Categoria: Montanha

  • Nuno Guimarães “vai com tudo” para o Caramulo!

    O piloto do Peso da Régua vem de assinar em Santa Marta a sua primeira vitória da época na Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, e agora, na penúltima prova da temporada pretende repetir o feito.

    Nuno Guimarães sabe que não será fácil reeditar o sucesso dada a forte concorrente que tem na sua divisão, mas espera mais uma vez tirar todo o partido do seu SilverCarS2. Além disso a Rampa do Caramulo comporta os seus desafios. Mas o piloto da NJ Racing confia nas suas capacidades e na forma como já domina o seu bólide, que só estreou na pretérita temporada. Mas como se viu em Santa Marta de Penaguiãomostrou estar já completamente feito ao seu SilverCar, que tinha estreado em 2020, mas que nesse ano poucas oportunidades tinham surgido para rodar com o sue novo protótipo, sendo por isso esta a primeira época em pleno com a nova ‘montada’.

    Nuno Guimarães assume que a sua prioridade é manter a dinâmica e “continuar todo este programa que foi criado desde o início da época, continuar a evoluir”. Claro que o ‘Capitão da Montanha’ não ficou indiferente ao êxito conseguido ‘à porta de casa’. “Vimos em Santa Marta que estávamos cada vez mais fortes. Vamos tentar manter essa toada forte, sempre com os «pés assentes na terra». Sabendo que os nossos adversários também estão fortes, motivados. Mas nós também!”, reitera.

    Acima de tudo o que o piloto do Silvercar S2 deseja é que esta Rampa do Caramulo “seja uma prova equilibrada, ao exemplo de outras. Ou seja; sempre juntos, sempre a lutar, subida a subida, a proporcionar um grande espetáculo”. Sobretudo Nuno Guimarães quer “deixar uma boa imagem do que é a nossa equipa NJ Racing, com pilotos competitivos e boas máquinas”.

    “E agora com mais uma menina a fazer parte da nossa equipa, a Rute (Brás), que muito nos orgulha e muito encanto traz à equipa e ao campeonato em si”, destaca também o piloto de Peso da Régua. Nuno Guimarães garante ainda: “Vamos estar motivados e com força, mas sempre com os «pés assentes na terra», como tem sido ao longo do campeonato. Sempre com respeito pelos adversários”. A 30ª Rampa do Caramulo tem uma extensão de 2850m, disputando-se nos próximos dias 24 e 25 de julho.

  • 30ª Rampa do Caramulo pode ser palco de algumas decisões

    A sexta prova da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group conseguiu atrair mais de quatro dezenas de pilotos, num plantel que adiciona qualidade à quantidade e atesta a saúde da modalidade. A jornada pode marcar a atribuição de alguns títulos.

    Depois de não ter sido disputada em 2020, está de volta a mítica Rampa do caramulo, que este ano comemora a sua 30ª edição. Sob a batuta organizativa do Targa Clube, a rampa apresenta uma “cara lavada” mercê do forte investimento do Município de Tondela no reforço da segurança do traçado, com a colocação de novos rails de proteção, tendo ainda sido melhorado o piso. A prova dará fecho a uma fase frenética do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group que, num espaço de três meses, ergueu seis provas, mercê do esforço dos clubes organizadores e da APPAM, sendo de destacar que pilotos e equipas aderiram de forma intensa, proporcionando listas de concorrentes sempre superiores a quatro dezenas e tendo mesmo, em alguns casos, ultrapassado largamente a meia centena.

    Quanto ao cunho competitivo desta 30ª Rampa do Caramulo, a prova tem tudo para servir um espetáculo intenso, com a mais-valia de poder vir a entregar de forma precoce alguns dos títulos e troféus em disputa.

    Nas contas da Geral e da categoria Protótipos, um piloto chega em alta ao Caramulo: Hélder Silva. Aos comandos do seu BRC BR 53, logrou vencer as duas últimas tiradas do campeonato, na Penha e em Santa Marta, tornando-se o primeiro piloto a repetir triunfos e aproximou-se substancialmente de José Correia (Osella PA-2000 EVO 2), ainda líder pontual. Os dois são os favoritos à vitória e a luta será acesa.

    A jogar “por fora”, mas tendo já provado que tem talento e rapidez para se imiscuir na luta pelo triunfo absoluto, estará o líder da Divisão Protótipos B, António Rodrigues. O piloto do BRC CM05 Evo da NJ Racing está a fazer uma época fantástica, embora chegue ao Caramulo vindo da única derrota da temporada na sua divisão. Uma nova vitória entre os B, coloca-o com o título na mão.

    Como opositores na divisão, terá o seu colega de equipa Nuno Guimarães e Joaquim Rino. Guimarães venceu em Santa Marta e começa a “tratar por tu” o seu SilverCar S2, sendo por isso mais um adversário duro de roer. Também cada vez mais seguro a extrair o potencial do novo BRC BR49 Evo está Rino, sendo de esperar uma batalha interessante entre os três.

    Um dos “mata-mata” do programa será o habitual duelo entre dois grandes pilotos nos GT: Pedro Marques e Vítor Pascoal. À chegada ao Caramulo, Marques tem três vitórias e Pascoal duas, colocando assim Marques na liderança desta corrida ao título, embora tendo Pascoal ainda possibilidades de lá chegar. Os dois pilotos dos Porsche 991 GT3 CUP tem estado tão equilibrados que qualquer previsão corre o risco de ser frágil.

    A esperada luta “fratricida” terá, desta feita, um elemento extra: Sérgio Matos. O piloto e patrão da Constálica volta assim a participar numa prova do campeonato, deste feita ao volante do imponente Lamborghini Huracan Super Trofeo, máquina que despertará certamente muita atenção.

    A categoria Turismos volta a ter a maior fatia de participantes, com 16 pilotos a alinharem, distribuídos pelas 3 divisões.

    Na Turismos 1, vive o grande favorito ao título nacional da Categoria e à vitória na divisão: Luís Nunes. Uma vez mais, o piloto do Ford Fiesta R5+ tem tudo para registar mais uma dupla vitória e, no que concerne às contas da divisão, rematar a conquista do troféu. Vai enfrentar a oposição do regressado António Cruz Monteiro, muito rápido aos comandos de um Peugeot 208 T16 R5 e de Daniela Marques, cada vez mais forte com o Subaru Impreza WRX.

    Também na Turismos 2 existe um dominador que pode selar as contas no Caramulo. Joaquim Teixeira (Cupra TCR) vai em busca da sexta vitória consecutiva e, se acontecer, coloca mais um troféu na sua vasta coleção. Quer ainda contrariar o favoritismo de Luís Nunes, na “guerra” da categoria e chegar aqui à que seria a primeira vitoria da temporada.

    Esta divisão tem um excelente naipe de pilotos e máquinas. Luís Silva (BMW M3) tem sido quem mais oposição tem feito a Teixeira e vai estar na linha da frente do combate, onde também estarão mais três TCR: o Cupra de Manuel Rocha e Sousa, o Audi RS3 LMS de Paulo Silva e um belo Peugeot 308 do estreante Alfredo Barros. A estes junta-se ainda o competitivo BMW M3 de José Carlos Pouca Sorte.

    É na Divisão Turismos 3 que teremos novo combate “mata-mata” pois tem sido impróprio para cardíacos o duelo musculado que Sérgio Nogueira e Parcídio Summavielle têm protagonizado, com Nogueira a vencer por três vezes e Parcídio a assegurar o triunfo em outras duas. Ambos munidos de versões diferentes de Renault Clio RS, vão estar na linha da frente do combate, mas terão de contar com a oposição do cada vez mais forte Alberto Pereira (Honda Civic Type R), sendo de esperar ainda que Carlos Silva (Renault Clio RS) queira chegar ao pódio.

    Apostando na fiabilidade do seu Citroen DS3 R1, o fafense Cláudio Baptista vai tentar fazer mais uma excelente operação e recolha de pontos, neste seu regresso ao campeonato após 3 anos de paragem. Os Turismos 3 contam ainda com Rute Brás, a fazer apenas a segunda prova da sua carreira, com o Peugeot 206 RC da NJ Racing e de João Santos, aos comandos de um Kia Picanto.

    Migue Matos e um enigmático GRIIIP G1-17 farão história no Caramulo. Serão pioneiros na prova inaugural da Taça de Portugal de Monolugares de Montanha, num caminho que se pretende bem-sucedido no regresso dos monolugares à modalidade. Já na taça reservada aos kartcross, destaque para a inscrição de Sérgio Mateus, num Semog.

    Seis são os protagonistas do “combate” reservado ao Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group. A jogar em casa, Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro tudo farão para impor os seus Ford Escort MKII, mas têm pela frente Flávio Sainhas que soma por triunfos as duas provas que disputou em 2021, mercê da forma incrível como extrai tudo do seu Ford Escort MKI.

    Luís Moutinho (Ford Escort) é outro dos candidatos aos lugares do pódio, cabendo a Fernando Francisco (Ford Escort MKI) e Carlos Fava (VW 1303) fazerem da regularidade a arma para lograr um bom resultado na prova.

    No Campeonato Legends de Montanha JC Group, Manuel Pereira assume, uma vez mais o favoritismo ao triunfo final, tal a competitividade do seu Mitsubishi Lancer EVO VI. Líder destacado do campeonato, José Carlos Magalhães alinhará com o Toyota Carina E, um dos 3 carros que já utilizou em 2021, procurando amealhar pontos preciosos para ficar mais perto do título. Gonçalo Antunes (Citroen AX GTi) e João Macedo (BMW 328is) vão alinhar de olhos postos num lugar no pódio.

    A Taça de Portugal de Montanha 1300 JC Group vai viver uma jornada marcada por algumas ausências que aumentam o favoritismo do atual detentor do troféu: Francisco Milheiro. Este tem tudo para regressar aos triunfos, confiando na fiabilidade do seu Peugeot 106, para levar de vencida Marco Figueiredo (Toyota Starlet) e a jovem Daniela Ferreira, a realizar a terceira prova da sua carreira, aos comandos do Citroen C1 da FR Power.

    À procura de um quinto e decisivo triunfo consecutivo estará Eva Laranjeira entre os Clássicos 1300. Se almejar tal feito, A piloto da MNE Sport arrumará as contas do título, num ano em que tem sido quase imparável aos comandos do Peugeot 205 Rallye. Para a tentar parar, entrarão em liça os habituais José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) e Domingos Fernandes (Autobianchi A122 Abarth). Este ano, ainda não lograram levar de vencida a setubalense.

    O traçado de 2850 metros será, como é habitual nas provas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, percorrido por oito vezes, com distribuição equitativa pelas jornadas de sábado e domingo. O programa do primeiro dia arrancará às 14 horas, com o Warm Up 1, seguindo-se as duas habituais sessões de treinos oficiais, fechando a jornada com a 1ª Subida de Prova. Após as 10 horas de domingo, será dado arranque ao dia decisivo. Novo Warm Up a anteceder a 3ª subida de treinos oficiais da rampa, que decorrerá ainda de manhã. O início da tarde servirá “dose dupla” de emoção total com as duas derradeiras Subidas de Prova, sempre fundamentais para o desfecho competitivo da prova.

  • FR Power sempre forte na Rampa de Santa Marta

    A equipa da Covilhã esteve mais uma vez em destaque na prova do Clube Automóvel da Régua, com quatro pilotos envolvidos em três frentes diferentes, três deles a lutar pelas primeiras posições nas divisões e categorias em que se encontram envolvidos.

    A FR POWER mostrou mais uma vez o seu ecletismo, ao conseguir estar preparada para assistir tecnicamente nesta 6ª edição da Rampa de Santa Marta máquinas muito diferentes, mas sempre muito competitivas, com o foco naturalmente a ir para o piloto da ‘casa’, António Rodrigues, que tentava mais uma vitória na Divisão Protótipos B, onde Joaquim Rino pretendia mais um pódio. Infelizmente, desta vez a sorte não ajudou o piloto de Santa Marta de Penaguião, que conheceu alguns percalços.

    “O carro do António Rodrigues teve de sofrer uma reparação, devido a um toque, ficando pronto para alinhar nas restantes subidas”, começou por explicar Paulo Ferreira. O líder da formação covilhanense explica que os problemas com o BRC azul e branco não se ficaram por aqui, pois a equipa irá ter “um longo trabalho a reparar o carro, devido ao toque na última subida de domingo, para estar a 100% para a próxima rampa, sendo ainda necessário revermos de forma cuidada a parte mecânica”.

    Já o BRC de Joaquim Rino não deu grandes problemas, sendo que Rui Ferreira prometeu ainda mais empenho para o melhorar. “Por ser um carro novo continuamos a evolução do chassis. Já começamos a notar grandes melhorias, mas mesmo assim ainda estamos a estudar outras possibilidades, que permitam colocar um Setup que, por sua vez, vai nos deixar apostar num novo composto de pneus”, adiantou.

    Quanto ao AG 1000 de Nelson Andrade, que proporcionou ao piloto madeirense mais um êxito na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, o responsável máximo pela FR POWER esclareceu que “o trabalho feito antes da competição, a nível de afinações, deixou-o mesmo eficaz”, e que apenas foi necessário “ajustá-lo ao nível da suspensão”. No que respeita ao Citroën C1 de Daniela Ferreira, que fez a sua segunda participação deste ano na Taça de Portugal de Montanha 1300, esteve perfeito. Paulo Ferreira diz que “somente foi necessário o ajuste da pressão dos pneus, visto não ser igual à usada em competição no Troféu C1”.

    A FR POWER vai agora utilizar de forma intensa o tempo que nos separa da próxima prova para voltar a rever tudo nas máquinas que prepara, de modo que tudo esteja a postos daqui a três semanas, quando a 24 e 25 de julho se disputar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, cuja organização está mais uma vez a cargo do Targa Clube.

  • Daniela Ferreira assinou exibição positiva em Santa Marta

    A piloto da Covilhã regressou ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group com uma exibição muito positiva, onde já demonstrou um maior à vontade ao volante do Citroën C1 da FR POWER inscrito na Taça de Portugal de Montanha 1300.

    Em Santa Marta de Penaguião Daniela Ferreira evidenciou uma clara evolução, melhorando o seu desempenho ao longo do fim-de-semana, mostrando que mais quilómetros de competição lhe dão a prática necessária para ser mais competitiva. No fundo o seu maior objetivo na prova do Clube Automóvel da Régua. Apesar de não estar no seu ambiente, e de descobrir os 3200 metros do sinuoso percurso ‘desenhado’ entre as vinhas do Alto Douto, a piloto serrana não se sentiu tão intimidada como na sua estreia na Serra da Estrela.  E essa foi a ‘chave’ para a evolução demonstrada.

    “Foi um fim-de-semana muito positivo, com a melhoria a acontecer a cada subida que realizava”, começou por avaliar Daniela Ferreira, destacando já conseguir “arriscar mais com o carro”, muito embora reconheça “estar ainda” a habituar-se a ele. “Mas já tenho outras noções. O medo também não é tanto e consigo andar mais rápido, queimar mais as travagens e optar por trajetórias mais ousadas. Sinto que estou a evoluir e isso deixa-me muito feliz e como muita vontade de aprender mais”, observou.

    A piloto da FR Power também destaca o facto de se estar a estrear na Rampa de Santa Marta: “Era um traçado desconhecido e isso dificultava-me um pouco a tarefa, mas o Citroën C1 Troféu da FR POWER portou-se muito bem e fui ganhando cada vez mais confiança, sentindo que estou a evoluir”.

    A jovem piloto destacou ter conseguido “cumprir os meus objetivos. Agora vamos ver o que ditará o futuro, mas se os patrocinadores e a FR Power me continuarem a apoiar, vou querer alinhar em mais rampas”, acrescentou Daniela Ferreira, que mais uma vez contou com os importantes apoios deA Oficina, Create Business, Valvoline, The Chico’s, Nuno Pinto-Arquitetura e Engenharia, 100Hectares, RA-Mediação de Seguros Peso, Graph&Co, Pastelaria/Padaria Dias, Clínica Dentária-Dr. João Coelho, Francesinhas & Companhia, Telepizza Covilhã, PinkeMeUp e Parouimpar.

  • José Carlos Magalhães voltou às vitórias em Santa Marta

    Em boa hora o piloto e patrão da MNE Sport decidiu regressar aos comandos do BMW M3 Compact. Na 6ª edição da Rampa de Santa Marta, levou a máquina bávara a uma tão deliciosa quão importante vitória nas lides do Campeonato de Portugal Legends de Montanha.

    Foi um fim-de-semana perfeito aquele José Carlos Magalhães conheceu na prova do Clube Automóvel da Régua. Isto num fim-de-semana marcado pela opção que tomou, voltando a confiar no primeiro automóvel que tripulou esta época, depois de, entretanto, ter levado a “combate” um Toyota Starlet de Grupo 5 e um Toyota Carina E GTi. Apesar de enfrentar adversários com carros mais competitivos na defesa da liderança do campeonato, o piloto da MNE Sport logrou atingir dois objetivos. Mercê de um fm-de-semana em que claramente optou por uma estratégia de aumento progressivo do ritmo, focando primeiro na garantia de um resultado positivo para depois, quando se viu perante a forte possibilidade de vencer, atacar.

    José Carlos Magalhães assinou assim uma exibição a raiar as fronteiras da perfeição, almejando sair do Douro Vinhateiro com um resultado pleno: vitória entre os Legends na Rampa de Santa Marta e reforço decisivo da sua vantagem na tabela classificativa, num passo fundamental rumo ao título nacional.

    Contudo nem tudo foi fácil para José Carlos Magalhães, sobretudo no primeiro dia desta Rampa de Santa Marta. “Tivemos um percalço com os travões, que durante a noite de sábado conseguimos substituir e agradeço muito aos mecânicos da equipa, que foram incansáveis no seu trabalho até às 4h00 da manhã, para que depois conseguisse minimizar os tempos menos conseguidos da jornada de sabado”.

    O piloto do BMW M3 Compact destaca “esta capacidade da MNE Sport para suplantar todas as dificuldades. Assim, uma vez mais, permitiram-me estar na luta e esta foi muito interessante com o Rui Meireles, no Porsche Boxter, que me forçou a rodar muito forte, para conseguir, já na última subida, ganhar”. José Carlos Magalhães também não fica indiferente do facto de ter saído do Douro Vinhateiro com a liderança do campeonato consolidada: “Estava um bocado mais complicado antes desta prova, pois seria mais contabilizado até ao fim. Agora, e apesar de faltarem ainda duas provas, penso que é muito mais simples e tranquilo chegar ao título”.

    Três semanas separam agora o líder da tabela pontual dos Legends do próximo desafio. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada. Esta pode vir a ser decisiva para que José Carlos Magalhães reclame o cetro de campeão.

  • Parcídio Summavielle conquista segunda vitória da temporada!

    O piloto de Fafe que defende as cores da UZO conquistou a sua segunda vitória da época na Divisão Turismos 3 na 6ª edição da Rampa de Santa Marta, relançando a sua candidatura ao título da divisão no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. O triunfo coroou uma exibição verdadeiramente fora de série!

    https://youtu.be/VC6WVDZxxj4

    Parcídio Summavielle assentou arraiais na prova do Clube Automóvel da Régua apostado em ‘dar tudo’ nos sinuosos 3200 metros do traçado ‘desenhado’ entre os vinhedos do Alto Douro. E se bem o pensou, melhor o concretizou. Claro que na autêntica ‘batalha’ de Renault Clio R3 que é a Divisão Turismos 3, o piloto fafense sabia de antemão que teria pela frente o adversário do ‘costume’. O que apenas valorizou o seu feito.

    No ‘ora agora ganhas tu, ora agora ganho eu’, as contas acabaram por ser favoráveis a Parcídio Summavielle, que depois do seu rival, Sérgio Nogueira, ter sido mais rápido no sábado, acabou por se impor no domingo por 1,7 segundos, mercê de duas subidas de prova a tocarem a perfeição e com o fafense a rodar sempre nos limites do Clio. O que diz bem do equilíbrio existente e da forma como o piloto do Renault Clio R3 da UZO teve de andar para alcançar tal desiderato.

    Isto apesar do fim-de-semana até nem ter começado bem para o minhoto “com um problema na correia do alternador do Clio, que não os costuma ter. E não estava fácil resolver, mas que graças à boa vontade da gente daqui se resolveu”. Daí que agradeça a “a quem nos ajudou e permitiu que continuasse a competir. Depois foi agarrar-nos a tudo. Aquilo que é a nossa alma, a nossa garra, o coração”, confessa Parcídio Summavielle, que não tem dúvidas: “Perder aqui era perder o campeonato. Isso era algo que não queria que acontecesse. Lutamos muito. O Sérgio e eu estamos a andar ambos muito depressa, como se vê nas tabelas de tempos. E no fim senti uma enormíssima satisfação”.

    O piloto edil de Fafe quer “partilhar esta vitória com as muitas pessoas da Família da Montanha, que sei que torceram por mim, que me deram apoio, que me ajudaram, que vieram com um pequeno gesto, hoje uns, ontem outros”, fez questão de agradecer o piloto de Fafe, que até recorda um facto curioso, “de um adversário, que no momento da partida disse-me o que me disse e eu não vou esquecer. E a vitória é mais deles do que minha”.

    Três semanas separam agora o fafense da UZO do próximo desafio. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada.

  • Joaquim Teixeira ‘demolidor’ em Santa Marta

    A exemplo do que o super-herói da Marvel faz aos vilões, o piloto da JT59 Racing Team/Bompiso foi um autêntico “Demolidor” de tempos e da oposição que lhe foi movida. Esteve igual a si próprio, logrando no Alto Douro Vinhateiro o seu quinto triunfo consecutivo na Divisão Turismos 2 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. O que o deixa na ‘pole-position’ para conquistar o título respetivo.

    A concorrência apresentou-se mais forte do que nunca nesta 6ª edição da Rampa de Santa Marta, mas Joaquim Teixeira mostrou-se irredutível aos comandos do Cupra TCR quando chegou o ‘momento da verdade’ e mais uma vez levou a melhor, ainda que os 1,9s que o separaram do segundo classificado espelhem a luta que os seus adversários lhe deram nos 3200 metros do sinuoso traçado duriense. Na prova do Clube Automóvel da Régua o piloto transmontano também alcançou o quinto pódio consecutivo na categoria de Turismos, ‘coroando’ mais uma vitória de ‘raça’ da JT 59 Racing Team/Bompiso no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    Após a prova Joaquim Teixeira não escondeu a sua satisfação: “Foi um resultado que me agradou bastante. Mais uma vez tive o privilégio com adversários muito dignos, que me dificultaram ao máximo esta vitória. Acho que quanto mais difíceis as vitórias mais saborosas elas se tornam. Tenho que dar os parabéns a todos os meus adversários, que nunca desistiram, e me obrigaram a imprimir um ritmo cada vez maior, mesmo sabendo que não poderia arriscar tudo, pois o Cupra TCR já vai estar a competir na próxima semana, em mais uma jornada de velocidade”.

    Este êxito com autoridade não significa que foi fácil para o piloto da JT 59 Racing Team/Bompiso, como fez questão de salientar.  “É a quinta vitória. Dá ideia que foi conseguida com facilidade. O que não é o caso, pois tenho adversários muito competitivos, com muito bons andamentos, o que só valoriza mais o que estamos a alcançar este ano”, enfatiza. Joaquim Teixeira diz que só arriscou “nas duas primeiras subidas de prova. Os treinos fiz só para ganhar ritmo. A terceira subida foi a controlar porque percebi que devia bastar. Santa Marta não tem um traçado fácil. Tivemos de arriscar bastante”.

    Como tal, o craque transmontano sentiu-se “satisfeito, pois para além de somar até agora o número de pontos máximos na minha Divisão 2 Turismos, que é o meu grande objetivo, também no absoluto de Turismos é a quinta vez que fico em segundo. E é o máximo que posso aspirar nesta categoria”, conclui o piloto transmontano, que lembrou que a competitividade no campeonato não se limitou à sua divisão, pois também a houve nos GT e nos protótipos.

    Três semanas separam agora o JT59 Racing Team/Bompiso do próximo desafio de Montanha. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada.

  • Percalço ‘trava’ António Rodrigues em ‘casa’

    Foi um fim-de-semana agridoce para o piloto da NJ Racing na rampa do seu coração. A ‘Bala do Douro’ não fez a ‘festa em casa’ na 6ª Rampa de Santa Marta, mesmo se o segundo lugar entre os Protótipos B não se revela empecilho maior na sua caminhada para um cada vez mais provável título da divisão do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Também logrou terminar dentro do Top 5 absoluto.

    António Rodrigues tinha legítimas aspirações a conquistar a sua quinta vitória consecutiva na sua divisão e a mais uma vez discutir as posições do pódio absoluto, ainda para mais estando perante o seu público e sentindo o entusiasmo próprio de quem corre no concelho onde vive e tem raízes. Só que um pequeno toque e alguns ‘gremlins’ no seu BRC evitaram que isso acontecesse, tendo sido esta a jornada mais atribulada da temporada para o piloto dentista.

    Ainda assim, o piloto de Santa Marta de Penaguião evidenciou um excelente andamento sempre que tal se proporcionou, conseguindo limitar as perdas no cômputo final das três subidas da prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua no sinuoso percurso de 3200 metros ‘desenhado’ entre as vinhas do Alto Douro.

    Um ‘sabor agridoce’, pois se por um lado António Rodrigues sai da sua terra com uma boa pontuação para o campeonato, certamente que ambicionava mais aos comandos do BRC preparado pela FR Power.  “Não correu tão bem como ambicionávamos. Houve uns toques, pois se calhar talvez me tenha retraído um pouco, pois já no sábado tinha cometido um pequeno erro, que me tinha custado uma paragem”, começou por admitir.

    A ‘Bala do Douro’ considera que, possivelmente, abusou “demais, e não consegui fazer a outra rotunda. As rotundas daqui acabaram por me causar este sabor agridoce, com que saio desta prova. Não foi aquilo que eu queria. Consegui ainda assim um segundo lugar. Mas estou um bocadinho triste com isso, pois queria ganhar em casa, como é obvio”, considerou António Rodrigues.

    O desfecho conseguido em termos de campeonato é muito mais interessante em si do que o desfecho na rampa, como avalia o piloto da NJ Racing: “Em termos pontuais mantemo-nos na mesma na primeira posição e vamos bem lançados para o título. Mas lá está, o que gosto mesmo é de andar, de usufruir totalmente do carro, e assim não foi tão agradável. Felizmente, estivemos sempre em família e o ambiente de enorme alegria e apoio que sempre nos rodeia faz-nos ultrapassar estes momentos menos conseguidos”.

    Três semanas separam-no agora do próximo desafio. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada e onde António rodrigues poderá selar as contas do título.

  • Joaquim Rino soma novo pódio em Santa Marta

    Cada vez mais confiante no seu novo BRC BR49 EVO, o piloto de Porto de Mós assinou uma exibição forte em Santa Marta, alcançando na prova do Clube Automóvel da Régua mais um justo terceiro lugar a Divisão Protótipos B, a que juntou novo Top 5 absoluto no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.

    A quinta prova da temporada assistiu a uma das melhores exibições da época de Joaquim Rino. Aos comandos do BRC BR49 Evo com as cores da Articimentos e preparado pela FR Power, o consagrado piloto esteve muito sempre muito consistente, tirando bom partido do seu protótipo, que, à parte de um pequeno problema com a alavanca da caixa de velocidades, apresentou excelentes índices de fiabilidade. O carro tinha sofrido alterações técnicas antes da viagem até Santa Marta de Penaguião, de modo que o piloto da região Oeste se pudesse sentir mais confiante e capaz de extrair todo o “sumo” da sua nova “montada”.

    Agora que está mais habituado ao protótipo, que exige uma afinação perfeita, muito sensível, e como tal a exigir da parte de Rino um período de adaptação mais prolongado, de modo a extrair todo o seu potencial, dada a enorme carga aerodinâmica do BRC BR49 Evo.

    “Foi um fim-de-semana fantástico. Tivemos um pequeno percalço na caixa de velocidades na manhã de domingo. Mas antes e depois disso, correu tudo bem, com o BRC a estar nas melhores condições, dando-me confiança para tornar o meu ritmo mais intenso”, assinalou o piloto de Porto de Mós, que destacou o facto de ter “melhorado os tempos subida a subida, o que diz bem do potencial que ainda tenho para extrair deste RC. É um protótipo fantástico e, com o tempo, vai-me permitir ser ainda mais rápido. Fui sempre muito consistente e só na última subida é que não melhorei porque senti que o carro estava a escorregar um bocadinho mais, mas correu tudo bem”.

    A evolução na condução do BRC é um dos fatores que Joaquim Rino considera para os resultados e os tempos que vem realizando nas provas mais recentes, e que em Santa Marta foi mais uma vez determinante para a classificação alcançada. Isto apesar de ainda não extrair todo o potencial do seu protótipo: “Nuns locais sim, noutros ainda não consigo extrair toda a potência do carro. Mas estou a adaptar-me cada vez mais ao carro para dele retirar tudo quanto tem. Precisava de ter tempo para mais testes, mas a minha vida profissional é muto intensa e acabo por me sentar no BRC apenas nos fins-de-semana de competição. Felizmente, conto com o apoio da FR Power que tudo faz para que possamos evoluir”.

    Menos de três semanas separam Joaquim Rino do próximo desafio. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada, prova e que o piloto da Articimentos quer “tentar ser ainda mais rápido e, quem sabe, alcançar o melhor resultado da época.

  • Quarta vitória de Eva Laranjeira e o título está à vista!

    A “Dama de Aço” da Montanha esteve imperial na sua estreia em Santa Marta. A piloto de Setúbal não deu veleidades à concorrência nos Clássicos 1300 e transformou a 6ª edição da Rampa de Santa Marta no palco para a sua quarta vitória na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 2021, dominando os acontecimentos desde a primeira subida inaugural da prova.

    Eva Laranjeira ‘tomou-lhe o gosto’ e na prova do Clube Automóvel da Régua esteve mais uma vez ao mais alto nível, impondo um andamento demasiado forte para a concorrência nos 3200 metros do percurso serpenteante entre as vinhas de Santa Marta de Penaguião. Motivada pelos seus três anteriores sucessos consecutivos, a piloto setubalense não deu veleidades aos seus adversários aos comandos do Peugeot 205 Rallye, somando mais um triunfo para a MNE Sport, batendo a concorrência mais direta por mais de 20 segundos no cômputo das subidas de prova disputadas.

    Este é um nível incrível, sobretudo se atendermos ao facto de ser esta a primeira época que a piloto faz nos Clássicos 1300 e apenas a segunda época “a tempo inteiro” da sua carreira. Eva Laranjeira ficou radiante com este quarto triunfo em cinco possíveis, apesar de se tratar da primeira vez que competiu na prova duriense: “Foi espetacular. Eu nunca tinha feito esta rampa. Estava um bocado apreensiva, como é natural. Mas adorei o traçado. Correu tudo muito bem e os resultados foram mais positivos do que aqueles que estava à espera. Não podia estar mais feliz”.

    A apenas duas provas do final da época, a piloto sadina não esconde que o título na Taça de Portugal de Clássicos 1300 é um objetivo que deseja conquistar: “Efetivamente não posso escamotear que sou candidata ao título. É para isso que temos estado a trabalhar desde o início do campeonato e quando conseguimos atingir os nossos objetivos e estar a um passo de o conseguir não poderia estar mais contente. Vamos encarar com toda a seriedade as provas que faltam, com muito respeito pelos meus adversários, que muito prezo e admiro”.

    A “Dama de Aço” dedica o triunfo “sobretudo à equipa da MNE Sport. Foram incríveis e queria destacar o Ricardo Ermida, que se tem dedica de forma intensa ao Peugeot 205 Rallye, sendo para mim motivo de muita felicidade termos ganho esta prova na sua terra. Uma palavra muito especial para o Zé (José Carlos Magalhães). Sem ele nada disto seria possível. É quem me incentiva, me acarinha e é o principal responsável por tudo o que está a acontecer!”.

    Três semanas separam-na agora do próximo desafio. Será nos dias 24 e 25 de julho que o Targa Clube terá a responsabilidade de organizar a edição 2021 da Rampa do Caramulo, sexta prova da temporada.