Pedro Antunes inicia no próximo fim-de-semana, no Rali do Alto Tâmega, a campanha na Peugeot Rally Cup Ibérica competição disputada ao volante do novo Peugeot 208 Rally 4 e com a qual o piloto torrense sonha com a conquista, apesar de uma concorrência onde estão incluídos os melhores pilotos jovens de Portugal e Espanha.
Navegado por Pedro Alves, e depois de já ter somado alguns quilómetros aos comandos da nova viatura de Duas Rodas Motrizes criada pela Peugeot Sport, onde venceu o Rally de Castelo Branco (CPR 2RM) e mostrou todas as suas potencialidades no Rally di Roma Capitale (FIA ERC), o jovem piloto mostra-se motivado para o início da competição onde deposita grandes esperanças.
“Sem dúvida que a Peugeot Rally Cup Ibérica é o nosso grande objetivo para 2020. Devido à pandemia a competição sofreu uma grande remodelação, passando de 6 para 4 corridas, todas em asfalto, o que vai deixar menos margem para erros. Sabemos que só com grande competência podemos superar os nossos adversários, todos com muita qualidade. Entrar a vencer é naturalmente um ótimo indicador e é nesse objetivo que vamos pensar já no Rali do Alto Tâmega”, começou por explicar o piloto torrense sem esquecer o Campeonato de Portugal de Ralis 2RM: “Sabemos que se formos competitivos na copa ibérica também estaremos a lutar pela vitória para o CPR 2RM, o que naturalmente torna este desafio duplamente interessante.”
O Peugeot 208 Rally 4 de Pedro Antunes contará com o apoio técnico e assistência da PT Racing, equipa em quem o piloto deposita toda a confiança. “A PT Racing foi uma das primeiras equipas a receber este novo modelo e é também uma das que melhor conhece todas as suas potencialidades. Prova disso foram os resultados e exibições recentes que conseguimos com o suporte da equipa”, explicou.
O Rali do Alto Tâmega marca o arranque da Peugeot Rally Cup Ibérica que conta, entre outros aliciantes, com um prémio final que permitirá ao vencedor um programa oficial em 2021 aos comandos de uma viatura da categoria R5.
O Rali do Alto Tâmega vai para a estrada nos dias 29 e 30 de Agosto e conta com 6 especiais de classificação, num total de 101,27km cronometrados.
A competir pela primeira vez a norte do Rio Douro, o jovem piloto de Vila Velha de Rodão alcançou um resultado positivo. Navegado pelo experiente Nuno Rodrigues da Silva, deu continuidade à sua evolução e almejou somar pontos fundamentais nas competições em que está envolvido.
O 9º Rali de Mesão Frio revelou-se um desafio difícil ma sonde a dupla formada por Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva esteve sempre competitiva. Aos comandos do Peugeot 206 Gti, o jovem piloto da Beira Baixa deu conta do recado e rodou sempre entre os mais rápidos da Divisão 2 do Desafio Kumho Portugal.
No fecho, Pedro Silva considerava que tinham “evoluído
bastante ao longo de um rali com um figurino de estradas totalmente novo para
mim. Dado a exigência do mesmo, considero agora que fizemos poucos
reconhecimentos, sendo necessário um conhecimento mais profundo perante a
dificuldade técnica desta magnífica prova”.
Como tal, o “jovem lobo” sente que a equipa não entrou “com um ritmo
suficientemente forte para fazer face da melhor maneira à numerosa e forte
concorrência presente , mas fomos crescendo ao longo de todo o rali, PEC após
PEC , tendo terminado o mesmo já com um ritmo bastante melhor, acabando mesmo a
disputar tempos com pilotos com montadas bastante mais potentes e mais
habituados a disputar ralis a Norte”.
O 9º lugar final entre os Kumho e o 3º no Grupo P1 permitiu “sair satisfeito. Amealhamos
alguns pontos para os Desafios Khumo Asfalto e Centro e Saímos de Mesão Frio
com a consciência plena que vamos para Vouzela bastante mais fortes e
competitivos”.
O piloto não quis deixar de “agradecer à minha família, sempre presente, à minha incansável e cada vez mais competente assistência prestada pelo Team Mateus, ao meu Navegador Nuno, pelos sábios e úteis conselhos que me continua a dar e a todos os restantes amigos e seguidores que estiveram presentes”.
Os ares do Norte sopraram ventos favoráveis às cores do RTS Rallye Team, apoiado pela Óptica Central e LPM Grupo NOV. Depois de um início de época atribulado, a prova nortenha viu a dupla que tripula um Peugeot 206 RC transformar o seu forte andamento num resultado muito positivo.
As duas primeiras provas da temporada tinham sido aziagas para as justas aspirações da dupla constituída pelo piloto leiriense e pela navegadora tripeira. Sempre muito rápidos e na discussão da primazia entre os concorrentes da Divisão 2 Kumho, viram as suas pretensões abaladas por problemas mecânicos que deitaram por terra os seus esforços na Bairrada e em Castelo Branco.
Como tal, chegavam a Mesão Frio com o firme propósito de “terminar o rali, fosse qual fosse o resultado, para fazer esquecer a falta de sorte que nos tem acompanhado”, confessou Pedro Santos. O piloto da capital do Liz não escondeu que “tudo o que nos sucedeu, não só nos limitou nas aspirações a lutarmos pelos títulos nos Desafios Kumho Centro e Asfalto e no Campeonato Centro de Ralis, mas ainda impediu que fossemos melhorando o carro, pois nada como a competição para realmente aquilatar da competitividade. Ter rodado mais de 60 quilómetros a fundo e sem qualquer problema, foi importante para conhecermos melhor o carro e ganharmos confiança”.
Mas a “série negra” teve um fim nas Portas do Douro. O 9º Rali de Mesão Frio mostrou-se, segundo o piloto, uma prova “fabulosa, com troços incríveis, muito técnicos e desafiantes e que nos obrigou a uma concentração máxima, até porque são completamente diferentes das especiais que usualmente enfrentámos nos ralis do Centro. Aqui, enfrentamos um encadeamento de curvas brutal e este desafio foi um momento de enorme aprendizagem para mim e para a Beatriz”.
E esta aprendizagem revelou-se digna de uma nota alta. Ao longo da prova Pedro Santos e Beatriz Pinto foram ficando cada vez mais rápidos e os tempos mostravam isso mesmo.
Com o Peugeot 206 RC do RTS Rallye Team, apoiado pela Óptica Central e LPM Grupo NOV a rugir tal como um leão saudável, a dupla almejou arribar ao palanque de fecho do 9º Rali de Mesão Frio no 5º lugar da Divisão 2 Kumho, entre as 17 equipas que terminaram nesta discussão dos pneus coreanos, alcançando ainda 3ª posição no Grupo P2 e o 2º posto na Classe 3, entre todos quantos participaram na prova.
Em jeito de balanço, Pedro Santos mostrou-se “muito satisfeito e mesmo aliviado. Finalmente terminamos um rali este ano e logo com um bom resultado. Sabemos que podemos e temos de fazer mais e melhor, mas tornou-se claro que terão de contar connosco na discussão pelos lugares de topo em todas as provas. Temos o sonho e o objetivo de ainda chegar às vitórias durante 2020”.
Pedro Santos finalizou destacando “o trabalho magnífico da nossa equipa. na RTS somos uma verdadeira família de adrenalina e vontade de vencer. A RTS tem vindo a crescer não só a nível de resultados como também de pilotos”.
A dupla leiriense enfrentou nas Portas do Douro uma espécie de versão motorsport da chamada Lei de Murphy: “tudo o que puder dar errado dará”. De um princípio de incendio a fortes penalizações, de tudo um pouco aconteceu à equipa Prototype FS Racing Team, numa prova malfada.
A dupla do Citroen Saxo chega a Mesão Frio muito motivada pela liderança dos Desafios Kumho Centro e Asfalto e cheia de vontade de brilhar na sua estreia nas difíceis estradas do Douro Vinhateiro. Em busca de uma resultado que lhes permitisse manter as lideranças das duas competições, Fábio Santos e Ricardo Sismeiro partiram para a curta seção inicial, na noite de sábado, com o propósito de rodar forte e, na única especial realizada, perceber em que fasquia colocavam o seu andamento, perante a forte concorrência dos pilotos nortenhos, a que se juntava a presença da maior parte dos pilotos que, normalmente, são adversários no Centro.
E foi aí
que a tal dita Lei de Murphy decidiu aparecer e em força. Conta-nos o piloto
que “enfrentamos uma série de azares. Penalizamos fortemente mesmo antes
de partir para a especial, por termos tido um lapso que nos forçou a partir
fora da nossa hora e, como se isto já não bastasse, mais a menos a meio da
classificativa, perdemos potência e tivemos de baixar o ritmo para conseguir
terminar, tendo, mesmo assim, realizado um tempo até satisfatório. Logo a
seguir o carro sofreu um princípio de incêndio e ficamos perante a forte possibilidade
de ter de abandonar o rali logo ali.”
Mas o espírito
guerreiro que preside à equipa não lhes permitia deitar, desde logo, a toalha
ao chão. E iniciaram o que acabaria por ser a “longa noite” para tentarem
colocar o Citroen Saxo em condições para poder arrancar no segundo dia, já em
modo “Rallye 2”.
Ricardo
Sismeiro, navegador e Team manager, relembra a verdadeira saga que “todos
vivemos, principalmente a nossa equipa técnica. O António, pai do Fábio, o seu primo
Fernando, que foi em tempos engenheiro da Citroen Sport e o seu amigo Rui, que
têm sido sempre incríveis, desta feita levaram o seu esforço e o seu talento a
um nível ainda mais alto. Respiramos fundo. Estávamos a 25º quilómetros de
casa, muito longe da nossa base, mas a equipa foi fantástica”. Com
todos a trabalhar a toda a velocidade, o responsável lembra que “eu e o Fábio
tentamos descansar um pouco, enquanto a equipa trabalhava, sempre atentos ao
que fosse preciso”.
E é aqui que se vê o excelente ambiente que se vive nos ralis. Fábio Santos destaca “o apoio e a amizade de outros pilotos, concorrentes diretos, que tudo fizeram para que não desistíssemos. Queremos agradecer ao Pedro Silva, ao pedro Santos, ao Nuno Serôdio, entre outros, pela solidariedade e pelo material que nos cederam. Foram grandes!”. Paralelamente, coube ao navegador e team manager fazer duas viagens a Amarante, para adquirir novos extintores, depois e viver a aventura de “a altas horas da noite tentar encontrar quem e onde teria esse material, mas tudo se compôs!”. Carro colocado em parque fechado e a equipa tentou repousar o máximo.
O 2º dia erguia-se
com a dupla a saber que, como diz Fábio Santos, nada havia a fazer “quanto
a uma boa classificação, mercê dos 19 minutos de penalização, mas queríamos
encarar este dia como um longo teste em prova, quanto à nossa competitividade.
E correu tudo muito bem. Gerimos quando tínhamos que gerir, atacamos quando tínhamos
que atacar, assinamos excelentes tempos e provamos que estávamos capacitados
por lutar pelos lugares cimeiros. Adoramos as classificativas e a sua
dificuldade técnica e a forma como, num único troço, alternávamos zonas rápidas,
de coração, com zonas muito técnicas, permitiu-nos também perceber o que temos
de melhorar no carro para que o comportamento venha a ser muito mais eficaz”.
Piloto e navegador destacam ainda que, como diz Ricardo Sismeiro, este Rali de Mesão Frio é “fantástico. Estradas incríveis, paisagens deslumbrantes. Esta estreia foi negra, mas queremos voltar em 2021!”
No fecho, a dupla quedou-se pelo 17º lugar na Divisão 2 do Desafio Kumho, resultado modesto, mas quem em nada mancha a exibição e em nada hipoteca as possibilidades de chegarem aos dois títulos em jogo.
Na sua estreia no Campeonato Norte de Ralis, a dupla vianense António Alves / João Bompastor Ferreira esteve este fim de semana no Rali Município de Mesão Frio. A formação que defende as cores da Nortaluga Racing alinhou com o habitual Peugeot 106 assistido pela JJ Team na prova do Clube Automóvel da Régua integrada no Desafio Kumho, provando diversas soluções num rali que serviu como um bom teste para a equipa, apesar do abandono já perto do fim.
A dupla procurou encontrar um ritmo rápido e sem exageros o que permitiu uma evolução
notória de troço para troço, nesta fase ainda bastante prematura da equipa: “procuramos
acumular quilómetros em competição porque os ralis são algo ainda muito novo
para nós e queríamos ganhar o máximo de experiência, o que foi de certa forma
conseguido.
Contudo, um pequeno toque em Cidadelhe 3 acabou por levar ao sobreaquecimento do Peugeot e na ligação para a derradeira classificativa fomos forçados a parar”, explica António Alves, acrescentando que “apesar do pequeno azar e do abandono, não podemos sair de Mesão Frio totalmente tristes pois acabou por ser um bom teste, com uma óptima adaptação aos pneus Kumho que nos deu mais conhecimento do carro para os próximos ralis.” Por seu lado, o navegador João Bompastor Ferreira realça “o excelente trabalho de toda a equipa de assistência que esteve incansável ao longo de toda a prova. Apesar do azar já perto do final, penso que globalmente tivemos um desempenho muito positivo tendo em conta a nossa ainda reduzida experiência”. António Alves e João Bompastor Ferreira deixam uma palavra de agradecimento a toda a estrutura da JJ Team, bem como aos patrocinadores e a todos quantos apoiam a equipa.
A dupla voltou momentaneamente aos ralis, para fazer parte da festa da prova mesãofriense, organizada pelo Clube Automóvel da Régua, agremiação que muito diz aos pilotos da NJ Racing.
Tinha tudo para ser uma aventura, cujo mote à partida prestava total vassalagem ao divertimento e à vontade de apoiar a organização, usufruindo de um evento que, ano após ano, ganha cada vez mais importância, mercê da sua qualidade. Aliás, a ligação da equipa ao CAR (clube organizador) levou outro dos craques, António Rodrigues, a prestar serviço, tripulando um dos carros de segurança da prova.
E a realidade
em nada defraudou a expectativa de João Guimarães e de Nuno Pinto.
A dupla de pilotos da NJ Racing apresentava-se no palanque de saída do rali em condições diferentes: João, que se assumiu como piloto de serviço, voltava a guiar num rali muitos anos depois. Já Nuno Pinto deixava o volante de competição para se estrear na bela arte de ditar notas. Longe dos objetivos estava qualquer ambição classificativa, até porque a dupla da NJ Racing participou com um Peugeot 206 GTi bem diferente do 206 RC que João Guimarães guia habitualmente na Montanha.
O foco estava
em terminar o rali e gozar ao máximo a aventura, desiderato plenamente
alcançado, como, aliás, nos confirmou João Guimarães no final. O piloto
celebrava “termos chegado ao fim, conseguindo cumprir o que nos tínhamos proposto
fazer. Foi um rali muito bonito, onde fomos evoluindo tanto na condução como na
comunicação com o Nuno Pinto, que se saiu muito bem na sua primeira experiência
como navegador!”.
Mesmo andando
rápido, pois não sabem estar em prova de outra forma, a dupla considera que “o
momento alto do rali aconteceu no último troço, quando passamos à porta de casa
do Nuno e fomos brindados com uma festa enorme, pois estava lá a claque da NJ Racing
à nossa espera e a festa foi de arromba!”.
A dupla agradece
“aos nossos patrocinadores que tornaram possível a nossa participação: Saniregua,
Cartondela, 100hectares, Clube Automóvel da Régua, Fisioponte, Farmácia da Ponte
e Nuno Pinto Arquitetura e Engenharia”, não esquecendo “a
HSperformance Richard Sport, por nos terem colocado o carro nas mãos e terem
estado sempre disponíveis na assistência”.
Agora a dupla de craques torna a voltar atenções para a Montanha, sendo grande o desejo de que a época recomece.
No passado fim-de-semana, foi a vez de Rodrigo Correia e Miguel Paião “disputarem” o território da Região Demarcada do Douro, recolhendo uma extraordinária reserva no Rali Município de Mesão Frio.
Este
fim-de-semana, o jovem piloto de apenas 16 anos teve nova oportunidade de
efectuar mais de meia centena de quilómetros no Rali Município de Mesão Frio.
Nas “Portas do Douro”, que deslumbram pela sua beleza vinhateira e que atraem
muitos visitantes, Rodrigo Correia alcançou mais um período de amadurecimento
no processo de aprendizagem.
O
seu processo de maturação é feito, basicamente, no interior do Kia Picanto GT
Cup, numa função que é coadjuvada por Miguel Paião, numa função que é fazer com
que haja o equilíbrio entre aluno e mestre. Na competição desenhada a régua e
esquadra no concelho de Mesão Frio pelo Clube Automóvel da Régua, a dupla
Rodrigo Correia e Miguel Paião recolheu na região vinhateira uma excelente
colheita: 28.º lugar à geral – num universo de quase 80 equipas presentes, em
que terminaram 49 –, terceiro na Classe 3 e quarto no Grupo 2.
Com
aventura nos ralis a arrancar no início deste ano, a 7 e 8 de Março, no Rali da
Bairrada, em Vagos, pontuável para o Centro de Ralis, prosseguindo, de 3 a 5 de
Julho, em Castelo Branco, na estreia absoluta no Portugal de Ralis, a equipa
assumiu na terceira prova, em Mesão Frio, um papel ativo e extraordinário,
saindo daquela região deslumbrante muito satisfeita com as ilações retiradas.
“Em
termos de aprendizagem, melhor era praticamente impossível. Por tudo isto, só
tenho que agradecer a todos os parceiros por terem depositado em mim toda a
confiança, e aos meus familiares e amigos que continuaram a apoiar-me. Sem eles
não seria possível este crescimento desportivo. Também é do conhecimento geral
que não é possível vencer de um dia para o outro, até porque não é esse o
padrão que elegemos, o qual passa por aprender cada vez mais e, por isso, da
minha parte podem contar com o maior empenho e com a certeza de que darei
sempre o máximo para conseguir absorver os melhores ensinamentos com o Miguel
Paião que, além de ser um excelente piloto e navegador, é também um distinto
pedagogo”, afirmou o piloto de Reigoso, concelho de Oliveira de Frades.
Tanto
Rodrigo Correia como Miguel Paião saíram de Mesão Frio animados com os
resultados alcançados, mas conscientes, todavia, que muito trabalho terão pela
frente, no sentido de aperfeiçoar todo o tipo de processos, em que o ponto
forte passa, forçosamente, pela melhoria de comportamentos a cada abordagem de
provas.
O próximo compromisso de Rodrigo Correia e Miguel Paião com o Kia Picanto GT Cup é o Constálica Rallye Vouzela a 27 de Setembro.
Foi impróprio para cardíacos. No final de mais de 62 quilómetros contra o cronómetro, um ténue décimo de segundo separou primeiro e segundo na Divisão 2 do Desafio Kumho Portugal. Destaque ainda para as 23 equipas que, em Mesão Frio, tornaram bem forte a “armada” Kumho.
O 9º Rali de Mesão Frio assinalou o regresso a norte da edição 2020 do Desafio Kumho Portugal. Num ano em que tem sido tremendo o esforço para construir um calendário robusto, mercê dos efeitos do surto pandémico, a ASR Tyres decidiu fazer com que o rali nas Portas do Douro contasse para 3 competições: Desafio Kumho Asfalto, Norte e Centro. Essa tripla proposta tornou o rali muito atrativo e as equipas aderiram em força, estando 23 presentes na prova, permitindo uma interessante luta entre equipas que normalmente só competem no Norte e outras que colocam o foco no Centro.
Em termos competitivos, este foi um rali que fica para os anais. 1 décimo de segundo. Eis a “magra” diferença que ditou lei na atribuição da vitória na Divisão 2 Kumho. Protagonistas deste “duelo de pistoleiros” foram as duplas Hélder Miranda/Rui Teixeira (Seat Ibiza) e Pedro M. Serôdio/Hugo Marques (Citroen Saxo). Protagonizaram uma luta sem tréguas e chegaram ao fim empatadas no que concerne às vitórias em classificativas: 4 para cada lado.
Serôdio e Marques entraram a vencer na especial noturna, enquanto Miranda e Teixeira eram autores do 6º tempo. A equipa do Seat Ibiza aumentaria o andamento de forma intensa na jornada de domingo, saindo vencer das PEC nº 2, 4, 6 e 7, tendo pelo meio, chegando finalmente à liderança nesta 3ª passagem por barqueiros, de onde as duas duplas saíram separadas por 2,2 segundos.
Ficava tudo para ser resolvido nos 5,51 kms da única passagem por Oliveira, 8ª e última especial da prova. Foi Serôdio a vencer, mas recuperando apenas 2,1 segundos, quedando-se assim pelo 2º lugar, a 1décimo de segundo da vitória.
Um duelo épico, que permitiu ainda às duas equipas serem 6ª e 7ª, respetivamente, na geral, numa prova emocionante entre os Kumho!
No 3º lugar terminariam Miguel Teixeira e Vítor Pereira, a 26,8 segundos da frente. Os dois continuam a maravilhar com o recital de condução que dão com o seu BMW E30. O 4º posto foi recompensa para o andamento de Miguel Carvalho e António Freis, num Peugeot 206 Gti.
Entre as equipas “centristas”, o destaque vai para a dupla Pedro Santos/Bia Pinto (Peugeot 206 RC) que, ao garantir o 5º lugar, chegaram finalmente a um resultado positivo, afastando os azares que os tem condicionado na época. Capela Morais e António Vieira colocaram o Skoda Fabia RS Tdi em 7º, sendo seguidos na classificação pela dupla Francisco Azevedo/Nuno Ferreira, sempre senhores de um andamento incrível no “velho” Peugeot 205. O Top 10 desta divisão ficou completo com a presença no 9º lugar de Pedro Silva/Nuno R. Silva (Peugeot 206 Gti), enquanto o 10º posto foi assegurado por Pedro Lopes e Duarte Gouveia, num 207 Gti da marca francesa.
Um duelo épico, que permitiu ainda às duas equipas serem 6ª e 7ª, respetivamente, na geral, numa prova emocionante entre os Kumho!
No 3º lugar terminariam Miguel Teixeira e Vítor Pereira, a 26,8 segundos da frente. Os dois continuam a maravilhar com o recital de condução que dão com o seu BMW E30. O 4º posto foi recompensa para o andamento de Miguel Carvalho e António Freis, num Peugeot 206 Gti.
Entre as equipas “centristas”, o destaque vai para a dupla Pedro Santos/Bia Pinto (Peugeot 206 RC) que, ao garantir o 5º lugar, chegaram finalmente a um resultado positivo, afastando os azares que os tem condicionado na época. Capela Morais e António Vieira colocaram o Skoda Fabia RS Tdi em 6º, sendo seguidos na classificação pela dupla Francisco Azevedo/Nuno Ferreira, sempre senhores de um andamento incrível no “velho” Peugeot 205. Frederico Monteiro e Paulo Santos vieram de Leiria com o seu habitual 206 Gti para conquistarem o lugar 8 na tabela da Divisão Kumho 2.
O
Top 10 desta divisão ficou completo com a presença no 9º lugar de Pedro
Silva/Nuno R. Silva (Peugeot 206 Gti), enquanto o 10º posto foi assegurado por Pedro
Lopes e Duarte Gouveia, num 207 Gti da marca francesa.
Entre as equipas “centristas”, o destaque vai para a dupla Pedro Santos/Bia Pinto (Peugeot 206 RC) que, ao garantir o 5º lugar, chegaram finalmente a um resultado positivo, afastando os azares que os tem condicionado na época. Capela Morais e António Vieira colocaram o Skoda Fabia RS Tdi em 7º, sendo seguidos na classificação pela dupla Francisco Azevedo/Nuno Ferreira, sempre senhores de um andamento incrível no “velho” Peugeot 205. O Top 10 desta divisão ficou completo com a presença no 9º lugar de Pedro Silva/Nuno R. Silva (Peugeot 206 Gti), enquanto o 10º posto foi assegurado por Pedro Lopes e Duarte Gouveia, num 207 Gti da marca francesa.
Mais 7 equipas da Divisão 2 lograram concluir esta prova desafiante que se transformou-se num pesadelo maior para a dupla que aqui chegava no comando da geral dos Desafios Kumho Asfalto e Terra.
Fábio Santos e Ricardo Sismeiro enfrentaram um princípio de incêndio, logo na primeira especial, que os levou a desistir e a voltar em modo “Rally 2” e foram ainda alvo de penalizações que, somadas, totalizaram 19 minutos. Um rali para esquecer embora, mesmo com todas as agruras, lograram terminar em 17º.
Quanto às contas da Divisão 1, a dupla Gaspar Pinto/Bernardo Gusmão protagonizou uma corrida solitária, na ausência dos outros habituais intervenientes. Nem essa condição os deteve de demonstrar sempre toda a sua tradicional rapidez e à lógica vitória para o Desafio Kumho Portugal, juntaram ainda um excelente 8º lugar à geral no rali, voltando assim a estar em destaque e a amealhar muitos pontos para o campeonato.
A Armada Kumho volta ao serviço dentro de aproximadamente duas semanas. Será no rali Alto Tâmega e contará para os Desafios Kumho Asfalto e Norte.
A prova de reabertura do Campeonato Norte de Ralis foi emotiva e levou muito público que, de forma ordeira, assistiu a um espetáculo bem montado pelo Clube Automóvel da Régua. João Barros (Citroen C3 R5) voltou a ser o mais rápido e, a exemplo de 2019, reclamou a vitória no grupo X5, enquanto o jovem Pedro Almeida colocava o Peugeot 208 Rallye 4 no palmarés da prova, vencendo a geral no CNR. Destaque ainda para o recorde de equipas participantes: 74 estiveram à partida.
Já são 5 as vitórias consecutivas da “The Racing Factory” nos ralis nacionais. 2 por Armindo Araújo no CPR, duas por Miguel Nunes no CPR e no CRM e agora foi a vez de Pedro Almeida dar à estrutura liderada por Aloísio Monteiro e Justino Reis mais um triunfo numa geral. Pelo andar da carruagem, a equipa ainda vai ter de mudar o nome para “The Victory Factory”!
O piloto famalicense, navegado por Hugo Magalhães, chegou à liderança da prova na 3ª PEC, que venceu, a exemplo do que sucederia nas especiais seguintes, onde reclamou sempre o triunfo. No fecho da prova, tinha cimentado uma liderança que se cifrou em 32,3 segundos de vantagem sobre Lucas Simões e Simplício Gonçalves.
Esta dupla, que esteve em Mesão Frio com um Mitsubishi Lancer EVO IX, voltou a rubricar uma excelente exibição e o resultado alcançado permitiu-lhes cimentar a liderança absoluta do Campeonato Norte de Ralis.
No fecho da prova, Pedro Almeida mostrava-se “muito contente por ter vencido uma prova à geral, mas, acima de tudo, satisfeito por termos vindo a este fantástico rali cumprir quilómetros preciosos na adaptação ao carro, preparando assim da melhor maneira o Rali Alto Tâmega, onde, daqui a 15 dias, começaremos a nossa participação na Peugeot Rallye Cup Iberica”. O craque nortenho salientou ainda que “ao longo do rali, fomos alterando muitas coisas no carro e, sobretudo na secção final, durante a tarde de domingo, ficamos muito satisfeitos com o comportamento do Peugeot”. Pedro Almeida quis ainda realçar “o excelente rali que a organização montou. Já tinha aqui corrido há 4 anos e esta prova começa a provar poder um dia dar o salto para o nacional”.
O 3º lugar final seria obtido pela dupla formada por dois grandes campeões: Fernado Peres e Filipe “Fifé” Fernandes. Tripulando o Mitsubishi Lancer EVO IX da Peres Competições, os dois fizeram um rali em crescendo e foram premiados com o último degrau do pódio, a 1:12.9 da dupla vencedora.
Uma palavra totalmente justa para a exibição da dupla local formada pelos irmãos Alberto e Adriano Pereira. Aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO VII da Clínica Oftalmológica das Antas, o edil de Mesão Frio e o seu navegador assinaram uma “faena” impressionante, pulverizando os tempos entre o CNR na 1ª e na 2ª especial, assumindo uma justa e espetacular liderança até, já na 3ªPEC (Cidadelhe), sofrerem uma saída de estrada, que os forçou a desistir.
O incidente em nada mancha a sua exibição extraordinária, que tem de ser realçada, como destacada tem de ser a enorme contribuição que Alberto Pereira dá, enquanto Presidente da Câmara Municipal de Mesão Frio, à realização da prova e à sua crescente importância no panorama nacional.
Já quanto às contas do 3ª Desafio Kumho Portugal, que tinha aqui uma prova a contar para os Desafios Norte, Centro e Asfalto, vitórias de Hélder Miranda/Rui Teixeira (Seat Ibiza na Divisão 2 e de Gaspar Pinto/Bernardo Gusmão (Mitsubishi Lancer EVO IX) na Divisão 1. De realçar que alinharam em Mesão Frio 25 equipas com os pneus coreanos, numa demonstração de vitalidade da competição organizada pela ASR Tyres.
Barros repete dose de 2019 e domina X5
Em cada prova em que vemos João Barros competir, voltamos a pensar quanto injusto é para os ralis nacionais este fantástico piloto não estar a “tempo inteiro” no campeonato maior. Acompanhado desta feita pelo experiente Jorge Henriques, o piloto da Fibromade deu mais um recital de condução no exigente asfalto mesãofriense, sendo sempre o mais lesto e voltando a triunfar nesta prova nas Portas do Douro.
8 especiais no cardápio e 8 vitórias para a dupla do Citroen C3 R5, chegando ao fecho com a vitória no grupo X5 e o troféu de equipa mais rápida de todas quantas participaram no rali, chegando ao pódio final com um sentimento de “muita felicidade por ter podido andar tão rápido, num rali que gosto muito e que nos permitiu ganhar ritmo para o Alto Tâmega. Quero realçar que adoro estas especiais e que a organização esteve, uma vez mais, ao mais alto nível. Destaco ainda ter conseguido baixar os tempos que tinha feito em 2019, sentindo estar cada vez mais adaptado ao Citroen. Foi um magnífico rali!”.
Atrás de
si, cedo Vítor Pascoal e Ricardo colocaram o Porsche 911 GT3 CUP (991) na
segunda posição deste duelo particular. O bicampeão nacional da Categoria RGT
terminaria a 1:34.2 de João Barros, tendo também aproveitado a prova para
preparar a próxima prova do campeonato principal, a exemplo do que sucedeu com
os terceiros classificados, os seus colegas de equipa Pedro Silva/Alexandre
Rodrigues, que colocaram o Porsche 997 GT3 no 3º posto deste Grupo X5, depois
de uma luta muito interessante com os irmãos António Cruz Monteiro/Ana Cruz
Monteiro, quartos classificados, aos comandos do Peugeot 208 T16 R5 da equipa
LPM Grupo NOV.
56 equipas lograram arribar ao palanque de fecho deste 9º Rali de Mesão Frio. No final, era geral a opinião de que foi alta a bitola organizativa do Clube Automóvel da Régua e do Município de Mesão Frio, tal como, diga-se em abona da verdade, já nos habituaram no passado.
O edil do concelho mesãofriense brilhou nos 5,2 kms da especial de Santo André e colocou o seu Mitsubishi Lancer Evo no comando, após este primeiro duelo entre os concorrentes do Campeonato norte de Ralis.
O arranque da 9ª edição do Rali
de Mesão Frio transformou-se numa noite de gala e numa jornada que cumpriu integralmente
o que se pede neste período de desconfinamento e de combate ao surto pandémico.
O Clube Automóvel da Régua e a Câmara Municipal fizeram jus aos pergaminhos da prova organizada nas Portas do Douro e prepararam com todo o cuidado o rali, sendo premiados pela presença de muito público, neste regresso do Campeonato Norte à estrada, sendo de destacar que o comportamento de todos quantos estiveram na prova não deu dores de cabeça à organização, nem às forças de autoridade, existindo um cumprimento geral das directrizes traçadas pela DGS e pela FPAK.
E se João Barros e Jorge Henriques (Citroen C3 R5) voltaram a provar toda a sua rapidez, sendo os mais lestos do pelotão, ao cravar no cronómetro a marca de 3:01,0, liderando assim no Grupo X, o destaque da noite vai para o anfitrião da prova: Alberto Pereira, presidente do Município de Mesão Frio, colocou o seu Mitsubishi Lancer Evo VII na liderança do pelotão do Campeonato Norte de Ralis,.
O piloto edil, que é navegado pelo seu irmão Adriano, não apenas assumiu essa primazia, mas ousou ser o segundo mais rápido entre as 74 equipas que alinharam à partida, distribuídas pelo CNR e pelo Grupo X5, registando 3:10,2 para percorrer os 5,2 quilómetros da especial de Santo André. Notável, mas não tão estranho quanto possa parecer.
O Presidente da Câmara Municipal de Mesão Frio tem construído uma carreira enquanto piloto já muito significativa. Nos últimos anos estabeleceu-se como um dos pilotos em destaque no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, com várias vitorias e pódios na sua Divisão e Categoria. Agora, aliando a sua rapidez ao conhecimento do terreno, rubricou uma exibição de gala nestes primeiros quilómetros e provou estar no rali para lutar pelos lugares de topo.
Entre os melhores da noite, destaque ainda para André Cabeças que colocou o Citroen DS3 R5 na 2ª posição dos X5, com Carlos Matos (Peugeot 208 T16 R5) a ser o terceiro melhor deste grupo especial. A luta pelo pódio neste Grupo promete proporcionar um grande espetáculo ao longo de toda a prova.
Nas contas a Norte, Pedro Almeida, que está em Mesão Frio a fazer quilómetros tendo em vista a sua participação no Rali Alto Tâmega, foi o 2º melhor na especial, a 2,7 seg de Alberto Pereira, com outro Peugeot, este um 208 R2 tripulado por Augusto Costa a ser terceiro, 9.8 segundos mais lento do que o primeiro líder da prova. Lucas Simões (Mitsubishi Lancer EVO IX), que chegou a este rali na liderança do campeonato, rubricou apenas o 5º tempo, logo atrás de Fernando Peres, também num EVO IX.
Nas contas do 3º Desafio Kumho Portugal,
Gaspar Pinto (Mitsubishi Lancer EVO IX) lidera na Divisão 1, o mesmo
acontecendo com Pedro M. Serôdio (Citroen Saxo) na Divisão 2.
Este domingo é o dia gordo de competição
desta 9ª edição do Rali de Mesão Frio, 7 especiais de classificação, num total
de 57 kms, com a consagração dos vencedores a acontecer ao fim da tarde.