Categoria: Montanha

  • Sérgio Nogueira em destaque na Arrábida

    O piloto da NSF Team Sérgio Nogueira ao volante do seu Renault Clio RS esteve brilhante no passado fim de semana na primeira jornada do Campeonato Portugal de Montanha.

    Logo na primeira subida da warm-up, o piloto de Braga começou logo por fazer o terceiro  tempo mais rápido entre a categoria dos Turismo, com um tempo de 2.09.933, à média de 96,97 km/h.  Já na 1ª subida oficial de treinos, Sérgio Nogueira faz um crono de 2.07.032 à média de 99,18 km/h, mantendo a 3ª posição na categoria  .Chegados à 2ª subida oficial de prova, Sérgio Nogueira continua a melhorar os seus tempos, conseguindo desta feita ficar pelos 2.06.840 à média de 99,33 km/h, passando a quarto classificado em termos da categoria dos Turismo.

    Já na primeira subida oficial de prova, a derradeira do dia de sábado, Sérgio Nogueira volta “ a pulverizar” o seu tempo anterior com 2.03.911 à média de 101,689 km/H, e de novo o 3º entre os Turismos.

    Pela manha de domingo , Sérgio Nogueira está na partida para a warm up 2, onde acaba por alcançar um crono de 2.13.212 à média de 94,58 km/h, mantendo a 3ª posição na categoria dos Turismos  .Logo de seguida, surge a derradeira subida oficial de treinos, onde o piloto da NSF Team volta a melhorar o seu tempo anterior com 2.07.075 à media  de 99,15 km/h, sendo de novo o 3º entre a categoria dos Turismo.

    Faltando apenas as duas subidas oficiais, na segunda subida, mais outro “crono canhão” com 2.03.202 à média de 102,27 km/h, passando a segundo classificado na categoria dos Turismo  .Para a derradeira subida, se na anterior já tinha estado bem, nesta ultima esteve bem melhor, fazendo 2.03.020 à média de 102,42 km/h.  No final, numa altura em que colocava o Renault Clio RS no atrelado, para fazer o regresso a Braga, Sérgio Nogueira disse-nos “ correu bem, foi todas as subidas, sempre a melhorar, objectivo esse alcançado, por isso estou satisfeito, o carro esteve bem, e agora há que preparar a próxima prova, a Rampa de Boticas “.

    JBVA ASSESSORIA

  • Cláudio Batista com arranque positivo na Arrábida

    Mesmo prejudicado pela cedência da caixa de velocidades do Citroen DS3 R1 logo na segunda subida de sábado, o piloto de Fafe almejou chegar ao triunfo na sua classe e garantir os primeiros pontos na sua divisão e na categoria.

    A prova que assinalou o regresso de Cláudio Batista às lides da Montanha transformou-se num autêntico carrossel de emoções para o piloto e a equipa que representa as cores da Sucesso Automóvel. Depois de ter feito uma sessão inaugural de “warm-up” onde o mote foi “rodar com tranquilidade para conhecer a pista e fazer um teste ao Citroen”, o piloto partiu para a 1ª sessão oficial de treinos cronometrados focado em “ir progressivamente intensificando o andamento, ganhando confiança e percebendo onde me situava na tabela de tempos das diferentes frentes onde estou a competir”.

    Mas, quando negociava a segunda curva do percurso da prova, aconteceu o pior. Na travagem para uma forte esquerda, a “caixa de velocidades cedeu e fui forçado a parar. No regresso à zona de assistência, logo percebemos que não dava para recuperar e iniciamos imediatamente uma corrida contrarrelógio para trazer outra caixa de velocidades. A equipa foi simplesmente fenomenal. Durante anoite, conseguiu mudar o componente e, felizmente, consegui estar à partida da jornada de domingo, embora limitado por estar a usar uma caixa de série”. Perante tal cenário, o piloto focou-se em “garantir que a minha condução não forçasse em demasia, para conseguir marcar tempos nas duas subidas de prova do dia e garantir os primeiros pontos da época”.

    Felizmente, nada mais aconteceu ao Citroen DS3 R1 e Cláudio Batista logrou cumprir o objetivo, alcançando mesmo a vitória na sua classe, garantindo anda uma pontuação muito satisfatória no que concerne às contas da Divisão Turismo 3. No fecho, o balanço que fez era “muito positivo. Adorei estar de volta, após 3 anos e ficamos muito motivados por termos conseguido dar à volta ao problema técnico, sendo ainda muito bom ter vencido a classe e ter marcado pontos. Agora, já só anseio pela prova seguinte!”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada.

  • José Carlos Magalhães arranca época com pódio nos Legends

    A exibição sólida e aguerrida que o piloto da MNE Sport assinou na prova de arranque da temporada, foi recompensada com o 2º lugar entre os Legends, garantindo importantes pontos na luta pelo almejado título.

    O arranque do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group correu de forma muito positiva a José Carlos Magalhães, piloto e team manager da MNE Sport. Aos comandos do seu habitual BMW M3, o piloto nortenho esteve sempre muito sólido e eficaz, assumindo uma posição de protagonismo na luta pela vitória no Campeonato de Portugal Legends de Montanha, dando corpo ao objetivo principal da sua época: conquistar o título.

    A prova setubalense não foi isenta de “alguns pequenos problemas técnicos. Não tivemos tempo para testes intensos na pré-época, embora tenhamos tido todo o cuidado na revisão e preparação do carro e acabou por ser nas subidas iniciais desta primeira prova que fomos procedendo a alguns ajustes e debelando alguns pequenos problemas”. Em pista, José Carlos Magalhães focou-se “em rodar sempre forte, testando limites e ganhando confiança com o conhecimento do traçado. O BMW M3 está competitivo e se não fossem alguns pequenos erros, aqui e ali, julgo que poderíamos ter dado ainda mais luta ao Pedro Lança na discussão da vitória. Poderia ter arriscado ainda um pouco mais, mas havia que pensar nos pontos e no campeonato, pois este vai ser longo e serão vários os pilotos com pretensões ao título”.

    O 2º lugar final entre os Legends deixa o piloto “feliz pois é um resultado positivo, que recompensa os esforços de todos os membros da equipa e, sobretudo, deixa-nos confiantes para as lutas que se avizinham. Não é o ideal nem me deixa completamente satisfeito, pois só entendo a minha presença na competição se for para lutar e alcançar vitórias. Não foi desta, mas vamos ao ataque já na próxima prova!”. Como tal, José Carlos Magalhães foca já “na prova de Boticas onde tudo farei para chegar à primeira vitória da época, deixando aqui um convite a muitos pilotos que estão parados, para que se juntem aos Legends neste fantástico campeonato. Quantos mais competirem, quanto mais luta haja, mais interessante será e a Montanha merece!”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada do CPM JC Group.

  • Hélder Silva e Carlos Oliveira em destaque na Arrábida

    Hélder Silva e Carlos Oliveira estiveram em bom plano no passado fim de semana na Rampa da Arrábida, jornada inaugural do Campeonato Portugal Montanha JC Group.

    Hélder Silva chegou à Rampa da Arrábida disposto a lutar pela vitória, e se assim pensou, assim o efectivou, pois acabou por ter uma acesa luta com o Osella de José Correia, que venceu por uma margem mínima. Quanto a Carlos Oliveira obteve a 2ª posição entre os participantes no Campeonato Portugal Legend´s de Montanha. Logo na primeira subida da warm-up 1, Hélder Silva ao volante do seu BRC BR 53 foi o autor do 3º melhor tempo, tendo feito toda a rampa da Arrábida em 1.53.184, à média de 111,31 km/h, estando na liderança da categoria de protótipos.  Quanto a Carlos Oliveira, e o seu Ford Sierra Cosworth foram os terceiros classificados no Campeonato Portugal  Legend´s de Montanha, fazendo um tempo de 2.16.543 à média de 92,27 KM/H.

    Para a primeira subida oficial de treinos, o BRC BR 53 de Hélder Silva faria o segundo tempo mais rápido entre os protótipos presentes, com um crono de 1.49.152 à média de 115,39 km/h  .Já Carlos Oliveira ao volante do Ford Sierra faz 2.11.568 à média de 95,76 km/h, sendo o 4º no CPLM:. Chegados à 2ª subida oficial de treinos, Hélder Silva volta a rubricar de novo o segundo melhor tempo com 1.44.695 à média de 120,34 km/h.  Por seu lado Carlos Oliveira e o Ford Sierra Cosworth fazem um tempo de 2.11.532 à média de 95,79 km/h, sendo de novo o segundo entre os classificados no CPLM.

    A tarde já ia avançada, e faltava para completar o programa de provas de sábado, a 1ª subida oficial de prova, onde o BRC BR 63 de Hélder Silva faz um tempo de 1.44.098 à média de  121,03 km/h.  Quanto ao Ford Sierra Cosworth de Carlos Oliveira, seria o segundo classificado no Campeonato Portugal Legend´s de Montanha, percorrendo a Rampa da Arrábida em 2.10.587 à média de 96,48 km/h.

    Após uma noite de descanso, no domingo de manha na warm up 2, Hélder Silva é o autor do  melhor tempo com 1.51.820 à média de 112,68 km/h.  Carlos Oliveira e o Ford Sierra Cosworth não fizeram esta subida.  Para a derradeira subida de treinos, Hélder Oliveira e o seu BRC BR 53, sempre na busca de novas afinações, acaba por fazer o 3º melhor tempo na classificação geral com 1.58.480 à média de 108,42 km/h, e Carlos Oliveira e o Sierra Cosworth fariam um tempo de  2.09.479 à média de 97,31 km/h, sendo o 3º entre os Legend´s.

    Faltando apenas as duas subidas para completar a primeira jornada da Rampa da Arrábida e do Campeonato Portugal e Montanha. Hélder Silva não “ tem mãos a medir”, e desfere um  ataque ao seu principal adversário, o Osella do actual Campeão em titulo, José Correia, onde faz um “ tempo canhão” de 1.41.693, à média de 123, 90 km/h.  Carlos Oliveira e o seu Ford Sierra Cosworth  acabaram por melhorar o seu tempo da subida anterior com 2.07.238 à média de 96,84 km/h, sendo de novo o 3º classificado no Campeonato Portugal Legend´s de Montanha.  Na derradeira subida oficial, Hélder Silva volta a fazer o melhor tempo da subida, mas insuficiente para vencer à geral a Rampa da Arrábida  .Mesmo assim o piloto da Póvoa de Varzim faz um tempo de 1.43.323 à média de 121,94 km/h.  Por outro lado, Carlos Oliveira volta a rubricar a terceira melhor marca com 2.10.211 `média de 96,76 km/h.

    Depois de estar na posse dos prémios, Hélder Silva descreveu-nos esta jornada do Campeonato Portugal Montanha, dizendo “ correu bem, tentei vencer a prova, mas não foi o suficientes, foi pena bem tentei, mas os meus adversários ficaram hoje com uma ideia do potencial deste BRC, e há que contar comigo para as próximas provas.  O carro esteve bem, vamos agora começar a pensar na próxima prova, que será a Rampa de Boticas, a segunda etapa do Campeonato Portugal de Montanha.”

  • Nuno Guimarães assina exibição de grande nível na Arrábida

    Nuno Guimarães retomou na 30ª Rampa PÊQUÊPE Arrábida, primeira prova da temporada 2021 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, a sua longa e profícua carreira na modalidade. O piloto da NJ Racing retomava assim a sua adaptação ao SilverCar S2 que adquiriu para a época de 2020, mas que só utilizou na única prova que então disputou, a Rampa Porca de Murça. O regresso do piloto da NJ Racing às lides da Montanha terminou com um resultado muito positivo, que antevê enorme progressão ao longo da época.

    Cumprindo o plano de ação, Nuno Guimarães foi paulatinamente ganhando mão ao SilverCar e ao traçado da Arrábida, baixando progressivamente os treinos e apostando fortemente nas subidas de prova. E culminou a sua exibição com um “forcing” nas duas subidas de prova de domingo, onde rodou que nem um “relógio suíço”, registando a sua melhor marca na derradeira tentativa, ao cravar no cronómetro 1:53.245, com toda esta eficácia a guindar o “Capitão” da NJ Racing, ao 7º posto absoluto, 5º dos protótipos e 30 da Divisão B.

    O resultado e a exibição deixaram Nuno Guimarães “muito feliz. Sentia falta deste ambiente e desta adrenalina. Sabia que a primeira prova seria difícil pois estava parado há mais de um ano e, logicamente, faltava-me ritmo de competição. E essa premissa ainda é mais relevante quando eu estou num combate com grandes pilotos, que muito admiro e de que sou amigo. São ossos duros de roer e de derrotar!”. Como tal, o carismático “Capitão da Montanha” considera que “o resultado e, sobretudo, o andamento que consegui imprimir deixaram-me muito satisfeito. Fiquei anda mais feliz com o resultado do António Rodrigues, meu colega de equipa. O Toni voltou a dar um pódio absoluto à NJ Racing e isso deixa-nos muito orgulhosos!”.

    Quanto ao futuro, Nuno Guimarães quer mesmo “dar muita luta quer ao Toni, quer ao Joaquim Rino e continuarei a ter o pódio absoluto como objetivo. Confio nas minhas capacidades e sei que ainda tenho muita para extrair da capacidade do Silvercar S2. Vou à luta e têm que contar comigo na batalha”, lembrando que “a próxima prova é em Boticas. Adoro o traçado e sei que vou conseguir ser mais rápido. Estou motivado e entusiasmado e também muito feliz por ver este campeonato de que tanto gosto ter tudo para ser um dos mais renhidos dos últimos anos!”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada.

  • Pedro Marques vence GT na Arrábida

    Foi sem dúvida alguma uma das surpresas desta jornada inicial do Campeonato Portugal Montanha, onde o bracarense Pedro Marques foi o brilhante vencedor.

    O piloto de Braga estava determinado a dar luta aos seus mais directos adversários, todos  ao volante dos Porsche GT 3.Na subida da warm-up, Pedro Marques começou logo “ ao ataque”, tendo feito logo o melhor tempo na categoria de GT, tendo feito toda a extensão da Rampa da Arrábida em 2.02.241 à média de 103.07 km/h, ficando assim na frente.  A verdade é que Pedro Marques já se estava a debater com problemas de embraiagem, e por isso acabaria por não fazer a primeira subida oficial de treinos, mas na segunda subida, rapidamente verificou que não tinha o carro a 100%, pois não conseguiu melhor do que o terceiro tempo na categoria dos GT, tendo feito 1.58.744 à média de 106,11 km/h, ficando com o terceiro melhor crono entre os GT. Faltando apenas a primeira subida oficial de prova, Pedro Marques passa “ao ataque”, e acaba por fazer um “ tempão” de 1.54.950 à média de 109, 61 Km/voltando á liderança entre os GT presentes.  Mas mesmo assim o piloto da Mobymotorsport pensando mais além resolveu e muito bem trocar a embraiagem para o bonito Porsche GT3, o que lhe permitiu acabar  as restantes subidas com tranquilidade e pronto para dar réplica aos seus adversários mais directos.

    Na manha de domingo, Pedro Marques faz a subida da warm-up 2 com o objectivo de ver como estava o carro, tendo feito “uma subida nas calmas”, alcançando um crono de 2.02.543 à média de 102,73 km/h, sendo o 2º classificado entre os GT.  Sempre na busca dum melhor comportamento para o GT 3, Pedro Marques está na linha de partida para a terceira subida de treinos, onde faz o 3º melhor tempo com 1.58.769 à média de 106,08 km/h.  Chegados à 2ª subida oficial de prova, Pedro Marques passa “ ao ataque”, e faz logo o segundo melhor tempo entre os GT com 1.53.830 à média de 110,69 km/h, sendo o suficiente para ser o brilhante vencedor da categoria dos GT na Rampa da Arrábida.,

    Já  com os trofeus na mão, Pedro Marques descreveu-nos como foi esta jornada inaugural, dizendo “ correu bem, no sábado debati-me com problemas de embraiagem, na qual acabei e muito bem por ter de montar uma nova, que me permitiu alcançar esta victória , que de fácil nada teve, mas que teve um sabor especial, lá isso teve, e assim os meus adversários podem contar comigo para as próximas provas “ finalizou Pedro Marques, já a pensar na próxima prova, a Rampa de Boticas.

  • Joaquim Teixeira vence Divisão Turismo 2 e alcança pódio na categoria com exibição de luxo

    O piloto e team manager da JT59 Racing Team/Bompiso rubricou uma exibição notável na prova de abertura do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2021. Dominou a seu belo prazer a Divisão Turismo 2 e esteve fantástico na “guerra” da sua Categoria!

    A 30ª edição da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida transformou-se em mais uma jornada de grande nível para Joaquim Teixeira. Senhor de uma carreira longa e laureada com muitos títulos, o piloto transmontano voltou a colocar em pista toda sua reconhecida rapidez e capacidade estratégica, dando um recital de condução aos comandos do Cupra TCR.

    Nada receoso por enfrentar adversários com viatura mais potentes e com quatro rodas motrizes, esteve sempre na batalha pela primazia na Categoria Turismos e apenas 54 milésimos de segundo o separaram de levar para casa a vitória, ficando assim num agridoce segundo lugar que, no entanto, avisa a concorrência de que terão de contar, uma vez mais com ele, na luta por este título nacional.

    Nas contas da Divisão Turismos 2, o domínio de Joaquim Teixeira foi simplesmente avassalador, registando um triunfo musculado e sem oposição. A performance, deixou o piloto “orgulhoso do que fizemos. A prova correu dentro das minhas expectativas. O objetivo primário passava por vencer a divisão e lutar até à última subida pela vitoria na categoria. Cumprimos e ficamos a escassas milésimas de levar as duas vitórias para casa!”. Deixou uma palavra “de grande reconhecimento à minha equipa de mecânicos. Conseguiram resolver todos os problemas que surgiram durante o fim de semana, incluindo um problema elétrico de grande porte. Foram indescritíveis na entrega que colocaram durante o fim de semana”.

    Joaquim Teixeira realçou ainda que “com a crescente adaptação que estou a ter com o Cupra TCR, este ano vou discutir a vitoria na geral dos Turismos em todas as provas do campeonato, mesmo com uma viatura com argumentos inferiores à concorrência. Este resultado e o apoio da família e dos amigos, dão-me mais força para lutar sempre pelo primeiro lugar nas próximas provas!”.

    O piloto e team manager não quis deixar de “agradecer o apoio do Municipio de Boticas, Bompiso, Intermarche (Alijo e Valpacos), ENI Sintética, Potauco, Jacinto Marques Oliveira, Proef, CCT Construção Civil e Obras Publicas e Pizzaria Pasta Fina. São eles que nos permitem estar a este nível”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada da Montanha.

  • Ricardo Loureiro começa época com um pódio

    Ricardo Loureiro ao volante do seu Ford Escort começou da melhor a edição 2021, do Campeonato Portugal de Montanha JC Group, ao subir ao pódio do Campeonato Portugal Clássicos de Montanha, onde alcançou a 2ª posição depois duma jornada com muita luta.

    Assim Ricardo Loureiro, na 1ª subida da warm up ainda a fazer os acertos ao Ford Escort, acabaria por fazer  toda a rampa da Arrábida em 2.18.227 à média de 91,51 km/h, sendo o 2º classificado na categoria do Campeonato Portugal de Montanha. Já na primeira subida de treinos, Ricardo Loureiro consegue melhorar de forma substancial com 2.12.847, à média de 94,84 km/h, sendo o 3º classificado na categoria, que na altura tinha como líder o Porsche 911 de Mário Silva, que  participou de forma esporádica nesta prova, não estando sequer inscrito no Campeonato.

    Para a 2ª subida  de treinos, Ricardo Loureiro acaba por fazer 2.12.552 , à média de 95,05 km/h, para de seguida dar lugar à 1ª subida oficial de prova, na qual faria toda a extensão da Rampa  da Arrábida em 2.09.432 à média de 97,34 km/h, sendo o 3º no Campeonato Portugal Clássicos de Montanha.

    Após uma noite de descanso, logo no domingo de manha, Ricardo Loureiro não faria a subida da warm-up 2, mas na derradeira subida de treinos sempre na busca dos melhores acertos para o Ford Escort MK 2, obteria 2.12.641 à média de 94,85 km/h, sendo o segundo entre os participantes no Campeonato Portugal Clássicos de Montanha.

    Faltava apenas duas subidas oficiais de prova, na qual, na primeira de domingo fazendo um crono de 2.10.505 à média de 96,54 km/h, seria o 3º melhor na sua categoria, para depois na derradeira subida oficial de prova ficar pelos 2.11.397, à média de 95,89 km/h.

    Já com os prémios nas mãos, Ricardo Loureiro começou por nos dizer “ foi uma rampa muito bem disputada com o meu amigo e colega, Fernando Salgueiro, fiquei em  terceiro em termos de classificação do Campeonato Portugal de Montanha, pois o Mário Silva  ao volante do Porsche 911 não vai fazer o campeonato, apenas esta prova.  Assim e perante todo este cenário  ,vai ser mais uma época bem disputada, e irei continuar como é lógico na luta pela victória, mas estou aqui para dar o meu melhor, e divertir-me o mais possível”, conclui Ricardo Loureiro.

  • Ricardo Loureiro conquista pódio nos Clássicos

    Ricardo Loureiro ao volante dos eu Ford Escort começou da melhor a edição 2021, do Campeonato Portugal de Montanha JC Group, ao subir ao pódio do Campeonato Portugal Clássicos de Montanha, onde alcançou a 2ª posição depois duma jornada com muita luta.

    Assim Ricardo Loureiro, na 1ª subida da warm up ainda a fazer os acertos ao Ford Escort, acabaria por fazer  toda a rampa da Arrábida em 2.18.227 à média de 91,51 km/h, sendo o 2º classificado na categoria do Campeonato Portugal de Montanha. Já na primeira subida de treinos, Ricardo Loureiro consegue melhorar de forma substancial com 2.12.847, à média de 94,84 km/h, sendo o 3º classificado na categoria, que na altura tinha como líder o Porsche 911 de Mário Silva, que  participou de forma esporádica nesta prova, não estando sequer inscrito no Campeonato.

    Para a 2ª subida  de treinos, Ricardo Loureiro acaba por fazer 2.12.552 , à média de 95,05 km/h, para de seguida dar lugar à 1ª subida oficial de prova, na qual faria toda a extensão da Rampa  da Arrábida em 2.09.432 à média de 97,34 km/h, sendo o 3º no Campeonato Portugal Clássicos de Montanha.

    Após uma noite de descanso, logo no domingo de manha, Ricardo Loureiro não faria a subida da warm-up 2, mas na derradeira subida de treinos sempre na busca dos melhores acertos para o Ford Escort MK 2, obteria 2.12.641 à média de 94,85 km/h, sendo o segundo entre os participantes no Campeonato Portugal Clássicos de Montanha.

    Faltava apenas duas subidas oficiais de prova, na qual, na primeira de domingo fazendo um crono de 2.10.505 à média de 96,54 km/h, seria o 3º melhor na sua categoria, para depois na derradeira subida oficial de prova ficar pelos 2.11.397, à média de 95,89 km/h.

    Já com os prémios nas mãos, Ricardo Loureiro começou por nos dizer “ foi uma rampa muito bem disputada com o meu amigo e colega, Fernando Salgueiro, fiquei em  terceiro em termos de classificação do Campeonato Portugal de Montanha, pois o Mário Silva  ao volante do Porsche 911 não vai fazer o campeonato, apenas esta prova.  Assim e perante todo este cenário  ,vai ser mais uma época bem disputada, e irei continuar como é lógico na luta pela vitória, mas estou aqui para dar o meu melhor, e divertir-me o mais possível”, conclui Ricardo Loureiro.

  • António Rodrigues vence Protótipos B na Arrábida e reclama mais um pódio absoluto

    Excelente arranque de época para o vice-campeão nacional. Assinando uma exibição a roçar a perfeição, António Rodrigues reclamou na Arrábida a vitória entre os Protótipos B e um lugar no pódio absoluto da prova.

    O tiro de partida para o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group deu-se a sul, com a 30ª edição da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida a ser um palco de eleição para terminar o “jejum” de quase seis meses sem competição. Mas, este longo defeso em nada afetou as capacidades de António Rodrigues. O piloto do BRC CM 05 EVO da equipa NJ Racing e patrocinado pela Lusimed, deu continuidade ao nível exibicional que ostentou ao longo de 2020 e voltou a estar em destaque.

    Muito rápido, ficou visível praticamente desde a primeira subida que não daria veleidades aos concorrentes diretos na luta pelo domínio da Divisão Protótipos B, construindo uma vitória incontestável. Foi o único desta divisão a rodar sistematicamente abaixo de 1:50, extraindo todo o sumo do protótipo preparado pela FR Power. Quanto à luta pela geral, cedo se percebeu que não lhe escaparia o 3º posto, conquistando assim mais um pódio prestigiante na sua curta, mas rica carreira e assumindo-se como um dos pilotos mais competitivos da modalidade.

    No rescaldo, o piloto da NJ Racing apoiado pela Lusimed considerou ter alcançado “um excelente resultado. Com o carro que temos não há hipótese de lutarmos com os dois protótipos da Divisão A e fizemos o que era possível”.

    Quanto ao resumo do fim-de-semana, António Rodrigues salientou que “comecei bem. Depois, senti alguma dificuldade na adaptação às novas patilhas no volante para as trocas de caixa de velocidades. O sistema não estava a funcionar bem e apanhei dois sustos. Nas subidas oficiais de prova, decidi recorrer à alavanca tradicional, usando de quando em vez as patilhas e acabamos por ultrapassar o problema. Fiz muito bons tempos e consegui este 3º lugar absoluto e a vitória na minha Divisão”, resultado que o piloto de Santa Marta de Penaguião considera “muito positivo e dentro das expectativas, colocando-nos em boa posição para discutirmos os títulos. Estou na luta e ganhei ainda mais alento para dar o máximo já na próxima corrida!”.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada da Montanha.