Categoria: Ralis

  • Motorsport Hoje: à conversa com Armindo Araújo

    Numa altura em que o desporto automóvel está paralisado, o jornalista Joaquim Amândio Santos fala com protagonistas do Motorsport, para saber como estão a encarar este período. Hoje, o convidado é Armindo Araújo, pentacampeão nacional de ralis e atual líder do CPR 2020.
    A edição de imagem é assinada por Armando Leitão e a sonoplastia por Paulo Seabra, numa produção conjunta VMotores e Golo FM.

  • Vodafone Rally de Portugal adiado

    Na sequência da pandemia global do novo Coronavírus, o WRC Vodafone Rally de Portugal 2020, quinta ronda do Campeonato Mundial de Ralis da FIA, foi adiado.

    A notícia não é, de todo, inesperada pois, a progressão da pandemia fazia prever este desfecho.A prova portuguesa, queestava marcada para decorrer nas regiões do Norte e do Centro do País, entre 21 e 24 de maio, fica adiada para data a definir. Após a entrada em vigor do Estado de Emergência em Portugal, e com o acordo unânime das autoridades nacionais, da FIA e do promotor, o Automóvel Club de Portugal solicitou o adiamento do WRC Vodafone Rally de Portugal.

    “Queremos agradecer a todos os nossos patrocinadores e parceiros pela compreensão e esperamos contar com todos numa data posterior este ano”, declarou Carlos Barbosa, presidente do ACP.

    Para o promotor do WRC, Oliver Ciesla, “estamos todos a trabalhar para identificar possíveis datas alternativas no final da temporada, caso a situação do COVID-19 melhore, levando em consideração a logística do campeonato, a capacidade de as equipas viajarem novamente e a capacidade dos respetivos países organizarem o WRC nessa altura.”

  • Rally Vila Medieval de Ourém 2020 aponta ao Nacional

    O Rally Vila Medieval de Ourém é já uma referência do desporto motorizado nacional e conta com a participação de um leque de pilotos de primeira linha, especiais desafiantes e milhares de pessoas nas estradas para assistir a todas as emoções da prova que, este ano, contará para o Campeonato de Portugal de Ralis RGT, Campeonato Centro de Ralis e para os Desafios Kumho Centro e Asfalto.

    Ao longo das diferentes edições a prova tem-se mostrado um sucesso, tendo a última edição batido recordes impressionantes. Esta contou com a presença de milhares de espetadores, de 70 inscritos e envolveu a nível de logística cerca de 600 pessoas, que contribuíram para que a prova decorresse da melhor forma.

    A edição 2020 volta a ser prova candidata ao campeonato de Portugal de Ralis 2021, tendo por isso aumentado a quilometragem de especiais e criado quer um Quallifying Rally, quer uma Power Stage.

    Apesar das excelentes condições de segurança que a prova sempre ostentou, o Olival Motorizado anunciou que, mesmo assim, vai reforçar os meios nessa área, apostando ainda no reforço da divulgação e num excelente programa de animação do evento.

    A edição deste ano traz de regresso a especial ” Pegadas dos Dinossauros” e terá como novidade a especial do Olival. Outra das mudança será a tripla passagem pelas classificativas de Olival e Alqueidão sendo esta ultima a Power Stage.

    O Rally Vila Medieval de Ourém também receberá mais uma ação de sensibilização para a redução da pegada ecológica da prova. Numa iniciativa conjunta da FPAK, do Município de Ourém e do Olival motorizado, serão plantadas árvores num local a anunciar.

    O Rally terá mais uma vez o seu Centro Operacional no Centro Municipal de Exposições de Ourém, local onde funcionará também a sala de imprensa, secretariado e verificações administrativas. O Parque de Assistência será uma vez mais no largo do mercado. O pódio o local de partida são ambos em frente ao Centro de Exposições de Ourém.

  • Armando Carvalho e Ana Santos imperiais na Bairrada

    A dupla do Evo V deu aos pneus KUMHO a primeira vitória à geral na época 2020. Fábio Santos venceu a Divisão 2 KUMHO e brilhou entre as duas rodas motrizes.

    A 1 edição do Rali da Bairrada, prova inaugural do Campeonato Centro de Ralis, também abriu as “hostilidades” no que concerne aos desafios KUMHO CENTRO e KUMHO ASFALTO desta época.

    E o selo KUMHO ficou bem vincado na história da prova, com os “craques” do pelotão que “calçavam” os pneus coreanos a dominarem o rali.

    Uma dupla se destacou por inteiro. Dando continuidade ao seu grande momento de forma de 2019, Armando Carvalho e Ana Santos realizaram um rali impressionante, com um andamento colossal, de fio a pavio, colocando o Mitsubishi EVO V no comando deste a Street Stage de abertura e não mais o largou até ao pódio final.

    O seu domínio foi tão vincado que venceram 5 das 6 especiais entre os concorrentes do CCR e 4 entre as seis no que respeita à luta KUMHO. Neste capítulo o seu triunfo nunca esteve em causa, mesmo sofrendo oposição por parte da dupla Nuno Mateus/Paulo Pimentel (Mitsubishi EVO). Estes, inscritos no Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, competição que também arrancou neste rali, ostentaram sempre um andamento forte, que, apesar de problemas de tração na Street Stage inicial, lhes deu a liderança entre os Clássicos e a segunda posição na Divisão 1 KUMHO, mesmo até ao último troço. Aí uma rutura no cabo do acelerador fê-los ingloriamente cair para o 4º posto na Divisão 1 KUMHO, sendo sétimos entre os clássicos

    O 2º posto na divisão foi reclamado por Rui Santos e João Sebastião. A dupla, cujo Subaru Impreza tem agora assistência da Domingos Sport, está a fazer um fantástico arranque de época. Sempre muito eficazes e regulares, lograram juntar mais um 2º lugar absoluto e entre os KUMHO ao seu palmarés.

    O 3º lugar na Divisão 1 KUMHO foi o prémio de Paulo Correia e Tiago Amado. Mesmo tendo efetuado metade da prova com um coletor de escape partido, A dupla do Renault Twingo R2 rodou sempre forte e mereceu o prémio final.

    Daniel Ferreira e Rodrigo Pinheiro foram os azarados da prova. Uma avaria elétrica parou Mitsubishi carisma GT, logo na 2ª especial, forçando-os a desistir. A maré de pouca sorte também bateu à porta de Paulo Ferraz e António Alexandre. A “toalha ao chão”, ainda e sempre na 2ª PEC, deveu-se a um diferencial partido no Subaru Impreza.

    Fábio Santos vence duelo intenso e triunfa na Divisão 2

    Foi bem “rasgadinha” a batalha pela primazia na Divisão 2 KUMHO. Fábio Santos e Ricardo Sismeiro reclamaram a vitória, mas esta exigiu muito “suor e talento”, pois resultou de uma acesa batalha, primeiro a 3 e depois a 2, quase até ao último quilómetro.

    Pedro Santos/Beatriz Pinto (Peugeot 206 RC) venceram a Street Stage de abertura, mas um problema do acelerador forçou-os ao abandono, logo na malfadada 2ª PEC.

    Aí, saltaram para o comando Pedro Silva e Nuno Rodrigues da Silva, num Peugeot 206 Gti, com 8 décimas de avanço sobre os futuros vencedores. Estava dado o mote para o duelo intenso que travaram.

    Fábio Santos venceria 3 dos 4 troços que restavam e, dessa forma, logrou suplantar Pedro Silva, com os dois a chegarem ao pódio apenas separados por 13,4 segundos.

    São dois “jovens lobos” com um grande futuro pela frente!

    O 3º lugar na Divisão 2 KUMHO foi ocupado por Filipe Abrantes/Marco Vilas Boas (Citroen C2 R2), que assinaram uma prova muito equilibrada e sem erros.

    O belo Ford Escort RS 2000 de Hélder Cordeiro e Bruno Pereira terminou no 4º posto final, depois de uma prova em que as condições atmosféricas e as escolhas de pneus foram uma condicionante para a dupla. Problemas mecânicos no Peugeot 206 Gti apoquentaram Frederico Monteiro  e Paulo Santos mas, mesmo assim, asseguraram o 5º lugar final.

    Mais duas duplas sofreram as agruras da desistência, nesta divisão. Paulo Santos e José Marques baquearam com uma transmissão partida no Peugeot 206. Já Victor Gomes e Joel Oliveira ficaram sem 5ª e 6ª velocidade no Peugeot 206 Gti, optando pela desistência para proteger a mecânica.

    O 3º DESAFIO KUMHOPORTUGAL ruma agora a uma jornada dupla, já no próximo fim-de-semana. A norte, é tempo do Rali Vieira do Minho 2ª prova do DESAFIO KUMHO NORTE, enquanto a sul, o Rali de Loulé abre o DESAFIO KUMHO SUL. Ambos pontuam ainda para o DESAFIO KUMHO TERRA.

  • Rui Madeira com época desafiante

    O piloto internacional português vai ter um ano em cheio. Aos comandos do seu mítico Mitsubishi Lancer vai estar em 5 provas de grande prestígio, distribuídas por quatro países europeus. Inicia e termina em Portugal este périplo legendário.

    São três décadas de carreira para o arquiteto de Almada que, em 1995, deu a Portugal o título da Taça FIA de Grupo N, dando então a Portugal o primeiro grande triunfo no Mundial de Ralis.

    E é com o Mitsubishi Lancer, saído então das oficinas da Ralliart, que o piloto vai estar presente em, pelo menos, 5 provas internacionais de grande prestígio, tendo a seu lado, Nuno Rodrigues da Silva, o “companheiro de armas” de longa data. Para Rui Madeira, esta era a opção certa tendo em vista “comemorar da melhor forma os 30 anos de carreira. Faz todo o sentido que uma efeméride como esta seja vivida em provas emblemáticas e onde eu possa representar com todo o orgulho Portugal e todos os meus patrocinadores e parceiros”.

    O arranque simbólico dá-se em pleno Fórum Almada.. Até 12 de março, o Mitsubishi Lancer “mundialista” vai estar exposto e Rui Madeira estará diariamente para conviver com os milhares de visitantes que, diariamente, acorrem ao Fórum Almada. Amanhã, sexta-feira, será dia para uma sessão de autógrafos.

    Patrocinadores renovam confiança

    Rui Madeira garantiu, uma vez mais, a confiança de patrocinadores que estão com o piloto praticamente desde o começo da sua carreira. Recentemente, reuniu com Alexandre Fonseca, CEO da Altice Portugal, para selar o acordo e garantir a “MEO como patrocinador, sentindo-me muito orgulhoso por levar esta consagrada marca da Altice ao mundo. È caso para dizer que me sinto MEO, sentindo-me feliz!”. O piloto realça ainda “a continuação de marcas que marcaram a minha carreira de piloto como a Galp, Pirelli/QF, Construciv, Delta Cafés, gostando ainda de salientar a entrada de novas parcerias de marcas como a Facom Ferramentas, Almada Forum, Aquafitness e Century 21 Villa”.

    Em aberto fica a possibilidade de “participar em outras provas e não desisti ainda de poder fazer um rali ou dois, aos comandos de um R5”.

    Lembramos que Rui Madeira participou no R5 Challenge da edição 2019 do Leiria Sobre Rodas. Então aos comandos de um Ford Fiesta R5 da Lizdrive, Madeira brilhou, sendo terceiro, logo atrás de Pedro Meireles e Ricardo Teodósio. O piloto vê “com muitos bons olhos poder voltar a este fantástico evento”.

    PROGRAMA

    Rally da Madeira Legend (Madeira, Portugal), 16 a 18 de abril

    Rally de Hoznayo (Espanha), 28 a 30 de maio

    Eifel Rallye Festival (Alemanha), 23 a 25 de julho

    Alsace Rally Festival (França), 21 a 23 de agosto

    Rali Spirit (Porto, Portugal), 7 a 9 de novembro

  • Armindo Araújo é “uma fábrica” de triunfos!

    Numa prova marcada pela presença de imenso público e condições atmosféricas muito variáveis, Armindo Araújo e Luís Ramalho conquistaram a vitória absoluta na estreia do Skoda Fabia R5 Evo da The Racing Factory, impondo-se no Campeonato de Portugal de Ralis e também nas contas do ERT – European Rally Trophy.

    Cumprindo a máxima de que “até ao lavar dos cestos é vindima”, o Rally Serras de Fafe e Felgueiras viveu sob o signo da emoção até aos derradeiros metros. A luta pela supremacia global esteve sempre reduzida a dois nomes: Armindo Araújo e Nikolay Gryasin. O pentacampeão nacional entrou a vencer na primeira especial, com Gryazin a responder na segunda. O taco-a-taco continuou até à 6ª PEC. Aí o russo, navegado por Yaroslav Fedorov começou uma série de seis vitórias seguidas em especiais, parecendo “voar” para a vitória final.

    Mas na primeira passagem pelos 11,21 kms de Lameirinha, Power Stage da prova, o russo do Hyundai i20 R5 oficial saiu de estrada e foi forçado a abandonar. Armindo Araújo recuperou o comando do rali, celebrando essa liderança com a vitória na especial e, possuindo aí um avanço já superior a minuto e meio sobre a concorrência, foi em velocidade cruzeiro até ao pódio final em Fafe.

    Este triunfo é muito significativo para a equipa. O piloto destaca que chegaram “ao Rally Serras de Fafe e Felgueiras com um projeto novo, uma equipa nova, um carro novo, tudo novo. As nossas ambições eram muito altas: vencer. Conseguimos, desde o início, impor um ritmo muito rápido, passar para a liderança da corrida e, basicamente, conseguir dominar a prova como nós queríamos. O nosso foco era, inicialmente, apenas o Nacional, mas as condições meteorológicas foram-se agravando e hoje, na parte da tarde na Power Stage, na Lameirinha, as condições eram realmente complicadas. Fizemos um forcing atacando e defendendo nos sítios certos e o nosso adversário na luta pela geral acabou por bater. Estávamos no sitio certo na hora certa para amealhar também a vitória geral e, portanto, foi um fim de semana em cheio, para mim, para a Racing Factory em termos de posicionamento do Nacional e aquilo que nós queremos mostrar neste campeonato”.

    O duelo emocionante pelo segundo posto entre Bruno Magalhães/Carlos Magalhães e Ricardo Teodósio/José Teixeira acabou favorável ao piloto do Hyundai i20 R5, que superou o algarvio do Skoda Fabia R5 Evo já na derradeira classificativa.

    Para o piloto da Hyundai, este foi um rali e que estiveram “sempre na luta mas, com piso seco e terra solta, não conseguíamos ter tração e a partir daí começamos a rezar a todos os santinhos para que as condições se tornassem difíceis, com chuva e nevoeiro, porque sentimos que aí podíamos fazer a diferença. Felizmente foi isso que aconteceu e conseguimos sair daqui com um grande resultado, o segundo lugar, mas ao mesmo tempo com a sensação que temos que trabalhar muito. Foi o primeiro rali com este carro, com os novos amortecedores e temos muita coisa para aprender. Foi um rali em que andei constantemente a mudar o carro à procura da melhor aderência e se quisermos estar fortes nos Açores temos mesmo que trabalhar. A concorrência para este campeonato vai ser renhida, mas isso já sabíamos antes desta prova, mas também vamos ter uma palavra a dizer”.

    Já Ricardo Teodósio, que iniciou em Fafe a conquista do título ganho em 2019, este foi “um rali misto, com momentos bons e outros menos bons. Se não tivesse chovido, podíamos ter lutado com o Armindo pela vitória no CPR, mas a chuva veio atrapalhar as nossas contas. Principalmente a mim porque já não estava muito à vontade para andar na chuva e apanhei uns sustos grandes e quando já não estás tranquilo, não consegues andar. E não consegui andar no molhado aquilo que desejava. Por isso tentei atacar no seco para passar o Bruno, o que conseguimos, mas, na parte final, os dois últimos troços estavam impraticáveis. Não saímos de estrada logo no início da Lameirinha por sorte, tal como estivemos quase a fazer dois piões o que nos fez perder muito e fomos com muito cuidado. Depois fomos para o último troço a tentar ficar à frente do Bruno, mas ele foi superior, arriscou mais um pouquinho, conseguiu fazer a diferença e ultrapassar-nos. Fomos terceiros e estamos contentes com o nosso resultado, mesmo se queríamos era vencer. Mas é melhor um pódio do que acabar fora de estrada”.

    E foi esse cenário final dantesco, com chuva e muito nevoeiro que, já ao cair da noite, foi palco de eleição também para o consumar da reviravolta que deu o triunfo de Daniel Nunes e Nuno Mota Ribeiro (Peugeot 208 VTI) entre os duas rodas motrizes do CPR e do ERT (RC4B).

    Entre os automóveis mais próximos dos modelos de série, os NR4, vitória para Adruzilo Lopes/Paulo Silva (Mitsubishi Lancer Evo IX), enquanto João Figueiredo/Fábio Ribeiro (Citroën DS3 R3T) venceram a categoria RC3. Os mais rápidos entre os Juniores que pontuam para o Europeu foram os espanhóis Javier Pardo/Adrian Peres (Suzuki Swift R4LLY S).

    Lucas Simões/Simplício Gonçalves em Mitsubishi Lancer Evo VI venceram o Campeonato Norte de Ralis.

    A prova contou com a presença do Campeão do Mundo Ott Tanak que, juntamente com Dani Sordo, estiveram no Rally Serras de Fafe e Felgueiras para ‘ganhar’ quilómetros em pisos de terra e fazer alguns testes com os Hyundai i20 WRC tendo em vista o Rali do México, dentro de duas semanas.

    O Campeonato de Portugal de Ralis segue já dentro de menos de um mês. A 28 e 29 de Março, a ilha de São Miguel volta a a ser o palco do Azores Rallye, prova que contará para o CPR e para o ERC – European Rally Championship.

  • Armindo Araújo lidera Rali Serras de Fafe e Felgueiras

    O pentacampeão de Santo Tirso está a revelar um andamento muito forte nesta prova inaugural do Campeonato de Portugal de Ralis. É o seu primeiro rali aos comandos do Skoda e incluído na nova estrutura da The Racing Factory

    Está na estrada a 33ª edição do Rali Serras de Fafe e Felgueiras. Decorridas a primeira etpa, percorrida ao longa da tarde e da noite de ontem, sexta-feira, a dupla Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia R5) é líder depois de ter vencido o primeiro troço e ficado em segundo na PEC2 e na Fafe Street Stage.

    Nicolay Gryazin/Nicolay Gryazin (Hyundai i20 R5) são segundos classificados a 5,2 segundos dos líderes. A dupla russa foi mais forte na segunda passagem pela especial de Aboim/Monte e está na luta pelo triunfo.

    Os campeões em título Ricardo Teodósio e José Teixeira (Skoda Fabia R5) são terceiros classificados a 13,3 segundos de Armindo Araújo. Teodósio terminou a jornada da melhor forma, ao vencer a passagem pela Fafe Street Stage, terceira e última especial desta jornada inaugural.

    Para Armindo Araújo, o dia correu bem: “Ganhámos as duas passagens por Aboimno que ao Campeonato de Portugal de Ralis diz respeito. Entrámos bem, o carro estava muito bem nas duas passagens, o que reflecte o trabalho que fizemos durante os testes. A Racing Factory também esteve muito bem na preparação do carro e senti-me muito confortável nestas duas especiais. Neste segundo troço, já nem ataquei tanto nas zonas onde podia furar. Portanto, acho que foi uma entrada inteligente e com um resultado bastante positivo“.

    Entre os principais protagonistas do campeonato, a “fava” deste primeiro dia saiu à dupla Pedro Meireles/Màrio Castro, forçados a desistir logo na 2ª especiao, devido a falha mecânica no VW Polo GTi.

    Adruzilo Lopes e Paulo Silva, num Mitsubishi EVOMIX, dominam entre os RC2N, tndo já “fora de combate” Fernando Teotónio, um dos seus principais adversários. Este foi forçado a desistir com problemas no Mitsubishi EVO X que conduz, navegado por Luís Morgadinho.

    Já o jovem estoniano Georg Linnamäe, acompanhado pelo ucraniano Volodymyr Korsia, está a dar um verdadeiro recital de competição aos comandos de um Peugeot 208 VTi, sendo líder destacado entre as duas rodas motrizes.

    O segundo e último dia da prova inaugural do CPR contempla 10 especiais de classificação. A grande novidade é o aparecimento de uma Power Stage, com pontos extra para distribuir. Será a 12ª PEC, correspondente à 2ª passagem pela especial da Lameirinha.

  • Rally Serras de Fafe e Felgueiras vai começar!

    Entrar a vencer é a aposta da dupla Ricardo Teodósio/José Teixeira que começa no Rali Serras de Fafe e Felgueiras a defesa do título de Campeão Nacional de Ralis. O piloto algarvio, que estreia o Skoda Fabia R5 Evo preparado pela ARC na competição organizada pela Demoporto, quer repetir o feito de 2019.

    “No ano passado vencemos em Fafe e conseguimos o título nacional e, por isso, este ano, a ideia é a mesma pelo que vamos tentar vencer o rali. Vamos dar o nosso melhor e perceber como está a concorrência sabendo que o Armindo Araújo vai, tal como nós, de Skoda Fabia, o José Pedro Fontes está com o Citroen C3 mais evoluído, o Hyundai i20 do Bruno Magalhães está também mais evoluído e, como estamos em Fafe, também não podemos esquecer do Pedro Meireles. Em termos gerais, e apesar de não contar para o nosso ‘totobola’, vou tentar ficar à frente dos estrangeiros, sobretudo do Nikolay Gryazin.”

    Ambição diferente tem Ott Tanak, campeão do Mundo em título que, juntamente com Dani Sordo se apresenta à partida da prova nacional pois “é importante para mim ter quilómetros extra no carro, para me adaptar melhor a ele. Quero ter a hipótese de passar mais tempo no carro, para me familiarizar mais. Estes eventos entre as provas do campeonato do mundo dão-nos esse tempo” 

    “Nunca é fácil mudar de equipa, e a adaptação ao carro leva sempre tempo, mas sinto muito apoio por parte da equipa para melhorarmos o mais rapidamente possível”, realçou o Estónio que vai alinhar no Rally Serras de Fafe e Felgueiras, ao volante de um Hyundai i20 WRC, idêntico ao de Dani Sordo, que já em 2019 alinhou na prova do DEMOPORTO, então aos comandos de um Hyundai i20 R5.

    A prova inaugural do Campeonato de Portugal de Ralis, pontuável também para o Troféu Europeu de Ralis, para o Troféu Ibérico de Ralis e para o Campeonato de Ralis Norte, vai para a estrada às 15 horas, com duas passagens por Aboim/Monte para à noite, a partir das 21.00 horas, ter lugar a espectacular Fafe Street Stage com percurso de 1,67 km traçado nas ruas do centro fafense.

    Amanhã, dia grande do Rali Serras de Fafe e Felgueiras, os concorrentes enfrentam dupla passagem pelos troços de Montim, Seixoso e St.ª Quitéria durante a manhã, para, após o ‘almoço’ cumprirem por duas vezes as classificativas de Lameirinha e Luilhas/Guilhofrei.

  • Armindo Araújo estreia Skoda Fabia R5 Evo e quer vencer

    O penta campeão nacional, agora integrado na estrutura da The Racing Factory, assume a ambição de chegar ao sexto título. A seu lado vai estar, uma vez mais, o navegador Luís Ramalho.

    Armindo Araújo, uma das grandes apostas da The Racing Factory para a temporada 2020, mostra-se confiante para o primeiro rali do ano e não esconde a vontade de entrar a vencer: “Vamos iniciar em Fafe um novo projecto, com um novo carro e equipa. Ainda teremos um teste de preparação, antes do rali, mas estamos muito optimistas e confiantes para começar a temporada com um bom resultado. Queremos estar na discussão pela vitória”, admitiu o piloto de Santo Tirso.

    foto: Zoom Motorsport

    Depois de várias sessões de testes realizadas e de todas as afinações testadas, a The Racing Factory mostra-se confiante para este primeiro grande desafio. “Não tenho dúvidas que o trabalho feito até aqui foi bem conseguido e que estamos preparados para lutar pela vitória tanto à Geral. Não será uma tarefa fácil face à concorrência, mas acredito que estamos à altura do desafio”, assume Justino Reis, Team Manager da equipa de Santa Maria da Feira.

    O Rallye Serras de Fafe e Felgueiras disputar-se-á entre os dias 28 e 29 de Fevereiro, com as passagens míticas por Luílhas, Confurco e Salto da Pedra Sentada, num total de 13 especiais cronometradas.  

  • José Pedro Fontes e Inês Ponte querem recuperar o título

    Em 2020, o Citroën Vodafone Team volta a apostar no Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) reconduzindo José Pedro Fontes e Inês Ponte, num ano em que se pretende alcançar os títulos de Pilotos e Navegadores conquistados em conjunto na época de 2016.

    O Citroën Vodafone Team está pronto a iniciar o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) 2020l. No mais importante escalão das provas de estrada nacionais, aequipa nacional da Citroën e da Vodafone será, de novo, representada por José Pedro Fontes e Inês Ponte, dupla que está apostada em reconquistar os cetros que, em conjunto, festejou em 2016 e que viu fugir na época passada, temporada em que lutaram pela vitória em praticamente todas as provas, demonstrando grande parte do potencial do novo Citroën C3 R5 da equipa.

    “Não vejo a hora de iniciar este CPR 2020, desejo que é partilhado pela Inês Ponte, a minha navegadora, e por todos os elementos que compõem o Citroën Vodafone Team,” refere José Pedro Fontes, em vésperas da primeira prova do ano, o Rallye Serras de Fafe e Felgueiras: “A vontade é enorme não só porque estamos sedentos de vitórias, mas porque queremos virar nova página nos ralis nacionais, dando ao C3 R5 o destaque que merece, aumentando as 4 vitórias que já alcancei com ele – duas no ano passado com a Inês e mais duas em 2018. Agora que o modelo foi dotado dos mais recentes upgrades disponibilizados pelo Departamento de Competição Cliente da Citroën Racing, estamos apostados em alcançar novos sucessos.”

    Tem sido intenso este defeso que mediou entre o final do CPR 2019 e este que se apresta a iniciar, conforme explica o piloto do Porto: “Temos andado a testar os diferentes set-ups que a Citroën Racing tem vindo a desenvolver para o C3 R5, quer para a terra, quer para os troços em asfalto, alguns dos quais já estreados com enorme sucesso no recente Rali de Monte Carlo, onde o modelo conseguiu um top 5 na sua categoria, vencendo ainda entre os WRC2 e WRC3. O nosso principal objetivo consiste, por isso, em garantir o máximo de vitórias nos ralis de 2020 e, com isso, reconquistarmos os títulos de Pilotos e Navegadores que, em conjunto, conseguimos em 2016, sustentando a aposta dos nossos habituais patrocinadores – Vodafone, Citroën, Milaneza, ExpressGlass, Total e Pirelli – que este ano renovaram a sua já longa aposta”,acrescentou Fontes.

    Acreditamos no nosso potencial e no do nosso C3 R5, com que estamos cada vez mais entrosados, e estamos também cientes da evolução do parque dos modelos R5 nos ralis nacionais, que integra um conjunto de pilotos, navegadores e equipas muito competitivos e bem preparados, naquela que antecipo venha a ser uma temporada bastante disputada.”

    Compondo-se de 2 Etapas, que incluem 13 especiais (132,95 km cronometrados), o Rallye Serras de Fafe e Felgueiras corre-se de 28 a 29 de fevereiro, numa extensão total de 417,88 km.