Depois de ter sido um dos grandes destaques em 2020, sua época de estreia a “tempo inteiro” na Montanha, António Rodrigues está pronto e motivado para repetir a “dose”, lutando pelo pódio absoluto em 2021.
Quase seis meses após se ter sagrado vice-campeão nacional Absoluto e de Protótipos no traçado da Arrábida, António Rodrigues volta ao “local do crime” para dar início à temporada 2021. O craque de Santa Marta de Penaguião volta a representar as cores da NJ Racing, sentindo-se “muito motivado e ansioso por ver o semáforo verde na primeira subida da época. Continuamos integrados na NJ Racing que, mais do que uma equipa, é uma verdadeira família e voltamos a contar com a assistência técnica da FR Power pois, como se costuma dizer em equipa que ganha não se mexe!”.
O BRC
CM 05 EVO volta a ser a “arma” de serviço do piloto que destaca “a excelente
relação que temos com o preparador. A FR Power é metódica na forma como prepara
o carro e as corridas, dando-me e à NJ Racing total garantia de que o carro
estará em ótimas condições”.
Quanto ao desafio que o espera, António Rodrigues sabe que já não vai conseguir surpreender a concorrência que, depois das fantásticas exibições de 2020, têm o médico dentista na mira e sabem que é um contendor de grande nível e que vai estar na discussão da primazia, prova à prova e no campeonato. E o piloto assume que “quero dar continuidade aos resultados de 2020. Sei claramente que será difícil. A concorrência será maior e estará mais forte, mas eu também me sinto mais experiente e mais capaz de extrair do BRC todo o seu potencial, algo que considero não o ter feito em 2020. Também e por outro lado, será um fator positivo o facto de eu já conhecer todas as rampas. Numa competição ao milésimo, o conhecimento dos traçados é fundamental e vou encarar cada rampa com ainda mais confiança!”.
No
caso particular da Arrábida, primeiro desafio da época, António Rodrigues sente-se
“muito confiante. Em 2020 lutei pelo triunfo absoluto, quer me seco, quer
com piso molhado. As previsões apontam apara a possibilidade de um
fim-de-semana com condições meteorológicas inconstantes e isso será um fator a
ter em conta e que pode baralhar as contas da classificação. Vamos tentar afinar
bem e rápido o BRC e estar ao ataque desde a primeira subida de prova”.
Os motores começarão a “rugir” às 14.00 horas de sábado com a sessão inaugural de “warm-up”, que será sucedida das habituais duas sessões de treinos cronometrados, fechando o primeiro dia de competição com a 1ª subida oficial de prova. No domingo, o programa é reatado às 10.30 horas, com nova sessão de “warm-up”. A terceira e última subida de treinos cronometrados do fim-de-semana antecederá as duas subidas finais “a doer”.
Depois duma época curta em 2020, Sérgio Nogueira evidencia alguma ansiedade para se sentar no seu Renault Clio RS, para assim fazer as subidas na rampa da Arrábida, prova que tem lugar já este fim de semana, sendo a primeira do calendário do Campeonato Portugal de Montanha JC Group 2021.
Sobre a prova que o espera, Sérgio Nogueira, disse-nos logo “ nunca mais chega a hora de poder sentar no carro e preparar para subir, estou um pouco ansioso, e com falta das corridas. Para o fim de semana que se aproxima, por aquilo que me apercebi, vai ser um fim de semana molhado, isto é vai chover, e com isso vamos ter de moderar o andamento, pois ao mínimo erro, de seguida é logo para regressa a casa. Por isso a primeira subida irá ser feita com alguma cautela, não fazer excessos, para depois nas duas subidas seguintes, tentar andar um pouco mais depressa, para que logo na 1ª subida oficial de prova, consiga um bom resultado. Depois no domingo, logo se verá como estão as coisas, mas há que tentar fazer sempre o meu melhor, para assim fazer um bom resultado final, numa época que concorrência é o que não vai faltar em termos de categoria, só espero que tudo nos corra pelo melhor”, conclui Sérgio Nogueira, o piloto da NSF Team.
Sérgio Nogueira e o seu Renault Clio RS irão fazer as verificações técnicas e documentais na 6ª feira, estando a 1ª subida prevista para as 10h45 de Sábado, com quatro subidas, e no domingo mais quatro subidas.
Depois de ter estado ausente das duas últimas provas da temporada 2020, o “capitão” está de regresso. Nuno Guimarães para mais uma época de Montanha com a ambição de lutar pelo pódio absoluto.
É um
dos mais carismáticos pilotos nacionais da modalidade e recebeu, com toda a
justiça, o cognome de “O Capitão”, após ter exercido tão honrosa tarefa na
liderança da seleção nacional presente em Gubbio, na última edição do FIA Hill
Climb Masters.
É também
o líder da NJ Racing e está de regresso ao pelotão da Montanha, depois de, como
refere, ter “optado por estar fora das últimas duas provas de 2020.
Depois do resultado negativo em Murça, a que se juntou o facto de estar na
linha da frente do combate pandémico, pois coordeno tecnicamente uma farmácia, optei,
com muita pena minha, por não fazer as duas outras provas que se realizaram,
mas foi algo que me custou muito!”, confessando ser “imensa a
saudade do ambiente, da adrenalina e do convívio com todos quantos fazem parte
desta autêntica família da Montanha!”.
Assim sendo e como a única prova em que participou, terminou de forma precoce, primeiro, devido a um toque e depois devido à interrupção da rampa, a primeira prova desta temporada 2021 será, na realidade, a “verdadeira estreia do meu SilverCar S2, arma com que contava estar na luta em 2020, mas que acabou por rodar muito pouco”. O SilverCar S2 está equipado com um motor Suzuki K8, caixa sequencial (não precisa de embraiagem), direção com upgrade S3, tendo um peso a rondar os 450kg, para uma potência perto dos 200cv. A tudo isto, segundo Nuno Guimarães, junta “uma aerodinâmica bastante eficaz, sendo ainda um protótipo com linhas belas e agressivas, tendo dado para perceber que é muito mais competitivo do que o meu anterior BRC”.
Como
tal, as suas expectativas para a época 2021 são “altas, mas de ser um ano
de adaptação ao Silver Car, sendo o principal objetivo evoluir de forma
positiva ao longo da época e ganhar confiança no carro, sem, no entanto,
enjeitar estar na luta pelos pódios, seja o absoluto, seja o da minha divisão!”,
destacando, em jeito de tirada bem-disposta, que “o meu colega de equipa
António Rodrigues colocou-nos muita pressão, ao nos ter dado a prenda de um
vice-campeonato absoluto, que muito honrou a NJ Racing. Aliás, o Toni será um
dos meus grandes adversários e a nossa luta de irmãos vai ser muito gira!”.
Quanto à Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida, Nuno Guimarães refere que “é um desafio enorme. O traçado é desafiante e tempos pouco conhecimento dele. Ainda para mais, é quase certo que vamos enfrentar condições meteorológicas difíceis. Temos de ser cautelosos, aproveitar bem as subidas de treino e atacar no momento certo. Vamos motivados e queremos sair de Setúbal com um bom resultado!”.
A nova estrutura confia em Joaquim Teixeira no ataque ao título de Turismos na Montanha, com o campeonato a começar já no próximo fim-de-semana, na Rampa PêQuêPê Arrábida. Daniel Teixeira e Joaquim Santos ficam com a tarefa de brilhar no Supercar Endurance ibérico.
Tudo pronto para o arranque temporada 2021 da JT59 Racing Team. A nova equipa erguida por Joaquim Teixeira, piloto e Team Manager, nasce porque o consagrado transmontano considerou que “após mais de um quarto de século a ter assistência externa, prestada por várias equipas técnicas a que aproveito para agradecer todo o trabalho que desenvolvemos em conjunto, decidi que era a altura certa para montar a nossa própria estrutura, nascendo assim a JT59 Racing Team”. A liderar tecnicamente o projeto estará “o mecânico chefe Jorge Mourão, coadjuvado pelo filipe Borges, dupla que me tem acompanhado nos últimos anos e em quem deposito total confiança”. A equipa terá “instalações próprias e sólidos meios técnicos e logísticos para que nada falte quer na preparação quer na assistência durante as corridas”.
E o arranque acontecerá já no próximo fim-de-semana, na Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida, prova inaugural do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e onde Joaquim Teixeira utilizará o habitual Cupra TCR, alvo de melhorias e de uma profunda revisão durante o defeso. Aliás, este campeonato será “um dos nossos grandes objetivos. É a minha modalidade de eleição e onde já conquistei muito títulos e vitórias, querendo este ano voltar a estar na luta”, assumindo Joaquim Teixeira que “a conquista da nova Divisão 2 e fazer tudo para e estar na luta pelo título nacional da Categoria Turismos são objetivos assumidos e tudo faremos para os alcançar!”.
Quanto à Arrábida, o piloto faz votos de que “as condições climatéricas sejam favoráveis e que não esteja a chover, pois essa é uma das condições para poder lutar pelo triunfo”. A outra faceta competitiva da JT59 Racing team passará pelo novo campeonato Supercar Endurance que juntará em pistas ibéricas os TCR aos GT4. Aos comandos do Cupra, a dupla habitual formada por Daniel Teixeira e Joaquim Santos que vão apontar ao título em discussão. Joaquim Teixeira, aqui na “pele” de Team Manager considera que “o talento do Daniel e do Joaquim são garantia de que estaremos na discussão das vitórias e do campeonato”.
Quase 5 dezenas de inscritos ditam um plantel de luxo para a prova de abertura do CPM JC Group. Com grandes novidades no regulamento do campeonato e com a introdução da Taça de Portugal de Kartocross de Montanha, a Arrábida tem todos os ingredientes para ser uma prova emocionante.
Damas e Cavalheiros: liguem os motores!
E é caso para dizer: finalmente. Está na hora de vermos pilotos e máquinas brilharem no arranque da temporada 2021 do Campeonato de Montanha JC Group. Depois de ter tido honras de fecho na temporada passada, o Clube de Motorismo de Setúbal é agora anfitrião da prova de abertura desta nova época, assinando a 30ª edição da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida. Fernando Matias, o líder da agremiação setubalense, enfatiza “a enorme satisfação que sentimos por ter conseguido, com um tremendo esforço por parte do clube da autarquia de Setúbal e dos nossos patrocinadores, erguer mais esta edição. Foi muito difícil, mas está tudo preparado para proporcionarmos um excelente fim-de-semana, sendo enorme a nossa satisfação por uma vez mais, contar com uma lista de inscritos extraordinária!”.
Muitos e bons: as lutas pelo domínio vão ser acesas!
Na categoria Protótipos, são cinco os “guerreiros” que
estão preparados para uma batalha épica. José Correia (Osella EVO 2 – PA 30)
inicia na Arrábida a defesa do título que brilhantemente conquistou em 2020. O
piloto e patrão do JC Group Racing Team terá opositores ferozes na dupla de
pilotos da NJ Racing, que incluiu o vice-campeão de 2020 António Rodrigues (BRC
CM 05 EVO) e o regressado Nuno Guimarães (SilverCar S2), o sempre veloz Hélder
Silva, que volta a confiar no potente BRC BR 53, cabendo ao consagrado Joaquim
Rino a grande novidade desta categoria: o piloto adquiriu um BRC B49 EVO e vem “com
tudo” para o campeonato, assumindo ambição de o discutir taco a taco.
A Categoria GT conta com “os suspeitos do costume”. Regressam
assim os grandes duelos de 2020, entre Vítor Pascoal (Porsche 991 GT3 Cup), Pedro
Silva (Porsche 997 GT3 Cup) e Pedro Marques (Porsche 991 GT3 Cup). Pascoal
quererá defender o seu título, cabendo a Silva e a Marques tentarem destronar o
campeão. Pela amostra da época transata, iremos ter corridas muito discutidas.
É na Categoria Turismo que temos a grande “revolução”
no regulamento do CPM JC Group. São agora três as Divisões onde os carros desta
Categoria se inserem.
A Divisão 1 é reservada aos carros de quatro rodas motrizes e tem na Arrábida quatro protagonistas. Luís Nunes, campeão nacional em título da categoria, volta a confiar no potente Ford Fiesta ST R5 para repetir a dose de 2020, sendo certo que terá pela frente adversários de grande valia. Nesta divisão, destaque para o regresso de José Pedro Gomes (Opel Astra OPC) e para a novidade da estreia do leiriense António Cruz Monteiro, aos comandos de um Peugeot 208 R5 T16. Ao trio junta-se Daniela Marques (Subaru Impreza), também ela felizmente de regresso às lides da Montanha.
A Divisão 2 esta reservada aos carros de duas rodas motrizes, com motores de cilindrada superior a 2000cc. São 5 os inscritos e entre eles destaque para Joaquim Teixeira (Cupra TCR) que, para além do favoritismo na sua divisão, é um “player” a ter em conta na luta pelo título da categoria, tendo sido vice-campeão na época transata e disputado o cetro até ao fim. Também em Cupra TC, Manuel Sousa vai continuar a sua evolução, a exemplo do que sucederá com José Carlos Pouca Sorte (BMW M3). Está também de volta o AudiRS3 LMS de Paulo Silva, ficando a lista completa com Frederico Formiga, num Fiat Stilo JTD.
Finalmente, na Divisão 3, onde correrão os carros de duas rodas motrizes, com motorização até 2000cc, apresentam-se 7 pilotos na contenda. Alberto Pereira, que foi campeão nacional em 2020, então conquistando o primeiro título Legends de Montanha, apresenta um Honda Civic Type R e, pela sua competitividade, assume claramente a posição de candidato, indo medir forças com outros nomes fortes da modalidade, entre os quais Parcídio Summavielle, sempre rápido aos comandos do Renault Clio R3 e de Sérgio Nogueira, o experiente bracarense que volta a confiar no Renault Clio RS, carro também escolhido pelo regressado Carlos Silva. Trevor Strecht (VW Golf MKIII) estreia-se nestas lides, onde também quer brilhar o fafense Cláudio Batista, aos comandos de um Citroen DS3 R1.
O Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group contará com um plantel de grande nível, apresentando 7 inscritos na Arrábida. Estão de volta os craques do Caramulo Racing Team, Ricardo Loureiro e Fernando Salgueiro, como sempre confiantes na competitividade dos seus Ford Escort MKII e terão de medir forças com forte concorrência. José Carlos Magalhães apresenta uma das grandes novidades da época, inscrevendo um Toyota Starlet Gr 5, sendo certo que na Arrábida o favoritismo terá de ir para o brutal Porsche Carrera RS de Mário Silva, com o consagrado piloto a estar, uma vez mais, presente numa das rampas que mais gosta. Junta-se a este naipe de luxo, Luís Moutinho (Ford Escort), Fernando Francisco (Ford Escort MKI) e Carlos Fava (VW 1303).
No que concerne à discussão das contas do Campeonato
de Portugal de Legends de Montanha JC Group, com o campeão a ter migrado para outras
lutas, a discussão do título está ainda mais aberta. José Carlos Magalhães, no
BMW M3 da MNE Sport e Carlos Oliveira (Ford Sierra Cosworth RS) assumem algum
favoritismo, que terão que provar frete ao Alfa Romeo de Bernardo Sá Nogueira e
aos Citroen Saxo de Pedro Lança e Bruno Carvalho.
A Taça de Portugal de Kartcross de Montanha JC Group terá na Arrábida a sua estreia absoluta. São 3 os “bravos dos aranhiços” que vão discutir a vitória. Sérgio Mateus e Nelson Rocha tripularão kartcross da Semog, enquanto Nelson Andrade confia num AG 1000. Espetáculo é coisa que está garantida à partida!
Nas Taças de Portugal reservadas aos 1300cc, Francisco
Milheiro (Peugeot 106) começa a defender o título de 2020, tendo como opositor
Rui gama (Peugeot 106). Nos Clássicos, Daniel Rolo apresenta-se com o potente
Datsun 1200 Coupé, tendo pela frente José Pedro Figueiredo Datsun 1200) e Eva
Laranjeira, que mudou para esta luta, apresentando como argumento um Peugeot
205 Rallye construído pela MNE Sport.
O programa competitivo da edição 2021 da Rampa PÊQUÊPÊ
Arrábida inicia-se às 10.45 horas da manhã de sábado, com a primeira sessão de warm-up
a dar tiro de partida para o galgar dos 3,1 kms do traçado. Quinze minutos
depois do meio-dia será dado início à 1ª subida de Treinos Oficiais, estando
marcada para as 14.30 horas a 2ª subida de treinos.
Às quatro e meia da tarde decorrerá a 1ª subida “a doer”, com a “armada” da Montanha a enfrentar o traçado da Arrábida já na discussão da primazia e da classificação, naquela que é a única Subida oficial de prova do primeiro dia de competição. As lides competitivas recomeçarão as 9.45 de domingo, com mais uma sessão de warm-up. O segundo dia contém ainda a 3ª sessão de Treinos Oficiais (11.15) que, como habitualmente, antecederá a chamada “hora do tudo ou nada”. Pela frente e para concluir em grande o evento, duas subidas oficiais de prova que, como habitualmente, se revelarão decisivas para o arrumar das contas deste arranque de temporada. Estão previstas, respectivamente, para terem início às 14.00 e 15.45 horas. O programa contará ainda com uma Rampa Regional, que conta com 18 inscritos.
Excepcionalmente, devido às enormes contingências provocadas pelo combate ao surto pandémico, não será realizada a cerimónia de distribuição de prémios, havendo lugar à entrega dos mesmo junto ao secretariado.
Prova de abertura do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group acolhe novo patrocinador. Prova do CMS passa a chamar-se Rampa Pêquêpê Bet7 Arrábida.
A aposta do Clube de Motorismo de Setúbal (CMS) na recuperação da Rampa Pêquêpê Arrábida, de um passado glorioso a um presente de excelência, continua a dar frutos. O esforço enorme para recuperar a competição para as estradas que serpenteiam a bela montanha à beira Sado nascida, está a ser reconhecido. Primeiro com a sentida homenagem a um enorme piloto, Pedro Queiroz Pereira, o famoso Pêquêpê. Depois com a inclusão no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group e, este ano, foi-lhe conferida a honra de inaugurar a edição 2021 da competição.
Finalmente, o esforço, dedicação, profissionalismo e credibilidade do CMS acaba de ser recompensado: está finalizado o acordo de patrocínio entre o CMS e a Bet7, passando a prova a chamar-se Rampa Pêquêpê Bet7 Arrábida 2021. O apoio à prova do CMS enquadra-se na estratégia da Bet7 de promoção do desporto em Portugal, partilhando a empresa de apostas online e o Clube de Motorismo de Setúbal a visão sobre como promover o automobilismo como uma das disciplinas mais importantes do desporto.
No âmbito deste acordo e reconhecendo a importância da aposta da Bet7 na Rampa Pêquêpê Bet7 Arrábida numa altura difícil para todos, o CMS vai exibir a marca em todas as ações de promoção da 30ª edição da prova e durante a realização do evento. A Bet7 “seguiu o seu instinto” e o CMS está pronto para dar razão a esse instinto com a realização da melhor edição da Rampa Pêquêpê Bet7 Arrábida.
O CAMI Motorsport viu-se forçado a adiar a Rampa Porca de Murça (10/11 abril), prova de abertura do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, na sequência do reiterado parecer desfavorável da Delegada Coordenadora da Unidade de Saúde Pública do Marão e Douro Norte.
Depois de ter apresentado o pedido de autorização à representante da DGS (Direção Geral de Saúde) naquele distrito [Vila Real] acompanhado do Plano de Contingência da FPAK (Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting) e de todas as regras e protocolos de segurança sanitária que seriam implementadas pelo clube organizador no decurso do evento, teve como resposta um primeiro parecer desfavorável. Apesar da argumentação apresentada pelo CAMI Motorsport, a referida autoridade de saúde local manteve-se irredutível no seu parecer desfavorável à realização da Rampa Porca de Murça.
Muito embora, em termos legais, esse veredito [parecer desfavorável] não seja uma proibição, a verdade é que sem o parecer favorável da Autoridade de Saúde nenhuma força policial subscreve e viabiliza a segurança do evento. Face a tais circunstâncias, e com o acordo tanto da Câmara de Murça, principal patrocinador da prova, como da FPAK, apenas restou ao CAMI Motorsport uma solução: adiar a Rampa de Murça para data a definir.
A pouco mais de um mês do arranque, que acontecerá em Murça, foi oficializado o Regulamento Desportivo do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. São muitas as alterações no seio da competição maior da modalidade, que se prepara ainda para receber, de braços abertos, os Fórmulas e os Kartcross integrados em taças específicas, neste ano de arranque.
Depois de ter sofrido as agruras do surto pandémico, que reduziu a época 2020 a três provas (Murça, Serra da Estrela e Arrábida), o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group prepara-se para regressar à normalidade, assim o combate a esta pandemia o permita na época que está prestes a começar. A modalidade tem granjeado nos últimos anos os favores do público e, até à época de 2020, vinha numa trajetória crescente de impacto mediático, almejando ainda cimentar a qualidade e a quantidade de inscritos, prova após prova, premiando o trabalho executado pelo consórcio promotor, formado pela APPAM – Associação dos Pilotos Portugueses de Montanha e pelos clubes organizadores. O ano atípico de 2020 mostrou, mesmo assim, que a modalidade está sólida pois cada uma das provas realizadas saldou-se por um enorme êxito organizativo.
A entidade, em
consonância com a FPAK, tem estudado continuamente a estrutura e os regulamentos,
ouvindo pilotos e restantes protagonistas, num trabalho de contínua melhoria,
para tornar o CPM JC Group cada vez mais atrativo para pilotos, equipas, autarquias,
patrocinadores, comunicação social e público em geral.
Em 2020, a grande novidade foi a introdução da Categoria Legends, com a outorga de um título nacional específico, alcançado, neste primeiro ano, por Alberto Pereira, aos comandos de um Honda Integra Type R. O edil mesãofriense fez assim companhia aos outros galardoados: José Correia (Osella PA2000 Evo2) alcançou o título mais saboroso, o Absoluto, juntando-lhe o ceptro referente à categoria Protótipos. Já Vítor Pascoal levou o Porsche 991 GT3 Cup à vitória nos GT, cabendo a Luís Nunes (Ford Fiesta ST R5+) renovar o título entre os Turismos. Flávio Saínhas (Ford Escort MKI) reclamou a supremacia entre os Clássicos. Nas Taças 1300, Francisco Milheiro (Peugeot 106) venceu entre os carros mais recentes, sendo Domingos Fernandes a reclamar o trono entre os clássicos.
2021 com muitas novidades
A regulamentação agora apresentada ostenta o maior número de alterações que a modalidade observou nos últimos anos. Mas comecemos pelo que não é mudado. Quanto aos títulos em discussão, continuarão a ser 6: Absoluto, Protótipos, GT, Turismos, Legends e Clássicos, sendo ainda atribuídos troféus aos vencedores das Divisões, Grupos e Classes. O campeonato também continuará a contar com a disputa das Taças de Portugal reservadas a veículos modernos ou clássicos, com cilindrada até 1300cc.
É entre os Turismos que se dá uma pequena “revolução regulamentar. Receptora de uma grande parte do pelotão oficial da Montanha, a Categoria apresenta agora 3 novas divisões, todas diferentes das 4 anteriores. A nova Divisão Turismos 1 será reservada a todas as viaturas com quatro rodas motrizes. Já a Divisão 2 incluirá os veículos com apenas duas rodas motrizes e cuja cilindrada seja superior a 2000cc, com a Divisão Turismos 3 a incluir os carros cuja motorização seja até 2000cc e que possuam também apenas duas rodas motrizes.
Fórmulas e Kartcross são mais duas grandes novidades na época
A inclusão de monolugares nas lides competitivas do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group era falada já há alguns anos, sendo, notoriamente, vontade do Promotor vir a enquadrar viaturas que, a exemplo do que acontece no Europeu com os Fórmulas e em vários campeonatos nacionais e regionais com os Kartcross, demonstram ser espetaculares e merecedoras dos favores e do aplauso do publico. Foi assim criada uma Taça de Portugal de KartCross de Montanha e uma Taça de Portugal de Monolugares de Montanha, onde estes monolugares estarão inseridos, com pontuações autónomas e não podendo pontuar para o campeonato absoluto.
Os Kartcross serão aceites e distribuídos por duas classes (até 600cc e 1.000cc), com os Fórmulas a serem distribuídos por três classes distintas (até 1.600cc, 2.000cc e 3.000cc) e irão competir em todas as 8 rampas do calendário ao passo que os Fórmulas, por questão relacionadas com as condições de segurança, só estarão em 5, ficando excluídas as rampas de Murça, Penha e Caramulo.
O anúncio da inclusão
dos monolugares provocou já muitas reações de interesse, inclusivamente por parte
de pilotos estrangeiros, sendo de esperar uma forte adesão às duas novas
competições.
8 provas decidirão os campeões e o ano terminará com o FIA Hill Climb Masters
É novamente pelas mãos
do CAMI que o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group arrancará. Será nos
dias 10 e 11 de Abril, tendo como palco a Rampa Porca de Murça. 15 dias depois,
a familía da Montanha ruma a sul, para a mítica Serra da Arrábida, com a 2ª
prova a decorrer sob a batuta do Clube de Motorismo de Setúbal.
8 e 9 de Maio trará a novidade do Europeu de Montanha se disputar, pela primeira vez, no desafiante traçado de Boticas. Caberá ao Demoporto a organização da prova que reúne a fina flor do velho continente aos protagonistas do CPM JC Group. No último fim-de-semana do mês, a 29 e 30, tocámos o teto de Portugal Continental. A Rampa Covilhã Serra da Estrela será o quarto desafio da temporada, segundo onde o CAMI assume as honras organizativas.
12 e 13 de junho marcarão o regresso a norte, para na cidade berço se disputar a Rampa da penha Paisagem Protegida, voltando o Demoporto a tomar as rédeas do evento que marcará a abertura da segunda metade da temporada. O desafiante serpentar do traçado erguido nos socalcos do Douro receberá a 6ª edição da Rampa de Santa Marta. O Clube Automóvel da Régua ergue em Penaguião o encontro do campeonato com o Douro Património da Humanidade, nos dias 3 e 4 de Julho, para três semanas após ser vez do Targa Clube nos levar até ao Dão, onde o pelotão enfrentará a Rampa do Caramulo, em Tondela.
Trás-os-Montes
abrirá e Trás-os-Montes terá honras de fecho do CPM JC Group 2021. Boticas será
o local, com este traçado de grande dificuldade a ter assim honras de dupla aparição
na época elevando para três o número de provas organizadas sob a égide do
Demoporto.
As provas continuarão a contar com oito subidas, divididas equitativamente pelo sábado e pelo domingo das quais duas de aquecimento (warm-up), três de treinos oficiais e outras tantas de prova, contando para a classificação final o somatório dos dois melhores tempos efetuados entre os 3 possíveis nas referidas subidas de prova. Quanto ao programa e horários, as verificações técnicas decorrerão sempre na noite de sexta e na manhã de sábado, recomendando o promotor que a primeira subida do programa de cada prova (Warm-up 1), arranque às 13 horas de sábado, uma hora antes do que era normal até à época passada.
Concluído o campeonato, a época terá ainda um momento de grande emoção. A mítica Falperra receberá o FIA Hill Climb Masters, competição maior da modalidade a nível mundial. Esta verdadeira Taça das Nações decorrerá nos dias 9 e 10 de outubro, sendo de esperar que à prova do Clube Automóvel do Minho acorram mais de centena e meia de participantes, em representação de mais de duas dezenas de nacionalidades, transformando ao evento num dos momentos altos de 2021 do desporto motorizado português.
Joaquim Teixeira faz um balanço bastante positivo da sua participação no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group em 2020, apesar da temporada bastante reduzida devido aos constrangimentos provocados pela pandemia.
O piloto transmontano, que é também
o dirigente da APPAM (Associação Portuguesa dos Pilotos de Automóveis de
Montanha) sagrou-se vencedor da Divisão 4 Turismos e do Grupo TCR e
vice-campeão nacional absoluto da categoria Turismos, aos comandos do Cupra
Leon TCR do Bompiso Racing Team,
Um naipe de bons resultados,
atendendo às circunstâncias, faz com que Joaquim Teixeira faça um balanço
positivo da época passada: “Com o reduzido número de provas que foi
possível (em 2020) os resultados acabaram por ser o que aspirávamos. Manter-me
pelo quarto ano consecutivo no pódio dos Turismos, após o primeiro ano ter sido
campeão nacional. Tivemos pena que a última prova não se realizasse, porque a
diferença entre o campeão e eu foram apenas dois pontos. Um desfecho que
poderia ter sido alterado na tal prova que faltou, que à última hora foi
anulada. Mas são as contingências do desporto automóvel. Umas vezes ganha um,
outras ganha outro. E parabéns a quem vence”.
“Para mim a
época foi melhor. Fui mais consistente. A nível da equipa Bompiso, procurámos
manter-nos no campeonato de Montanha e fazer também o Open de Portugal de
Velocidade. Aí não fiz a primeira prova por motivos profissionais, o meu filho
(Daniel Teixeira) fez três provas, falhando também uma por motivos
profissionais. E na outra o Joaquim Santos também fez. Na última o Daniel teve
de correr sozinho. Correu razoavelmente bem, porque conseguimos ser segundos na
categoria TCR e terceiros no campeonato de turismos do Open, por termos falhado
uma das provas. Mas acho que o balanço acaba por ser positivo”, refere também o piloto transmontano, numa alusão à
outra frente onde a sua equipa e o Cupra TCR estiveram envolvidos.
Bom começo e desempenhos na Serra da
Estrela e Arrábida Caracterizando a curta temporada de 2020, Joaquim Teixeira
menciona o bom começo de época que teve, e depois as limitações nas outras duas
provas disputadas: “Murça correu-me bem. Obtive a vitória. A Serra da
Estrela já sabia que não era a rampa mais adequada, devido à inclinação, e ao
binário necessário para sair das curvas em potência, face a outras máquinas que
têm outras condições. Na Arrábida, à chuva, já sabia que não tínhamos
hipóteses, pois é quase impossível bater os 4×4”.
“Estava à
espera de outras provas, onde o meu carro poderia ser mais competitivo, que
acabaram por não se realizar. Mas dentro daquelas provas que se realizaram acho
que a época me correu bem. A primeira foi agradável, começar logo a vencer.
Permitiu-me acalentar a esperança que poderia discutir o campeonato até ao fim.
E contrariamente ao que se diz, embora eu seja transmontano e tenha residido
muitos anos em Murça, não sou possivelmente a melhor pessoa que conhece o
traçado, por que há outros que também moram a 15 ou 20 km da rampa. Foi o
possível. Para o ano esperamos que corra melhor e que o campeonato seja mais longo”, considera o piloto transmontano sempre apontado a
tirar o melhor partido das ‘armas’ que possui.
Sobre aquilo que poderá ser 2021, Joaquim Teixeira prefere não ‘mexer em equipa que ganha’: “Em princípio irei manter-me nos Turismos. O Cupra é muito interessante de conduzir. Na primeira prova (de 2020) consegui explorar todo o potencial do carro, porque estava bom tempo e acho que tem condições para se manter competitivo dentro dos turismos, a lutar pelo pódio, mesmo com as alterações que vão acontecer este ano, pois vou ter mais concorrência. Vou manter. Não vou cometer loucuras, até porque quero manter uma viatura que me permita fazer montanha o mais tempo possível, com o Joaquim Santos e o Daniel a fazerem velocidade. Acho que é a viatura adequada, a nível de manutenção, performances e prazer de condução”, avança o piloto da Bompiso.
O jovem piloto de Guimarães levou o seu Peugeot 106 ao título na Taça de Portugal de Montanha 1300 JC Group, na época de 2020.
Tendo iniciado a sua participação no Campeonato de Montanha em 2019, Francisco Milheiro desde cedo revelou-se com um piloto rápido. Ao longo das duas épocas que já assinou, o vimaranense assumiu sempre protagonismo na luta pelos lugares cimeiros e viu todo o seu esforço recompensado com o cetro alcançado na época transacta.
Para Francisco Milheiro, o ano de 2020 “foi fantástico. Iniciámos a época desportiva em Murça, com o Peugeot mas melhorado em todos os aspetos ,de forma a ser possível lutar pela conquista da Taça, algo que nunca seria possível atingir no ano anterior devido a falta de preparação do carro”. Murça foi uma prova muito exigente , estando presentes sete participantes na minha categoria ,e onde considerava ter sido a minha pior prova no ano anterior. Rapidamente consegui fazer bons tempos e fomos recompensados com um 2º lugar final, algo que considero muito bom devido a falta de treino e conhecimento do set up do carro”.
Após a paragem forçada, provocada pelo combate ao surto pandémico, o campeonato regressouna Rampa Covilhã Serra da Estrela. Foi uma jornada exemplar, com Francisco Milheiro a ser ” o mais rápido em todas as subidas, assinando assim uma vitória muito justa entre os 1300. Fiquei ainda muito satisfeito por ter alcançado um excelente Top 15 na geral da prova!”.
Segui-se uma ida até Setúbal, com o mítico cenário da Arrábida a receber a terceira prova da temporada. O jovem vimaranense refere que “fui para essa prova com alguns cuidados, sabendo que uma vitória ou um lugar no pódio me colocavam numa posição privilegiada para chegar ao título. As condições meteorológicas foram muito desafiantes mas felizmente tudo correu bem e chegamos novamente a um bom resultado, que nos consolidou a liderança da taça”.
Cancelada que foi, posteriormente, a Rampa de Boticas, ficou selado o titulo na Taça 1300, façanha que deixou Francisco Milheiro “bastante satisfeito, pois significou que cumprimos o nosso objetivo maior. Também ajuda a cativar patrocínios para a próxima época onde espero estar presente. Agradeço assim a todos os envolvidos neste projeto: a minha equipa, os meus patrocinadores e, de forma muito especial, o meu pai .”