Categoria: Ralis

  • Vitória premeia domínio absoluto de Fernando Teotónio em Castelo Branco

    Fernando Teotónio e Luís Morgadinho dominaram a seu belo prazer entre os RC2N o Rali de Castelo Branco, alcançando a primeira vitória da temporada, neste regresso do Macambi Racing Team ao Campeonato de Portugal de Ralis.

    Domínio avassalador. Numa singela frase, com apenas duas palavras, fica plenamente resumida a exibição da dupla formada por Fernando Teotónio e Luís Morgadinho, aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO X do Macambi Racing Team.

    A equipa partia para a prova da Escuderia ciente de que só a vitória interessava, depois da desistência no Rali Serras de Fafe e Felgueiras, para poder ainda almejar estar na luta pelo título. E, a exemplo do que sucedeu na prova nortenha, a 1ª especial correu mal para as pretensões da dupla. Um pião e, em consequência, o motor “calado”, levaram à perda de mais de uma dezena de segundos, retirando a vitória no troço.

    Mangas arregaçadas e foram com tudo para as outras duas especiais, que estavam incluídas no primeiro dia de prova, assinando duas vitórias que colocaram normalidade na classificação. No fecho do primeiro dia, a liderança estava garantida, com 3,7 segundos de vantagem sobre o 2ª e 2.54,3 sobre o terceiro. No fecho da jornada, Fernando Teotónio destacava “a satisfação que sentimos por não termos perdido a concentração com o incidente da 1ª PEC. Andamos sempre rápido, mas dentro dos limites e sentimos que o nosso andamento ainda poderia ser mais forte, se não tivéssemos optado por uma mistura muito dura de pneus”.

    Com previsões de um dia de extrema canícula, a equipa partiu para a segunda etapa com um único foco: manter a liderança e conquistar a vitória. O Mitsubishi Lancer EVO X enfrentou as 4 especiais já com outra opção de pneus (médios à gente e duros atrás) e com algumas alterações na afinação.

    O resultado foi claro. Vitórias em todas as especiais e, no fecho do rali, o avanço sobre os adversários mais diretos tinha passado dos escassos 3,7 segundos no início da jornada, para mais de um minuto e dezasseis segundos, coroando uma exibição magistral nas difíceis estradas de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão.

    No final, o piloto mostrava-se “muito feliz não apenas pela merecida vitória que alcançamos, mas, sobretudo, pelo andamento que colocamos ao longo de toda a prova. Fomos evoluindo ao longo de todo o rali e, depois de termos mudado algumas coisas no carro e optado por outro tipo de pneus, senti-me muito confiante para manter um andamento forte. Vencemos seis das sete classificativas e, sem o percalço na PEC 1, poderíamos ter feito o pleno. Mas podemos ainda andar mais e vamos à Madeira com total confiança em podermos voltar a vencer!”.

    Para Luís Morgadinho, navegador e Team Manager, este foi um triunfo “sem contestação. O Fernando conduziu muito bem, sempre de forma rápida, mas segura e o Mitsubishi esteve impecável, sobretudo depois de termos feito a alteração nos pneus e alguns acertos. Parabéns à Domingos Sport pelo trabalho que fez, dando-nos um carro muito bem preparado. Saímos de Castelo Branco muito felizes e agora vamos trabalhar ainda mais para continuar a vencer e alcançar o título!”

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  • Armindo Araújo voltou a ser rei em Castelo Branco

    O Rali de Castelo Branco foi a primeira prova depois da suspensão da atividade causada pela pandemia. No regresso à competição, a lista de inscritos ficou completa com 88 concorrentes que não escondiam as saudades que tinham dos ralis. Com 7 troços e quase 100 quilómetros contra o cronómetro, a Escuderia de Castelo Branco preparou uma versão adaptada ao período que se vive. Máscaras, álcool gel e distanciamento social passaram a fazer parte do léxico e dos hábitos de todos aqueles que participaram no rali. Registo para mais uma excelente organização do clube albicastrense que se impõe como referência no panorama nacional.

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    Armindo Araújo voltou à competição, na nova normalidade que se vive, em grande estilo. O piloto do Skoda Fabia R5 foi o grande vencedor da edição de 2020 do Rali de Castelo Branco, prova que a Escuderia Castelo Branco colocou na estrada e marcou a retoma da modalidade, alcançando o segundo triunfo consecutivo na prova. Bruno Magalhães foi o segundo mais forte, enquanto o campeão Ricardo Teodósio assegurou o terceiro lugar final.

    Duas provas, dois tipos de pisos diferentes e duas vitórias. Este é o saldo da temporada 2020 do Team Armindo Araújo/The Racing Factory. Com um Skoda em pleno quer em Fafe, quer aqui em Castelo Branco, o líder do campeonato não podia deixar de destacar o trabalho de toda a equipa e, obviamente, a sua satisfação pelo resultado. “Tal como na primeira prova, a minha equipa preparou-me um carro que me deu toda a confiança para lutar pela vitória. Fizemos um bom teste antes do rali, mas não sabíamos como estaríamos posicionados em relação aos nossos adversários. Senti-me sempre bem com o Skoda e estamos muito contentes com este triunfo”, disse ainda o piloto tirsense.

    Num rali marcado pelo plano de contingência imposto pela DGS, Armindo Araújo não esqueceu de agradecer a todos os que colaboraram com a organização para colocar esta prova em marcha. “À Escuderia, à FPAK pelo esforço que fizeram em manter o rali e a todas as equipas presentes e público, pelo civismo e comportamento exemplar, um tremendo obrigado”, concluiu.

    Bruno Magalhães e Carlos Magalhães estiveram em Castelo Branco na luta pela vitória até à derradeira especial, ficando a escassos 7,3s do triunfo e ganhando três especiais no rali, incluindo a Power Stage, que atribui pontos adicionais.

    “Considero que fizemos um rali muito bom”, afirmou o tricampeão nacional e vice-campeão da Europa. “Andamos rápido em diferentes partes da prova, ganhamos três troços e fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para ganhar. Saio daqui satisfeito e confiante, até porque estreámos algumas coisas diferentes no nosso Hyundai i20 R5 e o carro mostrou-se muito competitivo. Parabéns à equipa, à organização da Escuderia Castelo Branco e ao publico do rali, que teve um comportamento exemplar”, referiu Bruno Magalhães.

    Ricardo Teodósio e José Teixeira estiveram longe do ritmo de campeões, deixando, no entanto, alguns indicadores importantes. Alguns sobressaltos iniciais e problemas de falta de potência no Skoda, nos dois últimos troços, acabaram por ditar o 3º lugar final no Rali de Castelo Branco. O Campeão de Portugal de Ralis sabe que é possível fazer muito melhor, mas depois de uma longa e desmotivante paragem, este foi o melhor resultado possível.

    “O resultado acaba por ser bom para o campeonato, que só vai terminar daqui a cinco provas, no Algarve. Os sustos de ontem, mais o problema da falta de potência na parte final da prova, impediram um melhor resultado. Obviamente que queria ganhar, mas uma má escolha de pneus no primeiro dia, aliado a uma falta de confiança ditaram resultados pouco positivos. Hoje, com pneus certos, chegámos a fazer bons tempos nas duas primeiras especiais do dia, mas a falta de potência durante os dois últimos troços, não nos deixou fazer melhor. Um 3º lugar é bom para os pontos, embora nos obrigue a ter mais andamento nas próximas provas”, afirmou Ricardo Teodósio.

    Pedro Meireles (Volkswagen Polo R5) e João Barros (Citroën C3 R5) completaram o lote dos cinco primeiros. Uma nota para José Pedro Fontes que, apesar dos percalços mecânicos, ainda conseguiu terminar em décimo. Miguel Correia e Manuel Castro, ambos em Skoda Fabia R5, ficaram em sexto e sétimo, respectivamente, enquanto Carlos Martins, concluiu a prova em oitavo.

    Pedro Antunes que, a par de Pedro Almeida, fez a estreia mundial do Peugeot 208 Rally4, terminou na nona posição com o estatuto de melhor concorrente com um carro de duas rodas motrizes, após uma exibição magistral nas estradas albicastrenses.

    Numa competição em que os Porsche ditam as leis, Vítor Pascoal foi o melhor de todos. O piloto do 911 GT3 Cup teve uma demonstração irrepreensível entre os RGT e venceu o Rali de Castelo Branco, na categoria, com 2m36s de vantagem sobre Pedro Silva e quase cinco minutos para Paulo Carvalheiro.

    O mesmo aconteceu com Fernando Teotónio, na batalha pela primazia entre os RC2N. Nada afetado pelo pião que o impediu de vencer a especial de arranque, o piloto do Mitsubishi Lancer EVO X com as cores do Macambi Racing Team,, dominou a seu belo prazer as seis especiais seguintes e alcançou uma vitória fundamental para o colocar, de novo, na rota do título.

    Ao volante de um Porsche 911 SC, José Cruz foi o melhor entre os concorrentes do Campeonato de Portugal Clássicos de Ralis.

    A supremacia foi tal que deixou Pedro Leone, em Ford Escort RS Cosworth, a quase 2m30s de distância. Nuno Mateus, em Mitsubishi Lancer Evo IV, completou o pódio.

    Classificação CPR:

    1. Armindo Araújo – 68,51 pts;
    2. Bruno Magalhães – 50,80;
    3. Ricardo Teodósio – 39,76;
    4. Miguel Correia – 24;
    5. José Pedro Fontes – 21,42
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  • Armindo Araújo lidera luta a três pela vitória

    A retoma da competição para o Campeonato de Portugal de Ralis não podia ser feita da melhor forma. Troços exigentes, normas sanitárias respeitadas por todos e a luta pela classificação muito intensa. Cumpridos os primeiros três troços do Rali de Castelo Branco, Armindo Araújo está na frente com a magra vantagem de 1,1 segundos para o segundo classificado, José Pedro Fontes. Os três primeiros estão separados por, apenas, 4,2 segundos.

    Vencedor da edição de 2019, Armindo Araújo entrou a fundo, tal como tinha feito no rali Serras de Fafe e Felgueiras, em fevereiro. O piloto do Skoda Fabia R5 EVO, preparado pela The Racing Factory, estabeleceu a melhor marca no primeiro troço e assumiu-se como líder do Rali de Castelo Branco. As diferenças entre os mais fortes são mínimas, mas o tirsense conseguiu segurar o comando da classificação geral e vai descansar como primeiro classificado.

    José Pedro Fontes, em Citroën C3 R5, estabeleceu a segunda melhor marca no arranque. Depois, foi terceiro. Mas a vitória na última classificativa do dia – Vilas Ruivas 2 – permitiu-lhe fechar a primeira etapa no segundo posto a 1,1 segundos de Araújo. Em terceiro segue Bruno Magalhães. O piloto do Hyundai i20 R5 começou com esse mesmo registo, mas foi o mais forte no segundo troço, Foz do Cobrão. Esse resultado fê-lo partir para o derradeiro desafio do dia com o mesmo registo de Fontes, mas vai partir para a segunda etapa no terceiro lugar, a 4,2 segundos do líder.

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    “O rali está a ser ótimo. Estamos todos muito próximos uns dos outros. Cada um de nós, entre os 3 primeiros, ganhou um troço, As coisas estão correr bem para mim. Chegar ao fim do primeiro dia na frente é muito bom. Amanhã vamos abrir a estrada. São os meus primeiros quilómetros com o Skoda em asfalto. Está tudo a correr bem, estamos a liderar. Esperemos que continue assim amanhã”, afirmou Armindo Araújo.

    Fontes enaltece a competitividade da prova e o facto de isso tornar o “rali muito divertido”, salientou. Magalhães fechou o dia satisfeito. “O regresso está a correr bem. Vamos tentar melhorar no dia de amanhã. No último troço tivemos um furo lento e perdemos algum tempo, mas estamos na luta”, esclareceu.

    A secundar os três primeiros segue o campeão nacional em título, Ricardo Teodósio. O piloto algarvio, em Skoda Fabia R5, ocupa o quarto lugar desde o início e confessa que a tarefa não tem sido muito fácil. “Não está a ser muito bom. Sentimos problemas de aderência. Os pisos estão muito sujos e já apanhámos alguns sustos, mas os ralis são mesmo assim”, explicou. A fechar o lote dos primeiros cinco classificados surge Pedro Meireles, em Volkswagen Polo R5. Curiosamente, os pilotos nestas posições já foram todos campeões nacionais de ralis.

    Estreia mundial do Peugeot 208 Rally4

    O Rali de Castelo Branco marca a estreia absoluta do novíssimo Peugeot 208 Rally4. A nova proposta para os ralis da casa gaulesa foi homologada nesta semana e são dois os pilotos portugueses, Pedro Antunes e Pedro Almeida, que já se apresentaram com o 208 em competição. No final do dia, Antunes leva a melhor neste duelo de “leões” e ocupa um lugar entre os dez primeiros na classificação absoluta.

    A luta pelos primeiros lugares está a ser ao rubro, mas o Rali de Castelo Branco tem outros elementos de muito interesse. É o caso da luta pela categoria RC2N (antigo Agrupamento de Produção) com Fernando Teotónio na frente com o seu Mitsubishi Lancer Evo X. O piloto do Macambi Racing Team suplantou um pião que o atrasou na especial inaugural e terminou o dia já com 3,7 segundos de vantagem sobre Luís Mota, que, com o seu Lancer Evo IX ocupa o segundo posto.

    Armando Carvalho dominou 1º dia do CCR

    O Rali de Castelo Branco também é pontuável para o Campeonato Centro de Ralis, sendo a segunda prova da temporada. Arrancando ao ataque, Armando Carvalho (Mitsubishi Lancer Evo V) mostrou que vem para triunfar, O líder do CCR, após ter ganho o Rali da Bairrada, começou da melhor forma em Castelo Branco, vencendo a única especial do programa, estando assim na frente, com uma vantagem de nove segundos para José M. Gomes, em Peugeot 208 VTI R2. Ricardo Coelho, em Toyota Starlet 1.3 é terceiro, a 25,1 segundos. Ao comando do rali, junta obviamente o domínio na Divisão do Desafio Kumho Portugal que cumpre em Castelo Branco a 2ª prova dos Desafios Centro e Asfalto e prova inaugural do Desafio Sul.

    Nestas contas KUMHO, a primazia nas duas rodas motrizes, nesta fase inicial, vai para Fábio Santos, no Citroen Saxo da Prototype, 8º da geral, depois de um dia emque jogou pelo seguro, esperando por amanhã para atacar.

    Os participantes do Campeonato Centro de Ralis no Rali de Castelo Branco fizeram, apenas, uma classificativa nesta 1ª etapa. Esta serviu de aperitivo para o dia de amanhã em que os concorrentes competem em quatro especiais.

    Amanhã realiza-se a segunda etapa do Rali de Castelo Branco. Os concorrentes têm quatro classificativas para completar. A primeira inicia-se às 10h51, enquanto o vencedor da edição de 2020 da prova organizada pela Escuderia Castelo Branco deverá ser conhecido ainda antes das 16 horas.

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  • Estreia Mundial do Peugeot 208 Rally 4 será no Rali de Castelo Branco

    O 208 Rally 4 está prestes a fazer a sua primeira aparição em competição a nível mundial, o que ocorrerá em Portugal, já este fim de semana, no Rali de Castelo Branco, prova do Campeonato de Portugal de Ralis. Logo de seguida, estão programadas outras participações em competição em Itália e na República Checa.

    Após um ano de desenvolvimento na Europa e apesar da necessidade de ajustar os calendários de construção e de entregas devido ao surto de Covid-19, o novo Peugeot 208 Rally 4 já está a ser entregue aos seus novos proprietários. À medida que os ralis retomam a sua atividade um pouco por toda a Europa, a Peugeot Sport e os seus parceiros e fornecedores têm feito tudo para garantir que a nova máquina de competição chegue às equipas a tempo. Cabe a Portugal ser o país onde o 208 Rally 4 vai fazer a sua estreia em competição, com os carros preparados e inscritos pela PT Racing e Racing Factory a alinharem no Rali de Castelo Branco, que se corre já no próximo fim de semana (3 a 5 de julho).

    A primeira participação do 208 Rally 4 em competições internacionais será no Rali de Roma, em Itália, no final de agosto. O programa do Campeonato Europeu de Ralis (European Rally Championship, ERC) terá o novo carro ao serviço de um grande número de equipas.

    Entretanto, as Peugeot 208 Rally Cups organizadas na Península Ibérica e em França vão também arrancar em breve, com as respetivas rondas de abertura a serem realizadas em Portugal (Rali do Alto Tâmega) nos dias 28 e 29 de agosto, e em França (Rali de Mont Blanc) nos dias 4 e 5 de setembro. Embora os calendários destes dois campeonatos monomarca tenham sido ajustados devido à pandemia de Coronavírus, ambos contam, mesmo assim, com quatro eventos.

    Mayeul Tyl, Diretor Peugeot Citroën Racing Shop, destaca o facto de “neste período estranho e difícil que atravessamos, estamos gratos aos nossos clientes pela confiança que têm mostrado em nós. Recebemos quase 100 encomendas firmes para o 208 Rally 4 e o ritmo de entrega dos carros vai aumentar durante os meses de verão. Temos feito tudo o que está ao nosso alcance para garantir que os nossos clientes podem começar a competir, e a vencer, no mais curto prazo possível, ao mesmo tempo que oferecemos apoio técnico, quer durante a preparação dos seus programas, quer durante os eventos. A versatilidade do 208 Rally 4 vai permitir às equipas lidar com uma ampla e diversificada seleção de pilotos, e estamos totalmente mobilizados para fornecer-lhes uma ampla gama de serviços em todas as fases dos seus respetivos projetos.”.

    Já François Wales, Diretor da Peugeot Sport, refere que “depois de mais de um ano de trabalho de desenvolvimento, é uma enorme satisfação para todos ver que o novo Peugeot 208 Rally 4 está a ser entregue aos nossos clientes, e mal podemos esperar para vê-lo em ação em todo o mundo, a participar em eventos internacionais, nacionais e regionais. Acreditamos que o desempenho do 208 Rally 4 vai encantar todos os pilotos que com ele competirem, sejam assíduos e experientes, estrelas em ascensão ou ‘gentleman drivers’. Temos confiança no seu potencial vencedor, na sequência do sucesso do seu antecessor, e estamos aqui para acompanhar todos os nossos clientes à medida que os seus programas vão avançando.”

    CALENDÁRIO 208 RALLY CUP IBÉRICA

    • Rali do Alto Tâmega I 28-30 agosto (asfalto) I Portugal
    • Rali Princesa das Astúrias I 12-13 setembro (asfalto) I Espanha
    • Rali Vidreiro Centro de Portugal Marinha Grande I 9-10 outubro (asfalto) I Portugal
    • Rali RACC Catalunha/Rali de Espanha I 24-25 outubro (asfalto) I Espanha
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  • Teotónio vai a Castelo Branco focado na vitória entre os RC2N

    Fernando Teotónio e Luís Morgadinho, vão estar no Rali de Castelo Branco com “mira” apontada para o triunfo entre os RC2N, na defesa das suas aspirações ao título. O Mitsubishi EVO X da dupla do Macambi Racing Team, que tripulam, apresenta-se à partida com várias melhorias técnicas.

    Contagem decrescente para o regresso à competição, depois desta paragem forçada, motivada pelo combate ao surto pandémico.

    No próximo fim-de-semana, dias 4 e 5 de julho, todas as atenções dos aficionados dos ralis estão viradas para Castelo Branco, com a prova albicastrense a marcar o regresso do Campeonato de Portugal de Ralis.

    À partida do evento da Escuderia, estará o Mitsubishi EVO X do Macambi Racing Team, tripulado por Fernando Teotónio e Luís Morgadinho.

    A dupla, que quer este ano recuperar o título nacional de RC2N, que já conquistaram em 2018, apresenta-se ao serviço com a expectativa de “dar o máximo e, como sempre, tudo fazer para vencer o nosso grupo!”, como assume Fernando Teotónio, que lembra ainda “ser fundamental chegar a esse triunfo pois, como partimos para esta 2ª prova com zero pontos, apenas a vitória nos interessa para estarmos na discussão do título. Iremos forçar desde cedo para tentar ganhar vantagem e depois, se estivermos com a liderança consolidada, lutar para também ficarmos bem classificados na geral”.

    O piloto está, no entanto “um pouco apreensivo porque, para além de nunca termos andado com o EVO X em asfalto, vamos experimentar muita coisa nova que, com o excelente trabalho da Domingos Sport, conseguimos implementar no carro. No entanto, o EVO X não vai estar como o queremos. As fábricas estiveram paradas devido ao surto pandémico e nem tudo o que encomendamos chegou. É com um compromisso entre a evolução e a fiabilidade que vamos atacar Castelo Branco. Vamos fazer um pequeno teste antes da prova, para tentar perceber o comportamento do carro”.

    Ainda sobre o Rali Serras de Fafe e Felgueiras, que marcou o regresso da dupla do Macambi Racing Team ao Campeonato de Portugal de Ralis, Fernando Teotónio lembra que “tivemos uma estreia atribulada, sem ponta de sorte, mas o rali serviu de aprendizagem e adaptação ao novo carro”.

    Logo nos primeiros quilómetros contra o cronómetro, a mecânica do Mitsubishi EVO X cedeu e forçou a dupla ao abandono. Regressados no segundo dia, em sistema de “Super Rally”, mostraram toda a sua capacidade e talento, vencendo o grupo em 4 das 6 especiais que disputaram, até que, uma saída de estrada, no penúltimo troço, disputado sobre condições atmosféricas extremas, levou Teotónio e Morgadinho a nova desistência, mas, como refere o piloto, permitindo que “provássemos que o carro é competitivo, que o nosso andamento é forte e que estamos cá para lutar pelo titulo!”.

    Meses depois, essa desistência já está arquivada na memória da dupla, pois, como diz Luís Morgadinho, navegador e Team Manager, importa agora “focar no que nos falta do campeonato para cumprir os objetivos. O Rali de Castelo Branco é muito particular, pois exige um bom trabalho nos reconhecimentos, para que as notas estejam perfeitas. Vamos para esta prova ainda sem conhecermos a fundo o carro e sem qualquer experiência a competir com ele em asfalto, mas estamos cá para vencer nos RC2N e vamos dar tudo para o conseguir!”.

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  • Daniel Nunes quer manter liderança em Castelo Branco

    A pandemia do Covid-19 obrigou a que a caravana do Campeonato Portugal de Ralis tivesse uma paragem superior a 4 meses, isto após a realização do Rali Serras de Fafe em finais de Fevereiro, onde a dupla da Inside Motor , Daniel Nunes e Nuno Mota Ribeiro venceram a competição referente às 2 Rodas Motrizes, Challenge R2 & You e ainda foram os melhores na sua classe no European Rallye Trophy , aos comandos do endiabrado Peugeot 208 R2.

    “Vamos reiniciar o campeonato ao ataque após esta paragem obrigatória. Esta é a nossa forma de estar neste desporto, sempre ao ataque. Era nossa vontade iniciar o Rali de Castelo Branco da mesma forma que iniciamos o Serras de Fafe, no entanto temos de nos concentrar em rodar o máximo em rodar de quilómetros em asfalto, pois é o tipo de piso onde já não corro há cerca de um ano. ”, referiu o piloto.

    “Queremos alcançar um bom resultado mas para isso temos que ser, mas só no final é que saberemos se o bom resultado vai connosco. Estamos na frente do campeonato e não queríamos deixar fugir essa posição mas estamos conscientes da realidade pois é muito tempo de paragem e o asfalto albicastrense pode ser traiçoeiro”, conclui Daniel Nunes.

    O Rali de Castelo Branco vai para a estrada dias 3,4 e 5 de Julho e vai ser disputado em 7 provas especiais de classificação sendo 99,69 km disputados ao cronómetro.

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  • Casa cheia no Rali de Castelo Branco!

    A edição 2020 do Rali de Castelo Branco conta com 85 equipas. organização estabeleceu esse máximo, mas recebeu quase uma centena de pedidos de inscrição para a segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralis do Campeonato Centro de Ralis.

    O Rali de Castelo Branco marca o regresso da modalidade em Portugal – pós confinamento – nos dias 3 e 5 de julho e com um novo recorde de pilotos inscritos. São 85 os que vão disputar a prova e que, por questões de segurança, obrigou ao fecho antecipado das inscrições. A prova, que passa a ser a segunda pontuável para o campeonato português, vai para a estrada com um formato renovado, para cumprir as novas diretrizes.

    O novo normal obrigou a Escuderia Castelo Branco a avançar com algumas alterações para colocar na estrada a edição de 2020 da prova. O rali, que pontua para o Campeonato de Portugal de Ralis, para o de Clássicos, para o de Iniciados, para o de RGT, para o de R4-KIT, para o Campeonato Centro de Ralis, para o 3º Desafio Kumho Portugal e para o Challenge R2&You, vai para a estrada na tarde de sábado, dia 4 de julho, e no domingo, dia 5 de julho. No total, realizam-se sete provas especiais de classificação que perfazem 99,69 quilómetros contra o cronómetro e um total de 256,17 quilómetros.

    O parque de assistência volta a instalar-se em Castelo Branco, no entanto não vai estar acessível ao público, dadas as atuais circunstâncias, tal como não existirão as chamadas Zonas Espetáculo. Não estando os espectadores impedidos de assistir à passagem dos carros, o seu acesso às especiais será condicionado e alvo de contínua vigilância. Também ao contrário do que é habitual não haverá lugar à tradicional e sempre espetacular super-especial em Castelo Branco.

    Para o diretor de prova, Luís Dias, o desafio de concretizar a realização do Rali de Castelo Branco nestas condições é muito grande. “Tivemos de mudar uma série de procedimentos e criar condições mais restritivas para poder realizar a edição deste ano do Rali de Castelo Branco. Procurámos, juntamente com todas as entidades envolvidas, cumprir, de forma escrupulosa, os requisitos e acreditamos que, com o contributo de todos, vamos ter, certamente, um excelente e emocionante rali”, explicou.

    Já António Sequeira, presidente da Escuderia, destaca “ o enorme esforço que estamos a fazer para que a prova seja realizada, sendo de destacar que sem o apoio dos Municípios de Castelo Branco e de Vila Velha de Rodão e dos patrocinadores que, mesmo nesta hora difícil, não nos abandonaram, seria impossível montar um evento tão importante para a economia e para a promoção desta região e que, mesmo com as fortes restrições que iremos fazer cumprir na íntegra, vai permitir ajudar a mitigar os enormes efeitos desta pandemia”.

    Rali de Castelo Branco em livestream

    A Escuderia Castelo Branco, contribuindo para o cumprimento das regras de distanciamento e pretendendo chegar a um maior número de público, volta a inovar e irá transmitir, através da sua página de Facebook, a primeira PEC do Rali de Castelo Branco, na tarde de sábado, tal como a apresentação do livro “55 Anos – Apontamentos”, na noite de sábado. A inclusão de outros conteúdos ainda se encontra a ser estudada, mas a Escuderia vai apostar fortemente em utilizar as plataformas digitais para que os aficionados possam seguir a prova com o máximo acesso.

  • Ricardo Teodósio optimista para Castelo Branco

    Ricardo Teodósio e José Teixeira, campeões nacionais, em título estão prontos para o reinício do Campeonato de Portugal de Ralis, que terá lugar no Rali de Castelo Branco, nos dias 4 e 5 de julho. Ricardo Teodósio e José Teixeira regressam a um rali que venceram em 2018.

    O asfalto de Castelo Branco vai marcar o regresso do principal campeonato de desporto motorizado em Portugal, no início de julho, com Ricardo Teodósio a não esconder a motivação para voltar a pilotar em competição o Skoda Fabia R5 Evo, nesta que será a segunda prova da temporada, onde defende o título alcançado em 2019.

    “Estamos todos com muita vontade de voltar a competir, foram meses de muita ansiedade e alguma frustração”, referiu Ricardo Teodósio a propósito da paragem motivada pela pandemia mundial. “Vamos regressar ao campeonato numa prova onde normalmente somos muito competitivos, pois ganhámos o Rali de Castelo Branco em 2018 e voltámos a lutar pela vitória em 2019. Fizemos o nosso trabalho de casa na procura de um bom set-up para o Skoda Fabia R5 Evo e estou confiante. Mais do que nunca, é importante percebermos que é fundamental seguirmos todos, desde pilotos, equipas, espectadores e demais intervenientes, as recomendações da Escuderia Castelo Branco e da FPAK, para que tudo corra bem neste regresso”, realçou o campeão nacional em título, que subiu ao pódio no arranque do campeonato, em Fafe e Felgueiras, tendo terminado na 3ª posição.

    José Teixeira, por sua vez, recordou que “o rali deste ano deverá ser parecido com o do ano passado em termos de percurso, mas agora as circunstâncias são outras e temos todos de ter uma atitude cívica e responsável. Castelo Branco é um local com um significado especial para a nossa equipa, foi lá que ganhámos o nosso primeiro rali à geral no CPR e o objetivo este ano é voltar a discutir a vitória, sobretudo porque ainda estamos na expectativa quanto ao sistema de pontuação que vai vigorar até ao final da época”, comentou o navegador algarvio.

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  • Pedro Silva cumpre o sonho de “correr em casa”

    Após um longo interregno, consequência das fortes contingências da Pandemia COVID-19, aí está o regresso dos Ralis em Portugal e logo com o Rali de Castelo Branco, prova organizada pela ECB, em que a dupla do RRT, Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva irá estar presente, integrados na disputa do Campeonato de Centro de Ralis (CCR)

    O jovem piloto de Vila Velha de Rodão destaca que “a vontade de voltar aos Ralis é enorme, vontade essa ainda maior, pelo facto de ser o Rali de Castelo Branco, prova em que, praticamente, estamos a correr em casa. Representa para mim o cumprir de um grande sonho porque, desde muito novo, sempre desejei correr no troço das Vilas Ruivas, integrado num rali oficial. Completar os 16 km das Vilas Ruivas com sucesso e disfrutar do troço onde sei que certamente vão estar os nossos amigos, seguidores, familiares e patrocinadores, será para nós motivo de um enorme orgulho e satisfação!”.

    A dupla, que conta com o Peugeot 206 Gti assistido pelo Team Mateus, esteve em grande destaque na prova inaugural da época, o rali da Bairrada, quer estar na luta pelos lugares cimeiros das duas rodas motrizes e do Desafio Kumho Portugal.
    Pedro Silva assume que “o nosso objetivo é sempre o mesmo. Dar o máximo, lutar pelo triunfo na geral de duas rodas motrizes, do grupo P1 e do Desafio Kumho, apesar do respeito que nos merece toda a concorrência que iremos ter, com pilotos muito talentosos e com carros até teoricamente superiores ao nosso”.
    O Rali de Castelo Branco disputa-se de 3 a 5 de julho.

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  • Armindo Araújo testou para Castelo Branco

    Três meses passados após o Rali Serras de Fafe, e numa altura em que já há luz verde para o reinício do Campeonato de Portugal de Ralis, Armindo Araújo, Luís Ramalho e toda a estrutura da The Racing Factory, realizaram dois dias de testes com vista à preparação do Rali de Castelo Branco.

    Naquela que foi a primeira experiência com o Skoda Fabia R5 Evo em pisos de asfalto, o piloto de Santo Tirso terminou, os quase duzentos quilómetros, muito satisfeito com o trabalho realizado. “Foi a primeira vez que conduzi o Skoda Fabia em asfalto e as sensações que tive, desde o início, foram as mesmas de quando o guiei nos primeiros testes em terra. O carro é muito equilibrado e a adaptação é muito rápida. A minha equipa preparou-me uma excelente afinação de base e a partir daí foi só adaptar alguns pontos ao meu estilo de condução. Na quinta feira estivemos em Vieira do Minho, na sexta no Viso e consegui, em dois troços bem distintos, sentir-me com um bom ritmo”, começou por dizer Armindo Araújo.

    Com o reinício das hostilidades marcado para dentro de quinze dias em Castelo Branco, as espectativas e ansiedade pelo regresso são evidentemente grandes. “Penso que queremos todos que chegue o mais rápido possível o dia para voltarmos a competir. Certamente que os meus adversários estarão tão motivados como nós, mas vamos para esta prova com o claro objetivo de sermos mais rápidos que eles. Vencemos este rali em 2019 e esperamos repetir o resultado este ano”, afirmou ainda. Com uma paragem longa e as alterações forçadas no calendário de 2020, o Team Armindo Araújo/The Racing Factory está já a reestruturar todo o planeamento delineado no início da temporada e uma das grandes novidades é a presença, no mês de julho, na prova de abertura do Campeonato Regional de Ralis da Madeira. “As mudanças originadas pelo difícil e preocupante momento que atravessamos, obrigou-nos a repensar o projeto deste ano e encontrarmos as melhores soluções para nos apresentarmos na máxima força em todas as provas que vamos disputar. Assim, aproveitamos a oportunidade de podermos estar presentes no Rali da Calheta com o objetivo de prepararmos o Rali Vinho Madeira”, concluiu o líder do CPR 2020.

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