Categoria: Montanha

  • Cláudio Baptista: “o que conseguimos em 2021 excedeu as nossas expetativas!”

    Regressado três anos depois ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, o jovem piloto de Fafe levou o Citroen DS3 R1 da Sucesso Automóvel ao Top 4 final da Divisão Turismos 3, num ano onde também marcou presença esporádica nos ralis.

    Aos 26 anos, Cláudio Baptista começa a afirmar-se como mais um dos valores emergentes nascidos em Fafe, terra de fortes pergaminhos no desporto motorizado. A sua curta carreira desportiva arrancou em 2018. Na altura, Cláudio Batista apostou “na construção de raiz de um Toyota Starlet e na altura, o propósito era apenas participar no Rali de Montelongo, por ser uma prova da terra”. Só que a presença no rali fafense despertou no jovem piloto “um entusiasmo crescente pela competição e, logo a seguir, surgiu a hipótese de participar em duas provas do Campeonato de Portugal de Montanha. Encarei essas presenças sem qualquer pressão de resultados pois, para além da falta de experiência, sabia que ia enfrentar concorrência com outros argumentos que não o Starlet, embora realce que acabou por ser um carro que me serviu na perfeição para esta primeira abordagem”.

    Mesmo sem a tal pressão, Cláudio Baptista não enjeitou andar a lutar por lugares cimeiros, tendo conseguido várias posições de pódio entre os 1300cc, quer na Montanha, quer nos ralis, o que o levou a “começar a pensar noutro tipo de projetos. Percebi que se queria competir, tinha de ter um carro competitivo e que causasse o impacto pretendido pois também estou na competição para divulgar os meus patrocinadores e os projetos empresariais a que estou associado”. E foram esses mesmos compromissos que fizeram com que o fafense “praticamente tenha parado até 2021. Gosto muito de competir, mas em primeiro lugar estão e estarão sempre a família e o dever profissional, tendo sido impossível assumir projetos mais ambiciosos até que sentisse de que estavam reunidas todas as condições para voltar a encarar a competição a sério”.

    E assim foi em 2021. Começou por adquirir um Citroen DSR R1 que, na ótica do piloto e da equipa, era “um carro mais competitivo do que o Toyota Starlet e, sendo mais moderno, mais capaz de poder ter impacto, dando assim mais retorno aos patrocinadores”. O objetivo principal foi claro: participar a “tempo inteiro” no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    Ficou integrado na competitiva Divisão Turismos 3, reservada a carros de duas rodas motrizes e com motorização inferir a 2000cc, com a “batalha” particular desta divisão a tornar-se uma das mais acesas da época na Montanha. Aliás, Cláudio Baptista reconhece que “mal tivemos conhecimento do nível de competitividade dos carros dos nossos principais adversários, percebemos que o Citroen DS3 R1 seria dos carros menos evoluídos à partida, ficando claro que, para conseguirmos terminar o campeonato numa posição de relevo, teríamos de ser muito fiáveis e regulares”. Isto, num ano que “devido à paragem que tivemos na carreira, teria sempre de ser encarado como de aprendizagem e de adaptação”.

    E é caso para dizer que o fafense cumpriu “à risca” o plano. 7 provas, 7 resultados, mesmo se “o carro tenha dado alguns problemas, sobretudo nas provas iniciais da época que foram fruto, sobretudo, de termos sempre de andar no limite para poder estar entre os melhores, exigindo muito da mecânica que, num R1, pouco mais elaborada é do que um carro de série”. Cláudio Batista vinca que “prova após prova, melhoramos imenso, quer na condução, quer na forma como a equipa foi conhecendo o carro. Mais do que as pontuações que, felizmente, foram sempre aparecendo, senti que a rapidez foi sendo cada vez maior e, no final da época, eu já conseguia extrair todo o potencial do Citroen”.

    Como corolário, o piloto de Fafe conquistou o 4º lugar final nas contas da Divisão Turismos 3, só “ficando atrás de três verdadeiros `canhões´, conduzidos por três grandes pilotos, cuja experiência é muito superior à minha, o que eleva o resultado que alcançamos e nos permitiu dar o destaque que pretendíamos à Sucesso Automóvel e aos nossos patrocinadores!”.

    Desafiado a escolher os momentos mais marcantes da época, Cláudio Baptista nem hesita em considerar que “sem embargo de terem existido outros momentos importantes durante a época, escolho o fecho da Rampa de Boticas. Fazer a descida final a caminho do parque fechado e deparar com a festa surpresa que foi proporcionada aos pilotos pelas claques do campeonato, transformou-se no corolário de todo o esforço que fizemos para participar no campeonato e foi o momento e que senti orgulho por termos conseguido atingir os objetivos e dar corpo a uma época bem-sucedida!”.

    O outro destaque leva-nos a abordar uma faceta diferente da época do piloto: os ralis. Cláudio Baptista participou em 3 ralis (Mesão Frio, Resende e Viana do Castelo) e, o momento “em que arrancámos para a primeira especial do Rali de Mesão Frio foi marcante. Não escondo que adoro ralis e ter conseguido realizar bons tempos e provar que conseguimos ser rápidos representou muito para mim e para a equipa”. Cláudio Batista realça ainda “a enorme experiência que adquirimos ao participar em duas modalidades diferentes. Fiquei a conhecer todas as rampas e muitas especiais. Os muitos quilómetros de competição acumulados são um pecúlio importante para o futuro”.

    Agora 2022. A nova época esta já aí e Cláudio Batista não esconde que “queremos ser mais ambiciosos. Sempre que entro num projeto, gosto de estar a cem por centro, preparando a época com seriedade, pois só assim conseguiremos ser fortes e dar retorno a quem nos apoia. Na Montanha vamos tentar evoluir e ser mais rápidos, sem perder a consistência. Quanto aos ralis, queremos alargar o nosso calendário, escolhendo criteriosamente provas que consideramos emblemáticas, estando em equação podermos participar com um carro mais competitivo. Tudo vai depender dos apoios que venhamos a conseguir e, no caso dos ralis, também ainda aguardamos os calendários para podermos definir as provas que farão parte do nosso alinhamento competitivo”.

    O piloto promete que “como sempre, tudo farei para melhorar a minha competitividade e tudo tentar para honrar o nome da equipa e dos patrocinadores”.

  • Joaquim Rino viveu intensamente a sua estreia no Masters

    A participação na 4ª edição do FIA Hill Climb Masters marcará para sempre a já longa e bem-sucedida carreira do piloto de Porto de Mós. Fazer parte da delegação portuguesa e rodar entre mais de centena e meia dos melhores pilotos do mundo foram motivação extra para uma exibição de bom nível aos comandos do BRC B49 Evo com as cores da Articimentos e cuidado pela FR Power.

    Nunca seria o mais importante, mas fica aqui o registo: no maior e mais competitivo evento internacional de Montanha que Portugal jamais viu acontecer dentro de fronteiras, Joaquim Rino rubricou uma exibição sólida e competente, terminando a bordejar o top dez do seu grupo, perante a oposição de pilotos de renome, com protótipos cujo nível de competitividade é obviamente muito alto.

    FIA Hillclimb Masters – 2021

    Ao longo do fim-de-semana, o piloto da Articimentos foi sempre melhorando o ritmo e os tempos, sendo de destacar que as marcas alcançadas e a forma como atacou ao longo do traçado denota que Joaquim Rino está cada vez mais confiante na sua relação com o novo BRC B49 EVO, considerando que “o BRC esteve impecável. O Rui Ferreira e a FR Power escolheram uma excelente afinação para a Falperra e senti-me sempre à vontade para rodar a fundo”.

    Foi um fim-de-semana “memorável. Senti uma emoção tremenda por poder fazer parte da delegação nacional e ter experienciado todos os momentos deste evento sem igual. Da parada inicial aos dois dias em que competimos perante dezenas de milhares de espetadores, foi um fim-de-semana incrível. Esta foi mesmo a melhor forma de terminarmos a época e fiquei muito feliz por partilhar este momento com a minha família, a minha equipa, todos os colegas da delegação e com o público”. O consagrado “senador” da Montanha realça ainda “o orgulho que todos sentimos pela magnífica organização que o evento teve, demonstrando que Portugal está mais do que preparado para receber algo com esta incrível dimensão. Parabéns ao CAM e à Família da Montanha!”.

  • António Rodrigues orgulhoso da seleção e com missão cumprida no Masters

    A “Bala do Douro” viveu um fim-de-semana inesquecível. A correr pela primeira a vez na Falperra, contribuiu para o Top 8 da Seleção Nacional na Taça das Nações, rodando sempre forte na sua primeira internacionalização ao serviço de Portugal.

    https://youtu.be/N7QKHtv2oWQ

    António Rodrigues jamais esquecerá a sua estreia no FIA Hill Climb Masters. O craque de Santa Marta de Penaguião integrou a Seleção Nacional que disputou a Taça das Nações, incluída nesta 4ª edição da mais importante prova mundial de Montanha.Para ele, este foi “um fim de semana cheio de emoções. Inesquecível. Desde a Parada Oficial de sexta-feira, que foi um momento arrepiante, com a multidão que viveu a festa connosco e com todas as delegações, até aos dois dias de competição, este será um momento que jamais esquecerei!”.

    Para “Bala do Douro”, os 2970 metros do traçado encurtado da Falperra eram “território virgem. Uma vez mais, tive de enfrentar um traçado pela primeira vez e logo frente a muitos e bons adversários que conheciam muito melhor a pista. É uma rampa muito rápida e muito técnica e seriam necessários mais algumas subidas para eu poder ser ainda mais rápido. Não vejo hora de aqui estar em 2022 para a poder fazer com o traçado total. Adorei!”.

    FIA Hillclimb Masters – 2021

    Aos comandos do BRC CM05 Evo preparado pela FR Power, o agora internacional português que normalmente defende as cores da NJ Racing e da Lusimed, utilizou os treinos de sábado para melhorar o sue conhecimento do traçado e, nas três subidas oficiais de prova de domingo, tentou ser o mais regular possível, para poder dar o melhor contributo à equipa lusitana.

    No final e ficando mesmo à porta do top dez do seu Grupo, António Rodrigues sentia-se “com um sentimento de missão cumprida, mas queria que a classificação da taça das Nações tivesse outro desfecho. No entanto, este 8° lugar, a 659 milésimos da seleção vencedora é uma diferença pequena, que mostra o quanto competitivo foi. Toda a equipa se empenhou. O nuno, nosso capitão, foi incansável e a Daniela, o Sérgio e o Parcídio estiveram fantásticos!”, considerando António Rodrigues que “daqui a dois anos, na próxima edição, a nossa Seleção vai mais experiente, mais preparada, independentemente de quem venha a ser convocado. Se voltar a ter essa honra, vou dar o meu máximo para tentarmos a vitória”.

    Deste Masters, António Rodrigues leva sobretudo “para além da emoção competição, a felicidade de ter feito parte de uma festa única e o orgulho por ter experimentado grande companheirismo entre pilotos, capitão, família, público e os nossos apoiantes. Foi único!”.

  • Parcídio Summavielle honrou as cores de Portugal no Masters

    O piloto de Fafe mostrou-se honrado por ‘vestir’ as cores nacionais no FIA Hillclimb Masters, mas sente que poderá dar ainda mais à seleção nacional. Promete voltar e com melhores condições para obter outros resultados.

    https://youtu.be/KJeeHuNdyKY

    Parcidio Summavielle adorou a experiência internacional que viveu na Falperra, que o surpreendeu a vários níveis, nomeadamente pela dimensão, mas também pelo ambiente. Apesar de gostar de obter algo melhor do que o já muito positivo 5º lugar no seu grupo.

    “Foi um orgulho. A moldura humana que tivemos. Tínhamos saudades de ver tanta gente ao longo da pista. Foi um enorme prazer”, começa por referir o piloto de Fafe, que sai deste FIA Hillclimb Masters com “o sentimento de dever cumprido. Uma enormíssima felicidade. Mas também aquela sensação de ser a primeira vez e não saber bem para o que vínhamos. E acho que temos de preparar isto melhor e que poderemos almejar a conseguir para Portugal muito mais do que este já positivo 8º posto na Taça das Nações”. Parcídio Sumavielle enfatizou ainda que “é óbvio que todos nós nos envolvemos muito nisto, sobretudo o Nuno Guimarães, que está de parabéns. Ele foi incansável. Pessoalmente confesso que fui apanhado um pouco de surpresa. Não tinha a noção que esta competição tinha esta dimensão. Sabia que era uma festa, mas não desta dimensão”.

    FIA Hillclimb Masters – 2021

    O piloto fafense tem a certeza de que “da próxima vez vamos honrar melhor as cores do nosso país. Fico com uma vontade imensa de regressar. Por força das minhas funções tenho estado em vários momentos do automobilismo em Portugal, mas confesso que nunca tinha vivido nada como isto”. Para Summavielle pode falar-se de uma ‘família europeia da montanha’, à imagem do que sucede no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group: “Completamente. Na montanha em Portugal somos uma família, e agora provou-se que a nível europeu também somos uma família. Somos seguramente, de todas as disciplinas do automobilismo, a família mais unida”.

    O piloto-edil admite que numa próxima edição do FIA Hillclimb Masters vai estabelecer objetivos em termos de resultados. “Talvez tenha sido nisso que falhei um bocado. Por força da minha vida profissional comecei a preparar isto na quarta-feira anterior. Devia ter preparado muito mais cedo”, explica. Parcídio diz que o Renault Clio “estava bom, mas tinha pneus velhos. Já não consegui arranjar pneus novos para a frente e isso condicionou o meu andamento. Tentei concentrar-me no mais importante, que era fazer duas subidas muito próximas. Não ajudei tanto a seleção como podia ter ajudado. E tenho a noção que podia chegado dois segundos mais à frente e também que podia ter ficado mais alto no pódio do grupo. Seguramente teríamos podido chegado ao quarto ou mesmo ao terceiro lugar”, remata Parcídio Summavielle.

  • Joaquim Teixeira assinou exibição positiva no Masters

    O piloto da JT59 Racing Team/Bompiso cumpriu os objetivos a que se propunha na sua segunda participação no FIA Hillclimb Masters, honrando as cores nacionais face a uma concorrência fortíssima, ou não estivessem presentes os melhores pilotos europeus de Montanha.

    A Falperra foi ‘pequena’ e ao mesmo tempo ‘grande’ para receber uma moldura humana incrível que aplaudiu os ‘bravos do pelotão’ desta competição muito especial criada há poucos anos pela Federação Internacional do Automóvel, e que visitou terras lusitanas pela primeira vez na sua história. Depois da experiência de Gubbio (Itália), Joaquim Teixeira era um dos representantes nacionais no evento e não deixou os seus créditos por mãos alheia.

    FIA Hillclimb Masters – 2021

    Sempre aos comandos do Cupra TCR da JT59 Racing Team/Bompiso, o piloto transmontano deparou-se com uma concorrência equipada com máquinas muito superiores e mesmo assim tentou o melhor resultado no Grupo 1, onde alinharam mais de seis dezenas de concorrentes.

    “O fim-de-semana correu dentro das expetativas que tinha”, começa por dizer Joaquim Teixeira em jeito de balanço, frisando: “Não me posso esquecer que estava a lutar com os melhores da Europa. Mesmo assim o meu objetivo era fazer o melhor possível na categoria 1, e mesmo assim acabei por ficar em 25º entre 62 concorrentes. E também tentei o melhor possível dentro do Grupo 3, onde fui sétimo a uns milésimos de segundo do sexto lugar”. O piloto transmontando assume que “era impossível chegar a viaturas como os Mitsubishi ou aos Ford Fiesta ‘tubolares’ que por lá andavam, com motores muito potentes. Acho que comparativamente, sobretudo no domingo, fiz bons tempos, muito semelhantes a esses carros mais potentes”.

    FIA Hillclimb Masters – 2021

    Mas a prova não era só competição, e Joaquim Teixeira não esquece também o fator social deste evento. “Acima de tudo a prova valeu pelo convívio. Foi o segundo ano consecutivo numa prova do Masters. Não só eu, mas acho que todos os participantes portugueses estiveram num bom nível”, sublinhou. Para o piloto que também é dirigente da APPAM, foi “uma satisfação participar. Tentei fazer o melhor possível, retribuir a todos os que nos estiveram a apoiar com uma boa exibição em pista. E penso que foi importante a nossa participação”.

    E Joaquim Teixeira diz que a forma como tudo decorreu o deixou satisfeito. E remata: “Tenho de agradecer à minha família, que esteve presente durante todo o fim-de-semana, bem como aos dois mecânicos que me entregaram a viatura nas melhores possíveis”.

  • Uma honra para Parcídio Summavielle defender as cores de Portugal no Masters

    Sem dúvidas de que o FIA Hillclimb Masters se trata de uma festa de final de temporada para a ‘família’ da Montanha, o piloto de Fafe confessa a enorme responsabilidade que é ser um dos escolhidos para representar Portugal da na Taça das Nações, competição por países integrada no evento do próximo fim-de-semana na Falperra.

    Parcidio Summavielle está consciente de que a prova que no sábado e no domingo leva até à Falperra os melhores pilotos de montanha da Europa será um momento muito especial do ano, pois reveste-se de características bem diversas daquelas que viveu esta época no Campeonato de Portugal de Montanha.

    O piloto de Fafe vê a sua participação na 4ª edição do FIA Hill Climb Masters também com um evento “de celebração e de festa, que a FIA criou. Com um caráter muito diferente do habitual. Acho que vai ser um momento único de convívio e que muito prestigiará Braga e o nosso país”.

    Parcídio Summavielle foi um dos quatro convocados para fazer parte da Seleção nacional que defenderá as cores lusitanas na Taça das Nações incluída neste FIA Hill Climb Masters.Esta escolha representa para ele “uma enorme honra. Fiquei muito emocionado quando soube que tinha sido selecionado para representar Portugal e tudo farei para merecer a confiança do nosso capitão Nuno Guimarães. A minha abordagem à prova obedecerá quer à estratégia que ele defina, quer à necessidade de ser o mais eficaz e regular para fazer três subidas oficiais de prova sem falhas e sempre com o foco em igualar o tempo referência que vou estabelecer na primeira. Vou precisar de ser muito rápido, mas também muito regular”, assinala o piloto edil de Fafe.

    Parcídio Summavielle vai alinhar com o Renault Clio R3 com que competiu no Campeonato de Portugal de Montanha, uma vez que essa é uma obrigação regulamentar. “Quando nos inscrevemos no Masters temos que fazer a prova com a viatura com que fazemos o campeonato ao longo da época. Estou muito confiante pois o carro está bem preparado e dá-me garantias de que vou poder dar tudo em prol de Portugal. O que importa é o resultado da nossa Seleção Nacional.!”, explica.

    O consagrado piloto nortenho remata lembrando a dimensão deste FIA Hill Climb Masters: “São 160 inscritos. Uma competição de dimensão internacional. Por isso vai ser um fim-de-semana muito, muito especial para todos nós!”. Utilizando um traçado mais curto da Falperra, com pouco menos de três quilómetros, o FIA Hill Climb Masters terá início na tarde de sexta-feira, com a Parada Oficial, no centro da cidade de Braga. O Sábado será reservado a três subidas de treinos e o Domingo será integralmente “a doer” com três subidas oficiais de prova.

  • Joaquim Teixeira vê no Masters mais um desafio que quer superar com sucesso!

    Naquela que é a sua segunda participação consecutiva no FIA Hill Climb Masters, Joaquim Teixeira assume o orgulho que sente por uma vez mais, estar presente na mais importante prova internacional de Montanha. É com o espírito combativo e confiante nas capacidades de todos os outros portugueses participantes que o piloto da JT59 Racing Team/Bompiso encara a prova, sobre a qual fala também na sua qualidade de presidente da APPAM.

    Joaquim Teixeira não é um novato nestas ‘andanças’ europeias, e por isso sente-se muito bem na sua ‘pele’ em vésperas deste FIA Hillclimb Masters. “Esta é mais uma prova internacional. Não se trata da minha estreia, porque já participei no Masters em 2018 e fiz provas em Tenerife e em Santo Emiliano”, lembra sem, no entanto, deixar de enfatizar que “é sempre com um orgulho imenso que encaramos a nossa presença num evento deste gabarito. Desta feita, os objetivos serão diferentes e passarão por tentar lutar pela melhor classificação possível, quer na Categoria 1, quer no grupo 3. O que não será nada fácil, atendendo ao facto de que irão estar os melhores pilotos a nível europeu”.

    Pouco tempo depois de ter renovado o seu título na Divisão Turismos 3 e o pódio absoluto na Categoria Turismos, depois de uma época excelente no campeonato de Portugal de Montanha JC Group, o “Demolidor de Trás-os-Montes” está preparado para esta refrega internacional: “quero tentar lutar pelo melhor lugar possível. Seria ‘ouro sobre azul’ entrar nos três primeiros do meu Grupo, mesmo sabendo que enfrentarei dezena e meia d epiltoos e alguns com carros bem mais competitivos. Quero gerir a corrida no sábado, com a consciência de que são treinos. Tentar dar o melhor possível. Até porque estou liberto de estar incluído na competição da Taça das Nações, que é uma corrida de regularidade. Por isso vou lutar pelos meus resultados individuais”, acentua Joaquim Teixeira.

    O também dirigente da APPAM não esquece uma ‘palavra’ aos seus compatriotas: “queria aproveitar para desejar a todos os que vão participar na Taça das Nações um excelente fim-de-semana desportivo e que corra tudo bem. Na qualidade de presidente da APPAM estou bastante satisfeito por termos uma edição do FIA Hill Climb Masters em Portugal. É sinónimo que o nosso país a nível de montanha tem um campeonato cada vez melhor, que possui uma competição mais reconhecida, quer nacional, quer internacionalmente. Também é, certamente, fruto da boa representação que tivemos em 2018 em Gubbio, em Itália. É um acontecimento de nível europeu, que muito de bom traz ao desporto automóvel em Portugal. Espero que todas as instâncias ligadas ao desporto saibam valorizar este evento”, faz questão de enfatizar Joaquim Teixeira.

    O dirigente da APPAM deixa assim o desejo “a todos os 16 pilotos portugueses que vão participar neste FIA Hillclimb Master – porque todos eles representam Portugal, uns na modalidade de velocidade individual e outros na regularidade coletiva – o melhor desempenho possível. Que se divirtam e, acima de tudo, consigamos honrar as nossas cores, como conseguimos fazer em Itália. E estou certo – porque os conheço a todos – que têm capacidade suficiente para desempenharem o seu lugar o melhor possível”. Utilizando um traçado mais curto da Falperra, com pouco menos de três quilómetros, o FIA Hill Climb Masters terá início na tarde de sexta-feira, com a Parada Oficial, no centro da cidade de Braga. O Sábado será reservado a três subidas de treinos e o Domingo será integralmente “a doer” com três subidas oficiais de prova.

  • FIA Hill Climb Masters: António Rodrigues estreia-se na seleção com os olhos postos na glória

    O piloto de Santa Marta de Penaguião vai estrear-se na Seleção Nacional de Montanha este fim-de-semana, sendo um dos pilotos em que Portugal deposita a esperança para lutar pelos lugares cimeiros da Taça das Nações, integrada no FIA Hill Climb Masters. Ambição não falta a António Rodrigues que sonha com a vitória da equipa das quinas.

    Convocado pelo Capitão Nuno Guimarães, António Rodrigues será um dos quatro pilotos da Seleção Nacional na quarta edição do FIA Hill Climb Masters, prova mais importante do calendário internacional de Montanha.

    A “Bala do Douro” não esconde o que lhe passou pela alma quando foi feito o anúncio oficial: “foi arrepiante e tornou-se assim um dia histórico na minha carreira de piloto. Recebi a notícia com uma felicidade imensa, que logo foi acompanhado por um sentido de responsabilidade profunda, pois vou representar o meu país pela primeira vez e logo numa Taça das Nações”.

    Este momento único da sua carreira é dedicado pelo talentoso duriense “à minha Família, que tanto amo, à minha fantástica equipa NJ Racing, aos meus Patrocinadores, à FRVPower e a toda a Família da Montanha”.

    A convocatória seguiu critérios técnicos exigentes e que levaram em linha de conta a regularidade demonstrada pelos pilotos ao longo das seis primeiras provas da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Contas feitas e António Rodrigues surgiu como o piloto com melhor pontuação, isto numa época onde nunca abdicou de rodar muito rápido, de forma a renovar o título da Divisão protótipos B e estar novamente no pódio absoluto final do campeonato. Percurso notável assinado em apenas duas épocas completas na carreira de piloto de Montanha!

    Agora, o piloto do BRC CM05 Evo só tem foco para a missão: “vou dar tudo para tentarmos ganhar a Taça das Nações, seguindo as orientações do nosso Capitão e estando sempre em total sintonia com os meus colegas de seleção. Esta é uma prova em que a equipa está sempre em primeiro lugar!”.

    António Rodrigues enfatiza que é “um orgulho partilhar esta internacionalização com a Daniela, o Parcídio e o Sérgio, três pilotos fantásticos e que nos dão garantias de que poderemos estar na luta pelo pódio e, porque não, pela vitória!”.

    Por isso e porque a Taça das Nações é disputada segundo as regras de uma prova de regularidade sport, exigindo dos pilotos que nas três subidas oficiais de prova tentem fazer sempre o mesmo tempo, ao milésimo, António Rodrigues sabe que o seu trabalho passa por “utilizar bem as três subidas de treino para memorizar o traçado e afinar o BRC da forma mais eficaz, contando aqui com o excelente trabalho da FR Power. No domingo, ser rápido na subida inicial, que marcará o tempo referência e tudo tentar para igualar esse tempo nas duas subidas seguintes, sabendo que tenho de ser rápido para ficar dentro da janela de tempo em relação ao piloto da minha categoria que venha a ser o mais veloz”, lembrando que “nesta Categoria 4, existem três dezenas de pilotos, todos eles de grande nível e com alguns a tripularem autênticos aviões!”.

    A “Bala do Douro” está pronta para “tiros certeiros” num “fim de semana espetacular onde vou estar como piloto, mas também gostaria de estar no público. Vai ser uma grande festa e uma grande emoção por representar Portugal!”. Utilizando um traçado mais curto da Falperra, com pouco menos de três quilómetros, o FIA Hill Climb Masters terá início com a Parada Oficial, no centro da cidade de Braga, na tarde de sexta-feira. O sábado será reservado a três subidas de treinos e o domingo será integralmente “a doer” com três subidas oficiais de prova.

  • Emoção e ambição marcam presença de Joaquim Rino no Masters

    O piloto de Porto de Mós está ansioso e entusiasmado com a sua integração na delegação portuguesa do FIA Hill Climb Masters 2021. A Falperra será o cenário desta competição única onde Joaquim Rino quer fazer brilhar o BRC B49 Evo.

    O próximo fim-de-semana traz até à cidade dos arcebispos a maior competição internacional de Montanha. Será a 4ª edição do FIA Hill Climb Masters, que integra a Taça das Nações e uma competição individual onde estarão todos os pilotos que integram as delegações de cada país e que não façam parte da prova destinada às seleções nacionais.

    Portugal apresenta um naipe de 16 pilotos, dos quais 12 irão participar na competição individual e, entre eles, estará Joaquim Rino que competirá na Categoria 4. Para o piloto da Articimentos, esta participação internacional é “um momento único na minha carreira. Uma honra e um privilégio estar entre os selecionados para os Masters, entre mais de centena e meia de pilotos excecionais, que representam 19 países”, enfatizando que “o fim-de-semana será pleno de emoção, para mim, para a minha família e a minha equipa, desde a parada oficial ao último momento de corrida”.

    Inserido na Categoria 4, Joaquim Rino vai enfrentar um pelotão “feroz”, com três dezenas de pilotos a competir pela primazia numa das categorias mais competitivas deste FIA Hill Climb Masters, no que concerne à chamada competição individual. Para o consagrado piloto, este desafio é “enorme e tenho bem a opção de que terei de estar ao meu melhor nível para conseguir um bom resultado. Estar a representar Portugal numa competição destas traz uma motivação extra e irei fazer dar tudo em pista para estar entre os melhores da minha categoria”, realçando ainda que “independentemente do resultado, estar presente nesta competição internacional única ficará para sempre marcado na minha memória, sendo mesmo uma recompensa para minha paixão e a minha dedicação a esta modalidade”.

    Joaquim Rino destaca ainda “o trabalho incansável de toda a equipa da FRPOWER, pois sem eles não seria possível estar nesta prova. Tenho plena certeza de que o meu BRC B49 EVO estará nas melhores condições e depois é comigo. Vou dar o meu máximo!”.

    Utilizando um traçado mais curto da Falperra, com pouco menos de três quilómetros, o FIA Hill Climb Masters terá início com a Parada Oficial, no centro da cidade de Braga, na tarde de sexta-feira. O sábado será reservado a três subidas de treinos e o domingo será integralmente “a doer” com três subidas oficiais de prova.

  • Final de época “espetacular” para Rute Brás

    A “Amazona de Peso da Régua” concluiu a sua participação no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group em bom plano e, sobretudo, a divertir-se imenso aos comandos do Peugeot 206 RC da NJ Racing.

    Num ano de iniciação, em que desconhecia a maioria dos traçados ‘visitados’ pela competição promovida pela APPAM, Rute Brás preocupou-se sobretudo em assimilar o mais possível as experiências que foi conhecendo e a Rampa de Boticas, que agora encerrou a temporada, foi mais uma oportunidade “para aprender”.

    Bem acolhida pela ‘família’ da montanha, a piloto duriense ‘sentiu-se em casa’ desde o primeiro minuto que esteve em competição, e a satisfação que sentiu ao volante das máquinas preparadas pela NJ Racing foi imensa, como se percebeu, quer na prova da Demporto, em que foi evoluindo ao longo de cada subida de treinos e de prova, quer nos eventos anteriores em que participou. Em Boticas, rematou a época com o 7º posto da Divisão Turismos 3.

    E as palavras de Rute são bem elucidativas da forma como esteve neste Campeonato de Portugal de Montanha 2021: “Espetacular. A prova foi top. Diverti-me imenso e correu muito bem. A cada subida consegui sempre melhorar. Foi mais uma aprendizagem, porque ainda tenho muito a aprender. Fui sempre tentando melhor, sem percalços e o ambiente final foi uma emoção fora de série, que todos os pilotos viveram!”, faz questão de acentuar a piloto de Peso da Régua.

    Rute Brás sublinha que “a montanha é realmente uma família. É dos melhores ambientes que existem no automobilismo atual. O que me fez sentir sempre muito bem acolhida, no cenário ideal para ir evoluindo ao longo da temporada”. Fica no ar a ideia de que a piloto duriense ficou ‘cliente’ da modalidade, e regressará em 2022 com mais vontade de competir e um maior conhecimento que lhe será útil para ‘voos’ mais altos.