A Ford concebeu o protótipo de um blusão dotado deemojis com vista a melhorar a comunicação entre ciclistas e condutores.
Com os governos cada vez mais empenhados em promover o ar limpo nas cidades, nunca foi tão fácil andar de bicicleta no dia-a-dia, existindo também inúmeras opções de partilha de bicicletas (bike-sharing). Em toda a Europa, milhões de pessoas estão a optar por utilizar a bicicleta para ir trabalhar, praticar desporto ou apenas por prazer. Mas a comunicação entre condutores e ciclistas pode ser difícil,com estes últimos a terem que tirar as mãos do guiador para indicar mudanças na direção ou expressar agradecimentos. Segundo os dados apurados pela Comissão de Segurança Rodoviária da União Europeia, anualmente morrem cerca de 2.000 ciclistas nas estradas da Europa.
Agora, no âmbito da sua campanha “Share The Road”, a Ford encomendou um protótipo para um Blulsão Emoji. Esta criação única, que não está disponível para aquisição, foi projectada para demonstrar como é possível reduzir a tensão nas estradas, permitindo que os ciclistas mostrem, com mais facilidade e clareza,aos condutores quais são as suas intenções e qual o seu estado de espírito perante as condições na estrada.
O SM celebra 50 anos em 2020. Atraente e imponente, o SM foi um grande exemplo de colaboração entre icónicos construtores franceses e italianos. Em 1970, levou o vanguardismo ao seu auge e conquistou um lugar na história da indústria automóvel e no coração dos amantes de carros. No Salão Retromobile 2020, a DS Automobiles e a DS Heritage celebram este feito único, com a exibição de três SM junto ao DS X E-TENSE, herdeiro desta ousada aventura.
O DS era já uma lenda quando o “Projeto S” foi lançado na década de 1960. O objetivo era aproveitar a liderança tecnológica e de imagem do DS para criar um veículo desportivo na mesma linhagem. Inicialmente, Jacques Né, o engenheiro responsável pelo projeto, tinha em mira as 24 Horas de Le Mans, mas o Diretor Geral, Pierre Bercot, redirecionou rapidamente o seu trabalho para um carro de prestígio a ser posicionado acima do DS, ainda em produção.
A nova criação seria baseada no chassis de um DS e construída nas mesmas linhas de montagem de Quai de Javel, em Paris.
Sob a direção de Robert Opron, uma equipa
liderada por Jean Giret e Jacques Charreton finalizou o projeto do que viria a ser
o SM. Um modelo à escala real (1:1) foi produzido nas oficinas da Rue du
Théâtre. Com a compra da Maserati, a Citroën encontrou novas perspetivas, bem
como as bases para um compacto e moderno V6.
Apresentado no Salão de Genebra de 1970, o SM emergiu como o digno
herdeiro do DS. O Grand Tourisme gozava de muitos pontos fortes: uma
linha tão fluida como agressiva, um chassis baseado na famosa suspensão
hidráulica, um interior futurista, com mostradores ovalizados, e um motor V6 Maserati.
O ADN do DS tinha acabado de evoluir.
Sob o longo capô, o V6 a 90° apresentava duas árvores de cames por bancada
de cilindros. A cilindrada foi deliberadamente limitada a 2.670 cc para ficar abaixo
da penalizante barreira de 16 cavalos de potência fiscal então em vigor em
França. Particularmente compacto (31 centímetros de comprimento) e muito leve
(140 kg), o bloco em liga leve é inicialmente alimentado por três carburadores
Weber de duplo corpo, desenvolvendo uma potência de 170 cavalos às 5.500 rpm.
Posteriormente recebeu um sistema de injeção eletrónica de combustível
desenvolvido em conjunto com a Bosch, o que aumentou a potência para 178
cavalos e melhorou a flexibilidade de utilização.
O SM adotou o sistema hidráulico central que fez do DS um sucesso. O
fluido LHM verde alimentava e assistia algumas das principais funções:
suspensão, travagem (controlada por um pedal em forma de cogumelo), direção e
ajuste vertical dos faróis. O desenvolvimento da suspensão foi especialmente
detalhado, com o objetivo de tornar o SM no modelo de tração dianteira mais
rápido do mundo. A suspensão era totalmente diferente da do DS, que recorria a
um esquema de tirantes, mais simples.
Cinquenta anos depois, o SM é um modelo mais do que emblemático, tornando-se num verdadeiro objeto de culto. O conforto e comportamento dinâmico fazem do SM um carro muito moderno. As suas linhas, tanto no exterior como no interior, mantêm-se na vanguarda, com destaque para o pedal de travões em forma de cogumelo, o suave sistema hidráulico e a direção assistida variável. A crença popular atribui o fim da sua comercialização ao súbito aumento dos preços dos combustíveis, devido à crise petrolífera, mas a verdade é que o SM continua a ser um dos GTs mais eficientes da sua época.
Georges Pompidou, Presidente da República Francesa aquando do seu
lançamento, mas também Leonid Brezhnev, o Xá do Irão, Haïlé Sélassié (Imperador
da Etiópia), Burt Reynolds, John Williams, Johan Cruyff, Bernard Pivot, Line
Renaud ou Jay Leno possuiram, ou ainda possuem, um SM. Por sua vez, Daniel
Craig elege o SM como o carro dos seus sonhos.
Sendo um evento anual obrigatório para os entusiastas dos automóveis, o Rétromobile
2020 ocupa uma área total superior a 72.000 m² na Paris Expo, Porte de
Versailles. O Salão abre hoje ao público até ao dia 9 de fevereiro (domingo),
das 10h às 19h (noites de quarta e sexta-feira até às 22h).
De produtor de cortiça em Hiroshima a construtor automóvel mundial de referência, a Mazda celebra 100 anos de inovação no design e engenharia. A Mazda irá mostrar todo o seu ilustre passado em Março, no Salão Automóvel de Genebra.
A Mazda celebrou no passado dia 30 de janeiro o seu 100º aniversário, realizando uma cerimónia na sua sede, em Hiroshima, que marca o início de todo um ano de eventos dedicados, nomeadamente no Salão Automóvel de Genebra, durante os quais irá relembrar o seu passado e olhar para o seu futuro.
Ao longo desse caminho, a Mazda
tornou-se na primeira marca asiática a vencer Le Mans, em 1991, lançou
comercialmente o motor rotativo no icónico Cosmo Sport 110S, criou o Mazda
MX-5, o melhor roadster de 2 lugares
do mundo e verdadeiro best-seller,
contando com mais de um milhão de unidades comercializadas desde o seu
lançamento em 1989, e introduziu no mercado o bloco Skyactiv-X, aquele que é o primeiro motor a
gasolina de ignição por compressão,.
Da cortiça aos automóveis
Há 100 anos, a Mazda era um simples produtor de cortiça de Hiroshima, até
que o industrial Jujiro Matsuda assumiu o comando da então Toyo Cork Kogyo Co.,
Ltd, em 1921, e transformou o negócio, primeiro num produtor de máquinas e
ferramentas e depois num fabricante de veículos.
O primeiro modelo foi o Mazda-Go, um pequeno camião de três rodas, que
chegou ao mercado em 1931. Popularizando-se e passando por melhorias contínuas,
recebeu, por exemplo, em 1938, uma inovadora transmissão de 4 velocidades, que
permitiu reduzir os seus consumos em 20 por cento. Finda a Segunda Guerra
Mundial, o fabrico de camiões voltaria a arrancar poucos meses após o
bombardeio atómico de Hiroshima.
Os veículos comerciais permaneceram o foco da Mazda após o conflito bélico,
até que em 1960 a marca produziu o seu primeiro automóvel de passageiros, o
Mazda R360. Tal traduziu-se num sucesso, permitindo lançar as bases do que é
hoje referido como segmento “kei-car” japonês, abrindo caminho a toda uma gama
bem sucedida de automóveis Mazda, entre os quais os que hoje estão em
circulação.
Alcançar o impossível
Em 1961, a Mazda assinou um acordo de licenciamento com o construtor alemão
NSU para desenvolver e produzir os seus novos motores Wankel, compactos e
leves. Os engenheiros japoneses conseguiriam, então, o que muitos achavam
impossível e, em 1967, surgia o futurista Mazda Cosmo Sport 110S, tornando-se no
primeiro modelo de produção do mundo dotado de um motor rotativo.
Foi o início de uma notável história de sucesso que permitiria à Mazda lançar
muitos outros modelos, incluindo o Mazda RX-7, comercializando cerca de dois
milhões de veículos equipados com motores rotativos, ao longo dos anos que se
seguiram. A Mazda também provaria a validade dessa sua proeza tecnológica na
competição, tornando-se no primeiro fabricante asiático a vencer as exigentes 24
Horas de Le Mans, conquistando a edição de 1991 com o Mazda 787B, modelo de
competição equipado com quatro rotores, mantendo-se, até à data, como o único modelo
vitorioso com um motor sem pistões.
O motor rotativo viria, mais recentemente, a inspirar a inovadora
Tecnologia Skyactiv da Mazda, abrangente conjunto de soluções que integra motores,
transmissões, plataformas e carroçarias optimizadas, em nome da maximização da
eficiência, e que fez surgir o conceito Jinba
Ittai, estreita ligação entre automóvel e condutor, hoje comum a todos os
modelos Mazda.
Embora o motor rotativo fosse um exemplo da devoção da Mazda na criação de modelos imbuídos do prazer de condução, foi só após a alteração da denominação da empresa para Mazda Motor Corporation, em 1984, que realmente demonstrou a sua paixão pela condução, com o lançamento, em 1989, de um pequeno roadster chamado Mazda MX-5, época em que os descapotáveis de dois lugares estavam praticamente extintos. Hoje, quatro gerações mais tarde, o Mazda MX-5 continua a ser o roadster mais vendido da história, tendo superado em 2016 a fasquia de um milhão de unidades produzidas.
É o prazer de condução que define
o ADN que hoje se pode encontrar em toda a gama Mazda, algo que permanecerá
durante os próximos 100 anos, acompanhando as mudanças significativas que a
indústria automóvel continua a atravessar.
Os próximos 100 anos
Presentemente, a Mazda conta com uma gama de viaturas projectadas segundo a
linguagem design Kodo – A Alma do Movimento, conquistando os mais prestigiados
galardões em todo o mundo, mantendo-se como uma marca que continua a desafiar
as convenções, agora através do lançamento do seu primeiro veículo eléctrico, o
Mazda MX-30.
Modelo direcionado ao futuro, o novo MX-30 também respeita o passado da
Mazda, fruto de um habitáculo onde está presente a cortiça portuguesa, agora
numa variante mais ecológica, fazendo a ponte com os humildes começos da então empresa
Toyo Cork Kogyo.
“À medida que olhamos para os próximos 100 anos, continuaremos a desafiar-nos na criação de produtos, tecnologias e experiências únicas, com que os nossos clientes se identifiquem”, afirmou Akira Marumoto, Presidente e CEO da Mazda Motor Corporation.
A 22ª Gala SPAL – A nossa seleção de pilotos regressa ao palco do Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda, no dia 8 de fevereiro, com a habitual homenagem e um espetáculo de música antiga. Nesta edição, são chamados ao palco 38 pilotos para receber o troféu SPAL. O espetáculo, aberto ao público em geral, tem início às 21h30.
Na edição de 2020 a Gala SPAL irá homenagear 38 pilotos do distrito da Guarda, representantes de 12 modalidades diferentes do desporto motorizado que participaram, no ano transato, nas provas oficiais regionais, nacionais e internacionais. Entre eles, o público votará no mais representativo ou no seu preferido, sendo que o eleito receberá o Troféu La Vie Piloto do Ano.
A noite de homenagens contempla também a entrega dos habituais Troféu Prestígio João Lopes e o Troféu Manuel Gião a entidades ou organismos de referência nas atividades do Clube e na promoção ou desenvolvimento da região da Guarda, havendo ainda lugar à entrega de menções honrosas ou nomeação de sócios honorários.
Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, já confirmou a sua presença na A 22ª Gala SPAL. A nossa seleção de pilotos, onde estarão também diversas entidades, representantes de organismos públicos e privados a nível regional e nacional.
O evento contempla também uma
surpresa para o público presente: o sorteio de um relógio da reputada Roamer, marca
de relógios suíços manufaturados de alta qualidade.
O palco do Grande Auditório é ocupado, na primeira parte da noite, pelo Quarteto Santa Cruz de Coimbra, com um espetáculo musical. Os bilhetes para esta noite de Gala e espetáculo estão disponíveis na bilheteira no TMG.
A Quinta das Flores, na Covilhã, vai ser palco da 4ª edição da Gala Red Line, promovida por aquele programa dedicado aos desportos motorizados e emitido na Rádio Cova da Beira.
Este sábado, 1 de Fevereiro, transforma-se em tempo de festa para os amantes do “motorsport” do planalto beirão. A 4ª Gala Red Line promete festa farta, num cerimonial que será dividido em duas partes.
Na primeira, serão entregues os galardões principais,
premiando figuras e instituições que, reconhecidamente, tiveram um papel de
relevo, no incremento do desporto motorizado e sua divulgação na região. De
jornalistas a pilotos, passando por clubes, patrocinadores e figuras ligadas
aos “media”, é extenso e fundamentado o rol de galardoados. Entre outros,
destaque para os pilotos João Fonseca, Francisco Carvalho, Fernando Teotónio,
António Ramos, Armindo Neves e António Correia.
Premiados serão ainda os jornalistas João Carlos Costa e Luís Celínio, bem como clubes de referência, entre os quais a Escuderia Castelo Branco, o Clube Escape Livre e o Lusitânia Automóvel Clube.
A segunda parte da gala, onde são esperados mais de 300 convidados, dará
palco aos principais protagonistas de duas competições que animaram a zona
raiana central de Portugal: o Racing Trophy das Beiras e o Beira Baixa
Challenge.
Julião Luz & Filhos teve a melhor performance de Vendas, M. Coutinho alcançou o troféu de Marketing, Madeira AutoCar repete galardão da área de Após-Venda e Santos da Cunha II em destaque no sector do Financiamento.
A Mazda Motor de Portugal acaba de anunciar os Concessionários cujo trabalho
e resultados, alcançados pelas respectivas equipas de vendas, marketing, após-venda e financiamento,
mais se distinguiram ao longo do ano de 2019, com particular destaque para o
vencedor do troféu de “Concessionário do Ano”.
No decurso da primeira Reunião de Concessionários do ano, cerimónia que decorreu nas instalações da Cidade do Futebol, em Caxias, a direcção da Mazda Motor de Portugal distinguiu a performance da sua Rede de Concessionários no ano findo, não só atribuindo estes galardões de prestigio, como também fazendo um resumo da sua actividade em 2019 e anunciando as linhas mestras deste novo ano e do futuro próximo.
Entre os que melhor representaram a Mazda e os seus produtos no território
nacional em 2019, destacaram-se os seguintes nomes:
Concessionário do Ano – O principal galardão da noite,
foi atribuído à OneShop, equipa
representada por Bruno Oliveira, seu Director Geral, e Rui Lino (Chefe de Vendas),
tendo recebido o prémio de Luís Morais, Director Geral da Mazda Motor de
Portugal, fruto do conjunto de resultados registados por esta entidade.
Vendas – Foi a Julião Luz & Filhos quem registou a melhor performance em
termos de Vendas de veículos novos, tendo Rui Luz e Nuno Luz, gerentes, recebido
a respetiva distinção das mãos de Pedro Botelho, Director de Vendas e Marketing
da Mazda Motor de Portugal.
Marketing – Foi, também, Pedro Botelho
quem entregou o galardão desta importante área de negócio, desta feita
atribuído à M Coutinho, tendosubido ao palco Rui Almeida e Daniel
Rocha, respectivamente gerente e chefe de vendas desta concessão.
Após-Venda – Fruto da excelência de resultados
nesta área, o galardão foi atribuído, pelo segundo ano consecutivo, à Madeira Autocar, tendo José Santos,
Director de Após Venda e Desenvolvimento de Rede, entregue o respectivo troféu a
Duarte Faria, gerente deste concessionário insular.
Financiamento – Contando com a Credibom como
sua parceira preferencial de negócio, a Mazda distinguiu a Santos da Cunha II como a entidade que registou os melhores
resultados neste domínio, tendo o seu Director Miguel Couto entregue o respectivo
troféu ao seu administrador, Luis Santos da Cunha, e a Elísio Ferreira, gerente
desta concessão.
“Para começar gostaria de reforçar o indispensável papel da nossa Rede de Concessionários, entidade cada vez mais coesa e abrangente, estruturada e apta a enfrentar a nova realidade, assente numa Qualidade de Serviço e numa Satisfação dos Clientes que se mantêm em contínuo crescimento, aspectos que se mantêm fundamentais na fidelização dos nossos actuais clientes e na conquista de novos clientes Mazda,” começou por referir Luís Morais, Director Geral da Mazda Motor de Portugal. ”São, naturalmente, os nossos parceiros preferenciais e, uma vez mais, são 5 os Concessionários Mazda distinguidos em igual número de áreas de intervenção, com especial destaque para a equipa da OneShop que, no conjunto das suas actividades em 2019, foi quem melhor cumpriu com os objectivos definidos no conjunto das diferentes áreas de negócio, conquistando, com isso, o prestigiado troféu de ‘Concessionário do Ano 2019’”.
No que se refere ao ano findo, Luis Morais destacou“o ambiente particularmente competitivo do nosso mercado, que obrigou a Mazda a manter-se muito dinâmica, com uma vasta oferta de novidades e acções que nos levaram a um aumento significativo de 24,2% em volume de vendas, face a 2018. Destacaram-se, neste processo, os lançamentos do novo Mazda3 e do novo SUV Mazda CX-30, bem como a actualização, através de renovadas motorizações e um crescendo de tecnologias, de toda a nossa restante gama – em que o Mazda CX-5 registou um significativo volume de vendas – num conjunto de modelos simultaneamente abrangente e homogéneo, de acordo com as preferências dos nossos clientes”.
Acrescente-se que no pretérito ano de 2019, a Mazda e a sua Rede de
Concessionários alcançaram uma quota de mercado de 1,4%, relativa a um total de
3.072 veículos de passageiros novos matriculados, representando um crescimento de
24,2% face ao ano anterior. Para tal resultado positivo contribuíram não só os
novos Mazda3 (HB e CS) e SUV Mazda CX-30, como a sua restante gama, composta
pelo citadino Mazda2, o familiar Mazda6 (berlina e Wagon), o SUV Mazda CX-5 e,
também, o roadster Mazda MX-5
(Soft-Top e RF), modelo que em 2019 festejou o seu 30º aniversário.
Destaque-se, ainda, o peso que as novas motorizações a gasolina Skyactiv-G e
Skyactiv-X tiveram nas respectivas gamas em que foram introduzidas.
O hotel de cinco estrelas, localizado no Pinhão, em pleno Douro Vinhateiro, convida a celebrar o amor num fim-de-semana refúgio, em que o único som que vai ouvir é o do bater do coração.
O Douro é conhecido pela arte de bem
receber, pela inconfundível gastronomia e pelas referências vínicas que chegam
da mais antiga região demarcada de vinhos do mundo. No Dia dos Namorados – e ao
longo de todo o ano – é também o destino de eleição para um refúgio a dois. O The
Vintage House sugere um programa íntimo e tranquilo, ao ritmo lento de um
jantar com os melhores sabores durienses.
Para dar início a este fim-de-semana de celebração, o hotel dá as boas-vindas
com um cálice de vinho do Porto. Com vista privilegiada para o rio e as vinhas
em socalcos, o convite é para apreciar cada detalhe deste recanto rústico. No
Library Bar, a decoração cuidada e as largas ripas de madeira trazem o
aconchego para um momento de pausa, onde o crepitar da lareira acompanha um chá
das 5, com uma variedade de scones, bolos e compotas caseiras.
Porque esta é uma data especial, o The Vintage
House irá proporcionar um momento de relaxamento, com a disponibilização de um
serviço de massagem a dois (50 minutos, 160€ por casal). Para prolongar o
ambiente de romantismo, será servido um espumante ou uma tisana de frutos do
bosque e uma seleção de frutos vermelhos.
Já no
final do dia é tempo de aproveitar o conforto do Restaurante Rabelo e desfrutar
das melhores iguarias regionais, ao nível gastronómico e vínico. A experiência
começa com uma Surpresa de pato com maçã e canela e um Ravioli de tamboril e queijo
fresco. Nos pratos principais as sugestões passam por Lombo de robalo em salada
de couscous e chutney de ananás e Mini sandes de cordeiro de leite com ragoût
de cogumelos. Para dar o enlace ao momento, um Mil folhas de chocolate com
gelado de morango. Num ambiente clássico e elegante, este jantar tem o valor de
50€ por pessoa, com seleção de vinhos incluída, e de 25€ para crianças dos 5
aos 12 anos. As crianças até aos 4 anos são convidadas.
Na reserva de uma Master Suite, ao acordar,
poder-se-á escolher entre pequeno-almoço buffet ou serviço de quarto, sem custo
adicional, e o check-out tardio já está garantido.
Como chegar ao Douro?
O centro da cidade Invicta
é ligado ao coração do Douro através dos comboios que partem das estações de
São Bento ou Campanhã até ao Pinhão. Para um serviço exclusivo, a PTravel
(Efilar), empresa de transportes com mais de 20 anos de experiência, dispõe de
transferes que garantem uma viagem mais rápida e cómoda.
Para deleite dos casais que não passam esta efeméride em branco, o The Yeatman convida a celebrar o São Valentim com um romântico jantar com vista para a paisagem ribeirinha do Porto e a pernoitar numa das sublimes suites de luxo do hotel.
Contar as estrelas através de um telescópio privado, relaxar num generoso jacuzzi de cobre ao lado da lareira ou acordar numa cama king size em formato de balseiro com vista para o rio Douro, são alguns dos prazeres que podem ser vividos nas suites mais luxuosas do The Yeatman.
O hotel vínico, instalado na encosta sul do Rio Douro, convida a celebrar o Dia de São Valentim numa das suas carismáticas suites, onde o conforto e o luxo se desvendam nos mais pequenos detalhes.
A Suite Presidencial é a mais recente adição à coleção. Construída em 2018, é a tipologia superior do hotel, com uma descrição que dispensa adjetivos. Acordar com vista para o Porto e para o rio Douro é comum a todos os quartos e suites do The Yeatman, mas acordar num balseiro, com um terraço e piscina privada é um prazer exclusivo desta suite. Na área de leitura, um telescópio assiste ao alinhar das constelações e o terraço oferece a possibilidade de um jantar privado, apenas com o céu e a vista como testemunhas do momento especial.
Honrando o perfil vínico do hotel, a Bacchus Suite é uma homenagem ao Deus romano do vinho. Um espaço acolhedor onde, ao longo de 150 m2, coabitam em perfeita harmonia uma cama de largas dimensões, um jacuzzi, uma lareira e um terraço interior.
Para os casais que privilegiam o conforto clássico, a Artist Suite é o retiro sugerido. Com uma decoração elegante, inclui uma cama king size, uma sala totalmente equipada e uma mesa de jantar em frente à lareira. Para as famílias que não deixam os filhos fora desta celebração, esta suite tem a vantagem de ter um quarto comunicante e uma área de serviço privada.
Para completar a experiência de puro romantismo, o restaurante TheOrangerie desenhou um menu especial para a ocasião. Oferecendo uma vista panorâmica sobre o Rio Douro e a cidade do Porto, imagem de marca do hotel, o elenco de sabores luxuriosos vai-se desdobrando em três entradas: o fresco prato de Lírio, as Vieiras curadas e o Caviar especial do hotel. Como protagonistas da refeição apresentam-se à mesa o Lavagante, o Pregado mediterrâneo e o Wagyu Beef. A fechar a experiência, uma sobremesa de tangerina, chocolate e pistachio.
O menu é exclusivo para o dia 14 de fevereiro. Com uma cuidada seleção de vinhos incluída, tem o valor de 160€ por pessoa. Aconselha-se a reserva antecipada para os três horários disponíveis: 19h00, 20h00 ou 21h00. As reservas podem ser feitas diretamente no portal de eventos do hotel em: https://eventos.theyeatman.com/pt/eventos/sao-valentim-249.
Nem só de sobremesas vive o Vinho do Porto. No VINUM Restaurant & Wine Bar, em Vila Nova de Gaia, há um menu que pretende (com)provar que esta pode ser uma bebida para vários pratos e momentos.
Aproveitando o mote da comemoração do Dia Internacional do Vinho do Porto, a dia 27 de janeiro, o VINUM Restaurant & Wine Bar, localizado na zona histórica de Vila Nova de Gaia, em parceria com as Caves Graham’s, com quem partilha o espaço (e a vista), recorda uma das suas maiores criações: um menu totalmente harmonizado com Vinho do Porto
O sugestivo nome – “Menu Gaham’s” – não deixa margem para dúvidas: este é um desafio enogastronómico que tem como principal missão afirmar o potencial do Vinho do Porto à mesa e a sua versatilidade de consumo. No total, são 5 momentos multissensoriais, disponíveis por 100€ por pessoa, tudo incluído, que prometem mudar a forma como se vê e bebe um dos ex-líbris do Douro.
As boas-vindas começam com um fresco e descomplicado Graham’s Extra Dry, aqui servido sem tónica para que os sabores originais a citrinos e a folha de menta o façam brilhar, para acompanhar um Ceviche verde, preparado à base do melhor peixe fresco do Mercado de Matosinhos do dia.
Seguem-se dois elegantes bestsellers da Symington Family Estates e umas das mais representativas categorias de Vinho do Porto: Graham’s Tawny 10 anos e Graham’s Tawny 20 anos. O primeiro, marcado pelos ricos aromas a fruta madura, é contrabalançado com uma Salada de Stilton, espinafres e maçã, um clássico do restaurante. Já para o segundo vinho, a proposta é o Leitão crocante confitado com castanhas, confecionado num sublime caldo à base do mesmo vinho para garantir a ligação perfeita.
As harmonizações clássicas de Vinho do Porto não foram esquecidas e para o final da refeição estão reservados dois momentos especiais. Para começar, um Vintage da Quinta dos Malvedos, servido com uma cuidada seleção de queijos regionais do Norte de Portugal. Já no desfecho deste apaixonante diálogo enogastronómico, o Graham’s Tawny 30 anos é o protagonista do brinde final, que se mistura com a leveza da sobremesa: o Ananás dos Açores caramelizado no forno, Graham’s Tawny 20 anos e gelado de coco.
O restaurante das caves Taylor’s, no centro histórico de V. N. Gaia, sugere celebrar a efeméride com um menu exclusivamente acompanhado por Vinho do Porto, da entrada à sobremesa.
Corriam os anos 80 quando se cantava, em plena televisão nacional, “Vinho do Porto é vinho de Portugal”. Uma ode patriota a este símbolo português que é celebrado, em todo o mundo, no próximo dia 27 de janeiro. Com vista para o rio que em tempos embalava as pipas a bordo dos barcos Rabelo, o restaurante Barão Fladgate convida a provar o “Menu Taylor’s” – onde as propostas gastronómicas se fazem acompanhar de vinho do Porto.
Integrado nas caves Taylor’s, com mais de três séculos de história, o restaurante liderado pelo Chefe Ricardo Cardoso tem neste menu o apogeu da ligação entre gastronomia e vinho do Porto, evidenciando a sua versatilidade e conjugação com os vários momentos da refeição.
A experiência inicia-se com um refrescante Taylor’s Chip Dry White Port Tonic, que prepara o palato para a refeição. A acompanhar, serve-se a entrada de Vieiras sobre pera-rocha cremosa, abóbora assada, laranja, mini acelga, amêndoa do Douro tostada e molho de caril.
Segue-se o prato principal, que se apresenta com um dos ícones da casa, o Taylor’s Late Bottled Vintage 2014. O vinho acompanha um Vitelão com batata doce roxa, lapela de pimenta rosa, cebolinhas em vinho do Porto, cenouras baby sobre ervilha trufada e cogumelos trompetas da morte.
Perto do final, a sobremesa chega à mesa com Taylor’s 10 Year Old Tawny Port, servido com um Crème brûlée de caramelo sobre crumble de frutos secos, pipocas caramelizadas, groselhas e gelado de framboesa.
De forma opcional, o menu inclui ainda um suplemento que convida a provar uma seleção de queijos e a degustar o Quinta de Vargellas Vintage 2015, vinho de uma das quintas mais emblemáticas da Taylor’s, reconhecido pela sua inconfundível dimensão perfumada e exótica.
Este menu foi desenhado em parceria com a Diretora de Vinhos das unidades de turismo do grupo, Beatriz Machado. O objetivo foi dar a provar a versatilidade deste ícone do Douro, nas suas diferentes versões e combinações, de uma forma descomplicada.
A experiência do “Menu Taylor’s” está disponível ao almoço (12:30 – 15:00) e ao jantar (19:00 – 22:00), por 54,00€. O suplemento de queijos e Vintage acresce 18,00€.