O atual Campeão de Portugal de Montanha, José Correia, apresentou-se este fim de semana à partida da terceira jornada do Campeonato Portugal de Montanha JC Group, a Rampa Serra da Estrela. Um evento exigente que o piloto, ao volante do seu Osella PA2000 Evo2, concluiu com o terceiro lugar em termos Absolutos e na categoria Protótipos.
“Foi um fim de semana onde não chegámos ao set up ideal, o que condicionou os nossos tempos ao cronómetro. Quando se compete a este nível e perante esta forte concorrência, a margem é nula”, comentou o piloto. Por outro lado, o traçado de 5.240m revelou-se também muito desafiante: “Havia zonas em que o piso era muito irregular, o que me levou por vezes a levantar o pé. E todos esses pormenores são decisivos”, explicou José Correia, figura central da JC Group Racing Team.
Um resultado que se traduz no entanto pelo terceiro pódio consecutivo esta época, em igual número de eventos, onde se destaca a vitória na ronda inaugural, a Rampa Pêquêpê Arrábida. “Mantemos o comando do campeonato, que era o principal objetivo para esta prova. Sabíamos que seria um fim de semana que nos colocaria dificuldades e o terceiro lugar acaba por ser positivo”, afirmou, acrescentando: “Na discussão do título a consistência é muitas vezes o mais importante. Por isso, estamos satisfeitos com este início de época, mas sabemos que há margem para evoluir e esperamos fazê-lo já na próxima prova.”
O calendário do Campeonato Portugal de Montanha JC Group tem na Rampa da Penha o desafio que se segue. Um evento agendado para os dias 12 e 13 de junho, que reserva aos concorrentes um percurso de 2.78 quilómetros ao cronómetro.
O piloto do Silvercar EF10 com as cores do Sporting Clube da Covilhã voltou a não dar hipóteses à forte concorrência, dominando por completo a Rampa Serra da Estrela Covilhã, terceira prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2021.
Qual predador de topo, João Fonseca voltou a provar toda a sua rapidez, que já lhe granjeou títulos e vitórias nesta desafiante modalidade. Num regresso pontual ao CPM JC Group, o covilhanense impôs um andamento tão forte que foi impossível de contrariar por parte dos seus adversários, numa prova onde o CAMI Motorsport assinou uma organização de grande nível. Fonseca resolveu as contas da vitória logo com os tempos da primeira e segunda subida oficial, ficando a salvo de qualquer ataque na derradeira subida. Como melhor marca do fim-de-semana, o piloto do Silvercar colocou no cronómetro 2:46.984, sendo ainda o único a rodar regularmente abaixo do segundo 50.
Desta feita isento de problemas no BRC BR53, Hélder Silva logrou suplantar José Correia (Osella PA2000 EVO2), garantindo o segundo posto absoluto e relegando assim o líder do campeonato para o último degrau do pódio, encurtando a distância pontual no campeonato. O Top 5 ficou completo com o 4º lugar do espanhol Cesar Rodriguez (Osella PA 21JRB) e a 5ª posição de António Rodrigues (BRC CM05 EVO), com este a, uma vez mais, não dar veleidades na luta pelo domínio na Divisão Protótipos B.
Nesta luta
particular da divisão, saliência para a prestação de Joaquim Rino, já mais
seguro com o seu novo BRC BR49 EVO que, nesta jornada, não registou problemas técnicos.
Já Nuno Guimarães voltou a ter uma prova atribulada, tendo mesmo que renunciar à
última subida do fim-de-semana, com problemas no Silvercar S2. O 3º posto na
divisão foi, mesmo assim, um resultado positivo.
Pedro Marques
fez uma corrida solitária entre os GT. Sem opositores nesta prova, nem por isso
o bracarense “levantou o pé” e levou o seu Porsche 991 GT3 CUP a rodar
regularmente dentro do Top 10 absoluto, terminando num excelente 9º posto
final.
Nas contas dos Turismos, Luís Nunes, Joaquim Teixeira e Parcídio Summavielle saíram da Covilhã com o doce sabor de mais uma vitória arrecadada nas suas divisões.
Nunes impôs de forma sólida o seu Ford Fiesta ST R5 na Divisão 1, na frente de Francisco Morgado (Mitsubishi Lancer EVO VII) e de Daniela Marques (Subaru Impreza WRX STi). O piloto de Valpaços foi ainda o vencedor da Categoria e 8º da geral, mercê de mais um recital de condução.
Já Joaquim Teixeira
conseguiu suplantar a adversidade técnica que o levou a rodar lento na subida
inaugural de prova, imprimindo um andamento endiabrado nas outras duas subidas oficiais
do programa, que o levaram a colocar o Cupra TCR no topo da divisão, de forma
totalmente merecida. Atrás de si, o regressado Luís Silva, levou o BMW M3 ao 2º
lugar, cabendo a Manuel Rocha e Sousa (Cupra TCR) assegurar o 3º posto final.
Quanto à vitória
de Parcídio Summavielle na Divisão 3, os factos dizem tudo: o piloto foi sempre
o mais rápido e ninguém chegou perto do ritmo que impôs no Renault Clio RS R3
da Uzo. Atrás de si, Sérgio Nogueira (Renault Clio RS) logrou deter os ataques
de Alberto Pereira e assegurou a segunda posição, enquanto o edil mesãofriense conseguir
finalmente ter o Honda Civic Type R em condições competitivas, sendo terceiro
com todo o mérito.
No Campeonato de Portugal Legends de Montanha, não houve história no que concerne ao triunfo. Manuel Pereira impôs o seu potente Mitsubishi Lancer EVO VI, sendo sempre claramente mais rápido do que toda a concorrência. Numa primeira fase foi Ricardo Miguel, num Peugeot 106, a cimentar a candidatura ao 2º lugar, mas Carlos Oliveira almejaria reclamar tal posição, depois de resolver alguns problemas mecânicos no seu Ford Sierra Cosworth RS. Ricardo Miguel acabaria no 3º lugar, que se transformou num justo prémio para a sua exibição.
Já no Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha, conhecemos o terceiro vencedor diferente em outras tantas provas. A jogar em casa, Flávio Saínhas premiou este seu regresso ao campeonato com mais uma exibição colossal aos comandos do “diabo amarelo”, cognome justificado do seu Ford Escort MKI. Foi paulatinamente baixando os tempos e acabou por dominar a fase decisiva da prova, rematando um triunfo que não sofre qualquer contestação.
Atrás de si,
Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro foram tentando desalojar Saínhas do
comando, mas tiveram que se contentar com os restantes lugares do pódio, sendo
Salgueiro a almejar recolher a 2ªposição, na frente de Loureiro. Mesmo assim,
esta foi uma excelente operação pontual da dupla de pilotos dos Ford Escort
MKII.
Quanto às competições
reservadas aos 1300cc, Tiago Santos suplantou os problemas de caixa de velocidades
que foram afetando o seu Citroen AX Sport e alcançou a primeira vitória da
temporada na TPM1300. Rui gama (Peugeot 106) foi 2º e Marco Figueiredo colocou
o seu Toyota Starlet no 3º lugar.
Nos Clássicos 1300, foi épica a vitória de Eva Laranjeira. A piloto da MNE Sport dominou a primeira subida oficial e, quando tudo indicava que teria uma vitória tranquila, sofreu um problema mecânico que a fez abandonar a 2ª subida oficial, ficando forçada a registar um tempo na terceira para se classificar.
Nem tremeu. Galgou os 5,24 kms do traçado e registou um tempo que lhe permitiu, no agregado final, vencer, conquistando assim a segunda vitória da sua curta carreira. José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) deu alguma luta à vencedora e foi 2º, na frente de Domingos Fernandes, cuja regularidade foi premiada com mais uma presença no pódio. O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte. È já dentro de quinze dias que decorrerá a quarta prova da temporada. Será a Rampa da Penha Paisagem Protegida, organizada pelo Demoporto.
O piloto do Sporting Clube da Covilhã dominou quase por completo o primeiro dia da terceira jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, estando na linha da frente para repetir os triunfos anteriores.
O dia 1 de competição da prova organizada pelo CAMI Motorsport assume
um rescaldo muito positivo. Ao regresso do público que, de forma geral, se
comportou segundo as apertadas regras de segurança e controle sanitário, juntou-se
uma jornada plena de espetáculo e emoção, com as cinco dezenas de pilotos presentes
a brindarem o público com grandes lutas e subidas a condizer.
Pode estar parado, mas não esquece tudo o que sabe enquanto piloto de Montanha. João Fonseca quebrou o defeso para estar, mais uma vez, à partida da “sua” rampa. O piloto do Sporting Clube da Covilhã dominou a luta, sendo apenas batido na 2ª subida oficial de treinos, momento em que teve de lidar com problemas no seu Silvercar EF10. Na subida “a doer”, voou nos 5,25 quilómetros do traçado serrano, estabelecendo a marca de 2:46.984, à média horária de 112,96 K/h e deixando Hélder Silva (BRC BR53) a 5,9 segundos de distância.
O pódio absoluto ficou completo com um sempre intenso António Rodrigues
que, para lá dessa posição absoluta, colocou o seu BRC CM 05 Evo na liderança da
Divisão Protótipos B. O piloto da NJ Racing está a 11,5 segundos de Fonseca, mas
tem a liderança da sua divisão consolidada.
Pedro Marques (Porsche 991 GT3 CUP) assinou um bom conjunto de subidas.
O piloto, que está sozinho na luta pela vitória na Categoria GT, andou sempre
forte, rodando dentro do Top 10 da geral, mas o seu tempo na subida de prova
foi muito prejudicado por dois piões.
Luís Nunes impôs o seu Ford Fiesta ST R5 nas lides da Categoria
Turismos e, logicamente, da Divisão 1, sendo ainda 7º absoluto, após esta primeira
subida a contar para a classificação da prova. Nas contas d sua divisão é
secundado por José Pedro Gomes (Opel Astra OPC) e Francisco Morgado, um
Mitsubishi lancer EVO VII.
Na Divisão 2, é o regressado Luís Silva (BMW M3) que vai para o descanso na frente da tabela de tempos, bem na frente de José Carlos Pouca Sorte (BMW M3) e de Paulo Silva (Audi RS3 LMS). Joaquim Teixeira (Cupra TCR) começou por exercer o domínio habitual nesta divisão, mas, na subida final, viu o carro falhar logo no arranque e só após a terceira curva retomou o ritmo normal, fazendo um tempo muito abaixo do que é capaz.
Quanto à discussão da primazia na Divisão Turismos 3, Parcídio Summavielle esteve intratável e rodou sempre uma velocidade acima dos demais. O fafense da Uzo colocou assim o seu Renault Clio R3 na liderança, longe de Sérgio Nogueira, segundo mais rápido, cabendo a Alberto Pereira o mérito de colocar um limitado Honda Civic Type R no 3º lugar provisório
A luta pela liderança entre os Clássicos
foi a três nesta refrega vespertina de sábado. Aos dois Ford Escort MKII de
Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro, juntou-se o MKI da marca americana da
oval que é tripulado pelo covilhanense Flávio Saínhas, num regresso esporádico às
lides do campeonato. O trio foi alternando não comando da tabela de tempos,
mas, na subida de priva do cardápio, foi loureiro a levar a melhor, suplantando
Saínhas por 2,6 segundos, enquanto Loureiro se quedava pelo terceiro tempo,
mais lento 4 segundos do que o comandante provisório.
Nos Legends, não houve história
quanto ao domínio. Manuel Pereira impôs naturalmente o potente Mitsubishi Lancer
EVO VI e viu ainda Carlos Oliveira a não conseguir iniciar a subida de prova,
com problemas no Ford Sierra Cosworth RS. Dessa forma, acabou por ser Ricardo
Miguel a colocar um bem preparado Peugeot 106 no 2º lugar, à frente do
flaviense Luís Delgado, 3º mais rápido aos comandos de um Alfa Romeu 156.
Entre os concorrentes da TPM 1300, a dureza do dia foi cobrando de forma dura aos principais protagonistas. Depois de lutarem pela liderança ao longo das sessões de treinos, nem Tiago Santos (Citroen AX Sport), nem Rui Gama (Peugeot 106) lograram registar tempo na 1ª subida de prova, indo agora para o dia de amanhã, com a obrigação de registarem tempos nas duas subidas de prova do programa de domingo. Dessa forma, foi o regular Marco Figueiredo (Toyota Starlet) a registar o melhor tempo nesta taça.
Na luta pela liderança entre os Clássicos 1300, Eva Laranjeira guardou as suas cartas para a “mão” decisiva do dia. A piloto do Peugeot 205 Rallye conseguiu suplantar a concorrência na 1ª subida de prova e vai para o descanso antes do dia decisivo com vantagem. José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) tem sido o seu principal opositor e tem agora 4,7 segundos para recuperar. O Autobianchi A112 de Domingos Fernandes está no 3º posto, mas longe da batalha pelo triunfo.
Amanhã, o arranque está previsto para as 10 da manhã, com mais uma sessão de warm up e outra de treinos oficiais. A partir da 1 da tarde começarão as decisões com 2ª e a 3ª subidas oficias de prova desta terceira jornada do CPM JC Group 2021.
O piloto do Fafe espera ter uma atuação à altura daquela que teve em Boticas com o DS3 que alinha na prova do CAMI praticamente inalterado dadas as boas indicações dadas na segunda prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group
Depois da boa exibição que teve no evento
transmontano, que culminou com a obtenção da sétima posição na Divisão Turismos
3, Cláudio Batista surge na Rampa Serra da Estrela disposto a continuar a sua
progressão na disciplina, ainda que consciente de que, contrariamente ao que
sucedia em Boticas, desconhece o traçado do topo de Portugal Continental.
Para já é certo que o DS3 não sofreu
grandes modificações para este novo desafio. “Não fizemos alterações no
carro. Simplesmente procedemos a alinhamentos. Fizemos reapertos. Não falhou
nada na rampa anterior. Só trocamos o setor, que foi o que deu problemas na
primeira subida em Boticas”, explicou o piloto minhoto.
Para Cláudio Batista o principal desafio
não será o carro, mas sim o percurso ‘desenhado’ nos arredores da Covilhã: “Em
relação ao traçado da rampa, ele é novo para mim. Tenho que ter alguma cautela.
Vou tentar fazer um reconhecimento. Mas é um traçado onde tenho de ter algum
cuidado. Porque é diferente, pois quando conhecemos temos a tendência para
abusar mais um bocado. Neste não consigo abusar tanto porque não tenho o mesmo
conhecimento”.
De resto a atitude do piloto de Fafe será a
mesma, com uma abordagem de procurar sempre o melhor resultado dentro da sua
Divisão, consciente de que a concorrência se apresentará muito forte, e alguma
dela muito conhecedora da Rampa Serra da Estrela. “Vamos ver subida a subida e tentar
conseguir o melhor resultado possível”, promete apenas Cláudio Batista.
Sendo certo que desta feita haverá um ingrediente novo neste ano, pois será a primeira prova que contará com a presença de público, na sequência da autorização oficial, obtida esta última quinta-feira, da autoridade de saúde local da Covilhã. A presença de espetadores na Rampa da Serra da Estrela, obriga, no entanto, ao cumprimento de algumas restrições, como o não acesso de público ao parque de assistência. O dia de sábado terá início competitivo às 13:30 horas, com a sessão inaugural de warm up. Seguem-se duas sessões de treinos oficiais e a 1ª Subida Oficial de Prova, com início previsto para as 17 horas. No domingo, o arranque está previsto para as 10 da manhã, com mais uma sessão de warm up e outra de treinos oficiais. A partir das 13 horas começarão as decisões com 2ª e a 3ª subidas oficias de prova desta terceira jornada do CPM JC Group 2021.
A António Rodrigues e Joaquim Rino a equipa da Covilhã junta o apoio a mais dois pilotos, Daniela Ferreira e Ricardo Miguel, na prova do CAMI. O madeirense Nelson Andrade estará ausente por motivos profissionais.
Mais uma vez a FR POWER surge como
protagonista do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Nesta terceira
ronda da temporada, a sua assistência técnica marca presença tanto na Divisão
Protótipos B como na Taça de Portugal de Montanha 1300 e no Campeonato de
Portugal Legends de Montanha.
Os objetivos dos quatro pilotos apoiados
pelo preparador da Covilhã são obviamente diferentes. António Rodrigues, no BRC
CM05 EVO da NJ Racing, vai tentar dar seguimento às vitórias na Divisão Protótipos
B, objetivo também perseguido por Joaquim Rino, no BRC BR49 EVO da
Articimentos. Já Daniela Ferreira estreia-se com o Citroën C1 e Ricardo Miguel
compete com o Peugeot 106 da RMALUMÍNIUS a querer um bom resultado.
A equipa chega à Covilhã já bem preparada
para qualquer percalço, pois em Boticas teve trabalho redobrado, devido aos
problemas como faz questão de salientar Rui Ferreira: “Foi sem dúvida um
intervalo de corridas de muito trabalho, pois tivemos de reparar a caixa de velocidades
do BRC B49 de Joaquim Rino. Devido ao acontecimento em Boticas os carretos das
mudanças sofreram um empeno e tiveram de ser substituídos”. O
responsável da FR Power explica que também houve que “retirar o
autoblocante e enviar para o fabricante reparar”.
Sendo que para a Rampa Serra da Estrela
também houve mais trabalho ao nível da preparação, como adianta Rui Ferreira: “O
BRC do António Rodrigues sofreu umas afinações necessárias para este traçado
particular. O Citroën C1 sofreu uma revisão geral e apenas algumas afinações
para o nosso traçado de casa. Por último o Peugeot 106 teve de ser preparado e
afinado”.
“Demos o nosso melhor para que os quatro pilotos estejam nas melhores condições possíveis e alcancem os objetivos traçados”, remata o responsável pela FR Power, com o pensamento na prova que marca o desconfinamento dos fãs da montanha, já que a prova estará ‘aberta’ ao público, ainda que com restrições, como o não acesso ao Parque de Assistência, pois mantém-se em prática o protocolo sanitário definido pela FPAK. Desportivamente as atividades iniciam-se no sábado, pelas 13:30 horas, com a sessão inaugural de warm up. Seguem-se duas sessões de treinos oficiais e a 1ª Subida Oficial de Prova, com início previsto para as 17 horas. No domingo, o arranque está previsto para as 10 da manhã, com mais uma sessão de warm up e outra de treinos oficiais. A partir da 1 da tarde começarão as decisões com 2ª e a 3ª subidas oficias de prova desta terceira jornada do CPM JC Group 2021.
A piloto de Setúbal chega à Covilhã determinada em manter a liderança da Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300, alcançada na prova anterior em Boticas.
Naquela que é a sua segunda temporada, Eva
Laranjeira vai acumulando experiência e, sobretudo, já se sente mais
confortável na condução do Peugeot 205 Rallye da MNE Sport, que na prova da
Demoporto lhe permitiu desfrutar do primeiro êxito na sua carreira. Um triunfo
na TPCM 1300 que lhe dá mais motivação para conseguir um resultado semelhante
na Rampa Serra da Estrela.
“Parto para esta terceira prova do ano com o objetivo claro de manter a liderança, mas com a consciência de que os adversários existem e são fortes. Além disso esta prova tem um traçado exigente, pelo que tenho um grande desafio pela frente este fim de semana”, começa por referir a piloto setubalense da equipa MNE Sport. Eva Laranjeira defende que a sua estratégia na prova do CAMI vai ser de “melhoria constante da minha condução e dos tempos a cada subida, fazendo uma progressão em segurança, que me permita lutar por mais uma vitória, mas sem erros nem exageros”.
A piloto sadina também está ciente de que
um bom resultado na Rampa Serra da Estrela Covilhã é a melhor forma de
retribuir “à equipa MNE Sport toda a sua dedicação e empenho, pois
merecem muito”. Por isso promete: “Vou dar tudo para lhes
devolver o esforço com mais um bom resultado”.
Fator motivador para Eva Laranjeira será a presença, pela primeira vez este ano, de público, muito embora esteja interdito o seu acesso ao Parque de Assistência. O dia de sábado terá início competitivo às 13:30 horas, com a sessão inaugural de warm up. Seguem-se duas sessões de treinos oficiais e a 1ª Subida Oficial de Prova, com início previsto para as 17 horas. No domingo, o arranque está previsto para as 10 da manhã, com mais uma sessão de warm up e outra de treinos oficiais. A partir da 1 da tarde começarão as decisões com 2ª e a 3ª subidas oficias de prova desta terceira jornada do CPM JC Group 2021.
Aos comandos de um novo Toyota Starlet Grupo 5 o piloto enfrenta a Rampa Serra da Estrela determinado a lutar pelo pódio absoluto no Campeonato de Portugal Legends de Montanha fortemente motivado de pela presença de público na prova do CAMI.
José Carlos Magalhães chega à Covilhã
extremamente motivado e com o pensamento não apenas no resultado, mas também
naquilo que este evento representa para si, já que lhe traz recordações do seu
começo na Toyota Yaris Cup há quase duas décadas. Para além disso o traçado é
um dos seus preferidos, por isso este fim-de-semana tenta juntar o útil, de um
bom resultado, ao agradável de ser a sua rampa predileta.
“Quero estar na luta pelo pódio absoluto no
Campeonato de Portugal de Legends de Montanha, numa rampa de que gosto
particularmente”,
começa por dizer o piloto do Starlet, que sublinha: “Tenho um carinho
especial por esta prova, pois foi a minha primeira rampa há 19 anos, então a
competir no Troféu Toyota Yaris Cup”.
Mas há outros motivos que entusiasmam José
Carlos Magalhães este fim de semana, e que se prendem com a sua ‘montada’, o
poderoso Starlet Grupo 5. Um carro dotado de um motor 16V de 1.5 litros com 175
cv, mas com apenas de 750 kg de peso, dotado de diferencial autoblocante e
relações de caixa de velocidades pensadas especificamente para rampas,
possuindo ainda suspensões reguláveis. Uma máquina que é a ‘menina dos seus
olhos’: “Tenho o prazer de conduzir um carro que foi inteiramente
construído por nós, na MNE Sport e que representa muitas horas de trabalho árduo
por parte de uma grande equipa”, assinala o piloto.
José Carlos Magalhães quer acima de tudo “ser
uma mais-valia para o Campeonato Legends”, numa prova em que destaca o
facto de “finalmente ser uma rampa com público”. E por último
quer “agradecer a todos os que nos ajudaram a ser possível este projeto”.
O fim-de-semana competitivo inicia-se pelas 14:30 horas, com a sessão inaugural de warm up. Seguem-se duas sessões de treinos oficiais e a 1ª Subida Oficial de Prova, com início previsto para as 17 horas. No domingo, o arranque está previsto para as 10 da manhã, com mais uma sessão de warm up e outra de treinos oficiais. A partir da 1 da tarde começarão as decisões com 2ª e a 3ª subidas oficias de prova desta terceira jornada do CPM JC Group 2021.
O piloto de Peso da Régua quer manter a série de bons resultados conseguidos nas duas anteriores provas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
Nuno Guimarães chega a esta terceira prova
da temporada muito motivado pela segunda posição na Divisão Protótipos B
conseguida na Rampa Internacional de Boticas, que espelhou o seu maior
entrosamento com o SilverCar S2. Pelo que as suas expetativas para o evento do
CAMI Motorsport são as mais elevadas.
“Venho de uma prova que me correu muito bem, em Boticas. O carro esteve bem, eu estive bem. Os resultados começaram a aparecer. No entanto vou para uma rampa onde tenho tido menos sorte, ou prestações menos conseguidas”, começa por dizer o piloto da NJ Racing antes da viagem até à Covilhã. Na rampa que sobe até ao topo de Portugal Continental, Nuno Guimarães mostra a confiança que lhe deram os resultados conseguidos tanto em Boticas como na Arrábida. E avança: “Possivelmente vamos aproveitar este embalo da evolução dos tempos que está a surgir com o SilverCar e o conhecimento crescente que tenho do carro para ver se conseguimos obter um bom resultado. Que para já seria ficar nos cinco primeiros. É essa a expetativa. Ficar acima disso seria ‘ouro sobre azul”.
O “capitão” da Montanha está ciente de que
a concorrência é bastante forte e não ‘dorme em serviço’: “Respeito os
adversários, como sempre. Espero que tenhamos uma disputa saudável e que a NJ
Racing consiga trazer para casa mais um resultado de luxo, como sucedeu nas
duas primeiras provas do campeonato”, acrescenta Nuno Guimarães.
De referir que a prova do CAMI será a primeira da temporada com a presença de público, na sequência da autorização oficial, obtida esta última quinta-feira, da autoridade de saúde local da Covilhã. O que é um fator motivador extra para o piloto da NJ Racing, ainda que os espetadores não possam ter acesso ao Parque de Assistência. O dia de sábado terá início competitivo às 13.30 horas, com a sessão inaugural de warm up. Seguem-se duas sessões de treinos oficiais e a 1ª Subida Oficial de Prova, com início previsto para as 17 horas. No domingo, o arranque está previsto para as 10 da manhã, com mais uma sessão de warm up e outra de treinos oficiais. A partir da 1 da tarde começarão as decisões com 2ª e a 3ª subidas oficias de prova desta terceira jornada do CPM JC Group 2021.
A piloto da Covilhã escolheu a Rampa Serra da Estrela para iniciar a sua participação no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. E vai fazê-lo aos comandos de um Citroën C1 alinhando na Taça de Portugal 1300 com o foco no pódio.
Daniela Ferreira tem um passado nas provas
de regularidade, que pouco em nada têm em comum com as rampas. Mas quando
surgiu a oportunidade para ser tornar na terceira senhora a ‘abraçar’ a
modalidade este ano, e a primeira da sua terra a fazê-lo, nem pensou duas
vezes.
“Será um desafio muito interessante. O
objetivo é lutar por um lugar no pódio da Taça de Portugal de Montanha 1300.
Tenho a consciência de que o meu carro é limitado, não só pela cilindrada, mas
também por ser um carro de troféu e ter de estar de origem. Logo não o posso
comparar aos outros carros. Mas mesmo assim vou dar tudo em cada subida!”, promete a piloto covilhanense.
Daniela sabe que é tudo novo para si, mas o
projeto seduziu-a e lançou-se nele assim que reuniu as condições necessárias.
Por isso agradece a todos os que a apoiaram: “Este ano dei um ‘salto’
diferente, pois no ano passado fiz o Campeonato de Regularidade. Mas desta vez
arrisquei no Campeonato de Montanha na Taça de Portugal 1300, com a ajuda dos
meus patrocinadores – A Oficina, a Create Business, a Valvoline, The Chico’s,
Nuno Pinto-Arquitetura e Engenharia, 100Hectares, RA-Mediação de Seguros Peso,
Graph&Co, Pastelaria/Padaria Dias, Clínica Dentária-Dr. João Coelho, Francesinhas
& Companhia, Telepizza Covilhã, PinkeMeUp, Parouimpar e da FR POWER. Vou
fazer valer o voto de confiança de todos eles”.
Para chegar à prova do CAMI com as
condições competitivas mínimas, a piloto serrana preparou-se como pôde. “Tivemos um track day para eu treinar e me
habituar ao carro. O Rui ajudou muito. Ensinou-me algumas técnicas e fez
algumas alterações necessárias ao C1”, explica.
Claro que para Daniela Ferreira o primeiro quilómetro que fizer em ritmo de competição na Rampa Serra da Estrela será um momento muito especial, que a deixa muito orgulhosa: “Ser a primeira mulher covilhanense no campeonato de montanha é fantástico e a prova de que também nós, mulheres, temos cada vez mais um lugar nesta modalidade atualmente. O que me deixa muito contente”. Competitivamente a Rampa Serra da Estrela inicia-se no sábado pelas 13:30 horas, com a sessão inaugural de warm up. Seguem-se duas sessões de treinos oficiais e a 1ª Subida Oficial de Prova, com início previsto para as 17 horas. No domingo, o arranque está previsto para as 10 da manhã, com mais uma sessão de warm up e outra de treinos oficiais. A partir da 1 da tarde começarão as decisões com 2ª e a 3ª subidas oficias de prova desta terceira jornada do CPM JC Group 2021.
O piloto de Porto de Mós desloca-se à Rampa Serra da Estrela apostado a tirar o maior partido do novo BRC BR49 Evo com as cores da Articimentos.
Depois de uma prova em que conheceu grandes dissabores de ordem mecânica que o afastaram de um bom resultado na Divisão Protótipos B, Joaquim Rino quer ‘virar a página’ e evoluir na condução da sua nova máquina. Recorde-se que em Boticas um pequeno problema técnico gerou uma grande avaria, pois um dos veios do diferencial do BRC BR49 Evo partiu-se, devido a dois parafusos que se meteram entre os carretos, ainda no decorrer da primeira subida de prova no evento transmontano. Na altura a FR Power fez ‘horas extraordinárias’ para mitigar o problema, conseguindo fazer chegar de Braga as peças necessárias e consertando o diferencial. Rino voltou à prova e ainda conseguiu ser terceiro na Divisão Protótipos B, salvando uma pontuação na prova da Demoporto.
Uma entrega total do piloto e também da
equipa técnica liderada por Rui Ferreira e a ajuda de Nelson Andrade, que
Joaquim Rino agradece, mas um ‘stress’ que dispensava e que não quer ver
repetido no resto da temporada. E depois de um ‘reset’ mental a atitude na
Rampa Serra da Estrela esta ainda mais focada na luta pela vitória entre os
Protótipos B.
“Tenho a esperança de que tudo esteja
resolvido com o carro e desse modo possa estar na discussão na Divisão, como é
sempre o meu objetivo”,
diz Joaquim Rino em vésperas de subir ao topo de Portugal Continental,
salientando o seu “agrado por esta prova, com todos os seus desafios”,
mostrando-se também muito satisfeito pelo facto do evento do CAMI contar com
público: “Contar com espetadores e fãs das provas de montanha é uma
excelente notícia, porque as corridas sem público são muito estranhas, ainda
que o tenhamos de fazer cumprido todos os protocolos de segurança sanitária”.
E por falar em segurança, o piloto da FR
Power destaca esse aspeto na Rampa Serra da Estrela. “É um traçado sempre com muita segurança. E
isso agrada-me bastante, pois podemos atacar as subidas com muito mais
confiança e conseguir bons resultados, melhorando progressivamente os tempos.
Espero que seja esse o caso no próximo fim-de-semana e que saiamos da Serra da
Estrela com o resultado que tanto temos buscado”, remata Joaquim Rino.
A Rampa da Serra da Estrela terá o seu início competitivo no sábado, pelas 13.30 horas, com a sessão inaugural de warm up. Seguem-se duas sessões de treinos oficiais e a 1ª Subida Oficial de Prova, com início previsto para as 17 horas. No domingo, o arranque está previsto para as 10 da manhã, com mais uma sessão de warm up e outra de treinos oficiais. A partir da 1 da tarde começarão as decisões com 2ª e a 3ª subidas oficias de prova desta terceira jornada do CPM JC Group 2021.