Categoria: Montanha

  • Cláudio Batista continua a construir uma época sólida neste regresso à Montanha

    O piloto de Fafe esteve mais uma vez em bom plano na 6ª edição Rampa de Santa Marta. Tirou bom partido do DS3 R1 da Sucesso Automóvel que não deu problemas e lhe permitiu realizar uma prova sem sobressaltos na Divisão Turismos 3 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    Foram três anos de “jejum”, mas nem por isso revelaram qualquer menor intensidade. Cláudio Batista está a construir uma excelente época de 2021 e, na 6ª Rampa de Santa Marta, mostrou estar cada vez mais habituado ao carro, mostrando-se bastante competitivo nas diversas batalhas em que se viu, uma vez mais, envolvido. Top 5 na sua divisão, acumulando ainda mais duas vitórias para o seu palmarés, referentes ao grupo e à classe em que está inserido, apesar de tripular aquee que é claramente o carro menos potente do plantel. Até porque se trata de um carro R1, com especificações técnicas praticamente de origem.

    “Era uma rampa que era nova para mim. Uma prova que tive que gerir um bocado com cabeça. Não pensar muito nos tempos, mas mais no campeonato. Por isso fui-me adaptando, fui tentando realizar subidas cada vez melhores, mas sem abusar totalmente”, explicou o piloto fafense. Cláudio Batista afirma também que em Santa Marta de Penaguião, lhe permitiu ganhar mais experiência: “Fui notando a evolução à medida que fui subindo. É isso que pretendo. Quero fazer essa evolução, ver os tempos a baixar e pontuar forte, prova após prova. Tenho esperanças de terminar o campeonato no Top 5 da Divisão e com a vitória no meu grupo e na minha classe”.

    Três semanas separam-nos agora do próximo desafio. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada, evento que o fafense da Sucesso Automóvel aguarda “com muita expectativa e com ambição de voltar a estar bem e a pontuar forte nas frentes em que estou a lutar”.

  • Nuno Guimarães ‘coroou’ com vitória a melhor exibição da temporada

    Não poderia ser melhor a exibição do “Capitão da Montanha” em “casa. O piloto do Peso da Régua alcançou a sua primeira vitória da época na Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group na 6ª Rampa de Santa Marta, culminando a sua melhor performance da época até à data.

    https://youtu.be/4p_1HRqIB-4

    A correr perante os seus, Nuno Guimarães soube tirar todo o partido do seu SilverCar S2, para, diante do público que tanto o aplaude ‘brindar’ os aficionados com uma condução que roçou a perfeição ao longo dos 3200 metros do percurso, que para além de lhe valer o triunfo na sua Divisão, também lhe proporcionou o quarto lugar absoluto e a menos de quatro segundos do vencedor desta 6ª edição da rampa duriense.

    O “Capitão” também mostrou estar já completamente feito ao seu SilverCar, que tinha estreado em 2020, mas que nesse ano pouca oportunidade tinha tido de rodar, sendo por isso esta a primeira época em pleno com a nova ‘montada’, reconhecendo que “está a levar o seu tempo toda esta adaptação ao meu novo protótipo. É, sem qualquer dúvida muito mais competitivo do que o anterior, mas exige muito do piloto e, sobretudo, exige paciência para que a adaptação produza frutos. Sinto-me agora muito mais capaz de o levar aos limites. Mas ainda não estou lá!”.

    Quanto à tática em Santa Marta “foi colocar a carne toda no assador”, começa por classificar Nuno Guimarães, referindo-se a este seu primeiro êxito na Divisão Protótipos B. Destacando o facto de ser logo “na nossa prova de casa, onde sentimos uma alegria redobrada por poder competir”, conseguindo “extrair o máximo, do meu carro, de mim próprio, das minhas performances. E senti-me seguro, senti-me à vontade”.

    Para o estado de espírito que o acompanhou ao longo do fim-de-semana, o ‘Capitão da Montanha’ afirma sem qualquer dúvida que “correr em casa ajuda, acredito cada vez mais nisso. E estou por isso muito feliz. Vivi muitas emoções, com os amigos, com a equipa, com a família. Acho que foi um fim-de-semana perfeito para mim”.

    Já para “a equipa foi menos um bocadinho”, admite Nuno Guimarães, também ‘team manager’ da NJ Racing, referindo “a infelicidade do Toni (António Rodrigues) ter dado um toque, quando estávamos numa luta mesmo de titãs. Arrancámos para a última subida com uma diferença mínima. E por isso estava tudo montado para que fosse um fim-de-semana de festa. Faltou aqui qualquer coisinha. A cereja no topo do bolo. Mas saímos daqui felizes porque as nossas posições pontuais nas batalhas em que estamos metidos são ótimas e os objetivos traçados são claramente possíveis de ser alcançados. Vamos com tudo para a próxima prova!”. Três semanas separam-nos agora do próximo desafio. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada.

  • Nelson Andrade assinou uma “tempestade perfeita” em Santa Marta!

    O ‘Furacão da Madeira’ continuou o seu trilho triunfante na 6ª edição da Rampa de Santa Marta, onde para lá de deixar bem longe a concorrência na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha se imiscuiu mais uma vez no top dez absoluto da tabela de tempos do campeonato.

    Na prova do Clube Automóvel da Régua Nelson Andrade e o AG 1000 foram, uma vez mais, aclamados por um público entusiasta, que ficou rendido aos seus dotes de condução ao longo dos mais de 3200 metros do percurso. O piloto madeirense assinou mais uma exibição imaculada, dominando a sue belo prazer as lides da Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, apesar de, desta feita, ter contado com muito mais concorrência, o que diz bem da vitalidade crescente desta nova vertente da montanha.

    O domínio do “Furacão da Madeira” seria claro ao longo de todas as oito subidas do programa do fim-de-semana, registando sempre o melhor tempo. A sua “faena” acabaria por resultar numa vantagem final de 8,9 segundos sobre o segundo classificado – também ele aos comandos de um AG1000 – no cômputo do somatória das duas melhores subidas de prova. O mesmo é dizer que, em três provas já realizadas naquele que é o primeiro “ataque” da carreira do craque de Porto Moniz ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, somou outros tantos triunfos na TPKM, conseguindo na prova voltar a reclamar uma posição dentro do Top 10 absoluto da prova, terminando no 8º lugar. Notável!

    “Foi um fim-de-semana muito bom. O AG 1000 não teve nenhuns problemas mecânicos e a afinação revelou-se sempre eficaz. Fui sempre tentando melhorar os tempos, subida após subida e esta vitória tem um sabor ainda mais especial, pois tive em Santa Marta muito mais concorrência. Parabés a todos, principalmente ao Márcio (Araújo) pelos excelentes tempos que fez”, referiu Nelson Andrade em jeito de balanço sobre a sua participação nesta Rampa de Santa Marta, numa prova em que deu claramente o passo decisivo rumo ao título na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, feito que já não lhe vai fugir.

    O piloto contou mais uma vez com um AG 1000 bem preparado pela FR Power, que dessa forma lhe permitiu exprimir todo o potencial na prova realizada em pleno Douro Vinhateiro. Esta terceira prova espelhou um crescendo de forma de Nelson Andrade, numa época que na sua opinião “está a exceder as expetativas”. E reitera: “Não me arrependo de maneira nenhuma da decisão que tomei quando decidi vir cá. Tanto a nível da competição como do ambiente que encontrei, das pessoas em si, da família da montanha e do público. Tem sido magnífico. E para o ano, se me for permitido, irei cá estar novamente”, promete o piloto madeirense, totalmente conquistado pela modalidade, apesar do esforço a que a insularidade o obriga.

  • Hélder Silva bisa em Santa Marta

    O piloto do BRC BR53 foi o grande vencedor da prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua na bonita região do Alto Douro Vinhateiro, dominando os dois dias desta quinta prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e tornando-se o primeiro piloto a alcançar duas vitórias numa época marcada pelo equilíbrio.

    Sob uma temperatura excelente, muito embora com o tempo encoberto, típica da região do Alto Douro Vinhateiro, recebeu este segundo dia de prova nos 3,300 metros do serpenteante e exigente traçado do evento organizado pelo Clube Automóvel da Régua. Uma jornada onde o público acorreu em bom número, premiando o esforço feito pela agremiação duriense para levar a bom porto a prova, sendo de assinalar que o CAR ostentou um bom nível organizativo.

    Em termos desportivos, este foi um fim-de-semana carregado de competição acesa e de emoções ao rubro. Na luta pela glória absoluta, Hélder Silva, em BRC BR53, foi o grande vencedor desta 6ª edição da Rampa de Santa Marta. O piloto-preparador da Póvoa de Varzim voltou a ser o mais forte ao longo de praticamente todo o fim-de-semana, construindo aquele que é o seu segundo triunfo absoluto consecutivo nesta época de 2021 e o terceiro da sua carreira na montanha. Foi o mais forte na primeira subida oficial de prova, mas apanhou um susto na segunda subida, já na tarde de domingo, quando o galego César Alonso, num Osella PA 21 JRB, conseguiu ser o mais rápido, fazendo com que todos ficassem na expetativa para a terceira subida sobre quem seria o vencedor da prova.

    Mas na derradeira e decisiva subida o piloto de Orense não foi feliz, já que, logo ao negociar a primeira curva, teve um problema mecânico no Osella, obrigando-o a desistir quando tentava tirar Hélder Silva do ‘trono’ desta Rampa de Santa Marta. O piloto do BRC BR53 limitou-se assim a ter uma subida final de consagração, saindo assim de terras do Douro Vinhateiro como grande candidato ao título absoluto no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2021.

    A segunda posição, a 0,5s de Silva, foi então para o galego de Ourense César Alonso, nesta sua segunda vinda ao campeonato de 2021 – após ter alinhado na Serra da Estrela. Quanto ao campeão em título, José Correia, num Osella PA 2000 Evo2 da JC Group Racing Team, teve uma prova regular, mas sem aquela rapidez a que já nos habituou. Por isso não passou da terceira posição da geral a 2,8 segundos do vencedor.

    Na Divisão Protótipos B a decisão da vitoria foi uma questão quase de família, porque o duelo ao longo de todo o fim-de-semana foi entre António Rodrigues e Nuno Guimarães, os dois pilotos da NJ Racing. E se a ‘Bala do Douro’ – que estava a jogar em casa – ainda ficou na frente, ao ser o mais rápido na primeira subida oficial, no domingo Nuno Guimarães esteve claramente ao ataque e realizou a melhor exibição da época aos comandos do SilverCar S2.

    O ‘Capitão da Montanha’ chegou ao triunfo indo para a última subida oficial apenas com 8 milésimas de vantagem sobre António Rodrigues.  Este atacou a fundo, não apenas para vencer a Divisão Protótipos B pela quinta vez consecutiva, mas ainda para tentar chegar ao pódio absoluto. Um erro na parte mais técnica da rampa, fez o piloto de Santa Marta bater forte e ficar-se por aí, tendo de contentar-se com a segunda posição na Divisão e a quarta da classificação geral. Na terceira posição da Divisão ficou uma vez mais Joaquim Rino, que está cada vez mais rápido aos comandos do seu BRC BR49 EVO.

    Na categoria GT, o atual campeão em título, Vítor Pascoal, impôs pela segunda prova consecutiva o seu Porsche 991 GT3 Cup, face ao carro idêntico de Pedro Marques. Este, que tinha vencido as três primeiras provas da temporada, não teve uma presença facilitada em Santa Marta, já que um pião na primeira subida de prova na tarde de sábado, colocou o piloto sob pressão para as subidas de domingo. Aí, apesar de ter melhorado substancialmente a sua performance, nunca conseguiu rodar ao nível de Pascoal, que acabou por vencer com 9,7 segundos de vantagem, diminuindo assim a diferença pontual na tabela classificativa do campeonato.

    Para Luís Nunes e para o seu Ford Fiesta ST R5 esta deslocação significou mais uma vitória. O chamado ‘Foguete de Valpaços’ voltou a não dar veleidades aos adversários, quer na categoria Turismos quer na Divisão Turismos 1, construindo assim aquele que foi o quinto duplo triunfo consecutivo da temporada, estando claramente a caminho do título nacional da categoria e da vitória nesta divisão, onde se salienta a segunda posição de Daniela Marques, que na sua estreia na Rampa de Santa Marta revelou um excelente andamento aos comandos do Subaru Impreza WRX.

    Na Divisão Turismo 2 nada a dizer à quinta vitória consecutiva de Joaquim Teixeira no Cupra TCR da JT 59 Racing Team/Bompiso.

    O piloto transmontano apenas teve alguma oposição em algumas subidas de treinos, porque nas três subidas oficiais de prova impôs-se sempre, melhorando paulatinamente os seus tempos ao longo do fim-de-semana. Teixeira venceu com 1,8 segundos sobre um cada vez mais seguro Luís Silva, que no seu BMW M3 chegou a dar a entender que podia vir a triunfar. Terceira posição para o aniversariante Manuel Rocha e Sousa, que assim levou o seu Cupra TCR a um bom pódio nesta divisão. De destacar que Joaquim Teixeira e Luís Silva foram também segundo e terceiro da categoria de Turismos.

    Mais do mesmo na Divisão Turismo 3. Parcídio Summavielle e Sérgio Nogueira voltaram a protagonizar um duelo sem tréguas pela primazia.

    Os dois pilotos dos Renault Clio RS foram-se alternando na liderança dos tempos, mas no cômputo das três subidas de prova, se Nogueira foi o mais rápido no sábado, Parcídio «deu o litro» nas duas subidas de domingo e foi superior ao seu principal adversário. Com isso o piloto de Fafe somou a sua segunda vitória da temporada, suplantando Sérgio Nogueira por 1,7 segundos no somatório de todas as subidas. Que com este segundo lugar continua a liderar a tabela de pontos no campeonato.  Destaque ainda para a presença de Carlos Silva no pódio, que foi assim monopolizado pelos pilotos dos Renault Clio RS.

    Nelson Andrade voltou a fazer mais do mesmo na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha. O piloto de Porto Moniz contina a impor-se, mesmo quando a concorrência alarga em qualidade e quantidade, como foi o caso desta 6ª Rampa de Santa Marta.

    O ‘Furacão da Madeira” e o seu AG 1000 foram sempre mais fortes e rodaram bem a salvo dos demais concorrentes dos kartcross, tendo terminado com 8,9 segundos de vantagem sobre o luso-brasileiro Márcio Araújo, também ele aos comandos de um AG 1000. Sendo que Nelson Andrade voltou a registar tempos bem dentro do top dez absoluto. O pódio dos Kartcross ficou completo com o galego Jesus Otero, num AG Sport com motor de apenas 600 cc, mas já a 25,5 segundos do primeiro.

    No Campeonato Legends de Montanha os problemas mecânicos sentidos no primeiro dia arredaram da competição Manuel Pereira, que era o grande favorito aos comandos do Mitsubishi Lancer Evo VI.

    E com tudo isto o líder do campeonato, José Carlos Magalhães, regressou da melhor forma aos comandos do BMW M3 Compact da MNE Sport, para selar o triunfo. O que o coloca cada vez mais como o principal candidato a este título. Magalhães foi melhorando os seus tempos ao longo das três subidas de prova, e com isto impôs-se diante de um endiabrado Rui Meireles. O piloto de Peso da Régua, a estrear um Porsche 986, na sua primeira época, logrou ser segundo a apenas 9 décimas de segundo do vencedor. O pódio foi completado por Renato Piairo, que alinhou aos comandos de um Toyota Carina E e terminou já a 11,9 segundos de José Carlos Magalhães.

    Flávio Saínhas não causou qualquer surpresa ao impor-se no Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha.

    O ‘famoso diabo amarelo’, aos comandos do habitual Ford Escort MKI, dominou a seu belo prazer todas as subidas de prova dos dois dias de competição e selou assim mais um triunfo na sua vasta carreira. Depois dos problemas sentidos na primeira subida oficial de prova, Fernando Salgueiro recuperou da melhor forma este domingo, realizando dois bons tempos e garantiu assim a segunda posição, reforçando assim a sua liderança na tabela pontual do campeonato.  O terceiro lugar foi para Luís Moutinho, que no Ford Escort MKI esteve sempre muito consistente, logrando o seu primeiro pódio da época.

    Armando Freitas esteve, uma vez mais, imparável na Taça de Portuga de Montanha 1300 JC Group.

    3 subidas de prova, ao longo do fim-de-semana, três melhores tempos e nova vitória incontestável para o piloto do Toyota Starlet, a exemplo do que já tinha acontecido na Penha. Já Francisco Milheiro (Peugeot 106) logrou construir um fim-de-semana em crescendo que o levou até ao segundo posto final, que lhe serviu de forma quase perfeita para reforçar a liderança pontual da taça, estando assim no bom caminho para renovar o ceptro que conquistou em 2020. O regressado João Diogo Santos colocou o seu Fiat Punto 85 Sport no último degrau do pódio.

    Na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 a história é fácil de contar, com um domínio avassalador de Eva Laranjeira, que nem precisou da terceira subida oficial de prova para arrumar a questão de mais uma vitória.

    A quarta consecutiva da piloto do Peugeot 205 Rallye da MNE Sport. Eva foi demasiado forte para a concorrência, e logo após as duas primeiras subidas oficiais tinha mais de 20 segundos de vantagem sobre o seu mais direto adversário, José Pedro Figueiredo, que não teve dificuldades em assegurar a segunda posição aos comandos do seu Datsun 1200, enquanto Domingos Fernandes fez jus à sua regularidade conseguindo mais um pódio ao volante do Autobianchi A112 Abarth.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora novamente ao centro de Portugal para assentar arraiais na Rampa do Caramulo. Sob a batuta do Targa Clube, a sexta prova da temporada está aprazada para os dias 24 e 25 de Julho.

  • Hélder Silva lidera no final do primeiro dia em Santa Marta

    Aos comandos do BRC BR 53, o piloto preparador esteve mais forte, dando assim continuidade ao momento forte que está a atravessar e que o fez vencer na prova anterior. Parte para o dia decisivo como favorito.

    Bom tempo e muito público emolduraram este primeiro dia da 6ª edição da Rampa de Santa Marta, onde participam 56 concorrentes – um novo recorde do ano para o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group – que enfrentaram o desafiante traçado de 3,200 metros desta quinta prova da temporada. Quatro subidas estavam no programa competitivo, com três delas a serem referentes às diversas fases de treino, ficando guardada para o fecho da jornada a 1ª subida oficial de prova.

    Depois de não ter sido o mais rápido apenas numa das subidas de treinos, Hélder Silva foi o mais forte na subida “a doer”, registando a marca de 1:47.742, à média de 106.92 Km/h, estabelecendo uma fasquia alta para a concorrência que terá de superar para o derrotar na batalha decisiva de domingo. Quem mais perto rodou dele foi Cesar Alonso. Munido da nova barchetta PA 21 JRB da Osella, Alonso logrou suplantar os restantes protótipos e termina num justo 2º lugar, a 1,1 segundos de Hélder Silva. Tudo indica que o espanhol ainda não atirou “a toalha ao chão”. José Correia (Osella PA2000 EVO 2) é 3º na divisão Protótipos A, num dia agridoce para o campeão nacional absoluto e título que, em termos absolutos, não logrou melhor do que o 5º lugar.

    Na Divisão Protótipos B dois destaques. Um para a extraordinária exibição de Nuno Guimarães. O ‘Capitão da Montanha’ esteve imparável e com o seu SilverCar S2 fez figura de protagonista principal, conseguindo sempre os melhores tempos durante as subidas de treinos, enquanto o seu colega de equipa, António Rodrigues, teve alguns problemas, incluindo uma ligeira saída de pista numa das subidas de treinos, devido a problemas de travões no BRC CM O5 EVO. Mas na subida de prova, a ‘Bala do Douro’ esteve ao nível a que nos habituou e acabou por ser o mais rápido da divisão, ainda que por escassas cinco décimas de segundo em relação a Nuno Guimarães, almejando ainda colocar-se no pódio absoluto provisório, a 3,3 segundos do líder Hélder Silva. Joaquim Rino, muito regular no BRC CM 05 EV da Articimentos, está no 3º posto entre os Protótipos B.

    Entretanto nos GT foi um duelo, como sempre, à décima entre Vítor Pascoal e Pedro Marques, nos dois Porsche 991 GT3 CUP, com primazia repartida durante as subidas de treino. Na subida oficial de prova, Pascoal realizou um tempo incrível, enquanto um problema fez Marques perder muito tempo e terminar o dia a 31 segundos do seu rival, o que o obriga a partir à procura do prejuízo na jornada de domingo, nas duas subidas oficiais que o pelotão ainda tem pela frente.

    Luís Nunes continua a dominar nas lides dos Turismos. O ‘Foguete de Valpaços’ fez bom uso do seu Ford Fiesta ST R5+ – ‘nascido’ nas oficinas de Malcolm Wilson e preparado pela ARC – e foi sempre o mais rápido da Categoria e da Divisão Turismos 2. Terminou este primeiro dia com uma excelente subida oficial de prova, com um tempo dentro do top sete absoluto, terminando na divisão com uma vantagem de 9,2s sobre Daniela Marques, no seu Impreza 4WD.

    Na Divisão Turismos 2, Joaquim Teixeira e Luís Silva entregaram-se a um duelo sem tréguas pela primazia. Nos treinos Teixeira foi o mais rápido no seu Cupra TCR numa das subidas, Silva respondeu com o seu BMW M3, vencendo as outras duas, mas no “momento da verdade”, durante a 1ª subida oficial de prova, o piloto da JT59 Racing Team/Bompiso “voou” rampa acima e foi 4 décimas mais rápido que o famalicense. No pódio provisório da divisão ficou ainda Manuel Rocha e Sousa (Cupra TCR) muito regular ao longo das quatro subidas do dia. Quedou-se a 8,3 segundos de Joaquim Teixeira.

    Na Divisão Turismos 3 o primeiro dia confirmou o já tradicional duelo entre Sérgio Nogueira e Parcídio Summavielle. Nas subidas de treino, ora venceu um, ora venceu o outro. O piloto de Fafe ainda enfrentou um susto com a corrente do alternador do Renault Clio RS, mas chegaram os dois em igualdade de circunstâncias à única subida oficial de prova. E aí Nogueira, também em Clio RS, foi o mais forte com um avanço de meio segundo sobre Summavielle. Noutro Clio RS Carlos Silva colocou-se no terceiro posto, a 3,2s do mais rápido. Menos sorte teve Alberto Pereira, que devido aos problemas mecânicos no Honda Civic Type R não pôde estar na luta por um lugar no pódio. Ele que chegou mesmo a ser o mais rápido numa das subidas de treinos.

    Quanto à Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, o destaque vai o recorde de inscritos de participantes neste primeiro ano. Mas como de costume, Nelson Andrade esteve intratável no andamento que coloca no seu AG 1000. O ‘Furacão da Madeira’ está mais focado no top 10 absoluto já em relação aos outros concorrentes de Kartcross tem já um grande avanço na conclusão desta primeira jornada. Rodou 3,7 segundos mais rápido do que Márcio Araújo, noutro AG 1000, enquanto a terceira posição provisória foi para António Gonçalves, que no seu AG Suzuki ficou já a 11,7s de Nelson Andrade. Na geral da prova, foi simplesmente o nono mais rápido!

    Campeonato de Portugal Legends de Montanha assistimos a um ‘golpe de teatro’ na subida oficial de prova de hoje. Manuel Pereira, que tinha dominado as subidas de treinos com o seu Mitsubishi Evo VI, viu um problema mecânico forçá-lo a parar logo no arranque, ficando assim impedido de registar um tempo, o que o condiciona a fazer dois tempos nas duas subidas oficiais agendadas para domingo. Com tudo isto, José Carlos Magalhães, no BMW M3 Compact da MNE Sport, ‘puxou dos galões’ – apesar de ter também enfrentado alguns problemas – e foi o mais forte. Terminou o dia no comando, com 1,2s de vantagem sobre Gonçalo Janeira, em Citroën AX GTi. O pódio provisório completa-se com Renato Piairo, em Toyota Carina E, que ficou a 2,5 segundos de Magalhães.

    No Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha houve também um momento de ‘frisson’, já que antes da partida para a primeira subida oficial de prova Fernando Salgueiro, viu um dos travões do seu Ford Escort MK II falhar. E já nem sequer arrancou. Mas que quem dominou este primeiro dia foi Flávio Saínhas, que no ‘diabo amarelo’ – o seu Ford Escort MKI – foi o mais rápido na maioria das subidas, incluindo naquela que ‘mais interessava’. Superou por 0,6 segundos Ricardo Loureiro, o campeão de 2019, segundo melhor no Ford Escort MKII do Caramulo Racing Team, sempre muito consistente ao longo da jornada. Fechou este top três provisório Luís Moutinho, em Ford Escort MKI, a 4,7 segundos de Saínhas.

    Armando Freitas pura e simplesmente ‘pulverizou’ todos os tempos ao nível da TPM 1300, quer nas três subidas de treinos, quer na de prova, onde ombreou sobretudo com concorrentes em carros de cilindradas e potências superiores. Foi o mais rápido com 6 segundos exatos de vantagem sobre Francisco Milheiro, o líder da tabela pontual, que conseguiu colocar o seu Peugeot 106 na segunda posição. João Diogo Santos, no Fiat Punto 85 Sport, completou o pódio provisório após a primeira subida oficial, a 10,3 de Freitas.

    Destaque pela negativa para os problemas mecânicos no Citroën AX Sport de Tiago Santos, que era um dos candidatos ao pódio, mas que nem sequer conseguiu alinhar na única subida de prova realizada hoje. Na Taça de Portugal Clássicos 1300, domínio colossal de Eva Laranjeira. Quatro subidas, ‘warm-up’, treinos e a primeira de prova, onde a piloto de Setúbal foi sempre a mais rápida aos comandos do Peugeot 205 Rally da MNE Sport, acabando por bater por 9,6s José Pedro Figueiredo, o segundo melhor ao volante de um Datsun 1200. Domingos Fernandes, no Autobianchi A112, foi terceiro, a 29,2s da líder da competição.

    O programa competitivo do dia de domingo 6ª Rampa de Santa Marta começará pelas 9,30 horas, com mais um warm up a abrir as “hostilidades” competitivas, com este segundo e decisivo dia a incluir ainda mais uma subida oficial de treinos antes das duas subidas de prova finais.

  • Ofensiva da FR Power em quatro frentes na 6ª Rampa de Santa Marta

    A equipa da Covilhã apresenta-se na prova do Clube Automóvel da Régua com a responsabilidade de apoiar tecnicamente quatro pilotos, capazes de lutar pelas primeiras posições nas “guerras” que se encontram envolvidos. António Rodrigues tenta a vitória ‘à geral’ e na Divisão Protótipos B, Joaquim Rino o pódio na mesma frente, Nelson Andrade na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha e Daniela Ferreira continua a sua evolução na Taça de Portugal 1300.

    É uma ofensiva musculada por parte da FR Power no Douro Vinhateiro, sempre com o objetivo de proporcionar as melhores condições técnicas aos pilotos e equipas que confiam no seu trabalho, estando com eles na sua demanda por igualar ou até melhorar os resultados conseguidos até agora no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group2021.

    Rui Ferreira, o responsável pela FR Power, salienta o facto de nada ter sido deixado ao acaso para Santa Marta de Penaguião, sendo que desde o cuidado extremo em colocar o  BR CM05 do piloto da ‘casa’ nas melhores condições para discutir o triunfo absoluto, até ao BRC BR49 Evo da Articimentos, tripulado por Joaquim Rino, pronto para mais uma luta pelo Top 5 absoluto, passando pelo AG1000 do “Furacão da Madeira”, que tentará mais uma vitória entre os kartcross, não esquecendo o Citroën C1 de Daniela Ferreira, uma das responsáveis da FR Power e que está a dar os primeiros passos na Montanha.

    “Os carros foram, como sempre, alvo de revisões completas e procedemos às afinações necessárias para as particularidades do traçado desta rampa. As três semanas que tivemos para trabalhar permitiram ainda solucionar alguns problemas técnicos e implementar algumas evoluções, sempre para alcançar a máxima competitividade”, adianta Rui Ferreira, ciente de que todos os quatro pilotos e as equipas que confiam na FR Power terão a capacidade para reeditarem desempenhos ao nível dos que têm conseguido recentemente.

    O responsável pela FR Power acredita assim que os resultados “dos quatro pilotos que vão alinhar na Rampa de Santa Marta podem ser os melhores. Está a ser uma época fantástica e queremos continuar a apoiar todo o esforço que, juntamente, com as suas equipas e patrocinadores, estão a fazer esperando que continuem a alcançar os excelentes resultados obtidos até agora”. O programa competitivo da 6ª Rampa de Santa Marta começará às 14 horas de sábado, 3 de julho, com o warm-up inicial, seguido de duas subidas oficiais de treinos e da primeira subida de prova. No domingo, 4 de julho, mais um warm up, pelas 9,30 horas abre as “hostilidades” competitivas, com este segundo e decisivo dia a incluir ainda mais uma subida oficial de treinos antes das duas subidas de prova finais.

  • José Carlos Magalhães aposta no BMW M3 para a Rampa de Santa Marta

    Depois de ter alinhado na Penha com um Toyota Carina E 2.0 GTi no Campeonato de Portugal Legends de Montanha e de ter estado na Serra da Estrela com um Toyota Starlet, o piloto da MNE Sport volta a apostar no BMW M3 Compact com que iniciou a época.

    José Carlos Magalhães mostra-se eclético na presente temporada, já que depois do Starlet de Grupo 5 e do Carina E volta a ir ‘a jogo’ com o BMW M3 Compact em Santa Marta de Penaguião, onde o objetivo continua a ser a disputa dos lugares cimeiros, à imagem do que sucedeu em Guimarães, tentando defender a sua liderança na tabela pontual do Campeonato de Portugal Legends de Montanha.

    Trata-se de um regresso do piloto a um carro que conhece bem e que só agora está pronto para enfrentar as exigências de uma prova como o evento do Clube Automóvel da Régua. “Temos o regresso do BMW, após Boticas, pois só agora conseguimos terminar a sua preparação, devido à chegada tardia do material necessário para lhe dar a saúde que merece”, explica lembrando que “não ficamos nada satisfeitos com os problemas que o carro ostentou nas duas primeiras provas da época”.

    José Carlos Magalhães refere também que a opção se prende também pelo facto de considerar o BMW M3 Compact uma máquina mais competitiva para obter melhores resultados: “Quanto a nós é a aposta mais acertada, sendo para já o mais competitivo dos carros de que disponho”.

    A ideia do piloto da MNE Sport é “não facilitar a vida” aos adversários, que pensam “que isto são favas contadas”, mostrando-se desde já “confiante e tranquilo” para a prova do próximo fim-de-semana. José Carlos Magalhães assume as suas ambições em Santa Marta de Penaguião, afirmando: “Sei que tenho de ser pelo menos de ser segundo para continuar a sonhar… (com o campeonato) e tudo farei para alcançar, pelo menos, essa classificação”.

  • 6ª Rampa de Santa Marta: Joaquim Teixeira quer 5ª vitória em Santa Marta

    O piloto da JT59 Racing Team/Bompiso parte para a prova do Clube Automóvel da Régua apostado em conquistar a sua quinta vitória na Divisão Turismos 2 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    No momento em que encara o arranque da segunda parte da temporada, Joaquim Teixeira está numa situação privilegiada para cumprir todos os objetivos que traçou para a sua época de Montanha. Nas contas da discussão na Divisão Turismos 2, são 4 vitórias em outras tantas provas e o título é algo cada vez mais certo. No que respeita às lides da Categoria Turismos, o transmontano tem quatro presenças nos pódios, tendo já “ameaçado” em várias ocasiões chegar ao triunfo.

    A competir bem perto de casa, Joaquim Teixeira vai, uma vez mais, tentar extrair o máximo do seu Cupra TCR na 6ª Rampa de Santa Marta para voltar a estar na luta pelas vitórias na divisão e na categoria.

    A disposição do piloto transmontano em Santa Marta de Penaguião é igualar ou mesmo superar a suas exibições anteriores: “O meu objetivo vai ser, uma vez mais, lutar pela Divisão Turismos 2, para consolidar praticamente o título, faltando duas provas. Por isso vou tentar vencer. Quero também lutar pelo top ten, que sei que não vai ser fácil, até porque além dos habituais adversários desta feita tenho mais concorrentes de ‘peso’. Mas tudo vou fazer para terminar entre os dez primeiros da classificação absoluta e no pódio da Categoria Turismos”, reitera Joaquim Teixeira.

    O piloto da JT59 Racing Team/Bompiso assinala também o seu apreço pela Rampa de Santa Marta, sobretudo “pelo espírito que tem, pelo apoio do público, que torna esta prova muito especial”. Também realça o facto de se tratar de uma prova “que vai ter muitos participantes, além de que é uma rampa que no ano passado não se disputou. E para nós vai ser um regresso bom. Todos gostamos de participar nesta prova”.

    O craque transmontano deseja “conseguir o melhor resultado possível e manter o carro nas melhores condições, pois uma semana depois o meu filho tem a segunda prova dos Supercars. Por isso tenho de ter algum cuidado. Mas tudo farei para que a minha participação resulte em mais uma vitória”, remata Joaquim Teixeira. O programa competitivo da 6ª Rampa de Santa Marta começará às 14 horas de sábado, 3 de julho, com o warm-up inicial, seguido de duas subidas oficiais de treinos e da primeira subida de prova. No domingo, 4 de julho, mais um warm up, pelas 9,30 horas abre as“hostilidades” competitivas, com este segundo e decisivo dia a incluir ainda mais uma subida oficial de treinos antes das duas subidas de prova finais.

  • Daniela Ferreira entusiasmada com a presença em Santa Marta

    A piloto da Covilhã está de volta ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group após a sua estreia em competição na Rampa Serra da Estrela, voltando a tripular o Citroën C1 da FR Power inscrito na Taça de Portugal 1300. Ganhar experiência é o objetivo principal.

    Quando se deu na Serra da Estrela o ‘batismo’ na Montanha de Daniela Ferreira, então a correr na sua terra e perante amigos e conterrâneos, foi uma experiência muito positiva e ficou o ‘bichinho’ para futuras participações. O que se vai consumar já no próximo fim-de-semana em Santa Marta de Penaguião, onde vai descobrir uma realidade nova pois a prova do Clube Automóvel da Régua é-lhe totalmente desconhecida.

    O facto de pela primeira vez competir fora da sua zona de conforto é também um aliciante para a piloto serrana: “Esta será a primeira vez a correr sem ser na Serra da estrela. Vai ser tudo uma novidade. Um desafio diferente, pois não conheço o traçado, mas isso motiva-me muito. Estou entusiasmada e pronta para mais um fim-de-semana em cheio!”.

    Para a piloto e quadro da FR Power “fazia tudo o sentido, neste ano de adaptação ao Citroën C1, realizar mais do que uma rampa para poder testar o carro”, justifica, pois Daniela Ferreira, apostada a dar sequência à aprendizagem iniciada na Covilhã.

    Para a prova do próximo fim-de-semana os objetivosda piloto da passam por “estar sempre muito focada e, com o decorrer da prova, melhorar em cada subida o meu tempo”, admitindo que um pódio na Taça de Portugal 1300 “será complicado, visto ter um carro que não me permite chegar aos lugares da frente, pois é muito menos potente do que todos os que são utilizados pelos outros pilotos”. Mas Daniela Ferreira promete: “Vamos lutar para não ficar em último lugar da classificação geral”.

    Claro que isso só será possível “graças aos patrocinadores que me apoiaram – A Oficina, a Create Business, Valvoline, The Chico’s, Nuno Pinto-Arquitetura e Engenharia, 100Hectares, RA-Mediação de Seguros Peso, Graph&Co, Pastelaria/Padaria Dias, Clínica Dentária-Dr. João Coelho, Francesinhas & Companhia, Telepizza Covilhã, PinkeMeUp, Parouimpar – e da FR POWER”.

    O programa competitivo da 6ª Rampa de Santa Marta começará às 14 horas de sábado, 3 de julho, com o warm-up inicial, seguido de duas subidas oficiais de treinos e da primeira subida de prova. No domingo, 4 de julho, mais um warm up, pelas 9,30 horas abre as “hostilidades” competitivas, com este segundo e decisivo dia a incluir ainda mais uma subida oficial de treinos antes das duas subidas de prova finais.

  • Rute Brás estreia-se ‘à porta de casa’

    Completamente nova nas andanças da competição automóvel, a piloto empresária de Peso da Régua não quis deixar passar a oportunidade que se lhe apresentou para se estrear no Campeonato de Portugal de Montanha no fim-de-semana em que este lhe passa à “porta de casa”.

    Este ‘batismo’ de pista de Rute Brás acontece fortuitamente, pois ‘nasceu’ de um episódio enquanto espetadora de uma das cinco edições anteriores da Rampa de Santa Marta. Daí ao volante do Peugeot 206 RC da NJ Racing foi um pequeno passo.

     “Isto surgiu a partir de uma brincadeira, enquanto estávamos a ver uma subida. Estava eu, o João Guimarães e o Nuno Pinto, e o João disse-me; ‘Tenho o carro lá parado, porque não corres?’. Bastou isto para me ‘aguçar’ um bocadinho o apetite. Uma vez que gosto do ambiente da Montanha, gosto das corridas’”, começa por explicar Rute Brás.

    A agora piloto duriense diz que “só por ver os meus amigos a correr é uma adrenalina fantástica!”. Mas uma coisa é ver ‘de fora’ e outra é estar dentro de pista, como faz questão de salientar: “Desta vez deram-me a oportunidade de sentir essa adrenalina como piloto e eu aceitei. O objetivo não é a competição em si, nada disso. É acima de tudo divertir-me ao máximo, e usufruir o mais possível desta experiência única, que nem toda a gente tem a possibilidade de a vivenciar”, assinala também Rute Brás, que agradece por isso “a uns amigos fantásticos” pelo fim-de-semana que vai viver.

    Até porque a novel piloto duriense não teve de se “preocupar com rigorosamente nada, nem com o carro, porque simplesmente faço parte desta família que é a NJ Racing. São uns amigos de coração”.