O piloto da NJ Racing está apostado em renovar o título da Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group na Rampa de Boticas, depois de ter ficado mais próximo desse objetivo com o êxito no Caramulo.
António Rodrigues aborda a prova do próximo
fim-de-semana determinado em subir novamente ao pódio absoluto, para além de
impor o BRC CM05 Evo na sua divisão no evento do Demoporto. O piloto de Santa
Marta de Penaguião vem moralizado pelo resultado na ronda anterior, e sente que
o cetro está mais perto.
Não obstante ter uma ‘mão’ no título, a
‘Bala do Douro’ quer capitalizar o seu conhecimento do traçado de Boticas para
bater a concorrência mais direta: “O primeiro objetivo será manter o foco
para a conquista do bicampeonato, tentando não ficar muito longe dos melhores
tempos e superar os dos meus adversários diretos”, de forma a coroar
esta segunda época a tempo inteiro na Montanha com mais um título para o palmarés.
“Depois, para além de conquistar o título,
quero andar como gosto, rápido, de modo a conseguir nova vitória nos Protótipos
B e ‘chatear’ os A, chegando o mais longe possível na classificação geral
absoluta, mesmo sabendo que vou enfrentar quatro adversários dessa divisão,
cujos protótipos são muito mais competitivos do que o meu”, assume António Rodrigues que não deixa de
destacar que “tenho tido a fortuna de poder contar com imenso apoio por
parte da minha equipa, da minha família, dos patrocinadores e do preparador do
BRC e quero devolver todo esse carinho com mais um fim-de-semana em grande!”.
Esquecidos os problemas que teve a dada
altura da temporada, o piloto de Santa Marta de Penaguião sente que “terminar
a época forte e com mais um resultado de topo será importante em termos
pessoais e projetar ‘voos’ mais altos para 2022”, onde não esconde que “vamos
tentar ser ainda mais ambiciosos!”.
A Rampa de Boticas arrancará pelas 13.45 de sábado, 18 de setembro, com a sessão inaugural de “warm up”. O primeiro dia contemplará ainda duas subidas de treinos oficiais e a 1ª subida de prova. No domingo, 19 de setembro, nova sessão de “warm up” pelas dez da manhã. Depois, mais uma subida oficial de treinos, antes das duas decisivas subidas de prova que fecharão o programa competitivo da última prova da temporada do campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
O ‘Furacão da Madeira’ quer terminar em grande a sua época de estreia na elite da Montanha lusitana. Vencer mais uma vez nas contas da Taça de Portugal e ombrear com os melhores do campeonato na “guerra” dos tempos são os objetivos para a prova do Demoporto.
Um lugar no top dez
absoluto ao longo da temporada tem sido a norma para Nelson Andrade, que sempre
que tem alinhado nas provas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group tem
rivalizado com os melhores das categorias superiores, tirando o máximo partido
do seu enorme talento e da capacidade do AG 1000 preparado pela FR Power.
Mas o piloto de
Porto Moniz tem outro aliciante em Boticas, que é o facto de na sua anterior
presença no evento transmontano não lhe ter corrido de feição, pelo que as suas
expetativas passam por “tentar concluir a prova nos dois dias sem
problemas, visto que a última participação em Boticas foi difícil, devido aos problemas
mecânicos que enfrentamos, sobretudo na jornada de sábado”.
Mas isso já lá vai e Nelson Andrade quer “fazer uma grande rampa. Quero terminar a época com uma excelente prestação. Vou focado e com muita vontade de voltar a guiar em competição, pois já lá vão dois meses sem estar na luta!”, com o craque madeirense a destacar ainda “a minha grande vontade de dar um grande abraço a toda a família da montanha, que é em si muito especial”, sublinha. Por último o ‘Furacão da Madeira’ agradece “ao público, que tem sido incansável, e a todos os envolvidos, pelo destaque que me têm dado e que me motivam para tentar sempre fazer mais e melhor e nunca esquecer o espetáculo em cada subida que faço”.
Sendo que Nelson Andrade
espera ainda que a prova do próximo fim-de-semana “corra bem, que esteja
tudo ok com o AG1000, e que consiga concluir a prova para terminar bem a época”,
onde já garantiu o cetro da Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, na primeira
vez em que a mesma é disputada.
A Rampa de Boticas arrancará pelas 13.45 de sábado, 18 de setembro, com a sessão inaugural de “warm up”. O primeiro dia contemplará ainda duas subidas de treinos oficiais e a 1ª subida de prova. No domingo, 19 de setembro, nova sessão de “warm up” pelas dez da manhã. Depois, mais uma subida oficial de treinos, antes das duas decisivas subidas de prova que fecharão o programa competitivo da última prova da temporada do campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
São mais de quatro dezenas de inscritos que deixam antever uma prova acesa. Título nacional absoluto continua ainda em aberto e Boticas será ainda palco de outras decisões.
Boticas recebe pela segunda vez na época o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, depois de, nos idos de Maio, o campeonato lusitano ter acompanhado o seu homólogo europeu na tirada internacional realizada no traçado transmontano. Agora, a jornada que, uma vez mais, é erguida sob a batuta do Demoporto, tem honras de caráter decisivo para a atribuição de alguns títulos nacionais ainda em aberto, incluindo o absoluto e o da Categoria GT.
Hélder Silva ou José Correia. Novo campeão ou título renovado. Eis a questão que se põe à entrada do ataque aos 5,11 quilómetros de extensão da sétima e última prova do ano.
Os dois consagrados pilotos chegam a Boticas separados por 10 pontos, com vantagem para Hélder Silva. O poveiro do BRC BR53 está a realizar uma época fantástica, tendo assinado já três vitórias e, por quatro vezes, conseguiu recolher a pontuação máxima. É o grande favorito. Já José Correia tem enfrentado algumas fragilidades técnicas na Osella PA2000 EVO-2, mas ainda não deitou a toalha ao chão. Vai ser um duelo intenso!
Fora da “Guerra do Trono”, mas
com justas pretensões à vitória final na prova estão dois pilotos vindos de
terras espanholas. Vencedor da jornada de Maio, Jacobo Senin e o seu Norma
M20FC terão claramente uma forte palavra a dizer na refrega, o mesmo acontecendo
com Cesar Rodriguez Alonso que, pela terceira vez esta época, traz o seu novo
Osella PA 21/RB até Portugal e, em Santa Marta, na última vez que cá esteve,
ameaçou vencer, sendo por isso candidato em Boticas a estar entre os que podem
almejar o triunfo.
No que concerne à discussão nos
Protótipos B, a “batalha” é “fratricida”. António Rodrigues (BRC CM05 EVO9 e
Nuno Guimarães (SilverCar S2) defendem as cores da NJ Racing e são os
candidatos ao título, cabendo a Rodrigues o maior favoritismo. Ambos têm ainda
justas pretensões ao pódio absoluto final no campeonato.
Outro dos títulos em aberto é o que vai coroar o “rei” dos GT. Nesta categoria, a época tem sido o palco do duelo sem tréguas entre os dois Porsche 991 GT3 CUP de Pedro Marques e Vítor Pascoal. Em seis provas três vitórias para cada um, com a balança a pender para o lado de Marques e das cores da Mobycar, pois Pascoal tem uma ausência e este fator tem tudo para ser determinante na entrega do título ao bracarense. Boticas vai ser palco de uma estreia nesta Categoria, com a inscrição de Bernardo Garcia de Castro, também num 991 GT3 CUP.
São 18 os pilotos inscritos na
Categoria Turismo, distribuídos pelas três divisões regulamentadas, atestando,
uma vez mais, a robustez competitiva que tem sido apanágio desta categoria ao longo
de toda a época.
Na 1, paraíso dos carros com
quatro rodas motrizes, o já reeleito campeão nacional Luís Nunes, volta a ostentar
total favoritismo, tal o domínio que tem exercido com o seu Ford Fiesta ST R5.
Terá pela frente a oposição de dois Subaru Impreza, ambos vindos da cidade de
Braga e tripulados por Daniela Marques e Pedro Marques, residindo muito do
interesse nesta que tem tudo para ser uma batalha árdua pelo 2º lugar.
Na Divisão 2, também Joaquim Teixeira já arrumou as contas do título. O piloto transmontano do Cupra TCR da JT59/Bompiso joga “em casa” e vai querer terminar a época com o pleno de vitórias. Para o contrariar estarão em Boticas o ”vice” já eleito Manuel Rocha e Sousa, também em Cupra TCR, o Audi RS3 LMS de Paulo Silva, Leonel Brás, regressado com o Peugeot 207 RC e os BMW M3 de José Carlos Pouca Sorte e Luís Silva, para além do E36 Coupé da marca bávara tripulado por Miguel Gonçalves.
Finalmente na Divisão 3, temos à partida da rampa final da época mais um duelo intenso em perspetiva, pois o título ainda está aberto. Sérgio Nogueira (Renaut Clio RS) e Parcídio Summavielle (Renault Clio R3) têm proporcionado aos aficionados da Montanha uma época inesquecível, tal a intensidade dos duelos que protagonizaram até ao momento. 4 vitórias para Nogueira e duas para Summavielle, colocam o piloto de Braga da NSF na “pole” para o título, mas o edil de Fafe ainda tem uma palavra a dizer.
Como “outsiders” ambiciosos na
luta pelo triunfo, estarão em Boticas Alberto Pereira (Honda Civic Type R) e
Carlos Silva (Renault Clio R3), com a divisão a contar ainda com a vontade de brilhar
de mais quatro pilotos: Cláudio Baptista, num Citroen DS3 R1 e os Citroen Saxo
de Arlindo Beça e José Cardoso, sendo ainda de salientar a presença de Rute Brás,
que faz em Boticas a terceira prova da sua carreira, utilizando o Peugeot 206
RC da NJ Racing.
A rampa será palco de mais uma
tirada das duas competições que foram novidade na corrente época: a Taça de
Portugal de Kartcross de Montanha e a sua congénere dedicada aos Monolugares.
Quer Nelson Andrade, no AG1000,
quer Miguel Matos, no GRIIIP G1-17, já asseguraram os respetivos títulos e, a exemplo
do que têm feito nas provas anteriores, o seu foco está na batalha que travam
para se situarem nas posições cimeiras da tabela de tempos global das provas.
Em Boticas, tudo indica que continuará a assim ser.
O Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha apresenta um naipe de inscritos que faz antever uma “batalha rija”. Se a questão do título nacional é algo praticamente resolvido, com o cetro a já não escapar a Fernando Salgueiro (Ford Escort MKII), o piloto do Caramulo Racing Team vai medir forças com três pilotos muito experientes, mas que fazem a sua primeira prova nos clássicos esta época.
O transmontano Luís Delgado escolheu um Ford Escort RS 1600 para a sua habitual comparência em Boticas. Já José Pedro Gomes vai deixar o Opel Astra na garagem e competir com um “musculado” Ford Escort MKII RS 1800, enquanto de Fafe vem Parcídio Summavielle que, nesta derradeira rampa, assume uma dupla ambição. Ao já anteriormente referido duelo nos Turismos 3, junta a sua vontade de vencer nos clássicos com o icónico Datsun 240Z, no ano em que o seu carro nipónico comemora 50 anos. O plantel fica completo com o habitual VW 1303 de Carlos Fava, com este a já ter assegurado o pódio final neste campeonato.
Quanto aos Legends, também aqui
Boticas assume ares de “festa de consagração” para José Carlos Magalhães, já virtual
campeão nacional. O piloto e “team manager” da MNE Sport utilizará a quarta “montada”
diferente da temporada, indo ao traçado transmontano com um Peugeot 106 S16,
num registo mais de prazer do que de competição pura e dura.
Ausente estará o também já vice-campeão Manuel Pereira, cabendo ao também já terceiro classificado final do campeonato Gonçalo Janeira assumir o papel de um dos candidatos ao triunfo, mercê da competitividade que o piloto do Fundão extrai do seu Citroen AX GTi. Mas terá de medir forças com o regressado Carlos Oliveira, no potente Ford Sierra RS Cosworth, sendo ainda de contar com grandes prestações por parte de Renato Piairo (Toyota Carina E) e de João Macedo (BMW 328is).
Nas duas taças reservadas aos
carros com cilindrada até 1300cc é caso para dizer que será “dia santo nas
lojas” porque os “patrões” estarão de fora. Já com os títulos respetivos
assegurados, Francisco Milheiro e Eva Laranjeira optaram pela ausência e, como
tal, as lutas pelos triunfos estão ainda mais abertas.
Na TPM1300, Tiago Santos tudo
fará para registar novo triunfo, dando seguimento à boa época que tem feito com
o Citroen AX, tendo pela frente a oposição de Marco Figueiredo, aos comandos de
um Toyota Starlet e de Rui Gama, de volta ao volante do Peugeot 106. Já nos Clássicos,
o duelo será entre os experientes José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) e
Domingos Fernandes (Autobianchi A112 Abarth).
A Rampa de Boticas arrancará pelas 13.45 de sábado, 18 de setembro, com a sessão inaugural de “warm up”. O primeiro dia contemplará ainda duas subidas de treinos oficiais e a 1ª subida de prova. No domingo, 19 de setembro, nova sessão de “warm up” pelas dez da manhã. Depois, mais uma subida oficial de treinos, antes das duas decisivas subidas de prova que fecharão o programa competitivo da última prova da temporada do campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
O piloto de Fafe que defende as cores da Sucesso Automóvel vai para a prova transmontana organizada pelo Demoporto firmemente empenhado em conseguir um bom resultado, segurando um lugar no top quatro entre os Turismos 3.
Tal
como sucedeu nas provas anteriores que disputou no Campeonato de Portugal de
Montanha JC Group, a intenção de Cláudio Batista na Rampa de Boticas é
continuar como até aqui, ganhando experiência e procurando destacar-se entre os
concorrentes em viaturas de menor cilindrada, como o DS3 R1 da Sucesso
Automóvel.
Após uma incursão pelas provas de estrada,
com a participação no Rali Município de Mesão Frio, o piloto minhoto regressa à
montanha, frente em que se empenhou de forma muito positiva e capaz, neste que é
o seu regresso às lides da modalidade, após três épocas de ausência e que tem
vindo a coroar com sucessivos resultados de bom nível, assinando exibições sólidas,
rampa após rampa e que já lhe granjearam a garantida vitória no seu Grupo.
Pelo que no evento do Demoporto o intuito só pode ser o de repetir o que de melhor conseguiu este ano em termos de resultados. Cláudio Batista quer “ir a continuar a demonstrar o meu andamento e dar seguimento à minha aprendizagem, que tem sido o propósito maior ao longo do campeonato. Obviamente, tudo farei para garantir o quatro posto final da Divisão Turismos 3, resultado que muito nos orgulhará pois estamos a competir com grandes pilotos e que possuem carros muito mais competitivos!”.
O piloto de Fafe sabe que não terá tarefa
fácil pela frente, já, que à imagem de provas anteriores, Boticas será uma
descoberta. “Boticas é um enorme desafio pois nunca lá corri, algo que
não sucede com grande maioria dos outros concorrentes. É uma rampa muito longa,
com mais de cinco quilómetros, muito técnica, sem deixar de ter momentos de
grande velocidade. Quero conhecer o traçado e aos poucos ir melhorando os meus
tempos.”.
“Tenho uma grande curiosidade para
descobrir o que me espera, mas espero poder repetir o que tenho feito até aqui
e, como já disse, ganhar mais experiência, como sucedeu nas provas que fiz
anteriormente!”,
remata Cláudio Batista.
A Rampa de Boticas arrancará pelas 13.45 de sábado, 18 de setembro, com a sessão inaugural de “warm up”. O primeiro dia contemplará ainda duas subidas de treinos oficiais e a 1ª subida de prova. No domingo, 19 de setembro, nova sessão de “warm up” pelas dez da manhã. Depois, mais uma subida oficial de treinos, antes das duas decisivas subidas de prova que fecharão o programa competitivo da última prova da temporada do campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
A FIA abriu as inscrições para a edição 2021 da prova que se realiza de dois em dois anos, acolhendo a “nata” dos pilotos mundiais de Montanha e que, este ano, será disputada em Braga.
Originalmente prevista para 2020 e adiada devido ao surto pandémico que ainda atravessamos, o FIA Hill Climb Masters tem luz verde para visitar Portugal pela primeira vez. Será na cidade dos arcebispos que decorrerá a quarta leva do certame, sob a égide organizativa do Clube Automóvel do Minho e integrada na edição deste ano da Rampa Internacional da Falperra.
Está a ser uma época de estreia ao mais alto nível para o piloto do Fundão. Sempre rápido e eficaz aos comandos do bem preparado Citroen AX GTi, Gonçalo Janeira conquistou mais um pódio entre os Legends na prova do Targa Clube.
Chegou tarde às lides desta época, pois só começou a participar a partir da Serra da Estrela, mas desde que está no plantel do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group, Gonçalo Antunes Janeira tem sido um caso sério de competitividade e tem feito uma temporada sempre em crescendo. Na 30ª Rampa do Caramulo, almejou conquistar com todo o mérito o terceiro pódio consecutivo da época entre os Legends e é agora candidato claro a terminar esta sua época de estreia num notável pódio final do campeonato.
O piloto do Fundão encarou a sexta tirada do ano “com a mesma garra e vontade de sempre. Logicamente, estava com algum receio pela rampa rápida que ia encontrar, visto ser a minha primeira vez no Caramulo e o traçado exige conhecimento para que possamos rodar nos limites”. Subida após subida, Gonçalo Janeira foi percebendo “que estava a melhorar. No final de sábado estava bastante satisfeito com o desempenho, e também pelo resultado provisório. O pódio parecia claramente dentro das nossas possibilidades.”
A jornada decisiva
de domingo foi marcada pela “lotaria” meteorológica. O piloto destaca que ficou
“contente com a chegada da chuva, pois gosto de guiar nestas condições.
Fui sempre melhorando os tempos e cedo percebi que tinha andamento para tentar
chegar ao 2º lugar nos Legends, sabendo que uma vitória era uma completa
miragem face ao poderio do Mitsubishi do Manuel Pereira”.
A sua exibição foi
de gala e logrou ser sempre rápido e eficaz nas diferentes condições da pista,
sendo de realçar que, nas duas subidas de prova do dia, Gonçalo Janeira colocou
sempre o Citroen AX GTI a “voar baixinho”, rodando “num ritmo forte que
me permitiu suplantar o líder do campeonato e chegar a um 2º lugar que me deixa
muito feliz!”.
Gonçalo Janeira
conquistou desta forma o terceiro pódio consecutivo da época, sendo a primeira
vez que logra reclamar o2º posto, feito que dedica “à família e à minha
equipa, pois são quem me dá alento e me motivam sempre que coloco o capacete!”.
O piloto do Fundão reconhece ainda que “fiquei bastante contente e
surpreendido, comigo e com o AX, pois não tivemos problemas de maior e
revelamos uma competitividade muito forte. Foi para mim uma prova excelente”.
Gonçalo Janeira é agora 3º da tabela pontual dos Legends, a uma prova do fecho da temporada, que decorrerá em Boticas, em setembro. Promete que tudo fará “para coroar esta nossa primeira época com um pódio num campeonato nacional. Será simplesmente fantástico!”.
A piloto de Peso da Régua não evitou um percalço na prova do Targa Clube, mas aos comandos do Peugeot 206 RC na NJ Racing deu mostras da evolução que fez desde a sua estreia no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
Sabia-se
que a Rampa do Caramulo seria sempre um grande desafio para Rute Brás, que
tinha tido uma boa prestação em Santa Marta de Penaguião, na sua estreia
absoluta como piloto e procurava dar seguimento a esse nível exibicional. “Gostei
imenso da rampa. O sábado correu muito bem, pois fui melhorando os tempos”,
começou por referir.
Mas a verdade é que depois de ter estado em
bom plano no primeiro dia de, onde o traçado se apresentou seco, a chuva da
segunda jornada acabou por complicar a tarefa da piloto duriense, que confessa:
“No domingo fiquei um pouco triste por causa do tempo. A chuva não ajudou.
Não tinha pneus de chuva e por isso não
pude subir bem nas duas primeiras. Depois começou a secar a pista, mas havia
partes que estavam molhadas e realmente aconteceu ter dado um toque numa
curva. Não se deveu só ao facto de a
estrada estar molhada. Foi um erro que cometi”, admite Rute Brás.
A piloto da NJ Racing encara a situação
como normal, e diz que é por causa destas situações que tem “uns excelentes
professores no Nuno e no João Guimarães, a quem a agradeço sempre. Foi por eles
que aqui estive. E é por pertencer a esta equipa maravilhosa. Onde as pessoas,
além de tudo, são minhas amigas”.
“Outra pessoa que me tem ajudado e dado
imensa força que quero destacar, e estava lá quando bati, é o Sérgio Nogueira.
Isto acaba por ser três equipas em conjunto. É uma família autêntica. E isso
tudo fez com que o fim-de-semana tivesse corrido bem”, destaca Rute Brás.
A piloto de Peso da Régua diz que “apesar deste percalço”, nada lhe “retirou a vontade de continuar a correr. Muito pelo contrário. Só quem anda lá dentro é que sabe que isto pode acontecer. E desta vez aconteceu-me a mim”.“Estou contente com a minha prestação, embora saiba que há coisas que têm de melhorar, é um facto. Mas é para isso tenho excelentes pessoas a rodear-me e a dar-me as ‘dicas’ necessárias”, remata Rute Brás.
Decididamente a sorte não quis nada com o piloto do Peugeot 208 S1600 na quarta prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que teve lugar em Montalegre, pois toques e penalizações impediram-no de concretizar o bom andamento numa boa classificação na Divisão Super 1600.
Depois dos problemas sentidos no carro francês em Sever do Vouga, Tiago Ferreira ambicionava na pista transmontana um fim-de-semana sem surpresas desagradáveis, que lhe permitisse traduzir em resultado o ritmo que já por várias ocasiões evidenciou esta temporada. Só que mais uma vez a sorte nada quis com o piloto de Lousada. Foi mais um fim de semana negro para Tiago Ferreira, apesar do fim-de-semana até ter começado da melhor maneira na primeira qualificação, efectuando o segundo melhor tempo da geral. O que abria boas perspectivas para o resto dos dois dias de prova em Montalegre.
Só, como vem sendo habitual na segunda qualificação, um toque condicionou a prestação do piloto lousadense. E como se isso já por si não bastasse, ainda foi alvo de uma penalização, que ainda piorou mais a situação. No domingo Tiago Ferreira entrou em pista apostado em recuperar posições, terminou no oitavo posto, mas mais uma penalização atirou o piloto para a 11ª primeira posição. A mesma em que terminou a quarta qualificação.
O piloto do Peugeot 208 S1600 estava pronto
para enfrentar a semifinal, que passou a ser uma autêntica lotaria, devido à
chuva torrencial que, entretanto, se abateu sobre Montalegre. Ainda assim,
Tiago foi para a luta, e quando já rodava no terceiro posto, um toque danificou
a transmissão do carro francês e a sua atuação terminou por aí, naquele que foi
mais um desfecho inglório numa época em que está a demonstrar que, apesar de
ser “rookie” na divisão mais competitiva, tem talento para ombrear com os
melhores.
“Depois do que me aconteceu que mais há para dizer?! São azares atrás de azares, toques e mais toques. E, como se isso já não chegasse, ainda me batem por duas vezes e arruínam-me a minha prova”, desabafou o piloto após a sua participação. Tiago Ferreira tem a consciência de que tinha andamento para, “pelo menos estar na final. Mas com tudo isto ‘cortaram-nos as pernas’”. Por isso diz que “era impossível, com tudo o que me aconteceu, sair desta prova com um bom resultado. São azares a mais. Espero que esta série negra acabe, e na próxima prova possa estar no lugar que mereço”.
O Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta entra agora nas férias de verão, regressando apenas nos dias 3, 4 e 5 de setembro, com o 56º Mação Verde Horizonte.
O piloto de Fafe tinha na 6ª Rampa do Caramulo uma prova decisiva para manter intactas as expetativas maiores de chegar ao título da Divisão Turismos 3 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Infelizmente as circunstâncias jogaram contra si e a segunda posição foi o resultado possível.
Sabendo
de antemão que competia com um Renault Clio R3 mais ‘pensado’ para ralis, e por
isso mais pesado, Parcídio Summavielle queria dar o tudo por tudo para, na
prova do Targa Clube, conseguir uma vitória que levasse a discussão do
campeonato para a derradeira ronda da temporada. A luta com o seu rival
prometia, pois, as diferenças nunca foram muito grandes.
Na
primeira jornada, e com o tempo seco, o piloto fafense não sentiu muitos
problemas, muito embora não fosse fácil o acerto, pois a PT Racing – que dá
assistência ao Clio com as cores da UZO – apresentava-se no Caramulo sem o seu
responsável máximo. Por isso a equipa fez o seu melhor para que o carro
estivesse nas melhores condições possíveis.
“Conduzo o carro, sei dar as minhas
indicações de como me parece que possa ser acertado, mas não sou mecânico. E
nessa medida a falta do nosso chefe, o Paulo, fez toda a diferença”, começa por salientar Parcídio Summavielle.
Que por isso teve de andar sempre a fazer correções “em termos de set-up.
Pois com as condições climatéricas a mudarem alteramos para seco, depois para
molhado e depois para seco novamente. Foi complicado”.
Depois de se ter mostrado competitivo na
primeira subida de prova, no sábado, a segunda subida revelar-se-ia
determinante no desfecho da prova do piloto de Fafe. “Fomos para essa
subida. Is meus adversários subiram, mas, entretanto, uma concorrente bateu e
eu já não subi. Eles foram autorizados a subir novamente, e com pneus já à
temperatura fizeram tempos que não consegui igualar, apesar do traçado se
apresentar seco”.
“Disse à minha equipa que não havia motivos
para se preocuparem, pois ainda havia mais uma subida de prova e que
conseguiria anular a desvantagem. Só que, de repente, veio a chuva, e as
esperanças que tinha de vencer caíram por terra’”, conta Parcídio Summavielle, relatando o
momento em que percebeu que tinha perdido a prova para o seu rival.
O piloto fafense disse que de imediato foi
ter “com o Sérgio (Nogueira) e dei-lhe os parabéns, pois não havia forma
de à chuva bater um tempo feito com o piso seco”. Ainda que admita que
falta uma prova para o final do campeonato, e tudo pode ainda acontecer na
Rampa de Boticas. “Estamos separados por dez pontos, e o Sérgio terá de
ser pelo menos terceiro no caso de eu vencer”, recorda.
Apesar de considerar que já é muito complicado chegar ao título da Divisão Turismos 3 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, Parcídio Summavielle ainda não decidiu se vai ‘atirar a toalha ao chão’ e alinhar com um carro já a pensar nos seus planos para 2022, ou se vai discutir o campeonato até à última prova e ao último quilómetro da derradeira subida de prova. O piloto de Fafe diz que tudo está em aberto para a Rampa de Boticas: “Há várias coisas a considerar. Por um lado, tenho um carro que foi o possível para esta temporada, e com o qual não desejo continuar para a próxima época, pensando já noutra montada, talvez um TCR. Sendo certo que se isso acontecer significa que entregarei o já o título ao meu principal adversário, que muito prezo e admiro”.
A piloto da Covilhã ultrapassou de forma brilhante o teste que que estava à sua espera na 30ª Rampa do Caramulo a bordo do Citroën C1 da FR Power. Saiu da prova do Targa Clube com um saboroso pódio, o primeiro da sua curta carreira na Montanha.
Foi
um fim-de-semana e tanto para Daniela Ferreira. A participação na sexta prova
da temporada da Taça de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group obrigou a
piloto da Covilhã a ultrapassar vários desafios, com o primeiro a ser conseguir
garantir a sua presença no Caramulo. Mas tudo está bem quando acaba bem. E foi
com esse sentimento que saiu desta penúltima ronda da temporada, depois de ter
assinado mais uma exibição muito sólida, premiada com um 3º lugar e uma emotiva
primeira subida a um pódio final na sua curta carreira.
O prémio assenta-lhe que nem uma luva, pois
em apenas três provas, Daniela Ferreira conseguiu já granjear o aplauso de púbico
e adversários, tal a garra e talento que tem vindo a demonstrar, adicionando à
consistência uma crescente rapidez, realizando até agora três exibições de alto
nível nas provas que realizou.
Sendo uma “rookie”, tudo é novidade em
todas as rampas para a piloto e, como tal, o Caramulo “foi mais um
fim-de-semana de aprendizagem. Tivemos alguns percalços, com algumas
escorregadelas, mas deu para melhorar sempre os tempos”, começa por nos
dizer a piloto serrana sobre esta estreia na prova do Targa Clube. Sendo que “outra
experiência nova” para si “foi correr à chuva”.
O balanço que Daniel Ferreira faz da sua
participação é muito bom: “Correu muito bem. Foi um fim-de-semana muito
positivo”. E sobretudo uma sensação de grande alívio, pois foi com um
enorme esforço que conseguiu estar à partida.
“Foi mesmo até à última hora. Foi possível graças aos
patrocinadores. E que foi recompensado porque garanti o terceiro lugar. É a
minha primeira ida ao pódio e estou muito feliz!”.
O “contrarrelógio” que fez para participar no Caramulo reforça ainda mais o “profundo agradecimento que tenho para com todos os que me apoiam: Dimensão Pensamento Fardamentos, Lda., Jorge Gaspar, Tupperware Portugal, FR POWER, Francesinhas & Compnhia, PAR ou ÍMPAR Store, Telepizza Covilhã, The Chico’s, Equinócio de Verão Construções Unipessoal Lda., PINK ME UP, Valvoline, Create, JP AUTO PEÇAS E CREFIS CRF LDA. e THE BESTSELECTION. Uma vez mais foram fundamentais para eu prosseguir este sonho e ter-lhes retribuído com um pódio deixa-me muito feliz!”.