Miguel Correia apresentou o seu Projeto Desportivo para a temporada 2020 no Campeonato de Portugal de Ralis. Pela terceira temporada consecutiva no CPR, a segunda aos comandos de uma viatura R5, o piloto bracarense não escondeu a vontade de regressar à competição, numa cerimónia que decorreu nas instalações do seu maior patrocinador, a Socicorreia.
Numa cerimónia que contou com cerca de 100 convidados, o piloto abordou os seus objetivos para a temporada que se avizinha que passam por “ fazer resultados mais positivos, mas acima de tudo melhorar enquanto piloto de ralis. Vai ser uma época difícil para demonstrar andamento, uma vez que os pilotos mais experientes vão estar montados em carros de última geração. Assim, a nossa luta tem de ser contra o cronómetro, sem nos focarmos nos tempos alcançados pelos outros pilotos”, começou por explicar o bracarense antes de falar um pouco o primeiro desafio da temporada, o Rally Serra de Fafe e Felgueiras: “Sem dúvida que estou ansioso pela estreia na temporada 2020. Fafe é um rali do qual gosto e que se disputa num piso onde me sinto confortável, o piso de terra. Este vai ser um grande desafio, mas também dois dias de grande diversão. Nos dois dias de testes de pré-temporada que já tive o prazer de realizar, sinto que já evolui bastante com o Skoda em Terra, mas quando a competição começar é que vou ter real noção no nosso andamento.”
Neste evento, o jovem piloto desvendou ainda a nova decoração do seu Skoda Fabia R5, em tons de verde tropa e explicou o que o levou a optar pelo número 13 de porta, com que irá competir na temporada 2020. “Já muito se falou desta minha escolha, tanto na imprensa como no “Mundo” dos ralis. Para mim o número 13 foi uma escolha natural… o número estava disponível e é um número com o qual me identifico. Não o ligo a coisas negativas, mas sim positivas. Em relação às cores da viatura foi uma decisão ponderada. Em equipa decidimos que este será um ano de ataque e acabámos por fazer a ponte com as cores usadas pelos militares. Acho que surpreendemos também a esse nível e o feedback tem sido muito positivo”, explicou.
O
primeiro desafio da temporada da dupla Miguel Correia/Pedro Alves é o Rallye
Serras de Fafe e Felgueiras, que se disputa no norte do país nos dias 28 e 29
de Fevereiro.
Team Hyundai Portugal surpreendeu com um plano arrojado para a época 2020; duplo ataque ao ERC (European Rally Championship) e ao CPR. Bruno Magalhães e Carlos Magalhães com grande ambição nos dois campeonatos.
Em 2020, o Team Hyundai Portugal vai entrar com toda a força na disputa do
título do Campeonato de Portugal de Ralis, e vai partir com a mesma vontade
para o ERC (European Rally Championship), levando dois renovados Hyundai i20 R5
e o nome de Portugal ainda mais longe.
Para este projeto tão exigente, o Team Hyundai Portugal vai contar com
toda a experiência e ambição da dupla Bruno Magalhães e Carlos Magalhães,
que se vão apresentar ao mais alto nível nos dois campeonatos.
Sérgio Ribeiro, CEO da Hyundai Portugal, começou por relembrar que “quando em 2018 entramos nesta aventura, entramos para vencer sob o mote “Ralis pelos Ralis”. Para além de trazermos uma nova energia para esta modalidade, conseguimos excelentes resultados desportivos: fomos campeões no primeiro ano e estivemos na disputa do título até à última etapa no ano passado.”
Mantendo o lema dos “Ralis pelos Ralis” e assumindo a responsabilidade de continuar a promover esta modalidade em Portugal e além-fronteiras, em 2020 o Team Hyundai Portugal surpreende e vai muito mais longe, como sublinhou Sérgio Ribeiro. “Para além de entrarmos com toda a força na disputa do título do CPR 2020, o Team Hyundai Portugal vai com a mesma ambição participar no ERC. Vamos levar para o Europeu os nossos valores e a nossa paixão pela modalidade e, tal como no CPR, entraremos sempre para vencer.”
Para defender as cores do Team Hyundai Portugal no nosso campeonato e na Europa, o renovado Hyundai i20 R5 terá aos seus comandos a dupla Bruno Magalhães e Carlos Magalhães, o reencontro de duas referências do desporto automóvel, ambos com um palmarés invejável.
“É com muito orgulho que abraço este novo desafio e agradeço à Hyundai
Portugal esta oportunidade”, começou por
dizer Bruno Magalhães. “Ser piloto do Team Hyundai Portugal é uma grande responsabilidade, mas com
a Hyundai já estamos habituados a grandes desafios. Conheço bem os dois
campeonatos e o nível de exigência é muito elevado em ambos. Em Portugal
temos um CPR muito competitivo, o que aliado à exigência do ERC e do cronograma
intenso de participação nas duas provas, torna este projeto como o mais
ambicioso da minha carreira”.
O Team Hyundai Portugal arranca a época no Rallye Serras de Fafe e Felgueiras, prova que vai contar com a participação dos WRC de Dani Sordo e Ott Tanak da Hyundai Motorsport e outras presenças especiais da Marca.
Pombal recebeu a 1ª edição do evento que a ASR Tyres pensou para, a partir de agora, servir de festa de encerramento de época e de lançamento das edições seguintes do Desafio Kumho Portugal.
Numa parceria com os Bombeiros de Pombal e com o apoio do Município local, o evento foi pleno de animação, salientando- se o naipe de “máquinas” presentes, que foi farto em número e qualidade. Dos vários Mitsubishi EVO aos Subaru, passando pelos Ford Escort, Porsche 911, Citroen DS3 R5, Peugeot, Citroen, Toyota e BMW, foi longa e rica a lista de carros “ao serviço” do espectáculo.
E quando se adiciona a presença de pilotos de referência, onde se destacavam os “padrinhos” do certame Rui Madeira e Pedro Leal, estava desde logo garantida a animação.
A VMotores a bordo
A festa teve ainda a contribuição de pilotos que se destacaram na edição 2019 do Desafio Kumho, como Gaspar Pinto, Pedro Silva, Filipe Abrantes e Júlio Maia. Destaque ainda para a presença de André Cabeças, já a preparar a sua época 2020 que fará de R5 e do “regressado” Carlos Fernandes, a matar saudades do seu domínio no 1º Desafio Kumho Portugal, em 2018, com o EVO IV.
Ao longo de todo o dia de sábado, os mais de trinta pilotos
presentes aproveitaram um traçado urbano muito interessante para dar espetáculo
ao muito público que, apesar da chuva intermitente, marcou presença.
Casa cheia para o Curso de Navegadores que esteve incluído programa no evento. A ação de formação para atuais e futuros co-pilotos decorreu sob a batuta do consagrado Nuno Rodrigues da Silva.
A FPAK aproveitou a ocasião para promover uma ação de formação sobre extração e desencarceramento em carros de competição. A médica da federação Beatriz Cardoso passou uma manhã com várias dezenas de formandos, onde estavam incluídos bombeiros de várias corporações, pilotos, navegadores e agentes de desporto.
Não esquecendo a sua responsabilidade
social, a ASR Tyres e a KUMHO Ibérica aproveitaram a ocasião para oferecer aos
Bombeiros Voluntários de Pombal 12 pneus Kumho para as ambulâncias, num gesto
que quis ser uma homenagem ao trabalho dos soldados da paz.
Cumprida que está a 1ª edição do festival com a chancela KUMHO, atenções agora viradas para o arranque da 3ª edição do desafio com os pneus coreanos. O arranque acontece já de 27 a 29 de fevereiro, com o Rali Serras de Fafe e Felgueiras.
Dupla fez já o primeiro teste aos comandos do Peugeot 208 R2 com que vão atacar a época 2020.
Pedro Almeida e Hugo Magalhães tomaram o primeiro contacto com o Peugeot 208 R2, carro com que o piloto vai disputar as primeiras provas do calendário nacional de ralis. A The Racing Factory é a estrutura técnica que vai assegurar a presença do piloto na competição e que já esteve esta quarta-feira nos primeiros testes realizados com o carro.
“É completamente diferente do que estávamos habituados mas o
primeiro impacto foi muito positivo” começou por referir Pedro Almeida. “Sentimos o prazer da
condução depois de feitos os primeiros quilómetros e as sensações com que
terminamos este primeiro teste são a de que o carro é muito interessante de
conduzir, embora com a perfeita noção de que temos um longo trabalho para fazer
e tirar o máximo partido do carro” acrescentou.
Pedro Almeida e Hugo Magalhães testaram o Peugeot 208 R2 em
Fafe, num traçado em muito idêntico ao que vão encontrar na primeira prova do
Campeonato de Portugal de Ralis, a disputar no final do mês. “Apesar de o principal foco deste primeiro
teste ter sido a adaptação ao carro e à condução de um duas rodas motrizes, ao
longo do dia já foi possível experimentar algumas soluções de afinação ao
carro, para entender o que nos pode dar, quer em performance, quer na condução”
tenhamos perfeita noção de que precisamos ” disse ainda o piloto depois de
terminado o primerio teste com o Peugeot.
O dia foi também o primeiro dentro do carro com o novo navegador Hugo Magalhães. “Temos feito um exaustivo trabalho de casa, estamos ambos identificados com o que queremos fazer e dentro do carro foi só mais um passo num longo processo que estamos a iniciar e que temos a convicção de que nos vai levar aos objetivos que temos” referiu Pedro Almeida.
Hugo Magalhães também saiu satisfeito com o trabalho realizado neste primeiro teste. “Há aqui muita margem de progressão e muito trabalho a fazer, na certeza de que o Pedro pode evoluir muito e juntos vamos certamente concretizar os objetivos que estão delineados. A adaptação e o entendimento dentro do carro foi fácil”.
A temporada de 2020 da dupla vai ter a assistência técnica da The Racing Factory, equipa que vai colocar à disposição do piloto o Peugeot 208 R2. “O Pedro é um jovem piloto, com uma enorme margem de progressão e que muito nos orgulha contribuir para o seu crescimento nos ralis” começou por salientar Aloísio Monteiro, responsável pela estrutura. “Estamos todos muito identificados com tudo o que há para fazer e no que nos diz respeito, vamos procurar colocar à disposição do piloto e nevegador as melhores condições para que no carro possam expressar o seu talento”, acrescentou. “Para nós é mais um projeto ambicioso, com participação em provas do IRC e na Copa Ibérica, e que representa uma responsabilidade acrescida mas também uma demonstração de confiança no trabalho que na The Racing Factory estamos a fazer” disse Aloísio Monteiro.
Pedro Almeida e Hugo Magalhães fazem a estreia no Rali Serras
de Fafe, prova a realizar no final do mês de fevereiro.
A Hyundai Motorsport anunciou a participação com dois Hyundai i20 WRC no Rali Serras de Fafe e Felgueiras, na primeira prova do Campeonato de Portugal de Ralis.
Dani Sordo e Ott Tanak vão ser os pilotos que vão estar ao volante dos i20 WRC, de acordo com a publicação da Hyundai, difundida hoje de manhã através das redes sociais.
“Temos o prazer de anunciar que vamos participar no Rallye Serras de Fafe e Felgueiras, de 27 a 29 de Fevereiro, a primeira prova do Campeonato de Portugal de Ralis 2020. Dani Sordo e Ott Tänak vão estar ao volante de dois Hyundai i20 WRC, com o objectivo de se prepararem para o primeiro evento de terra do WRC 2020, o Rally do México de 12 a 15 de Março” refere a marca coreana.
Recorde-se que já em 2019 Dani Sordo tinha participado no rali, então ao volante de um Hyundai i20 R5, tendo vencido a prova. Em 2020 a Hyundai reforça a presença, com um segundo carro e, desta feita, ambos da categoria WRC.
A versão 2020 do Regulamento Geral de Ralis já permite aos WRC participar numa prova nacional, sem no entanto retirarem pontos aos participantes do Campeonato de Portugal de Ralis.
Para o público são óptimas notícias, com o espectáculo a sair reforçado na prova que utiliza troços que integram o Vodafone Rally de Portugal, estando entre os mais carismáticos.
A 1ª edição do evento, que decorrerá a 8 e 9 de fevereiro, em Pombal, tem um programa vasto, que incluiu cursos de formação e a gala de entrega de prémios da edição 2019 do Desafio Kumho Portugal. O “prato forte” está reservado para o primeiro dia, com “um cheirinho” a competição no Show Co-Drives.
A cidade de Pombal vai receber a
primeira edição do KUMHO MOTORFESTIVAL by XARLIE. O certame resulta de uma parceria
entre a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pombal e a ASR
Tyres, representante em Portugal da Kumho Motorsport, contando com o apoio
institucional do município pombalense.
O programa revela-se ambicioso,
destacando-se o Show Co-Drive, que reúne cerca de 40 pilotos e a Gala DKP,
momento de entrega dos prémios referentes ao Desafio Kumho Portugal 2019.
O Show Co-Drive decorrerá das 10
da manhã às 6 da tarde de sábado e, durante essas oito horas, o coração de
Pombal vai viver todas as emoções que vão ser proporcionadas num traçado a
rondar os 2 Kms, onde vão estar em ação pilotos que se destacaram, nas duas
últimas épocas, nas lutas bravas que foram travadas nas duas edições do Desafio
Kumho Portugal, a que se juntam outros que quiseram marcar presença no evento e
que poderão se juntar à “armada” KUMHO na época que agora se avizinha.
Nomes como os de Carlos Fernandes,
Daniel Vicente ou Pedro Silva, destacando aqui aqueles que chegaram à vitória
nas suas divisões e mesmo em termos absolutos, vão juntar-se a figuras maiores
do desporto nacional, como é o caso de Rui Madeira, piloto que venceu uma Taça
do Mundo FIA de Ralis.
Mas são mesmo muitos e bons os
pilotos que estarão em ação durante o Show Co-Drives, aproveitando o exigente
traçado que foi desenhado pela organização.
A Zona Desportiva do Parque do
Arado será o centro nevrálgico, estando aí instalado o Parque Assistência e o
local de Partida e Chegada.
Vão ser instaladas duas
zonas-espetáculo, para maior comodidade e segurança do público, junto ao jardim
da Biblioteca e da ponte histórica do Rio Arunque, com a organização a
proporcionar todo o apoio aos milhares de espetadores esperados.
O programa oficial do KUMHO
MOTORFESTIVAL by XARLIE incluiu ainda duas ações de formação. No dia 8, será
promovido um Curso para Navegadores, que terá como formador Nuno Rodrigues da
Silva, navegador que venceu a Taça do Mundo FIA de Grupo N com Rui Madeira.
Terá início às 9 da manhã e a
formação teórica terminará por voltadas 15 horas, após seis horas e meia de
sala e um intervalo para almoço.
Depois, será tempo, dos formandos
colocarem em prática o que aprenderam durante a reta final do SHOW CO-DRIVE.
Na manhã de domingo, dia 9, será
tempo de uma formação sobre técnicas de extração em carros de competição,
destinada a profissionais de saúde, bombeiros e público em geral, sobretudo
quem desempenhe funções de segurança em provas de desporto motorizado.
Receita do KUMHO MOTORFESTIVAL by XARLIE reverte para
os bombeiros
A função social do KUMHO
MOTORFESTIVAL by XARLIE está garantida pois a organização anunciou que os lucros
decorrentes dos patrocínios angariados revertem integralmente para a Associação
Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pombal, premiando assim todo o
trabalho que os “soldados da paz” pombalenses fazem em prol da comunidade.
Num regresso esporádico aos ralis, “Mex” Machado dos Santos vai alinhar no “Rallye Serras de Fafe e Felgueiras” . Será a primeiira vez que um 911 GT3 correm em ralis de terra, em Portugal.
Depois de há 11 anos ter revolucionado o panorama dos ralis nacionais, ao participar com um inédito e espetacular Porsche 911 GT3 no Campeonato Nacional de Ralis, Mex Machado dos Santos prepara-se para voltar a escrever história no Campeonato Portugal de Ralis. Desta vez, o Bicampeão de Ralis de GT (2008 e 2009) promete voltar a causar sensação, com um regresso esporádico à mais importante competição de ralis disputada em Portugal, novamente ao volante de um Porsche 911 GT3, mas agora numa prova disputada em piso de terra.
O “Rallye Serras de Fafe e Felgueiras”, na estrada entre 27 e 29 de fevereiro, foi a prova escolhida para esta inédita participação, onde um Porsche 911 GT3, tradicionalmente mais adaptado às pistas e circuitos, fará uma incursão em classificativas de terra, bastante mais exigentes para mecânica, mas decididamente também, mais espetaculares para o público. É, aliás, essa espetacularidade, uma das grandes motivações para o regresso ocasional do piloto portuense, que confessa: “A participação no Rally Serras de Fafe e Felgueiras deve-se ao convite feito pelo Bicampeão espanhol de ralis, Sergio Vallejo, que me desafiou a regressar, como forma também de internacionalizar o seu projeto e equipa, mas também de mantermos a tradição de ambos corrermos de Porsche, que já vem do passado”.
Quanto a objetivos, “Mex” Machado Santos admite que “passam pela diversão pessoal e, claro, o entretenimento do público, deixando o resultado desportivo para segundo plano”. Para o piloto apoiado pela Prio, Glassdrive e Supreme, que terá como navegador Luís Sá, “esta será uma oportunidade única para o público de ver um carro tão emblemático como o Porsche 911 GT3 a fazer um rali de terra em Portugal, onde as suas características de elevada potência, tração traseira e som inebriante, aliadas ao estilo de condução que queremos adotar, proporcionarão sensações fortes e inesquecíveis a quem o vir passar na estrada”.
Uma postura descontraída, mas também profissional, como nos habituou nos seus projetos, que, de resto, não poderia estar mais de acordo com o nome escolhido para a equipa – “Live the Moment” (em português, “Vive o Momento”) -, que terá o apoio técnico da estrutura de Sergio Vallejo Racing e da formação Extreme Raid.
O piloto belga da Hyundai Motorsport, navegado pelo seu compatriota Nicolas Gilsoul, conquistou o seu primeiro triunfo na prova monegasca, após um duelo sem tréguas, de fio a pavio, com Ogier e Evans. Os dois pilotos estreantes na Toyota reservaram os demais lugares do pódio para a marca nipónica.
14,3 segundos separaram os três primeiros, no final do rali de Monte Carlo, após 303 quilómetros contra o cronometro, distribuídos por dezasseis especiais de classificação e mantendo, até ao fecho, todo o suspense sobre quem venceria a prova inaugural do WRC 2020. Pelo comando da prova passaram, sucessivamente, os três protagonistas principais, que reservaram para si a totalidade das vitórias em especiais (Neuville 9, Ogier 4 – com os dois a vencerem ex-equo a Power Stage – e Evans outras 4). Neuville concluiu o rali com 12,6 segundos de vantagem sobre Ogier, enquanto Evans assegurava um merecido 3º lugar, apenas 1,7 segundos atrás do seu colega de equipa.
Sebastien Ogier e Julien Ingrassia começaram o campeonato com um pódio
Na prova de estreia pela Toyota Gazoo Racing, a dupla formada Sebastien Ogier e Julien Ingrassia colocaram o Yaris WRC no comando da prova, após a primeira especial, dando a entender que, apesar de estar a estrear equipa e carro, poderia vir a justificar todo o seu favoritismo.
Mas, logo na 2ª PEC, Neuville atacou forte e, mercê de um “tempo canhão”, concluiu a primeira noite da prova na liderança, então com uma avanço já perto dos 20 segundos sobre Ogier, relegado para segundo, enquanto o campeão do mundo em titulo Ott Tanak fechava a jornada em terceiro, na sua estreia ao volante do Hyundai i20 WRC.
A secção matinal do segundo dia de prova trouxe à luta um endiabrado Elfyn Evans. 3 vitórias em especiais, de uma assentada, levaram o galês e o seu co-piloto Martin Scott, ao topo da tabela classificativa, após a 4ª PEC, provando à saciedade o porquê da aposta da Toyota na dupla britânica. A dupla britânica seria líder da prova quase até ao fecho do dia, lutando taco-a-taco e sem qualquer receio, face ao maior estatuto dos seus dois adversários pelo comando, assumindo-se como a grande surpresa da primeira fase da prova.
Elfyn Evans e Scott Martin tiveram uma estreia de sonho com o Toyota Yaris WRC
A manhã de sexta ficou marcada pelo violento acidente de Ott Tanak na 4ª especial. O estónio saiu de estrada a cerca de 175 km/h, capotando várias vezes, até o Hyundai parar numa estrada mais abaixo. Quer Tanak, quer Martin Jarveoja saíram do carro rapidamente, sendo observados ainda no local pelo médico d aprova. Transportados de helicóptero para o Hospital de Gap e, por precaução, ficaram em observação, mas com um prognóstico muito favorável. A violência e a dinâmica do embate provaram, uma vez mais, a robustez dos actuais WRC e a grande valia na sucessiva introdução, na última década, de normas de segurança na construção dos carros que os tornam capazes de absorver o choque e proteger a vida dos pilotos e dos navegadores.
https://youtu.be/c95pD3CsWZg
A 2ª Etapa fechava com Sebastien Ogier de regresso ao comando, com o francês a colcoar o Yaris WRC no parque fechado, no Mónaco, com um avanço de apenas 1,2 segundos sobre Elfyn Evans e 6.4 sobre Thierry Neuville.
A 3ª etapa foi um “remake” das duas anteriores, com o trio de protagonistas a lutar pela supremacia, quilómetro a quilómetro. Neuville venceu 3 das 4 especiais do programa mas, um tempo menos bom na 10ª PEC, segunda do dia, onde Evans votaria a ser o mais forte, impediu o belga de concluir a jornada no comando, para onde regressava Elfyn Evans, agora líder, à entrada da derradeira tirada, com 4,9 segundos de avanço sobre Ogier e 6,4 sobre Neuville.
4 troços cronometrados, com um total de 64, 4 quilómetros iam decidir tudo. A manhã de domingo foi um verdadeiro “show” da dupla belga da Hyundai. Entrado forte, venceram as 4 especiais (a a última empatados com Ogier e Ingrassia), assaltando o comando a duas classificativas do fim e não mais o largando, alcançando assim um suado mas merecido primeiro triunfo em Monte Carlo e reclamando a liderança inicial do campeonato.
O forcing final de Ogier valeu-lhe a subida ao 2º lugar, enquanto Evans concluía o rali num 3º lugar tão fantástico quanto agridoce, pois o galês deverá sair do Mónaco com a sensação de que poderia ter ido mais além.
4º lugar final para Esapekka Lappi. O Finlandês teve um começo de prova cauteloso mas, ao longo do rali, foi ganhando confiança, melhorando os seus tempos e saindo de Monte Carlo como melhor homem da M-Sport e com um bom pecúlio de pontos, pois adicionou à sua classificação geral, um 5º lugar na Power Stage.
Esapekka Lappi sai motivado de Monte Carlo. 4º lugar na estreia com o Ford Fiesta WRC
O Top 5 fechou com um fantástico Kalle Rovanpera. O “teenager” finlandês esteve sempre seguro e rápido com o Toyota Yaris WRC, estreando-se na elite com um excelente 5º lugar, contribuindo para um magnífico resultado de conjunto da marca nipónica, que colocou assim 3 carros entre os cinco primeiros.
Citroen Racing domina WRC2 e WRC3
Ausente da luta principal no campeonato, a Citroen Racing saiu, mesmo assim, de Monte Carlo com muitas razões para celebrar, ao dominar a prova nas categorias WRC2 e WRC3.
Mats Ostberg e Eric Camilli colocaram os seus C3 R5 no lugar mais alto do pódio, respectivamente, entre os WRC2 e os WRC3. A marca deixa Monte Carlo plenamente vitoriosa, após o primeiro duelo com os R5 da Hyundai e da M-Sport, quanto aos campeonatos secundários.
O Mundial de Ralis desloca-se agora para a Suécia. A segunda prova do campeonato decorre já de 13 a 16 de fevereiro.
Foi uma apresentação oficial “musculada”. Perante centenas de convidados, a The Racing Factory inaugurou as suas instalações e apresentou Armindo Araújo e Luís Ramalho como “dupla de ataque” ao título nacional de ralis.Fique com a reportagem VMotores, conduzida pelo jornalista Joaquim Amândio Santos, com edição de imagem de Armando Leitão.
Os dados estão lançados e este casamento competitivo entre a
The Racing Factory e Armindo Araújo quer ser mais do que uma fábrica de
competição.
Quer ser uma verdadeira fábrica de titulos, a começar já no Campeonato de Portugal de Ralis 2020.
O regresso dos ralis a Felgueiras é o grande destaque
da prova que vai abrir a época de ralis 2020. O Rali Serras de Fafe e
Felgueiras pontua para o Campeonato de Portugal de Ralis, Troféu Europeu de
Rails, Troféu Ibérico de Ralis e Campeonato de Ralis Norte e tem encontro
marcado com os aficionados de 27 a 29 de Fevereiro próximo.
Estamos já na contagem decrescente para quebrar o “jejum” típico do defeso de inverno e voltarmos às emoções dos Ralis. O primeiro embate vai ter lugar, como é tradição, na chamada “catedral dos ralis”. Fafe volta a ser o epicentro da primeira prova da temporada do Campeonato de Portugal de Ralis.
O Arquivo Municipal de Fafe foi o palco da apresentação oficial da prova. Casa cheia e, logo a abrir, a questão da candidatura ao Campeonato Europeu de Ralis foi abordada. Parcídio Sumavielle, Vice-presidente e vereador da C.M. Fafe vincou, na sua intervenção que “a nossa intenção é ir mais longe. Todos sabem que queremos organizar uma prova do Campeonato da Europa. Mantivemos silêncio sobre este tema, pois entendemos que só deveríamos avançar, caso não houvesse condições para que os Açores realizassem a sua prova.” O “Vereador dos Ralis” de Fafe, realçou ainda que: “quero deixar aqui claro, que os municípios de Fafe e de Felgueiras estão disponíveis para receber uma prova de outro calibre e, quem sabe, brevemente o Rali Serras de Fafe e Felgueiras possa contar para o Europeu.”
Rematou com uma novidade. O Rali de Montelongo, rali de
asfalto, que integra o Campeonato Norte de Ralis, é “candidato ao Europeu
de Clássicos. Criarmos requisitos para que o Montelongo possa ser uma prova com
outras condições.“
O primeiro ato da prova acontece a 21 e 22 de Fevereiro, datas para a realização dos reconhecimentos. Cada concorrente vai poder realizar duas passagens. A prova arranca no dia 27 de Fevereiro, com a realização das primeiras verificações técnicas e documentais. No dia 28, a partida oficial está prevista para as 3 da tarde sendo disputas duas passagens por Aboim/Monte. O primeiro dia de competição termina já noite dentro, com a Fafe Street Stage, especial mais dedicada ao espetáculo e que levará milhares às ruas do centro de Fafe.
Para Sábado, 29, está reservado o prato principal do cardápio competitivo. Vão ser disputadas dez provas de classificação, com passagens duplas por mais cinco troços. A prova terá o seu epílogo com o pódio final, em Fafe, às 19,00 horas.
Carlos Cruz, Presidente do DEMOPORTO, clube organizador,
realçou que “são já 33 edições, em que apostamos sempre em introduzir
novidades e daí, este ano, regressarmos a Felgueiras, com Santa Quitéria e Seixoso,
que voltam a receber a caravana dos ralis nacionais”, destacando ainda “a
nova versão de Luílhas, que agora se chama Luílhas/Guilhofrei, fazendo uma
incursão ao concelho vizinho de Vieira do Minho.”
A segurança é mais uma vez ponto importante para a organização
com “todas as classificativas a ter duas zonas espetáculo e queremos
chamar a atenção de todos para que estes serão espaços onde é possível assistir
ao rali, com toda a segurança.”
Questionado pela VMotores quanto à possível presença de World Rally Cars na prova, Carlos Cruz afirmou que “à organização ainda nada chegou oficialmente e, por isso, não existe nada em concreto. Gostaríamos muito e vamos ver o que acontece. No ano passado, tivemos cá o Dani Sordo e nunca se sabe se ele pode voltar a competir ou outro piloto do mesmo calibre.”
Já Ni Amorim, Presidente da FPAK, realçou a enorme
expectativa quanto à lista de inscritos, afirmando estar “convencido que o
Rali Serras de Fafe Felgueiras vai ser mais um sucesso, com uma lista de
inscritos notável. Teremos que esperar pela lista de inscritos final, pois tudo
indica que teremos a presença de vários pilotos estrangeiros.”
Ni Amorim realçou ainda o enfoque na protecção do meio ambiente, anunciando que “A Federação, este ano, em Fafe vai-se juntar a uma organização ambientalista e em parceria com a Câmara Municipal quer dar bons exemplos e implementar boas práticas. Entendemos que devemos contribuir para minimizar o impacto das provas e por isso vamos plantar algumas árvores de grande porte.”
Para os líderes dos municípios, a importância da prova é um
ponto mais do que assente.
Nuno Fonseca, edil de Felgueiras, não escondeu “a
enorme satisfação por ter os ralis de volta ao nosso concelho. Em Felgueiras é
enorme o entusiasmo e estamos a trabalhar para colocar os pisos nas melhores
condições e assim proporcionarmos a todos uma grande prova”.
Para Raúl Cunha, congénere de Fafe, o rali “é uma
forma bonita de abrir a época, na Catedral dos Ralis.”
O presidente fafense reforçou ainda que “este ano
vamos envolver os concelhos vizinhos. Vamos a Felgueiras, mas vamos também
fazer uma visita breve a Vieira do Minho. Como temos fronteiras comuns,
entendemos que o que é bom para Felgueiras, é também bom para Fafe e a nossa
aposta nos ralis, é igualmente boa para ambos os concelhos. Há um conjunto de
interesses que são comuns. Isto não depende só de quem dirige os municípios, é
também fruto de uma análise e de uma aposta económica das nossas terras. Temos
o desafio de manter e robustecer o rali, criando condições para receber outras
provas com outras dimensões.”
Os dados estão lançados. O Rali Serras de Fafe e Felgueiras está
aí e promete, uma vez mais, ser uma prova com um plantel de luxo, público a
condizer e emoção até ao fim.