O Edil de Mesão frio arranca mais logo para a 9ª edição da prova realizada no concelho que dirige. O seu irmão Adriano terá a responsabilidade de ditar as notas no Mitsubishi Lancer EVO da Clínica Oftalmológica das Antas.
A dupla de Mesão Frio , Alberto e Adriano Pereira têm tudo já pronto para assim estarem hoje ao final do dia, na linha de partida de mais uma edição do Rali de Mesão Frio, prova a contar para o Campeonato Norte de ralis, num evento organizado pelo Clube Automóvel da Régua.
Ostentando o numero 26 nas portas do Mitsubishi, Alberto Pereira está animado para esta prova, como nos confessou “ para mim é sempre um grande prazer poder participar neste rali, feito em “ casa”, por isso tanto eu como o meu irmão Adriano estaremos hoje na linha de partida ao volante do já conhecido Mitsubishi Lancer Evo “.
Sobre o que o espera em termos de objectivos foi claro “ esta é a melhor lista de inscritos de sempre do Rali de Mesão Frio, são oitenta carros e alguns R5, não vai ser um rali fácil, pois adversários é o que não nos vai faltar, mas vamos para lutar pela melhor posição possível, sempre muito concentrados para não cometer erros, esperando que o carro esteja perfeito, e consiga desde o início começar a atacar pela melhor posição, e agora que seja o que Deus quiser”, terminou Alberto Pereira.
Será a partir de hoje às 21 h que os oitenta participantes irão para a estrada para fazer a 1ª classificativa, decorrendo as restantes amanha ao longo do dia de domingo.
Seis classificativas, dois
dias de prova e seis competições distintas na luta contra o cronómetro, eis o
menu do Rali do Alto Tâmega (29/30 agosto), que foi apresentado, na tarde desta
sexta-feira, no Centro de Arte Nadir Afonso, em Boticas, por Nuno Loureiro,
presidente do CAMI Motorsport, que esteve ladeado por Fernando Queiroga,
presidente da Câmara Municipal de Boticas, e Nuno Vaz, presidente da Câmara
Municipal de Chaves.
Será o regresso, volvidos 28
anos, da prova transmontana ao Campeonato de Portugal de Ralis, como enfatizou
o responsável do clube organizador: “É
com um enorme sentimento de orgulho que o CAMI Motorsport vai colocar na
estrada, e pela terceira época consecutiva, o Rali do Alto Tâmega, mas esta
edição 2020 terá, por motivos óbvios, um significado muito especial. Nos
últimos dois anos, com o precioso e inestimável apoio das autarquias da Região
do Alto Tâmega e dos nossos patrocinadores, unimos esforços com o objetivo de
recolocar o rali no patamar que lhe era devido. A história da prova assim o
exigia e as condições ímpares desta região convidavam ao desafio de a trazer de
volta ao mapa do campeonato mais mediático do automobilismo português”.
Nuno Vaz, presidente da edilidade
de Chaves, não deixou de destacar a importância de receber um evento desta
dimensão: “Acreditamos, desde o primeiro
momento, neste projeto, como forma de afirmar a nossa identidade e, nesta
altura, também de responder aos desafios colocados pela pandemia, tanto a nível
social como desportivo. É um momento único para mostrar as potencialidades,
tanto naturais como paisagísticas, de património e também humanas desta região”.
“Queremos fixar uma marca e é nosso desejo que ela fique neste
território, atraindo novas gentes. São eventos como este que mostram e fazem a
promoção das potencialidades da região do Alto Tâmega”, afirmou, por seu turno,
Fernando Queiroga, presidente da edilidade de Boticas, vila que volta a ser o
palco das grandes decisões no desfecho da prova, tal como já sucedeu nas
décadas de 80 e de 90. É que a segunda passagem por aquela prova especial de
classificação será o último troço do rali e tem o estatuto de Power Stage,
garantindo aos três pilotos mais rápidos pontos suplementares para a
classificação no campeonato.
A edição 2020 do Rali do Alto
Tâmega, que terá o seu centro nevrálgico no Museu de Arte Contemporânea Nadir
Afonso, em Chaves, onde vai funcionar o Secretariado e também o Parque de
Partida (e Parque Fechado) de cada uma das etapas. O Parque de Assistência está
localizado no Aeródromo de Chaves.
Na manhã de
sábado, a partir das 08h45, os pilotos do Campeonato de Portugal de Ralis terão
oportunidade de fazer os últimos acertos na afinação dos seus carros em duas
passagens do shakedown no troço de S.Pedro de Agostém-Chaves (3,9 km), estando
o Qualifying, no mesmo traçado, agendado para ter início às 10h38. Os dez
pilotos mais rápidos nessa qualificação terão o privilégio de escolher a sua
ordem de partida para o primeiro dia de prova, que tem o seguinte horário:
SÁBADO (29 agosto)
Partida (Parque
Nadir Afonso) 15h30
PEC 1 – Alto Tâmega (15,06 Km) 16h10
PEC 2 – Chaves (18,72 km) 16h53
Final: Parque
Nadir Afonso 18h35
DOMINGO (30 agosto)
Partida (Parque Nadir Afonso) 09h00
PEC 3 – Chaves/Boticas 1 (19,40 km) 09h48
PEC 4 – Boticas 1 (14,23km) 11h09
PEC 5 – Chaves/Boticas 213h15
PEC 6 – Boticas 2 – POWER STAGE 14h36
Final (Parque
Nadir Afonso) 15h39
Para além do Campeonato de
Portugal de Ralis (CPR), o rali é pontuável ainda no Campeonato de Portugal GT
de Ralis, Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, Campeonato Norte de
Ralis, e Challenge R2&YOU, merecendo destaque especial o Peugeot Rally Cup
Ibérica. A competição monomarca que estreia o Peugeot 208 R4 e se divide, a nível
de calendário, entre dois ralis em Portugal e outros tantas no país vizinho,
tem a sua primeira prova da época em terras transmontanas, prometendo um duelo
bastante cerrado e alargado pela discussão da vitória.
As inscrições para o Rali do Alto Tâmega, limitadas a um número total de 80 equipas, encerram no dia 19 de agosto, pelas 23h30, no portal da FPAK.
O piloto que defende as cores da Shore, vai estar na prova mesãofriense para, juntamente com o seu navegador Bino Santos, testar em competição as evoluções introduzidas pela Sports & You no Citroen. Vencedores da edição 2019, num dos triunfos que os conduziu ao título brilhantemente conquista no Campeonato Norte de Ralis da época transata, André Cabeças e Bino Santos estão de volta à prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua, mas, desta feita, com objetivos e argumentos técnicos completamente diferentes.
O Team Shore Racing decidiu que a época de
2020 seria de transição para outros voos e de adaptação a novas exigências. Foi
adquirido um Citroen DS3 R5 e, como nos refere André Cabeças, os objetivos
seriam sempre “muito diferentes do que estávamos habituados. Entramos num
mundo novo, que, sabíamos à partida, iria exigir de mim, do Bino e de toda a
equipa um longo período de adaptação. Como tal, 2020 passou a ser uma época de
aprendizagem do que é pilotar um R5 e tínhamos noção de que não seria tarefa fácil”.
A presença em Mesão Frio insere-se “na
estratégia que delineamos. Vamos extracampeonato, inseridos no grupo X5 e, até
pelas características do rali, muito exigente e muito técnico, será um longo
teste em competição e que nos permitirá ganhar muita experiência. Queremos
terminar, fazendo assim muitos quilómetros contra o cronómetro”.
“Castelo Branco foi uma lição para não esquecer!”
A dupla vem de um momento menos positivo. No Rali de Castelo Branco e ainda numa fase inicial da prova da Escuderia, o Citroen DS3 R5 da Shore acabou fora de estrada, com danos suficientes para atirar precocemente André Cabeças e Bino Santos para fora do rali.
O piloto assume que “cometi um erro básico
que pagamos muito caro. Não foi, de todo, qualquer excesso de entusiasmo. Foi simplesmente
um momento menos bom no ataque a uma curva e acabamos fora de estrada. Pilotar
um R5 leva-nos a estar sempre no fio da navalha, no limite e exige total
concentração e uma longa e profunda adaptação que ainda não temos. É uma lição
que não vamos esquecer!”.
DS3 R5 com evolução já em Mesão Frio
O tempo que mediou desde Castelo Branco até este novo desafio, não serviu apenas para resolver os danos causados pelo acidente. O carro foi alvo de “um trabalho profundo, feito em conjunto pela nossa equipa e pela Sports & You. Finalmente, decidimos e tivemos tempo para colocar o Kit de Evolução que a Citroen desenvolveu em 2017 para este DS3 R5. Até agora, o meu carro estava com especificações de 2014, o que limitava muito a sua performance e o seu equilíbrio”.
André Cabeças revela que este “upgrade dá mais potência e binário ao motor e melhora a refrigeração, tornando-o mais fiável e mais competitivo, dando-me também mais segurança para poder, paulatinamente, tirar todo o seu potencial”. O objetivo da dupla da Shore passa agora por “e já em Mesão Frio, andar mais rápido que em Castelo Branco e tentar rodar nos ralis que vamos fazer abaixo de 1 segundo por quilómetro em relação aos R5 da nova geração, que são tripulados pelos pilotos mais rápidos do nosso campeonato principal. É esse o nosso objetivo para 2020”.
O 9º Rali de Mesão frio terá início ao início da noite de sábado, 15 de agosto, sendo disputada uma única especial, nesse primeiro dia. No domingo, 16 de agosto, serão 7 as especiais a disputar. O rali terá 65,22 quilómetros de PEC’s e 59,88 kms de ligação. Em termos de calendário 2020, o Team Shore Racing vai ainda marcar presença nos Ralis Vidreiro, Montelongo; Casinos do Algarve e Camélias.
Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva vão marcar presença no Rali de Mesão Frio, a disputar já neste fim de semana, dias 15 e 16 de agosto, sendo a estreia da dupla do RRT num Rali disputado em zonas mais a Norte do País.
Este Rali não pontua para o CCR, competição que a dupla se encontra a disputar, mas, sendo uma
prova pontuável para o Desafio Kumho, os objetivos, com esta participação, são bem claros e estão
traçados: Lutar pelos lugares cimeiros no referido Trofeu.
Em jeito de antevisão,Pedro Silva confessa que “a participação neste Rali de Mesão Frio, não fazia parte dos nossos planos, quando programámos a nossa Época desportiva de 2020. No entanto e, como todos sabem, a pandemia Covid 19 veio alterar uma serie de circunstâncias e também o nosso planeamento inicial. Tratando-se de uma prova pontuável para o Desafio Kumho e, tendo nós a possibilidade de participar, não vamos enjeitar a oportunidade e vamos com toda a garra e determinação participar neste Rali de Mesão Frio, lutando pelos lugares cimeiros da classificação, de modo a reforçar a nossa classificação no Desafio Kumho, na qual nos encontramos atualmente no segundo lugar”.
O piloto destaca ainda “todo o trabalho desenvolvido pela nossa Assistência “Team Mateus” pois fizeram um trabalho notável de recuperação e afinação do nosso 206 Gti que tão maus tratos sofreu nas duras e difíceis classificativas do Rali de Castelo Branco”.
O 9º Rali de Mesão frio disputa-se já no próximo fim-de-semana, sábado e domingo.
O CAMI Motorsport, em parceria com as Câmaras Municipais de Chaves e de Boticas, vai apresentar o Rali do Alto Tâmega’2020, quarta prova do Campeonato de Portugal de Ralis (29/30 agosto), na próxima sexta-feira, 14 agosto.
A cerimónia está agenda para as 14h30, no Centro de Arte Nadir Afonso, em Boticas, e vai ser transmitida em live streaming na rede social Facebook, podendo ser acompanhada por todos os interessados através do endereço https://www.facebook.com/clubeaventuradominho.
Nuno Loureiro, presidente do
clube organizador, e Jorge Castanheira, diretor de prova, darão a conhecer os
contornos gerais de um rali com muita história que regressa ao campeonato
principal ao fim de 28 anos.
O rali é pontuável ainda no
Campeonato de Portugal GT de Ralis, Campeonato de Portugal de Clássicos de
Ralis, Campeonato Norte de Ralis, Peugeot Rally Cup Ibérica e Challenge
R2&YOU.
De assinalar que as inscrições, limitadas a um número total de 80 equipas, encerram no dia 19 de agosto, pelas 23h30, no portal da FPAK.
A prestigiada equipa que normalmente compete ao mais alto nível na Montanha, vai correr no rali “de casa”, com dois dos seus pilotos a trazerem os seus dotes para um desafio totalmente diferente, mas que encaram com ambição.
Para João Guimarães, que tomará as rédeas do volante do Peugeot 206 Gti 2.0, é o regresso “a uma modalidade onde comecei a minha carreira. O último rali que disputei foi no longínquo ano de 2009, então com um Toyota Corolla 1.6 GTI”. Segundo o piloto de Peso da Régua, este regresso “está a ser feito com alegria. Tinha saudades dos ralis e, como tal, era uma coisa que queria fazer há já algum tempo e estou ansioso que a prova comece!”.
Esta participação concretizou-se depois de “ter surgido a
oportunidade de alugar um Peugeot 206 2.0 GTI à HSperformance. É um carro
parecido ao meu habitual Peugeot 206 RC. Com que corro no CPM JC Group, o que
facilita a adaptação e poderei assim desfrutar melhor do rali”.
Novidade será a estreia de Nuno Pinto como co-piloto. Habituado a dar espetáculo com o seu brutal Maxda RX-5 na Montanha, Nuno Pinto vai agora enfrentar a dura tarefa de cantar notas ao seu amigo e colega de equipa na NJ Racing, João Guimarães. Foi este que desafiou “o Nuno e ele aceitou sem hesitar!”. Já Nuno Pinto destaca que “está a ser desafiante, pois estou a aprender a linguagem própria dos ralis, o “cantar” notas sem olhar para a estrada e o ritmo certo, mas, com a ajuda do João, estou a chegar lá rapidamente. Já sei que vou apanhar alguns sustos, mas confio no meu amigo João, pois ele tem experiência neste tipo de provas. A emoção e nervosismo vai ser grande, mas confiante nesta aventura!”.
Quanto aos objetivos para este regresso, João Guimarães diz que passam “em primeiro lugar, por chegar ao último troço do Rali, pois passa à porta de casa do Nuno e está lá a nossa família e os amigos para nós apoiar! Em segundo lugar divertimo-nos e desfrutar de uma prova lindíssima com paisagens magníficas do Douro Vinhateiro e que muito nos diz, até porque é organizada pelo Clube Automóvel da Régua, a que orgulhosamente pertencemos enquanto sócios”. Mas, mesmo com a diversão em primeiro lugar, o piloto não enjeita “lutar pela melhor classificação possível, tanto à geral, como na classe”.
João Guimarães não quis deixar de agradecer “o apoio dos
patrocinadores que, mesmo nesta altura tão difícil, não deixaram de nos apoiar.
Para este desafio contamos com o Apoio do Clube Automóvel da Régua, Saniregua, Farmácia
da Ponte, Nuno Pinto arquitetura e engenharia, Fisioponte clínica médica e
100hectares. Sentimos muito orgulho por uma vez mais, confiarem na NJ Racing!”.
O 9º Rali de Mesão Frio terá início ao início da noite de sábado, 15 de agosto, sendo disputada uma única especial, nesse primeiro dia. No domingo, 16 de agosto, serão 7 as especiais a disputar. O rali terá 65,22 quilómetros de PEC’s e 59,88 kms de ligação.
A equipa Nortaluga Racing irá participar nos próximos dias 15 e 16 de Agosto na 2ª prova do Campeonato Norte de Ralis. A dupla António Alves/ João Bompastor Ferreira tripularão o seu habitual Peugeot 106, integrados como sempre na estrutura da JJ Team.
A prova erguida pelo Clube Automóvel da Régua, em parceria com o Município de Mesão Frio. O rali tem vindo a estabelecer-se como uma das mais acarinhadas por equipas e aficionados, apresentando fortes argumentos para tal predileção: troços muito técnicos e desafiantes, disputados em pleno Douro Vinhateiro, nível organizativo que, ano após ano, se revela alto e a tradicional hospitalidade mesãofriense, numa receita que tem imposto o rali e esta na base da crescente procura que tem ostentado.
Aos comandos do Peugeot 106, António Alves e João Bompastor Ferreira colocam ainda as cores da Nortaluga Racing dentro do plantel do 3º DESAFIO KUMHO PORTUGAL. Será a primeira época a tempo inteiro da dupla e, como tal, encaram-na sem pressão de resultados, tendo como principal objetivo conseguir evoluir ao longo das provas.
A dupla leiriense que defende as cores do FS Rally Driver Prototype Team prepara-se para um “assalto” a Norte. 0 9º Rali de Mesão Frio será o palco de mais uma jornada onde piloto e navegador continuam a defesa da liderança dos desafios Kumho Asfalto e Centro.
É com enorme expectativa e entusiasmo que a dupla do Citroen Saxo prepara a sua estreia nas difíceis e técnicas estradas mesãofrienses. Vão integrar um fantástico pelotão de 80 unidades que confirmaram presença na prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua e que, para além de contar para o campeonato Norte de Ralis, tem triplo destaque no 3º Desafio Kumho Portugal, ao contar para as contas do Kumho Norte, Kumho Centro e Kumho Asfalto.
Líderes
das competições Centro e Asfalto o troféu organizado pela ASR Tyres e pela marca
coreana, Fábio Santos e Ricardo Sismeiro querem dar continuidade a uma época
que tem sido bem-sucedida. Bairrada e Castelo Branco foram as duas provas que
disputaram e, como lembra o piloto, ambas se saldaram por “excelentes
resultados, tendo sido ainda importantes para ganharmos mais experiência com
Citroen Saxo e, sobretudo, para podermos aquilatar das melhorias que quisemos
introduzir com algumas alterações. Foram duas provas muito positivas e que nos
colocaram na liderança de duas competições Kumho”.
A presença em Mesão Frio é encarada como “uma experiência excelente. Vamos poder medir forças não só com os nossos adversários habituais, mas também com equipas do Norte, que sabemos serem também muito fortes e rodar em classificativas com características muito diferentes. Depois, o facto de ser no Douro dá uma beleza única à prova e estamos muito entusiasmados”. Mas, assim que comece a competição, o foco “vai ser na defesa das lideranças Kumho e, como tal, teremos como objetivo impor um bom ritmo e tentar vencer, apesar das dificuldades de ser a nossa primeira participação em Mesão Frio”, assumiu Fábio Santos.
Por seu
lado Ricardo Sismeiro, co-piloto e Team Manager, revela que “temos estado
a trabalhar continuamente na evolução do Saxo e, para Mesão frio, introduzimos
mais algumas alterações no Setup e vamos confiantes de que irá melhorar o comportamento
do carro. Estamos desejosos de que chegue o rali, ara dar continuidade a esta
nossa época que tem sido optima”.
O 9º Rali de Mesão frio terá início ao início da noite de sábado, 15 de agosto, sendo disputada uma única especial, nesse primeiro dia. No domingo, 16 de agosto, serão 7 as especiais a disputar. O rali terá 65,22 quilómetros de PEC’s e 59,88 kms de ligação.
O piloto regressou pontualmente às duas rodas motrizes e alinhou na prova insular com um Peugeot 208 R2 equipado com pneus KUMHO. Acompanhado pelo navegador Paulo Silva, viu a sua prova muito condicionada pelos problemas de motor no dia 1, andou sempre muito forte e venceu duas especiais.
Não foi tarefa fácil mais uma participação de Adruzilo Lopes no Rali Vinho Madeira. O piloto, que deixou na garagem o habitual Mitsubishi Lancer EVO IX e apostou nu 208 R2, partia para a prova madeirense com expectativas de lutar pelos lugares da frente entre os concorrentes com carros de 2 litros e 2 rodas motrizes.
Mas logo nos primeiros quilómetros, o piloto começou a sentir “uma crescente perda de rendimento no motor do Peugeot, que nos limitava fortemente o andamento”. O piloto nortenho refere que “tudo tentamos na assistência, mas, sempre que parecia que o carro tinha voltado ao normal, chegávamos às especiais e o problema voltava. Penso que terá sido algo relacionado com a altitude e a entrada de ar para o motor”. Mesmo assim, o piloto KUMHO almejou vencer uma das especiais nessa etapa inaugural.
No segundo e último dia de prova, Adruzilo Lopes e Paulo Silva já conseguiram atacar um pouco mais, com os problemas no Peugeot a ficarem debelados. Como tal, estiveram sempre “entre os mais rápidos e voltamos a vencer um dos troços”, defendendo Adruzilo que “se não tivessem sido os problemas, teríamos estado na luta pelo pódio nos 2L2R!”.
Quanto à prestação dos pneus
KUMHO, o piloto nortenho sentiu-se “sempre muito confiante. Apesar de ser
a primeira vez que rodo com estes KUMHO de asfalto, foram sempre sólidos e
capazes de permitir andar rápido, sendo capazes de se manterem competitivos ao
longo de toda a extensão das especiais”.
Agora o piloto já aponta a mira “para as 3 provas finais da época. Vamos estar presentes com a KUMHO nos ralis Alto Tâmega, Vidreiro e Casinos do Algarve, voltando a apostar no EVO IX e querendo estar na luta pelas vitórias entre os RC2N”.
O piloto, navegado por Luís Morgadinho, viveu um “carrossel de emoções” na sua primeira participação na prova madeirense. Um toque, logo na etapa inicial, condicionou por completo o resultado da dupla do Mitsubishi lancer Evo X. O 3º lugar entre os RC2N foi o resultado possível, numa jornada de grande esforço.
À partida para a Pérola do Atlântico, a equipa do Macambi Racing Team formada por Fernando Teotónio e Luís Morgadinho já contava com muitas dificuldades, resultantes do desconhecimento total das especiais muito próprias da ilha. E não foi, de todo, a estreia desejada. Depois de um começo cauteloso, com a primeira especial a servir e referência para com os adversários mais diretos, Teotónio e Morgadinho decidiram “aumentar um pouco o ritmo pois não está na nossa essência rodar a medo e muito abaixo dos limites” como nos salientou o piloto. Com este incremento de intensidade, a dupla assinou dois excelentes tempos na 2ª e na 3ª PEC, almejando entrar nos 10 primeiros entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis e assumindo um sólido 2º lugar entre os RC2N, logo atrás de uma dupla local.
Mas a 4ª classificativa seria madrasta e deitaria por terra todas
as ambições de Teotónio e Morgadinho para este rali. Um pequeno exagero
resultou num toque, que forçou a dupla a longos minutos de paragem e deixou o
Mitsubishi muito danificado. Com muito esforço conseguiram levar o carro até ao
fim da especial, mas, logo aí, verificaram não estarem reunidas condições para
continuar em prova, abandonando assim a luta no primeiro dia e quando ainda
faltavam mais 4 especiais para cumprir.
Parecia tudo perdido, mas, como
nos conta Luís Morgadinho, deu-se “um verdadeiro milagre. Os rapazes da
Domingos Sport são incríveis e, após horas e horas a tratar da mecânica e da “beleza” do carro e já noite dentro, completamente
exaustos, conseguiram colocar o Mitsubishi em condições para participarmos na
2ª e derradeira etapa, ao abrigo do Super Rally. A nossa equipa de assistência é
simplesmente fantástica e, mesmo sabendo que seria impossível recuperar posições,
quisemos aproveitar para rodar com o EVO X, ganhar experiência nestas
duras e diferentes estradas e fazer tudo para chegar ao fim, para amealhar pontos
que podem vir a ser preciosos na discussão do título”.
A segunda parte da prova seria muito mais calma e positiva. Fernando Teotónio e Luís Morgadinho cedo perceberam que, como refere o piloto, o carro “estava em boas condições mas, como é logico, longe de estar perfeito e, como tal, atendendo aos objetivos que temos para a época, optamos por uma toada cautelosa até porque terminar o rali era fundamental e, com o 3º lugar nos RC2N que, em termos de pontuação, corresponde ao 2º, conseguimos marcar pontos”, prevendo o piloto que “a batalha pelo título vai ser árdua e longa!”.
A equipa sai assim da Madeira com um sentimento agridoce. Ganhou experiência e logrou concluir esta dura prova, logo na estreia, mas viu a sua performance manietada pelas circunstâncias. Mas a garra que caracteriza Fernando Teotónio e Luís Morgadinho leva-os a prometer, desde já, que “em 2021 queremos voltar a este fantástico rali e para andar muito mais depressa!”