Categoria: Ralis

  • Adruzilo Lopes vence em Mesão Frio

    O consagrado piloto de Regilde alcançou a sua terceira vitória em quatro provas do Campeonato Norte de Ralis ao impor-se na 10ª edição da prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua. Um evento que no segundo dia viu também brilhar Tiago Almeida, que com uma grande recuperação acabou na segunda posição da geral.

    A prova realizada nas Portas do Douro saldou-se por um grande espetáculo, coroado com um grande nível organizativo, proporcionando ao muito público presente uma jornada animada, mercê de um pelotão rico em quantidade e em qualidade.

    No que concerne à história competitiva, Adruzilo Lopes e Paulo Silva chegaram ao triunfo no rali mesãofriense sobretudo devido em parte pelo que fizeram na primeira parte do rali, em que construíram uma liderança sólida, muito embora a dupla do Mitsubishi Lancer Evo IX só fosse a mais rápida em três das oito especiais de classificação que compunham a prova. Os mais de 22 segundos de vantagem com que terminaram mostraram a forma como controlaram a margem para os seus mais diretos perseguidores, de modo a alcançarem um resultado que lhes permite ampliar a sua vantagem no campeonato.

    Referência para o facto de Adruzilo Lopes ter deixado de contar com o seu grande rival no campeonato, Fernando Peres, que depois da penalização sofrida na especial noturna de sábado, já nem alinhou na tirada deste domingo.

    Mas no segundo dia a equipa sensação foi mesmo Tiago Almeida e Bruno Azevedo, que no Mitsubishi Mirage estiveram imparáveis, impondo-se nas quatro últimas especiais do rali. O que explica a sua ascensão ao segundo lugar final, suplantando, apenas após a última especial, Augusto Costa e Susana Silva, que durante grande parte do rali ocuparam a segunda posição e ganharam mesmo um troço cronometrado.

    A dupla do Peugeot 208 VTi não só acabou no último lugar do pódio, como venceu as duas rodas motrizes, a 3,5s do segundo classificado. Destaque também para Alberto Pereira, o edil de Mesão Frio, que navegado por Gonçalo Carvalho, acabou num excelente quarto posto no seu Honda Civic Type R, depois de ter estado na luta pelo pódio até praticamente a última secção da ‘sua’ prova.

    Num ‘forcing’ final digno de registo, João Andrade e o seu Citroën Saxo Cup, logrou chegar ao top cinco final, bem auxiliado pelo experiente Sérgio Paiva, ultrapassando na última especial os dois adversários que o precediam, Luís Mota (Mitsubishi Lancer EVO VII) e Pedro Silva, respetivamente sextos e sétimos classificados da geral. O top dez ficou fechado com as presenças de Nelson Silva (Mitsubishi Lancer EVO VI) no 8º lugar, na frente de mais dois Peugeot 208 R2, tripulados por Luís Morais e Manuel Pereira, que asseguraram a 9ª e a 10ª posição final.

    O 10º Rali de Mesão Frio contou para o 4º Desafio Kumho Portugal, nas suas vertentes Asfalto e Norte. O já referido Pedro Silva, num Peugeot 208 R.2 impôs a sua lei na Divisão 1, cabendo a Miguel Carvalho, num 206 GTi da marca francesa de Sochaux igual mérito nas contas da Divisão 2.

    No programa oficial do rali, houve lugar ainda a uma prova extra que seria decida por uma penalização de dez segundos!

    Empatados à décima no somatório do tempo realizado ao longo das sete especiais de classificação que disputaram, as duplas formadas por Carlos Fernandes/Válter Cardoso Peugeot 208 Rally 4) e Carlos Martins/Jorge Carvalho (Citroen C2 Rally 2) viram o desempate ser fruto de uma penalização de dez segundos sofrida pela equipa do Citroen que se quedou assim pela segunda posição, atrás da dupla do Peugeot que asseguraria o triunfo. José Loureiro e Paulo Marques, tripulando um Renault Clio R.S. R3T asseguram o terceiro lugar final.

  • Adruzilo Lopes dá o mote no ‘aperitivo’ do Rali Município de Mesão Frio

    O piloto de Regilde começou com o ‘pé direito’ a sua participação na 10ª edição da prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua, ao impor-se na especial noturna que ‘abriu’ esta quarta ronda do Campeonato Norte de Ralis.

    As 55 equipas presentes à partida para este segundo evento de asfalto da temporada do CNR tiveram pela frente neste primeiro dia os 5,17 km da especial de Santo André, que depressa confirmou Adruzilo Lopes e Paulo Silva como os grandes favoritos a repetirem o êxito conseguido na prova anterior em Famalicão. A dupla do Mitsubishi Lancer Evo IX ganhou 1,1 segundos aos segundos mais rápidos – por sinal os melhores duas rodas motrizes – Augusto Costa e Susana Silva, muito velozes no Peugeot 208 VTi.

    Igualmente em destaque neste ‘aperitivo’ noturno de sábado foi Alberto Pereira. O edil de Mesão Frio, acompanhado por Gonçalo Carvalho no Honda Civic Type-R, gastou só mais 1,5s que o vencedor da classificativa, partindo para a jornada de domingo a somente quatro décimas do segundo classificado.

    O 4º e 5º lugar foram para mais dois Peugeot 208 R2, tripulados, respetivamente, por Pedro Silva, 4º e comandante da Divisão 1 do Desafio Kumho e Luís Morais, que fechou assim o Top cinco.

    Uma palavra de destaque para a mesãofriense Sónia Pereira que “voou baixinho” com o seu Mitsubishi Lancer EVO VII, terminando esta primeira seção num brilhante 6º lugar da geral. Notável para uma piloto local que só compete de fora esporádica!

    Saliência também para a atuação de Miguel Carvalho e António Reis, que ocupando o nono posto da ‘geral’ no Peugeot 26 GTi, comandam a Divisão 2 do Desafio Kumho, num primeiro dia em que não participaram os três concorrentes inscritos na prova extra.

    Pela negativa o destaque vai para o ‘balde de água fria’ que constituiu a penalização de Fernando Peres, já que o piloto portuense do Mitsubishi Lancer Evo IX, penalizou por atraso 7 minutos, colocando-o claramente fora da luta pela primazia no rali.

    De referir que amanhã domingo, segundo e último dia do rali, as hostilidades começarão cedo, após as nove da manhã e incluirão as restantes sete especiais de classificação, num total de 56,81 kms contra o cronómetro.

    Percurso de Domingo

       9:36 PE 2 Barqueiros 1

    10:04 PE 3 Vila Marim/Cidadelhe 1

    11:15 PE 4 Barqueiros 2

    11:43 PE 5 Vila Marim/Cidadelhe 2

    13:17 PE 6 Vila Marim/Cidadelhe 3

    14:02 PE 7 Barqueiros 3

    14:35 PE 8 Oliveira

  • Domingos Sport ruma até Mesão Frio

    O Douro Vinhateiro vai receber o regresso dos ralis após a habitual paragem de verão. Pontuável para o Campeonato Norte de Ralis, o Rali Município de Mesão Frio é o próximo desafio da estrutura de Alcanede, onde marcará presença com 5 duplas.

    Adruzilo Lopes e Paulo Silva são os líderes do Campeonato Norte de Ralis e nesta prova irão lutar pela vitória e por manter a liderança num campeonato que se tem demonstrado muito competitivo.

    Aos comandos do seu Mitsubishi Lancer Evo VII estarão Luís Mota e Alex Ramos, uma dupla a contar pelos lugares cimeiros da classificação geral. Alexandrino Dinis, acompanhado pelo navegador Luís Ribeiro, vai rumar até Mesão Frio para amealhar quilómetros e experiência no seu habitual Mitsubishi. nPresença confirmada é a de Viana Martins e Gonçalo Palmeira, que irão disputar a prova de Mesão Frio num Renault Clio. João Araújo e Luís Araújo, em Mitsubishi Lancer Evo VIII, serão uma dupla a ser assistida pela equipa de Alcanede nas belas estradas do Douro.

    O Rali Município de Mesão Frio vai para a estrada nos dias 28 e 29 de agosto de 2021. Organizado pelo Clube Automóvel da Régua será composta por 8 especiais cronometradas, perfazendo 61,98km ao cronómetro. Na noite do dia 28 de agosto a prova vai iniciar-se com passagem pelos 5,17km de Santo André. No dia 29 de agosto a prova disputada em pisos de asfalto terá tripla passagem pelos 7,56km de Barqueiros e pelos 9,60km de Cidadelhe e uma passagem pela especial Oliveira (5,33km), que encerrará a prova.

  • Henrique Rodrigues vai a Mesão Frio com cautela, mas também com ambição

    O piloto do Mitsubishi Lancer Evo VII disputa no Rali Município de Mesão Frio a sua terceira prova da época e a primeira em pisos de asfalto, pelo que promete adotar uma toada cautelosa, sem deixar de pensar no CNR e no Desafio Kumho Norte.

    Tendo a seu lado Daniel Rodrigues como navegador, Henrique Rodrigues vai para a prova do Clube Automóvel da Régua determinado a alcançar um bom resultado, tanto em termos absolutos – pois é quarto no Campeonato Norte de Ralis – como no 4º Desafio Kumho Portugal, onde vai defender o 3º posto no Desafio Kumho Norte.

    O piloto do Mitsubishi Lancer Evo VII está no seu ano de regresso aos ralis, depois de mais de uma década de ausência, mas depressa ‘desenferrujou’, sendo a prova disso os resultados conseguidos já esta temporada.  “Fizemos ralis entre 2006 e 2009 e interrompemos as nossas participações até este ano”, explica Henrique Rodrigues, que decidiu “voltar em 2021, pois já era muita a vontade de voltar a competir. Depois de muita ponderação, escolhemos como objetivos disputar o CNR e o 4º Desafio Kumho Portugal, porque nos pareceu o mais apropriado para as nossas possibilidades e aspirações dos nossos parceiros”.

    É claro que a comparência em Mesão Frio, nesta quarta tirada do CNR e dos Desafios Kumho Norte e Asfalto, tem também muito a ver com os resultados desportivos que o piloto tem conseguido. “O campeonato está a correr bem, muito melhor do que as nossas espectativas iniciais, pois estivemos muitos anos parados, sem fazer nada e o principal objetivo para este ano era e ainda é conseguirmos perceber o que poderemos fazer nos próximos anos. No entanto, os resultados têm aparecido e agora que estamos na luta pelos lugares de honra quer do CNR quer do Desafio Kumho Norte, vamos à luta, fazendo sempre o melhor e andando o mais rápido que nos for possível, sabendo que o essencial passará sempre por conhecer cada vez melhor o carro e aprender a conduzi-lo, pois é a primeira vez que conduzo um quatro rodas motrizes”, explica.

    “Neste momento somos quartos classificados no CNR e terceiros no Desafio Kumho Norte. Só fizemos ainda ralis em terra, não fomos a Famalicão e estamos atrás de bons pilotos, com carros ótimos e bem mais experientes. O que nos deixa muito satisfeitos quanto às nossas participações até ao momento”, faz questão de salientar Henrique Rodrigues.

    Apesar dos bons resultados alcançados nas duas provas de terra que realizou, o evento do próximo fim-de-semana é encarado pelo piloto com alguma prudência, uma vez que se disputa numa superfície diferente: “A abordagem ao Rali Município de Mesão Frio vai ser cautelosa, pois não fizemos nenhum treino no asfalto com o carro. Não faço ideia de como se comporta este Mitsubishi Evo VII no asfalto e também não conheço o rali. Pelo que vamos com uma toada calma e de aprendizagem, numa perspetiva de conhecer melhor o carro, não aspirando a um grande resultado à partida, no entanto vamos andar o melhor possível e ir vendo onde nos posicionamos na classificação. Um lugar bem dentro do top dez absoluto seria positivo”.

    No Rali Município de Mesão Frio o Mitsubishi Lancer EVO VII de Henrique Rodrigues volta a estar aos cuidados de Carlos Matos, da Matos Competições, equipa “em quem depositamos a nossa confiança, pelo trabalho e dedicação que tem vindo a fazer com o carro e comigo”, destaca o piloto. Henrique Rodrigues também destaca o facto de, relativamente às duas primeiras provas do CNR não haver “nenhuma evolução no carro para esta mudança da fase de terra para asfalto. Não foi feita nenhuma melhoria, apenas o carro foi todo revisto e alterado para este tipo de piso”.

    Por último o piloto deixa um agradecimento ao seu navegador, Daniel Rodrigues pela “dedicação que também tem tido neste projeto e aos meus parceiros, indispensáveis para conseguir montar esta época. Os bons resultados que estamos a obter são a forma de lhes agradecer todo o apoio”.

  • Cláudio Batista ‘mata saudades’ dos ralis em Mesão Frio

    Numa época consagrada ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, o piloto de Fafe decidiu quebrar essa rotina e participar no Rali Município de Mesão Frio. Uma forma de ‘matar as saudades’ das provas de estrada, que já não disputa há vários meses e para as quais atualmente tem menos disponibilidade.

    Este ano dedicado às provas de rampa, Cláudio Batista sempre teve um gosto especial pelos ralis, que não disputa desde 2020, sobretudo devido aos seus afazeres profissionais. “Os ralis retiram-me muito tempo, obrigando-me a uma semana para preparar cada um deles. Tempo que não tenho devido à empresa. Daí ter apostado na Montanha, que é ao fim-de-semana e não exige tempo de preparação. É só chegar e correr”, explica.

    A ideia de disputar o Rali Município de Mesão Frio teve muito a ver com o facto de, entre as várias provas do Campeonato Norte, ser uma prova que conhece: “Desde o Rali Fafe Montelongo do ano passado que não faço ralis. Mesão Frio é um rali que conheço bem, muito embora tenha algumas novidades. A maior parte dos troços agradam-me, pois são muito desafiantes, muito técnicos e não perdoam erros. A prova é disputada num local magnífico e tem sempre uma excelente organização”.

    Este regresso de Cláudio Batista aos ralis faz-se com um copiloto novo, por força das circunstâncias. “O meu habitual navegador testou positivo a Covid-19, e por isso tive de recorrer ao Diogo Costa, que é filho de um navegador experiente”, explica o piloto minhoto.

    No Rali Município de Mesão Frio as expetativas do piloto do Citroën DS3 R1 são apenas as de concluir a prova do Clube Automóvel da Régua: “Vou sobretudo com o intuito de me divertir. ‘Matar saudades’ dos ralis. Não tenho quaisquer objetivos a nível de resultado, até porque, à imagem do que sucede na montanha, o meu carro não se adequa a qualquer categoria. Assim chegar ao fim será aquilo que pretendo nesta prova, desfrutar e aproveitar para ganhar ritmo depois da paragem de verão”.

    Sobre a possibilidade de fazer mais ralis para além da prova duriense, Cláudio Batista não a exclui, muito embora pretenda focar-se muito em rematar o melhor possível a sua temporada no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group: “Não digo que não possa disputar mais algum rali este ano. Talvez tenha de descansar um pouco da competição, para depois me dedicar totalmente a Boticas e concluir de forma positiva a minha época na Montanha. Está a ser muito positiva e, mesmo perante adversários de grande valor e com carros muito mais competitivos, estamos na luta por um top quatro final na divisão e tudo faremos para o alcançar em Boticas, na última prova do ano”, conclui.

  • Mesão Frio será o palco perfeito para mais um duelo de gigantes

    Adruzilo Lopes e Fernando Peres chegam a Mesão Frio separados por apenas 5 pontos na tabela absoluta do Campeonato Norte de Ralis e assumem favoritismo na discussão da vitória. Mas, para além do seu duelo particular, esta dupla de campeões nacionais vai enfrentar forte oposição na 10ª edição do Rali Município de Mesão Frio.

    Estamos prestes a abrir as Portas do Douro para receber novamente a fina flor dos ralis a norte. E para comemorar o 10º aniversário do evento do Clube Automóvel da Régua, nada como um desafio ainda mais aliciante, quer pelas alterações introduzidas no percurso, quer pela lista de inscritos que junta uma enorme qualidade à quantidade recorde de equipas que querem estar presentes na prova construída em pleno Douro Vinhateiro.

    No total o rali terá uma extensão de 121,98 quilómetros, dos quais 61,98 são em provas especiais de classificação e 60 em ligações. Quanto a novidades, o troço de Barqueiros conta com duas novas chicanes a meio do percurso, para além de uma zona nova, que anteriormente era realizada na especial noturna, terminando no Miradouro do Imaginário.

    Quanto ao carácter competitivo desta jornada, a expectativa é muito alta. Até ao momento, só dois pilotos lograram vencer no CNR em 2021: Adruzilo Lopes, em Vieira do Minho e Famalicão e Fernando Peres, no Rali Terras D’Aboboreira. Os dois chegam a Mesão Frio separados por apenas 5 pontos no campeonato e vão de certeza “espremer” tudo dos seus Mitsubishi Lancer EVO IX na batalha pela primazia, luta onde não estarão isolados, dado que o pelotão da prova do Clube Automóvel da Régua apresenta muitos e bons candidatos aos lugares do pódio absoluto.

    Desde logo, o vianense Nelson Silva, terceiro no campeonato, que está cada vez mais rápido aos comandos do seu Mitsubishi Lancer EVI VI, o mesmo sucedendo com Henrique Rodrigues (Mitsubishi Lancer EVO VII), quarto da tabela pontual, neste seu regresso às lides dos ralis. De volta está também o Mitsubishi Mirage de Tiago Almeida que quererá se imiscuir no combate, com o mesmo foco a ser assumido por Luís Mota, num EVO VII e Alexandrino Dinis que utilizará um EVO IX.

    Nas duas rodas motrizes o campeonato está também ao rubro. Após as três primeiras provas, Luís Morais (Peugeot 208 VTI R2) e João Andrade (Citroen Saxo) estão empatados no comando da tabela, mas, com toda a certeza, não passará só por eles o protagonismo da jornada nas Portas do Douro, com a competição particular dos 2RM a estar muito aberta.

    Com os rapidíssimos 208 VTI R2 da marca francesa de Sochaux estarão ainda em Mesão Frio Augusto Costa, Manuel Pereira, Luís Martins e Pedro Silva, juntando-se à luta o Citroen Saxo do veloz Filipe Teixeira e o Peugeot 206 GTi de mais um dos nomes em destaque, Miguel Carvalho. Apostando em modelos da Renault, olhos postos nas perfomances de Jacinto Oliveira, num Megane e nos Clio RS de Viana Martins e Hélder Silva.

    Uma palavra para a presença de dois pilotos “da casa” muito “especiais”: os irmãos Alberto Pereira e Sónia Pereira vão alinhar nesta 10ª edição. O edil mesãofriense utilizará o Honda Civic Type R com que tem brilhado no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, enquanto a sua irmã estará ao comando do Mitsubishi Lancer EVO VII com que recentemente venceu a prova regional integrada na 6ª Rampa de Santa Marta.

    A 10ª Edição do Rali Município de Mesão Frio incluiu, como habitualmente, uma prova extra. Um trio de respeito apresenta-se à partida. O favoritismo vai para o Citroen C3 R5 de Carlos Martins, que medirá forças com o sempre rápido Carlos Fernandes (Peugeot 208 Rally 4), entrando também na luta o Renault Clio RS R3T de José Loureiro.

    Dado o atual contexto pandémico, a organização, em conjunto com as autoridades, coloca em prática um protocolo sanitário rigoroso. que, entre outras medidas, exige a apresentação de certificado de vacinação, ou a realização de teste ou apresentação de teste negativo a Covid-19 realizado menos de 72 horas antes da prova a todos os participantes e envolvidos no Rali. O controlo do parque de assistência será feito mediante credenciais e cada equipa terá direito a oito pessoas naquela área.

    PROGRAMA (CNR)

    SÁBADO (28 agosto)

    21:00 – Partida – Av. Conselheiro Alpoim, Mesão Frio           

    PEC 1 – Santo André (5,17 km)                                           21:10

    21:58 – Final da 1ª Secção: Av. Conselheiro Alpoim, Mesão Frio

    DOMINGO (29 agosto)

    09:00 – Partida – Av. Conselheiro Alpoim, Mesão Frio

    PEC 2 – Barqueiros 1 (7,56 km)                                        09:36

    PEC 3 – Cidadelhe 1 (9,60 km)                                           10:04

    11:12 – Reagrupamento EM 108

    PEC 4 – Barqueiros 2                                                           11:28

    PEC 5 – Cidadelhe 2                                                                11:56

    12:20 – Reagrupamento Av. Conselheiro Alpoim, Mesão Frio

    PEC 6 – Cidadelhe 3                                                                13:30

    PEC 7 – Barqueiros 3                                                           14:15

    PEC 8 – Oliveira (5,33 km)                                                 14:48

    16:50 – Chegada: Av Conselheiro Alpoim – Mesão Frio

                Entrega de Prémios (De acordo com as normas da DGS)

  • Nelson Silva quer estar no topo em Mesão Frio

    Consolidar o pódio absoluto no campeonato Norte de Ralis e reforçar a liderança no Desafio Kumho Norte, eis as duas “presas” na mira de Nelson Silva, na abordagem ao Rali Município de Mesão Frio, quarta tirada 2ª doer” da época do piloto de Viana do Castelo e que decorre já no próximo fim-de-semana.

    A época de 2021 está a correr sob o signo do êxito para Nelson Silva e José Janela. Como tal, a dupla do Mtsubishi Lancer EVO VI com as cores da JPGS/ENI apresenta altos índices de confiança e motivação para o rali do Clube Automóvel da Régua que, uma vez mais, utiliza as desafiantes e deslumbrantes estradas de asfalto nas encostas do Douro. Terceiros classificados na geral absoluto do Campeonato Norte de Ralis, após as três primeiras provas (Vieira do Minho, Terras D’Aboboreira e Famalicão), Nelson Silva e José Janela querem voltar aos resultados de topo, depois de um resultado abaixo das expectativas na tirada famalicense.

    Nesta 10ª edição do Rali Município de Mesão Frio a aposta volta a ser no mesmo Mitsubishi Lancer Evo VI que utilizaram no evento do Team Baia. “Vamos participar com o mesmo carro que Famalicão, que nos dá toda a confiança. Foi feito um profundo trabalho de manutenção e também fizemos alguns ajustes a nível da eletrónica. A JC Motorsport não poupou esforços para colocar o carro nas melhores condições”, explica.

    Agora, é dar tudo na estrada pois “para Mesão Frio o nosso objetivo passará por lutar por um lugar dentro do top cinco e arrecadar maior número pontos para o campeonato”, assume o piloto vianense, que destaca ainda a importância de “fazer tudo para vencer na batalha particular da Divisão 1 do Desafio Kumho e, dessa forma, consolidar a liderança da tabela pontual nesta competição”.

    O piloto vianense considera Mesão Frio como “um rali especial porque há um ano atrás foi a minha estreia com o José Janela e também é o primeiro rali que eu repito desde que me iniciei na competição”. Nelson Silva expressa também o seu desejo da sua evolução também se traduzir em resultados: “Em comparação com o ano anterior espero um resultado bem melhor para podermos festejar o nosso primeiro aniversário da melhor forma e dar assim continuidade a esta época que tem sido excelente”. No total o Rali Município de Mesão Frio terá uma extensão de 121,98 quilómetros, dos quais 61,98 são em provas especiais de classificação e 60 em ligações.

  • Rali da Água – CIM Alto Tâmega revitalizado com duas novidades

    Nove “especiais” de classificação, sendo uma noturna (super-especial), totalizando 65,25 quilómetros ao cronómetro, fazem parte da estrutura do Rali da Água – CIM Alto Tâmega, a quinta jornada do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) que o CAMI Motorsport vai colocar na estrada nos próximos dias 4 e 5 de setembro próximo.

    “Montámos a prova procurando um figurino que combinasse competitividade com segurança e, nesse contexto, tenho a certeza que a mesma será do agrado das equipas participantes”, sintetiza Jorge Castanheira, diretor do rali que continuará a ter o seu centro nevrálgico em Chaves, com o secretariado no Museu Nadir Afonso e o Parque de Assistência no Aeródromo local. As principais novidades, para além da mudança do nome, numa estratégia da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega que visa promover a região como território de água e bem-estar, são o regresso de uma super-especial noturna, designada Memorial Claudino Romeiro – em homenagem a este dirigente federativo falecido em outubro passado –, no centro da cidade flaviense, e ainda a introdução de uma nova classificativa: Carvalhelhos.

    De resto, a estrutura da prova é muito semelhante à da edição anterior que já foi merecedora de elogios pela esmagadora maioria das equipas. Em termos desportivos, volta a integrar, também, o calendário da espanhola Copa Suzuki Swift 2021. O Rali da Água – CIM Alto Tâmega é ainda pontuável no Campeonato Norte de Ralis, Campeonato de Clássicos de Ralis, Campeonato GT de Ralis, Campeonato Júnior de Ralis, Campeonato de 2 Rodas Motrizes, Challenge R2 & You, KIA RC e Desafio Kumho.

    Os pilotos do Campeonato Norte de Ralis competem apenas no domingo – o primeiro concorrente sai para a estrada 5 minutos após o último concorrente do CPR –, disputando as classificativas de CIM-Alto Tâmega 1, Carvalhelhos, Boticas/Vidago 1, CIM-Alto Tâmega 2 e Boticas/Vidago 2.

    PROGRAMA (CPR)

    SÁBADO (4 setembro)

    08:00/09:30 – Free Practice

    10:30/11:00 – Qualifying Stage

    11:40/12:10 – Shakedown

    12:45 – Escolha da ordem de Partida (hangar do Aeródromo de Chaves)

    16:30 – Partida (Parque Nadir Afonso)           

    PEC 1 – Alto Tâmega (12,9 km)                                  17:30

    PEC 2 – Termas de Chaves (15,8 km)                          17:51

    18:28 – Final no Parque do Nadir Afonso

    20:24 – Partida do Parque Nadir Afonso

    PEC 3 – Memorial Claudino Romeiro (2,45 km)          21:00

    22:08 – Final da 1ª etapa no Parque Nadir Afonso

    DOMINGO (5 setembro)

    08:45 – Partida do Parque Nadir Afonso

    PEC 4 – CIM-Alto Tâmega 1 (14,65 km)                      09:37

    PEC 5 – Carvalhelhos 1 (10,35 km)                             10:33

    PEC 6 – Boticas/Vidago 1 (12,80 km)                         11:05

    11:53/12:08 – Reagrupamento no Parque Nadir Afonso         

    12:17/12:47 –Parque de Assistência (Aeródromo de Chaves)

    PEC 7 – CIM-Alto Tâmega 2                                       13:16

    PEC 8 – Carvalhelhos 2                                              14:12

    14:40/15:20 – Reagrupamento em Boticas (Central de Camionagem)

    PEC 9 – Boticas/Vidago 2 (POWER STAGE)                 15:29

    16:23 – Pódio final na Biblioteca Municipal de Chaves.

  • Eduardo Veiga deu “show” em Santa Maria

    Eduardo Veiga apresentou-se em grande nível no Rallye Além Mar Santa Maria, disputado este fim de semana, com a vitória no Grupo X2, o segundo lugar no Troféu de Ralis de Asfalto dos Açores e o nono lugar da geral neste evento do Campeonato dos Açores de Ralis. 

    Uma performance assinalável ao volante do seu Ford Escort MKII e perante uma forte concorrência: “A prestação superou sem dúvida as expectativas. Esta é uma prova que contava com um vastíssimo leque de carros bem mais modernos e evoluídos que o Ford e até ao momento em que um furo nos fez baixar duas posições, rodámos entre o sexto e o sétimo lugares da geral, o que é um feito, com o qual eu próprio não contava”, afirmou o piloto, que teve a seu lado a filha Inês Veiga.

    Um evento onde o piloto, a par da rapidez, fez do espetáculo o mote da sua participação: “Tínhamos o objetivo de nos divertirmos a nós e ao público. Os ralis são uma festa para todos, e nada melhor que ir para um troço e ver um carro, como o nosso Escort, nos limites de aderência, proporcionando momentos que as pessoas não esquecem”, comenta o piloto, que recorda: “No final, no pódio, recebemos uma ovação com os adeptos a pedirem para regressarmos para o ano. É o melhor prémio que podíamos ter e a prova que cumprimos, o que me deixa muito feliz, pois o desejo de voltar é mútuo.”

    Uma exigente ronda, que contemplou oito especiais e 75.44 quilómetros ao cronómetro. “Foi bom estar de volta à ação e perceber que continuamos competitivos e que a nossa participação contribuiu para o espetáculo. Quero agradecer aos meus patrocinadores todo o apoio, à minha equipa, a Magalhães Sport, todo o trabalho, à minha filha Inês por mais uma belíssima navegação, à minha família, que me acompanha sempre e, claro, aos meus amigos e adeptos por todo o carinho que manifestaram ao longo deste rali, disputado em belíssimas paisagens naturais.”

    Finda a passagem pelo arquipélago, Eduardo Veiga tem em perspetiva a presença em mais três ralis até ao final do ano, no que dependerá de como a situação pandémica evoluir. “A vontade de estar no Rali Vidreiro (15 e 16 de outubro), no Rally de Lisboa (23 e 24 de outubro) e no Rally Legends Luso – Bussaco (5 a 7 de novembro) é muita. Veremos se é possível, mas esse é o plano”, finalizou o piloto.

  • João Sousa termina Rali Além Mar Santa Maria ‘à porta’ do top 10

    O piloto da JC Motorsport/JPGS ENI, acompanhado pelo experiente navegador Valter Cardoso, esteve em plano de evidência na prova do Campeonato dos Açores que se disputou na ilha de Santa Maria, ao terminar na 11ª posição absoluta.

    A participação na prova açoriana deveu-se a um convite da organização e João Sousa e Valter Cardoso foram para este 40º Rali Além Mar Santa Maria com “grande expetativas, muito embora não soubéssemos muito bem o que esperar. Queríamos sobretudo concluir e evitar percalços, sabendo que o desconhecimento das especiais era um grande handicap face à esmagadora maioria dos pilotos presentes”.

    O piloto do Peugeot 206 S1600 também estava ciente que em prova estavam equipas que, para além de conhecedoras do terreno, estavam bem apetrechadas. “Havia vários carros de tração integral, incluindo R5 e R4, pelo que não seria fácil conseguir andar perto deles”, concluindo que” “andamos dentro das nossas possibilidades e penso que de forma muito satisfatória. O nível competitivo foi muito alto e logramos estar sempre no primeiro pelotão da classificação geral”.

    De facto, João Sousa e Valter Cardoso sentiram as naturais dificuldades de quem descobre uma prova pela primeira vez, mas aos poucos foram ganhando ritmo, e estiveram a um pequeno passo de terminarem no top ten. O que até nem era o aspeto mais importante desta participação.“O nível é muito bom. Gostei muito da prova. O nosso andamento foi melhorando de classificativa para classificativa, e no final conseguimos o 11º lugar à geral e a vitória no grupo X1.9. Fiquei com a intenção de regressar, pois além de ter gostado da organização, também apreciei a forma como tudo decorreu”, acrescentou o piloto e engenheiro da JC Motorsport que não enjeita “participar ainda este ano em mais um ou dois ralis, mas sempre dependendo da minha disponibilidade e da JC Motorsport, pois temos felizmente muito trabalho pela frente!”.