José Lameiro rubricou uma exibição muito sólida na Rampa da Penha Paisagem Protegida 2025. O piloto da Diatosta coroou a sua performance com um duplo pódio, assegurando a 2ª posição na Categoria Super Challenge e no grupo SC-A.
Consistência será, possivelmente, a palavra que melhor define o que foi a participação de José Lameiro na 2ª prova da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Contando com um Skoda Fabia MKIII sempre fiável, mercê do trabalho técnico da DM Motorsport, o ‘Lord Terminator de Aveiro’ foi capaz de paulatinamente ir melhorando as suas marcas, reclamando um lugar entre os pilotos que se digladiaram pela conquista de um lugar no pódio da Categoria Super Challenge.
Lameiro foi capaz de ir melhorando as suas marcas, acabando por estabelecer o seu melhor registo na segunda Subida de Prova, colocando no cronómetro 1:35.832. Na terceira e última registaria 1:36.445, sua segunda melhor marca e, o agregado destes dois tempos daria o registo final que o colocou na 2ª posição da Categoria Super Challenge e do Grupo SC-A, ficando ainda à porta do Top 10 da geral.
No fecho da prova, o piloto que representa as cores da Diatosta estava muito satisfeito, fazendo um balanço muito positivo:
“Em Murça senti-me muito em baixo de forma. Aqui já estive com outro ritmo. Uma melhoria, mas ainda estamos longe daquilo que somos capazes de fazer. Tínhamos como objetivo suplantar os tempos que fizemos em 2024, mas não conseguimos. No entanto, foi um fim-de-semana muito bom, coroado com dois pódios, deixando-nos assim mais motivados para o campeonato, onde vamos querer defender a nossa posição entre os três primeiros da categoria. Quero deixar os meus parabéns ao Daniel Pacheco, que esteve incrível e ao Luís Nunes, que já nos habituou a estas exibições fantásticas. É um prazer estar na luta com pilotos assim!”.
José Lameiro quis deixar ainda “uma palavra para a organização. O Demoporto proporcionou-nos uma rampa verdadeiramente fabulosa, sempre a cumprir os horários e com uma moldura humana absolutamente incrível. Tudo correu muito bem e o clube está de parabéns”.
A próxima prova do CPM JC Group será a Rampa Internacional da Falperra, que se realiza em Braga de 9 a 11 de maio.
O tetracampeão nacional dominou a 46ª edição da Rampa da Penha Paisagem Protegida, sendo claramente o mais rápido nos dois dias de competição da prova superiormente organizada pelo Demoporto. Perante muito público, José Correia e Afonso Santos acompanharam Hélder Silva no pódio absoluto, enquanto José Rodrigues (GT), Parcídio Summavielle (Turismo) e Luís Nunes (Super Challenge) triunfaram nas suas categorias.
A segunda jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ficou marcada pela intensidade competitiva e pela enorme afluência de público, atestando a enorme popularidade da modalidade.
Em termos competitivos, Hélder Silva reforçou a liderança da tabela pontual absoluta do campeonato, levando a Norma FC20 da Power House a uma vitória incontestável, tal o domínio exercido pelo tetracampeão nacional ao longo dos dois dias da rampa, vencendo todas as subidas de prova. Apesar de ser apenas a segunda prova em que utiliza a sua nova ‘montada’, o piloto da Power House logrou bater o seu recorde pessoal da rampa, rodando na segunda subida de prova em 1:24.055, sendo de realçar que os seus três tempos nas subidas de prova foram os três tempos mais rápidos de todo o pelotão.
Já José Correia (Osella PA.30) foi um tranquilo 2º classificado. Se se revelou impossível ao bracarense chegar perto de Hélder Silva, também não sofreu qualquer oposição quanto à segunda posição, sendo visível que o ‘patrão da JC Group Racing Team começa a sentir-se mais capaz de extrair todo o potencial da sua ‘barchetta’ com um motor de 3 litros.
O pódio absoluto ficou completo com a presença de Afonso Santos no 3º lugar. Aos comandos de um BRC B49 da Power House, o jovem piloto poveiro foi autor de uma exibição soberba, que o levaria vencer ainda a Divisão Protótipos B. Afonso Santos é, nos dias que correm, já muito mais do que um promessa. Assume-se como uma estrela em ascensão na Montanha. Na sua divisão, suplantou com autoridade a forte concorrência de Nuno Guimarães (Silver Car S2) e de Sérgio Nogueira (Silver Car S3), que reservaram os outros lugares do pódio.
Super Challenge: Luís Nunes não deu hipótese
4º da geral, Luís Nunes (Skoda Fabia R5) deu seguimento à sua invencibilidade na Categoria Super Challenge, triunfando com larga margem sobre José Lameiro (Skoda Fabia MKII) e Daniel Pacheco (Mitsubishi Lancer EVO X), com estes a terminarem separados por 16 milésimos de segundo. Claramente a caminho daquele que será o seu sétimo título nacional, Nunes venceu, obviamente, o Grupo SC-A, na frente de Lameiro e Pacheco.
Pedro Alves (KIA CEED)não teve concorrência no Grupo SC-B, sendo aqui secundado por Pedro Cardoso (Seat leon MKI) e Vera Sequeira (Seat Leon TDi) Entre os SC-B, Bruno Carvalho (Citroen Saxo) no Grupo SC-C foi forçado a aplicar-se a fundo para triunfar, tendo sofrido forte oposição de Miguel Matos (Peugeot 106 Maxi) e de Luís Fernandes (Peugeot 106), respetivamente, 2º e 3º colocados. Bruno Gomes (Fiat Punto 85 Sport) dominou as lides do Grupo SC-D, vencendo com larga vantagem sobre o espanhol Juan Carlos Gonzalez (Simca 1000 Rally2). O 3º neste grupo foi José Pedro Barriga, também aos comandos de um Fiat Punto 85 Sport.
GT: vitória decidida por 9 décimos de segundo!
José Rodrigues (Porsche 997.2 GT3 Cup) e Vítor Pascoal (Porsche 991.2 GT3 Cup) protagonizaram uma batalha árdua pela primazia na Categoria GT, com Rodrigues a superiorizar-se por apenas 889 milésimas de segundo!
O piloto da Monteiros Competições repetiu assim o triunfo que tinha já alcançado na Penha em 2024 e reforçou a sua liderança do campeonato, assumindo-se claramente como um dos grandes candidatos ao título, tal o nível exibicional que tem ostentado. Na Penha foi ainda 6º da geral, enquanto o seu rival assegurava o 7º posto.
Já Vítor Pascoal, voltou a não acertar com as afinações no primeiro dia de prova, tendo melhorado substancialmente no domingo. O tetracampeão em título continua a demonstrar que tudo fará para chegar ao ‘Penta’.
Gabriela Correia rubricou uma exibição muito consistente e levou o seu Mercedes AMG GT4 até um tranquilo 3º lugar da categoria, sendo 9ª da geral. Nunca se aproximou de rodrigues e Pascoal, mas também não permitiu aos outros pilotos qualquer veleidade quanto à conquista do último degrau do pódio.
Turismo: Parcídio Summavielle regressou e triunfou!
Quanto aos Turismo, a Rampa da Penha foi a primeira prova da temporada em que participou Parcídio Summavielle, atual campeão nacional.
O fafense rubricou uma exibição a roçar a perfeição, sempre em crescendo e nada denotando uma hipotética falta de ritmo, por ser a primeira vez que competia em 2025.
Foi paulatinamente melhorando os seus tempos e, sobretudo na jornada decisiva de domingo, levou o Cupra TCR a rodar a um nível que os seus rivais mais próximos não conseguiram igualar. Summavielle juntou ao triunfo na categoria a natural vitória na Divisão Turismo 2.
A vitória de Summavielle aconteceu depois de um duelo intenso com Beatriz Correia (Cupra TCR) e Gonçalo Inácio (Peugeot 208 Rally4). A jovem bracarense assinou possivelmente a melhor exibição da sua carreira e foi recompensada com um merecido 2º posto. Quanto a Gonçalo Inácio, o talentoso piloto da Befast Motorsport ‘espremeu’ ao máximo o potencial do seu carro, que é manifestamente inferior aos TCR. O 3º lugar assentou-lhe muito bem
O jovem Martim Pereira (Peugeot 208 VTI R2) foi o mais forte nas contas da Divisão Turismo 3, registando o 2º triunfo consecutivo. Roberto Meira (Renault Clio RS) foi 2º, na frente de Migue Gonçalves (peugeotm208 R2).
A próxima prova do CPM JC Group será a Rampa Internacional da Falperra, que se realiza em Braga de 9 a 11 de maio.
Aos comandos do já famoso Toyota Starlet amarelo que pertenceu a Armando Freitas, José Salgado triunfou na Rampa da Penha, conquistando a sua segunda vitória da temporada no Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group.
Salgado foi o mais rápido nas três subidas de prova, sofrendo apenas alguma oposição sólida por parte de Tomás Pinto (Toyota Starlet) na fase inaugural da rampa.
Quanto ao jovem piloto da Famaconcret, alcançou o 2º posto com naturalidade, ficando arredado da possibilidade de dar mais luta a Salgado por causa dos problemas t´cnicos que, uma vez mais, o seu carro ostentou.
O estreante Miguel Ribeiro foi sempre muito consistente na abordagem à prova e levou o seu Fiat Punto 85 Sport a um saboroso 3º lugar, conquistando assim um lugar no pódio na geral dos 1300. Salgado, Pinto e Ribeiro foram também, como é óbvio, os três primeiros da Divisão Turismo 1300.
Por seu lado, Diogo Salvador, num FIAT 127 foi o vencedor na Divisão Clássicos 1300, levando a melhor no duelo que travou com Domingos Fernandes (Autobianchi A112 Abarth).
Salvador beneficiou ainda da desistência precoce de Aníbal Rolo, a braços com problemas na caixa de velocidades do seu Datsun 1200. O piloto do bem preparado Fiat 127 almejou ainda ser 4º colocado na geral dos 1300.
Um ano depois da vitória na Rampa da Penha Paisagem Protegida, António Barros voltou a vencer entre os Legends a prova organizada pelo Demoporto, mantendo a sua invencibilidade na presente temporada.
António Barros escreveu este fim-de-semana na Penha uma página especial no livro da sua bem sucedida carreira suplantando as adversidades que o assolaram na prova vimaranense, para voltar a impor a sua superioridade nas contas do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group.
Na 1ª Subida de Prova, realizada durante a jornada de sábado, o piloto nortenho sofreu um acidente aparatoso na última curva do traçado, passando a linha de meta já atravessado e embatendo violentamente nos rails logo após. Mesmo assim estabeleceu o melhor tempo dos Legends!
O despiste forçou a sua equipa técnica a trabalhar toda a noite para reparar o carro. No domingo e mesmo algo condicionado, António Barros susteve os ataques de Miguel Gonçalves (BMW E36 Coupé), que teve de se contentar com o 2º lugar.
Por sua vez, Miguel Gonçalves teve de lutar arduamente pelo seu 2º posto, pois Telmo Costa esteve sempre muito rápido aos comandos do seu Citroen Saxo, terminando no 3º lugar a apenas 2 segundos de Gonçalves, no somatório dos dois melhores tempos.
Uma palavra para a presença de Bárbara Barros, filha de António Barros. A jovem piloto conseguiu levar o seu Fiat Bravo TD 100 GT ao 8º posto da geral dos Legends.
A Rampa da Penha recebeu a segunda tirada da edição 2025 do troféu promovido pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting.
Registe-se a enorme capacidade que os três jovens ‘lobinhos’ voltaram a demonstrar para evoluir os tempos de forma significativa ao longo dos dois dias de competição, sem erros de monta, apesar do seu total desconhecimento do exigente traçado da rampa, sendo disso prova a ausência de mazelas’ dos Citroen C1 preparados pela Befast Motorsport.
Nuno Guimarães Jr. repetiu a dose de Murça e foi sempre o mais forte nas subidas a contar, registando assim a sua segunda vitória da época, começando a afirmar-se com o grande favorito a suceder a Martim pereira como vencedor do troféu. A eficácia do jovem de Peso de Régua foi tal que, nas três subidas de prova, registou tempos numa janela de 5 décimos de segundo!
Terminou a prova com um avanço de 6,4 segundos sobre o seu conterrâneo André Brás, que se apresentou na Penha com um ritmo competitivo muito superior ao que tinha demonstrado na prova de abertura. Já Carolina Martins terminou no 3º posto, a 4,5 segundos de André Brás.
O madeirense José Romero impôs com autoridade o ‘músculo’ do seu Semog Bravo Sport e conquistou na Rampa da Penha Paisagem Protegida a segunda vitória da temporada na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha JC Group.
Ciente de que o seu kartcross com motor de 1000cc é uma ‘arma’ demasiado forte para o AG AG/S de 600cc de António Alves, o piloto da Pérola do Atlântico encarou a sua estreia na Penha com o firme propósito de ver onde se situaria numa hipotética tabela global de tempos, almejando ainda tentar aproximar-se do recorde da rampa para os kartcross, que é pertença do seu conterrâneo Nelson Andrade.
Romero rodou sempre em tempos que o colocavam dentro de um teórico Top 15 absoluto e, na sua melhor subida de prova, ficou a escassos 3 segundos da marca do ‘Furacão da Madeira’.
Já António Alves registou uma exibição muito sólida, tendo sido capaz de melhorar paulatinamente os seus tempos, nunca rodando demasiado longe do seu adversário. O 2º posto e a vitória na sua classe premiaram o seu esforço.
O Dia 1 da Rampa da Penha Paisagem Protegida destacou-se pelo excelente nível organizativo ostentado pelo Demoporto. O clube organizador conseguiu a proeza de realizar quatro subidas de um plantel com mais de 70 unidades ao longo de quatro horas e quinze minutos, resolvendo vários incidentes e acidentes sempre de forma célere e eficaz.
Essa prestação organizativa foi premiada com a presença de muito público, que deu corpo à já tradicional ‘romaria’ de aficionados que a Montanha saboreia sempre que vem à Penha. Não deram por perdido o tempo que investiram, pois, esta jornada inaugural foi intensa e bastante animada.
Realce ainda para as excelentes condições meteorológicas, algo que estava longe das melhores previsões. Choveu muito durante a madrugada e no início da manhã, molhando a pista, mas, à hora do arranque da jornada, chuva era coisa que ia longe e até o tradicional nevoeiro já tinha buscado outras paragens. Obviamente, a pista demorou tempo a secar e isso foi visível no andamento dos tempos registados, que foram baixando significativamente subida após subida.
Hélder Silva destacado após 1ª Subida de Prova
E se no Warm Up e na 1ª Subida de Treinos, José Correia impôs a sua Osella PA.30, com o ‘patrão’ da JC Group a começar a extrair todo o potencial do seu protótipo 3 litros, o tetracampeão em título Hélder Silva rapidamente reagiu e também começou a demonstrar que começar a conhecer bem a Norma FC20 turbo-comprimida que adquiriu ao seu rival.
O piloto da Power House assumiu a liderança dos tempos na 2ª Subida de Treinos e, ao cair da jornada, na 1ª Subida de Prova do fim-de-semana, cravando no cronómetro a marca de 1:26.883 e deixando Correia na 2ª posição, a uns significativos 4,5 segundos de distância.
No 3º lugar da geral encontrámos Luís Nunes. Tal como é seu hábito, o piloto de Valpaços não deu veleidades à concorrência na Categoria Super Challenge e focou-se mais na refrega da geral, colocando o Skoda Fabia a uns míseros 9 décimos de segundo de José Correia.
Mas não é o único a assumir uma candidatura ao pódio absoluto. Num espaço inferior a segundo e meio da sua marca, encontrámos 5 (!) pilotos. A uma decima, com o 4º tempo, está José Rodrigues (Porsche 997,2 GT3 Cup), líder dos GT, que suplantou o 5º colocado, Nuno Caetano (Osella P21S Evo) por 62 milésimos de segundo!
O 6º colocado na geral é Nuno Guimarães, líder dos Protótipos B. O ‘Capitão’ do Silver Car S2 está a 1 segundo de Nunes, com Afonso Santos (BRC B49), seu adversário na divisão, logo atrás, a escassos 81 milésimos do ‘Capitão da Montanha…
Vítor Pascoal colocou o Porsche 991.2 GT3 Cup no 8º lugar da geral, sendo 2º nos GT, a apenas 1,5 segundos do último degrau do pódio, sendo de realçar ainda que Sérgio Nogueira (Silver Car S3) e Gabriela Correia (Mercedes AMG GT4) não estão longe, sendo respectivamente,9º e 10ª da geral e 3º nos Protótipos B e na Categoria GT.
Quanto à Categoria Turismo, assistiu-se a um duelo sem tréguas entre dois pilotos da Befast Motorsport, Gonçalo Inácio (Peugeot 208 R2) e Parcídio Summavielle (Cupra TCR), com a vantagem a pender na Subida de Prova para Inácio por apenas 8 décimos de segundo, com Beatriz Correia (Cupra TCR) a ser 3ª, perdendo apenas 1 décimo para Summavielle!
Gonçalo, Parcídio e Beatriz são, obviamente os três primeiros da Divisão Turismo 2. Já na Divisão Turismo 3 foi Roberto Meira (Renault Clio RS) o mais forte, na frente de Martim Pereira e Miguel Gonçalves, ambos tripulando Peugeot 208 R2.
Na Categoria Super Challenge, já referenciamos o domínio avassalador de Luís Nunes. Neste dia de arranque, quem menos longe andou foi José Lameiro (Skoda Fabia MKII) e Daniel Pacheco (Mitsubishi Lancer EVO X), com o trio a reservar o pódio provisório do Grupo SC-A.
Entre os SC-B, Pedro Alves (KIA CEED GT) está destacado, sendo secundado por Pedro Cardoso (SEAT Leon MKI) e Vera Sequeira (SEAT Leon TDI). Já no Grupo SC-C, um surpreendente Luís Fernandes (Peugeot 106) suplantou o favorito Bruno Carvalho (Citroen Saxo), com João Gonçalves (Honda Civic) a ser o terceiro mais rápido. Nos SC-D, Bruno Gomes (Fiat Punto 85 Sport) foi claramente o mais forte, deixando bem para trás Juan Gonzalez (Simca 1000 Ralye2) e Horácio Morais (Fiat Punto).
Na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha, JC Group o madeirense José Romero impôs o seu Semog Bravo em todas as subidas, na frente de António Alves (AG AG/S).
Clássicos: Pedro Silva surpreendeu na Subida de Prova
Os tempos do dia de hoje, sábado, dão conta de que vamos ter muita luta na Penha pela supremacia no Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group.
Mas, em abono da verdade, refira-se que Pedro Silva levou o seu VW Golf S16 à liderança da tabela de tempos em duas das três subidas de treinos e, melhor do que isso, foi claramente o mais lesto na Subida de Prova, vencendo entre os Clássicos com 2,4 segundos de vantagem sobre José Pedro Gomes (Ford Escort RS 1800) e 2,7 em relação a Flávio Sainhas (Ford Escort MKI). Vai ser “rasgadinho” o duelo deste domingo entre os três pilotos…
Legends: António Barros faz o melhor tempo e bate!
António Barros (BMW M3) protagonizou o momento de maior choque deste dia inaugural da Rampa da Penha Paisagem Protegida.
O piloto nortenho andou a fundo na Subida de Prova e um toque na curva rápida antes da meta fê-lo passar as fotoelétricas já em despiste, tendo depois embatido com alguma violência. Felizmente, o aparatoso acidente não teve qualquer consequência física para o piloto, mas o carro germânico ficou muito maltratado e são poucas as esperanças que alinhe este domingo. Como tal, poderá ficar muita aberta a luta pelo triunfo. Miguel Gonçalves (BMW E36 Coupé) foi o segundo mais rápido, mas tem a 7 décimos de segundo (Peugeot 106 GTi), com José Cardoso e o Gonçalo Janeira (Citroen AX GTi) a também não estarem muito longe.
CPM1300: José Salgado está na frente
Tal como previsto, a discussão da liderança no Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group ficou reservada ao duo formado por José Salgado (Toyota Starlet) e Tomás Pinto (Toyota Starlet EP(1).
Tomás Pinto foi o mais rápido nas duas primeira subidas de treino, mas, de seguida, José Salgado aumentou o andamento e suplantou o seu jovem adversário. Na Subida de prova, José Salgado garantiu um avanço sobre Tomás Pinto de 2,3 segundos, mas nada ficou decidido. Longe dos dois, Miguel Ribeiro (FIAT Punto) foi o 3º mais rápido, enquanto Diogo Salvador (FIAT 127) registou o melhor tempo nos Clássicos 1300.
Quanto ao FPAK Júnior Team de Montanha, Nuno Guimarães Jr. foi sempre o mais forte do dia, secundado na Penha pelo seu conterrâneo André Brás., com Carolina Martins a registar sempre o 3º tempo em todas as subidas.
Ausente em Murça, Gonçalo Janeira vai dar o ‘pontapé de saída’ da sua temporada de Montanha na Rampa da Penha Paisagem Protegida, segunda etapa do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group 2025. O piloto do Fundão tem no traçado vimaranense um dos seus favoritos e quer lutar pelos lugares cimeiros entre os Legends.
Está assim de regresso o irreverente Citroen AX GTi preparado pela J. Janeira Sport. Na baquet atrás do volante estará, como sempre, Gonçalo Janeira que se prepara assim para “quebrar o jejum de tantos meses sem competir. Não pude alinhar em Murça, mas estou contente por ser na Penha que inicio a época. Adoro correr nesta rampa, pois tem um traçado desafiante!”.
O craque do Fundão está na expectativa de “ver onde me situo entre a concorrência nos Legends. Tudo farei para vencer o meu grupo e lutar por um lugar entre os cinco primeiros”.
Quanto ao seu calendário competitivo para esta temporada, Gonçalo Janeira revela que “iremos fazer apenas parte do calendário de Montanha, alinhando nas rampas que mais gostamos. A vida profissional não me permite uma época a tempo inteiro, mas, nas que competirmos, queremos ser competitivos”.
Quanto ao programa competitivo, a 46ª edição da Rampa da Penha contempla quatro subidas no sábado e três no domingo. A jornada sabatina arrancará às 10.00 horas, incluindo um Warm Up, duas subidas de treino e a 1ª Subida de Prova. Já o pleito dominical arrancará às 10 da manhã, com a última subida de treinos do programa. A partir da hora do almoço, será tempo da “armada” da Montanha enfrentar a “sequência infernal” constituída pela 2ª e 3ª Subidas de Prova, normalmente fulcrais para a classificação final.
Hélder Silva, Nuno Caetano e Afonso Santos, o habitual tridente ofensivo da Power House, apresentam-se este fim-de-semana à partida da Rampa da Penha 2025, 2º tirada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, de olhos postos nos triunfos à geral, entre os Protótipos e na Divisão Protótipos B.
Hélder Silva iniciou a época em Murça com uma exibição ao seu nível. Ultrapassou as dificuldades inerentes à estreia da Norma FC20, suplantou as vicissitudes de uma prova onde a chuva tornou as condições de pista aziagas para os protótipos e, não só foi 2º da geral, como logrou recolher o número máximo de pontos, liderando o campeonato absoluto.
O tetracampeão nacional apresenta-se agora na Penha com o firme propósito de chegar à primeira vitória do ano, sendo certo que a defesa da liderança da tabela pontual será o objetivo máximo do fim-de-semana que se avizinha. Caso a chuva conceda tréguas, principalmente no domingo, Hélder Silva estará certamente entre os candidatos ao lugar mais alto da classificação.
Por sua vez, Nuno Caetano quererá demonstrar uma maior adaptação à sua renovada Osella PA 21/S, visando sobretudo o pódio dos Protótipos A e situar-se o mais acima possível na classificação geral, dando assim continuidade à sua prestação em Murça, onde conseguiu amealhar precisos pontos e utilizar esse primeiro contacto em competição com o novo motor da Osella para se adaptar à sua potencialidade.
Quem quer ‘vingar’ o desaire de Murça, onde só um problema no motor do seu BRC B49, o impediu de começar a época com um triunfo nos Protótipos B, é Afonso Santos.
Foi sublime o seu andamento na abertura de época transmontana, principalmente à chuva, onde deu um recital de condução. É, claramente, candidato ao título da sua divisão em 2025 e, como tal, a vencer nestas lides a prova do Demoporto.
Em termos de programa desportivo, o clube organizador desta 46ª edição da Rampa da Penha, propõe quatro subidas no sábado – uma de treinos livres, duas de treinos oficiais e a 1ª Subida de Prova -, ficando mais três reservadas para o dia decisivo de domingo, disputando-se aqui apenas uma subida de treinos oficiais e, como auge da batalha, a 2ª e 3ª Subidas de Prova.
José Lameiro quer estar mais competitivo na Rampa da Penha Paisagem Protegida, depois de um arranque de temporada em Murça que o piloto considera ter acontecido abaixo das expectativas.
São firmes a convicção e a vontade de José Lameiro. O ‘Lord Terminator’ De Aveiro quer andar forte e ser muito competitivo na Rampa da Penha, recuperando o momento, depois de um arranque de temporada abaixo das expectativas: “Não estive bem em Murça. As coisas não saíram bem ao nível da condução, mesmo com a equipa a dar tudo para me evoluir o carro e apoiando-me sempre. Foi um fim-de-semana desapontante, mas já lá vai e agora queremos abordar a Rampa da Penha com foco total!”, confessa José Lameiro.
O piloto e líder da Diatosta espera “uma rampa difícil, muito competitiva na nossa categoria e na geral, onde, uma vez mais, as condições climatéricas irão desempenhar um papel importante. Estou convicto de que a DM Motorsport me vai colocar o Skoda Fabia bem afinado nas mãos e eu irei concentrar-me de forma plena para enfrentar a rápida, curta e técnica rampa, que é sempre muito bem organizada pelo Demoporto”. Para José Lameiro, um bom resultado passa por “estar na luta pelo pódio entre os Super Challenge e, se a ocasião aparecer, alcançar um lugar dentro do Top 10 da geral”.
Em termos de programa desportivo, o Demoporto, clube organizador desta 46ª edição da Rampa da Penha, propõe quatro subidas no sábado – uma de treinos livres, duas de treinos oficiais e a 1ª Subida de Prova -, ficando mais três reservadas para o dia decisivo de domingo, disputando-se aqui apenas uma subida de treinos oficiais e, como auge da batalha, a 2ª e 3ª Subidas de Prova.