Categoria: Montanha

  • Rampa Porca de Murça: André Fernandes impôs a sua lei

    Rampa Porca de Murça: André Fernandes impôs a sua lei

    Aos comandos de um Porsche 992 GT3 Cup, André Fernandes venceu a Rampa Porca de Murça, conquistando pela primeira vez na carreira um triunfo absoluto numa prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Hélder Silva e José Rodrigues completaram o pódio absoluto.

    Disputada debaixo de condições meteorológicas muito instáveis e que foram importantes no desenrolar da competição, A Rampa Porca de Murça consagrou a competitividade do piloto português de origens transmontanas e radicado em Nova Iorque, com a sua força a estar presente independentemente de a pista de 4200 metros estar mais ou menos molhada.

    Fernandes venceu a 1ª Subida de Prova, foi 2º na outras duas e, no computo geral, conseguiu estar sempre competitivo e aproveitar as oportunidades que lhe foram surgindo merecendo por completo este triunfo histórico de um carro da Categoria GT.

    Hélder Silva, atual campeão nacional absoluto, logrou colocar a sua Norma FC20 no 2º posto da geral, vencendo a Categoria Protótipos e a Divisão Protótipos A, depois de um fim-de-semana em que enfrentou compreensíveis dificuldades de adaptação à sua nova ‘barchetta’.

    Hélder Silva beneficiou do facto de André Fernandes não estar inscrito no Campeonato para recolher a pontuação máxima, liderando assim o campeonato à geral, na categoria e na divisão.

    Entre os Protótipos A, Hélder Silva foi secundado por José Correia, que estreou uma Osella PA.30 de três litros e pelo seu companheiro de equipa na Power House, Nuno Caetano (Osella PA21/S)

    Voltando às contas do pódio à geral, o 3º lugar assentou que nem uma luva a José Rodrigues, que foi capaz de tornar o Porsche 997.2 GT3 Cup da Monteiros Competições numa arma capaz de ombrear com carros bem mais competitivos. O bracarense foi outro dos que beneficiou do facto de André Fernandes não pontuar e saiu de Murça com os pontos máximos na Categoria GT.

    Quanto à Divisão Protótipos B, foi palco de mais uma estreia vitoriosa, no caso, a de Sérgio Nogueira (Silver Car S3) quê se impôs na última subida de prova, surpreendendo Nuno Guimarães (Silver S2), relegando o ‘Capitão da Montanha? Para o 2º lugar. O madeirense Miguel Sousa (BRC 05 Evo) estreou-se na slides nacionais com um excelente 3º posto.

    Luís Nunes dominou nos Super Challenge

    Luís Nunes (Skoda Fabia R5) ficou no 4º posto da geral e assegurou um triunfo imperial na Categoria Super Challenge, enquanto Vítor Pascoal, num Porsche 991.2 GT3 Cup fechou o Top 5 da geral, sendo terceiro entre os GT. Quanto a Nunes, voltou a não ter oposição de monta na refrega pelo domínio na Categoria Super Challenge e no Grupo SC-A.

    Nestas duas frentes, quem mais de si se aproximou foi Daniel Pacheco (Mitsubishi Lancer EVO X), enquanto Pedro Alves (KIA CEED) brilhava e colocava o seu carro coreano no 3º lugar do pódio da Categoria, vencendo o Grupo SC-B, frente onde foi acompanhado no pódio por Pedro Cardoso (Seat Leon MKI) e Carlos Pouca Sorte (BMW M3). No grupo SC-A o 3º posto foi obtido por José Lameiro, no Skoda Fabia da Diatosta.

    Quanto ao Grupo SC-C, vieram ventos fortes desde o Ralicross para brilhar em Murça. José Artur Teixeira impôs de forma clara o seu Skoda Fabia S1600, face a Bruno Carvalho (Citroen Saxo), habitual dominar destas lides, enquanto um muito rápido Luís Fernandes levava o seu bem preparado Peugeot 106 ao 3º lugar. Nos SC-D, vitória justa de Bruno Santos (Fiat Punto 85 Sport), face a Luís Silva Jr. (Citroen C1) e Horácio Morais (Fiat Punto 85 Sport).

    Turismo: Gonçalo Inácio e Joaquim Teixeira protagonizaram duelo intenso

    Gonçalo Inácio estreou o seu novo Kia CEED com um triunfo suado na Categoria Turismo, tendo disputado taco-a-taco a supremacia na categoria e na Divisão 2 com Joaquim Teixeira (Hyundai Elantra TCR).

    Foi um verdadeiro duelo de gigantes, a espaços disputado à milésima, entre dois grandes pilotos de gerações diferentes. Se, por um lado, Gonçalo Inácio não mostrou qualquer fragilidade por ser a primeira vez que competia com o KIA, por outro, Joaquim Teixeira também não sofreu qualquer abalo com o facto de estar parado há um ano.

    Foram tremendos na luta, com a vitória a pender para Gonçalo Inácio, por apenas 3,9 segundos. Na Divisão Turismo 2, Inácio e Teixeira tiveram a companhia no pódio da jovem Beatriz Correia, autora de uma prova sólida com o Cupra TCR da JC Group Racing Team.

    No pódio da Categoria, o degrau mais baixo foi reclamado por uma jovem estrela em ascensão na Montanha: Martim Pereira. O vencedor da edição inaugural do FPAK Junior Team de Montanha, disputada em 2024 estrou-se ‘entre os grandes’ na Rampa Porca de Murça e fê-lo de uma forma sublime. Integrando o competitivo pelotão da Divisão Turismo 3, Martim Pereira cedo fez perceber que queria colocar o Peugeot 208 VTI R2 da Befast Motorsport na luta pelo triunfo.

    E enfrentou uma possível catástrofe no sábado, quando um problema mecânico o impediu de fazer a única Subida de Prova do dia. Forçado a obter tempos nas duas subidas restantes, nem isso o limitou e foi capaz de suplantar toda a concorrência estreando-se com uma vitória brilhante entre os T3. Esta divisão está cheia de ‘sangue novo’ com talento, como comprova o excelente 2º lugar de Gonçalo Macedo (Peugeot 208 VTI R2). Já o consagrado murcense Leonel Brás logrou mostrar, como sempre, a sua rapidez, colocando o seu Honda Civic Type R no 3º posto.

    O CPM JC Group terá a sua 2ª prova já dentro de duas semanas, com a discussão a 5 e 6 de abril da Rampa da Penha Paisagem Protegida, em Guimarães.

  • Clássicos: Rui Costa venceu duelo intenso travado com Flávio Sainhas

    Clássicos: Rui Costa venceu duelo intenso travado com Flávio Sainhas

    A ‘batalha’ travada na Rampa Porca de Murça 2025 pelo domínio no Campeonato de Portugal Clássicos de Montanha JC Group foi tendo vários protagonistas ao longo dos dois dias de competição. No final, Rui Costa impôs a potência do seu Ford Escort RS 1600, suplantando a forte oposição de Flávio Sainhas.

    As inconstâncias das condições atmosféricas jogaram um papel importante no desenrolar da refrega reservada aos Clássicos de Montanha. Achuva a cair de forma intermitente, fazendo com que as condições de pista fossem variando, mesmo durante cada uma das subidas, sabotou por completo qualquer estratégia, com a escolha de pneus a, de certa forma, deixar de ser uma opção estratégica, para se transformar numa autêntica roleta da sorte.

    José Pedro Gomes foi o primeiro comandante da geral dos Clássicos, ao ser o mais lesto na única subida de prova de Sábado, então na frente de Rui Costa e Flávio Sainhas (Ford Escort MKI).

    No domingo tudo mudou. Costa e Sainhas começaram a imprimir um andamento que os restantes adversários não conseguiram acompanhar, com Costa a vencer a 2ª Subida de Prova e Sainhas a conquistar a derradeira. Na soma dos dois melhores tempos dos três obtidos nas subidas de prova, Rui Costa venceu, com Sainhas a ser segundo, resultado positivo nesta primeira defesa do seu título nacional.

    Entretanto, Ricardo Pereira (Ford Escort) rubricava uma exibição muito forte na jornada de domingo, tendo mesmo vencido a 3ª Subida de Prova e garantia o 3º lugar. Quanto a Pedro Gomes, caiu para quarto, não tendo sido feliz neste dia com a ‘roleta’ da meteorologia.

  • Legends: António Barros começa defesa do título com uma vitória

    Legends: António Barros começa defesa do título com uma vitória

    António Barros conquistou com autoridade na Rampa Porca de Murça a primeira vitória da temporada do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group 2025, colocando o seu BMW M3 na frente da tabela de tempos de todas as subidas de prova.

    Com este triunfo, António Barros marca já posição no caminho para o seu grande objetivo da época: revalidar o título nacional conquistado em 2024.

    Mas que não se pense que foi uma vitória fácil. O piloto nortenho teve de se empenhar a fundo para suplantar a forte oposição que lhe foi movida por parte de Luís Delgado, 2º classificado no final da prova, a 3,3 segundos de Barros, no somatório das duas melhores marcas. O flaviense apresentou-se na prova do CAMI Motorsport aos comandos de um imponente Mercedes 190 2.3 16V e imprimiu, como é seu apanágio, um forte ritmo, registando tempos sempre muito perto dos que Barros colocava no cronómetro, sendo mesmo o mais rápido em várias das subidas de treinos.

    Aos comandos de um muito bem preparado Citroen Saxo Cup, Filipe Macedo logrou conquistar o derradeiro lugar disponível no pódio, sendo de realçar que o piloto foi sempre capaz de sacudir a pressão na luta pelo 3º lugar que lhe foi movida por vários pilotos . Macedo ficou a 8,3 segundos do vencedor e distante dos perseguidores mais próximos

  • CPM1300: vitoria ‘caseira’ de Tiago Santos

    CPM1300: vitoria ‘caseira’ de Tiago Santos

    Tiago Santos (Citroen AX Sport) venceu a rampa Porca de Murça na competição reservada ao Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group.

    O triunfo do jovem piloto de Murça foi comemorado de forma rija pelos muitos espetadores locais que não perderam pitada da prova organizada pelo CAMI Motorsport.

    Ao longo dos dois dias, a refrega nos 1300 conheceu três protagonistas, Tiago Santos, José Salgado e Tomás Pinto, que rodaram sempre muito perto uns dos outros. A chuva e a sua queda intermitente ao longo dos dois dias de competição, foi outro dos handicaps que viria a ser importante para o desfecho.

    Tiago Santos construiu o seu triunfo no mérito de ter sempre adicionado à rapidez a consistência, mesmo sofrendo dois toques ao longo do fim-de-semana, felizmente sempre em subidas de treinos.

    Foi o mais rápido na 1ª Subida de Prova, disputada no fecho da tarde de sábado, então secundado por José Salgado (Toyota Starlet) e Aníbal Rolo (Datsun 1200), vendo ainda Tomás Pinto  sofrer um grave problema mecânico no Toyota Starlet, que o colocou fora da subida a contar.

    No domingo, Tiago Santos continuou a andar forte, José Salgado defendeu-se de forma firme quanto ao 2º posto e Tomás Pinto nem pensou na pressão extra advinda do facto de ter de registar dois tempos para se classificar, sendo o mais rápido nas duas subidas de prova da jornada, mas com uma delas a ser com piso molhado, o que limitou os tempos obtidos.

    O 3º posto foi um prémio de consolação para o andamento do jovem duriense.  

    Quanto aos Clássicos 1300, domínio absoluto de Aníbal Rolo, com Domingos Fernandes a colocar o seu Autobianchi no 2º posto, enquanto Carlos Delgado (Ford Escort MKI 1.3) fechava o pódio.

  • Murça: Nuno Guimarães foi o mais forte no FPAK Júnior Team

    Murça: Nuno Guimarães foi o mais forte no FPAK Júnior Team

    A Rampa Porca de Murça recebeu a prova inaugural da 2ª edição do FPAK Júnior Team de Montanha. O jovem duriense Nuno Guimarães venceu com autoridade, num duelo onde os três novos “lobinhos” mostraram garra e talento.

    Se o adágio popular releva a certeza de que um filho de peixe saberá nadar, esta refrega inicial o FPAK Júnior Team de Montanha transformou-se me mais um momento em que se provou que filho de piloto sabe pilotar!

    Nuno Guimarães, filho do homónimo ‘Capitão da Montanha’, foi claramente o mais forte no duelo travado com os também estreantes André Brás e Carolina Martins. O trio de novas promessas das Montanha utiliza esta época os habituais Citroen C1 preparados pela Befast Motorsport e esta primeira aparição foi demonstrativa de que estamos perante uma ‘colheita’ de pilotos com uma enorme capacidade de progressão.

    Em Murça foram sempre capazes de evoluir nos tempos e de enfrentarem com sucesso as difíceis condições meteorológicas, que tornaram muito difícil a abordagem à pista, que hora estava molhada, ora húmida ou mesmo quase seca.

    Nos treinos de sábado foi Carolina Martins quem começou por liderar, mas Nuno Guimarães reservou seu melhor para a única Subida de Prova do dia, sendo aqui claramente o mais rápido, com a sua adversária a terminar com o segundo tempo, enquanto André Brás não alinhava, com problemas no carro depois de um toque numa subida anterior.

    No domingo, Nuno Guimarães não deu veleidades ao duo que o tentou desalojar do comando, vencendo as duas subidas a contar e concluindo a rampa com uma merecida vitória, na frente de Carolina Martins que continuou a ser quem mais se aproximou do vencedor. 

    Condicionado por estar forçado a obter dois tempos nas subidas a contas para se classificar, André Brás revelou muito sangue-frio, não cometeu erros e logrou ir melhorando as marcas, conquistando um 3º lugar que premeia a forma como deu a volta às adversidades.

  • André Fernandes fez o pleno no primeiro dia da Rampa de Murça

    André Fernandes fez o pleno no primeiro dia da Rampa de Murça

    A jornada inaugural de sábado da Rampa Porca de Murça foi um desafio duro para os 79 pilotos que alinharam à partida da prova inaugural do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2025. A chuva que caiu em quantidade, mas intermitente, baralhou as estratégias e transformou cada subida numa “lotaria” que condicionou os resultados.

    Mas nem só nas condições meteorológicas residiu a razão do domínio de André Fernandes. O piloto português radicado nos EUA foi ‘mestre’ na forma como explorou o excelente nível competitivo do seu Porsche 992 GT3 Cup e, independentemente das condições do asfalto – que ora esteve muito molhado, ora apenas húmido e mesmo quase seco a espaços – e foi capaz de suplantar sempre a forte a oposição, quer nas três subidas de treinos do dia, quer na única Subida de Prova do dia, onde liderou a classificação geral, capitaneando uma ‘armada’ Porsche que monopolizou o Top 4 absoluto da classificação, comprovando o reconhecido ‘músculo’ forte da categoria GT.

    Logo atrás de André Fernandes, a 3,3 segundos, ficou o bracarense José Rodrigues, exemplar na condução do Porsche 997.2 GT3 Cup preparado pela Monteiros Competições, sendo de realçar a reforçada capacidade competitiva que José Carlos Pouca Sorte ostentou ao longo do dia, com o piloto da Megamotors a colocar o seu Porsche 997 GT3 Cup no 3º lugar, a 11,3 segundos de André Fernandes.

    Vítor Pascoal, campeão em título dos GT, levou o seu Porsche 991.2 GT3 Cup ao 4º posto, na frente de Gonçalo Inácio, que se estreou com o KIA CEED a andar como sempre nos habitou, ou seja entre os melhores. Inácio juntou ao Top 5 nas contas do CPM JC Group, a liderança na Categoria Turismo.

    O Top 10 da geral do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group após este dia inicial, contou ainda com a presença de Gabriela Correia (Mercedes AMG GT4) no 6º posto, aparecendo o primeiro protótipo logo atrás. Hélder Silva, o tetracampeão nacional absoluto em título, sofreu a bom sofrer para dominar a sua nova Norma FC20 M20 FC, tendo mesmo feito dois piões, acabando a jornada no 7º lugar da geral.

    Logo atrás, destaque para a exibição convincente de Afonso Santos. O jovem piloto poveiro que é colega de equipa de Hélder Silva na Power House, roda muito bem em piso molhado e levou o BRC da Divisão Protótipos B ao 8º lugar, relegando para o 9º posto Luís Nunes (Skoda Fabia R5) que, mercê do uso de pneus slick na Subida de Prova, não conseguiu impor a potência e as quatro rodas motrizes do carro tcheco. Nunes foi também um isolado dominador da Categoria Super Challenge.

    O Top 10 das contas do CPM JC Group ficou fechado neste primeiro dia com José Artur Teixeira. O piloto de Lousada não estranhou a mudança de habitat do Ralicross para a Montanha e esteve sempre muito forte com o seu Skoda Fabia S1600, juntando ao excelente lugar à geral, o 2º posto na Categoria Super Challenge.

    Uma referência para a liderança do madeirense José Romero (Semog Bravo) na Taça de Portugal de Kartcross de Montanha JC Group. Estreante nestas lides, vai atacar o dia decisivo com uma vantagem de 8 segundos sobre António Alves (AG/ AG/S).

    Quanto ao Campeonato de Portugal Clássicos de Montanha JC Group, José Pedro Gomes (Ford Escort RS 1800) lidera após este primeiro dia com 1,2 segundos de vantagem sobre Rui Costa (Ford Escort RS 1600), com Flávio Sainhas (Ford Escort MKI) a fechar o pódio, a 8,8 segundos.

    Entre os Legends de Montanha JC Group, António Barros (BMW M3) foi o mais eficaz na Subida de Prova. Suplantou Luís Delgado (Mercedes 190 2.3 16V) por 2,4 segundos, quedando-se Filipe Macedo (Citroen Saxo Cup) a 5,9 segundos, na terceira posição.

    No campeonato reservado aos 1300, o jovem murcense Tiago Santos fez valer o fator casa e lidera. Colocou o seu Citroen AX Sport a rodar mais rápido 2,6 segundos em relação a Aníbal Rolo (Datsun 1200), com a este a ser ainda o melhor dos Clássicos 1300. José Salgado (Toyota Starlet) está no 3º lugar do CPM1300 JC Group, a 3,1 segundos de Tiago Santos. No FPAK Júnior Team de Montanha é Nuno Guimarães que lidera, na frente de Carolina Martins.

    Uma referência para o excelente nível organizativo ostentado pelo CAMI Motorsport que respondeu célere a todos os incidentes, foi sempre rápido e eficaz no ritmo das subidas e merce uma nota muito alta pela forma como assumiu a responsabilidade deste dia inaugural da época 2025.

    A jornada decisiva deste domingo começará às 10:00 horas e contará com uma subida de Treinos Oficiais e a habitual “dobradinha” final constituída pela 2ª e pela 3 Subida Oficial de Prova. A entrega de prémios decorrerá ao fim da tarde.

  • Vítor Pascoal: “é cada vez mais difícil, mas queremos o Penta!”

    Vítor Pascoal: “é cada vez mais difícil, mas queremos o Penta!”

    Vítor Pascoal começa este fim-de-semana a defender o título conquistado em 2024 na Categoria GT do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. O tetracampeão nacional volta a confiar no Porsche 991.2 GT3 Cup do Baião Rallye Team e prevê competitividade acrescida na luta pelo cetro, mas quer manter o seu trono.

    O consagrado piloto de Baião está pronto para um fim-de-semana árduo em pleno coração de Trás-os-Montes. As previsões meteorológicas indicam que, sobretudo amanhã, sábado, a chuva fará a sua aparição em força e esse será mais um handicap que se junta à renovada competitividade do pelotão da Categoria GT.

    Outro motivo de apreensão prende-se com “a participação que fizemos no rali Cidade Termal, como Carro 0. Mesmo sem ser em competição, tirou-nos tempo para a preparação desta rampa, mas a equipa trabalhou bem e estou convicto de que o carro estará competitivo”.

    Vítor Pascoal sente-se “muito feliz por ver que os GT são cada vez mais um dos pontos fortes deste campeonato. Somos muitos e bons pilotos, com excelentes carros e isso motiva ainda mais. Estou convicto de que a luta pelo título será muito aberta, com vários pilotos a poderem vencer as provas e o campeonato, eu, o Bernardo de Castro, a Gabriela Correia, o André Fernandes e o José Rodrigues, sem esquecer os demais, estaremos em igualdade de favoritismo e isso faz com que eu e a nossa equipa tenhamos de estar sempre no máximo, para poder vencer”.

    O ‘Sniper de Baião’ não hesita e assume que “queremos o Penta. Alcançar o 5º título na modalidade será o nosso grande objetivo. Em Murça, vamos tentar entrar a vencer, num campeonato longo e onde serão preciosos todos os pontos amealhados”.

    A Rampa Porca de Murça será disputada ao longo deste sábado e domingo, 22 e 23 de março, sendo esperadas grandes dificuldades meteorológicas, sobretudo amanhã. Este dia inaugural, incluirá um Warm Up, duas subidas de Treinos Oficiais e a 1ª Subida de Prova, que acontecerão às 10, 12, 14 e 16 horas, respetivamente.

    No domingo e cumprindo o mesmo horário, será tempo de um Warm Up, uma subida de Treinos Oficiais e a habitual “dobradinha” final constituída pela 2ª e pela 3 Subida Oficial de Prova. A entrega de prémios decorrerá ao fim da tarde.

  • José Lameiro: “vamos lutar por um bom resultado em Murça”

    José Lameiro: “vamos lutar por um bom resultado em Murça”

    José Lameiro inicia este fim-de-semana em Murça o seu ataque aos lugares cimeiros da Categoria Super Challenge do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2025. O piloto aveirense volta a apostar no Skoda Fabia MKIII da Diatosta e quer dar continuidade ao magnífico campeonato que rubricou na temporada passada.

    A Rampa Porca de Murça, organizada pelo CAMI Motorsport, terá honras de abertura da época 2025 de Montanha e antevê-se um fim-de-semana difícil, com a meteorologia a anunciar condições difíceis, principalmente, amanhã, sábado.

    José Lameiro estará entre os protagonistas da Categoria Super Challenge, com o ‘Lord Terminator de Aveiro’ a mostrar-se “muito feliz por estarmos de volta ás rampas!… É muita a motivação que sinto e estou em crer que vamos ter mais um magnífico campeonato. Para além de desfrutar desta modalidade que adoro, parto para a temporada com a vontade de fazer igual ou, se possível, melhor do que em 2024, mesmo sabendo que a concorrência será muito forte”.

    Quanto à sua ‘montada’, O vice-campeão nacional em título da Categoria Super Challenge revela que “o Skoda se apresenta em Murça com as mesmas especificações da temporada passada. Fiemos um pequeno teste no Caramulo, para sobretudo voltar a sentir o carro e a fechar o capítulo do defeso. Agora, vamos ver como nos situamos em Murça. Tudo faremos para sair de lá com um bom resultado, que passa, obviamente, por conquistar um lugar no pódio da categoria”.

    A Rampa Porca de Murça será disputada ao longo deste sábado e domingo, 22 e 23 de março, sendo esperadas grandes dificuldades meteorológicas, sobretudo amanhã. Este dia inaugural, incluirá um Warm Up, duas subidas de Treinos Oficiais e a 1ª Subida de Prova, que acontecerão às 10, 12, 14 e 16 horas, respetivamente.

    No domingo e cumprindo o mesmo horário, será tempo de um Warm Up, uma subida de Treinos Oficiais e a habitual “dobradinha” final constituída pela 2ª e pela 3 Subida Oficial de Prova. A entrega de prémios decorrerá ao fim da tarde.

  • Martim Pereira disputa Campeonato Portugal de Montanha JC Group com um Peugeot 208 R2

    Martim Pereira disputa Campeonato Portugal de Montanha JC Group com um Peugeot 208 R2

    O vencedor do FPAK Júnior Team na Montanha em 2024, Martim Pereira, vai disputar em 2025 o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group com um Peugeot 208 R2 inserido na categoria 3.

    O jovem piloto de apenas 16 anos mostrou, em ano de estreia, na modalidade um talento inquestionável pelo que vai continuar a integrar o FPAK Júnior Team em 2025 como forma de impulsionar a sua carreira e ajudar, passo a passo, a chegar às categorias principais.

    O objetivo da FPAK passa por: “Continuar a apoiar o desenvolvimento de jovens talentos no automobilismo em geral, e neste caso específico, na Montanha. O Martim, mesmo sendo um piloto muito jovem, mostrou um enorme profissionalismo e uma grande vontade de continuar a aprender e a evoluir. Ajudá-lo neste processo é uma missão importante para nós. Acreditamos no seu sucesso”, referiu Ni Amorim, Presidente da FPAK.

  • JC Group Racing Team apresenta projeto para 2025 com grandes novidades

    JC Group Racing Team apresenta projeto para 2025 com grandes novidades

    Falta menos de um mês para o arranque do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. A primeira prova está agendada para os dias 22 e 23 de março, com Murça como pano de fundo. E foi coma preparação da nova época a todo o gás que a JC Group Racing Team apresentou oseu projeto desportivo para 2025.

    Para este ano, a ofensiva da estrutura nortenha conta com três pilotos: José Correia, piloto e chefe de equipa, Beatriz Correia e Carlos Gonçalves.

    Para José Correia, 2025 é um ano de mudança. O piloto de Braga despediu-se do seu Norma FC20 M20FC para receber um novo protótipo. O Osella Pa 30 Mugen V8 foi a máquina escolhida para o ataque ao título, uma aposta forte do piloto e chefe de equipa para este ano.Depois do vice-campeonato em 2024, José Correia começa 2025 com um novo impulso e com muita motivação:

    “Estamos muito animados para este arranque de época. A JC Group Racing Team apresenta um projeto renovado, com dois carros novos e ambição redobrada.Do meu lado, vou mudar de ‘barchetta’, passando a pilotar o Osella PA 30. É um upgrade relativamente ao carro anterior, que nos deu vários dissabores ao nível da fiabilidade. Assim, a expetativa para esta temporada é grande, pois esperamos mais fiabilidade e mais performance. O nosso objetivo é o título, mas sabemos que a concorrência é forte. Vamos encarar o campeonato prova a prova, primeiro numa fase de adaptação ao novo carro, sem deixar de apontar para os primeiros lugares. Estou também muito contente por ver a evolução do JC Group Racing Team, que vai manter a Beatriz no Cupra TCR e com o novo carro do Carlos Gonçalves, também um grande upgrade face ao carro da época anterior. Estamos muito confiantes que os nossos pilotos irão estar à altura do desafio.”

    Beatriz Correia vai para a sua segunda temporada a tempo inteiro no CPM. Depois do terceiro lugar final na divisão Turismos 2, a jovem piloto pretende dar mais um passo na sua carreira. 2024 foi de ambientação a uma nova realidade, mas em 2025, Beatriz vai tentar subir a fasquia, usando toda a experiência adquirida na temporada anterior:

    “Vou manter-me ao volante do CUPRA TCR, que usei na temporada passada. Depois de um ano de adaptação a uma nova realidade, vou tentar melhorar os meus registos, consolidar a minha performance e lutar pelas primeiras posições. No ano passado terminei em terceiro da divisão Turismos 2, um sinal da evolução feita ao longo da época. Este ano vou tentar ir mais vezes ao pódio e continuara minha evolução.”

    Para Carlos Gonçalves, 2025 é também ano de novidades. O piloto que se sagrou vice-campeão na divisãoTurismos 1 em 2024, apresenta um novo carro. O Osella PA21/S é a nova máquina, representando um salto qualitativo de grande monta, mas que Gonçalves encara com grande entusiasmo:

    Este ano vamos fazer o CPM com uma ‘barchetta’. Estou muito entusiasmado com este novo desafio, ciente de que vai ser um ano mais de aprendizagem do que de resultados. O objetivo é ser o mais competitivo possível e tentar demonstrar o meu valor. Com um carro diferente e melhores condições, a motivação aumenta.  Mas o foco, para já, é evoluir e estar preparado para o que se segue.”

    O Campeonato de Portugal deMontanha JC Group de 2025 conta com oito provas. Estendendo-se de março a outubro com provas no Norte e no centro do país, o calendário arranca no dia 22e 23 de março com a Rampa Porca de Murça. Segue-se a Rampa da Penha, que antecede o momento alto do ano, a Rampa da Falperra, que conta para o campeonato europeu de Montanha. As provas da Serra da Estrela, Santa Marta e Caramulo acontecem antes da pausa de verão, com Boticas e Arrábida a concluírem o calendário desta temporada.