A Pandemia Covid – 19 continua a provocar anulações e adiamentos de eventos desportivos. Desta feita, a Federação Internacional Automóvel anunciou que a edição 2020 do FIA Hill Climb Masters foi adiada para o próximo ano.
O evento estava marcado para a
Rampa Internacional da Falperra, em Braga e tinha como data inicial Outubro de
2020.
A decisão da FIA foi recebida
pelo Clube Automóvel do Minho, entidade organizadora, com tristeza, mas também
encarada com naturalidade.
Do mal o menos. Se o evento, tão ansiado pelos amantes da modalidade, já não vai acontecerá este ano, pelo menos Braga vai continuar a ser a sede da próxima edição, a decorrer no Outono de 2021.
A Pandemia Covid – 19 continua a provocar anulações e adiamentos de eventos desportivos. Desta feita, a Federação Internacional Automóvel anunciou que a Rampa de Boticas a contar para o Europeu de Montanha já não vai ter lugar em 2020.
Numa decisão que incluiu o
adiamento da edição 2020 do FIA Hill Climb Masters, que estava aprazada para
Outubro, na Falperra, e, Braga, a FIA também decidiu cancelar a edição deste
ano do Europeu de Montanha, que incluiria uma prova na Rampa de Boticas, aprazada
para o mês de Maio.
No entanto, a prova portuguesa
viu já confirmada a sua presença na edição 2021 do Europeu, não perdendo assim
o direito de receber o campeonato principal da modalidade.
Para Carlos Cruz, presidente do
Demoporto, esta posição da FIA, corroborada pela FPAK, era esperada:
E se o Demoporto ainda beneficiou
dos ventos da sorte, conseguindo levar a bom porto a edição 2020 do Rally Serras
de Fafe e Felgueiras, a decisão de suspensão completa da atividade no motorsport,
tomada duas semanas após a prova, coloca em risco não apenas as duas rampas em
Boticas mas o restante da temporada do clube, com destaque para o rali de
Montelongo, isto num ano em que a prova fafense contará não apenas para o Campeonato
Norte de Ralis mas também para o nacional de clássicos, sendo ainda candidata a
integrar o Europeu 2021 reservado a esta tipologia de viaturas.
Para Carlos Cruz, a prova marcada para os idos de Julho está dependente do que vai acontecer nos próximos tempos:
Ficam assim sem efeito as duas
provas internacionais de Montanha que estavam previstas para o ano corrente.
No entanto, no meio das más notícias, fica pelo menos a garantia de que, em 2021 e se tudo regressar à normalidade, os craques internacionais da Montanha estarão na Falperra e em Boticas, para duas competições que têm tudo para serem um sucesso.
O nosso programa continua a visitar o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
No episódio de hoje, partimos à conversa com Ricardo Gomes.
O piloto bracarense fala do seu novo projeto elétrico e da sua carreira, numa entrevista conduzida pelo jornalista Joaquim Amândio Santos.
A equipa de produção continua a ser constituída por Armando Leitão, na edição de vídeo e Paulo Seabra, na sonoplastia.
Desta feita, no Motorsport Hoje, fomos ao encontro do Campeonato de Montanha JC Group. E o primeiro protagonista desta modalidade é Joaquim Teixeira, piloto e presidente da APPAM, aqui entrevistado por Joaquim Amândio Santos, num trabalho que conta com edição de imagem de Armando Leitão e sonoplastia assinada por Paulo Seabra.
O relatório elaborado pela Cision e referente aos primeiros três meses de 2020 confirma que o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group continuou a ver crescer o impacto mediático, na sendo dos resultados obtidos nos anos anteriores.
Embora
o CPM JC Group só tenha realizado a Rampa Porca de Murça antes da interrupção
oficial de todas as atividades desportivas, em consequência da pandemia
provocada pelo COVID-19, os dados recebidos no “Impact Report” elaborado pela
Cision são sintomáticos da crescente popularidade do campeonato junto do público.
Para este impacto contribuíram ainda a estratégia de comunicação permanente que, nos dois primeiros meses do ano, destacou a apresentação dos pilotos e seus projetos desportivos, bem como a Gala da Montanha que se realizou em Santa Marta de Penaguião, a 11 de janeiro.
O
espaço editorial ocupado pelas 741 notícias registadas pela Cision correspondem
a um custo publicitário (AAV – Automatic Advertising Value) avaliado em
2.028.083€. No total, as notícias veiculadas neste período, 64 foram veiculadas
na imprensa que corresponderam a um AAV de 87.997 €, 234 na televisão
correspondendo a um AAV de 1.471.621€, 10 na rádio, correspondendo a um AAV de
10.372€ e 433 notícias na Internet, correspondendo a um AAV de 458.090€.
Para
estes resultados muito contribuíram as noticias emitidas nos diferentes canais
televisivos, com especial destaque para o facto de ter sido bastante alargado o
espectro de presença do CPM JC Group, conseguindo ter espaço noticioso nos
canais televisivos da RTP, da SIC Notícias, Sport TV, CM TV, Bola TV, Porto
Canal e Eleven Sports, abrangendo ainda um enorme espectro radiofónico, que incluiu
a Antena 1, Rádio Renascença, TSF, M80 e Golo FM.
Na internet, a presença mediática distribui-se por diferentes plataformas noticiosas, das generalistas às especializadas, destacando-se os sites VelocidadeOnline, Autosport, VMotores, Sportmotores, Motor 24, PT Jornal, AutoLook, O Jogo, Record, A Bola e JN.
Uma
referência ao fato do estudo ainda não incluir o impacto obtido pela presença nas
redes sociais que, sem sombra de dúvidas, incrementaria de forma vincada os números
obtidos. A página oficial do CPM JC Group no Facebook apresenta um crescimento global
de 38% no impacto, destacando-se o aumento de seguidores e o número de pessoas
alcançadas, visualizações e partilhas dos conteúdos.
A
isto acresce a boa presença na mesma rede social dos clubes organizadores e da
APPAM e a divulgação feita pela página oficial da FPAK e em grupos
especializados em Motorsport.
Para Joaquim Teixeira, presidente da APPAM – Associação dos Pilotos Portugueses de Automóveis de Montanha, esta é “a melhor maneira de provar que o CPM J.C. Group 2020, estava lançado para ser um dos melhores senão o melhor dos últimos anos. Mesmo só com uma prova, conseguiu-se um resultado extraordinário muito superior aos dos anos anteriores no mesmo período”, lembrando ainda que “em 2019 e já numa rota de crescimento que vinha de anos anteriores, o impacto anual foi de 5,1 milhões de euros, com este resultado do 1º trimestre de 2020 a dizer, claramente, que poderíamos ter chegado em 2020 a números superiores a 8 milhões!”.
O responsável da APPAM considera que “este resultado é também a prova inequívoca que com o esforço de todos, clubes, pilotos, autarquias, comunicação Social, patrocinadores, FPAK e Parceiros do CPM, conseguimos muitos pilotos, muito publico, muita competitividade, tendo como consequência um grande retorno”. Joaquim Teixeira tem esperança de que “depois da pandemia, se possa dar continuidade a este bom trabalho embora conscientes das dificuldades que se avizinham para todos”.
O piloto da Bracardox assinou uma bela exibição na Rampa Porca de Murça, coroada com um pódio absoluto nos Turismos e a vitória na Divisão 2.
Foi com um 6º lugar à geral,
correspondente ao 3º posto entre os Turismos e a vitória na sua divisão, que
Hugo Araújo iniciou a sua campanha, na Rampa Porca de Murça, prova inaugural do
Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2020.
A” família” da Montanha viveu um
arranque triste da época, em terras transmontanas
A rampa ficou obviamente marcada
pelo desfecho trágico do acidente ocorrido já na fase final da prova e que
enlutou toda a família da Montanha. Como tal, Hugo Araújo, começa por “deixar
as minhas sentidas condolências aos familiares das vítimas e os votos de total
e rápida recuperação aos feridos. Mas o meu pensamento fica também com o piloto
e amigo Luís Silva a quem deixo um fortíssimo abraço de solidariedade. Não
posso deixar de agradecer também às equipas de Bombeiros, polícias e equipa
médica pela rápida intervenção no acidente. Foi um momento muito triste para
todos nós”.
Passando à competição pura e
dura, Murça marcava o início da segunda temporada de Hugo Araújo ao serviço da Bracardox.
Novamente aos comandos do seu
Subaru Impreza, conhecido pela arrojada alcunha de “Bugzilla”, o piloto de
Braga sentia-se “muito confiante pois este ano, partimos para a quase
totalidade das Rampas com um maior conhecimento sobre as mesmas, coisa que o
ano passado não tínhamos e mesmo assim estivemos na luta pelo título. Isto também
me permite e à equipa, estar mais concentrado em testar e melhorar as afinações
de Setup ao longo de cada prova”.
Ao longo do fim-de-semana, Hugo
Araújo esteve sempre entre os mais rápidos, liderando a tabela de tempos da
Divisão 2 e assinando tempos que o colocavam entre os candidatos ao pódio
absoluto nos Turismos.
A marca de 2.17,920, estabelecida
na 2º subida oficial de prova, foi a sua melhor durante o fim-de-semana e Hugo
Araújo preparava-se para “tentar o derradeiro assalto ao primeiro posto
na última subida, que foi anulada pelas trágicas razões interromperam de vez a
prova”.
O resultado final é ”positivo,
sobretudo porque nos garante que temos argumentos para lutar pelos objetivos
que a Bracardox tem para a época”.
O bracarense quer “voltar rápido aos comandos do Subaru. Esperemos que esta fase de paragem motivada pelo Covid-19 passe rápido, para em breve voltarmos a atacar as rampas nacionais com a garra que nos reconhecem. Vamos estar na luta!”.
Na estreia do seu Cupra TCR, o piloto do Bompiso Racing Team dominou em Murça a luta pela vitória na Categoria Turismo. No caminho para o triunfo, bateu o seu record do traçado.
Joaquim Teixeira saiu de Murça com “sentimentos
mistos. Fiquei muito triste pelo acidente que aconteceu, envolvendo um colega meu,
e que assombrou toda a prova. Envio o meu abraço de solidariedade ao Luís e as
minhas condolências às famílias de luto, bem como os meus votos de total
recuperação aos feridos.
Fiquei obviamente sem qualquer vontade
para celebrar o resultado que obtive, mesmo estando muito orgulhoso da vitória
na minha categoria e na minha divisão, frente a excelentes pilotos.”.
O transmontano alinhou em Murça aos
comandos do seu novo Cupra TCR, assumindo este ano a luta pela vitória na Divisão
Turismo 4 e a luta absoluta nos Turismos como os seus alvos.
E, em termos desportivos, o fim-de-semana do piloto do Bompiso Racing Team rondou a perfeição. A sua exibição foi notável, revelando uma adaptação total ao seu novo carro, que o levou a ser sempre o mais rápido dos Turismos nas duas subidas de prova efetuadas, repetindo esse feito numa das subidas de treinos de sábado, onde aliás bateria o seu recorde do traçado, ao rodar em 2.15,715, a uma média superior a 114 km/h. Essa façanha, desde logo, provou “que estávamos muito competitivos. Não só baixei a minha melhor marca nesta rampa em 1,3 segundos, como estabeleci a melhor marca de sempre de um TCR em Murça”.
Nas subidas a contar para a classificação, o seu domínio colocou-o mesmo à porta do pódio absoluto da prova, terminando num excelente 4º lugar, a apenas 5 décimos de segundo do terceiro.
Este resultado faz Joaquim Teixeira considerar
que “tinha razão quando decidi trocar o Seat Leon DSG pelo Cupra TCR.
Sempre soube que, com uma viatura mais competitiva posso lutar pelos primeiros
lugares nos Turismo e, em alguma provas discutir ao centésimo a vitória com os
meus adversários, sabendo que posso ganhar umas e perder outras, mas agora numa
luta com armas mais equilibradas”.
No rescaldo, Joaquim Teixeira agradece “à minha equipa que, em poucas horas conseguiu entregar-me uma viatura com um bom Setup para esta prova, embora ainda tenhamos muito que trabalhar para tirar todo o potencial da mesma”.
Joaquim Rino ao volante do seu BRC Evo 05 esteve em grande destaque no passado fim de semana na Rampa de Murça, jornada inaugural do Campeonato Portugal de Montanha JC Group 2020, organizada sob a égide do Cami Motorsport. Num ao em que promete estar na Montanha “a tempo inteiro” o piloto alcançou a 2ª posição absoluta final.
Se na primeira subida da warm up, ainda a tentar encontrar os melhores acertos para o BRC, Joaquim Rino faria toda a extensão da Rampa de Murça em 2.25.495 à média de 103,9 km/h, chegado à 1ª subida oficial de prova, passou “ao ataque”, e fez um crono de 2.15.379 à média de 111,6 km/h, sendo o terceiro entre os protótipos e o segundo na categoria CM.
Já no domingo de manhã, na segunda subida oficial de prova, Joaquim Rino faz o segundo melhor tempo à geral com 2.16.34 à média de 110,8 km/h, sendo o primeiro na categoria CM.
Na terceira e última subida oficial de prova, Joaquim Rino acabaria por não subir, devido ao terrível acidente que acabou por vitimar dois espectadores.
No final da prova Joaquim Rino fez um rescaldo positivo, considerando que a prova “correu muito bem, sempre a melhorar os meus tempos em cada subida. Penso que melhor era impossível, pois basta ver a máquina que ficou à minha frente, impossível de bater. Muito satisfeito, vamos agora começar a preparar a próxima prova, a Rampa da Arrábida, onde já venci”.
Entrenato, soube-se oficialmente que a Rampa PêQuêPÊ Arrábida, 2ª prova da temporada do Campeonato de Portugal de Mntanha JC Group foi adiada, devido à crise do Covid-19.
O piloto da NJ Racing iniciou a época com mais uma exibição sólida. Mesmo perante adversários com carros muito mais potentes e competitivos, voltou a rubricar bons tempos e a construir uma prova isenta de erros, sendo premiado com a vitória no Grupo E-1C, tendo rondado o Top 10 absoluto nos Turismos.
Poucos dias após a Rampa Porca de
Murça, João Guimarães continua a dedicar o seu pensamento “às famílias
das vítimas que resultaram da tragédia que a todos nos chocou, a quem presto as
minhas condolências, aos feridos, a quem desejo uma recuperação total e ao meu
grande amigo e companheiro Luís Silva, a quem desejo muita força para ultrapassar
este momento de grande dor. Estaremos aqui sempre para o ajudar”.
Quanto à sua participação, João Guimarães
sente-se “muito satisfeito por termos conseguido cumprir o principal
objetivo, que passava pela vitória no nosso grupo, dando nos assim alento para
lutar por renovar esse título esta época. Vamos tentar repetir a façanha já na Arrábida,
prova cujo traçado é muito do meu agrado”.
O piloto da NJ Racing não esquece a
ausência do seu colega de equipa e adversário no grupo, Nuno Pinto. João Guimarães
sentiu falta “do nosso tradicional duelo. Infelizmente, não foi possível,
porque o Nuno está ainda a recuperar da lesão que sofreu. Esperemos que já
esteja bem para a Arrábida”.
Este foi um regresso ao traçado
transmontano pois João Guimarães já não competia em Murça “há 4 anos e a última
vez foi à chuva. Tive de voltar a reconhecer o traçado, as trajetórias, os
pontos de travagem e saio d aprova satisfeito com a exibição e com a progressão
dos tempos. Sei que poderia ter melhorado na última subida de prova, mas a sua
anulação foi a única coisa certa a fazer, perante a tragédia que nos assolou”.
No fecho da prova, João Guimarães e o Peugeot
206 RC registaram como melhor tempo a marca de 2.36,673, na segunda e
derradeira subida oficial de prova.
A Rampa PêQuêPê Arrábida 2020 está marcada para os próximos dias 21 e 22 de Março e será organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal.
Nuno Guimarães estava a discutir o pódio absoluto, na estreia do seu novo Silver Car S2, quando uma jante partida e a anulação da 3ª subida, lhe tirou todas as hipóteses de um grande resultado no arranque do CpM JC Group.
Neste rescaldo da prova de Murça,
outros valores se sobrepõem à competição. Nuno Guimarães vinca bem o momento
que se está a viver, referindo que “a exemplo de todos quantos fazem
parte desta maravilhosa família da Montanha, é profunda a consternação que
sinto perante a tragédia vivida. O meu pensamento está com as famílias
enlutadas, com os feridos, com o povo de Murça e com o meu amigo e companheiro
Luís Silva. Estamos aqui para o confortar e apoiar nesta hora terrível que
atravessa”.
Nuno Guimarães chegou a Murça com uma grande
novidade para o plantel do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group: o seu
Silver Car S2.
E, logo desde a subida inicial de “warm-up”,
no início da tarde de sábado, o piloto da NJ Racing mostrou uma rápida adaptação
ao protótipo, estabelecendo sempre tempos que o colocava na luta por um lugar
final do pódio. Ao fecho da tarde, na 1ª subida oficial de prova, estabeleceu o
4º tempo, rodando em 2.16,747, marca que “não foi a melhor que fiz na
prova, pis rodei na 2ª sessão dos treinos no segundo 16. Na subida de prova,
alguns pequenos erros custaram-me algumas decimas mas o tempo e a classificação
dava para perceber que estava em condições de lutar pelo pódio”.
As duas subidas iniciais de domingo, uma
de “warm-up e outra de treino, foram feitas com a pista molhada ou húmida,
servindo sobretudo “para ganhar quilómetros com o Silver Car e
preparar-me para atacar nas duas subidas de prova finais.”.
Nuno Guimarães partiu a ataque, após receber
o semáforo verde, mas, ainda nas curvas iniciais, uma jante partida tornou
impossível “evitar um pequeno toque que me forçou a parar e a desistir da
subida”. Os danos causados até “nem foram significativos e no período
de assistência que mediava para a 3ª subida de prova, a equipa da NJ Racing
colocou o Silver Car em condições”.
Mas depois, veio a anulação da 3ª
subida, tornando impossível a Nuno Guimarães se classificar e pontuar, mas o
piloto realça que “não havia outra decisão a tomar. A anulação da 3ª
subida tinha de acontecer, pois o choque de todos e o respeito pelas vítimas assim
o exigia”.
Agora, o “capitão” e a NJ Racing vão
focar na preparação do Silver Car e da próxima prova. Vão para a Arrábida
seguros “da competitividade que podemos ter e, claro, lutar pelo pódio absoluto,
que sabemos estar ao nosso alcance”. Salienta que “o traçado em
Setúbal é muito bom Adapto-me muito bem às suas características e isso ainda me
motiva mais!”.
A Rampa PêQuêPê Arrábida 2020 está marcada para os próximos dias 21 e 22 de Março e será organizada pelo Clube de Motorismo de Setúbal.