A Nunes Sport regressa à compe3ção na primeira jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Depois de uma época 2023 perfeita, o obje3vo passa por manter o nível e lutar por vitórias em todas as provas.
2023 foi um ano inesquecível para a Nunes Sport e para o seu líder, Luís Nunes. Os triunfos sucessivos conquistados valeram os Ctulos, conquistados de forma inquesDonável, deixando a concorrência a larga distância. Na Categoria Super Challenge, Luís Nunes, ao volante do Skoda Fabia R5, conquistou a vitória em todas as provas em que compeDu. A temporada foi marcada pelo domínio absoluto do piloto e chefe de equipa, que terminou o ano invicto, estabelecendo vários recordes pessoais e demonstrando um nível excecional.
Para este ano, a equipa apresenta-se novamente pronta para o desafio, querendo manter o nível de excelência que evidenciou no ano passado. Luís Nunes mantém-se ao volante do seu Skoda, na categoria Super Challenge, onde pretende manter-se como a referência. “Começamos esta época visando defender o Otulo. Sabemos que o ano passado foi excecional, com uma época perfeita, mas temos consciência que manter este nível será um grande desafio. Os nossos adversários querem também chegar ao sucesso, pelo que nos espera uma época dura. Vamos, prova a prova, tentar o melhor resultado possível, sabendo que a nossa base é ó3ma. O carro é o mesmo, a equipa é a mesma, sempre com o inexcedível apoio da ARC, pelo que temos estabilidade e experiência para chegar aos lugares que almejamos.”
O primeiro desafio é a 33.a Rampa da Arrábida, um traçado com 3.5km de comprimento, uma inclinação média de 6,2% e um desnível de 185 metros. Como habitualmente, os pilotos terão de enfrentar seis subidas: no sábado, duas subidas de treinos (hora prevista às 13:00 e 14:30), com a primeira subida oficial a encerrar o dia, com hora agendada para às 16. No domingo, teremos a terceira subida de treinos (11:30) e as duas derradeiras subidas oficiais (hora prevista às 13:30 e 15:00), onde se decidirá o desfecho da prova.
Luís Nunes encara esta prova com o entusiasmo Cpico do arranque de época, conhecendo bem os desafios que terá pela frente: “ A Rampa da Arrábida é uma boa prova para o arranque. Gosto da rampa, da paisagem, da região. No entanto, a pouca aderência do asfalto irá exigir o máximo de atenção da nossa parte. A previsão meteorológica é favorável, sem chuva no horizonte, mas, ainda assim, teremos de estar no nosso melhor para extrair o máximo da nossa máquina. Contamos com o apoio dos nossos amigos, familiares e patrocinadores, que são parte integrante da nossa equipa e do nosso sucesso. É com eles que iniciamos esta época, com o obje3vo claro de repe3r os sucessos do passado”.
Depois de um ano entre os Super Challenge, tendo conquistado o Grupo SC-B, o piloto do Fundão que defende as cores da J. Janeira Sport aposta em lutar pelos lugares cimeiros do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group 2024. A Rampa da Arrábida é o primeiro desafio.
Gonçalo Janeira assume o novo desafio com “muita motivação. Em 2023 senti falta de uma oposição mais forte e sei que nos Legends a luta vai ser muito mais intensa. É assim que gosto de competir e estou muito entusiasmado por poder star na luta por este título nacional”.
O piloto-preparador tem consciência de que “será uma tarefa difícil rodar nos lugares de topo. O meu Citroen é um grande carro, mas sei que enfrentarei bons pilotos, com carros muito mais potentes. É algo a que já estou habituado e que me motiva ainda mais!”, realça, acrescentando que “iremos tentar lutar pelo pódio fina do campeonato”.
O Citroen AX GTi foi alvo de “um trabalho profundo de revisão. Fizemos ainda as alterações técnicas necessárias para o carro estar de acordo com o regulamento dos Legends. Agora, na Arrábida, vamos ter o primeiro contacto mais a sério com o carro e perceber como está o seu nível competitivo. Vamos tentar utilizar muito bem as subidas de treino para conseguir uma boa afinação. Depois, é dar tudo nas subidas de prova para um bom resultado”.
A Rampa da Arrábida 2024 arranca em termos competitivos no próximo sábado à tarde, com o dia inaugural de competição a ter três subidas do CPM JC Group aprazadas para este dia inaugural de competição, sendo que duas destas serão de treinos, a que se junta a 1ª Subida de Prova, que fechará a jornada.
O domingo terá uma subida inaugural de aquecimento às 10 da manhã, seguindo-se nova sessão de treinos oficiais. A partir das 13.00 horas decorrerão a 2ª e a 3ª Subidas de Prova, normalmente decisivas para o alinhamento classificativo final.
A Categoria Super Challenge continua a ser a mais frequentada do pelotão da Montanha. Mesmo com algumas ausências, são 10 os pilotos inscritos e, entre eles, sobressai logo o nome de Luís Nunes.
Após 5 títulos conquistados, 4 entre os Turismo e o último, em 2023, no ano de nascimento desta categoria, o “Foguetão de Valpaços” volta a merecer honras de favoritismo quase total, tal o binómio competitivo que forma com o seu Skoda Fabia R5.
Para obstar a que Nunes continue na senda imparável dos triunfos, apresenta-se como grande opositor José Lameiro. O seu Skoda Fabia Super Car foi alvo de melhorias antes desta época e o piloto que vem do Ralicross está também mais habituado às particularidades da Montanha. Os dois preenchem a grelha do grupo SC-A.
Já no Grupo SC-B reside a maior fatia de participantes da categoria: 5. Lidera-os Bruno Carvalho (Citroen Saxo), que terá também um olho bem focado na geral da categoria. No seu grupo, enfrenta as ambições de Pedro Neves (Honda Civic), Jorge Vicente (Renault Clio), Francisco Vieira Leite (Toyota Corolla T-Sport) e João Rodrigues (Peugeot 106 XSi).
No Grupo SC-D, o duelo será entre o BMW M3 de Carlos Correia e os Mini Cooper S de José Salgado e Arlindo Beça.
A Categoria GT está bem e recomenda-se. São 5 as “bombas” que se inscreveram na prova do CMS e a principal pergunta é quem fará oposição a Vítor Pascoal, o bicampeão em título.
Não satisfeito por ter dominado quase por completo a época transata, o “Sniper de Baião” não ficou a “dormir sobre os louros conquistados” e adquiriu um Porsche 991 GT3 Cup mais recente, com um motor de 4 litros, sendo, por isso, logicamente favorito à partida do campeonato.
Mas, não está sozinho quanto aos atores com reais possibilidades de conquistarem o título. Gabriela Correia (Mercedes AMG GT4) e Bernardo Garcia de Castro (Porsche 997 GT3 Cup já provaram no passado que conseguem ombrear e levar de vencida os duelos com o campeão baionense e, com toda a certeza, que ambos vão dar tudo para transformar 2024 no “seu” ano de consagração.
Debutante nesta categoria, José Carlos Pouca Sorte aposta num Porsche 997 GT3 Cup para fazer brilhar as cores da Megamotors. A marca germânica tem “maioria absoluta” na categoria, reforçada pela presença de André Fernandes (Porsche 997 GT3 Cup), piloto português radicado nos Estados Unidos da América e que tem feito sobretudo corridas de velocidade.
No próximo fim-de-semana, o cenário idílico da Paisagem Protegida da Arrábida tem honras de abertura do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. 58 inscritos, a que se juntam mais 14 na rampa regional, partirão em busca dos títulos nacionais em jogo, numa temporada que promete, uma vez mais, ser entusiasmante.
A prova inaugural, a cargo do Clube de Motorismo de Setúbal, terá honras de transmissão em livestreaming, com a cobertura em direto a superar as 10 horas de emissão.
Quanto a luta pelo cetro absoluto, Hélder Silva começa na rampa setubalense a defender o seu tricampeonato. O “Pistoleiro” da Power House volta a confiar na sua bem sucedida “barchetta” Osella PA2000 EVO2-PA.30, que foi completamente reconstruída pela equipa poveira após a forte batida em Boticas, no fecho da época transata. Como principais opositores, apresentam-se nesta prova inaugural José Correia (Norma FC20) e Nuno Caetano, colega de equipa de Hélder Silva, que vai para a segunda época aos comandos de uma Osella PA21 S EVO.
Numa segunda linha de favoritismo, temos um naipe melhorado de pilotos nos Protótipos B, encabeçados pelo “Capitão” Nuno Guimarães, no Silver Car S2 da NJ Racing. Realce para o regresso de Joaquim Rino (BRC B49 EVO), para a estreia de Afonso Santos, um jovem com apenas 16 anos, tripulando um BRC B49 e para nova aposta de Sérgio Nogueira nos protótipos, com o “Raçudo de Braga” a adquirir um BRC CM05 Evo. Novidade é também a nova montada do duriense Victor Bessa, que se apresenta na Arrábida com um original FIAT X1/9.
Turismo: “com o “patrão fora” a batalha está aberta!
Também na Categoria Turismo temos “trono vago”. Luís Delgado, campeão em 2023, não alinha na Arrábida e isso abre por completo as ambições de vários protagonistas, provenientes das três divisão desta categoria.
A Divisão 1 continua a ser um feudo exclusivo dos Mitsubishi Lancer EVO X. Estreia-se Daniel Pacheco, que se junta a Carlos Gonçalves, que venceu a divisão em 2023.
Na Divisão 2, Parcídio Summavielle vai estrear um Seat Cupra TCR, José Carlos Magalhães também debuta com um Seat Leon MKII e os dois têm tudo para estar entre os contendores pelo triunfo na categoria. Beatriz Correia vai dar continuidade à sua evolução noutro Seat Cupra TCR e António Ferreira (KIA Ceed) completa o naipe de inscritos na T2.
Quanto à Divisão 3, Gonçalo Inácio (Peugeot 206 VTi R2) assume favoritismo e olha mesmo para os lugares cimeiros da categoria, mas terá que ultrapassar a oposição do outro Peugeot 208 VTi R2 de Luís Martins, dos Citroen Saxo de Celso Fonseca e Carlos Ferreira, do Honda Civic Type R de Bruno Rodrigues e do Peugeot 206 RC de Rute Brás.
A Rampa da Arrábida será também a prova inaugural da Taça de Portugal Kartcross de Montanha, alinhando Nelson Rocha (Semog Bravo Sport SE) e Tiago Pinto (LBS Motor Club RX 01).
Clássicos: Sainhas na frente, “Caramulo Boys” no encalço
A “batalha” nos Clássicos tem tudo para se transformar numa refrega serrana, opondo a Serra da Estrela ao Caramulo.
Flávio Sainhas, o “Diabo da Covilhã”, começa em Setúbal a defender o título conquistado em 2023 no Campeonato de Portugal de Clássicos JC Group, voltando a confiar no muito bem preparado Ford Escort MKI. Pela frente, terá a habitual oposição de Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro, também sempre fiéis aos dois Ford Escort MKII do Caramulo Racing Team. Este triunvirato ostenta alguma vantagem no favoritismo atribuído, mas a luta poderá ser mais aberta.
Nesta prova inaugural, o pelotão dos Clássicos incluiu ainda o rápido Luís Moutinho (Ford Escort MKI), Ricardo Pereira (Ford Escort MKII), Carlos Fava (VW 1303) e Fernando Francisco (Ford Escort MKI).
Legends: “sondagens” apontam luta aberta
Ausente Pedro Alves, que em 2023 não deu veleidades aos adversários, dominando a época, tudo indica que teremos um ano muito interessante, com vários pilotos a poderem chegar ao título.
Na Arrábida, o alinhamento do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group inclui Gonçalo Janeira (Citroen AX GTi), Daniel Rolo (Nissan Sunny GTi), Miguel Gonçalves (BMW E36 Coupé), João Gachas (Rover 114 GTi) e o vila-realense Simplício Taveira que deixa os 1300 para se juntar ao pelotão dos Legends, apostando num Peugeot 106 S16 da MNE Sport.
1300: excelente naipe de inscritos. Armando Freitas favorito
Em duas épocas deste novel Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group, Armando Freitas fez o pleno. Sagrou-se bicampeão nacional e venceu a maioria das provas disputadas em 2022 e 2023. Voltando a apostar no seu super competitivo Toyota Starlet 1.3, o fafense apresenta-se com o grande favorito a novo título.
Na Arrábida, os seus opositores mais diretos poderão ser Aníbal Rolo, no potente Datsun 1200 Coupé, da Divisão Clássicos, Eva Laranjeira, que está de regresso ao Peugeot 205 Rallye e Rui Gama, num Peugeot 106 XSi.
Destaque para o “sangue novo” que aparece no campeonato. Pelas mãos do Famaconcret Racing Team, estreia-se, aos 16 anos, Nuno Pinto (Toyota Starlet) e ainda o seu companheiro de equipa Luís Silva (Citroen C1). A equipa famalicense continua também a contar com a intrépida Catarina Silva, noutro Citroen C1.
Aliás, a “batalha dos 1000” tem tudo para ser tema durante o fim-de-semana, incluindo ainda o Peugeot 107 de Joaquim Barreiros. Presente estará também José Pedro Figueiredo. O médico de Portalegre alinha, como sempre, com o seu Datsun 1200 da Divisão Clássicos.
Com as verificações técnicas a decorrerem na tarde de sexta e na manhã de sábado, a Rampa da Arrábida verá a competição arrancar logo a partir das 9.30 de sábado com as duas subidas de treinos da Super Subida Meliã. Depois de almoço, entra ao serviço a “armada” do CPM JC Group com três subidas aprazadas neste dia inaugural, sendo que duas serão de treinos, a que se junta a 1ª Subida de Prova. Pelo meio, os concorrentes da Super Subida Meliã, terão as suas duas subidas de prova. O domingo será integralmente dedicado ao CPM JC Group, com uma subida de aquecimento às 10.00, seguindo-se nova sessão de treinos oficiais. A partir das 13.00 horas decorrem a 2ª e a 3ª Subidas de Prova, normalmente decididas para o alinhamento classificativo final, decorrendo a entrega de prémios a meio da tarde, junto à Secil Outão.
Será como sempre, aos comandos de Ford Escort MKII do Caramulo Racing Team que Ricardo Loureiro vai enfrentar mais um Campeonato de Portugal de Clássicos JC Group. A Rampa da Arrábida é o primeiro desafio, disputado já no próximo fim-de-semana.
É hora de fazer rugir os motores. Vai começar nova época da Montanha e, para Ricardo Loureiro, o mote principal para 2024 é ultrapassar o “calvário” vivido em 2023:
“foi uma época desgastante para mim e para a equipa. Os sucessivos problemas que enfrentámos no carro arruinaram todas as nossas ambições e, claramente, é uma temporada que queremos esquecer rapidamente. Por isso, trabalhamos muito na preparação do carro. O motor foi totalmente revisto, ainda durante a época transata e, quer na Rampa do Caramulo, quer no Caramulo Motorfestival, já conseguimos ser fiáveis. Durante o defeso, continuamos a trabalhar e no teste que fizemos, há poucos dias, tudo correu bem e estamos com muita confiança de que ultrapassamos aquela autêntica série negra e que 2024 irá ser um ano muito positivo”.
O piloto-edil caramulense alerta para o facto de “podermos estar com um nível de competitividade um pouco mais baixo do que seria ideal, mas, nesta fase, buscamos a fiabilidade, antes de ousarmos evoluir para um patamar mais exigente. Temos um programa de desenvolvimento para cumprir e será à risca”.
Como tal, o objetivo traçado para a Rampa da Arrábida é “primeiro terminar a prova. Queremos muito concluir todas as provas de 2024, até para premiar todos os parceiros e patrocinadores, que bem o merecem. Depois, dentro do possível, lutar por um bom resultado. Se alcançarmos o pódio entre os Clássicos será um excelente arranque!”.
A Rampa da Arrábida 2024 arranca em termos competitivos no próximo sábado à tarde, com o dia inaugural de competição a ter três subidas do CPM JC Group aprazadas para este dia inaugural de competição, sendo que duas destas serão de treinos, a que se junta a 1ª Subida de Prova, que fechará a jornada. O domingo terá uma subida inaugural de aquecimento às 10 da manhã, seguindo-se nova sessão de treinos oficiais. A partir das 13.00 horas decorrerão a 2ª e a 3ª Subidas de Prova, normalmente decisivas para o alinhamento classificativo final.
O piloto e “patrão” da Megamotors dá o “salto” para a categoria GT, alinhando na edição 2024 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group com um Porsche 997 GT3 Cup preparado pela MNE Sport.
Foi em Resende, sua terra natal, que José Carlos Pouca Sorte apresentou a sua nova “montada”, oficializando também a ligação técnica à MNE Sport, estrutura liderada por José Carlos Magalhães.
O piloto de Resende tem construído uma carreira bem sucedida, desde que se juntou à “Família da Montanha”, destacando-se não só pela sua rapidez, mas também pela capacidade de, juntamente com a sua equipa técnica, desenvolver os carros que escolhe para competir, sendo já hoje um dos nomes fortes da modalidade.
É o fundador da equipa Megamotors que, este ano, para além do “patrão” estará na Montanha com o seu filho Carlos Pouca Sorte, aos comandos do BMW M3 que já foi tripulado pelo seu pai, Celso Fonseca, no habitual Citroen Saxo e João macedo no BMW 328is.
A escolha do Porsche 997 GT3 Cup representa para José Carlos Pouca Sorte “um grande desafio, não só por ser um carro completamente diferente dos anteriores, mas também por ir integrar a Categoria GT, uma das mais competitivas do campeonato, onde existem excelentes pilotos, com muita experiência neste tipo de carros. Sei que vou precisar de um período de adaptação para ser competitivo e esta temporada será claramente uma temporada de aprendizagem. No entanto, não enjeitaremos estar na luta pelos melhores lugares e tudo faremos para poder conquistar, ao longo da época, vários pódios”.
A estreia em competição com o carro germânico será já no próximo fim-de-semana, na Rampa da Arrábida, prova inaugural do CPM JC Group 2024.
A exemplo do que tem acontecido desde o seu regresso em 2017, a Rampa da Arrábida volta a apostar fortemente na transmissão em direto de todo o programa competitivo. Contando novamente com a produção da Motorsport Live TV, a transmissão contará com fortes meios técnicos, com o Clube de Motorismo de Setúbal a querer potenciar cada vez mais o impacto mediático da prova que, este ano tem honras de abertura do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
10 horas de transmissão ao longo dos dois dias de prova, 6 Câmaras com operador, 3 Câmaras Fixas, 2, 3kms de cabo, 2 drones, realização no local, estúdio de reportagem montado junto à partida e sistema de internet por satélite integralmente dedicada à transmissão. Eis a panóplia ambiciosa de meios técnicos que, já nos próximos dias 16 e 17 de março, estará ao serviço da transmissão em direto da edição 2024 da Rampa da Arrábida, que contará com a narração do jornalista e comunicador Joaquim Amândio Santos.
A organização volta assim a apostar forte numa “produção cuidada para que ninguém perca pitada de todos os momentos competitivos da rampa. Serão cerca de 10 horas ao longo dos dois dias de competição. Para nós, esta é a melhor maneira de potenciarmos aquele que tem sido o forte apoio por parte dos nossos patrocinadores e parceiros. Queremos lhes dar o melhor e maior retorno possível”, salienta Fernando Matias, presidente do Clube de Motorismo de Setúbal.
O líder da organização não esquece que “tem sido o enorme retorno que obtivemos nas edições anteriores que nos permite continuar a contar com o tecido empresarial, principalmente de Setúbal. Lembro que, em 2023, batemos todos os recordes de impacto direto, com a transmissão em livestreaming a atingir mais de meio milhão de visualizações. E, essa é uma fasquia que queremos ultrapassar este ano!”.
Para além do livestreaming que será disponibilizado nas redes sociais oficiais do clube organizador e do campeonato, em negociação está um pacote de 4 horas de emissão televisiva em canal aberto.
Depois de apenas ter protagonizado uma aparição em 2023, na Serra da Estrela, o “Senador de Porto de Mós” confirma que vai cumprir um programa parcial no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group 2024.
“Já sentia saudades de estar com a Família da Montanha com mais regularidade”, confessa Joaquim Rino ao confirmar que “felizmente, este ano, apesar de continuar a ter uma vida empresarial muito preenchida, vamos poder estar presentes em várias provas do CPM JC Group, começando já na Rampa da Arrábida”.
Para o consagrado e experiente piloto de Porto de Mós, este é um regresso “a um campeonato onde me sinto muito bem. Já faço parte dos mais veteranos e sempre foi a modalidade que mais me atraiu. Ainda para mais, o campeonato está cada vez mais forte e mais mediático, sendo ainda de realçar que a Divisão Protótipos B, onde continuarei a estar inserido, promete vir a ser muito competitiva, o que ainda me dará mais prazer, pois quanto mais disputado, melhor!”.
Para além da Rampa da Arrábida, Serra da Estrela e de Boticas, estão já confirmadas e Joaquim Rino tentará “estar no maior número de provas que me seja possível”, ficando, desde já, por razões de agenda, fora do programa a Rampa Internacional da Falperra, assumindo que “é com muita pena minha, pois adoro competir naquele ambiente. Mas, estarei fora do país e será impossível participar”.
Paralelamente, Joaquim Rino voltará a estar presente na Rampa Histórica integrada no Caramulo Motorfestival, que se realizada de 6 a 8 de setembro.
A “montada” continuará a ser o belo BRC BR49 EVO da Articimentos, cuja preparação técnica continuará a ser assegurada pela FR Power, a estrutura dirigida por Rui Ferreira e com quartel-general na Covilhã.
A “Amazona do Douro” confirma que voltará a tripular em 2024 o Peugeot 206 RC da NJ Racing no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
Garra, determinação e uma capacidade de evolução notável, eis as características que têm sido ostentadas por Rute Brás ao longo da sua curta mas já marcante carreira enquanto piloto de Montanha. A carismática piloto de Peso da Régua está pronta para mais uma temporada, confirmando que “vou continuar no comando do Peugeot 206 RC, que foi alvo de uma profunda revisão, para que tudo comece da melhor maneira”.
Aliás, já deu o “tiro de partida” à temporada, estando presente no teste privado que foi organziadop pelo Caramulo Racing Team: “apesar da muita chuva que caiu, foi um dia muito bom, pois não só desenferrujamos após uma longa paragem, como aprendemos mais sobre condução à chuva. Nem o pequeno toque que dei, já no fim da sessão, mancha o excelente trabalho de preparação que fiz com a minha equipa”.
Quanto a objetivos, realça que “serão os mesmos: fazer o que gosto, sem pressão e sempre com o intuito de superar os desafios propostos. Sempre digo o mesmo , mas é aquilo que sinto, pois tento competir da maneira mais saudável possível e sempre com os pés na terra, aproveitando para viver fins-de-semana diferentes e sair da rotina. O bichinho de querer sempre melhorar continua cá e tudo farei para que em 2024 consiga fazer bem melhor do que o conseguimos em 2023”.
“O pódio em Murça marcou a época de 2023”
A épcoa passada foi muito positiva para a “Amazona do Douro”. Rute Brás arrancou para a temporada focada em “ter época tranquila e sem grandes percalços e, como é óbvio, alcançar o melhor lugar possível. Começou da melhor maneira, pois, logo em Murça, subi ao pódio da Divisão Turismo 3. Foi, sem dúvida, o momento mais marcante de 2023!”.
Quanto ao rescaldo da época no seu todo, a piloto duriense lembra que “durante a temporada 2023, passamos por momentos de diversão , emoção , adrenalina e sobretudo convívios fantásticos por isso o balanço não podia ser mais positivo. Obviamente, também tive momentos menos felizes, sobretudo quando dei toques ou cometi erros de abordagem de curvas. Mas, faz tudo do processo de evolução!”.
Quando desafiada a definir o que significa para si competir, Rute Brás realça “que estar em competição representa um desafio enorme, pois não é só tenho vontade em querer fazer melhor na classificação e nos tempos há o outro lado da competição, embora sabendo que nunca devo deixar a diversão e a adrenalina ultrapassarem os limites!”.
Deixa uma ultima convicção, acompanhada de um desejo: “em 2024 tenho a certeza que contaremos muitas vitórias como equipa , pois o sucesso da NJ Racing é o meu sucesso. Que venha a nova época sempre recheada de muitos pilotos e claro um apelo para que mais meninas comecem a entrar neste desafio fantástico!”.