O piloto da Articimentos voltou a demonstrar toda a sua rapidez e experiência, conseguindo estar na luta até ao fim por um lugar entre os melhores. Novo BRC BR49 Evo mostrou potencial para ser “arma” de sucesso.
A estreia de Joaquim Rino no Campeonato de
Portugal de Montanha JC Group 2021 teve como palco a Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida e
representou o momento em que o piloto apresentou oficialmente à família da
Montanha o seu novo BRC BR49 EVO, aposta forte para a nova época. O protótipo
voltará a ser assistido tecnicamente pela FR Power, renovando assim “uma
parceria que tem dado frutos. Estou muito satisfeito com o trabalho do Rui
Ferreira e da sua equipa técnica e muito esperançoso no que vamos fazer juntos
para desenvolver o novo carro”.
Ao longo do fim-de-semana na Arrábida, o
piloto foi paulatinamente melhorando os seus tempos, retirando mais de 9
segundos ao primeiro tempo, registando a sua melhor marca (1:51.834) precisamente na
última subida oficial de prova, facto que muito lhe agradou, pois, “ter
conseguido ser sucessivamente mais rápido, rodando sempre dentro dos limites e
à descoberta do carro, ser competitivo e estar sempre entre os melhores da
geral, deixa-me feliz e confiante para o futuro, onde tenho a certeza de que
seremos mais fortes e poderemos estar na luta pelo pódio absoluto e pela
vitória na nossa divisão, os dois objetivos que gostaríamos de alcançar nesta
época” que Joaquim Rino antevê como “muito competitiva. Temos
muitos e bons pilotos e carros, com a nossa categoria a apresentar um alto
nível. Mas é assim que gosto de correr, com concorrência forte!”.
No fecho da prova, o 4º lugar absoluto e a 2ª posição entre os Protótipos da Divisão B, foram o pecúlio muito positivo que premiou o talento do piloto e o trabalho da equipa, sendo de realçar o alto nível de fiabilidade que o BRC BR49 Evo apresentou ao longo de todo o fim-de-semana. O resultado e a exibição deixaram Joaquim Rino “muito satisfeito até porque encarei esta prova como um passo inicial na minha adaptação ao novo BRC BR49 EVO. É um protótipo muito diferente daquele que tripulei durante muitas épocas, mais competitivo e que exigirá de mim muito trabalho para poder extrair dele toda a potencialidade”.
O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada do CPM JC Group.
Fernando Salgueiro ao volante do seu Ford Escort MK 2, começou da melhor maneira ao ser o brilhante vencedor no Campeonato Portugal de Clássicos de Montanha, mas não se pense que foi uma vitória fácil, pois de fácil nada teve, pois o seu amigo e colega de equipa do Caramulo Racing Team , Ricardo Loureiro não lhe deu qualquer tipo de trégua e assim todas as subidas foram muito disputadas.
Assim logo na 1ª subida da warm-up, Fernando Salgueiro, ainda a fazer os acertos no seu Ford Escort MK 2, que surge agora com as côres do Caramulo Racing Team , acabaria por percorrer toda a extensão da Rampa da Arrábida em 2,26.214, ficando na 2ª posição em termos desta categoria, tudo isto feito a uma média de 86,17 km/h .Já na primeira subida de treinos oficial, Fernando Salgueiro passa ao “ataque”, e acaba por fazer o melhor tempo entre os participantes no Campeonato Portugal Clássicos de Montanha, fazendo toda a rampa em, 2.11,625 à média de 95,72 km/h, a uma excelente média de 95,72 km/h, bem superior à subida anterior. Mas a verdade é que a luta pela liderança na categoria fica ao rubo, na qual na segunda subida de treinos, Fernando Salgueiro acaba por ser o segundo mais rápido fazendo um tempo de 2.14.515, à média de 93,66 km/h. Já com quase todos os acertos feitos, faltava apenas a ultima subida do dia de sábado, a 1ª subida oficial de prova, onde seria o autor do segundo melhor tempo na categoria, não conseguindo desta feita bater o “outsider” Mário Silva, que não participa no Campeonato de Montanha, apenas participa nesta rampa, que acabaria por suplantar o piloto do Caramulo Racing Team , fazendo um, crono de 2.08.674 à média de 98,38 km/h.
Após uma noite de descanso, logo no domingo pela manha, Fernando Salgueiro optou por não subir na warm-up 2, no entanto na 3ª subida de treinos, estava na linha de partida da Rampa da Arrábida, para fazer um bom crono com 2.12.881, à média de 94,82 km /h, sendo o 4ª classificado no Campeonato Portugal Clássicos de Montanha.
Faltando apenas as duas subidas oficiais, logo na 2ª subida oficial de prova, Fernando Salgueiro pura e simplesmente “ cilindrou “ todos os tempos feitos anteriormente, com um tempo canhão de 2.09.974 à média de 96,94 km/h, consolidando assim a sua liderança em termos de Campeonato Portugal de Clássicos de Montanha, ficando assim mais perto da tão almejada vitória. Para a derradeira subida, Fernando Salgueiro não quis arriscar em demasia, e acabaria por concluir a 3ª subida oficial de prova em 2.17.450, à média de 91,66 km/h.
Após ter recebido os seus prémios, Fernando Salgueiro descreveu-nos como foi esta jornada inaugural do Campeonato Portugal de Montanha JC Group 2021, dizendo “ correu bem, balanço francamente positivo, em termos técnicos hoje um pequeno problema que a equipa de mecânicos rapidamente resolveu e solucionou. A partir daí foi tentar fazer um “tempo canhão ”, o que consegui e com isso a liderança em termos de categoria ficou mais ao meu alcance. Por outro lado com esta victória , que de fácil nada teve, pois embora o Porsche de Mário Silva estivesse presente, ele apenas faz esta rampa, e nem sequer está inscrito no Campeonato, fiquei atrás dele, mas agora já estou na liderança, o que é um bom começo de época, e vou ter muito que lutar pois os meus adversários não me vão dar qualquer tipo de facilidades, esta vitória já é minha, vamos agora preparar tudo para a rampa seguinte, Boticas a duas semanas”, conclui Fernando Salgueiro.
Nelson Andrade, António Rodrigues e Joaquim Rino rubricaram exibições de alto nível, recompensadas com resultados a condizer. Os 3 pilotos assistidos tecnicamente pela FR Power tiveram um arranque de campeonato ao mais alto nível.
A FR Power assentou arraiais no parque de assistência
da 30ª Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida 2021 com 3 apostas dentro da sua zona: aos protótipos
de António Rodrigues e Joaquim Rino, juntou-se o kartcross do madeirense Nelson
Andrade, que confiou na FR Power neste seu “ataque” à novel Taça de Portugal de
Kartcross de Montanha (TPKM).
E foi um fim-de-semana em cheio. O “furacão da Madeira” brilhou ao mais alto nível e tornou-se o primeiro vencedor da história da TPKM, dominando por inteiro e dando um “show” incrível aos comandos do seu AG1000, que o guindou ao 5º posto da tabela de tempos absoluto da prova.
Quanto aos dois “guerreiros” dos protótipos, António Rodrigues colocou o seu BRC CM05 EVO da NJ Racing, num brilhante 3ª lugar absoluto, vencendo a Divisão protótipos B, com Joaquim Rino a estrear o belo BRC BR49 EVO com um excelente 4º lugar absoluto e secundando António Rodrigues na Divisão.
Para Rui Ferreira, diretor técnico da FR Power, este
foi um “um fim-de-semana muito positivo. Os arranques de temporada são
sempre tensos e momentos onde vemos o resultado de todo o esforço que colocamos
na preparação da época. Foi muito gratificante para toda a equipa técnica da FR
Power ver os nossos 3 pilotos a lutarem pela primazia e a alcançarem resultados
de grande nível. Ficamos felizes por eles, pelas suas equipas e, claro, também
por nós, ao ver o nosso trabalho técnico resultar de fora plena em competição”.
Durante a jornada na Arrábida, o trabalho da FR Power focou-se na “evolução dos carros, para estarem no melhor nível possível, recebendo o feedback dos pilotos, subida após subida. Foi muito importante não ter chovido pois assim trabalhamos de forma sólida e saímos de Setúbal com muita confiança para o futuro”. O responsável da FR Power ficou muito feliz “com os resultados fantásticos dos 3 pilotos que assistimos, dando a perceber que a época poderá ser de grande nível e bem-sucedida. Ficamos felizes pelo trabalho realizado nos carros pois permitiu colocar todos dentro do Top 5 absoluto, validando a aposta que em nós fizeram!”.
O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Será na Rampa Internacional de Boticas que se disputará a 2ª prova da temporada do CPM JC Group.
Foi impróprio para cardíacos a luta entre o piloto do Osella e Hélder Silva, num BRC BR 53. No final apenas 0,2 segundos separaram os dois pilotos, com a balança a pender para o atual campeão nacional!
https://youtu.be/yhzTVSutMNQ
E nem só da fantástica luta pela vitória absoluta viveu uma edição emocionantes da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida. Atestando o excelente nível competitivo da modalidade, a prova inaugural do Campeonato de Portugal de Monta JC Group foi emocionante de início a fim, cheia de incidentes, entre toques e avarias mecânicas, com lutas sem tréguas a marcarem a discussão da maior parte das classificações em disputa no campeonato, com as decisões a serem alcançadas por diferenças ínfimas, isto após três subidas oficiais de prova, das quais foram extraídas os dois melhores tempos para dar o agregado final a cada piloto.
José Correia venceu e este
triunfo parecia ir ser conseguido de forma relativamente tranquila até que o
programa competitivo da rampa chegou á 2ª subida oficial de prova. Aqui, um
renovado Hélder Silva, aos comandos de um BRC BR53, puxou dos galões e “devorou”
os 3,1 kms da rampa em 1:41.603, cravando no cronómetro a melhor marca do
fim-de-semana, à espantosa média de 123,9 km/h!
Com esse feito, os dois pilotos
foram para a derradeira subida separados por um mísero segundo e tudo poderia acontecer.
E foi quase dramático. Hélder Silva partia antes e saiu a fundo, tentando repetir a dose da subida anterior. Cerca de 30 segundos depois, foi a vez de José Correia receber o semáforo verde e arrancar a fundo.
No entanto, o piloto do JC Group Racing Team teve uma saída de pista logo após a curva inicial do traçado, dando um toque nos rails e ficando logo ali. Restou aguardar pelo veredito do cronómetro, para saber se veria o seu adversário passar para a frente, sem que nada pudesse fazer. Hélder Silva cruzou a fotoelétrica de fecho em 1:43.323 e, quando feitas as contas dos agregados de cada piloto, 253 milésimas de segundo ditaram a vitória de José Correia, que assim continua a ser o “rei” da Arrábida por mais um ano.
3º lugar da geral para António
Rodrigues que, mesmo limitado pela menor competitividade do seu BRC CM 05 EVO,
face às “montadas” dos dois primeiros, voltou a rubricar uma excelente exibição,
coroada com mais um pódio e a vitória na Divisão Protótipos B.
Emocionante foi o duelo pela primazia entre os GT. Ao longo do fim-de-semana, três pilotos foram protagonistas de uma refrega que fez passar, um a um, pela liderança. Totalmente renovado na motivação e na condução, o bracarense Pedro Marques acabou por impor o seu Porsche 991 GT3 CUP ao carro idêntico do campeão em título, Vítor Pascoal, com os dois a acabarem separados por 7 décimas de segundo. Pedro Silva (Porsche 997 GT3 CUP) foi terceiro a 4 segundos, alcançando, mesmo assim, mais um bom resultado.
54 milésimos de segundo. Sim,
leram bem, 54. Um autêntico piscar de olhos separou Luis Nunes (Ford Fiesta ST
R5) e Joaquim Teixeira (Cupra TCR) na luta pela vitória na Categoria Turismos.
Voltando a renovar o duelo que estes dois grandes pilotos protagonizaram em 2020, foram capazes na Arrábida de ostentar sempre um ritmo impressionante e a balança acabou por pender para o piloto do Fiesta, mas deu para perceber que a discussão do título nacional desta categoria será acesa. Nunes venceu ainda a Divisão Turismos 1, enquanto Joaquim Teixeira se impôs naturalmente na Divisão Turismos 2.
O “rookie” António Cruz Monteiro veio desde Leiria se estrear no COM JC Group para voltar a mostrar toda a velocidade que consegue com o Peugeot 208 T16 R5. Foi premiado com um 3º lugar na categoria e poderá vir a ser um dos grandes destques deste campeonato. A Divisão Turismos 3 viu um endiabrado Bruno Carvalho (Citroen Saxo) levar de vencida dois dos nomes mais consagrados da modalidade, Sérgio Nogeuria e Parcídio Summavielle, numa divisão que promete lutas bem aguerridas.
Quanto as contas do Campeonato de Portugal Legends de Montanha, um nome sobressaiu na Arrábida: Pedro Lança. Mesmo condicionado pelo facto de não ter participado na subida de prova de sábado, devido a problemas com a direção do Citroen Saxo, o piloto de Sines lançou-se ao ataque nas duas subidas oficiais de domingo e simplesmente pulverizou os melhores tempos entre os Legends e terminando a prova com 7,7 segundos de vantagem sobre José Carlos Magalhães (BMW M3).
Este sai da Arrábida satisfeito pois conseguiu evoluir o carro da MNE Sport e provar que vai lutar pelo título. O Pódio ficou completo com a presença de Carlos Oliveira no 3º lugar. O poveiro esteve sempre muito regular com o Ford Sierra Cosworth RS.
Já na refrega reservada ao
Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha, a prova conheceu um dominador
já habitual. Mário Silva voltou a trazer à Arrábida o potente Porsche Carrera
RS e voltou a provar que a idade não lhe retira faculdades.
Foi um vencedor antecipado, deixando a Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro, os dois pilotos do Caramulo Racing Team, a tarefa de discutirem as restantes posições do pódio. Nesta luta particular entre os homens dos Ford Escort MKII, foi Salgueiro que levou a melhor nesta primeira prova da temporada, ficando prometidos duelos interessantes nas próximas rampas.
A prova de estreia da Taça de
Portugal de Kartcross de Montanha foi tão animada e provou que a aposta nesta
novidade tem tudo para dar certo. A velocidade, o barulho e a espetacularidade
que pilotos e máquinas colocam em pista, encantam quem vê ao vivo e quem seguiu
a transmissão online.
E da Madeira veio um autêntico “furacão” chamado Nelson Andrade. Senhor de uma condução de grande nível, capaz de extrair tudo da grande competitividade do seu AG1000, o piloto da Pérola do Atlântico dominou a guerra dos pequenos monolugares, triunfando sem oposição e conseguindo obter tempos que, num hipotético escalonamento global, lhe dariam um Top 5. Notável. A fazerem maravilhas aos comandos de dois Semog, com motorização de apenas 600cc, Nelson Rocha e Sérgio Mateus asseguraram os restantes lugares do pódio, com Nelson Rocha a superiorizar-se de forma clara na luta pelo segundo posto.
Daniel Rolo esteve imparável, como é seu apanágio sempre que compete entre os Clássicos 1300. Aos comandos de um bem preparado Datsun 1200 Coupé, o piloto dominou todas as subidas e cedo resolveu a questão da vitória. Atrás de si, também não houve luta para o segundo lugar, onde sempre rodou Aníbal Rolo (Datsun 1200), enquanto a setubalense Eva Laranjeira assegurou o último degrau no pódio, na estreia do seu Peugeot 205 Rallye.
Na TPM 1300, Francisco Milheiro
venceu de forma clara o duelo entre os Peugeot 106, face a Rui Gama,
conquistando mais uma vitória e iniciando assim de melhor forma o triunfo
alcançado nesta tal em 2020.
O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma agora a norte, para assentar arraiais no coração de Trás-os-Montes. Dentro de quinze dias, vai medir forças com a “nata” internacional da modalidade. Será na Rampa Internacional de Boticas que, para além de ser a 2ª prova da temporada do CPM JC Group, terá honras de abertura do Campeonato Europeu de Montanha.
O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2021 arrancou em grande. Mais de quatro dezenas de pilotos responderam à chamada na que foi a 30ª edição da carismática Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida. O “MVP” da jornada foi José Correia que “limpou” a tabela de tempos, impondo-se nas quatro subidas realizadas, liderando a geral após a única subida de prova do programa.
A performance do piloto e patrão do JC Group Racing Team ganha especial relevo porque enfrentou uma concorrência forte, que o forçou a aumentar paulatinamente o ritmo, ao longo de toda a jornada. Começando por rodar no “warm-up” em 1:47,310, melhorou para 1:46.295 e 1:44,695, na 1ª e na segunda subida oficial de treinos, “voando baixinho” na derradeira vez que enfrentou hoje os 3,1 kms do traçado, cravando no cronómetro o fantástico tempo de 1:42,262, à média horária de 123,21 km/h. Uma progressão de 5,1 segundos em 3100 metros, dando conta de que o campeão nacional em título arranca muito forte, estando preparado para lutar pela revalidação do cetro absoluto.
Mas deu para perceber que não será com facilidades. O
regressado Hélder Silva foi que mais oposição tentou criar, revelando uma boa
adaptação ao BRC BR53 que estreou no ano transato, mas que pouco rodou, na única
prova que fez em 2020. Está rápido e consistente e terminou o primeiro dia a
1,8 segundos do líder, prometendo luta na jornada decisiva de domingo.
O pódio ficou completo com o BRC CM 05 Evo de António
Rodrigues. Ciente das limitações do seu protótipo face ao duo da frente, o
piloto da NJ Racing entregou-se à luta de forma firme e, aqui e ali, rodou mesmo
para lá dos limites, tendo feito um pião numa das sessões. Na subida de prova,
foi seguro e almejou garantir o terceiro tempo, a 7,4 segundos de José Correia.
Luís Nunes (Ford Fiesta ST R5) sai de sábado no 4º
lugar absoluto e voltou a mostrar todo o seu talento, colocando-se numa
liderança segura na Categoria Turismos, onde possuiu dois segundos de vantagem
sobre Joaquim Teixeira (Cupra TCR), autor de um dia onde foi evoluindo até
estar na luta pela liderança da categoria. O pódio dos Turismos incluiu o “rookie”
António Cruz Monteiro que, na sua estreia no CPM JC Group, almejou estar entre os
melhores, revelando rapidez aos comandos do Peugeot 208 T16 R5.
Pedro Marques surpreendeu a concorrência entre os GT.
O piloto de Braga assinou o melhor tempo da sua categoria na subida de prova,
colocando o seu Porsche 991 GT3 Cup no comando da categoria, possuindo cerca de
7 décimos de segundo sobre Vítor Pascoal (Porsche 991 GT3 Cup), estando Pedro
Silva (Porsche 997 GT3 Cup) no terceiro posto, 4 décimos atrás de Pascoal. Vai
ser renhida a luta pelo domínio nesta categoria, com os três pilotos separados por
um segundo!
Um nome encantou todos quanto se estiveram na Arrábida e as dezenas de milhar que seguiram o “live streaming” oficial da prova nas redes sociais: Nelson Andrade.
O piloto madeirense colocou o seu AG1000 no 7º lugar absoluto da tabela de tempos da subida oficial de prova, no dia em que se estreou a Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, competição que contou com a presença de mais dois pilotos. O piloto da Pérola do Atlântico revelou um andamento à parte entre os “aranhiços”, estando na liderança com quase dez segundos de vantagem sobre Nelson Rocha (Semog), com este a deter um pecúlio de 7 segundos sobre o outro Semog, tripulado por Sérgio Mateus), terceiro colocado.
Entre os Clássicos, ninguém parece ter argumentos para parar o potente Porsche Carrera RS de Mário Silva.
O consagrado piloto enfrentou problemas mecânicos nas sessões de treino, mas, na hora da verdade, o carro alemão comportou-se em pleno e Mário Silva rodou quase cinco segundos mais rápido do que o seu mais direto adversário, Fernando Salgueiro, num dos Ford Escort MKII do Caramulo. Esta equipa reservaria anda o restante lugar do pódio provisório deste campeonato, ao colocar lá Ricardo Loureiro, em carro idêntico, 1,3 segundos mais lento do que o seu colega de equipa.
Nos Legends, Pedro Lança começou por dominar as duas subidas, mas o Citroen Saxo teve um problema mecânico na terceira subida e o piloto já não participou na subida d eprova que fechou a jornada.
Quem aproveitou foi Bernardo Sá Nogueira (Alfa Romeo 156) que foi o mais rápido no momento mais importante, superiorizando-se por 1,2 segundos ao Ford Sierra Cosworth RS de Carlos Oliveira. O pódio provisório dos Legends ficou completo com José Carlos Magalhães. O resultado foi melhor do que o sucedido na subida mais importante, poiso piloto do BMW M3 Compact teve um toque que o fez perder muito tempo. Amanhã tem tudo para estar na luta.
Quanto às lides das taças até 1300cc, Francisco
Milheiro (Peugeot 106) lidera na TPM, enquanto Daniel Rolo domina a seu belo
prazer a competição dos clássicos, em condições normais, sendo impossível de
alcançar, tal a competitividade que extrai do Datsun 200 Coupé.
A competição recomeçará as 9.45 de domingo, com mais uma sessão de warm-up. O segundo dia contém ainda a 3ª sessão de Trenos Oficiais (11.15) que, como habitualmente, antecederá a chamada “hora do tudo ou nada”. Pela frente e para concluir em grande o evento, duas subidas oficiais de prova que, como habitualmente, se revelarão decisivas para o arrumar das contas deste arranque de temporada. Estão previstas, respetivamente, para terem início às 14.00 e 15.45 horas.
Bernardo Sá Nogueira regressa à competição no próximo fim-de-semana com a participação na ronda de abertura do Campeonato de Portugal de Montanha 2021, a Rampa Pêquêpê – Arrábida.
O escalabitano esteve o ano passado presente na prova organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal e, aos comandos de um Alfa Romeo 156 TS inscrito na categoria CPLM, assinou um excelente resultado, ao assegurar a subida ao pódio da categoria com um bom terceiro lugar obtido em condições climatéricas difíceis.
Em 2021 Bernardo Sá Nogueira volta a marcar presença na rampa desenhada na Serra da Arrábida, contando, uma vez mais, com o seu Alfa Romeo 156 TS com as cores da Magos. “É um prazer voltar a esta prova, que tem uma longa história no automobilismo português. O ano passado conseguimos um excelente resultado em condições complicadas, que poderão repetir-se este ano, dado que a chuva deverá estar presente ao longo de todo o evento. Sabemos que a competição é forte, mas vamos dar o nosso melhor e trabalhar para terminar o fim-de-semana com um bom resultado e dessa forma agradecer a confiança que os patrocinadores depositaram em mim, assim como a todas as pessoas que me ajudaram neste projecto”, afirmou o piloto de Santarém que contará com o apoio técnico da Veiga Motorsport.
A Rampa Pêquêpê – Arrábida será seguramente uma prova difícil, dado que para além do seu selectivo traçado, tal como no ano passado, a chuva deverá ser uma presença assídua, o que poderá ter um forte impacto na classificação final. “Tal como em 2021, as condições climatéricas serão um factor decisivo no desfecho desta rampa. Vamos tentar colocar estas contrariedades do nosso lado e, dessa forma, conquistar um bom resultado. Não será fácil, a concorrência é muito forte, mas vamos trabalhar para ter um carro competitivo e daremos o máximo em cada subida”, concluiu o piloto da Magos.
O programa oficial do evento deste fim-de-semana tem o seu início no sábado, com a subidas de treinos e a primeira subida oficial, às 16h00, realizando-se no domingo as duas restantes, às 14h00 e às 15h45.
A piloto de Azeitão que defende as cores da MNE Sport parte para a sua segunda época a “tempo inteiro” na Montanha e com desafio novo: lutar pela glória na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300.
Depois de ter brilhado na sua época de estreia na Taça de Portugal de Montanha 1300 JC Group, em 2020, Eva Laranjeira prepara-se para a segunda época no pelotão da modalidade e logo com objetivos ainda mais ambiciosos. O arranque será em Setúbal, com a Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida 2021 a ser muito especial para ela. A piloto não esconde “a profunda emoção que sinto por voltar a correr na Arrábida, Sou de Azeitão e por isso orgulhosamente uma setubalense de coração. Só por esse facto, correr esta rampa é sempre algo muito especial para mim”.
Por outro lado, Eva Laranjeira tem neste arranque de temporada, o primeiro passo competitivo num “novo desafio que abraço com muita garra. Viro a página, deixando para trás o Fiat Uno 45 com que competi em 2020 e emigro para os Clássicos 1300, tendo a honrosa tarefa de pilotar um fabuloso Peugeot 205 Rallye que a MNE Sport adquiriu e preparou ao pormenor!”. E este é um 205 Rallye “puro sangue”. A piloto explica que o “José Carlos Magalhães já falava deste carro há muito tempo e que seria interessante para mim e para a minha evolução como piloto. A equipa procurou um caro original e, felizmente, conseguimos encontrar. Toda a sua documentação atesta a sua originalidade e isso deixa-nos muito felizes”.
O carro foi “todo desmontado e
revisto ao pormenor. O motor está com zero quilómetros e não vejo hora de
galgar asfalto rampa acima. O desafio é muito maior do que o que o Fiat
representava, mas sinto-me preparada!”.
Quanto a objetivos na época, Eva Laranjeira assume que “darei tudo em pista. Sei que lutar pelo título será tarefa difícil. Enfrento bons pilotos e bons carros e ainda tenho de me adaptar ao Peugeot, mas quero estar na luta e garantir, pelo menos, um lugar no pódio do campeonato”. Os motores começarão a “rugir” às 14.00 horas de amanhã, sábado, com a sessão inaugural de “warm-up”, que será sucedida das habituais duas sessões de treinos cronometrados, fechando o primeiro dia de competição com a 1ª subida oficial de prova. No domingo, o programa é reatado às 10.30 horas, com nova sessão de “warm-up”. A terceira e última subida de treinos cronometrados do fim-de-semana antecederá as duas subidas finais “a doer”.
Será aos comandos do habitual BMW M3 Compact da MEN Sport que o piloto nortenho quererá “vingar” a época atribulada de 2020. A Arrábida é o primeiro desafio ao objetivo de lutar pelo título.
José Carlos Magalhães não esconde o jogo e afirma claramente que “colocamos a nós próprios a fasquia alta. A forma de ser da MNE Sport quando entra em competição é lutar pelos pódios e, se possível, pelas vitórias, seja em que campeonato estiver”. Os objetivos do piloto para 2021 foram, no entanto, alvo de uma alteração. José Carlos Magalhães e a equipa preparavam-se para estrear na Arrábida um novo Toyota Starlet Gr. 5 que se assumir como a grande aposta para o ataque ao título nacional de Clássicos e que se juntaria ao BMW M3, colocando o piloto perante a ousada tarefa de fazer cada rampa a dobrar!
No entanto, alguns atrasos no transporte
das peças, devido a todo o constrangimento que a pandemia tem causado, causou “a
dolorosa decisão de não levarmos o Toyota à Arrábida e de abdicarmos da luta
pelo título entre os Clássicos”.
Isto também fez alterar o objetivo do
piloto que se virou para “o nosso habitual BMW M3 Compact que volta a ser
a nossa arma no ataque a um título que, obviamente, será o dos Legends”.
O carro germânico foi alvo de “uma profunda revisão, mas o seu nível
competitivo está igual ao que ostentava no fecho da época passada, o que me dá
garantias de que tenho argumentos para discutir os lugares da frente”.
Quanto ao Starlet, não fica fora de hipótese
“aparecer com ele numa ou noutra rampa, talvez a Penha, mas será sobretudo
para ser utilizado em ralis com formato Legends, esperando que em 2022 possa
estar com ele a tempo inteiro na Montanha”.
E a 24 horas do arranque da Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida, José Carlos Magalhães sente-se “capaz e motivado. Será um fim-de-semana difícil, mas estou confiante. No ano passado, consegui ser competitivo, quer em seco, quer à chuva e as previsões apontam para mais um ano com roleta nas condições meteorológicas. Vamos nos focar na afinação do carro nas subias de treinos e tudo faremos para sair de Setúbal com um resultado de topo!”.
Os motores começarão a “rugir” às 14.00 horas de amanhã, sábado, com a sessão inaugural de “warm-up”, que será sucedida das habituais duas sessões de treinos cronometrados, fechando o primeiro dia de competição com a 1ª subida oficial de prova. No domingo, o programa é reatado às 10.30 horas, com nova sessão de “warm-up”. A terceira e última subida de treinos cronometrados do fim-de-semana antecederá as duas subidas finais “a doer”.
A estrutura técnica liderada por Rui Ferreira volta a investir fortemente na sua presença técnica no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Serão três os pilotos que confiarão, uma vez mais, na experiência e capacidade técnica da FR Power no ataque às lides da Montanha em 2021.
A Joaquim Rino
e António Rodrigues, dois dos “cavaleiros” dos Protótipos, junta-se agora o
madeirense Nelson Andrade que vem à conquista do Continente, integrado na novel
Taça de Portugal de Kartcross de Montanha.
Rui Ferreira,
diretor técnico da FR Power, sente-se “muito honrado com mais esta demonstração
da confiança no nosso nível de preparação e assistência para competição. Para a
FR Power, 2021 será mais uma época para colocarmos todo o nosso saber, experiência
e dedicação ao serviço dos pilotos e das equipas que em nós confiam, algo que
fazemos desde que apostamos na competição em 2007”, destacando “a
continuidade que resulta de uma vez mais, quer o Joaquim Rino, quer o António Rodrigues
e a NJ Racing, confiarem em nós para lhes garantir um alto nível de preparação
nos carros, sendo para nós muito motivador estar a preparar e a assistir dois
dos grandes candidatos aos lugares da frente do campeonato”.
No caso de Joaquim Rino, o consagrado piloto colocou nas mãos sábias de Rui Ferreira e da sua equipa a sua nova “arma”, um BRC B49 EVO, com que pretende estar ainda mais capaz de chegar ao topo da tabela. Este é um desafio que a FR Power abraça “com muito entusiasmo. Foi feito um meticuloso trabalho para que o carro esteja perfeito, a exemplo do que fizemos com o BRC CM 05 Evo que o António rodrigues vai continuar a utilizar. Este foi alvo de uma profunda revisão e de algumas ligeiras melhorias que o vão tornar ainda mais competitivo!”. Rui Ferreira tem a expectativa de ver “quer o Rino, quer o António, a lutarem pelo título!”.
Desafio novo é o que se prende com o apoio técnico à vinda de Nelson Andrade e do seu kartcross AG 1000. Senhor de um farto palmarés nas rampas madeirenses, o piloto da Pérola do Atlântico vai agora competir no CPM JC Group, nesta que é a primeira época em que os kartcross disputam uma taça específica na Montanha. Para Rui Ferreira e para a FR Power, este é “um desafio novo muito aliciante. A nossa estrutura está pronta e tudo faremos para ajudar o Nelson a chegar ao título na Taça”.
Paralelamente, a FR Power prepara já a possível renovação da sua participação na corrida internacional de 12 horas que se realizará no Autódromo Internacional do Algarve e que será reservada aos Citroen C1 do Troféu C1 Learn & Drive, com a viatura a estar “reservada, como aconteceu em 2020, a pilotos da Montanha. Estamos ainda a fechar o alinhamento, mas contamos estar à partida com um plantel forte e capaz de brilhar”.
Três anos depois, o piloto fafense está de regresso à competição. Tem na Montanha o “prato forte” da época, mas o seu calendário também vai incluir alguns ralis.
Depois de ter competido em 2018, então aos comandos de um Toyota Starlet, Cláudio Batista está de regresso à competição, desta feita aos comandos de um Citroen DS3 R1, dando assim seguimento à sua curta carreira competitiva. O piloto de Moreira de Rei, em Fafe, sente-se “muito feliz por estar de volta ao volante de um carro de competição!”, até porque “os automóveis fazem parte da minha vida profissionalmente e a competição é algo que me fascina desde tentar idade”.
A
aquisição do Citroen DS3 R1 foi pensada por ser “um carro fiável e
competitivo dentro da sua classe, sendo certo que, obviamente, me forçará a um
período de adaptação até conseguir retirar dele toda a sua potencialidade. Por
outro lado, tem um visual muito apelativo que permitirá potenciar a divulgação
dos meus patrocinadores, aproveitando para lhes agradecer o apoio, sem o qual
seria impossível montar um projeto com a seriedade que estamos a colocar neste”.
A
época de Cláudio Batista arranca já neste fim-de-semana que se avizinha, com o
piloto a integrar o forte pelotão do Campeonato de Portugal de Montanha JC
Group na Rampa PÊQUÊPÊ Arrábida 2021, prova inaugural da temporada. A sua
“guerra” será na Divisão 3 da Categoria Turismos e o piloto está “muito
entusiasmado, muito motivado, embora ciente de que vou enfrentar traçados que
não conheço e pilotos que, para lá de serem muito mais experientes do que eu,
possuem carrosmais competitivos do que o meu. Será uma luta
árdua, mas darei o meu melhor!”, tendo como principais objetivos “lutar
pelas vitórias na minha classe e dar tudo para chegar ao pódio da minha
Divisão”.
O calendário 2021 de Cláudio Batista vai contemplar ainda “a participação em algumas provas do Campeonato norte de Ralis, onde terei como navegador o Pedro Santana. É uma modalidade de que gosto muito. Escolherei algumas provas carismáticas, que não colidam com a Montanha. A nossa participação não terá ambições relacionadas com o campeonato, mas, prova a prova, tentaremos sempre lutar por posição de destaque ma nossa classe e grupo”.