Categoria: Montanha

  • FR Power forte e eficaz na rampa “da casa”!

    A equipa técnica sediada na Covilhã esteve sempre bem na Rampa Serra da Estrela, apoiando António Rodrigues e Joaquim Rino que dominaram a Divisão Protótipos B desta terceira prova do Campeonato de Montanha JC Group. Ricardo Miguel subiu ao pódio dos Legends e Daniel Ferreira a estreou-se na TPM 1300 com um meritório quarto lugar.

    Era com justificadas expetativas que a formação liderada por Rui Ferreira ia para a prova organizada pelo CAMI no topo de Portugal Continental. Não só ‘jogava em casa’ na Rampa Serra da Estrela Covilhã, como tinha ‘trunfos’ fortes para avançar entre os pilotos e equipas que confiam no trabalho técnico da empresa serrana, a começar por António Rodrigues, da NJ Racing, que vinha creditado com duas vitórias na Divisão Protótipos B e somou mais uma aos comandos do seu BRC CM05, EVO com o qual terminou no top cinco absoluto. Da mesma forma que desta vez Joaquim Rino almejou reclamar o 2º posto na mesma Divisão B, com um BRC BR49 EVO que deu menos problemas do que em Boticas e lhe permitiu ser sexto em termos absolutos.

    A FR Power foi fundamental para que os dois protótipos permitissem aos seus pilotos atingirem os seus objetivos neste terceiro evento do ano, como o foi com o Peugeot 106 de Ricardo Miguel, para que este lutasse até ao fim pelos lugares cimeiros dos Legends de Montanha, acabando num fantástico terceiro posto, saboreando o pódio na sua estreia esta época.

    E o mesmo pode ser dito do Citroën C1 com que Daniela Ferreira deu início à sua carreira na Montanha, mostrando uma grande adaptação conseguindo um top 4 na Taça de Portugal de Montanha 1300. Resultados que deixaram Rui Ferreira satisfeito e orgulhoso pelo empenho da FR Power: “É um balanço positivo aquele que faço desta participação. Um bocadinho trabalhoso, já que tínhamos quatro carros”. Ainda que a prova anterior, devido a vários problemas, tenha implicado muita ‘mão de obra’, desta feita “não houve tantos percalços. Só no início, quando o carro do Joaquim Rino ficou parado no meio da rampa. Mas foi um problema normal. Às vezes as baterias entram em curto-circuito e ‘morrem’. Foi só uma troca de bateria e correu tudo bem no fim-de-semana”.

    O chefe da equipa covilhanense destaca a estreia de Daniela Ferreira, porque “foi a primeira vez que ela correu. E foi sempre melhorando ao longo do fim-de-semana. E até nisso o balanço da nossa participação foi positivo. Saímos da Estrela muito motivados e felizes pelo trabalho que estamos a desenvolver!”.

    Claro que da parte da piloto da ‘casa’ a alegria não era menor, já se tratou de uma ‘descoberta’ em todos os sentidos. “Sinto-me feliz. Deu para melhorar a marca que eu tinha. Subida após subida deu para ir ficando mais confiante no carro e ir melhorando o meu tempo”, destaca Daniela Ferreira, cujo futuro no Campeonato de Portugal de Montanha “dependerá dos patrocinadores. Mas está tudo em aberto”.

  • A estreia possível do Toyota Starlet de José Carlos Magalhães

    Naquela que foi a sua primeira experiência com o incrível Toyota Starlet Grupo 5, na Rampa Serra da Estrela o piloto percebeu aquilo que precisa para fazer com que o carro japonês seja mais competitivo no Campeonato de Portugal Legends de Montanha.

    José Carlos Magalhães chegou à Covilhã recordando o seu começo na Toyota Yaris Cup, há quase 20 anos, mas também com uma grande expetativa o que seria fazer a prova do CAMI aos comandos de uma máquina à qual ainda se está a habituar.  Obviamente que o sexto lugar conseguido espelha o menor acerto do incrível Toyota Starlet de Grupo 5 para as exigências da montanha, que agora piloto e equipa vão tratar de adaptar para as restantes provas da temporada.

    “Foi um reunir de várias emoções. Ter concretizado um dos sonhos antigos, que era ter este carro, numa rampa que é muito querida para mim”, começa por referir o piloto sobre o novo desafio que acaba de iniciar.  José Carlos Magalhães só lamenta não ter podido extrair já o potencial da sua nova máquina: “Infelizmente teve alguns problemas de juventude, pelo facto de não estar a contar que a nível elétrico tivesse esta diferença tão grande de pressão de gasolina. O que fez com que o carro não tivesse a prestação que devia ter”.

    “O registo está feito. Já percebemos o que é necessário fazer, embora o tempo seja muito curto até à próxima prova, pois a Rampa da Penha é já a 12 e 13 de junho. Mas vamos tentar tudo mais ou menos a 100%, por forma a poder brilhar, e nós como equipa termos um ‘feedback’ bem maior das potencialidades do carro”, enfatiza o piloto, confiante de que pode tirar muito mais do Starlet Grupo 5. José Carlos Magalhães acredita que ainda vai a tempo de lutar por pódios, vitórias e mesmo pelo campeonato: “O fator motivador é continuar a subir ao pódio, em continuar, em obter bons resultados. Com os pontos que arrecadei na Serra da Estrela continuo em primeiro. Vamos tentar ao máximo cumprir com todos os objetivos, de forma a concluir em segundo ou terceiro, já que o primeiro lugar é muito difícil, porque um carro como o do Manuel Pereira é inalcançável”.

  • António Rodrigues soma e segue com novo êxito na Rampa Serra da Estrela

    O piloto de Santa Marta de Penaguião chegou, viu e venceu a Divisão Protótipos B na terceira prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group a que somou mais um top cinco absoluto.

    Foi mais uma exibição concludente de António Rodrigues aos comandos do BRC CM05 da NJ Racing/Lusimed e preparado pela FR Power. No topo de Portugal Continental o começo de prova do piloto duriense deu desde logo sinais do que poderia conseguir, logrando o terceiro tempo absoluto no primeiro dia de competição e dominando completamente a sua Divisão.

    No domingo, António Rodrigues fez o que dele se esperava, voltando a impor-se entre os Protótipos B, a que somou o top 5 absoluto, dada a superioridade das máquinas da outra divisão, que não lhe deram a possibilidade de se intrometer entre elas.

    “Foi um fim-de-semana trabalhoso, mas muito compensador. No início tentamos melhorar o ‘rapport’ do carro para que ficasse mais capaz neste traçado muito particular. Fizemos algumas alterações, entre as quais quanto à pressão dos pneus para contrariar a temperatura alta do asfalto. Fomos melhorando e senti sempre o BRC muito capaz”, conta o piloto de Santa Marta, referindo que essas modificações no BRC acabaram por produzir os seus frutos: “Na última subida de sábado resultou bem e conseguimos fazer um tempo que já me deu muito mais à vontade em relação aos concorrentes diretos, sabendo que seria impossível acompanhar os protótipos da divisão superior”.

    “No domingo foi mais um controlar da diferença para os adversários. E consegui manter sempre um bom andamento e controlar a posição e ganhar mais uma vez os Protótipos B”, assinala António Rodrigues, espelhando a satisfação com a sua exibição, o apoio da equipa NJ Racing e o trabalho técnico da FR Power. Apesar de se estar ainda a meio da temporada, o piloto duriense já começa a vislumbrar aquilo que poderá ser o seu campeonato nas provas que ainda faltam disputar: “Estamos a conseguir manter sempre o primeiro lugar e temos já uma boa vantagem nas contas da Divisão B. Estamos no bom caminho para o título!”. Agora, o foco está já na Rampa da Penha Paisagem Protegida, que irá decorrer a 12 e 13 de Junho.

  • Jornada atribulada de Nuno Guimarães na Rampa Serra da Estrela

    Foi complicada a participação do piloto da Régua na terceira prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, pois acabou por ter problemas no seu SilverCar S2.

    Nuno Guimarães tinha justificadas expetativas na prova do CAMI, que passavam pela repetição do resultado conseguido em Boticas, apontando assim para um dos dois primeiros lugares na Divisão Protótipos B. A sua maior habituação ao carro era um fator para pensar que desta feita, e contrariamente ao que sucedeu no passado, teria mais sorte no traçado covilhanense. O que infelizmente não veio a acontecer e o piloto de Peso da Régua voltou a ter uma jornada aziaga, embora tenha almejado chegar ao 3º lugar da sua divisão, o que acabou por ser um bom “controle de danos” pontuais.

    “Sempre que aqui venho alguma coisa me acontece. O que é pena, porque o traçado é excelente, muito seguro. Mas lamento não poder sair daqui com um resultado que gostava. Tem sempre acontecido avarias ou toques”, começa por lamentar o piloto da NJ Racing sobre o desfecho da sua prova, sublinhando: “Uma vez mais não consegui fazer a última subida. Houve um problema técnico com o Silvercar S2 e, por precaução, abdicamos de participar”.

    Mas Nuno Guimarães promete: “Não foi o resultado que ambicionávamos, mas não vamos desistir. Vamos continuar a lutar pelos lugares cimeiros da classificação”. Apesar da mágoa pelo resultado, o piloto do Peso da Régua continua a gostar da Rampa Serra da Estrela. “O público para mim é o melhor que existe no Campeonato de Portugal de Montanha. Os covilhanenses estão de parabéns, são excelentes, puxam por nós e a prova foi muito bem organizada pelo CAMI”, remata Nuno Guimarães já a pensar na próxima prova, a Rampa da Penha Paisagem Protegida, que decorrerá a 12 e 13 de junho.

  • Eva Laranjeira alcança “na raça” o seu segundo triunfo consecutivo

    A piloto de Setúbal esteve sublime na Rampa Serra da Estrela Covilhã ao garantir a sua segunda vitória na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300.

    Eva Laranjeira chegou à prova do CAMI determinada a repetir o êxito conseguido em Boticas e,, aos comandos de um Peugeot 205 Rally com o qual tem agora mais confiança, impôs-se de novo entre os seus pares. Mostrou ao que ia no primeiro dia de prova, dominando por completo a única subida oficial realizada e dando logo o mote para o que seria toda a sua exibição, ao longo do fim-de-semana.

    No segundo dia e apesar de um problema mecânico que a fez abandonar na sua segunda subida de prova, colocando-a perante a pressão de ter de fazer um tempo para se classificar no final da prova, Eva Laranjeira não tremeu e deu tudo na terceira e decisiva subida oficial, voltando a bater claramente a concorrência, nomeadamente face ao adversário que mais ‘trabalho’ lhe deu.

    A vitória, mais difícil que a conseguida na prova anterior, também foi mais saborosa para a piloto da MNE Sport: “Foi ‘serrar os dentes’. Os problemas acrescentaram muita pressão, porque estava mais tranquila na subida anterior. E o percalço que tive fez com que a derradeira subida tivesse de ser ‘a doer’. E foi muito gratificante, quando cheguei ao cimo da rampa e vi os tempos e verifiquei que tinha atingido o meu objetivo”.

    Depois deste segundo êxito, Eva Laranjeira já não consegue ‘esconder’ que é claramente candidata ao título na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300: “Já era um objetivo inicial, embora fosse algo que podia ou não conseguir. Obviamente que com este resultado a liderança fica muito mais reforçada e agora vamos dar tudo para segurar esta liderança e alcançar a vitória na Taça!”. A piloto sadina vai assim para a Rampa da Penha Paisagem Protegida com a moral ‘em cima’, esperando por isso repetir o feito na quarta prova da temporada, que se disputa na famosa subida de Guimarães, a 12 e 13 de junho.

  • Joaquim Rino conquista Top 2 motivador nos Protótipos B na Serra da Estrela

    Foi com garra e muita entrega que o piloto de Porto de Mós obteve um excelente 2º lugar na Divisão Protótipos B na Rampa Serra da Estrela Covilhã depois de ultrapassar algumas contrariedades no BRC BR49 Evo com as cores da Articimentos e cuidado pela FR Power.

    Joaquim Rino conseguiu ‘virar a página’ sobre os acontecimentos da prova anterior no evento do CAMI, ainda que mais uma vez o fim de semana no topo de Portugal Continental não tenha sido isento de problemas. No entanto, desta vez e contrariamente ao que sucedera em Boticas, foi possível ‘dar a volta’ à situação e atingir os objetivos delineados, que passavam claramente por não só voltar a estar no pódio da Divisão Protótipos B, mas também estar mais perto da discussão da vitória.

    No primeiro dia Joaquim Rino viveu momentos de algum ‘stress’.  “A Rampa Serra da Estrela começou mal, mas acabou bem. Já que tive um problema na bateria do BRC. Depois os pneus não chegaram a tempo, pois vieram de França. Andei um bocado com a traseira do carro a derrapar, mas depois correu bem”, sendo claro que começa a ser mais intensa a relação entre o piloto e o novo BRC, permitindo aumentar o ritmo e começar a estar pronto para ir aos limites do novo protótipo.

    “Saio desta prova com outra motivação. Estou agora na segunda posição do campeonato. Espero mantê-lo e se possível lutar pelo primeiro lugar”, refere ainda o piloto de Porto de Mós, que concluiu a prova do CAMI e menos de cinco segundos do vencedor da Divisão Protótipos B, juntando o segundo lugar nessa frente ao sexto lugar absoluto. Agora Joaquim Rino vai começar a preparar a prova seguinte, a Rampa da Penha Paisagem Protegida, em Guimarães, a 12 e 13 de junho, que marcará a chegada ao meio da temporada 2021.

  • Joaquim Teixeira ‘mete ao bolso’ novo triunfo na Divisão Turismos 2

    Na Rampa Serra da Estrela Covilhã piloto da JT59 Racing Team/Bompiso voltou a rubricar uma boa exibição aos comandos do Cupra TCR apesar de um fim de semana onde sentiu algumas contrariedades.

    Joaquim Teixeira esperava na Covilhã rodar mais próximo do topo da categoria de Turismos. O que até seria possível caso não tivesse sentido as dificuldades encontradas no evento do CAMI. Por isso a vitória na Divisão Turismos 2 acaba por ser pouco sob esse ponto de vista. Mas o piloto transmontano chama a atenção para os condicionalismos sentidos: “Num fim-de-semana onde tive várias contrariedades mecânicas, o resultado final acaba por ser bem melhor do que cheguei a pensar obter”.

    “No entanto a boa resposta que deram os mecânicos da JT 59 Racing Team/Bompiso, tendo conseguido resolver todas as contrariedades, foram a chave da obtenção da minha vitória a Divisão Turismos 2, no grupo e na classe 10, que cheguei a admitir não conseguir”, assinala também Joaquim Teixeira. Analisando a sua exibição na Rampa Serra da Estrela, o piloto transmontano salienta que “o fim-de-semana começou muito bem, porque nas duas primeiras subidas de treino de sábado”, imprimiu “um ritmo muito forte, para depois poder aumentar ainda nas subidas de prova”. Mas depois tudo se complicou: “Um problema no Cupra impediu-me de fazer uma boa primeira subida de prova, e domingo de participar em todas as subidas de treinos”.

    Por isso Joaquim Teixeira considera que “dentro do possível, consegui o resultado” traçado pelos objetivos mínimos traçados para esta prova. “Mas fico com alguma desilusão, pois penso que tinha andamento, não para ganhar, mas pelo menos discutir, até à última subida, a vitória absoluta nos Turismos. Isto atendendo aos tempos que que consegui na fase de treinos, sem forçar ao limite o meu andamento”, admite. Para o piloto do JT59 Racing Team/Bompiso “foi difícil, até pela falta de confiança de que” lhe acontecesse “algum problema” que o impedisse de pontuar. Além disso, assinala: “Também os meus adversários nos Turismos 2 nunca me deram descanso, obrigando-me a lutar bastante para conseguir a vitória”.

    “Agora é tempo de reparar tudo, pois sexta-feira já estaremos em Jarama na corrida de Supercars, onde o meu filho Daniel vai participar na categoria TCR”, lembra Joaquim Teixeira referindo-se ao programa paralelo em que está envolvido também esta época o seu Cupra. E deixa desde já uma palavra para o trabalho da sua equipa na Covilhã: “Quero agradecer aos meus mecânicos Jorge e Filipe, à minha família que me apoia incondicionalmente em todas as provas nos bons e maus momentos e aos meus patrocinadores, porque sem eles não podia manter este projeto: Bompiso, Município de Boticas, Potauco, ENI, Jacinto Marques Oliveira, Intermarché de Alijó e Valpaços, Proef, CCT Construção Civil e Obras Públicas, Pizzeria Pasta Final e Grupo Óticas Preguiça”.

  • Luís Nunes assina terceira vitória da época na Rampa Serra da Estrela

    A Rampa Serra da Estrela recebeu este fim de semana a comitiva do Campeonato Portugal de Montanha. Uma prova onde Luís Nunes voltou a inscrever o seu nome no lugar mais alto do pódio na categoria Turismos e Divisão 1.

    “Foi um fim de semana exigente, onde tivemos forte concorrência pela frente, mas felizmente conseguimos imprimir um andamento rápido, confirmado com o melhor tempo em todas as subidas. Esta é uma rampa difícil, com um traçado que tem bastantes variações de ritmo e trajetórias, e conseguir este resultado deixa-nos muito satisfeitos”, frisou Luís Nunes, que refere: “Ainda assim, sei que poderíamos ter sido mais rápidos em algumas situações e é nesse sentido que queremos continuar a evoluir.”

    É já o terceiro triunfo do ano, depois das vitórias na Rampa Pêquêpê Arrábida e Rampa Internacional de Boticas, para o piloto do Ford Fiesta ST R5+: “De facto os resultados têm surgido, mas há muito trabalho não visível que é feito por toda esta fantástica equipa que me acompanha e a quem muito agradeço. Nem sempre temos tido provas isentas de problemas, como é natural, mas felizmente temos conseguido extrair os tempos necessários”, comentou o rosto da estrutura Nunes Sport.

    Com três vitórias em três possíveis e a pontuação máxima no campeonato, Luís Nunes deixa uma palavra especial: “Todos os projetos são o resultado de um trabalho de equipa a todos os níveis. Há muitas pessoas envolvidas. Quero por isso deixar um obrigado a todos e em particular aos nossos patrocinadores, que nos acompanham e são parte fundamental do nosso projeto. Poder retribuir com vitórias, deixa-nos bastante orgulhosos e só aumenta a motivação para continuar.”

    Quanto à renovação do título, o bicampeão da categoria Turismos, relembra: “Esse é o objetivo, mas a época é longa, ainda há cinco provas pela frente e tudo pode acontecer. Temos que manter o foco e continuar a trabalhar para podermos lutar pelo primeiro lugar em todos os eventos. É claro que é sempre melhor estar na frente, mas nada está garantido, por isso há que manter a concentração”, frisou Luís Nunes. O campeonato prossegue com a Rampa da Penha, dias 12 e 13 de junho.

  • Ramos, Chaves e Machitski abandonam em Paul Ricard.

    Não foi feliz a passagem do Lamborghini 77 por Paul Ricard. Um toque sofrido no turno inicial de Leo Machitski, levou ao abandono do carro da Barwell Motorsport.

    Após uma boa prestação na Q1 e Q2, respetivamente com Chaves e Ramos obtendo o primeiro lugar, já a Q3 de Machitski não correu tão bem, mas mesmo assim o tempo médio garantiu para o trio do Lambo #77, o 4º lugar na grelha para os Pro-AM.

    Segundo Miguel Ramos, “O Leo arrancou bem mas com cerca de 25 minutos de prova decorridos, envolveu-se num acidente com dois Mercedes danificando bastante o Lambo. A equipa ainda tentou recuperar o carro, mas com 40 minutos parados na box, constatamos que o sistema de iluminação para a noite não era suficiente e decidimos abandonar. Agora temos de nos concentrar em Zandvoort, um circuito novo para a equipa, para mim e para o Henrique”.

    A próxima prova (Sprint) terá lugar entre 18 e 20 de junho em Zandvoort (Holanda).

  • Cláudio Batista assinou uma “evolução com cabeça” na Serra da Estrela

    A estreia do piloto do Fafe na prova do CAMI foi marcada por um desempenho seguro que lhe permitiu chegar à vitória na sua classe e no grupo, sendo que a evolução foi constante apesar de ser a primeira vez que competiu no traçado covilhanense.

    Após as boas indicações dadas em Boticas, Cláudio Baptista enfrentava um grande desafio na Serra da Estrela, não só porque nunca tinha competido nesta prova, mas porque nesta terceira prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group enfrentava uma concorrência mais conhecedora do traçado. Assim procurou tirar o melhor partido do seu DS3 e ir melhorando os seus tempos a cada subida realizada, objetivo que cumpriu em pleno, pois foi notória e constante a sua evolução e o cronómetro foi sempre prova disso.

    “Foi uma evolução com ‘cabeça’. Ao longo do traçado fomos andando o mais rápido possível. Era uma rampa que não conhecia. Tentei evoluir subida a subida, arriscando im pouco”, confirma o piloto do DS3, destacando: “Para o final decidi arriscar mais, mas nem tudo é certo. Quando à vezes estamos nervosos e queremos fazer demais, torna-se tudo mais complicado. Deu para chegar à vitória na classe e no grupo. E estou satisfeito”.

    O facto de ter terminado entre os seis primeiros da Divisão Turismos 3 confirma a evolução que Cláudio Batista fez nesta Rampa Serra da Estrela. “Noto a minha evolução. Tenho mais confiança no carro, consigo ter mais andamento e não tenho qualquer receio de estar a competir numa divisão em que todos os outros pilotos têm carros mais potentes”. Para o fafense que defende as cores da Sucesso Automóvel o importante é que “aos poucos estamos a melhorar e vamos ver o que conseguiremos fazer nas próximas provas!”, acrescenta o piloto minhoto, já com o pensamento na próxima prova, a Rampa da Penha Paisagem Protegida que, por decorrer em Guimarães, é uma rampa “que me diz muito pois vou competir ao pé de casa, com a presença de muitos amigos e da família. Vai ser um fim-de-semana muito emocionante!” e que decorrerá a 12 e 13 de junho.