Categoria: Ralis

  • Kumho e ASR Tyres com Iago Gabeiras em 2021

    Continua a aposta da Kumho e da ASR Tyres nos jovens pilotos. Esta temporada o apoio será dado a uma das jovens promessas do automobilismo galego, Iago Gabeiras, vencedor da Copa Suzuki Swift Júnior em 2018.

    Gabeiras enfrentará em 2021 a categoria Júnior R2 da RFEdeA aos comandos de um Peugeot 208 Rallye 4. Contará com o apoio, entre outros, da Kumho e da ASR Tyres, bem como parte do Automóvil Club As Pontes, formação que defenderá durante toda a temporada. O programa de Iago Gabeiras arrancará já no próximo fim de semana em Portugal, no Rallye Terras d’Aboboreira, onde participará aos comandos de um Renault Clio Rallye 5, enquanto aguarda que a sua ‘montada’ definitiva esteja pronta.

    Iago Gabeiras contará com a estrutura da equipa TRS, uma formação com grande experiência em território nacional, que colocará à disposição do piloto galego todo  o seu conhecimento, juntamente com a ASR Tyres e a Kumho. O Peugeot 208 Rallye 4 com que Iago Gabeiras competirá na categoria Júnior R2 é um veículo de tração dianteira, com motor 1.2 PureTech, que disponibiliza uma  potência de 208 cv, a um regime de 290 Nm. Conta com uma caixa de velocidades sequencial de cinco velocidades e um diferencial mecânico autoblocante. Tudo unido aos pneumáticos Kumho.

    À partida para o Rallye Terras d’Aboboreira, Iago Gabeiras mostrou-se empolgado com o desafio que irá enfrentar em 2021: “Estou entusiasmado com o programa que temos para este ano. Decidimos disputar esta prova para recuperar o ritmo, depois da paragem da temporada passada devido à pandemia. Brevemente iremos dispor do Peugeot Rallye 4, um dos cartos mais competitivos da categoria, e o nosso objetivo será lutar pela categoria Júnior R2. Tenho de agradecer ao Automóvil Club As Pontes por confiar em mim, e também à ASR Tyres e à Kumho, já que sem eles não seria possível levar por diante este projeto”.

  • Rali Terras D’Aboboreira: vai arrancar o CPR!

    É já este fim-de-semana de 30 de abril e 1 de maio que tem início o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR). As classificativas de terra da Serra da Aboboreira serão o palco das hostilidades entre os mais de 70 inscritos na prova. O rali organizado pelo Clube Automóvel de Amarante será pontuável para o CPR, mas também para o Campeonato Norte de Ralis (CNR) que realiza assim a sua segunda prova e para a Peugeot Rally Cup Ibérica.

    O centro nevrálgico da prova será em Amarante mas a prova percorrerá, também, os concelhos de Baião e Marco de Canaveses. O Rali será composto por sete especiais de classificação num total de 100,87 quilómetros contra o cronómetro no que ao CPR diz respeito. Quanto ao CNR, que integra ainda o 4º Desafio Kumho Portugal, a prova totalizará 56,27 quilómetros e quatro troços. O programa do fim-de-semana prevê na sexta-feira, 30 abril a realização de duas classificativas cronometradas. Para sábado, 1 de maio terá lugar o restante programa.

    A vasta lista de inscritos, inclui como é habitual, os melhores pilotos de ralis pelo que se pode antecipar o elevado nível de competitividade. Armindo Araújo, atual campeão em título lidera a lista de nomes sonantes onde se juntam Bruno Magalhães, Ricardo Teodósio, José Pedro Fontes, Pedro Meireles e muitos outros que prometem animação, espetáculo e muitas lutas. Destaque ainda para vários pilotos internacionais, sobretudo Pepe Lopez, campeão espanhol em 2020.

    O historial da prova viu Armindo Araújo sair vencedor em 2020, no entanto em 2019 e 2018 foi José Pedro Fontes quem subiu ao lugar mais alto do pódio. Certo é que todos os pilotos estão entusiasmados e determinados para este primeiro confronto. Armindo Araújo reconhece que “temos expectativas elevadas. Admito que quero lutar pela vitória. Vencemos aqui o ano passado na última prova da época com um excelente andamento. Estamos muito motivados, mas cientes que a concorrência também se preparou bem. Vamos dar o nosso melhor e lutar pela vitória”.

    Já José Pedro Fontes que “estar na luta pela vitória em todas as provas e, desta forma, lutar também pelo título absoluto. Quanto a este primeiro rali, apesar de ser relativamente curto, pode ser muito revelador, já que é composto por algumas especiais longas e muito exigentes para os pilotos, mas também para os carros”, enquanto Bruno Magalhães está muito confiante “no nosso regresso aos ralis em terra. Fizemos recentemente um teste para readaptação a este piso. As sensações com o nosso Hyundai i20 R5 foram bastante positivas e toda a equipa está muito motivada com o arranque do campeonato”.

    Ricardo Teodósio assume que vai “ estar no Rali Terras d’Aboboreira para vencer! O campeonato começa agora e sabemos que todos os pontos contam. Por isso, temos de começar, desde já, a amealhar, fazendo o mesmo ao longo da temporada, para que, no fim, todos juntos e somados, nos faça cumprir com os objetivos que nos propusemos com os nossos parceiros. É este o nosso objetivo para este rali e para todas as restantes provas do campeonato.”

    Adruzilo Lopes é o líder do CNR depois da vitória em Vieira do Minho e da luta acesa com Fernando Peres, espetáculo que se espera voltar a ver este fim-de-semana, tendo ainda de se contar com a presença de Gaspar Pinto, 3º na prova inaugural do campeonato. Os 3 pilotos vão utilizar Mitsubishi Lancer EVO IX, com a Kumho a fazer o pleno nos pneumáticos.

    O trio vai ter de enfrentar Vítor Pascoal, com o campeão nacional de GT a marcar uma presença pontual na “sua” prova, também aos comandos de um EVo IX: “Esta é a minha prova ‘caseira’ e decidi estar presente como forma de homenagear e agradecer o apoio dos meus patrocinadores, em particular o Município do Baião, mas também um grande número de parceiros locais que me acompanham na minha carreia e que sem o seu apoio nada disto seria possível.  Esta presença é dedicada a todos eles”, confessou o piloto, que terá a seu lado o navegador Ricardo Faria.

  • Nelson Silva quer rodar mais forte no Terras D’Aboboreira

    Depois de um arranque de época muito positivo, o piloto vianense mostra-se ambicioso para a segunda prova da temporada do Campeonato Norte de Ralis. Acompanhado como sempre por José Janela, Nelson Silva quer rodar mais perto dos lugares da frente.

    Para trás ficam já a sólida exibição no Rali de Vieira do Minho e os pontos importantes que a dupla conquistou, terminar em 5º entre os que disputaram a Divisão 1 do Desafio Kumho e dentro dos dez primeiros na tabela pontual do CNR.

    Pele frente estão agora as desafiantes especiais em terra das serras da Aboboreira e do Marão, naquela que será apenas a segunda prova que Nelson Silva disputa na sua carreira nestes pisos, considerando o piloto de Viana que “será um desafio ainda maior. Vamos passar pelas classificativas já depois da enorme caravana do Campeonato de Portugal de Ralis e temo que, sobretudo na segunda passagem, os pisos estejam já degradados, tornando-os muito penalizadores para as mecânicas e apresentando dificuldades acrescidas e que podem condicionar a possibilidade de impormos um ritmo forte e constante. Mas, será igual para todos e vai ser também mais uma excelente oportunidade para eu fazer mais quilómetros, ganhar ainda mais confiança e evoluir a minha condução em terra”.

    Quanto a objetivos para a prova, Nelson Silva assume claramente que “vamos tentar estar uns degraus mais acima na tabela de tempos. Queremos chegar perto do Top 5 da geral e tudo fazer para alcançar o pódio entre os Kumho”, confiando o piloto “na enorme motivação que eu e o José Janela sentimos. Acreditamos muito neste projeto e vamos à luta para melhorar rali após rali”. Nos quinze dias que separaram as duas primeiras provas da temporada do CNR e do 4º Desafio Kumho Portugal, o Mitsubishi Lancer EVO VI foi alvo de “uma revisão das suspensões e das transmissões e procedemos ainda à substituição do diferencial traseiro”.

    O Rali Terras D’Aboboreira decorrerá já de 30 de abril a 1 de março, sob a égide do Clube Automóvel de Amarante.

  • Rali Vieira do Minho: Sorte madrasta para o team MMA

    Nada fazia prever, mas a verdade é que o Peugeot 106 do Team MMA, com a dupla Carlos e Afonso Gonçalves, cedo seria obrigada a desistir com uma transmissão partida, que deitou por terra todas as esperanças na obtenção de uma boa posição no final desta edição do Rali Viera do Minho.

    A verdade é que tudo corria pelo melhor a bordo do Peugeot 106 do Team MMA com Carlos e Afonso Gonçalves, quando a meio do terceiro troço, uma transmissão partida deitou tudo a perder, obrigando a dupla maiata a ter de encostar na berma, passado numa questão de segundo de participante a espectadora.

    Na chegada ao parque de assistência, muito desapontado Carlos Gonçalves  dizia-nos “ esta desistência custou um bocado. Custou porque estávamos com um andamento muito bom, estava mesmo ao ataque, quando a transmissão cedeu, foi pena, os ralis tem destes imprevistos, mas as regras do jogo são estas., nada a fazer, vamos arrumar tudo colocar o 106 no atrelado, e regressar a casa, pois aqui já não estamos a fazer nada, e de seguida preparar tudo para o próximo rali”, dizia-nos Carlos Gonçalves desapontado com tudo isto.

  • Rali Vieira do Minho: Embraiagem força desistência de Rui Rijo

    Um problema mecânico, já na parte final da prova inaugural da temporada, deitou por terra os esforços de Rui rijo e Marco Vilas Boas, numa altura em que a dupla da POOLSHOP ALGARVE lutava pelo pódio entre os Kumho e tinha praticamente garantido um Top 10 absoluto no rali de Vieira do Minho.

    A temporada 2021 de Rui Rijo arrancou a norte. Dando seguimento ao seu objetivo de integrar no seu calendário algumas provas fora da região sul, o piloto algarvio alinhou no Rali de Vieira do Minho aos comandos do seu habitual Mitsubishi Lancer EVO VIII MR, tendo a seu lado Marco Vilas Boas. Ciente de que o seu desconhecimento dos troços cronometrados desenhados na Serra da Cabreira, lhe criavam um grande handicap face à forte concorrência nortenha, Rui Rijo encarou a prova como “mais um momento d aprendizagem e desenvolvimento das minhas capacidades, servindo ainda para ganhar ritmo, após este longo defeso”.

    Com uma entrada cautelosa, cedo se viu a rodar perto do Top 10 absoluto do rali e dentro da luta pelo pódio na Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal que, juntamente com a ambição de lutar pelos lugares cimeiros do Campeonato Sul de Ralis, se assume como um alvo, mormente a luta pelo pódio final nos Desafios Kumho Terra e Sul.

    A prova não foi isenta de peripécias pois, logo na 2ª PEC, Rui Rijo teve “uma ligeira saída de estrada, mas sem consequências de maior, a não ser a perda de algum tempo”. O piloto da POOLSHOP ALGARVE atacou na terceira especial e fez o mesmo na 4ª PEC, subindo ao Top 10 da prova e cimentando o almejado pódio Kumho. Mas o pior cenário estava prestes a cumprir-se, já após sair da 4ª especial, a “embraiagem do Mitsubishi cedeu e não nos restou mais do que tentar chegar à assistência, onde cedo se percebeu que não dava para continuar”.

    Foi um fim inglório, mas que Rui Rijo encara “com naturalidade. Ficamos obviamente tristes, mas o rali foi bom para nós. A prova é muito gira, com troços fantásticos e muito diferentes, onde aprendi muito e saio de Vieira do Minho entusiasmado, pois gostei do meu andamento. Agora, temos de olhar já para a próxima prova e prometo que vou forçar mais o andamento em Serpa!”.

    O piloto da Poolshop Algarve volta assim aos comandos do Mitsubishi nos próximos dias 8 e 9 de maio. O palco será então o Rally Flor Do Alentejo Cidade De Serpa, prova inaugural do Campeonato Sul de Ralis 2021.

  • Nelson Silva no Top 5 Kumho em Vieira do Minho

    A estreia do piloto vianense no CNR 2021 foi muito positiva. No seu primeiro rali em terra, Nelson Silva, acompanhado por José Janela, rodou sempre dentro dos limites, focado na evolução, conseguindo terminar e reunir bons pontos para o Campeonato Norte de Ralis e para o Desafio Kumho.

    Nelson Silva e José Janela, aos comandos de um Mitsubishi Lancer EVO VI, terminaram o rali de Vieira do Minho com um triplo objetivo cumprido: concluir o rali, evoluir a competitividade do piloto e da equipa em pisos de terra e pontuar de forma sólida nas diversas frentes em que vão estar envolvidos em 2021. A prova do Motor Clube de Guimarães revelou um Nelson Silva que, mediante as limitações d sua ausência de experiência em pisos de terra, optou por uma toada em crescendo, registando evoluções significativas nos tempos, ao longos das diferentes passagens por cada classificativa, revelando sempre muita segurança e confirmando que a sua margem de progressão é enorme.

    No rescaldo, o piloto mostrava-se “muito satisfeito com o resultado e a exibição. Este foi um rali muito desafiante para mim. Nunca tinha corrido em pisos de terra e, antes desta prova, só realizei um teste. As especiais eram fantásticas, mas a sua dificuldade exige um enorme conhecimento, quer do traçado, quer da técnica específica para conduzir um quatro rodas motrizes em terra e eu ainda estou numa fase muito inicial, sabendo claramente que, no futuro, serei muito mais competitivo com o Mitsubishi em terra!”.

    Perante todos os condicionalismos, Nelson Silva mostra-se “motivado pois ter estado tão perto de terminar no Top 10 da geral do rali, ficando dentro dos dez primeiros entre os que pontuaram para o campeonato e, como bónus acrescido, o facto de ter terminado em 5º na classificação relativa à Divisão 1 Kumho, torna muito positiva esta nossa estreia neste tipo de piso”. Não quis deixar de destacar “o excelente contributo do José janela, meu navegador, que me tem ajudado imenso a evoluir e da minha equipa de assistência que me entregou um carro perfeito. Espero no futuro lhes dar resultados ainda mais positivos e estou ciente de que, quando chegarmos ao asfalto, que é a minha praia, serem muito mais fortes!”.

    A dupla regressa rapidamente à atividade, dentro de quinze dias. A segunda prova da temporada será o Rali Terras D’Aboboreira, disputado em pisos de terra e onde Nelson Silva quer dar mais um passo na sua evolução e adaptação a este tão desafiante tipo de piso.

  • Kumho domina CNR em Vieira do Minho

    Adruzilo Lopes e Fernando Peres brilharam ao mais alto nível e ofereceram aos pneus Kumho o primeiro duplo pódio absoluto da época. A Kumho colocou 5 equipas no Top 10 de uma prova onde alinharam duas dezenas de equipas com os nossos pneus.

    O regresso dos ralis, após um defeso de quase seis meses, aconteceu em Vieira do Minho, numa jornada em que os pneus Kumho estiveram em grande. Destaque para a obtenção de dois lugares no pódio absoluto da prova reservada ao CNR e, entre as equipas inscritas neste campeonato a norte, a obtenção do pleno no pódio da geral pontual.

    Foi impróprio para cardíacos o duelo que protagonizaram as duplas Adruzilo Lopes/Paulo Leones e Fernando Peres/José Pedro Silva, ambas tripulando Mitsubishi Lancer EVO IX, pela condição de melhor equipa Kumho na prova. Rodaram sempre a fundo e taco a taco, entrando para a última especial do rali separados por apenas 2,2 segundos, então com a vantagem a pender para Fernando Peres, mas que só tinha chegado a essa posição após 5 classificativas, já que Adruzilo Lopes rodou sempre na frente, até então.

    Mas na derradeira passagem pelos 10,39 kms de Serradela/Anjos, Adruzilo Lopes foi mais forte e terminou com 2,2 segundos de vantagem sobre Peres, com estes dois grandes campeões a darem um recital de condução verdadeiramente magistral. Com este resultado Adruzilo Lopes lidera agora o Campeonato Norte de Ralis.

    Peres triunfa na Divisão 1 do DKP

    Fernando Peres juntaria ainda ao 3º lugar final da geral, correspondente ao 2º na pontuação do CNR, a vitória na Divisão 1 desta prova inaugural do 4º Desafio Kumho Portugal, aqui com jornada dupla a contar para os Desafios Kumho Terra e Norte.

    Prova de grande nível foi a que também assinaram Gaspar Pinto e Bernardo Gusmão. O 4º lugar geral no rali, correspondente ao 3º posto nas contas pontuais do Campeonato Norte de Ralis a que juntaram a 2ª posição nesta divisão do DKP, premiou o andamento forte que imprimiram ao Mitsubishi Lancer EVO VIII, provando, uma vez mais, que são candidatos aos lugares da frente das competições que vão disputar.

    O pódio desta divisão ficou completo com o excelente 3º lugar que Tiago Almeida e Bruno Azevedo, que se apresentaram em Vieira do Minho com um Mitsubishi Lancer EVO IX, embora pretendam fazer o resto da época com um Mirage. A sua prova foi sólida e sempre em crescendo e mereceram estar no pódio final desta divisão.

    Regressados aos ralis após alguns anos de ausência, Henrique Rodrigues e Daniel Rodrigues optaram por um ritmo controlado e eficaz, indo paulatinamente aumentado o andamento e conseguiram chegar ao 4 lugar desta divisão já no último troço, por troca com Nelson Silva e José Janela, que foram quintos. De relevar que Nelson Silva fez e Vieira do Minho a sua estreia com o Mitsubishi Lancer EVO VI em pisos de terra e, como tal, encarou esta participação como mais um passo na sua evolução. Juntou a isso preciosos pontos na luta do DKP.

    Quem não teve a sorte pelo seu lado foi o algarvio Rui Rijo. O piloto da Poolshop Algarve estreou a seu lado o navegador Marco Vilas Boas e estava na contenda pelo pódio da Divisão 1 do DKP quando a embraiagem do Mitsubishi Lancer EVO VIII MR cedeu, forçando a equipa desistir após a 4ª PEC.

    Filipe Teixeira “voou” para a vitória na Divisão 2

    Uma exibição colossal e sem erros, levou a dupla formada por Filipe Teixeira e Bruno Coelho ao triunfo na Divisão 2 do DKP. Das seis especiais do programa, a equipa do Citroen C2 R2 só não venceu a primeira, dominando depois as lides entre os duas rodas motrizes Kumho, almejando ainda alcançar um excelente 7º posto da geral do rali, correspondente ao 2º lugar entre os duas roas motrizes do CNR. Notável!

    Sempre muito regulares e eficazes na condução do Nissan Micra 1.3s, João Silva e José Azevedo voltaram a reclamar um pódio Kumho, terminando a prova no excelente 2º lugar. O pódio desta divisão ficou completo com o Peugeot 205 de Nuno Alves e Bruno machado. A sua prova foi cheia de peripécias, mas conseguiram trazer o carro francês até ao final e foram recompensados com um lugar de destaque.

    Quanto a azarados nas contas da Divisão 2, destaque para Hélder Miranda e Rui Teixeira. Lideraram a tabela de tempos desta divisão na especial de abertura, mas uma ligeira saída de estrada na 2ª PEC coloco-os precocemente fora do rali, pois, com a ausência de público, foi impossível recolocar o carro de novo na estrada.

    Jorge Pinto e João Magalhães viram-se fora de prova logo no primeiro troço cronometrado, quando cedeu uma transmissão do interessante VINNT S1000. Já Viana Martins e Gonçalo Palmeira atiraram a toalha ao chão quando danificaram a bomba de gasolina do Peugeot 206 na aterragem de um salto, durante a quarta especial. Vítor Rodrigues e José Vieira também não concluíram a jornada, devido à quebra da caixa de velocidades do seu Citroen Saxo, na terceira especial do rali.

    Fora das contas do DKP, uma palavra para duas duplas azaradas. David Santiago e Ricardo Bettecourt protagonizaram um dos momentos difíceis do rali. A equipa do Peugeot 206 sofreu um acidente na primeira especial que, não só os colocou fora de prova, mas também os obrigou a serem transportados para o hospital, por prevenção. Felizmente, as informações são positivas e a sua recuperação será breve e total. Já Tiago Caetano e Luís Boiça também não concluíram o rali, devido à quebra de um apoio do motor do Citroen Saxo.

    A Kumho volta a atacar já dentro de quinze dias. O Rali Terras D’Aboboreira é o próximo palco para os nossos pneus, contando para os Desafios Kumho Tyre Terra e Norte. A prova disputa-se nos dias 30 de abril e 1 de maio.

  • Armindo Araújo domina prova extra em Vieira do Minho

    O hexacampeão nacional de ralis veio a Vieira do Minho “afinar” da melhor forma o seu ritmo para o principal objetivo da época. Acompanhado por Luís Ramalho, colocou o seu Skoda Fabia R5 Evo na liderança de todas as especiais, vencendo sem oposição a prova extra do rali.

    Cabeça de cartaz da prova extra, Armindo Araújo deu assim o mote para uma época que terá arranque “a sério” dentro de duas semanas, no Rali Terras D’Aboboreira, prova inaugural do Campeonato de Portugal de Ralis. No final das cinco especiais incluídas no programa, a dupla campeã nacional reuniu um pecúlio de 51 segundos de avanço sobre o VW Golf GTi R5 de Pedro Meireles e Mário Castro, que asseguraram o 2º lugar, após um duelo travado com o Skoda Fabia R5 de Manuel castro e Ricardo Cunha, muito rápidos ao longo de toda a prova e que terminaram no 3º posto, a apenas 3,1 segundos da dupla do VW.

    José Pedro Fontes e Inês Ponte foram 4ºs classificados. A equipa do Citroen C3 Rally 2 foi quem mais perto rodou dos futuros vencedores até à 3ª especial que disputaram. Aí, um problema fê-los perder bastante tempo e relegou-os para fora do pódio, embora ainda tenham encetado uma pequena recuperação, mas que não foi suficiente para desalojar de lá os adversários. Estreando um Citroen C3, a dupla açoriana constituída por Ruben e Estevão Rodrigues realizou uma prova muito bem conseguida, premiada com um Top 5 muito positivo e que lhes deixa boa sindicações para a época.

    Agora e depois deste verdadeiro teste em competição, estes protagonistas preparam-se já para o verdadeiro primeiro momento “a doer”. O Campeonato de Portugal de Ralis arranca com o Rali Terras D’Aboboreira, nos dias 30 de abril e 1 de maio.

  • Martynas Samsonas vence e convence em Vieira do Minho

    Acompanhado pelo seu compatriota Ervinas Snitkas, o lituano rodou sempre “à parte” na discussão da vitória entre todos quantos fizeram parte do pelotão do Campeonato Norte de Ralis, “voando” baixinho a caminho de um triunfo incontestável.

    Os números da vitória da dupla que representa as cores da Samsonas Motorsport falam por si: seis especiais, seis vitórias e um avanço sobre a concorrência mais direta que, no final se cifrou em 1.01,2 sobre quem mais perto conseguiu rodar dos lituanos. A dupla inscreveu assim o sue nome na lista de vencedores da prova organizada pelo Motor Clube de Guimarães que, por sua vez, assinou uma organização de grande nível.

    O calor da contenda esteve um pouco mais abaixo. O 2º lugar no rali que, no caso, correspondeu ainda à luta pela posição de “melhor português”, foi alvo de um duelo aceso, sem tréguas e de fio a pavio, entre dois campeões nacionais: Adruzilo Lopes, navegado por Paulo Leones e Fernando Peres, acompanhado por José Pedro Silva. Com armas iguais (Mitsubishi Lancer EVO IX) e pneus iguais da Kumho, assinaram uma batalha épica.

    A primeira passagem pelos dois troços da prova, Senhora da Fé/Serradela (10,86 kms) e Serradela/Anjos (10,39 kms) assistiu à supremacia de Adruzilo Lopes que terminou esta passagem inicial pelos dois troços com 11,7, com Peres a queixar-se do handicap resultante do seu nº1, que o fazia abrir a estrada. Aliás, a segunda passagem por Senhora da Fé/Serradela viu o piloto da Peres Competições ao ataque, ganhando 8,6 segundos a Adruzilo que ripostou na 4ª PEC, onde se superiorizou por apenas 0,7 segundos.

    As duas duplas entraram para a derradeira dupla passagem, separadas por apenas 3,8 segundos. Peres voltou a atacar em Senhora da Fé/Anjos, ganhando 5,4 segundos a Adruzilo e chegando finalmente ao 2º posto. Foram para os derradeiros 10 quilómetros separadas por apenas 1,6 segundos. Hora do tudo ou nada!

    E num forcing final, impróprio para cardíacos, foi Adruzilo Lopes a levar a melhor, ganhando 3,8 segundos a Peres e concluindo o rali com 2,2 segundos de vantagem, assegurando assim o 2º lugar na prova e a pontuação máxima para o Campeonato Norte de Ralis.

    Quanto a Fernando Peres, juntou ao 3º lugar uma tranquila vitória no arranque do 4º Desafio Kumho Portugal, no que concerne às contas da Divisão 1 da competição organizada pela ASR Tyres. Nesta Divisão, o segundo posto entre os Kumho foi assegurado pela dupla Gaspar Pinto/Bernardo Gusmão (Mitsubishi Lancer EVO VIII), autores de uma prova muito sólida, isenta de erros e comum andamento forte que os guindou ao 4º posto da geral do rali.

    Top 5 e vitória nas duas rodas motrizes para a jovem dupla formada por Hugo Lopes e Tiago Neves. Assinando um andamento sempre forte, colocaram cedo o seu Ford Fiesta na liderança dos 2R2L, não mais a largando até final. O 2º lugar foi garantido por Filipe Teixeira e Bruno Coelho, tripulando um Citroen C2, cabendo a esta dupla reclamar a vitória na Divião 2 entre os Kumho.

  • Miguel Campos na Peugeot Rally Cup Ibérica em 2021

    O experiente piloto e ex-campeão nacional de ralis Miguel Campos vai alinhar na Peugeot Rally Cup Ibérica na temporada de 2021.

    Um projeto que surge em parceria com a equipa PT Racing e que deixa o piloto muito satisfeito: “A Peugeot é uma marca que está no meu ADN e da qual guardo as melhores recordações. Estar por isso presente numa competição com a sua chancela, muito profissional e disputada, é sempre um prazer, principalmente quando acompanhado por uma estrutura com cartas dadas na modalidade como a PT Racing.”

    Depois de as últimas épocas terem sido pautadas por presenças pontuais nos eventos nacionais, a participação na competição ibérica marca o regresso ao ativo de forma regular do piloto português. “À luz do contexto atual, é muito bom ter a oportunidade de poder colocar de pé um projeto com estas características e agradeço a todos os meus patrocinadores o apoio e a confiança para o tornar possível. É um novo capítulo no meu percurso desportivo que abraço com o empenho e profissionalismo com que tenho encarado todas as etapas da minha carreira”, afirmou.

    O piloto ainda não teve ocasião de rodar com o Peugeot 208 Rally 4 que irá utilizar, mas está confiante nas potencialidades de um carro que o irá obrigar a uma readaptação: “Desde 2004, ano em que pilotei o Peugeot 206 Super 1600, que não conduzo um modelo de tração dianteira, por isso vou ser obrigado a mudar o chip. No entanto, isso só me motiva mais.” Miguel Campos realça também a importância da filosofia da Peugeot Rally Cup: “É uma competição ibérica, em que lutamos com armas iguais com pilotos de grande valia, fatores que me agradam e que sempre me motivaram bastante na desporto automóvel. Acredito que será um bom desafio e o objetivo será sempre lutar pelos lugares cimeiros.”

    O primeiro confronto ao cronómetro acontece no espaço de 15 dias, com o Rali Terras D’Aboboreira, de 30 de abril a 1 de maio, ronda de abertura da competição.