Categoria: Ralis

  • Duplo pódio Kumho em Serpa

    Uma ribeira traiçoeira foi palco de uma pequena “hecatombe” entre o pelotão. Lá também ficou parte da “armada” Kumho, mas sem impedir que os pneus coreanos reservassem dois lugares no pódio absoluto da prova.

    A especial de Brinches ficará na memória de todas as equipas que estiveram em Serpa, alinhando na prova de arranque da temporada 2021 do campeonato Sul de Ralis e onde era também dado o tiro de partida ao Desafio KUMHO Sul, sendo ainda a terceira jornada do Desafio Kumho Terra. Logo ao segundo quilómetro da especial, uma ribeira recheada de pedras de grande porte, reclamou o papel de protagonista principal sendo responsável, ao longo das três passagens pela retirada de competição de muito e bons entre os que estavam a competir no rali Flor do Alentejo Cidade de Serpa. Entre radiadores afetados e ventoinhas que entregaram a “alma ao criador”, o local foi assim decisivo para o desenrolar do rali e ficou indelevelmente ligado à sua história.

    Por lá ficaram as duplas Kumho Rui Rijo/Ricardo Mestre (Mitsubishi Lancer EVI VIII MR), logo na primeira passagem e Fernando Peres/José Pedro Silva (Mitsubishi Lancer EVO IX), infortúnio que os tirou da luta pelo triunfo na prova, a duas classificativas do final, tendo ainda contribuído para as mazelas que ditaram os abandonos precoces de João Bica/João Sena (Mitsubishi Lancer EVO IX) e de João Martins/Pedro Conde (Mitsubishi Lancer EVO IX). Tal, no entanto, não impediu que os pneus Kumho colocassem seis equipas no Top 10 final, reclamando ainda duas posições no pódio absoluto.

    Imunes a todas as armadilhas, Nuno Carujo e Daniel Martins levaram o seu Mitsubishi Lancer EVO IX ao 2º lugar da geral da prova, reclamando ainda o triunfo na Divisão 1 do Desafio Kumho. A dupla assinou uma prova sem erros, ostentando sempre um ritmo forte e recolheu esses dois magníficos pecúlios com todo o mérito.

    Vasco e Filipa Tintim reclamaram a 2ª posição na divisão, depois de uma prova construída na regularidade e sem qualquer problema no seu robusto Subaru Impreza. O pódio da Divisão 1 Kumho ficou completo com o 3º posto de Paulo Cruz e João Luz, capazes de levar o Lancer EVO IV ao fecho de um rali desafiante. Uma palavra para José Batista e Jorge Rita que, correndo por fora do DKP, usaram da melhor forma os Kumho para colocar o Subaru Impreza no 10º lugar da geral.

    Em Serpa, assistimos a mais um recital de condução de José Ferreira com o BMW 316. Bem navegado por Mafalda Coelho, o piloto templário não só dominou por completo as lides da Divisão 2 Kumho, vencendo todas as especiais, mas esteve sempre na luta pelos lugares cimeiros da geral, sendo recompensado com um notável 3º lugar absoluto, prémio não só para o seu andamento, mas também para o facto de ter conseguido escapar a todas as armadilhas do terreno.

    Já o 2º lugar na divisão foi disputado tenazmente por duas duplas. Rui Mendes e João Sebastião, com o seu habitual Toyota Corolla 2.0, enfrentaram o BMW 316i de Paulo Anselmo e Pedro Dias da Silva, num duelo que durou até final. A balança pendeu para a equipa do Toyota por apenas 9 segundos, sendo ainda de destacar que estas duas duplas Kumho terminaram, respetivamente, em 6º e 7º da geral.

    Realce para a prova ousada de Luís Nascimento e Leonido Madeira que colocaram o pequeno Opel Corsa no 4º posto da divisão e no 8º da geral. Exibição atrevida e eficaz que os guindou a um lugar de destaque.

    Desta feita aos comandos de um Peugeot 206, Viana Martins e Vítor Viegas chegram à 5º posição, na frente da dupla finlandesa Jakko Tapper/Pasi Haatajar, em carro idêntico.

    7°s Joaquim Salero/Bruno Silva e os bravos e rápidos resistentes Filipe Silva/Ricardo Martins não tinha hipótese de fugir da última posição, dada a enorme perda de tempo com substituição da transmissão.

    O “jugo” cruel da desistência caiu sobre um naipe de fortes equipas Kumho inscritas nesta divisão.

    Helder Cordeiro e Bruno Pereira desistiram depois de uma saída de estrada, que danificou o Fiat Punto. Por avaria mecânica, abandonaram Marco Ferreira/Edgar Gonçalves (Citroen Saxo Cup), David Costa/João Costa (BMW 325i), Jaime Falcão/André Silva (Mazda 323) e Nuno Silva/Eduardo Gonçalves (Peugeot 206 XS).

    Extra desafio, mais duas duplas Kumho se retiraram da prova. Luís Almeida/Ricardo Bettencourt enfrentaram problemas mecânicos no Fiat Punto HGT 16V, enquanto Bonito Ramos e Florival Neto foram forçados a atirar a toalha ao chão quando saiu uma roda ao Opel Astra GSi.

    O 4º Desafio Kumho Portugal desloca-se agora para a Beira Litoral. O Rali da Bairrada, organizado pelo Clube Automóvel do Centro, que dá arranque ao Campeonato Centro de Ralis, terá honras de abertura dos Desafios KUMHO Centro e Asfalto. Será realizado entre os dias 28 e 30 de Maio, no Município de Vagos.

  • Rui Rijo em Serpa com o foco na luta pelos títulos a Sul e entre os Kumho

    No arranque do Campeonato Sul de Ralis, o piloto da POOLSHOP ALGARVE assume a ambição de estar na discussão dos títulos do CSR e da Divisão 1 do Desafio Kumho Sul. Ricardo Mestre é o navegador de serviço nas provas do campeonato.

    Depois de um arranque de temporada atribulado, com a embraiagem do Mitsubishi Lancer EVO VIII MR a ceder em Vieira do Minho, Rui Rijo prepara-se para enfrentar a jornada inaugural do campeonato mais importante entre os inscritos no seu ambicioso calendário de 2021. São as rápidas estradas de terra do Alentejo profundo que servirão de palco ao Rally Flor do Alentejo, prova de arranque do Campeonato Sul de Ralis e que marca ainda o tiro de partida do Desafio Kumho Tyre Sul.

    As duas competições são “os dois grandes desafios da minha época e não escondo que vou entrar com tudo, dando o máximo para poder estar na discussão dos lugares cimeiros, sabendo que enfrentamos uma concorrência muito forte, mas também temos noção do que temos evoluído e vamos tentar estar na luta pelos títulos em disputa”, destacou Rui Rijo.

    A prova de Serpa é o primeiro “round” do combate e o piloto da POOLSHOP ALGARVE sente-se “muito capaz de rodar com os melhores, numa prova que me agrada e que é muito desafiante, com excelentes troços. Vou ter o Ricardo Mestre a cantar as notas e isso dá-me garantias de que terei um navegador de grande nível e que muito me ajudará a andar rápido, mas sempre dentro dos limites, sabendo que para ganhar, primeiro é preciso terminar e que um campeonato é uma maratona pontual e que não perdoa erros”.

    O Lancer EVO VIII MR foi alvo de “uma profunda revisão e foi completamente debelado o problema que nos afetou em Vieira do Minho. A Domingos Sport dá-nos garantias de que teremos o carro em perfeitas condições e agora cabe-nos a nós ir à luta, tudo fazendo para, pelo menos, estar no pódio final”.

    O Rali Flor do Alentejo Cidade de Serpa é uma organização conjunta da Secção de Motorismo da Sociedade Artística Reguenguense e do Município de Serpa. Tem verificações facultativas na noite de hoje, 6ª feira e amanhã, sábado, dia 8, realizam-se as verificações durante a manhã e a partir das 12:00 disputam-se 6 troços num total de 60 kms.

  • Rui Madeira vai começar nas Camélias época intensa e ambiciosa

    Piloto de Almada vai ter um ano intenso, mas diverso dos anteriores, ditado pelo contexto em que nos encontramos e que não vai ser dedicado a nenhuma prova em particular, mas caracterizado por participações em eventos especialmente escolhidos. Ao consagrado Mitsubishi Lancer EVO junta-se um Skoda Fabia R5 como “armas” a utilizar por Rui Madeira ao longo da época.

    Rui Madeira continua a nutrir uma enorme paixão pelo desporto automóvel em geral e pelos ralis em particular, mas sente que na atual situação há outras prioridades. “Esta será certamente uma época diferente, pois em tempos de pandemia o nosso maior alento é a saúde de todos e o regresso à normalidade de um desporto que tanto amamos”, começa por explicar. Sente-se mesmo “honrado e privilegiado por poder montar, uma vez mais, um projeto desportivo. Quero agradecer aos meus patrocinadores, como a Galp, que me apoia há 28 anos, a MEO, a Delta Cafés e a Alugatudo. O seu apoio e a sua confiança dão-nos alento e vontade de continuar e de retribuir com excelentes participações em todas as provas!”.

    O piloto da margem sul adianta que a sua época esteve para se iniciar ao mais alto nível: “esteve perto de ter sucedido a participação no Rali Terras d´Aboboreira pois gostaria muito de pilotar um R5 em terra, mas a par de uma vida profissional cada vez mais exigente, tive o sentimento que não o faria da forma competitiva, pois são necessários muitos testes para acompanhar os mais jovens, e não queria de forma alguma, hipotecar a possibilidade de fazer um programa mais amplo com participações em provas Legends em que o convívio e a competição se aliam de forma única”.

    Mas Rui Madeira não tira o foco da sua intenção de alinhar em eventos que para si têm um significado especial e com um copiloto ao qual está ligado pela sua história desportiva. “Não será menos importante fazer o Rali das Camélias, navegado pelo Nuno Rodrigues da Silva, aos comandos de um Skoda Fabia R5, que já estava no programa de 2020, mas que a pandemia obrigou a que esta prova fosse só agora disputada”, adianta o piloto de Almada cujo “objetivo será naturalmente o de lutar pela vitória, pois Sintra sempre foi o local que marcou a minha estreia como espetador de um rali e logo no épico Rali de Portugal de 1981, o que representa sempre uma motivação extra”.

    Mas competir com uma das máquinas de referência nos ralis atuais não será a única forma de Rui Madeira estar presente na competição, pois a aura do passado também o chama. E aos comandos do famoso Mitsubishi Lancer EVO, participará em Ralis Legends como o RallySpirit, a Transmiera Cantabria e o Rali Legends Luso, a par da forte possibilidade de participar no Rally Legends San Marino com uma viatura de topo dos anos 90, oportunidade que o consagrado piloto encara “com muito entusiasmo. É um convite praticamente irrecusável e estamos a concertar todos os pormenores. Iremos fazer o anúncio oficial oportunamente e julgo que vai ser algo que vai ter muito impacto!”.

    O piloto almadense admite que “a época vai ser variada”, pois além deste preenchidíssimo programa ainda será “o embaixador do Rali de Lisboa. Esta é uma prova que me diz muito pois traz de volta à capital o fascínio dos ralis. Julgo que será uma das grandes novidades desportivas de 2021, inserida em Lisboa Capital Europeia do desporto.2021”. Aprova vai ter o centro nevrálgico na zona da Expo e uma “Street Stage” na Alta de Lisboa, sendo a Região Oeste a receber as restantes especiais do rali.

  • Rali Flor do Alentejo Cidade de Serpa: Marco Ferreira focado nas 2 rodas motrizes

    O Rali Flor do Alentejo Cidade de Serpa marca o regresso do piloto de Santiago do Cacém ao Campeonato Sul de Ralis

    Marco Ferreira está determinado a começar a temporada com o ‘pé direito’ no Campeonato Sul de Ralis na classe das duas rodas motrizes e no 4º Desafio Kumho, ainda por cima num rali que traz recordações ao piloto de Santiago do Cacém que, no Citroën Saxo Cup, volta a ter no banco da direita Edgar Gonçalves e a contar com a equipa de assistência de Marcílio Martins. O foco para o próximo fim de semana no Rali Flor do Alentejo Cidade de Serpa é adotar um compromisso de andar rápido e ao mesmo tempo evitar percalços. A mesma opção que vai ter nos outros eventos fora do CSR.

    “Tenho um carinho especial pelo rali de Serpa, uma vez que foi o meu primeiro rali (em 2010)”, começa por dizer Marco Ferreira a propósito deste arranque de temporada, lembrando: “Nos últimos cinco anos fiz apenas três provas, pelo que o mais importante será acabar”, sendo que os objetivos são sempre os de andar nas posições cimeiras.

    “Obviamente que temos a ambição de fazer tempos para lutarmos pelos melhores lugares das duas rodas motrizes, mas sendo a primeira prova da época devemos ter uma postura cautelosa. O principal objetivo é o de conquistar o campeonato das duas rodas motrizes, mas esperamos uma concorrência forte, e por isso vamos ter de nos aplicar e não cometer erros que comprometam os resultados finais”, assume o piloto alentejano.

    Os planos de Marco Ferreira para este ano traçam uma clara prioridade para o Campeonato Sul de Ralis, mas no horizonte há mais algumas participações: “Para 2021 temos previsto fazer o CSR e pelo menos duas provas extra; o Rali das Camélias e o Rali de Lisboa”.  O piloto explica que em 2020 seria o seu “regresso dos ralis no Sul, mas não houve campeonato, apenas o Rali Vila do Bispo, o qual não conseguimos acabar, portanto estivemos muito tempo parados”. Marco Ferreira também explica que a sua preparação para a competição “faz-se na nossa garagem ou nas dos amigos, com ajuda destes, seja na preparação do carro ou na sua evolução”. Também adianta ter conseguido testar em terra em outubro e no passado fim de semana. “As evoluções que fizemos no carro ao longo destes últimos anos tornam-no muito diferente daquele com que competimos até 2015. Houve uma evolução profunda do Saxo, quer ao nível da travagem, da caixa de velocidades, suspensões e até de motor, tornando todo o conjunto muito mais competitivo”, explica ainda o piloto.

  • José Batista corre em Serpa, numa prova com significado especial

    O piloto, que compete sobretudo na Extremadura espanhola, vai fazer uma ‘perninha’ em Serpa, no arranque do Campeonato Sul de Ralis. Prova tem um significado muito especial na sua carreira. Jorge Rita será o navegador que o acompanhará na temporada.

    José Batista e Jorge Rita abordam o Rali Flor do Alentejo com uma perspetiva diferente de quem alinha no Campeonato Sul de Ralis, já que a dupla do Subaru Impreza WRX compete habitualmente na vizinha Extremadura e em Serpa estará a recordar o começo de carreira. Por isso é uma perspetiva completamente dos seus adversários, mas nem por isso com menos vontade de alcançar um bom resultado.

    “O Rali de Serpa é uma prova muito especial para nós, pois foi nela que nos estreamos nos ralis regionais, e por isso é com muita satisfação que ali voltamos”, começa por dizer José Batista. Que em termos de objetivos já traçou prioridades: “A expetativa é, como sempre, chegar ao fim, andar no nosso ritmo, dar espetáculo e que as pessoas apreciem o nosso carro. Os objetivos para a época são os de realizar todas as provas sem desistências e tentar conseguir um bom lugar no campeonato de Espanha”.

    O piloto do Subaru explica que o Impreza WRX foi melhorado por forma a torná-lo mais competitivo e fiável, de modo que possa permitir alcançar o tipo de classificações almejados. “Durante o defeso aproveitamos para preparar melhor o carro, A equipa continua igual, o carro foi evoluído a nível da suspensão. O Subaru continua a ser um carro que o público adora e essa paixão demonstrada deixa-nos muito felizes”, considera José Batista, que admite ser o WRX “um carro que ainda conhecemos mal”.

    “Para 2021 apostamos forte no Campeonato da Extremadura de Ralis de Terra. Já tendo realizado o Rali de Mérida, contamos disputar as restantes três provas desta competição até ao final do ano”, adianta o piloto do Subaru, que estará em Serpa, em Vila do Bispo “e talvez no Rali Alitém. Contamos também fazer a Baja de Portalegre e as 24 horas de Fronteira com outro tipo de viaturas, logicamente”.

    O primeiro embate do piloto algarvio acontece no Rali Flor do Alentejo Cidade de Serpa, que acontece já nos próximos dias 7 e 8 de maio em Serpa, numa organização conjunta da Secção de Motorismo da Sociedade Artística Reguenguense e do Município de Serpa. Tem verificações facultativas na noite de 6ª feira e no sábado, dia 8, realizam-se as verificações durante a manhã e a partir das 12:00 disputam-se 6 troços num total de 60 kms.

  • Paulo Anselmo arranca com ambição temporada a sul em Serpa

    Piloto algarvio ‘ataca’ campeonato a pensar no triunfo na classe e nos lugares cimeiros do Desafio Kumho. Esta é a 23ª temporada da sua longa e farta carreira.

    Paulo Anselmo e Pedro Dias da Silva vão estar à partida do Rali Flor do Alentejo, que no próximo fim de semana marca o arranque o Campeonato Sul de Ralis, com o firme propósito de discutir o triunfo na classe que disputam, aos comandos de um BMW 328 Compact, visando não apenas uma classificação ao nível das duas rodas motrizes, mas também na Divisão 2 do Desafio Kumho 2021.

    Motivação não falta ao piloto de Olhão, até porque vitórias à classe e nos grupos não lhe têm escapado de há cinco anos para cá: “Continuo a ter a minha própria estrutura – a Paulo Anselmo Competições – sendo que este ano decidi trocar de navegador e levar no banco do lado direito o Pedro Dias da Silva, o filho do copiloto do Fernando Peres. Vamos fazer todo o Campeonato Sul de Rali no BMW 328i Compact de 2 rodas motrizes”, assinala o piloto algarvio, que assume claramente os seus objetivos para 2021: “Este ano vamos novamente lutar pela primeira posição na nossa classe e grupo, e tentar chegar o mais à frente possível em termos de classificação geral e no Desafio Kumho”.

    Paulo Anselmo lembra os pergaminhos que tem a defender, pelo que a ‘fasquia’ se mantém alta. “Nos últimos anos temos sido sempre campeões – acontece desde 2016 – onde fomos primeiros em vários classes e grupos que disputamos. E queremos participar nos Ralis de Alitém e de Castelo Branco, provas em que já participamos em 2019 e 2020”.

    O primeiro embate do piloto algarvio acontece no Rali Flor do Alentejo Cidade de Serpa, que acontece nos próximos dias 7 e 8 de maio em Serpa, numa organização conjunta da Secção de Motorismo da Sociedade Artística Reguenguense e do Município de Serpa. Tem verificações facultativas na noite de 6ª feira e no sábado, dia 8, realizam-se as verificações durante a manhã e a partir das 12:00 disputam-se 6 troços num total de 60 kms.

  • Bernardo Sousa coloca Kumho no Top 5 nacional na Aboboreira

    No seu regresso às lides do Campeonato de Portugal de Ralis, o piloto madeirense ombreou taco-a-taco com os melhores. Aos comandos de um Skoda Fabia R5 equipado com pneus Kumho e navegado por Victor Calado, fez um rali sempre em crescendo.

    O Rali Terras D’Aboboreira, prova inaugural do Campeonato de Portugal de Ralis 2021, trouxe de volta à competição Bernardo Sousa. O madeirense, que este ano utilizará pneus Kumho no seu Skoda Fabia R5, assinou uma exibição sem mácula, mostrando que o talento que lhe é reconhecido está intacto e que será claramente um dos protagonistas a ter em conta nesta nova época.

    Rodou de início a fim do rali sempre entre os melhores nacionais, tendo concluído a prova num 8º lugar da geral, correspondente ao 5º posto entre os concorrentes inscritos no campeonato. A rapidez de Bernardo Sousa ficou registada no cronómetro. Foi autor de um 3º tempo entre os nacionais, na segunda passagem pela especial de Amarante e garantiu ainda dois Top 5 e um Top 4 nas tabelas de tempos, num rali disputado ao segundo e onde ninguém levantou pé de fio a pavio.

    No final, o piloto madeirense mostrava-se “muito satisfeito com a nossa exibição e com o resultado. Esta foi a primeira prova após uma longa paragem e sabíamos que ia ser duplamente difícil, pois à concorrência forte juntava-se a nossa falta de ritmo competitivo. O resultado é muito positivo e motivador, sendo ainda de realçar que conseguimos fazer bons tempos nas especiais, dando-nos força para continuar a trabalhar e a lutar por chegar ainda mais à frente”. O 5º lugar final nas contas do campeonato recompensa positivamente todo o “esforço que estamos a fazer para montar este projeto. Aliás, ainda não temos orçamento para toda a época e, por isso mesmo, o nosso foco vai ser rali a rali, lutando por resultados positivos e tentando estimular os patrocinadores a nos apoiarem com o que falta para competir durante todo o campeonato”.

    O Rali Terras DAboboreira foi a estreia de Bernardo Sousa com os pneus Kumho e a mesma correu “muito bem. Os pneus foram sempre eficazes. No início, optamos por um composto e mesmo satisfeitos com a sua prestação, mudamos para um diferente na fase final do rali, que nos aumentou a performance e nos deu a sensação de que poderíamos ter sido ainda mais rápidos ao longo de toda a prova. Os Kumho estiveram sempre eficazes e vão ser uma mais valia na nossa campanha!”.

    A prova do Clube Automóvel de Amarante reservada ao CPR contou ainda com mais três duplas Kumho. Vítor Ribeiro e Miguel Ramalho, num Citroen DS3 R5, lograram suplantar todas as dificuldades da prova e terminar dentro do Top 20 absoluto.

    Já no que concerne aos participantes dentro da categoria de duas rodas motrizes, duas duplas confiaram na fiabilidade dos Renault Clio e nos pneus Kumho para enfrentar esta abertura da temporada. Filipe Nogueira e João Vieira triunfaram nas contas do grupo RC3N, tripulando um Clio R3T, assinando uma prova onde a regularidade de tempos foi o mote, enquanto a dupla espanhola Iago Gabeiras/Brais Miron conduziu um Clio Rally 5 ao triunfo entre os RC5, numa prova que lhes serviu de preparação, já que Gabeiras enfrentará em 2021 a categoria Júnior R2 da RFEdeA aos comandos de um Peugeot 208 Rallye 4. Contará com o apoio, entre outros, da Kumho e da ASR Tyres, bem como do Automível Club As Pontes, formação que defenderá durante toda a temporada.

  • Pódio KUMHO e Top 6 absoluto premeiam grande exibição de Nelson Silva na Aboboreira!

    Prometeu e cumpriu. Nelson Silva demonstrou no Rali Terras D’Aboboreira que está cada vez mais seguro em pisos de terra e, juntamente com José Janela, levou o Mitsubishi Lancer EVO VI ao “nível” seguinte de andamento, coroando a exibição com a 6ª posição d ageral e o 3º lugar no Desafio Kumho.

    Foi uma demonstração de capacidade e garra a que Nelson Silva assinou na segunda prova da temporada 2021 do Campeonato Norte de Ralis e do 4º Desafio Kumho Tyre Portugal. O piloto de Viana do Castelo nunca tinha competido em pisos de terra até esta temporada e, esse facto, ainda realça mais o andamento e os resultados que alcançou nestas duas primeiras tiradas do campeonato, provando na estrada que a promessa feita no lançamento da época era para ser cumprida: andar forte e entre os melhores.

    No Rali Terras D’Aboboreira, Nelson Silva e José Janela estiveram, desde o primeiro quilómetro, sempre dentro do Top 10 absoluto e na “guerra” pelo pódio da Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Tyre Portugal, realçando o piloto que “sentimos desde o início de que o carro estava bom e que tínhamos feito um bom trabalho de preparação, seja por parte da JC Motorsport que nos entregou um carro perfeito, seja pela seriedade com que treinamos o rali”.

    Os tempos começaram a sair e a posição alcançada na tabela classificativa foi melhorando, premiando a eficácia ostentada pelo piloto e a sua crescente “segurança para extrair mais do Mitsubishi. Este rali foi muito importante para me sentir confiante. Andamos rápido, muito mais rápido do que em Vieira do Minho, mas sem hipotecar em momento algum a segurança. Não exageramos, mas fomos convictos na maneira como abordamos estas desafiantes especiais”, com Nelson Silva a querer destacar também “o excelente trabalho feito pelo José Janela que, uma vez mais, com o seu talento e experiência, me fez progredir e melhorar na forma como abordo as classificativas. É muito mais do que um navegador!”.

    No fecho da contenda, o 6º lugar na geral, que representou um “salto” de cinco posições em relação a Vieira do Minho e o primeiro pódio Kumho, foram as justas recompensas para a exibição da equipa que defende as cores da JPGS/ENI Racing Team. Agora é tempo de “mudar a ficha” para os pisos de asfalto, terreno onde Nelson Silva se sente “muito mais à vontade. Adoro competir em asfalto e tenho muito mais experiência nesse tipo de pisos. Isso deixa-nos entusiasmados com o que poderemos fazer e muito motivados para rodar ainda mais acima, mais perto do pódio absoluto, objetivo que queremos alcançar ainda esta época. Juntamente com a JC Motorsport, vamos trabalhar arduamente para colocar o EVO VI ao melhor nível, testar e estar na próxima prova com todas as condições para darmos o máximo”.

  • Fernando Peres vence duelo intenso e triunfa na Aboboreira

    A Kumho dominou na segunda prova da temporada 2021 do Campeonato Norte de Ralis. Fernando Peres e Adruzilo Lopes construíram uma saborosa “dobradinha” para os pneus coreanos.

    Fernando Peres e Adruzilo Lopes deram espetáculo no Rali Terras D’Aboboreira e dominaram por completo as lides do Campeonato Norte de Ralis, oferecendo aos pneus KUMHO a primeira “dobradinha” da temporada. Desta feita, o piloto da Peres Competições, acompanhado por José Pedro Silva, levou a melhor sobre toda a concorrência, vencendo 3 das 4 especiais disputadas e conquistando a primeira vitória absoluta da temporada aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO IX, provando, uma vez mais, que continua a ter “fome” de vitórias e a ostentar uma velocidade simplesmente notável.

    Adruzilo Lopes, navegado por Paulo Silva, vendeu cara a derrota e rubricou, como lhe é apanágio, mais uma exibição de fino recorte. Ainda reagiu, vencendo a 2ª PEC, mas depois não conseguiu rodar ao nível de Peres, alcançando um excelente 2º lugar da geral e contribuindo para o pleno KUMHO quanto às vitórias nas classificativas do rali.

    Saliência ainda para a performance coletiva de todas as equipas da “armada” KUMHO. À “dobradinha” somou-se ainda a presença de mais 3 equipas equipadas com os pneus coreanos no Top 10 da prova, cimentando um domínio que dá conta da eficácia e competitividade dos pneus.

    A dupla da Peres Competições somou à vitória no rali o lógico triunfo na Divisão 1 do 4º DESAFIO KUMHO TYRE PORTUGAL.

    Esta divisão foi palco de mais um duelo aceso, desta feita pelo 2º lugar. Vindos de Lamego e de volta à competição após um longo interregno, Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues, aos comandos de um Mitsubishi Lancer EVO IX acabaram por prevalecer, sendo ainda 5ºs da geral, na frente de um cada vez mais rápido Nelson Silva. O piloto de Viana, navegado pelo experiente José Janela, mostra grandes melhorias e, apenas no seu segundo rali em pisos de terra com o Mitsubishi Lancer EVO VI, almejou reclamar o seu primeiro pódio KUMHO, sendo ainda 6º da geral.

    Gaspar Pinto e Bernardo Gusmão foram vítimas de uma saída de estrada logo na 2ª PEC. A desistência foi inevitável, pondo assim um fim precoce à sua prova, isto depois de terem rubricado um excelente tempo na 1ªclassificativa que, não só os colocava no pódio provisório do rali, mas também antevia que estariam na luta pelo triunfo. A má fortuna bateu também à porta de Tiago Almeida e Bruno Azevedo. A dupla estreou o seu novo Mitsubishi Mirage e estava a rodar forte quando uma avaria num sensor levou ao abandono do rali.

    Vítor Pinheiro com estreia de sonho

    O Rali Terras D’Aboboreira 2021 será inesquecível para o jovem Vítor Pinheiro. A prova do Clube Automóvel de Amarante assinalou a sua estreia absoluta como piloto. Tripulando um Nissan Micra e tendo a seu lado a conhecida copiloto Beatriz Pinto, encarou a prova com cautelas, mas foi aumentando progressivamente o ritmo e venceu mesmo as duas últimas especiais, estando no lugar certo, na altura certa, para vencer a Divisão 2 do DKP, na frente de João Pestana e André Pestana.

    Estes entraram para a última especial no comando, mesmo tendo sofrido um furo lento na penúltima classificativa, devido a uma jante empenada. A “malapata” voltaria a acontecer na derradeira especial, com mais um problema com uma jante forçar a equipa a rodar lento, conseguindo, mesmo assim, assegurar um bom 2º lugar final.

    O pódio da Divisão 2 ficou completo com a 3ª posição de José Leite e Francisco Gonçalves, num Peugeot 106, que apostaram na regularidade para vencer todas as dificuldades da prova.

    Líder da Divisão 2 à chegada ao rali, Filipe Teixeira entrou ao ataque e fez o melhor tempo entre os duas rodas motrizes Kumho na especial de abertura. Mas na ligação para a 2ª PEC, o piloto navegado por Bruno Coelho foi forçado a desistir, com problemas na suspensão traseira do Citroen C2 R2.

    Foi também a cedência de um braço de suspensão no VINNT S1000 4WD a parar a boa prova de Jorge Pinto e João Magalhães, quando lutavam por um lugar no Top 10 absoluto. Manuel Teixeira e João Costa tiveram um fim inglória para uma prova que os colocava no pódio KUMHO, quando foram forçados a parar já no último troço, com uma avaria no Ford KA.

    O 4º DESAFIO KUMHO TYRE PORTUGAL prossegue já nos próximos dias 8 e 9 de maio. Será no Rally Flor Do Alentejo Cidade De Serpa, que abrirá as hostilidades competitivas no Desafio KUMHO SUL, sendo a terceira jornada do Desafio KUMHO TERRA.

  • Peugeot Rally Cup Ibérica arranca com 17 “leões”!

    Tudo a postos para o arranque da Temporada 4 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, iniciativa que as filiais PEUGEOT de Portugal e de Espanha e a Sports & You levam a cabo desde 2018, e que este ano voltará a apostar no formato de seis ralis, corridos nos dois países da Península Ibérica. Nesta edição concentram-se em Portugal as jornadas de terra e em Espanha os ralis em pisos de asfalto.

    A primeira prova vai para a estrada já neste fim-de-semana, no Rali Terras d’Aboboreira, contando-se 17 ‘Leões’ inscritos neste primeiro confronto da época, aos comandos dos PEUGEOT 208 Rally4, criação da Divisão de competição cliente da PEUGEOT Sport. Ao plantel que, nas anteriores três temporadas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, animou as batalhas nos troços portugueses e espanhóis, juntam-se duas equipas estreantes na copa. Contam-se 10 duplas espanholas, entre elas a do ‘Campeão’ de 2018, seis portuguesas, incluindo o Campeão de Portugal de Ralis de 2002, e ainda uma formação britânica.

    Jornada inaugural do Campeonato de Portugal de Ralis 2021, num formato de dois dias (2 Etapas) e 7 Especiais (100,87 quilómetros ao cronómetro), para um percurso total de 316,22 quilómetros, o Rali Terras d’Aboboreira abrirá, assim, a batalha pelo título da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, o primeiro ‘round’ para se começarem a definir os sucessores de Pedro Antunes / Pedro Alves no Ranking dos Campeões. Esta dupla usufruirá em 2021 do Grande Prémio que conquistou há um ano e que lhe deu acesso a um programa mais completo, dividido entre os campeonatos de ralis de Portugal e dos Açores, integrado na estrutura da Sports & You e sob bandeira da STELLANTIS Motorsport.

    Aos comandos dos PEUGEOT 208 Rally4, máquina com assinatura PEUGEOT Sport estreada em 2020 e que registou elevados índices de competitividade e de fiabilidade, irão estar dez duplas espanholas, seis portuguesas e uma britânica, incluindo muitos nomes que, nas anteriores três temporadas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, animaram as batalhas pelos melhores tempos nos múltiplos troços de ralis. A estas juntam-se duas equipas estreantes absolutas na copa.

    Respetivamente 2º e 3º classificados da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2020, Alejandro Cachón Rodrigues e Álvaro Muñiz Mora pretendem alcançar um título que lhes escapou por pouco na pretérita edição, algo que Óscar Palomo Ortiz (5º na copa de há um ano) também procurará para si. Do lado luso, com o ‘Campeão’ em título Pedro Antunes a abraçar um novo projeto de ralis, decorrente do Prémio Final que a conquista do título de 2020 lhe garantiu, os melhores classificados na edição de há um ano e que agora arriscam nova tentativa são Pedro Almeida (7º em 2020) e Ernesto Cunha (13º), ambos pretendem fazer bem melhor numa edição que volta a compor-se de seis provas, três em Portugal, todas em terra, outras tantas em Espanha, todas em asfalto.

    Outro nome forte é o de Roberto Blach Nuñez, que se sagrou ‘Campeão’ em 2018, em 2020 tentou novo assalto ao título, terminando a época na 9º posição, e que fará, assim, a sua terceira época, algo que também acontece com três dos seus conterrâneos: Josep Bassas Mas (foi 3º em 2019 e 10º em 2020), Delbín García Alonso (12º e 18º) e José María Reyes (9º em 2019, tendo feito apenas um rali no ano passado).

    Do lote dos regressados e após um ano de ausência, contam-se o britânico Ruiari Bell, 4º classificado na edição de 2019 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, os portugueses Carlos Fernandes (‘Vice-Campeão’ em 2019; só fez um rali da copa 2020), Ricardo Sousa (15º) e Hugo Lopes (18º), e ainda os espanhóis Alberto Monarri (14º)e Santiago García Paz (17º).

    O grupo de 17 ‘Leões’ completa-se com duas estreias absolutas, a do português Miguel Campos, piloto de renome e com um palmarés recheado, que contempla, entre outros, o título absoluto de Campeão de Portugal em 2002 e o de Vice-Campeão Europeu no ano seguinte, ambos alcançados com a PEUGEOT, marca que representou oficialmente entre 2001 e 2005, e ainda o espanhol Kevin Guerra, Vice-Campeão em título do Campeonato das Canárias de Ralis (Terra).