Categoria: Ralis

  • Rali Vidreiro: Adruzilo Lopes soma e segue a triunfar!

    Adruzilo Lopes e Paulo Silva foram até à região Oeste dar aos pneus Kumho mais uma vitória, a quinta que conquistam nesta temporada. A dupla do Mitsubishi lancer EVO IX venceu e convenceu, triunfando em todas as especiais de classificação do rali. No 4º Desafio Kumho Portugal, Pedro Silva levou o seu Peugeot 208 R2 VTi a uma vitória sem contestação na Divisão 1, com Isaac Portela a rubricar mais um triunfo na Divisão 2.

    Adruzilo Lopes e Paulo Silva chegaram ao fecho do Rali Vidreiro com mais de meio minuto de vantagem sobre os concorrentes mais diretos, depois de rubricarem uma exibição robusta que os levou a vencer as quatro classificativas que o Rali Vidreiro tinha para a prova reservada ao Campeonato Centro de Ralis. É a quinta vitória da temporada para a equipa aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO IX equipado com pneus Kumho, distribuídas por ralis disputados no Norte e no Centro de Portugal.

    Nas lides do 4º Desafio Kumho Portugal, os triunfos nas duas divisões nunca estiveram em causa, com duas equipas a dominarem os acontecimentos.

    Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva voltaram a ser muito eficazes aos comandos do Peugeot 208 R2 VTi e registaram mais um triunfo descansado na Divisão 1. A dupla registou o 6º lugar absoluto e o 4º nas duas rodas motrizes, comandando a tabela pontual deste campeonato particular nas contas do CCR, onde poderá dar mais um título aos pneus Kumho. Ilídio Gameiro e Fábio Bento levaram o belo Lancia Delta Integrale 16V a mais um pódio na divisão, conquistando o 2º posto e recolhendo mais uma boa quantidade de pontos para os desafios organizados pela ASR Tyres.

    Já Isaac Portela e Duarte Susano também domaram a seu belo prazer a “batalha” da Divisão 2. Triunfos em todas as especiais, são a prova de um andamento muito forte e que os levou ainda ao 4º lugar da geral e 2º entre os 2RM. A dupla do Citroen C2 R2 está a protagonizar um fecho de época ao mais alto nível.

    Nesta divisão, foi intensa a batalha pelo 2º posto protagonizada por duas equipas. José Dinis e Jorge Ferreira voltaram a ser endiabrados com o BMW 320i e acabaram por reclamar o posto, enfrentando forte oposição por parte de Frederico Monteiro e Paulo Santos. Estes assinaram uma prova imaculada, sempre muito rápidos no Peugeot 206 GTi, coroada com o 3º lugar e respetiva presença no pódio final da Divisão 2.

    De volta aos bons resultados está a equipa formada por Fábio Santos e Ricardo Sismeiro. Com uma temporada muito atribulada, os leirienses do Citroen Saxo aproveitaram a prova às portas de casa para ganhar ritmo e o seu andamento levou-os a um positivo 4º posto.

    Exibição de fino recorte foi assinada por Manuel Alves e António Coelho. Como sempre, o seu andamento rápido no BMW 320i foi acompanhado pela nota artística própria dos carros bávaros com tração traseira, a caminho do excelente 5º lugar final. Atrás deles, Viana Martins e Gonçalo Palmeira colocaram o Renault Clio 3 RS no 6º posto.

    Depois de ter passado a maior parte da prova a lutar por um posto no top 5, Hélder Cordeiro e Bruno Pereira foram afetados por problemas no diferencial do BMW M3, já no último troço cronometrado, caindo para um inglório 7º lugar.

    Vítor Silva e Carlos Batista foram oitavos com o Citroen Saxo Cup, enquanto Vítor Matias e Vítor Hugo matias levavam o BMW 318i ao 9º posto final.

    A fechar o top dez encontrámos João Gago e Carlos Morgado, num BMW 316, cabendo à dupla formada por Tomé Patrício e Fábio Cardoso, em BMW 318i, a 11ª posição. Atrás da dupla, Tomé Patrício/Fábio Cardoso (BMW 318i) e Bernardo Santo/Magno Bonifácio (Peugeot 306 S16) reservaram, respetivamente, a 12ª e a 13ª posição.

    Daniela Lopes e Soraia Silva continuam a sua progressão e registaram mais um resultado. Levaram o Citroen Saxo ao 14º lugar final na Divisão 2. Por seu lado, Tiago Passadouro e Jorge Bregieira tiveram um rali cheio de vicissitudes, incluindo uma penalização, que os atirou para o 15º lugar. Já Ana Coelho e Mariana Figueiroa lograram terminar a prova, depois de estarem sempre muito sólidas a tripular o Peugeot 106 que coloram no 16º lugar.

    No campo das desistências, Vítor Gomes e Marco Vilas Boas foram vítimas de com problemas de alternador e direção no Peugeot 306 GTi, enquanto António Almeida e Pedro Henriques ficavam sem travões atrás e sofriam um ligeiro despiste, mas sem conseguir repor o BMW 325 na estrada. Por seu lado, Pedro Antunes e Pedro Lopes foram forçados a abandonar numa ligação com problemas de diferencial no BMW E30.

    Mas uma das histórias desta jornada Kumho foi a que protagonizou Agostinho Antunes. Aos 68 anos de idade, o pai do preparador Nuno Antunes, fez a sua estreia nos ralis, ao volante de um Renault 5 GT Turbo e navegado por Pedro Colaço. Andou bem, mas um ligeiro despiste forçou o estreante a deixar precocemente o Rali Vidreiro. Ficamos à espera de mais!

    O 4º Desafio Kumho Portugal continua já no próximo fim-de-semana com o Rali Resende Douro Verde, também a contar para os Desafios Kumho Asfalto e Centro.

  • Eletrónica trai Fernando Teotónio no Rali Vidreiro Centro de Portugal

    O piloto do Fundão teve uma prova muito ‘sofrida’ por via dos problemas sentido no Mitsubishi da Macambi, mas mesmo assim assegurou o segundo lugar no grupo RC2N e dessa forma manteve-se na liderança da tabela pontual a uma jornada do fim do campeonato.

    A dupla do Macambi Racing Team formada por Fernando e Luís Morgadinho não contava conhecer tantas dificuldades na prova do Clube Automóvel da Marinha Grande, uma vez que tinha procurado acautelar todas as condições para sair da região Oeste com mais uma vitória entre os RC2N. Mas bem cedo começaram os problemas no Mitsubishi Lancer EVO X, que se foram agravando com o decorrer do rali.

    “Começamos bem. O carro teoricamente parecia muito bem, mas infelizmente o carro de manhã foi perdendo potência. Em cada quilómetro que fazia estava pior, chegando mesmo ao fim praticamente ‘ao empurrão’ para terminar o rali”, começa por referir o piloto do Macambi Racing Team.

    Teotónio lamenta o sucedido, “que ocorreu devido ao que aconteceu durante a semana, porque a Motec não tinha centralinas para aquele carro, devido à crise que há no setor das peças automóveis (semicondutores). Eles enviaram-nos uma usada para fazer este rali. Mas ao que parece o ‘software’ não era igual”.

    Tal provocou problemas e, apesar “da Domingos Sport ter feito todos os esforços que estavam ao seu alcance – incluindo construir um ‘mapa’ novo, nada nos correu bem. E o carro até parecia estar a trabalhar bem, mas o que é certo é que o Lancer foi perdendo potência ao longo de todo o dia e fez-nos perder bastante tempo”, explica o piloto beirão.

    Mais tarde pendeu uma penalização, que se deveu a uma circunstância infeliz, pois segundo o piloto do Fundão, ao que tudo indica “havia muitos pilotos a reconhecer os troços na sexta-feira. Houve alguém que foi para os troços observar quem lá estava. Quando saímos de casa e passamos em Pombal o troço ficava no nosso caminho para a Marinha Grande para ver se estava sujo, pois tínhamos treinado só no domingo. E ‘apanhamos por tabela’, quando não tínhamos culpa nenhuma. Fomos ‘apanhados’ com uma fotografia e tudo. Fomos chamados ao colégio de comissários. Não desmentimos que tínhamos lá passado e só nos resta evitar situações idênticas no futuro”, acrescenta Fernando Teotónio, que promete não ‘baixar os braços’ para a derradeira prova da época, o Rali de Mortágua.

    Com este 2º lugar entre os RC2N, Teotónio e Morgadinho juntaram mais 20 pontos ao seu pecúlio e continuam “na luta pelo título. Lideramos com 3 pontos de avanço sobre o mais direto rival e vamos ter de ir para Mortágua com o pensamento na vitória de modo levar os nossos objetivos até ao fim!”.

  • Rally Resende Douro Verde é novidade absoluta no calendário do Centro

    O Targa Clube volta às lides organizativas da modalidade e leva para a estrada este novo rali, dedicado em exclusivo ao plantel do Campeonato Centro de Ralis, contando ainda para o 4º Desafio Kumho Asfalto, Centro e Norte.

    Será o primeiro evento de ralis que a agremiação portuense realizará, após um interregno de vários anos. E o Targa Clube decidiu que esta edição inaugural do Rally Resende Douro Verde não vai ter “prova extra. O Rali será integralmente dedicado a todos quantos participem no âmbito da regulamentação do Campeonato Centro de Ralis. Quisemos que todos quantos se esforçam para participar nesse campeonato, incluindo aqueles que também estão inseridos no 4º Desafio Kumho Portugal fossem os protagonistas deste nosso regresso à organização de provas de estrada”, salientou Fernando Batista, presidente do histórico clube nortenho.

    Para o dirigente, a escolha de Resende como centro desta nova aposta é fácil de defender: “já tínhamos Resende em mente há muito tempo. E de facto aqui há condições magníficas para realizar uma prova desta natureza, e quando as pessoas têm força de vontade tudo se concretiza. Viemos encontrar uma grande recetividade junto do município e na pessoa do seu presidente, Garcês Trindade e temos plena convicção de que vamos apresentar um rali que vai agradar a todos”. Fernando Batista apontou também a importância que o automobilismo pode desempenhar para a promoção de uma região como a do Douro intermédio, onde se insere Resende.

    Já o autarca de Resende, Garcez Trindade, destacou a forma como o Targa Clube se empenhou na prova e na tradição que a região tem no desporto motorizado: “Basta ver que as perícias que temos tido no concelho. E a ideia é que a tradição se mantenha, pois é um polo dinamizador do turismo e da economia local”.

    O Rally Resende Douro Verde arrancará em termos competitivos no coração do município. Pelas 19.05 horas de sábado, 23 de outubro, a primeira equipa enfrentará a passagem inicial pelos 11,61 kms da especial de Resende/Enxertado, cuja segunda passagem acontecerá às 20.50, concluindo-se aí a jornada inicial contra o cronómetro.

    No domingo, 24 de outubro, a caravana do Campeonato Centro de Ralis terá pela frente mais duas duplas passagens pelos troços cronometrados de Miomães/S. Romão (5,23 kms) e de Canizes/S:Cristovão (7,96 kms), intervaladas por uma passagem única nos 9,07 kms de S. Martinho de Mouros/Paus. Serão assim 58,67 quilómetros de especiais numa prova desafiante que terá o seu epílogo às 15.10, com a cerimónia de entrega de prémios, frente à Câmara Municipal de Resende.

  • Ricardo Teodósio venceu Vidreiro e adia decisão do título

    A dupla Ricardo Teodósio – José Teixeira venceu, este fim-de-semana, a edição de 2021 de Rallye Vidreiro Centro de Portugal – Marinha Grande. Para além de serem os mais rápidos em seis das sete classificativas disputadas, a dupla algarvia, segunda classificada no Campeonato Portugal de Ralis, fez ainda a delicia dos milhares de adeptos que assistiram ao rali ‘in loco’ ou via LiveStream, com as suas sempre exuberantes abordagens às míticas curvas no Pinhal do Rei.

    No final da prova, o vencedor só podia estar satisfeito: “Foi muito bom. Conseguimos vencer a grande maioria dos troços. Estamos todos de parabéns, tanto a equipa como nós. Este ano empenhámos muito tempo para poder lutar pelo título. A decisão do título fica para a última ronda do Campeonato. Aproveito também para dar os parabéns pela cobertura mediática da prova. Só assim conseguimos dar retorno aos nossos patrocinadores.”

    Armindo Araújo chegava à Marinha Grande com ambições reais de renovar já o título de Campeão Nacional.

    No entanto, para o conseguir necessitava de vencer e, apesar do excelente andamento apresentado nas estradas da região centro, o piloto do Skoda Fabia Rally 2 Evo não conseguiu atingir o objetivo. “Vai ter que ser até ao fim. Tínhamos a possibilidade de conquistar o título aqui se vencêssemos. Não vencemos, venceu o Ricardo Teodósio e muito bem que fez uma excelente prova e está de parabéns. Nós fizemos o segundo lugar o que nos permite chegar à última hora sem necessitar de vencer”, destacou.

    Bruno Magalhães e José Pedro Fontes, em Hyundai i20 Rally2 e Citroen C3 Rally2, respetivamente, travaram uma belíssima luta pelos lugares do pódio, com vantagem, no final, para Fontes que partilhou assim o pódio com Teodósio e Araújo, numa prova que já venceu por quatro vezes. 

    “Não conseguimos aquilo que queríamos que era vencer. Não entrámos bem na primeira especial, mas no segundo dia queríamos dar a volta por cima, mas acabámos por ter um problema que não conseguimos resolver até à assistência e depois já nada era possível fazer para lutar pelo triunfo”. Bruno Magalhães acabou por ter de se contentar com o quarto lugar, enquanto que o  bracarense Miguel Correia, assegurou a quinta posição na prova organizada pelo Clube Automóvel da Marinha Grande.

    No CPR2, para viaturas de Duas Rodas Motrizes, e depois do domínio e ritmo apresentado, Carlos Fernandes teria vencido senão tivesse sofrido de um problema no Peugeot 208 Rally4. Mas as corridas são mesmo assim e quem beneficiou foi o jovem Ricardo Sousa que assegurou a vitória no Rallye Vidreiro. Os pilotos marinhenses Ernesto Cunha e Rafael Cardeira completaram o pódio.

    No Campeonato de Portugal de RGT, Vítor Pascoal e confirmou o título, enquanto que nos Clássicos foi Nuno Carreira a subir ao degrau mais alto do pódio instalado na Praça Stephens, bem no centro da cidade Vidreira. Miguel Abrantes venceu entre os inscritos na Troféu KIA Picanto.

  • Peugeot Rally Cup Ibérica decide-se na Catalunha

    À entrada para o último rali da Peugeot Rally Cup Ibérica 2021, a dúvida subsiste sobre o nome dos “Campeões” da Temporada 4. O tira teimas mantém-se em discussão entre as duplas Alejandro Cachon / Alejandro ‘Jandrín’ López, os atuais líderes da contenda, e Alberto Monarri / Ángel Vela, os únicos que lhes podem retirar esse sonho.

    As dúvidas ficarão esclarecidas ao início da noite deste sábado (16 de outubro), após um percurso de 660,59 quilómetros referente à 1ª Etapa deste RACC Rally Catalunya / Costa Daurada – Rally de España 2021, que serve de base à sexta prova da Peugeot Rally Cup Ibérica 2021. É parte do rali de três dias organizado pelo Real Automóvil Club de Catalunya e que, na sua totalidade, pontua para o Mundial de Ralis (WRC). 

    A estas duas equipas do país vizinho irão juntar-se, neste rali, nove outras formações que, aos comandos dos competitivos Peugeot 208 Rally4, irão bater-se pelos melhores tempos nas seis Especiais – num total de 112,02 quilómetros cronometrados – em pisos de asfalto, definindo o último top-10 do ano.

    Recorde-se que contabilizadas as pontuações dos cinco anteriores ralis da Peugeot Rally Cup Ibérica 2021, Alejandro Cachón / ‘Jandrín’ chegam à Catalunha com uma vantagem de 18,37 pontos sobre os conterrâneos Alberto Monarri / Ángel Vela, havendo, aquando da contabilidade final, que deitar fora um resultado. Ou seja, os primeiros dependem de si para manter essa liderança e, assim, assegurar o título; já os adversários terão, de preferência, que garantir a vitória ou no mínimo uns sólidos 20 pontos, e esperar que a concorrência fique abaixo do top-5.

    Será, decerto, um final de época de tirar o fôlego, em que até os proporcionais de pontos dos melhores tempos nas seis Especiais deste último rali do ano poderão fazer a diferença.

  • Só deu Kumho em Portimão!

    A 3ª prova do Campeonato Sul de Ralis transformou-se numa demonstração de poder e qualidade dos pneus Kumho. Pódio completo à Geral e nas Duas Rodas Motrizes selaram o domínio avassalador que incluiu ainda nove dos dez primeiros da classificação global final.

    Viana Martins e Vítor Viegas fizeram história no Rali de Portimão 2021. A dupla do Renault Clio RS 2.0 deu aos pneus Kumho mais uma vitória à geral, com o acrescido bónus do feito ter sido alcançado aos comandos de um carro com duas rodas motrizes, façanha que, a sul, tinha acontecido pela ultima vez há 5 anos atrás!

    Autores de uma prova sempre ao ataque. Martins e Viegas herdaram o comando da prova a meio do rali e capitanearam a “armada” Kumho em direção à sua vitória e a mais um pleno no pódio da geral da prova, triunfando, como é óbvio, nas lides da Divisão 2 do Desafio Kumho Portugal, que em Portimão teve mais uma jornada dupla, a pontuar para os Desafios Asfalto e Sul.

    Atrás de si, também Rui Rijo e Miguel Luz (Mitsubishi Lancer Evo VIII MR) quiseram fazer história, com o piloto da PoolShop Algarve a alcançar o primeiro pódio absoluto da sua carreira, ficando num excelente 2º lugar da geral, a 21.7s de Viana Martins, vencendo ainda nas contas da Divisão 1 Kumho.

    Filipe Silva/Ricardo Martins (Citroën Saxo VTS) assinaram uma exibição notável, onde a rapidez fez equipa com a segurança, rodando sempre entre os melhores. O 3º lugar final é justíssimo e até poderia ter sido melhor, não fosse um furo na última especial.

    E a senda de domínio avassalador Kumho continua quando descemos no top dez. Vítor Vilela/Edgar Gonçalves (Peugeot 208 R2) foram quartos classificados da geral e segundos na Divisão 1 Kumho, depois de demonstrarem muita eficácia ao longo de todo o traçado contra o cronómetro. Prova muito positiva foi também assinada por Nuno Carujo e Daniel Martins no Mitsubishi Lancer Evo IX). O 5º lugar da geral coloca-os agora a apenas dois pontos da liderança absoluto do CSR. Em Portimão, lograram ainda ser terceiros nas contas da Divisão 1 Kumho.

    Já Paulo Anselmo e Pedro Dias da Silva transformaram a prova de Portimão numa operação a rondar a perfeição para as suas aspirações nas “frentes de combate” em que estão inseridos. A dupla do BMW 316i Compact ultrapassou as dificuldades que foram surgindo e rematou a sua performance com um 6º lugar à geral e o 3º posto nas contas da Divisão 2 do Desafio Kumho Portugal. Marco Reis/Volodymyr Velykyy (Mitsubishi Lancer Evo VII), e Vasco Tintim/Filipa Tintim (Subaru Impreza WRX STi) fecharam o top cinco da Divisão 1 Kumho, sendo, respetivamente, oitavos e décimos da geral.

    Pelo meio, encontrámos a dupla formada por Luís Nascimento e Leonildo Madeira. Sempre muito lestos com o Opel Corsa A, lograram assinar um excelente 9º lugar da geral, reclamando ainda o 4º posto nas contas da Divisão 2 Kumho. Trevor Strecht e Stephen White colocaram o seu VW Golf GTi no 5º lugar, enquanto Jaime Falcão e André Silva levavam o Mazda 323 a um positivo 6º posto final na Divisão Kumho 2.

    No campo dos abandonos, encontrámos ainda as equipas Kumho Nuno Silva/Fernando Gonçalves (Peugeot 206 XS) com falta de gasolina, Paulo Nascimento/Vítor Cabrita (Peugeot 205 XL) com a junta do motor queimada, Bonito Ramos e Florival Neto a braços com problemas de aquecimento de motor do Peugeot 207 e Eduardo Modesto/Guilherme Sousa (Suzuki Swift Sport) com uma saída de estrada.

    João Filipe Monteiro e Ana Paula Vieira voaram na 1ª PEC, fazendo o 3° tempo à geral, mas desistiriam logo a seguir com uma avaria na direção assistida do Renault Clio RS. João Bica e João Sena (Mitsubishi Lancer Evo IX), faltaram à partida por motivos particulares. Também Marco Ferreira não alinhou por atraso na montagem do Citroen Saxo.

    O 4º Desafio Kumho Portugal continua já no próximo fim-de-semana com o Rali Vidreiro, a contar para os Desafios Kumho Asfalto e Centro.

  • EFC Rally Team com dupla aposta no Vidreiro

    É já na próxima sexta-feira, dia 15 e sábado, 16 de outubro que a EFC Rally Team volta à competição. Será no asfalto da Marinha Grande que as duplas Ernesto Cunha / Rui Raimundo e Tânia Cuco / Helena Maia se voltam a juntar à partida de mais um rali.

    É com a motivação no máximo que estas duas equipas se preparam para a competição, nesta que será a terceira participação de Ernesto Cunha e segunda de Tânia Cuco na prova da Cidade do Vidro: “A Marinha Grande é a minha cidade em todos os aspetos e o Vidreiro é o meu rali. Apesar de apenas ter uma participação completa nesta prova, tenho uma boa expectativa e sei que será uma excelente organização do CAMG. Tenho convicção que conseguiremos um bom resultado”, começa por referir Ernesto Cunha.

    Após um excelente resultado no Campeonato Nacional de Ralis 2RM e Campeonato Europeu de Ralis em Fafe, Ernesto Cunha e Rui Raimundo planeiam uma prova sem pressão na Marinha Grande: “Depois de dois segundos lugares consecutivos no CPR 2RM, sabemos o trabalho que temos pela frente no Vidreiro e o objetivo é manter este lugar. O ritmo que temos está alinhado com esta posição e não vamos aventurar-nos com ambições desmedidas”.

    Já Tânia Cuco reforça o desejo de voltar a este rali e desfrutar de todas as emoções inerentes: “Correr aqui tem um valor acrescentado por ser na nossa cidade. Depois de apenas termos conseguido concluir um dos troços na edição do ano passado, procuramos chegar ao final da prova e viver toda a adrenalina e ambiente do rali em pleno.”

    Tânia Cuco e Helena Maia chegam à prova com ritmo afinado depois de uma participação no Rali de Santo Tirso e estão focadas numa preparação rigorosa para que que o desenrolar dos troços do Vidreiro seja o mais suave possível.

    Será com uma especial na zona de São Pedro de Moel que o rali arranja na tarde de sexta-feira. Os pilotos terão pela frente um conjunto superior a 96 quilómetros de troços cronometrados.

  • Pódio absoluto para Rui Rijo em Portimão!

    Vai ficar para sempre na memória do piloto da PoolShop Algarve a terceira prova da temporada do Campeonato Sul de Ralis. Autor de uma exibição de nível superior, Rui Rijo alcançou o 2º lugar da geral e venceu de forma clara a Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal.

    Rui Rijo e Miguel Luz protagonizaram aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO VIII MR da PoolShop Algarve uma exibição a rondar a perfeição na edição 2021 do Rali de Portimão, jornada número três do Campeonato Sul de Ralis.

    Ao longo das cinco especiais da prova que também contava para os Desafios Kumho Sul e Asfalto, a dupla demonstrou um andamento muito forte, que lhes permitiu mesmo assinar uma vitória à geral na 4ª PEC e rubricar sempre tempos dentro dos primeiros nas restantes especiais. Além disso, dominaram a seu belo prazer as lides da Divisão 1 Kumho. No final, a subida ao pódio na 2ª posição absoluta da prova e o triunfo entre os Kumho foram as recompensas justas da “faena” de alto nível que Rijo e Luz almejaram colocar no rali, de fio a pavio da contenda.

    No rescaldo do rali, Rui Rijo estava “muito feliz e com o resultado. Pódio absoluto, vitória nos Kumho e um triunfo à geral numa especial é algo fantástico. Tivemos um andamento muito engraçado. Melhorámos muito os tempos ao longo das diversas passagens pelos troços. Eu e o Miguel estamos cada vez mais entrosados e considerámos que temos muita margem de progressão. Vão ter que contar connosco nos próximos ralis na discussão dos lugares da frente!”.

    O Rali de Portimão foi a primeira prova em que Rui Rijo e Miguel Luz montaram pneus Kumho de um composto mais macio. Para o piloto foi uma “aposta ganha. Reconheço que vínhamos com algumas reticências, mas cedo acabaram. O composto destes Kumho é espetacular e foram um aliado precisos para este resultado magnífico. Parabéns à Kumho!”. Agora, Rui Rijo assume que “este resultado em Portimão foi muito importante pelos pontos que recolhemos. ficamos com ainda mais ganas de ir para as provas finais com claro foco na vitória entre os Kumho e ficar no pódio absoluto do Campeonato Sul de Ralis”.

    Mas o calendário da dupla da PoolShop Algarve poderá não se limitará ao calendário do CSR. Rui Rijo revela que “estamos prontos para mais ralis. A única limitação é que de momento só temos o EVOIII MR, pois vendemos o EVO VI. Este ano deveremos tentar pelo menos ir uma vez ao centro, talvez a Resende. Em 2022 então sim, queremos um calendário mais ambicioso, de âmbito nacional”.

  • Paulo Anselmo transforma grande exibição num forte resultado em Portimão

    O piloto de Olhão rubricou uma exibição de grande nível no Rali de Portimão, terceira prova do Campeonato Sul de Ralis e que contou para o 4º Desafio Kumho Portugal.

    Paulo Anselmo e Pedro Dias da Silva transformaram a prova de Portimão numa operação a rondar a perfeição para as suas aspirações nas “frentes de combate” em que estão inseridos. Ao longo das rápidas e desafiantes cinco especiais da prova, a dupla do BMW 316i Compact ultrapassou as dificuldades que foram surgindo e rematou a sua performance com um 6º lugar à geral e o 3º posto nas contas da Divisão 2 do Desafio Kumho Portugal.

    A exibição e o resultado deixaram Paulo Anselmo “feliz e sobretudo orgulhoso com o que conseguimos fazer no rali. Numa avaliação geral, considero que superamos até as expetativas, saindo de Portimão com muita confiança e motivação para lutar na reta final da época pelos nossos objetivos”, destacando o piloto de Olhão que “tivemos mesmo de dar sempre o máximo. Os pisos de asfalto não são a nossa especialidade, falta-me ritmo e confiança, bem como conhecimento do terreno em que competimos. Por isso, só podemos estar muito felizes por termos conseguido rodar sempre entre os da frente e termos conseguido, por mérito próprio, alcançar este resultado”.

    A felicidade registada tem toda a razão de ser, sobretudo quando olhámos para a situação pontual da dupla do BMW. Saem de Portimão com a liderança reforçada no campeonato sulista reservado às duas rodas motrizes e chegaram à liderança da Divisão 2 do Desafio Kumho Sul, subindo ainda bastante nas contas do Desafio Kumho Asfalto. Assim, partem para as duas provas finais da temporada com reais aspirações para rematarem as contas de dois títulos.

    A isto acresce que subiram ao terceiro lugar da geral do Campeonato Sul de Ralis. É, sem sombra de dúvidas, um momento de grande forma e grande capacidade para chegarem a resultados de grande relevo, aquele que Paulo Anselmo e Pedro Dias da Silva estão a atravessar.

    O piloto olhanense está “muito feliz pela equipa e pelos patrocinadores. O ano está a ser tremendo e a situação em que nos encontrámos permite-nos sonhar com dois títulos, novas vitórias no grupo e na classe e garantirmos um lugar no pódio da geral do campeonato. Isto com um duas rodas motrizes e que, ao contrário do que muitos pensam, não é tão competitivo assim. Basicamente a preparação do carro básica, com quase tudo original, suspensões e travões também pouco desenvolvidos e não consigo fazer mais dentro da segurança com este carro e com a sua preparação”. Agora é foco total nos dois ralis que faltam e Paulo Anselmo promete que “vamos dar tudo para manter as lideranças e as posições, para coroarmos o ano com os êxitos que tanto merecemos!”.

  • Paulo Anselmo confiante em Portimão mas fora do ‘seu’ elemento

    Depois de ter ganho as duas rodas motrizes em Vila do Bispo, o piloto do BMW 316i procura no Rali de Portimão êxito idêntico, e também na Divisão 2 do 4º Desafio Kumho Sul. O facto de se tratar de uma prova de asfalto deixa-o menos à vontade.

    Acompanhado por Pedro Dias da Silva, Paulo Anselmo está determinado em sair de Portimão com um resultado semelhante ao conseguido em Vila do Bispo, que lhe aumentou os níveis de confiança e motivação para a prova deste fim-de-semana, apesar de consciente da forte concorrência que vai enfrentar.

    Contrariamente à prova anterior este evento é em pisos de asfalto. O que muda um bocado o ‘cenário’. Mas o piloto do BMW 316i está determinado: “Partimos em primeiros das duas rodas motrizes e no terceiro lugar absoluto em par com o João Bica.  Vamos tentar defender o resultado, e fazer o melhor possível”.

    “Embora não seja um piso muito apreciado por mim, prefiro os pisos de terra, pois consigo me divertir mais com a ‘dança’ que o carro proporciona, no asfalto tem de ser uma condução mais precisa”, observa Paulo Anselmo. Ainda assim o piloto algarvio de Olhão promete “fazer o melhor possível juntamente com o meu navegador Pedro Dias da Silva. Vou tentar fazer tudo para me adaptar às notas em asfalto”.