O piloto do Toyota Starlet dominou a 7ª Rampa de Santa Marta, a exemplo do que vem fazendo ao longo de praticamente toda a época, entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group.
Foi mais uma exibição sem falhas a que Armando Freitas rubricou na prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua. Em todas as subidas que participou, Freitas não deu hipóteses ao farto pelotão dos 1300, que em Santa Marta atingiu as 12 unidades, estabelecendo sempre o melhor tempo, rodando muito longe dos demais contendores.
Esta quinta vitoria, a que adiciona um 2º lugar na única prova em que foi derrotado, faz com que Armando Freitas vá celebrar já no Caramulo, o primeiro título nacional deste campeonato criado pela FPAK para esta época de 2022, feito que será inteiramente merecido pelo piloto do Toyota.
A luta pela segunda posição foi intensa e espetacular de seguir, tendo durado até ao último metro da terceira subida de prova.
Protagonizaram-na três pilotos: João Diogo Santos, Eva Laranjeira e Tiago Santos. Se na 1ª Subida de Prova, realizada no dia de sábado, os três ficaram dentro de uma míngua margem de 1,5 segundos, nas duas subidas de prova de domingo João Diogo Santos (Fiat Punto 85 Sport) forçou “a barra” e baixou significativamente o seu tempo logo na 2ª Subida, rematando a questão do segundo posto.
Mas Tiago e Eva ficaram com a questão do 3º pkugar presa por uma décima de segundo antes da derradeira subida.
Aí, Tiago Santos e o seu Citroen AX Sport levariam a melhor, até porque Eva Laranjeira não concluiria a subida, com um problema técnico no Peugeot 205 Rallye, tendo de se contentar com a quarta posição final.
Nas contas da Divisão Clássicos 1300, José Pedro Figueiredo voltou a vencer, levando o seu Datsun 1200 a rodar sempre mais lesto do que o Autobianchi A112 Abarth de Domingos Fernandes.
O veloz piloto da Covilhã voltou a dar um recital e condução com o seu Ford Escort MKI e chegou ao primeiro triunfo da temporada.Loureiro lutou pelo triunfo, mas focou-se principalmente em fechar as contas do título.
Mas não foi fácil esta vitória. Para além da oposição forte que sofreu por parte dos outros candidatos, Saínhas ainda teve de ultrapassar um problema técnico que parecia ser definitivo. A meio da jornada de sábado, o motor do Escort MKI cedeu e a equipa teve de fazer uma intervenção profunda e demorada durante a noite, ficando o piloto forçado a realizar dois tempos nas duas subidas de prova de domingo para, pelo menos, se classificar.
Fez muito mais do que isso. Conhecido como o “Diabo Amarelo”, Flávio Saínhas partiu ao ataque e foi letal, almejando ser o mais rápidos dos Clássicos em ambas as ocasiões, mesmo com curtas distâncias e, numa ida “do inferno ao céu”, transformou-se no justo vencedor da jornada.
Já aquele que era à chegada a Santa Marta o líder do Campeonato de Portugal Clássicos de Montanha JC Group e campeão em título chegou a Santa Marta com uma missão: tripular o seu Ford Escort MKII sem erros e rematar as contas do título.
Se bem o pensou, melhor o executou Fernando Salgueiro que saiu do Douro Vinhateiro bicampeão nacional, depois de uma época em que a oposição não representou uma grande ameaça. O piloto do Caramulo Racing Team não foi demasiado defensivo e lutou mesmo pela vitória, tendo ficado no 2º posto, a apenas 791 milésimas de segundo de Saínhas.
O restante lugar do pódio foi alvo de uma luta com um desfecho singular.
Ricardo Loureiro (Ford Escort MKII), colega de equipa de Salgueiro e Paulo Teixeira, que disputou em Santa Marta a sua primeira prova da temporada aos comandos de um Ford Escort MKI, protagonizaram um duelo tão equilibrado que concluíram a refrega empatados à milésima de segundo!
Como tal a dupla, partilhou o 3º lugar do pódio, algo inédito na história do campeonato.
A sexta vitoria da temporada do piloto do BMW M3 da Famaconcret foi o passo decisivo rumo ao título de campeão entre os Legends, bastando-lhe agora alinhar na próxima prova, que se disputará no Caramulo.
A passagem de Luís Silva e do seu BMW M3 pela 7ª edição da Rampa de Santa Marta foi exemplar quanto ao modo como o “canhão de Famalicão” tem estado na temporada: o seu domínio nas contas do Campeonato de Portugal Legends de Montanha JC Group foi exercido de fio a pavio durante o fim-de-semana.
A sexta vitoria da temporada coloca Luís Silva a bater à porta do título nacional, bastando-lhe alinhar numa subida oficial da Rampa do Caramulo, que se disputa em Julho, para poder abrir o espumante e celebrar essa conquista.
Quem mais perto rodou de Luís Silva, embora sem ser suficiente para o pressionar, foi Hugo Mestre. O jovem transmontano trouxe a Santa Marta o seu BMW 320d com que normalmente brilha nas provas de Velocidade para fazer um teste em competição, e foi regularmente o segundo mais rápido entre os Legends. No entanto e num bonito gesto de fairplay, Hugo Mestre decidiu não colocar o carro em parque fechado, prescindindo do 2º posto final pois, como não está inscrito no campeonato, considerou ser mais justo não constar da classificação da prova.
Dessa forma, o sempre eficaz João Macedo (BMW 328is) herdou o segundo degrau do pódio e sai de Santa Marta não só com essa boa prestação na rampa, mas também com o 2º lugar no campeonato mais do que consolidado, até porque Carlos Alberto Oliveira, seu principal adversário nessa luta, desistiu com problemas no Ford Sierra Cosworth, voltando a não pontuar.
O terceiro degrau do pódio dos Legends em Santa Marta foi alvo de uma acesa luta entre Arlindo Correia (Peugeot 306) e Miguel Gonçalves (BMW E36 Coupé). Foram taco-a-taco até derradeira subida de prova e aí Miguel Gonçalves foi mais forte, conquistando assim novo pódio nesta temporada. De registar a presença de 14 pilotos nas lides dos Legends na rampa organizada pelo Clube Automóvel da Régua.
A terceira vitória da temporada do piloto da Power House e a ausência forçada do seu adversário direto na luta pelo título absoluto, isolou Hélder Silva ainda mais no comando do campeonato e é agora grande candidato a renovar o cetro que conquistou em 2021. António Rodrigues e Nuno Guimarães deram um duplo pódio absoluto à equipa duriense NJ Racing.
Foi debaixo de uma canícula abrasadora que decorreu a sexta prova da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. O fim-de-semana foi repleto de incidentes, resolvidos com eficácia pelo Clube Automóvel da Régua com eficácia. Em termos desportivos, destaque inicial para as sete dezenas de participantes integrados no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, numa época em que a modalidade está a bater recordes de popularidade.
Quando à discussão do título de “Rei do Douro Vinhateiro”, Hélder Silva puxou dos galões de campeão e líder do campeonato e aproveitou da melhor maneira a ausência forçada por motivos familiares de José Correia, seu grande oponente na luta pelo cetro nacional absoluto. Extraindo todo o potencial da sua “barchetta” Osella PA2000 EVO2, Hélder Silva foi sempre o mais rápido, mas não teve um fim-de-semana relaxado pois, teve sempre dois pilotos durienses na sua “cola” e nunca a uma distância que se tornasse totalmente impossível de ultrapassar.
A correrem quase literalmente em casa, António Rodrigues e Nuno Guimarães estiveram sempre muito rápidos e eficazes aos comandos, respetivamente, do Silver Car EF10 e do Silver Car S2 da equipa NJ Racing, sendo com todo o mérito que subiriam aos restantes degraus do pódio absoluto final desta 7ª Rampa de Santa Marta.
A prova foi assim a confirmação final do regresso às boas exibições de António Rodrigues. Depois do início “negro” da época, a “Bala do Douro” começa a dominar o potente Silver Car EF10 e está claramente transformado num candidato a chegar brevemente à primeira vitória absoluta da sua carreira. Na rampa do Clube Automóvel da Régua, ficou a apenas 4,8 segundos do vencedor, encurtando distâncias em relação a provas anteriores.
Quanto ao “Capitão da Montanha” Nuno Guimarães foi 3º da geral, a 1,8 segundos do seu colega de equipa, dominando ainda na luta particular dos Protótipos B, divisão que claramente vencerá no fecho da temporada. Nestas contas dos “B”, foi novamente secundado por Joaquim Rino (BRC BR49 EVO), que almejou ser 5º da geral, cabendo a Victor Bessa colocar o Radical Club Sport no terceiro posto da divisão.
Uma palavra para Sérgio Nogueira, 4º na tabela absoluta. Está cada vez mais forte e capaz de levar aos limites a sua Osella PA21 S EVO, sendo perfeitamente capaz de vir a reclamar um pódio ainda esta temporada.
Na discussão dos GT, Vítor Pascoal (Porsche 991 GT3 CUP) conquistou confortavelmente a quinta vitória da época, sendo ainda 7º da geral e, a duas provas do final, deu a machadada final na questão do título, até porque Gabriela Correia, a exemplo do seu pai José e pelas mesmas razões familiares, não esteve presente. O espanhol Bernardo Garcia de Castro (Porsche 997 GT3), foi 2º, cabendo a “fava” do infortúnio a Daniel Vilaça, que desistiu com um problema técnico no seu Nissan Nismo 370Z.
Por seu lado, Luís Nunes levou o seu Skoda Fabia Rally2 EVO ao Top 6 absoluto, vencendo de forma convincente a Categoria Turismo e a respetiva Divisão 1. Nesta, foi secundado por Carlos Gonçalves (Mitsubishi Lancer EVO X) e por Daniel Marques num Subaru Impreza.
Já Joaquim Teixeira voltou a mostrar todo o talento e foco que possuiu. O piloto e “patrão” da JT59 Racing Team/Bompiso não registou qualquer tempo na 1ª Subida de Prova, devido a um furo. As outras duas subidas “a valer” transformaram-se assim num duplo desafio de “tudo ou nada”, mas não é à toa que lhe chamam o “Demolidor de Trás-os-Montes” e impôs um ritmo incrível ao Cupra TCR, terminando em 2º dos Turismo, 9º da geral, vencendo ainda a Divisão 2.
Aqui, realce para a magnifica exibição de José Carlos Pouca Sorte. Sempre rápido e em alta rotação com o seu VW Golf R35 foi premiado com o 2º lugar na divisão e o 3º posto na geral dos Turismo. Já Manuel Rocha e Sousa levou o seu Cupra TCR ao 3º posto na D2.
Quanto aos Turismos 3, o habitual “taco-a-taco” entre Bruno Carvalho e Parcídio Summavielle transformou-se numa “batalha sem tréguas” a três. Alberto Pereira (Honda Civic Type R) conhece o traçado de Santa Marta como poucos e tem alma e talento para dar e vender. Assim logrou desfeitear os pilotos do Citroen Saxo e do Renault Clio RS R3 na subida de prova de sábado, acabando por ceder no domingo, caindo para terceiro, a apenas nove décimas de segundo da vitória, num dia em que foi alvo de alguns incidentes.
Como tal, Summavielle e Carvalho ficaram frente a frente num “duelo ao sol” próprio de dois grandes “pistoleiros” e não desiludiram o público presente. O fafense, que tinha sido mais rápido na subida 1, viu Carvalho impor o Saxo na subida 2, ficando tudo em aberto para a terceira. Aí, Alberto Pereira teve os problemas já mencionados e Bruno Carvalho piorou ligeiramente o seu melhor tempo. Parcídio Summavielle “voou” rampa acima, tornou-se o primeiro piloto da divisão a rodar em menos de 1:59, acabando por conquistar com brilhantismo o seu terceiro triunfo da temporada, por apenas 527 milésimas de segundo. Foi uma batalha épica!
Agora, o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group só volta à ação em Julho. Será nos dias 16 e 17 que se realizará a Rampa do Caramulo, sob a égide organizativa do Targa Clube, sendo muito provável que a penúltima prova da temporada seja decisiva para a atribuição da maior parte dos títulos nacionais em jogo.
O líder do campeonato foi o mais rápido ao longo das quatro subidas do dia, mas vai para descanso com apenas 1,7 segundos sobre António rodrigues e 3,4 sobre Nuno Guimarães. Luís Nunes comandos nos Turismo e Vítor Pascoal entre os GT, enquanto Fernando Salgueiro e Luís Silva saíram deste primeiro dia líderes, respetivamente, nos Clássicos e nos Legends, cabendo a Armando Freitas a mesma façanha nos 1330 e Márcio Araújo nos Kartcross.
Foi debaixo de um calor abrasador que decorreu o primeiro dia de competição da sexta prova da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Este dia de sábado ficou marcado por muitos incidentes, que foram resolvidos pelo Clube Automóvel da Régua com eficácia.
Tal como era previsível, foi Hélder Silva que marcou o ritmo na luta pela liderança absoluta da rampa. O campeão nacional absoluto e líder do campeonato colocou a sua “barchetta” Osella PA2000 EVO PA.30 na liderança da tabela de tempos das quatro subidas do dia, mas sai para o descanso sabendo que tem dois pilotos durienses na sua “cola”, pois, António Rodrigues e Nuno Guimarães estiveram sempre muito rápidos aos comandos, respetivamente, do Silver Car EF10 e do Silver Car S2.
A “Bala do Douro” está de regresso às exibições de bom nível e assinou o 2º tempo a 1,7 segundos do líder., ostentando uma cada vez maior confiança para extrair todomompotencial do protótipo catalão.
Quanto ao “Capitão” Guimarães foi 3º da geral, a 3,4 segundos, dominando na luta particular dos Protótipos B, onde parece bem encaminhado para mais um triunfo.
Na discussão dos GT, Vítor Pascoal (Porsche 991 GT3 CUP) está na frente após o dia 1 da rampa. Mas a sua liderança é de apenas meio segundo sobre o espanhol Bernardo Garcia de Castro (Porsche 997 GT3), antevendo-se um embate intenso no dia de domingo entre os dois pilotos. Daniel Vilaça colocou o seu Nissan Nismo 370Z no 3º posto da categoria.
Por seu lado, Luís Nunes levou o seu Skoda Fabia R5 no Top 5 absoluto e lidera após este primeira dia na Categoria Turismo e na Divisão 1. Nesta, é secundado por Carlos Gonçalves (Mitsubishi Lancer EVO X) e Daniel Marques (Subaru Impreza).
José Carlos Pouca Sorte viveu um dia de sábado sempre em alta rotação e a sua velocidade foi premiada com o 2º melhor tempo entre os Turismo, colocando o seu VW Golf R35 na liderança da Divisão 2, estando aqui na frente de Paulo Silva (Audi RS3 LMS) e de Manuel Rocha e Sousa (Cupra TCR).
Quanto aos Turismos 3, o habitual “taco-a-taco entre Bruno Carvalho e Parcídio Summavielle transformou-se numa “batalha” a três.
Alberto Pereira (Honda Civic Type R) conhece o traçado de Santa Marta como poucos e tem alma e talento para dar e vender. Assim logrou desfeitear os pilotos do Citroen Saxo e do Renault Clio RS R3 na subida de prova, acabando a jornada na frente da T3, tendo sido um segundo mais rápido do que Summavielle e ganhando 3,6 a Carvalho. O mesãofriense almejou ainda ser o terceiro mais rápido da categoria.
Quatro foram os kartcross que se juntaram ao naipe de pilotos presentes em Santa Marta. Neste dia 1 de competição, Márcio Araújo destacou-se dos demais, colocando o seu AG Sport na liderança.
Salgueiro foi o mais rápido nos Clássicos
O atual líder do campeonato e campeão em título chegou a Santa Marta com uma missão: tripular o seu Ford Escort MKII sem erros e rematar as contas do título.
E neste primeiro dia, Fernando Salgueiro seguiu à risca o seu plano, realizando as subidas de treino com todas as cautelas, só atacando na subida “a doer”, registando aí o melhor tempo entre os pretendentes ao triunfo nos Clássicos.
Parte para a jornada de amanhã com um avanço minguo de apenas seis décimas de segundo sobre o seu colega de equipa Ricardo Loureiro (Ford Escort MKII) e de nove décimas em relação ao terceiro colocado, o Ford Escort MKI de Paulo Teixeira. O duelo promete!
Luís Silva destaca-se entre os Legends
E continua a saga de Luís Silva e do seu BMW M3 nas contas particulares dos Legends. Neste primeiro dia de competição em Santa Marta, o famalicense fez o que melhor sabe fazer em 2022: dominar.
Como tal, é com toda a naturalidade que vai para o descanso antes da jorna de domingo já na liderança, comum avanço de 4,9 segundos sobre Hugo Mestre. Este, mais habituado às lides da velocidade, foi quem mais se ousou aproximar do “Canhão de Famalicão” e, na subida de prova, levou o seu BMW 320d a registar a segunda melhor marca, na frente do BMW 318is de João Macedo, terceiro a 12,8 segundos do líder.
Armando confirma favoritismo nos 1300
Quatro subidas, quatro vezes autor do melhor tempo. Eis o resumo mais fiel do domínio de Armando Freitas nesta jornada de sábado. Na Subida de Prova garantiu um avanço de7,8 segundos sobre o adversário que mais perto de si rodou, e tem tudo para amanhã carimbar a quinta vitória da temporada no campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group.
Já a luta pela segunda posição envolve três pilotos está bem acesa e promete ser intensa no dia de domingo.
João Diogo Santos (Fiat Punto 85 Sport) acabaria por ser o mais rápido deste grupo na subida a contar para a classificação, mas apenas com 0,7 segundos de vantagem sobre Tiago Santos, terceiro mais lesto com o Citroen AX, tendo os dois Eva Laranjeira “à perna”, com a “Dama de Aço” a levar o seu Peugeot 205 Rallye ao 4º tempo, a apenas 8 décimas da terceira marca. José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) foi o mais rápido dos Clássicos 1300, assinando o 7º tempo da geral entre os 1300.
Amanhã, domingo, as dez da manhã voltam a marcar o primeiro encontro com a pista. Será com nova sessão de “warm up”, sucedida pela 3ª Subida de Treinos. Depois, chegam as duas decisivas Subidas de Prova finais, com horários previstos para as 13.00 e 14.15 horas, respetivamente, ficando a 7ª Rampa de Santa Marta concluída com a cerimónia de entrega de prémios em frente aos Palos do Concelho de Santa Marta de Penaguião.
Cada prova é sempre um “mundo novo” para a “rookie” de Porto de Mós. Alexandra Rino está preparada para a sua estreia na Rampa de Santa Marta, com a jovem piloto do VW Golf GTi a focar-se no seu grande objetivo desta época inicial: aprender e evoluir.
Alexandra Rino e o VW Golf MKIII com a cores da Articimentos encaram este fim-de-semana a icónica prova montada no Douro Vinhateiro pelo Clube Automóvel da Régua.
Será mais um desafio novo em que o principal objetivo será ”continuar a evoluir tanto a nível pessoal, como a nível dos índices de confiança com o carro. É todo um mundo novo que estou a aprender e tem sido uma época extraordinária. Sinto-me cada vez mais capaz de extrair do Golf o seu potencial, embora tenha perfeita noção de que ainda temos muito para evoluir”.
Mas, mesmo não sendo os resultados o seu foco principal, nem por isso Alexandra Rino enjeita “tentar sempre uma boa classificação. Um Top 5 entre os que pontuam para o campeonato seria um resultado excelente. Vou me esforçar e tentar aprender bem a pista, que sei ser muito técnica e difícil, para ir evoluindo nos tempos”, sabendo que tem para defender a 2ª posição na tabela pontual do Grupo Legends 99, sendo de referenciar que é atualmente 7ª da geral dos Legends, isto apesar de ter faltado a uma prova.
A 7ª Rampa de Santa Marta contará com oito subidas. No sábado, as lides competitivas começam cedo, com o “warm up” às dez e meia da manhã. 11.15 é o horário marcada para a 1ª Subida de Treinos Oficiais, seguindo-se a 2ª pelas 13 horas. O programa de sábado terminará com a 1ª Subida de Prova, aprazada para as 14.15. Já no domingo, as dez da manhã voltam a marcar o primeiro encontro com a pista. Será com nova sessão de “warm up”, sucedida pela 3ª Subida Oficial de Treinos. Depois, chegam as duas decisivas Subidas de Prova finais, com horários previstos para as 13.00 e 14.15 horas, respetivamente.
Natural de Mesão Frio, o piloto da MNE Sport tem na Rampa de Santa Marta a prova “da casa”, sendo por isso sempre um evento muito especial. Agora integrado no “musculado” Campeonato de Portugal Legends de Montanha, Celso Fonseca quer dar continuidade na prova do Clube Automóvel da Régua à época muito positiva que vem fazendo.
Será a segunda vez que Celso Fonseca enfrentará os três mil e duzentos metros da Rampa de Santa Marta. O piloto nascido nas Portas do Douro já correu “uma vez, integrado na Rampa Regional e aos comandos do meu Citroen Saxo. Tenho orgulho em fazer esta prova porque é da minha região de nascimento e é uma pista com uma paisagem deslumbrante e um percurso muito desafiante, pois é técnico e difícil. Gosto muito de aqui correr”.
Celso Fonseca chega a esta sexta rampa do ano com uma liderança sólida no Grupo Legends 99. São 27 pontos de avanço, mas o mesãofriense considera que “temos de continuar a andar forte para garantir esta vitória no fecho da época. Ainda são vários os adversários que matematicamente me podem ultrapassar, mas isso é bom porque significa que estamos com um grupo competitivo. Dá mais prazer vencer assim!”.
Na geral absoluta dos Legends é atualmente 5º classificado, posição que Celso Fonseca quer “manter até ao fim. À minha frente estão grandes pilotos, com carros muito mais potentes e, como tal, será difícil subir na geral, mas garantir o Top 5 final seria fantástico. Vamos dar tudo para o conseguir!”.
Novamente aos comandos do Citroen Saxo da MNE Sport, Celso Fonseca assume que vai encarar o fim-de-semana “com muita cabeça. Vou tentar andar o máximo, sem grandes falhas para tentar a melhor classificação possível e assim continuar a pontuar forte”.
7ª Rampa de Santa Marta contará com oito subidas. No sábado, as lides competitivas começam cedo, com o “warm up” às dez e meia da manhã. 11.15 é o horário marcada para a 1ª Subida de Treinos Oficiais, seguindo-se a 2ª pelas 13 horas. O programa de sábado terminará com a 1ª Subida de Prova, aprazada para as 14.15. Já no domingo, as dez da manhã voltam a marcar o primeiro encontro com a pista. Será com nova sessão de “warm up”, sucedida pela 3ª Subida Oficial de Treinos. Depois, chegam as duas decisivas Subidas de Prova finais, com horários previstos para as 13.00 e 14.15 horas, respetivamente.
A “Guerreira da Serra” enfrenta este fim-de-semana a rampa onde se sente menos à vontade. Mas, esse não é um fator que a limite e vai até ao Douro Vinhateiro disposta a dar continuidade à excelente temporada que tem feito.
O Citroen C1 está “impecável e pronto. O Ruizinho e a FRPOWER fizeram, como sempre um trabalho excelente a preparar o carro e, por aí, está tudo preparado para ser um grande fim-de-semana”, realça Daniela Ferreira.
A jovem da Covilhã sabe que tudo tem de estar perfeito para que enfrente os três mil e duzentos metros da “rampa que mais dificuldades me coloca. Não me adapto ao traçado devido às rotundas ao contrário e à chicane, mas adoro o facto de parecer mesmo uma pista de velocidade, com as riscas pintadas nas bermas e um cenário incrível. A organização tem sempre muito cuidado com o traçado”.
Assim, Daniela Ferreira coloca como objetivo para a rampa “não cometer erros, tentar perceber melhor o traçado, melhorar os tempos e chegar o mais longe possível na classificação final, tendo em conta sempre as limitações do carro. Espero que este ano me adapte melhor e consiga tirar melhor proveito do C1”.
A talentosa “Guerreira da Serra” ocupa atualmente o 4º lugar no Campeonato de Portugal de Montanha 1300 JC Group, posição notável para quem está aos comandos de um pequeno 1000cc.
Isso faz com que Daniela Ferreira se foque em “tentar manter a posição. Estamos quase a terminar o campeonato e tudo farei para terminar a época dentro do Top 5. Esta a ser uma temporada fantástica e de muita aprendizagem. Vamos ver o que nos reserva Santa Marta!”.
A 7ª Rampa de Santa Marta contará com oito subidas. No sábado, as lides competitivas começam cedo, com o “warm up” às dez da manhã. 11.15 é o horário marcada para a 1ª Subida de Treinos Oficiais, seguindo-se a 2ª pelas 13 horas. O programa de sábado terminará com a 1ª Subida de Prova, aprazada para as 14.15.
Já no domingo, as dez da manhã voltam a marcar o primeiro encontro com a pista. Será com nova sessão de “warm up”, sucedida pela 3ª Subida Oficial de Treinos. Depois, chegam as duas decisivas Subidas de Prova finais, com horários previstos para as 13.00 e 14.15 horas, respetivamente.
O “Senador” da Articimentos está preparado para o “serpentear” dos 3,2 quilómetros do traçado da 7ª Rampa de Santa Marta. Joaquim Rino quer estar na discussão da vitória entre os Protótipos B.
Esta aí a sexta prova da temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. Será este fim-de-semana em terras de Santa Marta de Penaguião que decorrerá o evento organizado pelo Clube Automóvel da Régua.
Já na sua 7ª edição a Rampa de Santa Marta assume-se sempre como um “traçado rápido e bastante desafiante. É preciso estar bastante atento, essencialmente nas zonas em que há estreitamentos da pista. Mas agrada-me muito, pois exige muita condução, além de ser uma pista num cenário incrível, sendo ainda de realçar que o muito público que está sempre presente nos dá uma motivação extra”, realça Joaquim Rino.
O consagrado piloto de Porto de Mós chega ao Douro Vinhateiro com a confiança em alta: “os resultados têm sido bons e realço principalmente a minha cada vez maior adaptação ao BRC BR49 EVO, sendo também de realçar que o protótipo tem estado impecável, fruto do excelente trabalho da FRPOWER”.
Isso faz com que “como sempre, vamos tentar vencer na Divisão protótipos B. O título já é impossível, mas estaremos sempre na luta para vencer as provas, sendo para mim importante lutar por terminar com as melhores classificações possíveis, seja na divisão, seja à geral”, com Joaquim Rino a estar atualmente em 2º nos Protótipos B e no 6º posto absoluto, nas tabelas pontuais, querendo “manter e se possível melhorar à geral até ao fecho da época”.
A 7ª Rampa de Santa Marta contará com oito subidas. No sábado, as lides competitivas começam cedo, com o “warm up” às dez da manhã. 11.15 é o horário marcada para a 1ª Subida de Treinos Oficiais, seguindo-se a 2ª pelas 13 horas. O programa de sábado terminará com a 1ª Subida de Prova, aprazada para as 14.15. Já no domingo, as dez da manhã voltam a marcar o primeiro encontro com a pista. Será com nova sessão de “warm up”, sucedida pela 3ª Subida Oficial de Treinos. Depois, chegam as duas decisivas Subidas de Prova finais, com horários previstos para as 13.00 e 14.15 horas, respetivamente.
A 7ª Rampa de Santa Marta será a sexta prova da temporada de estreia de Rita Matos e a piloto pacense não esconde o jogo: quer defender com “unhas e dentes” o atual brilhante 3º posto que assume na tabela pontual do Campeonato de Portugal de Montanha 1300.
Não é que a “rookie” da MNE Sport não tenha a clara noção de que, apesar de bem preparado, o seu Fiat UNO 45S é “um carro com um nível competitivo menor quando comparado com uma boa parte dos carros dos meu adversários”, salientando ainda e uma vez mais Rita Matos que “por vezes esquecemos que sou uma novata e que estou a correr contra grandes pilotos e com muito mais experiência do que eu!”.
E é exatamente por esse cenário que a irreverente pacense tem conquistado a admiração e o respeito dos seus pares. Provas sólidas, evolução constante nos tempos e pontuações fortes levaram-na até ao 3º lugar do CPM1300 JC Group, quando só faltam 3 provas para o fim da época. Notável.
Para o desafio no Douro Vinhateiro, a ambição é clara: “o principal objetivo e o foco será manter a minha posição no campeonato. Para isso, sei que tenho de ser competente e continuar a pontuar forte”, não escondendo que “adorava em Santa Marta voltar a fazer um pódio entre os 1300 Modernos. Claro que será difícil porque tenho pilotos a altura de um pódio e será difícil conseguir. No entanto, lutarei como sempre faço para fazer o meu melhor possível”.
Rita Matos confessa que está “muito ansiosa. O Celso diz que gosta muito do traçado de Santa Marta e transmitiu-me muitas indicações. Acredito que também venha a ter a mesma opinião. Como é mais uma Rampa em que me vou estrear, será mais uma vez novidade e vou tentar desfrutar ao máximo da pista. Vamos com tudo e nada é impossível!”.
A 7ª Rampa de Santa Marta contará com oito subidas. No sábado, as lides competitivas começam cedo, com o “warm up” às dez da manhã. 11.15 é o horário marcada para a 1ª Subida de Treinos Oficiais, seguindo-se a 2ª pelas 13 horas. O programa de sábado terminará com a 1ª Subida de Prova, aprazada para as 14.15.
Já no domingo, as dez da manhã voltam a marcar o primeiro encontro com a pista. Será com nova sessão de “warm up”, sucedida pela 3ª Subida Oficial de Treinos. Depois, chegam as duas decisivas Subidas de Prova finais, com horários previstos para as 13.00 e 14.15 horas, respetivamente.