Pedro Almeida e Hugo Magalhães vão estar em Fafe e Felgueiras, em prova do ERC-European Rally Championship com o Peugeot 208 Rally4 para lutar pelos primeiros lugares na categoria ERC3.
«Este foi o primeiro rali que fiz em
pisos de terra e gosto muito dos traçados de Fafe. Naturalmente o que importa é
andar rápido e ter uma boa prestação e vamos concentrar-nos nisso também, de
forma a fazer boa figura nesta prova do europeu de ralis» aponta Pedro Almeida.
Curiosamente os montes de Fafe voltam a
receber os ralis, sem as muitas restrições de público antes impostas pela
pandemia e espera-se muita gente na estrada. «Foi precisamente em Fafe que a
competição ‘parou’ em 2020 e onde coincidentemente parece que a normalidade se
retoma. E ter público no traçado é fantástico» diz o piloto de Famalicão.
Pedro Almeida e Hugo Magalhães testaram na passada semana as afinações no Peugeot 208 Rally4 e o piloto está confiante num bom resultado. «Trabalhamos bem na preparação deste rali mas sabemos que os pilotos que estão na luta pelo ERC3 vão estar a um nível muito elevado. Vamos dar o nosso melhor, sabendo que só temos de estar num patamar muito bom para conseguir lutar pela melhor classificação e andar entre os primeiros, que é o que ambicionamos» disse o piloto. O Rally Serras de Fafe e Felgueiras tem 16 Provas Especiais de Classificação e cerca de 197km cronometrados. A prova começa na sexta-feira e termina na tarde de domingo.
Paulo Neto, ao volante do seu Skoda Fabia R5 e navegado por Vítor Hugo, está de regresso aos grandes palcos nacionais já nos próximos dias 1 a 3 de outubro, para o Rally Serras de Fafe e Felgueiras. Uma edição de exigência máxima que é aguardada com enorme expectativa, ao integrar os calendários do Campeonato da Europa de Ralis FIA e do Campeonato Portugal de Ralis.
O evento reserva dois dias de competição e 197.08 quilómetros ao cronómetro, divididos por 16 especiais. “Vamos focar-nos em fazer a nossa prova, imprimindo um ritmo sólido e evitando armadilhas, com o objetivo de evoluir gradualmente com o decorrer dos quilómetros. O equilíbrio entre consistência e fiabilidade tem sido o segredo desta época e já nos permitiu assinar boas exibições, como o segundo lugar entre as equipas portuguesas no WRC Vodafone Rally de Portugal, a prova que, pela sua extensão, mais se assemelha a esta edição de Fafe.”
Um rali com selo internacional pela presença da comitiva do ERC, o que constitui uma vantagem em termos de mediatismo, mas um desafio extra para quem segue ao volante. “Estar num evento do europeu é sempre entusiasmante, há uma aura diferente no ar, que para nós pilotos funciona como um estímulo competitivo. Ao mesmo tempo, o destaque e retorno mediático para os nossos patrocinadores atinge sempre patamares muito importantes. Por outro lado, partimos mais atrás e vamos encontrar os troços mais degradadas, o que obriga a um foco e concentração ainda maiores. Mas são desafios que fazem parte dos ralis e a nossa motivação é total.”
O piloto do Skoda Fabia R5 sublinha também o prazer de estar à partida deste evento. “São regiões onde os adeptos vivem os ralis com uma enorme paixão e fervor e isso sente-se em quem vai ao volante. Regressar a Fafe é sempre muito bom e agradeço uma vez mais aos meus patrocinadores por todo o apoio e confiança em mais uma aventura.”
O Rally Serras de Fafe e Felgueiras é o palco para a estreia do Novo Hyundai i20 N Rally2. André Villas-Boas compete com o Hyundai i20 R5 representando o movimento Race for Good.
O Team Hyundai Portugal está de regresso ao Rally Serras de
Fafe e Felgueiras e Bruno Magalhães e Carlos Magalhães contam com a estreia do
Novo Hyundai i20 N Rally2. Com apenas algumas semanas de competição, este
modelo já conseguiu vitórias no Rally da Bélgica e em Itália, prova da
competitividade e potencial do Hyundai i20 N Rally2.
“Depois de testar o novo Hyundai i20 N Rally2 confirmo que está ainda mais competitivo e tenho a certeza de que estamos a dar um passo em frente. Estamos muito motivados e com ambição em alta para estrear o Novo Hyundai neste Rally Serras de Fafe e Felgueiras e continuar a lutar pelo título”, afirmou Bruno Magalhães, piloto do Team Hyundai Portugal.
No âmbito da parceria entre a Hyundai Portugal e o movimento Race for Good, o fundador André Villas-Boas, vai conduzir pela primeira vez, o Hyundai i20 R5 da equipa.
A participação nesta prova tem como objetivo angariar fundos e dar visibilidade às causas apadrinhadas pela Race for Good, APPACDM do Porto, Ace Africa e Laureus Sport for Good Foundation: “gostei muito deste primeiro contacto com o Hyundai i20 R5. Os testes correram muito bem e adaptei-me rapidamente às características do carro. É de parcerias como a que temos com a Hyundai Portugal, que a Race for Good precisa para abraçar mais e novos projetos e mudar a vida de mais pessoas. É um enorme prazer participar numa prova como o Rally Serras de Fafe e Felgueiras, ao volante do Hyundai i20 R5 e contribuir para as nossas causas”, acrescentou o fundador da Race for Good, André Villas-Boas.
Líder do CPR vai competir com os melhores do ERC, cm olhos postos nas contas do campeonato.
O Campeonato de Portugal de Ralis está de regresso a Fafe, onde este fim-de-semana se disputará a sexta prova da temporada e que estará integrada, este ano, no calendário do ERC (Campeonato Europeu de Ralis).
Com os principais pilotos candidatos à vitória final da competição presentes, Armindo Araújo parte para o Rallye Serras de Fafe e Felgueiras muito motivado por voltar a correr contra uma grande lista de nomes internacionais, mas preparou a prova organizada pela Demoporto, com o intuito de amealhar o maior número de pontos para as contas do Campeonato de Portugal de Ralis. “É sempre uma grande motivação podermos bater-nos com este lote de pilotos internacionais e o rali será, também por isso, ainda mais desafiante. Queremos e vamos dar o nosso melhor e espero que consigamos andar a discutir as primeiras posições da geral, mas o nosso grande objetivo é claramente o CPR”, começa por dizer o piloto do Skoda Fabia R5.
A três provas do fim da temporada, e com a liderança do campeonato nas mãos, o campeão nacional tem, como principal foco, os adversários diretos nas contas pelo título. Por isso, “embora querendo lutar por um ótimo lugar em termos da geral, não iremos correr riscos, ou entrar em lutas com os pilotos do europeu se isso puder comprometer a nossa missão que é mantermos a liderança do campeonato e se possível aumentar a vantagem que temos sobre o segundo classificado. Faltam três provas para o fim do calendário e estamos bem encaminhados para conseguirmos a revalidação do título. É esse o foco de toda a equipa”, disse ainda Armindo Araújo.
O Rali Serras de Fafe e Felgueiras terá, sensivelmente o dobro da quilometragem da maioria das provas do CPR 2021 e contará com três dias de competição. Para sexta-feira estão reservadas as passagens pelo Free Pratice e Qualifying, que ditará a ordem de partida para a etapa de sábado. A primeira etapa terá dupla passagem por Luílhas; Sra Fá/Anjos; Agra/Zebral e Boticas, estando para domingo reservadas as passagens, também em dose dupla pelo Seixoso; Sta. Quitéria; Montim e Lameirinha. No total serão 16 provas as provas especiais de classificação e 197,04 o número de quilómetros disputados ao cronometro.
Esta sexta jornada do Europeu e do Campeonato de Portugal promete emoções fortes, entre sábado e domingo próximos, nas 15 classificativas em piso de terra do rali organizado pelo Demoporto, com o norueguês Andreas Mikkelsen (Skoda Fabia Rally 2 Evo) e o espanhol Dani Sordo (Hyundai i20 R5) apontados como principais candidatos à discussão da vitória.
O previsível duelo entre estes dois pilotos “mundialistas” deverá ser seguido de perto pelo russo Alexey Lukyanuk (Citroen C3 Rally 2), campeão em título do FIA ERC (European Rally Championship), sendo de salientar
Andreas Mikkelsen lidera uma lista de inscritos emocionante para a sexta ronda do Campeonato Europeu de Ralis. O líder do ERC marcará o ritmo, aos comandos do Škoda Fabia Rally2 Evo da Toksport WRT, numa prova com uma lista de participantes de alta qualidade que também conta com Yoann Bonato, Erik Cais, Norbert Herczig, Efrén Llarena, Miko Marczyk, Umberto Scandola, Dani Sordo e muitos mais.
Ao excelente “plantel” inscrito, no qual figuram, entre outros, os cinco atuais primeiros classificados do Europeu, juntam-se as “estrelas” portuguesas. Recorde-se que Armindo Araújo (Skoda Fabia Rally 2 Evo) é o líder do campeonato nacional, com 105 pontos, na frente de Ricardo Teodósio (Skoda Fabia Rallye 2 Evo), que soma 101, de Bruno Magalhães, que estreia nesta prova o novo Hyundai i20 Rally 2, com 93, e de José Pedro Fontes (Citroen C3 Rally 2), com 84 pontos.
Rali poderá ser decisivo para a atribuição dos títulos da Peugeot Rally Cup Ibérica
Outro dos motivos de interesse centra-se na Peugeot Rally Cup Ibérica, que tem nesta prova a sua quinta e penúltima ronda da temporada, com os pilotos a disputarem apenas as classificativas (8) de sábado. Serão, desta feita, 12 as equipas que irão alinhar no Rally Serras de Fafe e Felgueiras, prova organizada pelo Demoporto e que integra, não só a copa ibérica, como pontua para os Campeonatos de Portugal e Europeu de Ralis (CPR e ERC).
Numa altura em que a luta pelos títulos de 2021 da Peugeot Rally Cup Ibérica está ao rubro, registar-se-á, desta feita, um maior equilíbrio de forças, sendo quatro os Peugeot 208 Rally4 com as cores nacionais e que, a correr em casa pretendem defender o cerco que as oito máquinas espanholas lhes irão fazer, em especial os que já se perfilam como potenciais ‘Campeões’ da Temporada 4 da copa ibérica.
Todos irão defrontar-se no sábado (2 de outubro) ao longo dos 113,42 km cronometrados das oito Especiais desenhadas naquela região icónica dos ralis nacionais, ao longo de uma única Etapa que totaliza 353,43 km.
Contabilizadas as pontuações das quatro provas já realizadas, Alberto Monarri (Pilotos) e Ángel Vela (Navegadores) mantêm a liderança da Peugeot Rally Cup Ibérica, tendo uma vantagem muito reduzida, de apenas 2,27 pontos, sobre os seus conterrâneos e principais adversários ao título, Alejandro Cachón / ‘Jandrín’, pelo que se antevê um final de época emocionante.
PROGRAMA/HORÁRIO
SEXTA-FEIRA (1 outubro)
13:30/15:30 – Free Practice
16:00 – Qualifying Stage – Monte (3,25 km)
16:30/18:30 – Shakedown – Monte (3,25 km)
18:00 – Escolha da Ordem de Partida (Pavilhão Multiuosos)
18:30 – Conferência de Imprensa (Pavilhão Multiuosos)
SÁBADO (2
outubro)
08:00 – Partida (Praça Mártires do Fascismo (Feira Velha)
08:00/08:23 – Parque Fechado (Parque da Feira)
09:00 – PEC 1 – Luílhas 1 (12,1 km)
09:50 – PEC 2 – Senhora da Fé/Anjos 1 (18,06 km)
10:25 – PEC 3 – Agra/Zebral 1 (11,25 km)
Reabastecimento em Boticas (Central de Camionagem)
11:45 – PEC 4 – Boticas 1 (15,2 km)
13:25/13:40 – Reagrupamento em Fafe (Praça Mártires do Fascismo/Feira Velha)
14:18/14:52 – Parque de Assistência (Parque da Feira)
14:55 – PEC 5 – Luílhas 2
15:45 – PEC 6 – Senhora da Fé/Anjos 2
16:20 – PEC 7 – Agra/Zebral 2
Reabastecimento em Boticas (Central de Camionagem)
17:40 – PEC 8 – Boticas 2
19:20/19:30 – Parque Fechado/Zona Técnica (Praça Mártires do Fascismo/Feira Velha)
19:38/20:23 – Parque de Assistência (Parque da Feira)
20:38 – Parque Fechado (Praça Mártires do Fascismo/Feira Velha)
DOMINGO (3
outubro)
08:30 – Partida Praça Mártires do Fascismo/Feira Velha
08:38/08:53 – Parque de Assistência (Parque da Feira)
09:30 – PEC 9 – Seixoso 1 (10,01 km)
10:10 – PEC 10 – Santa Quitéria 1 (9,28 km)
10:45 – PEC 11 – Montim 1 (8,63 km)
11:10 – PEC 12 – Lameirinha 1 (13,99 km)
11:50/12:05 – Reagrupamento em Fafe (Praça Mártires do Fascismo/Feira Velha)
12:13/12:43 – Parque de Assistência (Parque da Feira)
13:20 – PEC 13 – Seixoso 2
14:00 – PEC 14 – Santa Quitéria 2
14:35 – PEC 15 – Montim 2
15:00 – PEC 16 – Lameirinha 2
15:40/15:50 – Parque Fechado/Zona Técnica (Praça Mártires do Fascismo/Feira Velha)
15:58/16:08 – Parque de Assistência (Parque da Feira)
A Ford, com a dupla Daniel Nunes/Nuno Mota Ribeiro, vai disputar o Rally Serras de Fafe e Felgueiras, dias 1 a 3 de outubro. A prova, mítica no panorama da modalidade, integra os calendários do Campeonato da Europa de Ralis FIA (ERC) e do Campeonato Portugal de Ralis e marca o regresso do Ford Fiesta Rally3 aos pisos de terra.
Um evento de eleição para Daniel Nunes, onde o objetivo será dar continuidade ao trabalho de evolução do Ford Fiesta Rally3, durante dois dias contra o cronómetro e cerca de 200 quilómetros de especiais. “É a prova mais longa do ano para nós e um excelente teste para o Ford Fiesta Rally3. Vamos ter que assegurar um bom compromisso entre rapidez e consistência e analisar gradualmente a nossa evolução. É ótimo estar presente nesta desafiante ronda do europeu e pôr à prova o Fiesta Rally3 num ambiente extremamente competitivo”, afirma o piloto.
Uma posição corroborada por Nuno Mota Ribeiro, navegador que destaca a relevância deste evento internacional, onde a concentração e foco são as chaves para o sucesso. “Esta é uma prova emblemática onde todos os pilotos querem estar. O rali tem crescido ano após ano e esta edição, ao integrar o ERC, apresenta um formato amplo, que irá levar o Ford Fiesta Rally3 a zonas míticas da história dos ralis mundiais. A motivação é enorme para darmos início a este desafio, disputado em terra, a superfície que melhor faz jus às potencialidades do Fiesta Rally3.”
Este é o quarto rali da época para a equipa Ford, após as presenças no Rali Terras D’Aboboreira, Rali de Castelo Branco e Rali da Água – CIM Alto Tâmega. Um ano de exigência máxima ao cronómetro a que o Ford Fiesta Rally3 tem correspondido da melhor forma, exibindo todas as suas potencialidades e sobressaindo ao nível da rapidez e fiabilidade.
O Rally Serras de Fafe e Felgueiras tem início sexta-feira, 2 de outubro, com saída às 8h00 do parque de assistência, localizado na Praça das Comunidades, em Fafe. Uma 1ª etapa que reserva aos concorrentes uma dupla passagem pelas especiais de Luilhas (12.10 km), Senhora da Fé/Anjos (18.06 km), Agra/Zebral (11.25 km) e Boticas (15.20 km) e termina com a chegada ao parque fechado pelas 20h30. No total, são 113.22 quilómetros ao cronómetro. No domingo, 3 de outubro, a ação começa pelas 9h00 para mais 82.83 quilómetros de classificativas, numa 2ª etapa em que os concorrentes rumam às especiais de Seixoso (10.01 km), Santa Quitéria (9.28 km), Montim (8.63) e Lameirinha (13.99 km) para nova dupla passagem. A prova termina pelas 17h30 com a cerimónia de pódio, em frente à Câmara Municipal de Fafe.
O piloto de Viana do Castelo voltou a não ter sorte, somando um abandono inglório mesmo no final de mais uma prova do Campeonato Norte de Ralis, também pontuável para o Desafio Kumho Portugal, depois de ter estado quase todo o rali na luta pelo top tenabsoluto.
Decididamente
a sorte não tem acompanhado Nelson Silva e José Janela, que depois da
desistência mesmo no final do Rali da Água CIN-Alto Tâmega, sofreram novo revés
mesmo no ‘cair do pano’ do Rali de Santo Tirso, onde o piloto do Mitsubishi
Lancer Evo VI da JPGS/ENI tinha justificadas aspirações aos melhores lugares,
tanto ‘à geral’ como ao nível da Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Norte.
Depois de ter feito uma ascensão notável
que o levou ao sétimo posto, Nelson Silva sofreu um primeiro susto na primeira
especial da tarde, antes de novo ‘assalto’ ao top ten e de um percalço
que colocaria um ponto final nas suas aspirações na derradeira PEC do rali… e a
somente um quilómetro do fim. “É
um bocado triste, para dizer a verdade!”, desabafa o piloto de Viana do
Castelo.
“Foi de facto muito mau para nós!”, confessa Nelson Silva, que até começara o rali de uma forma muito positiva, como recorda: “Começamos com algumas cautelas, mas conseguimos ir imprimindo um ritmo crescente, que nos valeu subir de 18º para 7º e estarmos na luta pelo triunfo entre os Kumho”. No começo da tarde as coisas já não correram tão bem, como conta o piloto vianense: “Após o almoço fizemos um pião que nos fez descer para a 12ª posição. Mas sabíamos que tínhamos todas as condições para chegar ao 10º lugar. E de facto tudo apontava para que isso fosse possível com o andamento que estávamos a ter até à última especial”.
Foi na derradeira classifica que tudo
precipitou. “Na última especial, a cerca de 1 km do fim, um pneu rebentou
e saímos de estrada. Foi o fim do rali, pois o carro foi a um talude. Felizmente
só ficamos um pouco doridos, mas a desilusão foi total”, explica Nelson
Silva.
O piloto do Mitsubishi Lancer Evo VI com as cores do JPGS/ENI Rallye Team admite que o que aconteceu afeta os seus níveis de confiança, não tanto no que diz respeito à sua condução em termos de pneus: “Vou para o próximo rali com algum receio, admito, pois não sei o que me espera. No entanto, o facto de continuarmos na liderança do Desafio Kumho Norte e serem ainda boas as hipóteses de terminarmos o CNR no top três dá-nos algum alento e servirá de motivação”.
Nelson Silva e José Janela poderão estar de volta à competição no Rali de Gondomar, mas tudo depende da rapidez com que o carro for reparado. “Se tudo correr bem poderemos ir a Gondomar, senão o regresso fica para o Rali Serras do Porto”, adianta o piloto de Viana do Castelo.
Aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO IX equipado com pneus Kumho, Adruzilo Lopes e Paulo Silva venceram o aceso duelo que travaram com os adversários mais próximos, assinando a quarta vitória da época no Campeonato Norte de Ralis.
Foi entusiasmante a luta pela vitória na edição 2021 do Rali de Santo Tirso, prova organizada pelo CAST. Num rali muito rápido e exigente, com sete especiais em catadupa, Adruzilo Lopes assinou mais uma exibição magistral, perante a oposição de dois grandes pilotos, André Cabeças (Mitsubishi Mirage) e Fernando Peres (Mitsubishi Lancer EVO IX).
Contando como sempre com a navegação
eficaz de Paulo Silva, Adruzilo chegou ao comando na 2ª especial do rali, que
venceu, ficando a 0,3 segundos de nova vitória na 3ª PEC, mas mantendo aí o
comando.
Um forcing do piloto levou-o a reclamar duas vitórias consecutivas, respetivamente, na quarta e quinta classificativas, abrindo para 16,5 segundos a distância para o mais próximo perseguidor, André Cabeças, que seria segundo, o que permitiu dosear o andamento nas duas classificativas finais, sem colocar me causa a merecida vitória. O Pódio ficou completo com o 3º lugar de Fernando Peres.
Com mais este triunfo, Adruzilo Lopes e Paulo Silva, consolidam a liderança de Campeonato Norte de Ralis, quando faltam três provas para o fecho da temporada 2021 colocando assim a Kumho na rota de mais um título em Portugal.
André Ribeiro e João Sousa vencem as contendas reservadas ao Desafio Kumho
A prova do Clube Automóvel de Santo Tirso representou mais uma tirada
dupla para o 4º Desafio Kumho Portugal, contando para os Desafios Kumho
Asfalto e Kumho Norte. 18 equipas, distribuídas pelas duas divisões,
estiveram à partida de mais uma prova do desafio promovido pela ASR
Tyres.
Na Divisão 1, os estreantes João Sousa e Bruno Abreu assinaram uma excelente exibição aos comandos do belo Peugeot 206 S1600 que os guindou no final a uma presença no top dez absoluto da prova, assegurando o primeiro triunfo nesta divisão Kumho. Autores de uma prova sempre rápida e sólida, foram sempre garantindo um andamento que os colocou na luta pelos lugares de topo do rali, mesmo estando a enfrentar adversários com muita mais experiência nestas lides.
E continua a “série negra” para a dupla Nelson Silva/José Janela.
Quando já tinham garantido mais um pódio Kumho e a consolidação da
liderança nas contas desta Divisão 1 no Desafio Kumho Norte, foram
vítimas de uma saída de estrada na última especial, que os levou ao
abandono.
As discussões pelas vitórias nas provas da Divisão 2, têm nos
proporcionado “batalhas” entusiasmantes. A exemplo de ralis anteriores,
também em Santo Tirso tivemos mudanças na liderança e três equipas a
reclamarem triunfos nas sete especiais disputadas.
Já eram rápidos com o Micra e rápidos continuam agora com um Citroen C2 R2. João Silva e José Azevedo assinaram uma exibição extraordinária em Santo Tirso. Entraram “a matar”, vencendo as duas primeiras especiais da prova entre os Kumho da Divisão 2, registando tempos entre os melhores da geral. Mas, na terceira classificativa, problemas de motor fizeram-nos cair drasticamente na classificação. Ainda venceram a 4ª PEC, mas os problemas voltaram e foram até ao “fecho” em gestão de danos, garantindo um bom 3º lugar.
Com os problemas de João Silva, foi André Ribeiro, acompanhado por João Alves, que subiu à liderança, vencendo esse 3º troço, depois de ter sido 2º nos dois primeiros. Sempre muito rápido e seguro com o seu Peugeot 206 GTi, segurou essa liderança e respetiva vitória até ao fecho da prova. Não venceu mais nenhuma especial, mas foi sempre capaz de estar forte e controlar a vantagem, registando assim um importante e justo triunfo.
O 2º lugar final recompensou mais outra dupla em destaque. Pedro Lopes e Duarte Gouveia estiveram sempre na luta pela supremacia. Foram capazes de suplantar os adversários por três vezes, vencendo as classificativas cinco, seis e sete, extraindo todo o potencial do Peugeot 207 GTI. Estão cada vez mais fortes.
Depois do infortúnio que assolou Nelson Silva e José Janela no Rali da Água, a dupla do JPGS/ENI Rallye Team quer regressar aos bons resultados na prova do CAST. A equipa alinha ainda com a dupla João Sousa/Bruno Abreu no Peugeot 206 S1600.
O Rali de Santo Tirso e uma prova muito importante para as aspirações da dupla do Mitsubishi Lancer EVO VI. Nelson Silva e José Janela chegam à sexta ronda do Campeonato Norte de Ralis no quinto posto da tabela pontual da geral, tendo caído duas posições na sequência da desistência no rali anterior. No entanto, esse desaire não retirou a liderança na Divisão 1 do Desafio Kumho Norte, outro dos objetivos primordiais da época.
Para Santo Tirso, o piloto vianense assume que “temos de arrecadar o maior número de pontos possíveis nas duas frentes onde estamos envolvidos. Chaves foi um momento mau, mas já deixamos para trás. Sabemos o andamento de que temos sido capazes e queremos voltar aos bons resultados que têm sido a regra esta época”. Assim, Nelson Silva quer “andar forte, mas sempre com a consciência de que é muito importante terminar o rali. Um top cinco absoluto e a vitória entre os Kumho são os nossos objetivos para a prova”.
O pequeno período de tempo que mediou a
prova flaviense desta jornada tirsense fez com que “a nossa equipa técnica
tivesse de trabalhar de forma muito intensa. O Mitsubishi foi alvo de uma
revisão profunda para tentar evitar problemas como os que nos prejudicaram em
Chaves. Estamos convictos de que o carro vai estar competitivo”.
Já João Sousa estará focado não só na discussão do Desafio Kumho Portugal, onde também alinha na Divisão 1, mas sobretudo na luta pelo triunfo na Copa Legends Cardouro, onde o piloto que é navegado por Bruno Abreu, tem aspirações em levar o Peugeot 206 S1600 ao triunfo na Categoria Gold dessa competição.
O Rali de Santo Tirso, sexta prova do CNR, conta com sete especiais de classificação, todas realizadas no dia de sábado, 18 de setembro. Serão 61 quilómetros contra o cronómetro.
O piloto de Leiria e o seu navegador Ricardo Sismeiro lideraram a Divisão 2 do 4º Desafio Kumho Asfalto e Desafio Kumho Centro na prova pontuável para o Campeonato Centro de Ralis, mas acabariam por sofrer uma saída de estrada que lhes comprometeu aquela que poderia ter sido a sua primeira vitória.
A
dupla do Prototype FS Rallye Team mostrou no Constálica Rally Vouzela que para
trás tinham ficado todos os “fantasmas” decorrentes do acidente na Bairrada e
assinaram uma exibição de gala.
A entrada na prova organizada pelo GAS foi “de leão” e o crono colocado levou Fábio Santos e Ricardo Sismeiro à liderança da Divisão 2 do 4º Desafio Kumho Portugal e a assumirem a candidatura firme a um lugar bem dentro do top dez da prova reservada ao Campeonato Centro de Ralis. Os leirienses estavam inspirados, e confirmando aquilo que prometeram, andaram mesmo a fundo, alcançando o 2º tempo na 2ª PEC, sem perder o comando entre os Kumho.
A intenção de Fábio Santos e Ricardo
Sismeiro era clara; chegar ao seu melhor resultado da temporada. E no terceiro
troço voltaram a impor-se ampliando a sua vantagem, ainda que por poucos
segundos, sobre o seu grande rival, mostrando que estavam em Vouzela para
conquistar o seu primeiro triunfo da época. E tudo estava bem encaminhado para
que a história se repetisse na quarta especial. Só que a um quilómetro do fim
um pequeno exagero fez com que o Saxo saísse de traseira e fosse à vala, de
onde já não saiu.
Estava consumado um abandono inglório, que
deixou o piloto de Leiria, triste, mas também com a noção de que tem andamento
para se bater com os melhores da sua categoria. “Em relação ao acidente
está tudo bem, não tivemos qualquer problema, e com o carro os danos também não
são grandes”, começa por dizer.
Fábio Santos refere que fez aquilo que
prometera antes deste Constálica Rally Vouzela: “Como disse anteriormente
iríamos atacar forte. E estávamos ali em primeiro da Divisão 2 Kumho e do Grupo
X1.9. Estava em luta com o Miguel Carvalho e o Viana Martins e tinha de atacar
ao máximo”.
E foi o que fizeram, mas de forma inglória: “atacamos. Acho que nos faltou ali a estrelinha da sorte, numa parte em que a traseira do carro foi um bocado à parte suja da estrada, na terra, já fora do asfalto. Como se costuma dizer; a velocidade era boa, mas acabou-se a estrada…”, sublinha o piloto leiriense, que diz sair desta prova “de cabeça levantada e a olhar para a frente e para as próximas provas”.
“Sabemos que estamos cá e que temos capacidades para vencer”, acrescenta Fábio Santos, que apenas espera materializar em resultado o andamento exibido na próxima participação nas provas do Campeonato Centro de Ralis, programada para o Rali Vidreiro.