranking dos 15 países com o maior número de notícias sobre a vitória do piloto português, com 605. Uma posição que se justifica dado o elevado número de aficionados desta modalidade neste país e no continente asiático.

    Ainda no ranking dos países que mais destaque deram à vitória do piloto português, refira-se o número de notícias em Itália (535), EUA(401), Espanha (355), França (265), Alemanha (146), Brasil (110), Argentina (106), Reino Unido (105), Suíça (104), Países Baixos(88), Áustria (75), Turquia (55), Índia (49) e Tailândia (4).

    Além do orgulho nacional e do impacto mediático em Portugal, a vitória de Miguel Oliveira foi notícia em 1.292 órgãos de comunicação social online internacionais, com uma audiência potencial estimada de 195 milhões (impressões).
     

    O objeto de análise deste estudo realizado pela CISION – empresa líder global em serviços e software de pesquisa, monitorização e análise de media – foram todas as notícias com referência ao Miguel Oliveira veiculadas em mais de 120 mil meios de informação onlinede 190 países monitorizados regularmente pela CISION, pesquisadas entre os dias 22 e 25 de agosto de 2020.

  • Parallel Velocity fez mais uma sessão de testes

    Joaquim Bernardes, josé Azevedo, António Ramos e Frederico Castro foram os pilotos “de serviço”.

    Uma vez mais no passado fim de semana, o Parallel Velocity Club levou a efeito mais um dia de testes no troço em asfalto existente junto ao aeródromo da Maia Desta feita cinco carros marcam presença, e assim Joaquim Bernardes e o seu Volkswagen GTI marcaram presença, para testar travões.

    A dupla José Azevedo/Sandra Silva trouxeram o Nissan Micra, que no inicio da tarde debateu-se com problemas no motor, sendo assim obrigado a regressar a casa mais cedo. Por outro lado Frederico Castro/André Gaspar, testaram o Renault Clio RS, estando assim pronto para a participação  no Rali Mesão Frio que irá ter lugar no próximo fim de semana. Por ultimo de referir a presença do Fiat Uno 1.2 de Alfredo Lopes, e o Toyota Corolla ex-fábrica de António Ramos que se limitam a rodar o mais possível.

    Já não faltava muito para o sol se recolher, quando toda a equipa do Parallel Velocity Club começou a desmontar a sinalização e outros elementos de apoio, quando Jorge Galhardo, presidente deste clube organizador nos fez a descrição do que foi esta jornada dizendo “ missão cumprida, correu tudo bem, os pilotos que vieram testar saíram daqui satisfeitos, felizmente não houve nenhuma saída deestrada. Com a presença de algum público nos pontos mais interessantes, penso que foi uma jornada bem aproveitada por todos”,conclui  Jorge Galhardo.

  • Sérgio Dias continua na senda dos bons resultados com 4º lugar em Castelo Branco

    Cada vez mais forte na condução do belo Renault Twingo S1600, o piloto de Lousada mantém a toada de ataque e continua a pontuar forte, marcando de forma bem positiva esta época de 2020.

    À chegada ao circuito albicastrense, Sérgio Dias e a sua equipa estavam com a motivação em alta. Ocupando o 4º lugar nas contas do campeonato, o lousadense trazia fresca na memória a sua espantosa exibição em Lousada, onde ombreou com os melhores.

    E desde o primeiro momento que sentiu ter todas as condições para continuar na senda do sucesso. O piloto rodou “forte nos treinos, de onde saímos com muito boas indicações quanto à competitividade do carro nesta difícil pista e, já nas mangas de qualificação, consegui estar sempre forte e acutilante, obtendo bons resultados e garantindo um lugar na final, que era um dos nossos objetivos primordiais. Não me canso de salientar o quão competitiva e a nossa Divisão. Temos muitos pilotos fortes e é fantástico estar a lutar com eles!”.

    Partindo da terceira fila da grelha de partida, Sérgio Dias protagonizou um forte arranque e, de repente, antes da primeira curva, o lousadense deparou-se “com uma enorme confusão, que resultou de um toque que envolveu vários pilotos. Mantive o sangue frio e consegui passar por um autêntico buraco de agulha, no meio dos carros já atravessados, embora tenha perdido algum tempo. Rodei depois forte até ao final da prova e consegui ser 4º, sendo este um bom resultado”.

    Desta forma, o Ralicross de Castelo Branco resultou em mais uma excelente operação pontual para Sérgio Dias, que continua assim nos lugares cimeiros do campeonato, no fecho desta primeira parte da temporada, motivando-o a “preparar muito bem a última fase da época, que arrancará em setembro. Vou dar tudo para conseguir chegar ao pódio final do campeonato, premiando o excelente trabalho da minha equipa e agradecendo o apoio dos meus patrocinadores, que têm sido fantásticos!”.

  • PTRX: Motofil Sport com jornada muito positiva em Castelo Branco

    Enquanto João Novo se estreava nos SuperCar com uma exibição de gala, Gonçalo Novo também brilhava entre os iniciados. Os 2 pódios foram recompensa magra para o andamento dos dois jovens craques Motofil.

    O resumo da estreia de João Novo entre os SuperCar e logo aos comandos de um brutal Citroen DS3 resume-se a um facto notável: o jovem piloto simplesmente exerceu um domínio total e só uma penalização lhe tirou o triunfo que se apresentava como a lógica recompensa para uma exibição de gala.

    Apesar da sua tenra idade, João Novo ostenta já uma capacidade de manter total intensidade no andamento e na luta pela primazia, normalmente associada a uma farta experiência competitiva, conseguindo sempre, independentemente do carro e da Divisão em que esteja a competir assumir o protagonismo reservado aos eleitos que lutam pelos triunfos.

    Em Castelo Branco, o jovem craque da Motofil Sport dominou a seu belo prazer toda a potência do Citroen DS3 SuperCar, sendo o mais rápido nos treinos, “limpando” as vitórias em todas as mangas de qualificação e, chegado à grande final, almejou ser líder de fio a pavio. O balde de água fria viria após a bandeirada de xadrez quando uma penalização de 3 segundos o fez descer para º 2º lugar, mas sem ensombrar minimamente a exibição do piloto.

    No fecho da prova, João Novo mostrava-se “feliz e orgulhoso por ter sido tão competitivo e logo numa decisão que exige muito dos pilotos. Foi um fim de semana excelente. Já há bastante tempo que não andava no Citroen e esta prova serviu para readquirir os conhecimentos e também evoluir a nossa condução. E desfrutar ao máximo e divertir os aficionados. Adaptei-me bem ao carro e à pista e provamos que podemos vencer. Espero que seja já na próxima, em Mação!”.

    Quanto ao “benjamim” da equipa, o 2º lugar final na Iniciação foi o justo prémio para uma prestação erguida na garra e na total entrega, mesmo nos momentos da jornada em que as coisas correram menos bem.

    Um problema no motor, que teve mesmo de ser substituído, levou o jovem Gonçalo a não alinhar em algumas das mangas de qualificação. Mesmo assim, não virou a cara à luta e na corrida decisiva, foi capaz de estar na refrega pelos lugares cimeiros, vendo coroar a sua exibição com um excelente 2º lugar final.

    Para o piloto, este pódio é “como se fosse uma vitória, principalmente por causa de todos os problemas que enfrentamos. É um suto prémio para mim e para a equipa que tudo fez para resolver os problemas e me deram um carro excelente para a final. Estou feliz com o andamento que tenho demonstrado e agora vou em busca da vitória nas próximas corridas”.

    O campeonato regressa agora apenas no início de setembro, com a quarta prova a ser disputada e Mação.

  • PTRX: forte andamento de António Sousa travado por incidente na final

    A sorte continua a nada querer com o piloto da SRT Motorsport. Num fim-de-semana em que voltou a mostrar argumentos para lutar pela frente de corrida, o piloto ficou fora da corrida decisiva logo após o arranque, depois de sofrer um toque.

    Começa a pertencer ao reno do fantástico, a busca por uma explicação para tudo quanto tem acontecido a António Sousa, nesta época a típica de 2020 do Campeonato de Portugal de Ralicross. O experiente líder da SRT Motorsport tem sofrido de tudo um pouco, desde problemas mecânicos a toques nas corridas que, com a exceção da prova inaugural em Sever do Vouga e, quase que só lhe falta ir a uma bruxa!

    Castelo Branco marcou mais um episódio desta “série negra”. O fim-de-semana do lousadense ficou marcado por “alguns toques e azares que, quase sempre, nos foram impedindo de ter corridas limpas. Mesmo assim, o carro esteve ótimo e, desde os treinos, que demonstramos um forte andamento, que nos dava segurança quanto à possibilidade de um bom resultado final”.

    Concluídas as mangas de qualificação, António Sousa garantiu um lugar na segunda fila da grelha e sentia-se “capaz de lutar pelo pódio, sabendo que nesta pista muito técnica, a experiência e a capacidade para ser agressivo podem compensar”. Foi muito rápido no arranque e “senti que iria abordar a primeira curva com possibilidade de subir logo algumas posições. Mas, de repente, senti um forte toque no meu carro e a minha corrida ficou logo ali arruinada. A suspensão traseira ficou muito danificada e não pude continuar”.

    Logicamente triste, o lousadense desabafou que “foi estar no sítio errado, à hora errada. Fomos apanhados no meio da confusão e nada havia a fazer”. Sai de Castelo Branco com a convicção de que “temos ritmo e capacidade para estar lá na frente e agora iremos preparar a próxima prova com toda a força. Queremos colocar um ponto final nesta série negra!”.

    O PTRX voltará no início de setembro, com uma deslocação a Mação.

  • Talento e garra levaram Tiago Freitas ao pódio em Castelo Branco!

    Se bem o anunciou, melhor o concretizou. Após uma exibição de gala, Tiago Freitas foi 3º e subiu pela primeira vez ao pódio nesta época.

    E o fim-de-semana até começou de forma negativa. Logo nos treinos, um pequeno despiste levou Tiago Freitas a ser mesmo assistido e a sair da pista com a equipa médica. Felizmente, foi maior o susto do que as mazelas e, mesmo combalido, ainda regressou a tempo de rodar algumas voltas nos treinos e marcar o 12º melhor registo. Perante este começo aziago, só restava ao piloto “arriscar tudo nas mangas para tentar chegar aos lugares da frente na grelha de partida para a final. Dei tudo e felizmente fui conseguindo lutar por bons resultados e, sobretudo perceber que estava sem qualquer condicionamento físico, sendo ainda de realçar que a minha equipa me colocou o kartcross bem afinado e competitivo”.

    O 7º lugar e a consequente presença na terceira fila da grelha de partida eram sinais encorajadores para a corrida de todas as decisões. O piloto estava ciente de que “tinha pela frente uma dura tarefa se quisesse chegar à luta pelo pódio, mas estava confiante e motivado”.

    Mais do que nunca, o arranque seria decisivo para o desenrolar da corrida e Tiago Freitas foi autor de uma partida perfeita. O piloto explica que “consegui arrancar muito rápido e evitei a confusão que se gerou na primeira curva, saltando para o 3º lugar. Depois fui sempre dando tudo para manter o pódio e senti-me muito orgulhoso e feliz quando vi a bandeira de xadrez. Foi fantástico!”

    No fecho da jornada, cansado e com algumas dores, Tiago Freitas confessava ter sido “uma prova de loucos, onde mostramos a nossa garra e determinação e conseguimos um pódio saboroso. Quero agradecer à minha equipa de assistência, que tudo fez para recuperar o kartcross. Este pódio também é deles. Uma palavra para o Paulo dos Amortecedores pelo fantástico trabalho nas afinações da suspensão e à minha família por sempre estar comigo”. Este resultado, diz o piloto, mostra-se “fundamental para a nossa posição no campeonato e dá-nos muita força para as próximas provas”.

    O Campeonato de Portugal de Kartcross regressa no próximo mês de setembro.

  • Rui Nunes conquistou Castelo Branco!

    Foi com uma exibição notável e com um sentido de oportunidade perfeito que Rui Nunes chegou à primeira vitória da época. Com este triunfo na corrida albicastrense, o piloto alentejano entra cada vez mais na luta pelo título

    À chegada à pista instalada na Beira Baixa, Rui Nunes tinha os olhos postos na repetição do pódio conquistado em Lousada. 5º nos treinos, o piloto de Montemor-o-Novo esteve sempre na batalha pela primazia em todas as mangas de qualificação, almejando sair da segunda fila da grelha d e partida para a corrida decisiva.

    Essa consistência e competitividade deixava o alentejano “muito satisfeito. Estávamos apreensivos quanto ao calor e às dificuldades da pista da Escuderia, mas também estávamos seguros de que poderíamos rodar nos lugares cimeiros. Feliz mente, quer nos treinos, quer nas mangas, rapidamente percebemos que estávamos muito competitivos. Conseguimos um lugar na 2ª fila da grelha de partida, num campeonato supercompetitivo e onde uma dezena de pilotos roda ao mesmo nível. Embora essa posição torna-se a luta pela vitória muito difícil, fui para a final muito motivado e pronto para dar tudo”.

    Após o arranque, Rui Nunes foi dos que melhor saiu da tradicional “molhada” na primeira curva, que não colocou em causa “o excelente arranque que consegui e saltei para segundo”, partindo em busca do comando. Aqui, a capacidade estratégia de Rui Nunes veio ao cimo e “uma boa aposta no momento em que fiz a Joker Lap, fez-me chegar ao comando e, a partir daí, foi dar o máximo até à bandeirada final!”.

    No rescaldo, o piloto mostrava-se “grato por esta vitória, que já procurávamos alcançar há muito tempo. Fizemos um excelente trabalho de casa e minha assistência está de parabéns. O kartcross esteve fantástico durante todo o fim de semana. Esta vitória é para eles, para a minha família e para os meus amigos, que me apoiam nesta aventura. Agora é descansar e esperar pela segunda parte da temporada”.

    Este triunfo coloca Rui Nunes entre os candidatos ao título, sentindo o piloto “que já estou entre os mais rápidos. Tenho muito respeito pelos meus adversários, que conduzem muito bem e têm excelente material, mas sei o que valemos e vamos estar na luta!”. O Campeonato de Portugal de Kartcross voltará anos dias 5 e 6 de setembro, com a realização da quarta prova, em Mação.

  • Acidente na final tira Jorge Machado da luta pela vitória em Castelo Branco

    Um único momento arruinou todo um fim-de-semana brilhante. O lousadense viu-se fora da final, logo após o arranque, ao sofrer um toque violento que danificou o C2.

    Nem os 15 anos que levava de jejum na pista de Castelo Branco, foram obstáculo a uma exibição de gala de Jorge Machado, aos comandos do Citroen C2 S1600. Ao longo de todo o fim-de-semana, o craque de Lousada ostentou um nível competitivo verdadeiramente fora de serie, estando sempre na discussão pelos triunfos nas mangas e assegurando a 2ª posição na grelha de partida para a corrida decisiva.

    Rápido, eficaz e focado, Jorge Machado foi construindo assim um caminho que o colocava na rota da discussão pela vitória nesta terceira prova do Campeonato de Portugal de Ralicross, o que deixava piloto e equipa “muito satisfeitos por provarmos toda a nossa competitividade e o excelente trabalho de preparação que temos posto no C2 S1600. O carro esteve sempre excelente e acertamos em cheio com as afinações que escolhemos”. Jorge Machado sentia-se contente por “estar a rodar desta forma tão rápida e competitiva, numa pista onde já não rodava há 15 anos, muito técnica e desafiante e onde qualquer erro se paga caro”.

    Na ida para a grelha de partida da grande final, era enorme a motivação para luar pela primeira vitória da época, mesmo reconhecendo o piloto que “esta é a Divisão mais competitiva, com excelentes pilotos e grandes carros, onde, de uma prova para a outra, tanto podemos estar entre os três primeiros como a lutar pelos lugares do meio do pelotão. Aqui, em Castelo Branco, senti que tinha argumentos para lutar pela vitória e estava pronto para dar tudo em pista numa final que iria ser de loucos!”.

    E no arranque, o piloto passou das palavras aos atos. Arrancou que nem um míssil, chegando ao final da reta na liderança “com quase um carro de avanço sobre os outros. Então, pouco antes da abordagem à primeira curva, um toque de outro piloto atirou com o nosso C2 contra o muro e os danos não permitiam que continuássemos”.

    No final, a frustração de piloto e equipa era tremenda. Jorge Machado lamentava “este tremendo azar. Não merecíamos que acabassem desta fora com a nossa corrida. Fomos vítimas de um incidente que não provocamos e fomos dos mais prejudicados. Estava na frente e sentia ter andamento para lutar pela vitória”. Fica, pelo menos, a certeza de que “mostramos que estamos muito fortes e rápidos. Numa pista onde e necessário muito cuidado e bastante condução, lutamos de igual para igual com os outros pilotos e fui um dos mais rápidos de todo o fim de semana. Não merecíamos este desfecho final, mas voltaremos ainda mais fortes”.

    O PTRX vai agora a banhos e só regressa nos dias 5 e 6 de setembro. Mação receberá a quarta prova da temporada, o Ralicross Verde Horizonte.

  • Fim de semana negro para Joaquim Machado

    O Ralicross de Castelo Branco, que se realizou no fim de semana passado, foi desolador para as pretensões do piloto.

    Joaquim Machado foi um dos concorrentes, na Super 1600. As coisas começaram mal na quinta feira anterior, quando, alerta o piloto, todos “nós nos vimos forçados, pela organização a alterar a vida, de forma a participar na corrida. Os pilotos de Ralicross, à semelhança de todos, têm vidas privadas e profissionais. Pilotos e equipas são amadores. Têm, evidentemente empregos e não podem ser forçados a alterar em menos de vinte e quatro horas as suas vidas. Com muita dificuldade, fizemos uma viagem de quatro horas, diretos do trabalho para Castelo Branco, foi uma viagem cronometrada, uma corrida de camião!”

    Teria sido bom que esse esforço não tivesse sido em vão, mas as corridas no sábado começaram tarde, contrariamente à justificação apresentada pela organização para “nos forçar a verificar na sexta feira. Além de tardias, as corridas correram muito mal. Com uma organização completamente desnorteada, sem qualquer preparação, até para fazer as grelhas de partida. Uma organização que veio denegrir o Ralicross. Mas os problemas organizativos continuaram e agravaram-se. De tal forma que chegou a ser caricato. A rega feita na primeira manga levou a uma diferença de 20 segundos entre séries. Uma injustiça para os pilotos, que já estavam completamente destabilizados com a confusão de trocas na pole”.

    Um toque sofrido por Joaquim Machado fez saltar o tubo de gasolina do Peugeot. Na série da terceira corrida de qualificação, o piloto considera que “vários pilotos foram prejudicados e saíram diretamente da pista para a box. Entretanto aguardávamos, pacientemente, que o único reboque existente levasse outro concorrente. O tempo passou, os outros concorrentes, indevidamente, voltaram das boxes e o Peugeot a ser carregado, claro que a organização não viu os outros concorrentes irem assistir os carros nas boxes e não nos permitiu fazê-lo. Uma organização que faz vista grossa a situações, quando lhes convém. Segundo a informação que nos foi dada, a bandeira vermelha apresentada ficou a dever-se a falhas na cronometragem, que curiosamente estava a apresentar os tempos da corrida em direto”.

    Quanto à final, Joaquim Machado afirma que “a confusão começou antes da primeira curva. A análise da situação é simples. Basta para tal ter alguns conhecimentos de Ralicross, ver as imagens e serem completamente neutros na análise. A nossa final ficou comprometida. A trajetória de corrida estava impedida por três viaturas, seria bom ter sido mostrada uma bandeira vermelha, até porque em situação bem menos graves a organização a mostrou”.

    De qualquer forma, apesar de todas estas situações, Joaquim Machado deixa “uma palavra de apreço para o nosso preparador, a Kaxa & Motor, que foi incansável”.

  • Luís Almeida quer um lugar no pódio

    Quente, muito quente será a definição da prova de Kartcross de Castelo Branco, não só pelas altas temperaturas que se vão sentir, mas essencialmente pelo calor dentro de pista. O Kartcross está ao rubro, a segunda prova da modalidade baralhou as contas para o Campeonato.

    Algumas surpresas no Ralicross de Lousada, fizeram as delícias de quem assistiu, ao vivo ou à distância.

    Luís Almeida, piloto das Caldas da Rainha, arrematou na última prova um excelente resultado para o Campeonato 2020. Além de Almeida, também os outros pilotos com viaturas LBS RX01 estiveram em força. Mais um motivo de orgulho para o nosso piloto que é representante da marca em Portugal.

    A equipa LAMotorsport e o RX 01 estarão, este fim de semana, no Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco, onde a Escuderia será a anfitriã do evento. A lista de inscritos, no Kartcross, promete grandes corridas, cheias de adrenalina, como já é habitual.

    Um lugar no pódio é sempre a meta do piloto. Mas o objetivo é amealhar o máximo número de pontos possível, garantindo desta forma um lugar no top do Campeonato da modalidade. Até porque, após Covid, o calendário foi reduzido e não existe margem para erros.