Foi coroada de êxito a estreia do piloto da MNE Sport com um Toyota Carina E 2.0 GTi no Campeonato Legends de Montanha na Rampa da Penha Paisagem Protegida. O Toyota é a terceira “montada” diferente que Magalhães usa durante a corrente época.
Em boa hora José Carlos Magalhães decidiu mudar
de ‘montada’ para a prova vimaranense, pois desde logo mostrou que podia lutar
pelos lugares cimeiros, ainda que não fosse a competitividade a maior razão
para a escolha.
“Optamos por este carro por uma questão
mais comercial do que propriamente competitiva, embora o Toyota Starlet Grupo 5
pudesse ficar pronto muito em cima da prova”, lembra o piloto da MNE Sport, frisando
que o intuito era “mesmo mostrar o que carro, que temos disponível para
aluguer para a velocidade em circuitos ou até para a montanha. E ficou provado
que efetivamente o carro é competitivo, ostentando rapidez e fiabilidade”.
A segunda posição no Campeonato Legends de
Montanha na prova da Demoporto acaba por ser um resultado esperado, pois
segundo José Carlos Magalhães “esta segunda posição seria sempre aquela
que, fosse com o carro que fosse, nós iríamos alcançar, em circunstâncias
normais, pois temos sido sempre mais rápidos que a maior parte do restante
plantel dos Legends”. O óbice está na impossibilidade de tentar chegar à
vitória “pois combatemos contra um adversário cujo carro é muito
superior, quer em potência, quer pelo facto de ser um quatro rodas motrizes.”.
Como tal, a estratégia passou e passará sempre por “não falhar qualquer uma das subidas, de modo a amealhar todos os pontos possíveis em cada prova. Continuamos líderes e tudo faremos para assim permanecer. Vamos fazer a contabilidade até ao fim do campeonato”, remata José Carlos Magalhães projetando já a segunda metade da temporada, onde espera “manter a rapidez e a fiabilidade, pois só jogando na eficácia e na regularidade, teremos algumas hipóteses”.
Mercê de uma prova onde demonstrou estar cada vez mais seguro aos comandos do novo BRC BR49 EVO, o piloto de Porto de Mós subiu ao pódio ao garantir a terceira posição da Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group na Rampa da Penha Paisagem Protegida, almejando ainda colocar as cores da Articimentos na quinta posição absoluta.
Joaquim Rino alcançou os objetivos a que se
propôs na prova da Demoporto, tirando bom partido do BRC BR49 Evo com as cores da Articimentos
preparado pela FR Power, rodando sempre nos lugares cimeiros dos protótipos B e
no top cinco desde o primeiro dia. Desta vez sem mazelas mecânicas a
apoquentarem a sua máquina e sempre a melhorar os tempos a cada subida de
treinos e de prova, sendo muito importante para as pretensões da época esta
subida de fiabilidade no novo protótipo que, dessa forma, permite ao piloto ir
melhorando a sua adaptação e reforçando a confiança.
“A evolução de tempos que conseguimos foi
muito satisfatória nesta prova da qual gosto bastante, pois é um traçado muito
técnico e onde qualquer erro se torna difícil de ultrapassar. Desafia as nossas
capacidades e isso estimula-me muito”, começou por avaliar o piloto de Porto de Mós. O único
problema, se é que se assim se pode dizer, teve a ver com “o camber
atrás, que não conseguimos acertar da melhor maneira, pois estava a escorregar
bastante e limitou um pouco a nossa progressão, sentindo que, com uma maior
eficácia na tração, poderia rodar ainda mais rápido. Mas esteou satisfeito com
a minha prestação, pois melhorei dois segundos relativamente ao tempo que
detinha anteriormente na Penha”, assumindo ainda que “voltar a
ficar dentro do Top 5 absoluto e juntar a isso novo pódio na divisão, faz-nos
sair da penha bem posicionados nos campeonatos e isso estimula e premeia o
nosso esforço”.
Para a segunda parte da temporada Joaquim Rino está otimista, pois a sua evolução está a ser gradual, à imagem do que sucede com o potencial do BRC BR49 Evo com as cores da Articimentos: “Vamos ver se o conseguimos afinar mesmo ao milímetro para fazer uma segunda parte da temporada mais confortável, com melhores classificações. Tenho muito confiança na FR Power e sei que consigo ser rápido. Na próxima prova, em Santa Marta, tudo faremos para dar continuidade a esta senda de resultados positivos”.
O piloto da Sucesso Automóvel registou sinais positivos na sua atuação na Rampa da Penha Paisagem Protegida apesar das grandes limitações ditadas pelo seu DS3 face à concorrência na Divisão Turismos 3 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
Cláudio Batista prosseguiu a sua evolução
na prova da Demoporto, onde, para além do ´handicap’ natural do seu carro, a
mecânica do mesmo nem sempre colaborou e dificultou ainda mais a sua tarefa.
Mesmo assim nunca ‘baixou os braços’, motivado pelo facto de estar praticamente
a ‘correr em casa’ e ter contado com o forte apoio da família e amigos.
“Vinha para esta rampa com um balanço
positivo da prova anterior e satisfeito por estar a assinar uma época de evolução
permanente, desde a primeira prova, alcançando resultados muito positivos e que
têm premiado este regresso, três anos depois. Cheguei aqui e nas primeiras
subidas consegui alcançar tempos muito satisfatórios e dentro do que esperávamos”, começa por referir o piloto fafense.
Depois o DS3 começou a evidenciar alguns
problemas: “Na última subida do primeiro dia comecei a notar alguns erros
ao nível da eletrónica do carro. Detetei um problema. O carro entrava em modo
‘safety’ – cortava a rotação. Nas primeiras subidas de domingo também notei
essa anomalia. Subi mesmo para pontuar, porque não conseguia fazer tempos
razoáveis porque o carro só conseguia fazer 4000 rpm. Foi fazer a gestão para
pontuar e sem causar danos ao Citroen, tendo agora três semanas para perceber o
que se passa, resolver e preparar da melhor forma a Rampa de Santa Marta”.
Apesar dos problemas sentidos na prova vimaranense e que o impediram de fazer melhor do que o 6º posto na Divisão Turismos 3, Cláudio Batista percebe a sua progressão após três anos de ausência das pistas. “Noto a minha evolução, a nível técnico. Já me sinto mais à vontade. Consigo andar mais rápido, muito embora tenha as minhas limitações de carro em termos de peso e potência, pois não me posso comparar com ninguém dentro da minha divisão. Mas já fico satisfeito por ver a minha evolução subida a subida”.
Rodando sempre ao ataque ao longo de todo o fim-de-semana, o piloto de Peso da Régua rubricou uma exibição de luxo na Rampa da Penha Paisagem Protegida, quarta prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. A “faena” foi premiada com o Top 4 absoluto e mais um pódio na Divisão Protótipos B, a que juntou a quarta posição absoluta.
Sem ‘dores de cabeça’ com a mecânica do
SilverCarS2 que sentiu na prova anterior, Nuno Guimarães pôde realizar uma
prova dentro das suas capacidades, num traçado que aprecia bastante, por ser
competitivo, curto e técnico.
“Fiquei muito feliz com a minha exibição, com o andamento e com o resultado”, começa por avaliar o ‘Capitão’ da montanha. Acima de tudo o piloto da NJ Racing ficou satisfeito com “a facilidade com que os tempos foram saindo e a segurança e motivação reforçadas que tive este fim-de-semana a conduzir o SilverCar. Não tive a mínima preocupação com as reações que ele ia tendo, porque penso que já estava a adivinhar o que ia acontecer curva a curva”. A alegria de Nuno Guimarães está relacionada não apenas com a sua exibição e o desfecho da prova, mas também com a organização da rampa. “Saio daqui muito feliz com o resultado, com o andamento e acima de tudo um agradecimento à Demoporto por nunca ter desistido e estarmos aqui este fim-de-semana, com esta prova excelente”, observa.
A rematar o piloto duriense deixa ainda uma
palavra para a sua equipa: “Para a nossa equipa, a NJ Racing, foi um
fim-de-semana de luxo, com um andamento brutal do António (Rodrigues), um
segundo lugar à geral. Eu com um quarto lugar à geral e segundo nos Protótipos
B. Acho que melhor era impossível e saímos daqui com um sentido de dever
cumprido”.
Agora, olhos postos na “Rampa de Santa Marta. É muito especial para mim e para todos na NJ Racing. Trazemos a marca nos nossos carros e somos embaixadores da prova e do Clube Automóvel da Régua. Por isso, sempre que competimos em Santa Marta, vivemos uma jornada que nos diz muito e onde as nossas famílias e a nossa fabulosa claque estão sempre ao rubro. Vai ser fantástico!”.
A piloto de Setúbal esteve imparável na Rampa da Penha Paisagem Protegida, dominando por completo as lides na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 e rubricando uma das suas melhores exibições da temporada.
Se nas duas provas anteriores Eva
Laranjeira já tinha mostrado do que era capaz, somando dois êxitos
indiscutíveis, agora na prova vimaranense conseguiu superar todas as
expetativas, pois não se limitou a dominar a competição em que está envolvida
como se cotou como um dos concorrentes mais rápidos da prova da Demoporto
tripulando máquinas dotadas de motores até 1300 cc.
A evolução da piloto setubalense da MNE Sport
aos comandos do Peugeot 205 Rallye foi por demais evidente, notada na
progressão de tempos subida a subida, desde os treinos, para na prova confirmar
aquilo de que é capaz, pulverizando todos os tempos da Taça de Portugal de
Clássicos de Montanha 1300 e cotando-se entrebos melhores entre todos quantos
rodaram com carros desta cilindrada.
“Estou muito satisfeita com a minha
exibição, porque ela mostrou a minha evolução. A minha confiança no Peugeot
subiu exponencialmente e isso traduziu-se nos tempos que fiz, melhorando a cada
subida”, começa por
destacar Eva Laranjeira, que admite que o resultado alcançado “pressupôs,
não só um grande empenho da minha parte, tentando aperfeiçoar a minha técnica
de condução, mas também o trabalho realizado por todos os elementos da equipa técnica
da MNE Sport”.
Daí que a piloto de Setúbal tenha uma palavra de agradecimento: “Toda a equipa está de parabéns. Eles foram incansáveis no sentido de me darem um Peugeot muito competitivo, que me permitiu realizar os tempos que fiz e alcançar mais esta importante vitória”. Quanto à prova em si, a “Dama de Aço” da Montanha “Gostei muito desta rampa, que possui um traçado muito engraçado e desafiador. A organização também está de parabéns, pois decorreu tudo dentro dos horários previstos”, salientou também Eva Laranjeira.
A piloto sadina sente que o título está agora mais perto do que nunca, e é nisso que se vai focar na segunda metade da temporada. “Quero continuar neste nível, se possível continuando a melhorar, ciente de que a concorrência está cada vez mais forte. Por isso vou preparar bem as próximas provas de modo a repetir mais vitórias como esta”, remata Eva Laranjeira.
Na prova vimaranense o piloto de Santa Marta de Penaguião esteve perto de uma sensacional vitória absoluta, sendo que a quarta vitória consecutiva na Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group nunca esteve em causa. Está a ser mais uma época de sonho!
Foi por muito pouco – umas meras 5 décimas – que António Rodrigues não venceu esta quarta prova da temporada, pois apesar do seu objetivo de ganhar a sua divisão nunca ter estado em causa, no primeiro dia fez os possíveis e os impossíveis com o BRC CM05 da NJ Racing/Lusimed e assinou mesmo a melhor marca, superando o grande favorito à vitória. O piloto duriense tinha admitido que podia, eventualmente, surpreender, e não faltou muito para isso acontecer, embora admita que perder para um protótipo da Divisão A, com outros argumentos, não é nada de surpreendente. Ainda para mais quando nunca tinha competido na Penha.
“É um traçado novo, ao qual me tive de habituar,
às curvas principalmente. Depois tivemos um pequeno problema com os travões,
que se solucionou rapidamente. E quanto tentei imprimir um ritmo maior consegui
o primeiro lugar absoluto no sábado”, explica António Rodrigues sobre o primeiro dia, admitindo
que o resultado o fez “ficar com um bocado de coragem”.
O mesmo é dizer que o piloto de Santa Marta
de Penaguião se lançou com mais vigor e vontade para tentar o que até aí nunca
fora conseguido, ainda que “no domingo a primeira subida tenha sido mais
para pontuar e manter a classificação nos protótipos B, para na subida final
tentar dar mais um pouco. Fui com tudo, mas o que dei não foi suficiente para
ganhar. Mas correu bem e estou orgulhoso do meu esforço e do trabalho da nossa
equipa, do apoio da NJ Racing e da capacidade da FR Power para preparar bem o
meu carro. Os protótipos B eram o meu grande objetivo e esse título já não nos
deve fugir!”, considerou António Rodrigues, apesar de em relação ao
campeonato absoluto conservar os ‘pés assentes na terra’: “Na luta
principal a diferença dos carros é muito grande para tentar chegar lá. Mas
agrada-me o facto de estar perto deles e conseguir uns tempos bastante bons,
numa pista curta e com um traçado bastante exigente. Estamos na luta e, mesmo
com armas desiguais, tudo vamos tentar para estar na discussão do título
absoluto até ao fim”.
Agora, vem aí a “rampa da casa. Correr em Santa Marta de Penaguião, em frente à minha família, aos meus amigos e aos meus conterrâneos, é sempre uma enorme emoção. Tudo farei para lhes devolver o carinho e ao apoio com mais um grande resultado!”. A Rampa de Santa Marta será a quinta prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e decorrerá a 3 e 4 de julho, sob a égide do Clube Automóvel da Régua.
O “Furacão da Madeira” é já um dos favoritos dos aficionados da Montanha. O madeirense esteve sempre a evoluir com o AG 1000 da Taça de Portugal de Kartcross de Montanha e foi oitavo classificado em termos absolutos na Rampa da Penha Paisagem Protegida.
Nelson Andrade regressou ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group com uma exibição incrível na prova vimaranense, pois desde as primeiras subidas de treinos de sábado evidenciou uma adaptação ao curto traçado do evento da Demoporto, onde se estreou. O ‘Furacão’ da Madeira – como também é conhecido – no primeiro dia sentiu naturais dificuldades pelo desconhecimento do traçado, mas mesmo assim conseguiu estar entre os dez mais rápidos. Mas no segundo conseguiria melhorar e chegar ao oitavo lugar, baixando a sua marca em cerca de um segundo.
“Foi um bocado difícil, principalmente no primeiro dia. Foi complicado, pois não estava a conseguir habituar-me. A cada subida estava a piorar tempos. Mas no domingo tive uma excelente equipa, que me mudou completamente o carro, e fez-me ganhar foco e motivou.me a dar o máximo, tendo sido possível colocar no cronómetro os tempos que fiz”, começou por explicar Nelson Andrade. O piloto de Porto Moniz sublinha também: “Igualei dois tempos que me deram o tempo final. Foi excelente. O percurso também é técnico, é ótimo, muito bonito. Amei mesmo esta prova e quero ainda dar os parabéns à organização que esteve num nível muito alto!”.
Nelson Andrade considera que a época está a ser muito positiva, “apesar de ser a primeira vez que estou a competir no continente. Está a ser uma experiência única”. E destaca também a forma como tem sido tratado na competição: “A família da montanha tem sido impecável para comigo. Sou mesmo recebido como se fosse família. E devo agradecer cá, tanto à FR Power como à restantes pessoas da minha equipa, como o António Rodrigues, o Joaquim Rino e o Nuno Guimarães, por me receberem da maneira como me recebem”.
O piloto do BRC BR53 só garantiu o triunfo na prova da Demoporto na derradeira subida, após um duelo épico com António Rodrigues nesta quarta e emocionante ronda do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
O bom tempo contemplou praticamente todo o fim-de-semana desta Rampa da Penha Paisagem Protegida, onde se destacou a excelente organização da Demoporto, que conseguiu neste segundo dia fazer cumprir em bom ritmo os horários da prova, num evento que registou a presença de muito público, mas com regras, cumprindo os protocolos de segurança sanitária exigíveis nos tempos de pandemia que vivemos, com comportamento exemplar.
A luta pela vitória absoluta nesta prova foi muitíssimo entusiasmante, entre Hélder Silva e António Rodrigues, que mesmo limitado por estar ao volante de um Protótipo da Divisão B foi o mais rápido na primeira subida de prova, realizada no sábado com o seu BRC CM05 da NJ Racing, preparado pela FR Power.
Mas hoje, na segunda oficial da
prova, Hélder Silva ‘puxou dos galões’, e com o seu BRC BR53 alcançou o
‘tempo-canhão’ de 1:27.666, que o levou ao comando da classificação provisória,
após as duas primeiras subidas, enquanto António Rodrigues teve uma segunda
subida menos bem conseguida, registando um tempo pior do que na véspera.
Na terceira e derradeira subida
oficial, Rodrigues andou a fundo, melhorou o seu tempo, mas não foi suficiente
para contrariar no agregado o seu rival, Hélder Silva, que acabou por vencer de
uma forma justa esta Rampa da Penha Paisagem Protegida. Isto apesar dos dois
pilotos ficarem separados por apenas 5 décimos, com o piloto do BRC BR53 a
impor-se também na Divisão Protótipos A,
José Correia foi segundo teve
um fim-de-semana difícil, vindo a conseguir a terceira posição absoluta e
segunda da Divisão Protótipos A com o seu Osella 2000 Evo 2 PA30, vendo
encurtar a sua vantagem no campeonato absoluto e na categoria Protótipos. Hélder
Rodrigues surge cada vez mais como um sério candidato ao título absoluto, assim
como António Rodrigues.
Quanto à Divisão Protótipos B,
destaque para excelente exibição de Nuno Guimarães. O ‘capitão’ da montanha, no
SilverCar S2 da NJ Racing, foi 2º na divisão e 4º da classificação geral
absoluta, onde o top 5 foi completado por Joaquim Rino, no BRC BR49 Evo da
Articimentos, que foi também terceiro da Divisão Protótipos B, e se mostrou
cada vez mais competitivo.
Nos GT, Vítor Pascoal, o campeão
em título, conseguiu finalmente desfeitear Pedro Marques esta temporada. No
sábado o piloto de Baião perdera para o transmontano na primeira subida oficial
de prova nesta ‘guerra’ de Porsche 911 GT3 Cup, mas hoje esteve muito mais
forte, e foi sempre o mais rápido nas duas subidas oficiais, terminando esta
prova com 1,7 segundos de vantagem sobre Marques, que continua a ser o líder do
campeonato na categoria.
Uma referência para Nelson
Andrade. O denominado “Furacão da Madeira”, voltou brilhar bem alto, levando o
seu Kartcross AG1000 a tempos que o colocaram sempre dentro do Top 10 absoluto,
registando mais um triunfo na Taça de Portugal de Kartcross.
Luís Nunes não dá hipóteses,
quer na categoria de Turismos, quer na Divisão 1. E pode ser repetitivo, mas a
verdade é que o piloto do Ford Fiesta ST R5 esteve sempre um patamar acima e
impôs-se sem qualquer oposição. Juntou a isto um brilhante sétimo posto da
classificação geral absoluta. Na Divisão 1 José Pedro Gomes foi segundo,
conseguindo realizar uma prova excelente com o seu Opel Astra OPC a funcionar
como um relógio, que lhe permitiu também subir ao último lugar da categoria
Turismo, logo atrás de Luís Nunes e de Joaquim Teixeira. Já Francisco Morgado,
no Mitsubishi Lancer Evo VII, assegurou a terceira posição na Divisão Turismos
1.
Joaquim Teixeira e o Cupra TCR
da JT59 Racing Team/Bompiso voltaram a não dar hipóteses aos adversários na
Divisão Turismos 2. O piloto transmontano só não foi o mais rápido numa das
subidas de treinos, sendo que nas de provas deixou sempre bem distante o
segundo classificado, que acabou por ser Luís Silva, já mais adaptado ao seu
BMW M3 neste seu regresso, ficando a 2,5 segundos do vencedor da Divisão. O 3º
lugar foi para o bracarense Rui Pinheiro, que no seu BMW M3 conseguiu andar
sempre muito forte. Sendo de destacar que Teixeira juntou ao triunfo nos
Turismos 2 e segunda posição na categoria de Turismos.
Sérgio Nogueira e Parcídio
Summavielle voltaram a protagonizar um duelo aceso na Divisão Turismos 3, e
desta feita foi o piloto de Braga no Renault Clio RS na NS Racing Team a ser o
mais forte, terminando com apenas 7 décimas de vantagem sobre o seu opositor de
Fafe que defende as cores da Uzo, que foi segundo. Isto após uma luta cerrada
ao longo de todas as subidas, prometendo discussão pelo título até ao final da
temporada. Nogueira já leva três vitórias em quatro possíveis, enquanto
Parcídio se impôs na outra.
A terceira posição foi Alberto
Pereira, que mostrou estar cada vez mais habituado à condução do Honda Civic
Type-R. Ainda pareceu capaz de se intrometer na discussão pelo triunfo, mas
teria que se contentar com um excelente último lugar do pódio, apesar de um
susto na última subida oficial de prova, que não concluiria devido a um
despiste.
No Campeonato Legends de
Montanha, Manuel Pereira e o seu Mitsubishi Lancer Evo VI não deram quaisquer veleidades
à concorrência, tal a sua superioridade. Mas não alinhou em nenhuma das subidas
de sábado e estava hoje obrigado a realizar dois tempos para conseguir
classificar-se. Só atacou nas duas subidas, realizou dois excelentes tempos e
claramente venceu sem qualquer oposição. O segundo posto foi para José Carlos
Magalhães, que fez uma boa operação em termos de campeonato e estreou da melhor
forma o Toyota Carina E 2.0 GTi. A
completar o pódio esteve Gonçalo Antunes, em Citroën AX GTi.
No Campeonato de Portugal de
Clássicos de Montanha, uma nota negativa são as ausências na classificação de
Ricardo Loureiro, no Ford Escort MKII e de Daniel Vilaça, no BMW 1602. Porque o
primeiro era claro candidato à vitória e o segundo ao pódio. Vilaça viu o motor
do carro de Munique ceder logo no primeiro dia e já não alinhou este domingo,
enquanto Loureiro não conseguiu alinhar nas duas oficiais de prova de hoje,
ficando fora da classificação, também devido a problemas de motor.
Com tudo isto, Fernando
Salgueiro chegou a mais uma vitória. O homem do Ford Escort MKII do Caramulo
Racing Team não teve muitos problemas para vencer destacado, e desta forma
também lidera no campeonato. A segunda posição foi para José Dinis no seu Ford
Escort MKI, sempre muito regular ao longo da prova, sendo que o veterano Carlos
Fava conquistou mais um pódio aos comandos do seu Volkswagen 1303.
Na Taça de Portugal de Montanha
1300 Armando Freitas e o seu Toyota Starlet 1.3 dominaram a seu bel-prazer nas
subidas oficiais do fim-de-semana. O piloto realizou os três melhores tempos
absolutos e depois no agregado não teve grandes problemas para levar de vencida
a concorrência. Quem mais se aproximou de Freitas foi Leonel Brás, que esteve
de regresso aos comandos do seu Citroën AX Sport, assegurando um bom segundo
lugar na competição. Sempre a baixar os seus tempos, o jovem vimaranense
Francisco Milheiro – detentor da Taça e líder da classificação da competição –
conseguiu alcançar um pódio que lhe é bastante vantajoso.
Eva Laranjeira selou o terceiro
triunfo consecutivo em quatro provas na Taça de Portugal de Clássicos de
Montanha 1300 JC Group. A setubalense tirou bom partido do Peugeot 205 Rally ao
longo da subida de prova de sábado e nas duas de domingo, ficando assim mais
perto do título. A piloto do Team MNE Sport mostrou que está cada vez mais
rápida aos comandos do carro francês. Domingos Fernandes, no Autobiachi A112
Abarth, sai da Rampa da Penha Paisagem Protegida com um segundo lugar, que é
uma excelente operação em termos de campeonato.
O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora ao Douro Vinhateiro. A 3 e 4 de julho é a vez do Clube Automóvel da Régua organizar a Rampa de Santa Marta, quinta prova da temporada.
No fecho do primeiro dia de competição, a “guerra” pelo triunfo absoluto está “ao rubro”. Depois de ter dominado as 3 subidas de treinos Hélder Silva (BRC BR53) viu o piloto do BRC CM05 EVO da Nj Racing suplantá-lo por uma diferença ínfima na única subida “a doer”.
Pela amostra da “1ª dose” tomada nesta jornada de sábado, a quarta prova do campeonato de Portugal de Montanha JC Group tem tudo para ser uma “vacina” perfeita para todo o suplício sofrido pela organização até conseguir assegurar a realização da prova. Organização eficaz, plantel rico em qualidade e quantidade e bom comportamento por parte de todos quantos estiveram no local, atestam que o evento tinha todas as condições para ser aquilo que está a conseguir demonstrar entregar: um espetáculo fantástico e em total segurança. Em termos desportivos foi um dia inesquecível. Batalhas sem tréguas e de intensidade máxima, seja na discussão absoluta, seja nas categorias e divisões.
Um nome sai para o descanso em grande: António Rodrigues. Aos comandos do BRC CM05 EVO da NJ Racing, preparado pela FR Power e pertencente à Divisão Protótipos B, o médico dentista de Santa Marta de Penaguião esperou pela “Hora H” para brilhar.
Foi sempre rápido nas subidas de treinos, mas sem parecer poder incomodar Hélder Silva que, num BRC BR53 da Divisão Protótipos A, parecia se encaminhar para um domínio total da jornada, sendo o mais rápido nas 3 subidas de treinos. E até foi novamente muito rápido na subida oficial, mas viu António Rodrigues “voar” nos 2,8 quilómetros do traçado e cravar 1:28,349 no cronómetro, batendo o poveiro por 10 milésimas de segundo. A luta para amanhã promete!
3º lugar na subida a contar para a classificação assegurado por José Correia (Osella PA2000 EVO2-PA 30), que rodou a 2,1 segundos do duo da frente. Na Divisão Protótipos B, Nuno Guimarães (SilverCar S2) foi o segundo melhor, rodando em 4º da geral, na frente de Joaquim Rino (BRC BR49 EVO), 3º da divisão e 6º da tabela absoluta.
Pelo meio, o 5º lugar da geral foi assegurado por Luís
Nunes, uma vez mais dominante na Categoria Turismos e, logicamente, na Divisão
Turismos 1, onde está muito distante dos demais. Aqui, é José Pedro Gomes (Opel
Astra OPC) que termina o 1º dia em 2º, enquanto Francisco Morgado (Mitsubishi Lancer
EVO VII) está com 3º tempo.
A batalha dos Porsche 991 GT3 CUP da categoria GT foi favorável
nesta primeira subida de prova a Pedro Marques, que bateu Vítor Pascoal por
apenas 3 décimos de segundo, tendo os dois assegurado, respetivamente, o 7º e o
8º posto da geral.
Logo atrás, no 9º lugar da geral, mais um dos pilotos em evidência. Joaquim Teixeira esteve endiabrado aos comandos do Cupra TCR e levou de vencida a forte concorrência na Divisão Turismos 2, nesta jornada inaugural. Tem atrás de si nesta divisão Luís Silva (BMW M3), a 3,8 segundos, sendo o regressado Rui Pinheiro a aparecer num excelente 3º lugar.
O Top 10 absoluto ficou completo com o “fenómeno”
Nelson Andrade. O piloto madeirense do kartcross AG1000 continua a dar recitais
de condução e a bater-se por um lugar entre os melhores do campeonato.
6 milésimas de segundo. Leva mais tempo a escrever do que o tempo real que significa. Eis a diferença entre primeiro e segundo na Divisão Turismos 3 após a primeira subida de prova. Foi mais um novo episódio do “duelo de titãs” que Sérgio Nogueira e Parcídio Summavielle estão a protagonizar desde o início da temporada, aos comandos dos seus Renault Clio RS. Nogueira foi o mais rápido e vai para o descanso na liderança, mas tudo pode acontecer. No 3º posto da divisão, está um motivado Alberto Pereira, cujo Honda CIvic Type R apareceu aqui na Penha com um nível de andamento muito superior ao que tinha ostentado em provas anteriores.
A estrear um Toyota Carina E 2.0 GT-i, o líder do Campeonato de Portugal Legends de Montanha José Carlos Magalhães foi o mais forte nesta luta particular, numa jornada onde quem mais perto dele rodou foi Gonçalo Antunes (Citroen AX GTi). O 3º melhor após a única subida de prova foi Renato Piairo, também num Toyota Carina E.
Quanto aos Clássicos, nova “dose” da luta entre os
homens do Caramulo Racing Team. A dupla dos Ford Escort MKII foram alternando
no alto da tabela de tempos, mas, na subida mais importante, Fernando Salgueiro
foi mais forte do que Ricardo Loureiro, por 1,5 segundos. Atrás dos dois, o
terceiro posto é assegurado, após o dia de arranque, por José Dinis, num Ford
Escort MKI.
A TPM 1300 registou 6 presenças neste primeiro dia na Penha e um nome se salientou: Armando Freitas. Aos comandos de um Toyota Starlet que evidencia um excelente nível de preparação, o piloto levou de vencida a forte concorrência e vai para o descanso antes da jornada decisiva no comando, com segundo e meio de vantagem sobre Leonel Brás, de regresso a esta Taça com o seu Citroen AX Sport. Francisco Milheiro realizou uma boa subida de prova e colocou o Peugeot 106 no 3º lugar, a 2,5 segundos do comandante.
Entre os Clássicos 1300, o dia correu de feição a Eva Laranjeira. A piloto do Peugeot 205 Rallye está cada vez mais forte aos comandos do Peugeot 205 Rallye e foi progressivamente melhorando os seus tempos, terminando a subida de prova com mais de 22 segundos de vantagem sobre a concorrência. Destaque para o facto de Domingos Fernandes (Autobianchi A112) ter alcançado o melhor tempo numa das subidas, acabando o dia na segunda posição.
O menu competitivo dominical terá início às dez da manhã, com o warm up 2, com os concorrentes do CPM JC Group a realizarem mais uma subida oficial de treinos, antes das duas subidas finais de prova que, como habitualmente, serão decisivas.
A piloto de Setúbal mostra-se confiante para repetir na Rampa da Penha os êxitos conseguidos nas duas provas anteriores na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 JC Group.
Depois de na Serra da Estrela ter alcançado
uma vitória concludente, que resultou do triunfo conseguido em Boticas Eva
Laranjeira mostrou muita confiança e adaptação ao seu Peugeot 205 Rally, que
parece agora dominar totalmente. Daí que
espere fazer o mesmo este fim-de-semana em Guimarães.
“Estou bastante confiante naquilo que posso fazer com o Peugeot, que fui conhecendo melhor ao longo destas primeiras provas do ano. Claro que a Penha é um traçado diferente do da Covilhã, muito curto, onde as diferenças se vão fazer por detalhes. Por isso quero entrar concentrada e começar logo a melhorar os meus tempos”, começa por dizer a piloto da MNE. Na Penha Eva Laranjeira estará a competir mais perto de ‘casa’, pois reside em Braga, pelo que esta também é uma prova muito especial para si: “Vou estar quase a competir em ‘casa’, por isso quero fazer boa figura diante de familiares e amigos. Mais uma vez vou dar o meu melhor, esperando que não haja quaisquer problemas no Peugeot, permitindo-me concentrar apenas em progredir subida após subida”.
“A concorrência certamente que não me vai
facilitar a tarefa. Por isso vou estar concentrada de modo somar mais um êxito
e a manter a liderança da Taça de Clássicos de Montanha 1300”, acrescenta a piloto setubalense.
Em termos de horário e alinhamento de subidas, a prova do Demoporto arrancará às 13.45 de sábado, dia e que se realizarão sucessivamente o warm up 1, duas subidas oficiais de treinos e a 1ª subida de prova para o CPM JC Group, tendo a rampa regional direito a uma subida de treinos e outra a contar para a classificação, dose que repetirão no domingo. O cardápio dominical terá início às dez da manhã, com o warm up 2, com os concorrentes do CPM JC Group a realizarem mais uma subida oficial de treinos, antes das duas subidas finais de prova que, como habitualmente, serão decisivas.