Categoria: Ralis

  • Pedro Lago Vieira: “Estamos realmente tristes com este desfecho”

    Pedro Lago Vieira: “Estamos realmente tristes com este desfecho”

    Foi por pouco. Pedro Lago Vieira fez uma excelente prestação no Rally Serras de Fafe, disputando os lugares do pódio na Toyota Iberian Cup.

    Contudo, um ligeiro deslize na mítica zona do ‘Confurco’ fez com que o piloto de Ponte de Lima se visse forçado a desistir da prova, já depois de ter conquistado a primeira vitória em especiais na competição ibérica, e numa altura em que se aproximava do segundo lugar da classificação.

    “Estamos realmente tristes com este desfecho. Trabalhámos com a equipa para demonstrar o nosso potencial e conseguimos comprovar que vimos com outra mentalidade para 2024. Nos troços nem tudo foi fácil, fruto das condições extremas que enfrentámos, mas conseguimos resistir e inclusive vencer uma especial diante de adversários tão competentes. No entanto, um pequeno deslize deixou-nos fora de prova”, explicou um resignado Pedro Lago Vieira. “Queria agradecer publicamente a toda a equipa de assistência e aos patrocinadores, com especial destaque para a Caetano Auto, que viabilizaram esta participação e que mereciam o resultado que quase conseguimos garantir.”

    O próximo desafio da dupla Pedro Lago Vieira – Marco Macedo na Toyota GAZOO Racing Iberian Cup é o Rally Internacional Sierra Morena a 6 e 7 de abril.

  • Paulo Roque: “Foi um rali que ficou aquém das minhas expectativas”

    Paulo Roque: “Foi um rali que ficou aquém das minhas expectativas”

    Numa prova repleta de adversidades, com lama, muita chuva e alguma neve, Paulo Roque e Tiago Teixeira marcaram o ritmo após uma entrada dificultada pela ordem de partida. No seu regresso a tempo inteiro ao Campeonato de Portugal de Ralis, o piloto de Gondomar conquista o 8º posto nas Duas Rodas Motrizes e mantém a vontade de subir o ritmo e conquistar lugares nas próximas provas.

    Depois de ter participado esporadicamente em algumas provas do Campeonato de Portugal de Ralis, Paulo Roque regressou ao volante do Peugeot 208 Rally4 para a primeira e ao que tudo indica, a prova mais desafiante da época. Novamente acompanhado por Tiago Teixeira, o piloto revela que procurava um melhor resultado: “Foi um rali onde a ordem de partida não nos favoreceu nada, tendo sido colocados no final do pelotão, separados de muitos outros concorrentes da nossa classe, o que nos fez encontrar pisos muito degradados. Foi um rali que ficou aquém das minhas expectativas, onde não tive oportunidade de testar em conjunto com o Tiago, o que teria certamente ajudado a reencontrar o nosso ritmo de equipa.”

    Paulo Roque mostra-se ainda confiante de que o fruto de um ritmo positivo chegará num dos próximos ralis: “O campeonato é longo e queremos melhorar já no Algarve, por isso mesmo, vamos dar o nosso melhor numa preparação sustentada, para que o resultado o esperado no final da prova.”

    O regresso da equipa do Peugeot 208 Rally4 está marcado de 14 a 16 de março e o palco será o Rallye Casinos do Algarve, a próxima prova do calendário do Campeonato de Portugal de Ralis.

  • Sérgio Dias: “estamos muito orgulhosos do que fizemos no Serras de Fafe”

    Sérgio Dias: “estamos muito orgulhosos do que fizemos no Serras de Fafe”

    O consagrado piloto lousadense voltou a fazer uma incursão pelo mundo dos ralis e rubricou uma excelente exibição no Rali Serras de Fafe, Felgueiras, Boticas e Cabeceiras de Basto.

    Foi aos comandos de um Peugeot 208 Rally4 da PT Racing e navegado por Bruno Abreu que Sérgio Dias enfrentou a jornada hercúlea em que se transformou a primeira prova do Campeonato de Portugal de Ralis. Chuva, frio, neve e lama formaram um “cocktail” meteorológico extremo, com o piloto de Lousada a suplantar todas essas adversidades, embora o seu resultado final tenha ficado muito condicionando por vários incidentes.

    “O Serras de Fafe foi para mim mais um rali de aprendizagem, com as condições dos troços muito difíceis e até algumas vezes bastante complicadas e perigosas. Começamos no primeiro dia com alguma cautela em Boticas e com o carro a não ajudar, perdendo potência e falhando principalmente em baixa velocidade e rotação, problema que tivemos todo o rali. Depois, já em Fafe na super especial, fiz um pião, devido a minha inexperiência e deixei o carro ir a baixo. No sábado, arranquei animado, mesmo com todas as dificuldades do dia anterior, querendo andar bem e terminar a prova. Foi um dia difícil. Logo na 2ª PEC do dia o motor calou-se e, ao ficar sem tração, sai de estrada, perdendo cerca de 20 minutos. Mesmo assim, eu e o meu espetacular navegador não atiramos a toalha ao chão e como o nosso intuito era fazer quilómetros e aprender mais sobre o carro e a modalidade, decidimos continuar mesmo com o carro a não ajudar e a falhar cada vez mais, tendo conseguido chegar ao fim”, relata Sérgio Dias.

    Mesmo assim, fica para a história o 10º lugar nas contas do CPR 2RM, resultado inglório para o andamento que o lousadense ostentou: “ficamos tristes pelo resultado final, mas por outro lado muito orgulhosos pelos tempos alcançados nas restantes classificativas. Nunca baixamos de 5.º e até um 2.º fizemos à geral nas duas rodas motrizes. No contexto geral foi muito positivo para nós, tenho a sorte de ter comigo um grande navegador, pois grande parte do mérito é do Bruno, fazemos uma boa equipa. Estamos muito orgulhosos do que fizemos no Serras de Fafe!”.

    Sérgio Dias agradece ainda “o trabalho feito pela PT Racing, o apoio da minha família e amigos e o carinho dos meus patrocinadores”, revelando que no seu programa competitivo de 2024 estará “a nossa participação no Rali Terras D’Aboboreira e, possivelmente, em um rali da fase de asfalto”.

  • Ricardo Teodósio: “não foi de todo o início de campeonato que esperávamos”

    Ricardo Teodósio: “não foi de todo o início de campeonato que esperávamos”

    O Campeonato de Portugal de Ralis 2024 começou de forma menos feliz para a dupla campeã nacional, composta por Ricardo Teodósio e José Teixeira.

    Os algarvios chegavam a Fafe como um dos favoritos à vitória, mas não conseguiram a adaptação ideal aos traiçoeiros troços do rali organizado pela Demoporto, muito fruto das condições meteorológicas adversas que se fizeram sentir ao longo do fim-de-semana no norte do país. Terminado o rali com um quinto lugar na classificação dedicada ao Campeonato de Portugal de Ralis, a dupla já aponta a atenção para o seu rali, o Rali do Algarve que se disputa dentro de aproximadamente três semanas.

    “Não foi de todo o início de campeonato que esperávamos, mas todos sabemos que nos ralis, como em tantas outras coisas, não é como começa, mas sim como acaba. Só no fim da época se fazem as contas. O ano passado também não começámos bem em Fafe e no fim sorrimos com o terceiro título”, começou por afirmar Ricardo Teodósio que depois explicou um pouco melhor o fim-de-semana menos positivo: “Os troços estavam muito difíceis e quando chegamos à primeira ou segunda curva e não encontramos o grip certo e apanhamos um susto, fica tudo mais difícil. Naturalmente que perdemos um pouco de confiança e num campeonato tão equilibrado é o suficiente para perdermos logo o contacto com a frente da corrida. O sábado de manhã acabou por não nos ser favorável com um problema no sensor do acelerador que nos fez perder potência no motor… enfim temos de começar já a pensar no Rali do Algarve, onde queremos demonstrar que estamos cá para lutar pelo quarto título nacional”.

    Já José Teixeira não esconde esta desapontado com o resultado, mas também vira o foco para o próximo rali: “Todos esperavam mais de nós, mas os ralis são assim. Temos de levantar a cabeça, olhar para o que não correu tão bem e acreditar que somos bastante melhores do que aquilo que os resultados demonstram. Vamos estar a todo o gás no Algarve, com ambições redobradas para a vitória!”, afirmou. A representar o Team Hyundai Portugal, num Hyundai i20 N Rally2, Teodósio vai agora preparar a participação no Rali do Algarve, que está agendado para os dias 15 e 16 de Março.

  • Kris Meeke: “há muito tempo que não sentia tanto prazer num rali”

    Kris Meeke: “há muito tempo que não sentia tanto prazer num rali”

    Kris Meeke e James Fulton, do Team Hyundai Portugal, iniciaram de forma brilhante o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), ao triunfarem, de forma categórica, no Rali Serras de Fafe, Felgueiras, Boticas e Cabeceiras de Basto.

    O Hyundai i20 N Rally2 do piloto britânico foi o mais rápido em 9 das 11 classificativas (110,3 km ao cronómetro) da prova de abertura da temporada do CPR, numa prova em que o seu colega de equipa e campeão nacional em título, Ricardo Teodósio, enfrentou algumas dificuldades, conseguindo, apesar de tudo, terminar na sexta posição.

    “Foi ótimo começar a época com uma vitória, o que me deixa imensamente feliz por poder oferecê-la ao Team Hyundai Portugal. Tenho um ‘feeling’ ainda melhor, face à época anterior, com o i20 N Rally2, desfrutando de um rali com classificativas fantásticas. Nunca tinha feito o troço do Seixoso quando corri no WRC, do mesmo modo que foi a primeira vez que andei em Luílhas nestas condições. Estas são algumas das melhores classificativas do Mundo! Há muito tempo que não sentia tanto prazer num rali. Quanto ao triunfo, procurei manter sempre uma margem de segurança para os adversários e acabou por correr tudo bastante bem. Estou muito contente”, afirmou, no final, visivelmente satisfeito, Kris Meeke, que ainda foi o vencedor da Power Stage.

  • Rafael Cardeira: “foi um rali muito difícil em todos os momentos”

    Rafael Cardeira: “foi um rali muito difícil em todos os momentos”

    No regresso ao Campeonato de Portugal de Ralis, Rafael Cardeira e Luís Boiça apresentaram-se em Fafe, na estreia aos comandos de um Peugeot 208 Rally4. Numa jornada que se revelou extremamente dura no que toca a condições climatéricas, apesar da ordem de partida menos favorável, a equipa segurou o 7º posto nas Duas Rodas Motrizes.

    Foi com uma abordagem evolutiva que o piloto do Sporting Clube de Portugal enfrentou os troços de Fafe, Cabeceiras de Basto e Boticas, numa prova onde era fundamental uma aprendizagem rápida do novo carro. Cardeira faz um balanço positivo, sabendo que tem um longo caminho pela frente: “Foi um rali com condições meteorológicas difíceis, onde a ordem de partida face aos nossos concorrentes das Duas Rodas Motrizes também teve um fator de dificuldade, pois ficámos separados por mais de 20 carros na partida, o que levou a que encontrássemos o piso muito mais degradado e condições climatéricas diferentes. Nunca tínhamos testado o Peugeot com condições semelhantes, mas faz parte do trajeto de aprendizagem e era indispensável chegarmos ao final da prova.”

    Como já vem sendo habitual no Rali Serras de Fafe, a mistura de condições de chuva, nevoeiro, lama e até neve, acrescentou um elemento de dificuldade acentuado para as Duas Rodas Motrizes. O Piloto da Marinha Grande acrescenta: “Foi um rali muito difícil em todos os momentos, mas estamos determinados em prosseguir com o trabalho para que nas próximas provas nos possamos posicionar nos primeiros lugares.”

    O próximo desafio do Campeonato de Portugal de Ralis será o Rallye Casinos do Algarve, que terá lugar já a 15 e 16 de março, com a prova a passar por Portimão, Silves e Vila do Bispo.

  • Luís Morais: “poucas vezes conseguimos colocar o nosso melhor ritmo”

    Luís Morais: “poucas vezes conseguimos colocar o nosso melhor ritmo”

    Não foi o regresso ao Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes que Luís Morais desejava e merecia. Depois de uma prova em que raramente ostentou a competitividade que lhe é reconhecida, o piloto de Lousada agora navegado pelo fafense Rafael Cunha viu-se forçado a desistir a apenas duas especiais do fim, quando cedeu o radiador de óleo do seu Peugeot 208 Rally4.

    Luís Morais relata que o Rali Serras de Fafe, Felgueiras, Boticas e Cabeceiras de Basto “foi uma prova em que poucas vezes conseguimos colocar o nosso melhor ritmo , graças às difíceis condições meteorológicas e alguma falta de confiança e conforto nos pisos. Depois, veio o pior, quando, possivelmente na sequência do salto forte que demos em Lameirinha 1, na ligação para a penúltima PEC, Seixoso 2, o radiador de óleo do Peugeot cedeu e nada mais havia a fazer, sendo forçados a desistir já tão perto do fim da prova. Foi um rali complicado mas, fica a experiência obtida para tentar melhorar no futuro. Estou contente por estar de regresso!”

    “Quero agradecer ao profissionalismo da equipa como sempre, com um serviço de excelência da PT Racing. Também ao Rafael Cunha, meu novo navegador, que de tudo fez para me ajudar ao máximo, sem esquecer a minha família por todo o apoio prestado ao longo destes dias”, concluiu o piloto lousadense.

    Luís Morais deixa a promessa de “trabalhar intensamente para obter melhor resultados já no Algarve”.

    A próxima prova do CPR 2RM será o Rallye Casinos do Algarve, aprazado para 15 e 16 de março.

  • Ernesto Cunha: “foi um arranque positivo para nós”

    Ernesto Cunha: “foi um arranque positivo para nós”

    As condições climatéricas adivinhavam-se duríssimas e a confirmação chegava logo nos primeiros quilómetros do Rali Serras de Fafe, onde a chuva e lama foram uma constante. A dupla Ernesto Cunha e Rui Raimundo preparou da melhor forma a sua estreia aos comandos do Skoda Fabia Rally2 EVO e a exibição não desiludiu, tendo sido confirmada com ritmo crescente e com o 9º posto no Campeonato de Portugal de Ralis.

    Focado em realizar um trabalho progressivo e evoluir ao máximo ao longo da temporada, Ernesto Cunha cumpriu, na prova de estreia, os objetivos a que se propôs. Apesar da sua dureza, o Rali Serras de Fafe trouxe um desfecho positivo, com um conjunto de especiais em ritmo constante e um andamento solido.

    O piloto mostra-se satisfeito: “Estamos num processo de adaptação ao novo carro e a esta nova classe no Campeonato de Portugal de Ralis. Aqui, o objetivo era exatamente realizar o máximo número de quilómetros e perceber onde precisamos de melhorar para tirar o máximo proveito deste carro.”

    “Foi um arranque positivo para nós, onde tirámos lições valiosas para as próximas provas e com o objetivo atingido na totalidade”, aponta ainda Ernesto Cunha, que segurou o 9º lugar da classificação do Campeonato de Portugal de Ralis nesta ronda inaugural.

    Sem baixar o ritmo, a dupla prepara agora a próxima jornada da época já de 14 a 16 de março, o Rallye Casinos do Algarve. Será um novo desafio em pisos de terra e mais uma oportunidade de evolução ao volante do Skoda Fabia Rally2 EVO.

  • Ruben Rodrigues foi um dos “MVP” no Serras de Fafe

    Ruben Rodrigues foi um dos “MVP” no Serras de Fafe

    Ruben Rodrigues, navegado por António Costa, foi o 2º melhor piloto português em prova, que acabou por conquistar um resultado muito positivo, na estreia do novo Skoda Fabia RS da ARC Sport.

    A prova inaugural do Campeonato de Portugal de Ralis 2024 teve um desfecho muitor positivo, para o Campeão dos Açores Ruben Rodrigues, que acabou por participar com António Costa como navegador, devido a impedimento de última hora do seu irmão Estevão Rodrigues.

    “Estou muito feliz com a estreia do novo carro. Melhor era impossível. O novo Fabia RS é fabuloso, esteve sempre num excelente nível e sem qualquer tipo de problemas, acabando por fazer um rali em crescendo. Os engenheiros da Skoda e todos os elementos da ARC Sport é que deviam receber o prémio. O impedimento do meu irmão acabou por contribuir para conhecer um navegador fantástico. O meu agradecimento também ao António Costa. Finalmente correu tudo bem em Fafe. Carro, equipa e navegador em grande plano”, concluiu Ruben Rodrigues.O piloto açoriano tem agora prevista a participação no Rali Terras D’Aboboreira, terceira prova do CPR.

  • Pedro Silva: “o 2º lugar esteve perto, mas terminar em Fafe no pódio foi muito positivo”

    Pedro Silva: “o 2º lugar esteve perto, mas terminar em Fafe no pódio foi muito positivo”

    Numa prova que, a espaços, foi épica, por causa das condições meteorológicas agrestes, os embaixadores da Beira Baixa, Pedro Silva e Roberto Santos, estiveram sempre na luta pelos lugares cimeiros da “batalha” referente ao Campeonato Português de Ralis 2RM e, apesar de alguns contratempos, alcançaram um excelente terceiro lugar.

    Andamento forte, mas sempre controlado, eis a batuta que presidiu à performance de Pedro Silva e Roberto Santos, aos comandos do Peugeot 208 Rally4 preparado pela Domingos Sport.

    Cedo se percebeu que a dupla iria estar na luta pelos lugares do pódio do CPR 2RM e foi aí que se instalaram praticamente desde o arranque.

    A meio da prova, chegaram mesmo ao segundo lugar, posição que não defenderia mercê “de dois pequenos toques de traseira na segunda passagem pelo Seixoso que nos fizeram perder segundos preciosos. são assim os ralis… já não foi possível recuperar o segundo lugar!”, relata Pedro Silva.

    “O 2º lugar fugiu-nos assim por apenas por 5.5 segundos. Trabalhamos para o conseguir, mas temos pequenos pormenores que temos de melhorar e obviamente que saio deste rali com muito mais experiência em pisos de terra. Há muita coisa nova para mim, pois os pisos de terra nunca foram o meu forte, mas estão a passar a ser mais um ponto forte que temos”.

    O piloto de Vila Velha de Rodão admite que foi uma prova “muito dura, com lama, neve, zonas de pedra, transformando-se num desafio extremo. Aprendemos muito ao longo do rali. Agora só pensamos no Rali do Algarve e lutar uma vez mais pelo pódio!”.

    A dupla da Beira Baixa teve um apoio forte dos seus apoiantes: “com dias frios e muito molhados, a nossa família, amigos, parceiros, equipa e fãs não nos deixaram para trás, puxaram por nós durante todo o Rali, por isso queremos dedicar lhes este pódio. Sem eles não faz sentido lutar tanto quanto lutamos”.