Categoria: Ralis

  • Desafio Kumho: Pedro Silva e Miguel Carvalho vencem em Vouzela

    O jovem piloto de Vila Velha de Rodão esteve em grande no Constálica Rally Vouzela, dando aos pneus Kumho um pódio absoluto na prova do Campeonato Centro de Ralis, vencendo nas duas rodas motrizes e conquistando ainda ao triunfo na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal. Já Miguel Carvalho, conquistou “no braço” mais uma suada, mas merecida vitória na Divisão, almejando ainda terminar bem dentro do top dez do CCR.

    Pedro Silva está cada vez mais rápido e cada vez mais capaz de rodar de forma intensa de fio a pavio num rali. O jovem piloto, que tem a seu lado o experiente “mundialista” Nuno Rodrigues da Silva, deu um recital de bem guiar com o seu Peugeot 208 VTi R2 equipado com pneus Kumho, estando desde o primeiro momento na discussão dos lugares do pódio do rali.

    Em seis especiais, efetuou foi segundo por três vezes e terceiro noutras duas, apenas levantando um pouco o pé na última classificativa, mas, mesmo assim assinando o 4º tempo. Terminou num fantástico 2º lugar na geral do CCR, a que juntou ainda a dupla vitória nas duas rodas motrizes e na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal.

    Nesta luta particular do DKP, o 2º posto foi alcançado por Ilídio Gameiro e Fábio Bento. Tripulando um belo Lancia Delta HF Turbo, apostaram na regularidade para juntar ao seu palmarés um pódio Kumho.

    Nas contas desta Divisão 1, registo de uma desistência. Nuno Mateus e Roberto Santos estavam a realizar uma prova muito positiva, com um sólido 2º lugar quando, já no último troço cronometrado, optaram por desistir, quando o Mitsubishi Lancer EVO VI começou a perder potência, numa medida preventiva para evitar males maiores no motor.

    Miguel Carvalho leva a melhor na “batalha” da Divisão 2

    A discussão da vitória na Divisão 2 do 4º Desafio Kumho Portugal teve três protagonistas principais. Tentando deixar para trás um arranque de época verdadeiramente catastrófico, A dupla formada por Fábio Santos e Ricardo Sismeiro, aos comandos de um Citroen Saxo, entraram ao ataque, realizando o melhor tempo, vendo de imediato Viana Martins e Gonçalo Palmeira ripostar, colocando o Renault Clio R3 na frente da tabela de tempos da 2ª PEC e aproximando-se dos comandantes

    Os leirienses do Citroen responderam voltando a vencer na terceira especial, consolidando a sua liderança, mas o pior estava para vir. Um ligeiro despiste já no final do quarto troço, colocou a dupla fora do rali.

    Quem vinha até aí a “morder os calcanhares” das duas duplas que venceram especiais, era Miguel Carvalho. O piloto e o seu navegador António Reis até começaram algo conservadores, mas na 2ª e 3ª PEC registaram por duas vezes o segundo melhor tempo, vencendo depois a 4ª, o que os guindou ao comando do rali.

    Viana Martins ainda venceria a 5ª PEC, mas a dupla do Peugeot 206 GTi empataria com o duo do Clio R3 na derradeira especial, assinando uma vitória muito suada, mas inteiramente justa, enquanto Martins e Palmeira conquistavam um excelente segundo lugar, que recompensou todo o seu forte andamento. 10 segundos exatos separaram 1º e 2º no fecho dos sessenta quilómetros contra o cronómetro.

    Mesmo condicionados por problemas de diferencial no belo e potente BMW M3, Hélder Cordeiro e Bruno Pereira foram autores de uma prova muito positiva. Com um andamento forte e espetacular, levaram de vencida a luta pelo último lugar disponível no pódio da Divisão 2. Logo atrás, a apenas 3,5 segundos, ficaram José Denis e Jorge Ferreira. Optaram por realizar toda a prova já com pneus usados e os Kumho, mesmo nessa condição, foram eficazes e permitiram à equipa do BMW 320i arrecadar um positivo 4º lugar final.

    Autores do 2º tempo na primeira classificativa, Isaac Portela e Duarte Susano viram as suas justas ambições serem cortadas logo na 2ª PEC. Um furo levou-os a perder mais de um minuto para a frente da divisão e, a partir daí, foi tempo de fazer “gestão de danos”, andando rápido com o Citroen C2, mas de forma segura e lograram ainda garantir um agridoce 5º posto final.

    Frederico Monteiro e Paulo Santos terminaram no 6º lugar, depois de um rali onde a exibição foi melhor do que o resultado final. Uma posição abaixo, encontrámos a dupla Vítor Silva/Carlos Batista. Estiveram muito sólidos e revelam uma cada vez maior habituação ao “calçado” Kumho no seu Citroen Saxo Cup.

    Já para o estreante na “armada” Kumho Filipe Matos o 8º posto final acabou por se revelar uma espécie de “prémio de consolação” pois, estamos convictos de que para o piloto radicado na Suiça, a “taça” principal foi ter recebido um sim como resposta ao pedido de casamento que fez à sua noiva durante a prova. Em termos desportivos, assinou uma exibição positiva com o seu Peugeot 206, tendo a seu lado o navegador Paulo Lopes.

    Dando seguimento à excelente prestação que tinham assinado no Rali Alitém, João Castanheira e Carlota Teles levaram o Fiat Punto HGT ao 9º lugar, mesmo condicionados por problemas na caixa de velocidades. O top dez ficou fechado pela dupla Pedro Antunes/ Pedro Lopes (BMW E30). Pautaram a sua performance pela cautela, de forma a almejar um bom resultado, cumprindo o objetivo., foram numa toada conservadora, com objetivo de chegarem ao fim.

    Nem o menor músculo do Citroen C1 impediu Tiago Santos de assinar uma prova positiva. Tendo Ricardo Pereira a “cantar” as notas, o piloto fechou em 11º da Divisão 2 Kumho a terceira prova da sua curta carreira.

    Custou, mas aconteceu. Programada para Castelo Branco, onde só rodou 1 quilómetro (!), só em Vouzela se deu a verdadeira estreia como piloto de Pedro Tondela. Juntamente com o copiloto Martim Pereira, foram suplantando todas as dificuldades da prova e registaram o 12º posto final.

    As agruras da desistência assolaram quatro duplas desta divisão: uma transmissão partida no Citroen Saxo durante a 5ª PEC impediu Daniela Lopes e Soraia Silva de saírem de Vouzela com um resultado de relevo. Cada vez mais rápidas, estavam na discussão pelo 7º lugar na divisão quando se viram forçadas a abandonar. Já Vítor Gomes e Joel Oliveira tiveram problemas de motor e abandonaram durante a quarta especial, quando lutavam por um lugar no top dez.

    A fazerem um rali sempre no limite e com um andamento “à mundial” no vetusto Peugeot 205, Tiago Pereira e Fernando Pereira sofreram uma saída de estrada com alguma gravidade logo na segunda especial. Estão já em recuperação e esperamos tê-los de volta à família Kumho brevemente.

    O 4º Desafio Kumho Portugal continua já no próximo fim-de-semana, com a realização do rali de Santo Tirso, que contará para os Desafios Kumho Asfalto e Norte.

  • Peugeot: Alejandro Cachón assina triunfo em Oviedo

    Dividido pelo final da tarde de ontem (sexta-feira) e pelo dia de hoje, o Rally Princesa de Asturias voltou a demonstrar uma enorme competitividade e luta pelos lugares da frente da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, chegando-se a perfilar nada menos do que cinco duplas como potenciais vencedoras desta quarta prova da Temporada 4, segunda em Espanha e também segunda em pisos de asfalto.

    Apesar do rali ter tido um único líder, essa posição nunca esteve assegurada a 100 por cento, dadas as reduzidas diferenças com que os pretendentes à vitória acabavam os diferentes troços. Ainda assim, os asturianos Alejandro Cachón / ‘Jandrín’ conseguiram manter à distância os seus adversários, terminando a contenda com 11,9 segundos de vantagem sobre Alberto Monarri / Ángel Vela e 1 minuto e 4 décimos de segundo sobre Roberto Blach / Axel Coronado. Outros pretendentes à vitória foram Óscar Palomo / José Pintor e Álvaro Muñiz / Javier Martinez, mas ambos ficariam pelo caminho.

    Atrás deles rodou sempre um segundo grupo de concorrentes encabeçado pelos portugueses Ricardo Sousa / Luis Marques, valorosos lusos que não conseguiram ultrapassar essas duplas espanholas, mais conhecedoras do terreno de jogo.

    O leque de onze inscritos nesta jornada completou-se com os PEUGEOT 208 Rally4 de Miquel Socias / Alain Peña, Hugo Lopes / Tiago Neves, Delbin García / Hugo Varela, Kevin Guerra / Aitor Cambeiro e Santiago Garcia / Nestor Casal, os quais viriam a terminar por esta ordem.

    Os lugares da frente foram, assim, sempre discutidos pelas mesmas cinco duplas, sendo que três delas dividiram os melhores tempos nos 10 troços e 136,53 km cronometrados deste Rally Princesa de Astúrias (inicialmente eram 11 Especiais, mas a ES5 foi neutralizada): Cachón / ‘Jandrin’ foram os mais rápidos nas ES1, ES2, ES6, ES7 e ES9, acrescendo, com isso 2,25 pontos adicionais ao pecúlio de 25 pontos que lhes foi atribuído pela vitória; Muniz / Martinez venceram as ES3 e ES4 e Monarri / Vela as ES8, ES10 e ES 11. Cachón alcançou, também, nova vitória na Junior Cup da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, troféu reservado a pilotos com menos de 25 anos (nascidos em ou após 1 de janeiro de 1995), aqui impondo-se a Roberto Blach e a Míquel Socias.

  • Fábio Santos e Ricardo Sismeiro querem estar fortes em Vouzela

    Depois da sua prometedora prestação no Rali de Famalicão, o piloto de Leiria e o seu navegador Ricardo Sismeiro voltam à carga para disputar o Constálica Rally Vouzela, prova que, para além de contar para o Campeonato Centro, pontua para o 4º Desafio Kumho Asfalto e Desafio Kumho Centro.

    Se na prova minhota Fábio Santos pôde fazer quilómetros com o seu Citroën Saxo e ganhar mais experiência, agora no Constálica Rallye a ideia é mais uma vez lutar pelo top cinco no Grupo X1.9. E se tudo correr como esperado, conta que pelo menos o resultado possa ser idêntico.

    “Em termos de objetivo para este rali a ideia é a andar o mais rápido que conseguirmos. Vamos tentar levar as coisas um pouco mais ao limite, forçar o andamento, de forma a obter o melhor resultado possível”, começa por dizer o piloto leiriense. Fábio Santos diz ainda que não já não vai para Vouzela disposto exatamente a fazer o mesmo que em Famalicão: “Penso que já não vamos com a intenção de dosear o andamento ou qualquer coisa do género. Queremos efetivar o nosso andamento. Queremos manter um ritmo forte, mas sem arriscar”.

    O piloto de Leiria tem boas recordações do Constálica Rally Vouzela, pois em anteriores participações “tem-nos corrido sempre bem. Temos sido rápidos. Os troços são do nosso tipo favorito”, sendo que também espera “que o carro esteja à altura. Se tivermos sorte, há de correr tudo bem. Por estarmos mais para trás no campeonato, devido às várias situações que aconteceram, o foco não vai estar num resultado concreto. Não nos interessa ficar em primeiro, mas sim andarmos ao ritmo pretendido e voltar a ter competitividade máxima. Rali a rali é para dar o melhor”, assume Fábio Santos

    No banco da esquerda no Citroën Saxo, Ricardo Sismeiro, navegador e Team Manager da equipa. Também está otimista para a prova do próximo fim-de-semana: “Acreditamos que já deixamos em Famalicão os receios. O que nos irá permitir abordar este rali com o ritmo e a determinação que nos é característica. Não vamos aqui facilitar e vamos em busca das sensações de competitividade e de nos encontrarmos enquanto dupla e o nosso ritmo. E se assim conseguirmos o andamento já vai ser bastante forte”.

    “Em termos de classificativas este rali tem troços de que nós gostamos. São rápidos, onde acreditamos que nos detalhes se irá encontrar a diferença. A organização também nos agrada e agora vamos ver como corre”, acrescenta Ricardo Sismeiro.

    Com 115,89 km de extensão, sendo 58,65km ao cronómetro, o 8º Constálica Rallye de Vouzela, terá organização a cargo do Gondomar Automóvel Sport e vai para a estrada dias 11 e 12 de setembro.

  • Mário Castro confirma presença em Vouzela

    Acompanhado como habitualmente por Ricardo Cunha, o piloto da Liber Jeans vai alinhar no 8º Constálica Rali Vouzela aos comandos do habitual Ford Fiesta.

    Será o regresso da dupla da MC Motorsport e esta participação tem como principal intuito “readquirir algum ritmo competitivo com vista ao Rali de Santo Tirso, próxima prova do Campeonato Norte de Ralis”, com o piloto fafense a assumir que “temos objetivos claros de lutar pelas melhores posições entre os carros de duas rodas motrizes”, na prova que será organizada pelo CAST.

    Já no que respeita à presença em Vouzela, a mesma é assumida como “um teste, embora isso não implique que não venhamos a tentar o nosso melhor, de maneira a conseguir um bom resultado final, sabendo de antemão que não será fácil pois esta prova costuma ter boas equipas à partida, profundas conhecedoras do rali, uma vez que o mesmo tem sido praticamente igual em todas as edições realizadas até agora”, realça Mário Castro.

    Com 115,89 km de extensão, sendo 58,65km ao cronómetro, o 8º Constálica Rallye de Vouzela, terá organização a cargo do Gondomar Automóvel Sport e vai para a estrada dias 11 e 12 de setembro.

  • Clube Automóvel da Régua homenageado pelo Município de Mesão Frio

    A agremiação duriense recebeu um voto de louvor, aprovado por unanimidade em reunião do executivo mesãofriense. Distinção foi proposta pelo edil Alberto Pereira e visa realçar o trabalho efetuado pelo CAR ao longo das dez edições do Rali Município de Mesão Frio.

    A distinção foi levada a reunião do executivo no passado dia 2 de setembro e o enunciado do Voto de Louvor destaca o papel preponderante do Clube Automóvel da Régua na organização do Rali Município de Mesão frio, prova que integra o Campeonato Norte de Ralis e que, ao longo dos dez anos da sua existência, tem vindo a assumir paulatinamente um lugar de destaque entre as provas da modalidade, sendo disso prova não só as crescentes listas de participantes mas também o cada vez maior impacto comunicacional do rali na comunicação social e nos aficionados.

    O documento refere claramente a importância crescente que o evento tem alcançado como cartaz turístico das Portas do Douro e fator de desenvolvimento económico e desportivo do concelho e da região, realçando ainda que o sucesso da prova nasce da colaboração estreita que tem acontecido entre o clube organizador e a autarquia, permitindo fazer o rali crescer de forma sustentada.

    Esta semana, decorreu a cerimónia de entrega do Voto de Louvor, sendo recebida uma delegação oficial do Clube Automóvel da Régua pelo Presidente da Câmara Municipal, Alberto Pereira, nos Paços do Concelho de Mesão Frio. Na circunstância, o edil afirmou que “esta é uma homenagem totalmente justa e sentida. O Clube Automóvel da Régua tem sido um parceiro inestimável da autarquia e dos mesãofrienses e é fundamental premiar a qualidade do trabalho que o clube tem efetuado em prol do Rali Município de Mesão Frio, ao longo dos dez anos que já levamos de trabalho em conjunto”. O líder autárquico formulou ainda votos de que “a prova continue a ter o apoio desta autarquia no futuro e que faça o seu caminho, crescendo sempre de forma sustentada, para se tornar cada vez mais, um evento prestigiado no mundo dos ralis nacionais!”.

    Já Manuel António, presidente do Clube Automóvel da Régua, não escondia “a grande emoção que sentimos por nos ter sido concedido este Voto de Louvor, que encaro como um prémio para os órgãos sociais e os associados do nosso clube, bem como para todos quantos tem colaborado com o rali, ao longo das suas dez edições”.

    O dirigente da agremiação não quis deixar de destacar “o apoio fundamental da autarquia e do seu presidente, bem como o apoio fantástico que os colaboradores da Câmara Municipal de Mesão frio têm prestado, ano após ano, para que possamos levar a prova a bom porto”, deixando a promessa de que “o Clube Automóvel da Régua tudo fará para que a confiança que a autarquia em nós deposita continue a ser merecida no futuro. Queremos mais e melhor para o Rali Município de Mesão frio e estamos já a trabalhar na próxima edição!”.

  • Vouzela é o próximo desafio da Domingos Sport

    O Campeonato Centro de Ralis vai regressar este fim de semana e a região do Dão Lafões irá receber a 8ª edição do Constálica Rallye de Vouzela. A Domingos Sport Competição estará presente na prova organizada pelo Gondomar Automóvel Sport com 4 duplas.

    Raúl Aguiar e Pedro Pereira são uma das duplas inseridas na estrutura gerida por Paulo e Ricardo Domingos. Oriundas do Luso serão por certo uma das duplas que animará a prova vouzelense e que irá lutar pelos primeiros lugares da classificação geral.

    Luís Mota e Alex Ramos (Mitsubishi Lancer Evo VII) rumarão até Vouzela com os olhos postos na vitória e juntando assim mais uma prova ao já vasto currículo. Num Renault Clio 3 RS, Viana Martins, novamente acompanhado por Gonçalo Palmeira, rumarão até Vouzela para cimentarem a liderança na sua classe. Num Mitsubishi Lancer Evo VIII, João Araújo e Luís Araújo, estão focados em terminar a prova vouzelense e assim amealharem o máximo de quilómetros aos comandos do Mitsubishi.

    Na estrada nos próximos dias 11 e 12 de setembro de 2021, o 8º Constálica Rallye de Vouzela é organizado pelo GAS-Gondomar Automóvel Sport em parceira com a Promolafões. Com tripla passagem pelas especiais de Sra. Do Castelo/Constálica (6,05km) e Penoita/SIN Profile (13,50km), o 8º Constálica Rallye de Vouzela terá 115,89 km de extensão, sendo 58,65km ao cronómetro.

  • Desafio Kumho: Rafael Cunha e Henrique Rodrigues vencem pela 1ª vez

    Henrique Rodrigues levou o Mitsubishi Lancer EVO VII à vitória na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal, enquanto Rafael Cunha e o Peugeot 206 GTi dominavam na Divisão 2. 4 equipas Kumho terminaram dentro do top 10 do CNR no Rali da Água – CIM Alto Tâmega.

    O 4º Desafio Kumho Portugal voltou a ter um duplo desafio no rali organizado pelo CAMI Motorsport. A prova pontuava para os Desafios Kumho Asfalto e Norte. A decisão do triunfo na Divisão 1 ficou resolvida muito cedo. Nelson Silva e José Janela não chegaram sequer à primeira especial de classificação, com problemas de transmissão no Mitsubishi Lancer EVO VI, o mesmo acontecendo à dupla formada por João Sousa e Bruno Abreu que não arrancaram para o primeiro troço, também devido a um problema mecânico no Peugeot 206 S1600.

    Com a concorrência anulada, Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues que, à partida, já estavam entre os candidatos à discussão do triunfo, ficaram com o caminho aberto e levaram o Mitsubishi Lancer EVO VII à que foi a sua primeira vitória da época no Desafio Kumho Portugal. Juntaram a esse feito um positivo 6º lugar da geral no CNR.

    Na Divisão 2, uma dupla “limpou” as vitórias nas cinco especiais realizadas e assinou uma vitória avassaladora. Falamos de Rafael Cunha e Gonçalo Cunha que revelaram um andamento imparável aos comandos do seu Peugeot 206 GTi, terminando com um avanço de 42,5 segundos sobre André Ribeiro e Alberto Silva, em carro idêntico. Destaque para o fato das duas duplas terem garantido o 4º e o 5º lugar absolutos da prova reservada ao Campeonato Norte de Ralis.

    Num pódio exclusivamente Peugeot, coube ao 205 GTi de Francisco Azevedo e Nuno ferreira assegurarem mais um pódio Kumho para a sua carreira, terminando no 3º lugar da Divisão, mercê de mais uma prova muito regular que os guindou ao top dez da geral. Uma avaria arreliadora colocou “fora de combate” na 4ª especial o Peugeot 106 XSi de Telmo Pedro e José Oliveira.

    Agora e novamente sem direito a qualquer descanso, o 4º Desafio Kumho Portugal aponta rumo para o Centro de Portugal. Já no próximo fim-de-semana, nos dias 11 e 12, decorre o Constálica Rali Vouzela, prova do Campeonato Centro de Ralis e que contará para os Desafios Kumho Asfalto e Centro.

  • Teotónio e Morgadinho desistem quando lideravam RC2N no Rali da Água

    A dupla do Macambi Racing Team entrou ao ataque na prova do CAMI Motorsport e liderou entre os RC2N desde a primeira especial. Mas cedo, o Mitsubishi Lancer EVO X começou a perder eficácia e foi impossível arrancar para o segundo dia de competição.

    Chegados a Trás-os-Montes na liderança do campeonato reservado aos RC2N, Fernando Teotónio e Luís Morgadinho encaravam a ronda com o mesmo espírito de sempre: atacar desde o primeiro quilómetro e dominar. Se bem o assumiram, melhor o executaram e foram claramente mais rápidos na primeira especial, feito que repetiriam nas duas seguintes, terminando o dia de sábado com uma liderança cimentada em 32,4 segundos de vantagem sobre os mais diretos perseguidores.

    Mas, a liderança não foi construída sem problemas, pois o carro nipónico do começou a dar sinais de que não estava nas melhores condições: “arrancamos fortes e fomos a fundo na primeira especial, garantindo logo o melhor tempo entre os RC2N e um bom tempo à geral”, lembra Fernando Teotónio.

    No entanto, logo de seguida, o Mitsubishi Lancer EVO X “começou a falhar e fizemos as duas outras especiais do primeiro dia sempre condicionados. Mesmo assim deu para vencer e aumentar o avanço, ficando a esperança que não fosse nada de mais e que poderíamos resolver o problema na assistência”. O pior estava para vir, como explica Luís Morgadinho, navegador e Team Manager: “a Domingos Sport tudo fez para reparar o problema, mas o diagnóstico foi claro. Era impossível colocar o carro em condições no tempo disponível para a assistência e optamos por não alinhar à partida da etapa de domingo”.

    Foi assim um fim inglório para um rali onde Teotónio e Morgadinho estavam, uma vez mais, a demonstrar a sua superioridade entre os RC2N. Mas “a sorte nada quis connosco. Os ralis são assim. Agora, é esquecer rapidamente e focar no próximo rali. O título continua a depender só de nós e tudo faremos para o voltar a conquistar!”, remata Luís Morgadinho.

  • Problemas de transmissão forçam abandono de Nelson Silva no Rali da Água

    Um autêntico balde de água fria. Quando se dirigiam para a partida da primeira especial da quinta prova da temporada do Campeonato Norte da Ralis, Nelson Silva e José Janela viram a falange da transmissão do Mitsubishi Lancer EVO VI ceder, nada mais restando do que abandonar a prova.

    A dupla da JPGS/ENI chegou ao rali transmontano com altas expectativas, alicerçadas pelos excelentes resultados obtidos até aqui. A prova foi preparada com todo o afinco, mas, desta feita, Nelson Silva e José Janela tinham à sua espera um daqueles momentos negros muito habituais nos desportos motorizados.

    Após a partida e quando a dupla se dirigia para o parque de assistência inicial, o Mitsubishi Lancer EVO VI começou a dar sinais de que algo estaria errado: “desde que arrancámos que eu e o José Janela começamos a sentir uma vibração estranha no carro. Já na assistência, detetámos um problema grave na transmissão que não era possível reparar no tempo que dispúnhamos e nada mais nos restou do que desistir logo aí”, diz-nos Nelson Silva.

    Foi, refere o piloto e líder da equipa JPGS/ENI, um autêntico “balde de água fria. É muito frustrante preparar com todo o afinco uma prova onde tínhamos tudo para dar continuidade aos excelentes resultados da época e ver todo esse esforço arruinado, ainda sem qualquer quilómetro de especiais percorrido”.

    Para o piloto de Viana do Castelo, este abandono não põe em casa “os nossos objetivos para a época. Continuamos na luta pela vitória final na Divisão 1 do Desafio Kumho Norte, sendo ainda claramente possível defender a presença no pódio absoluto do CNR. Temos de fazer esquecer este infortúnio já no próximo rali onde queremos estar de regresso aos lugares da frente!”.

    O foco da equipa está já no Rali de Santo Tirso, sexta prova do Campeonato Norte de Ralis, que decorrerá nos dias 18 e 19 de setembro, sob a égide do CAST e que também contará para os desafios Kumho Norte e Asfalto.

  • Rali da Água: Henrique Rodrigues assina primeira vitória no Desafio Kumho!

    Mercê de uma exibição a tocar as raias da perfeição, Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues levaram o Mitsubishi Lancer EVI VII ao triunfo na Divisão 1 do Desafio Kumho Portugal, almejando ainda juntar ao seu palmarés um fantástico top seis absoluto na prova reservada ao Campeonato Norte de Ralis.

    https://youtu.be/lsuoBrlltu0

    A dupla de Lamego logrou ultrapassar a dureza do Rali da Água – CIM Alto Tâmega, quinta prova da temporada do Campeonato Norte de Ralis e que contava ainda para os Desafios Kumho Norte e Kumho Asfalto, ao invés do que sucedeu com a concorrência direta na luta pela vitória na Divisão 1 Kumho, com os adversários a claudicarem no rali organizado pelo CAMI Motorsport.

    Henrique Rodrigues sabia que “após a desistência em Mesão Frio e sabendo nós que a nossa época será curta em número de provas, era imperativo que pontuássemos forte no Alto Tâmega”. Como tal, a estratégia passou por “assumir um compromisso entre um andamento rápido, mas sem exageros. Fizemos um rali limpo, sem percalços e o carro esteve exemplar sem nenhum problema”, salientou o piloto que também gostou muito da prova, considerando ser “um rali giro, com troços rápidos e outros mais lentos”.

    Se a vitória na Divisão 1 Kumho ficou selada desde muito cedo, Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues não descuraram a classificação geral, começando por rodar em sétimos para lograr subir um lugar até ao fecho da prova e ficando a escassos 5,6 segundos do top cinco. Com este resultado, consolidaram o seu quarto posto na geral pontual do CN e aproximaram-se significativamente da liderança na Divisão 1 do Desafio Kumho Norte.

    Por isso, a dupla sai do Alto Tâmega “feliz com o resultado e com a nossa evolução. Saímos ainda mais habituados ao carro, mas sabemos que ainda falta alguma coisa no conhecimento e habituação ao Mitsubishi. Vamos, rali a rali, fazer progressos e melhorar!” Quanto ao calendário para o que resta da temporada, Henrique Rodrigues confessa que “ainda não temos certeza se vamos alinhar em Santo Tirso e em Gondomar. Certa será a nossa presença nos ralis Serras do Porto e Viana do Castelo, mas a ver vamos se será possível estar em pelo menos numa das duas provas que não estavam no programa”.