Categoria: Velocidade

  • ELMS: Miguel Cristóvão brilha mas azares impedem vitórias

    ELMS: Miguel Cristóvão brilha mas azares impedem vitórias

    Miguel Cristóvão teve uma passagem difícil pelo Autódromo Internacional do Algarve, onde se disputaram as duas últimas etapas da temporada das European Le Mans Series, mas mostrou ser um dos melhores pilotos da classe LMP3.

    Na primeira prova da semana, as 4 Horas de Algarve que se realizou na sexta-feira, o português arrancou da sétima posição, o que o obrigava a que fosse realizada uma recuperação para que pudesse alcançar o seu objectivo, que passava por vencer. Miguel Cristóvão mostrou um andamento avassalador, evidenciando-se rápido e consistente, tendo sido com naturalidade que conseguiu a subir à liderança da sua classe.

    Uma vitória parecia estar no horizonte, o que colocava definitivamente um ponto final no azar que tem perseguido o Ligier JS P3 da Euro Interpol Competition, que o português divide com Wyatt Brichacek e Kai Askey. No entanto, a pouco mais de uma hora da bandeira de xadrez, a sorte abandonou a equipa do carro número 13 e a quebra de um depósito de óleo provocava um princípio de incêndio no carro da equipa polaca, quando Wyatt Brichacek estava aos seus comandos, ditando um desesperante abandono.

    Com a segunda corrida pela frente, as 4 Horas de Portimão, Miguel Cristóvão e os seus colegas de equipa não baixaram os braços, apostando tudo em terminar a temporada com o triunfo que lhes tem fugido desde o início do ano. Kai Askey qualificou o carro número treze no sexto lugar da grelha de partida e com a pista completamente encharcada – o início da corrida de quatro horas foi adiado e, quando foi iniciada, apareceram imediatamente as bandeiras vermelhas por o asfalto do traçado português estar completamente inundado – Miguel Cristóvão tinha um enorme desafio pela frente.

    As condições da pista e o muito ‘spray’ levantado pelos carros não atemorizaram o português que protagonizou um verdadeiro recital à chuva, ganhando posições atrás de posições até chegar ao comando da classe LMP3. Mais que isso, Miguel Cristóvão cavou uma vantagem de mais de quarenta segundos para o seu perseguidor, intrometendo-se ainda entre os pilotos dos mais performantes LMP2, chegando a rodar no quarto posto da geral.

    Para além de ser claramente o mais rápido da sua classe, o português conseguiu ainda gerir magistralmente o consumo, o que lhe permitiu realizar todo o seu turno de condução sem qualquer paragem nas boxes, o que dava uma vantagem estratégica decisiva à sua equipa. Uma vez mais, tudo parecia estar encaminhado para uma vitória mais que merecida, alicerçada na prestação brilhante de Miguel Cristóvão. No entanto, uma falha estratégica acabaria por deixar os pilotos do Ligier número 13 em desvantagem, tendo este cruzado a linha de meta a apenas quatro décimos de segundos do terceiro classificado.

    Era um final desapontante para uma semana em que o piloto português provou, uma vez mais, ser um dos melhores pilotos Bronze da LMP3 da temporada, evidenciando um andamento mais que suficiente para vencer corridas.

    “Tanto na primeira corrida como na segunda deveríamos ter vencido, mas por um motivo ou por outro a sorte não quis nada connosco e perdemos dois triunfos que estavam completamente ao nosso alcance. Na prova de domingo, estava muito rápido, ultrapassei imensos LMP2, que são muito mais performantes que o nosso LMP3, e consegui poupar muito combustível, o que nos permitiu parar menos uma vez. Com mais de quarenta segundos de vantagem para os nossos perseguidores, a vitória deveria ser nossa, mas, infelizmente, não foi isso que aconteceu. Foi pena, porque merecíamos, como em muitas outras corridas este ano, e eu dei o máximo em condições muitíssimo difíceis para deixar o carro na melhor situação possível, o que consegui fazer. Penso que merecia, uma vez que, na chuva, era dois segundos por volta mais rápido que os meus adversários da LMP3”, afirmou Miguel Cristóvão.

    O português e os seus colegas de equipa chegaram ao Algarve com a possibilidade de vencer o campeonato, ainda que muito remota, mas com os resultados da semana, acabaram no quarto posto, o que ainda assim representa um bom resultado, uma vez em seis provas, foram obrigados a abandonar duas vezes. “Penso que que tínhamos o potencial para, pelo menos, lutar pelo campeonato até à última prova, mas tivemos muito azar e numa competição com este nível tudo tem de correr bem. Penso que, se levarmos em consideração os dois abandonos que tivemos, o quarto lugar no final do ano é um bom resultado e, mais importante, mostrámos ao longo de toda a época que tínhamos um excelente ritmo e estivemos sempre na luta pela vitória. Estou muito satisfeito com a minha prestação ao longo do ano e sinto que apenas circunstâncias fora do meu controlo nos impediram de triunfar por mais que uma vez. Apesar de tudo, faço um balanço positivo de 2023”, concluiu Miguel Cristóvão.

  • Carrera Los 80 com corridas vibrantes na passagem pelo Jerez Historic Festival 

    Carrera Los 80 com corridas vibrantes na passagem pelo Jerez Historic Festival 

    O Circuito de Jerez-Ángel Nieto vestiu-se a preceito para receber a 4ª edição do Jerez Historic Festival, onde as competições organizadas pela Race Ready foram cabeças de cartaz. Num regresso ansiado a um palco muito querido do desporto motorizado da Península Ibérica, o dinâmico pelotão da Carrera Los 80 proporcionou duas corridas interessantes com carros de Turismo e GT que nos fizeram sonhar nas décadas de 1980s e 1990s. 

    No início da tarde de sábado, na primeira corrida do fim de semana, assistiu-se ao continuar do “braço de ferro” da sessão de qualificação matinal entre Pedro Bastos Rezende e a dupla Bruno Santos/Claudio Vieira, ambos em Porsche 911 3.0 RS. Os dois carros germânicos preparados pela Aurora Motorsport foram-se revezando na frente da corrida, com Bastos Rezende a levar melhor já nos momentos finais da disputa, o que lhe valeu também o triunfo na classe GT Copa.  

    Para além do segundo lugar na contenda, Bruno Santos/Claudio Vieira ficaram igualmente com a melhor volta da corrida e o segundo lugar da classe GT COPA. O terceiro carro a cortar a linha de meta foi também um Porsche 911 da GT COPA, neste caso o 2.8 RS da dupla da AMARacing, Mário Meireles e Vasco Nina, que se fizeram a sua estreia na Carrera Los 80. 

    Sem argumentos para ombrear com os Porsche, o Ford Escort RS2000, de Grupo 1 preparado pela Curated Garage, com Francisco Freitas e a antiga estrela britânica das provas de Turismo, Steve Soper ao volante, fez uma corrida irrepreensível para terminar no quarto lugar. As posições seguintes foram ocupada por Teo Antonio Palomo, o melhor do contigente espanhol na corrida, ao volante do seu BMW 325i E36, e por Toni Garcia, que em Honda Civic festejou o triunfo entre os T2000. Rui Moura e António Duarte, no VW Golf Mk1, foram os vencedores no Grupo 2. 

    Com a chuva a regressar em força a meio da manhã de domingo, a grelha de partida tomou uma postura consciente para a segunda contenda da Carrera Los 80 que se tornou-se num desafio ainda mais exigentes para pilotos e máquinas.  

    Apesar das diferentes condições de pista, a história da primeira corrida repetiu-se no início da segunda, com os Porsche de Bastos Rezende e da dupla Bruno Santos/Claudio Vieira a discutirem à décima de segundo a primeira posição na corrida. Infelizmente para os espectadores, o 911 3.0 RS de Bruno Santos/Claudio Vieira, que chegou a liderar, acabaria por se atrasar na segunda metade da corrida, descendo até ao quarto lugar, permitindo assim a Bastos Rezende um final mais tranquilo rumo a um segundo triunfo na corrida e na GT Copa. O segundo carro a cortar a linha de meta foi o Ford Escort de Francisco Freitas e de Steve Soper, com este último a mostrar o porquê de um dia ter vencido algumas das grandes clássicas de carros de Turismo, como as 24 Horas de Spa, as 24 Horas de Nurburgring ou a Corrida da Guia em Macau. Apenas catorze segundos separaram os dois primeiros a verem a bandeira de xadrez. 

    Após o revés na primeira corrida, Lucas González e Jorge López, que partilharam o volante de um bonito Porsche 968, foram os terceiros, terminando no segundo lugar da GT Copa, à frente de Bruno Santos/Claudio Vieira. 

    O quinto a terminar a corrida foi o Toyota MR2 de André Cardal, que culminou o seu fim de semana de estreia na Carrera Los 80 com uma performance muito positiva, com um carro pouco habitual nas pistas ibéricas e que competiu pela vez. Teo Antonio Palomo terminou logo a seguir, ao passo que Juan Alonso e Gonzálo Alonso, em Honda Civic, chamaram a si a vitória nos T2000.  No duelo a três pelo triunfo entre os Grupo 2, Rui Moura e António Duarte, no Golf MK1 da Keep on Racing, superaram o BMW 323 de César Freitas e o Ford Escort MK1 de Francisco Moreno.  

    Depois da visita à Andaluzia, a Carrera Los 80 despede-se da temporada de 2023 no Autódromo do Estoril do Estoril, quando no primeiro fim de semana de Dezembro se realizar o Estoril Endurance Festival. Num evento que aglomera a prova de final de temporada do Iberian Historic Endurance e o  500 km do Estoril para viaturas modernas, esta é uma oportunidade para ver e rever algumas das máquinas icónicas dos anos 1980s e 1990s a acelerarem no mais antigo autódromo português. 

  • Manuel Espírito Santo encerra ELMS com Top 5 em Portimão

    Manuel Espírito Santo encerra ELMS com Top 5 em Portimão

    Manuel Espírito Santo estreou-se esta época no European Le Mans Series depois de ter disputado nos últimos anos a Fórmula 4 espanhola. O jovem piloto português foi um dos protagonistas nos LMP3, muito devido à sua rápida adaptação aos protótipos, mas sobretudo pela rapidez que sempre conseguiu impor ao volante do Ligier do Team Virage.

    Mas nas corridas de resistência, ‘mandam’ nos resultados todos os pilotos que se sentam ao volante e Manuel não corria sozinho: “Acabou uma época difícil, mas de muita aprendizagem. No final fico com o sentimento de dever cumprido. Dificilmente conseguiria fazer melhor. As ‘poles’, as voltas rápidas e todas as posições recuperadas em corridas demonstram a evolução, a resiliência e o trabalho feito durante a época. O campeonato foi magnifico, muito disputado e termino de cabeça erguida”, referiu.

    O top 5 neste derradeiro confronto: “Foi bom, mas sabe a pouco. Fechamos um ciclo e espero que outro se abra com a perspetiva de fazer mais e melhor” concluiu o piloto português. Manuel Espirito Santo terminou o ELMS na 11ª posição dos LMP3.

  • Nuno Pires e Elias Niskanen reinam em condições adversas

    Nuno Pires e Elias Niskanen reinam em condições adversas

    Num final de tarde com condições extremamente difíceis, Nuno Pires e Elias Niskanen conquistaram a vitória na segunda corrida da ronda do Circuito de Jerez do Iberian Supercars Endurance.

    A pista andaluz é conhecia pelas suas boas condições climatéricas, mas hoje o tempo virou-se completamente do avesso, tendo densas nuvens descarregado sobre o asfalto espanhol ao longo de toda a tarde com vento forte a complicar ainda mais a vida de todos os pilotos.

    Foi nestas condições que se deu início à prova de quarenta e cinco minutos, depois de uma volta com Safety-Car para que os pilotos reconhecessem as condições de pista, com Elias Niskanen, no Mercedes AMG GT4 da Lema Racing, a manter o comando frente a Nil Montserrat, também num carro de Estugarda mas da NM Racing Team, que era o mais bem classificado entre os concorrentes da GT4 Bronze.

    O espanhol foi pressionado por Roberto Faria desde os primeiros momentos, o que permitiu que o finlandês se afastasse no comando, assegurando uma vantagem de cinco segundos para os seus perseguidores. Na quarta volta, contudo, o brasileiro, aos comandos do Mercedes AMG GT4 da Racar Motorsport, superou Nil Montserrat e, a partir de então, começou a ganhar tempo ao líder e quando ambos pararam nas boxes para a troca de pilotos, estava a apenas a um segundo de Elias Niskanen.

    Com cinco segundos de handicap, devido ao segundo posto na primeira corrida, contra três dos seus adversários, Manuel Gião no Mercedes AMG da Racar Motorsport, saiu das boxes a cinco segundos de Nuno Pires, no carro de Estugarda da Lema Racing. Os dois pilotos andaram no limite, tendo nas voltas finais o Campeão em título se aproximado significativamente do líder, mas acabou por não ser suficiente, acabando Nuno Pires por confirmar a sua, e de Elias Niskanen, terceira vitória da temporada, ao deixar o seu perseguidor a 1,5s.

    Manuel Gião cruzava a linha de meta no segundo posto, partilhado com Roberto Faria, assegurando o seu melhor resultado de conjunto da temporada. A arrancar de sexto lugar da grelha de partida, José Carlos Pires iniciou a recuperação do BMW M4 GT4 da Speedy Motorsport, tendo Francisco Abreu a continuado para terminar a prova no terceiro posto a seis segundos dos vencedores.

    Guillerme Aso levou o Mercedes AMG GT4 da NM Racing Team até ao quarto posto, seguido de Bruno Pires e Fábio Mota, no Ginetta G55 GT4 da Tockwith Motorsports, autores de uma excelente prova. Jorge Rodrigues e Patrick Cunha, no Audi R8 LMS GT4 da Veloso Motorsport, com uma prova consistente voltaram a vencer a GT4 Bronze, superiorizando-se a Alberto de Martín e Nil Montserrat, depois do Mercedes AMG GT4 da NM Racing ter arrancado da segunda posição da grelha de partida. Alfonso Colomina, no McLaren 570S GT4 da SMC Racing, garantiu o degrau mais baixo do pódio da divisão, numa boa performance consistente do espanhol em condições extremamente difíceis.

    Daniel Teixeira, em Cupra TCR da JT59 Racing Team, protagonizou mais uma recuperação notável desde o último lugar até ao décimo quarto posto, vencendo a entre os carros de Turismo e na divisão TCR, apesar de uma penalização por falsa partida. José Correia e Beatriz Correia voltaram a terminar no segundo lugar dos TCR, concluindo uma corrida que se demonstrou bastante difícil, dadas as condições climatéricas muito complicadas que se fizeram sentir.

    A divisão TC foi monopolizada por pilotos espanhóis, tendo Borja Hormigos e Héctor Hernández imposto o BMW M240I Racing da Autorworks Motorsport na pista escorregadia de Jerez, concluindo um fim-de-semana perfeito. O duo do carro bávaro foi acompanhado na subida ao pódio pelos pilotos da PRM Racing, ambos em Mini Cooper, tendo Antonio Albacete e Alejandro Barambio ficado à frente de Javier Moreno e Cesar Serrano.

    Marcus Fothergill e Dave Benett, em Porsche 911 Cup da Tockwith Motorsports realizaram uma prova soberba, impondo-se entres os concorrentes da GTC. No segundo posto ficaram Álvaro Ramos e Fernando Soares que triunfaram na GTX. Porém, os pilotos do Aston Martin Vantage AMR da Araújo Competição tiveram de suar para vencer na sua divisão, uma vez que ultrapassaram o Ginetta G50 da Tockwith Motorsports pilotado por Simon Moore e Tomás Pinto Abreu na última volta. O piloto inglês protagonizou uma performance impressionante, aproveitando as condições de pista difíceis para suplantar o potencial do seu carro, ao passo que o seu colega de equipa sentiu problemas de motor no seu ‘stint’, o que foi determinante para perder a vitória na GTX.

    Miguel Nabais e André Nabais, depois do desapontamento matinal na primeira corrida, em abandonaram, conseguiram chegar ao pódio da sua divisão, mostrando que a passagem do Porsche Cayman GT4 Clubsport para o McLaren 570S operado pela Speedy Motorsport foi uma aposta ganha.

    Com o final do evento do Circuito de Jerez, a temporada prossegue no Autódromo do Estoril, nos dias 25 e 26 de Novembro, onde se decidirão os títulos em liça no Iberian Supercars Endurance

  • António Correia consolida top 10 em Jerez

    António Correia consolida top 10 em Jerez

    António Correia disputou, este fim de semana, a quinta jornada do Super Seven by Toyo Tires, no circuito espanhol de Jerez de La Frontera. O piloto beirão desconhecia o traçado do país vizinho por completo, mas aos comandos do Caterham 420R, preparado pela equipa Speedy Motorsport, conseguiu alcançar
    resultados dentro do top 10, tendo, contudo, numa das corridas, dado indicações de que poderia lutar pelo pódio.

    Depois de já ter percorrido os circuitos de Portimão, de Jarama (Espanha), do Estoril e de Valência (Espanha), o Super Seven by Toyo Tires regressou ao país vizinho, mais concretamente ao circuito espanhol de Jerez de La Frontera para cumprir a quinta prova.

    Para António Correia, ‘rookie’ aos comandos de um Caterham 420R, a quinta ronda voltou a ser mais um desafio, pois, à semelhança das jornadas de Jarama e Valência, teve de ir à descoberta de uma pista nova.

    “Não foi fácil a adaptação ao traçado. Contudo, na Qualificação, comecei a perceber melhor como funcionava a pista e garanti a 9.ª posição (8.ª entre os portugueses), o que acabou por ser um bom resultado, atendendo ao facto de desconhecer o circuito. Na Corrida 1, arranquei do 9.º lugar, recuperei posições, mas depois o motor do meu carro não estava a dar o melhor rendimento e acabei por terminar no 10.º posto (7.º entre os portugueses). Na Corrida 2, parti da primeira posição, perdi a liderança na curva 1, mas pouco depois recuperei o comando e liderei as primeiras voltas. Contudo, mais uma vez, o motor não colaborou e acabei na 7.ª posição. Em relação à Corrida 3, arranquei do 4.º lugar, mas enfrentei uma corrida muito difícil, em virtude das constantes alterações atmosféricas. Acabei por terminar na 13.ª posição, o que representou o 8.º lugar entre os portugueses, pois os britânicos não contavam para efeitos de classificação. Resumindo, consolidei o top-10, com dois 7ºs e um 8.º lugares, mas podia ter lutado pelo pódio, sobretudo na Corrida 2, se o motor do meu carro não estivesse constantemente a perder rendimento. Atendendo às circunstâncias, foi um fim de semana positivo e agradeço o apoio dos meus patrocinadores, família, amigos, e o trabalho da minha equipa, a Speedy Motorsport e do mecânico Duarte Coutinho”, concluiu o piloto beirão.

  • José Carlos Pires e Francisco Abreu vencem em Jerez com final na chuva

    José Carlos Pires e Francisco Abreu vencem em Jerez com final na chuva

    José Carlos Pires e Francisco Abreu, em BMW M4 GT4 da Speedy Motorsport, venceram a primeira corrida da terceira etapa do Iberian Supercars Endurance, que se realiza no Circuito de Jerez, impondo-se numa prova em que a chuva marcou a ponta final.

    A grande questão no início da corrida era quais os pneus a montar para o início da corrida, uma vez que nuvens bem carregadas trazidas pelo vento ameaçavam chuva, que já tinha caído timidamente, não marcando o circuito o suficiente para obrigar a escolher de borrachas de molhado. No arranque, apesar dos ataques de Nuno Pires, no Mercedes AMG GT4 da Lema Racing, José Carlos Pires susteve as investidas do seu irmão, tendo este ficado exposto aos seus perseguidores, o que permitiu que o piloto do BMW da Speedy Motorsport ganhasse rapidamente uma vantagem confortável.

    Nuno Pires acabou por cair para o quinto posto, perdendo posições para o Audi R8 LMS GT4 da Veloso Motorsport pilotado por Jorge Rodrigues e para os Mercedes AMG GT4 da Racar Motorsport, Manuel Gião, e da NM Racing Team, Guillermo Aso. A vantagem de José Carlos Pires para Jorge Rodrigues, foi aumentando, roçando os cinco segundos, mas na quinta volta, Manuel Gião passou para o segundo posto e começou a ganhar tempo ao líder, ficando a um segundo deste.

    Com a chuva a cair, ainda sem grande intensidade, os dois pilotos da frente alongaram o máximo possível o seu ‘stint’, tentando parar no momento em que fosse necessário trocar os slicks por pneus de molhado, mas isso acabou por não acontecer, tendo os dois entrado nas boxes na mesma volta e muito perto do final da janela de troca de pilotos. Com Francisco Abreu agora aos comandos do BMW da Speedy Motorsport, Roberto Faria, no Mercedes AMG da Racar Motorsport, começou inicialmente a ganhar algum tempo ao madeirense, mas então a chuva começou a cair insistentemente, molhando a pista e então o líder foi-se afastando decisivamente, caminhando com segurança para a terceira vitória da temporada do duo da divisão GT4 Pro.

    O jovem brasileiro Roberto Faria, na sua estreia na mais importante competição de pista da Península Ibérica, assegurou o segundo posto, não sendo incomodado por Elias Niskanen, no Mercedes AMG da Lema Racing, que conseguiu recuperar até terceiro, mas quando choveu resolveu não arriscar, uma vez que estava demasiado longe dos dois primeiros para os poder ameaçar. Guillermo Aso assinou uma boa prestação, levando o Mercedes AMG GT4 da NM Racing Team até ao quarto posto, ficando à frente de Jorge Rodrigues e Patrick Cunha, que venceram a GT4 Bronze.

    O duo do Audi geriu bem a sua vantagem para o Mercedes AMG GT4 partilhado por Luís Calheiros e Paulo Macedo, que realizaram uma corrida de grande nível aos comandos do carro da Lema Racing, batendo Alfonso Colomina, o terceiro classificado da divisão, num McLaren 570S GT4 da SMC Motorsport.

    Nos Turismos, Daniel Teixeira realizou uma corrida de recuperação, depois dos problemas de ontem na qualificação o terem enviado paro o último lugar da grelha de partida, subindo até décimo primeiro geral, numa prestação impressionante. O piloto do Cupra TCR da JT59 Racing venceu a divisão TCR, batendo Beatriz Correia e Manuel Correia, num carro semelhante da JC Group Racing Team, que na sua estreia da competição aos comandos da máquina espanhola asseguraram um meritório segundo lugar, em condições muito difíceis e com problemas na caixa de velocidades.

    Héctor Hernández e Borja Hormigos, em BMW M235i Racing da Autoworks Motorsport, levaram de vencida a prova da divisão TC, sendo acompanhados na subida ao pódio pelos estreantes Miguel Romero e Manuel Almeida, em Ginetta G40 da Monteiros Competição, e Javier Serrano e Cesar Moreno, em Mini Cooper da também debutante PRM Racing.

    Na GTX, o Aston Martin Vantage AMR GT4 da Araújo Competição dividido por Álvaro Ramos e Fernando Soares esteve em grande luta com o McLaren 570S GT4 da Speedy Motorsport partilhado por Miguel Nabais e André Nabais. No entanto, estes acabariam por abandonar com um radiador partido depois de um toque nos seus adversários directos, tendo a dupla da equipa de Lisboa caminhado para um triunfo seguro, apesar da chuva.

    Ruben Vaquinhas, no novíssimo Aston Martin apoiado pela Racar Motorsport, terminou a sua primeira corrida aos comandos da máquina britânica no segundo posto. Numa corrida que teve um final difícil, Steve Kirton e Jonathan Elsworth, num dos Ginetta G50 da Tockwith Motorsports, fechou o pódio da GTX. Segundos classificados na GTC, apenas atrás do Aston Martin de Álvaro Ramos e Fernando Soares, Dave Bennett e Marcus Fothergill venceram novamente na Cup, o que lhes permite agora liderar confortavelmente a divisão para os carros provenientes das competições monomarca da marca alemã.

    A segunda corrida da jornada realiza-se às 16h15 (hora portuguesa), prevendo-se chuva. Pode ser seguida em directo nas redes sociais do Iberian Supercars Endurance.

  • Pedro Perino sobe ao pódio na European Le Mans Series em Portimão

    Pedro Perino sobe ao pódio na European Le Mans Series em Portimão

    Com apenas 18 anos, Pedro Perino conseguiu o seu primeiro pódio na European Le Mans Series, ao terminar a primeira corrida no Autódromo Internacional do Algarve, esta sexta-feira, no 3.º lugar da categoria LMP3. Um momento importante para o jovem piloto português, que faz a sua época de estreia ao volante do Duqueine da DKR Engineering, acompanhado pelo britânico James Winslow e pelo russo Alexander Bukhantsov.

    Apesar de ser um estreante esta época na European Le Mans Series (ELMS), Pedro Perino já tinha demonstrado o seu potencial em várias corridas ao longo do ano. Contudo, alguns ‘azares’ e incidentes de corrida tinham impedido o jovem piloto de Oeiras de concretizar esse andamento num pódio da categoria LMP3, algo que aconteceu esta sexta-feira, na penúltima corrida da ELMS de 2023, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.

    Num fim de semana de jornada dupla, que vai consagrar os novos campeões da Europa de Resistência, Pedro Perino começou muito bem ao ser o piloto mais rápido da sua sessão de treinos livres. Na sessão de qualificação, o Duqueine de Perino, do britânico James Winslow e do russo Alexander Bukhantsov conseguiu o 5.º melhor tempo, fazendo prever uma classificação nos primeiros lugares.

    Contudo, na paragem nas boxes onde Pedro Perino iria assumir o volante do Duqueine, uma das rodas da frente ficou bloqueada e não pôde ser trocada, obrigando o jovem piloto português a ir para a pista com um pneu usado à frente. Sem perder a concentração, Pedro Perino manteve um andamento rápido e consistente, pelo que foi recompensado com o 3.º lugar final, a menos de dois segundos do 2.º classificado!

    “Foi uma corrida de loucos, com muita incerteza em relação às condições atmosféricas e depois com aquele problema na troca de pneus, quando uma das rodas ficou bloqueada e os mecânicos não a conseguiam trocar. Perdemos muito tempo e quando entrei em pista tentei recuperar ao máximo sem cometer erros, o que felizmente consegui. Foi incrível subir ao pódio em Portimão, em ‘casa’, foi a recompensa por todo o trabalho que fizemos este ano, onde podíamos perfeitamente ter conseguido outros resultados. Agora, é descansar e preparar bem a corrida de domingo”, afirmou Pedro Perino, que se tornou num dos mais jovens pilotos a subir a um pódio da ELMS.

  • ‘Pole’ para Manuel Espírito Santo e abandono na corrida em Portimão

    ‘Pole’ para Manuel Espírito Santo e abandono na corrida em Portimão

    Manuel Espirito Santo começou da melhor forma a jornada dupla do European Le Mans Series em Portimão. O piloto português arrecadou de forma eximia a ‘pole position’ para a primeira corrida do fim-de-semana entre os LMP3, a segunda consecutiva em provas do campeonato.

    Mas infelizmente a corrida não espelhou a performance do cronometrado e o piloto português e os seus companheiros de equipa no Team Virage foram forçados a abandonar com a suspensão dianteiro do Ligier partida.

    No final do dia, Manuel Espírito Santo estava satisfeito por um lado e frustrado por outro: “A ‘pole’ foi conseguida em condições bastante difíceis com chuva e por isso fiquei muito satisfeito com o resultado. No entanto, a corrida não foi assim tão feliz. Desde cedo que tivemos problemas, sobretudo estratégicos e de algum azar, e depois no meu turno a suspensão dianteira cedeu e tivemos de abandonar. A felicidade do resultado dA manhã rapidamente se transformou num pesadelo à tarde”, começou por explicar.

    A parte boa deste fim-de-semana, é que há toda uma nova jornada a arrancar amanhã: “E a esperança renova-se. Voltar a repetir a ‘pole’ seria óptimo mas também conseguir um bom desempenho em corrida”, concluiu o piloto português.

  • Bernardo Pinheiro fecha época com vitória

    Bernardo Pinheiro fecha época com vitória

    Foi com um segundo lugar e uma magnifica vitória que Bernardo Pinheiro colocou hoje um ponto final na sua época desportiva 2023. A ‘jogar em casa’ o piloto de Portimão contou com o apoio de muitos dos seus fans no Autódromo Internacional do Algarvee depois de ter terminado em segundo a primeira corrida do dia, no segundo confronto foi de forma magistral que venceu ao lado de George King, o seu colega de equipa ao longo do ano.

    Após a segunda posição da corrida da manhã, marcada por uma reacção de Bernardo Pinheiro após um primeiro turno onde King chegou mesmo a descer do segundo posto na grelha para o quarto lugar em corrida, o piloto algarvio sabia que a segunda corrida tinha que ser de ataque total por força de arrancar na sexta posição da grelha. Com o asfalto molhado e a contas com uma pressão menos correcta nas rodas traseiras do seu Ligier JS P4 foi de forma segura e sem riscos que entregou o volante a King no final do seu turno, então já no terceiro posto.

    Com a pressão nos pneus corrigida aquando da paragem King fez um segundo turno igualmente perfeito e nos últimos minutos da hora de corrida estava já o 60 com as cores do Portimonense Futebol SAD na primeira posição em que cruzou a linha de meta para confirmar a segunda vitória do ano para a dupla luso-britânica, resultado celebrado de forma efusiva pela equipa e também pelas várias dezenas de apoiantes do piloto do Algarve.

    ‘A primeira corrida foi condicionada por uma fase inicial mais complicada devido a não termos conseguido colocar a temperatura que queríamos nos pneus, perdemos muito tempo no primeiro turno e depois foi impossível recuperar além do segundo posto em que terminámos. Na segunda corrida tínhamos que atacar pois arrancámos em sexto, mas com a chuva conseguimos de imediato colocar um bom ritmo e a estratégia de sermos os primeiros na mudança de piloto também nos ajudou. A pista estava muito difícil mas depois da minha recuperação inicial o George continuou o trabalho e fechámos a corrida com a segunda vitória do ano.’ referiu o piloto portimonense depois de junto com a sua equipa ter igualmente celebrado a segunda posição no campeonato com o tradicional mergulho na piscina do Autódromo Internacional do Algarve.

    Com os resultados alcançados este Sábado Bernardo Pinheirotermina a Ligier European Series como vice-campeão após uma temporada repleta de desafios onde os novos circuitos totalmente desconhecidos foram superados degrau após degrau, mostrando todo o potencial do jovem piloto que em 2024 enfrenta novos desafios no ‘paddock’ do European Le Mans Series.

  • Iberian Supercars Endurance: qualificações à milésima em Jerez!

    Iberian Supercars Endurance: qualificações à milésima em Jerez!

    As qualificações para a ronda do Circuito de Jerez do Iberian Supercars Endurance, a terceira etapa da temporada, foram disputadas ao milésimo, tendo os pilotos de levar os seus carros ao limite para alcançar o melhor lugar possível para a grelha de partida das corridas de amanhã.

    Todos aguardavam com grande antecipação pelo primeiro grande embate competitivo após a pausa de verão e as expectativas não saíram defraudadas, com lutas intensas em todas as divisões que agarraram o público presente na pista andaluz até à bandeira de xadrez de ambas as sessões.

    Qualificação 1: José Carlos Pires dita a lei do BMW

    Como sempre, a batalha entres os GT4 Pro foi dura, mas José Carlos Pires esteve um ligeiro passo à frente da concorrência, registando uma marca, 1m52,638s, que revelou ser inalcançável para a sua concorrência. O seu irmão, Nuno Pires, acabou por ser quem mais se aproximou do seu tempo, tendo assegurado o segundo posto no Mercedes AMG GT4 da Lema Racing, prosseguindo o duelo que têm vindo a protagonizar desde o início da temporada com o piloto da marca bávara.

    A luta pelo segundo posto foi bastante mais intensa e disputada com cinco carros separados por oito décimos de segundo. O piloto da Lema Racing teve de atacar para se impor perante um Manuel Gião – também num Mercedes AMG GT4, mas da Racar Motorsport – que ficou a apenas 0,137s da primeira linha para a corrida matinal de amanhã.

    O Campeão em título assistiu à aproximação do Audi R8 LMS GT4 da Veloso Motorsport, tendo Jorge Rodrigues realizado uma volta de elevado nível que o levou até ao quarto posto da tabela de tempos, conquistando ainda pole-position entres os concorrentes da GT4 Bronze.

    Nesta luta particular, o piloto do carro de Ingolstadt bateu o seu mais sério adversário, Alberto de Martín, tendo o espanhol aos comandos do Mercedes AMG GT4 da NM Racing Team assegurado o segundo posto na sua divisão, o que promete mais uma querela entusiasmante na corrida de amanhã para as honras da GT4 Bronze. Paulo Macedo, num Mercedes AMG GT4 da Lema Racing, não ficou longe, com o sétimo posto da geral, terceiro, logo atrás do carro semelhante de Guillermo Aso, quarto da GT4 Pro.

    Miguel Nabais foi, talvez, a grande surpresa da primeira qualificação, uma vez que num carro que desconhecia, o McLaren 570S da Speedy Motorsport, e numa pista que nunca tinha visto, assegurou a pole-position da GTX, superando Fernando Soares por 0,013s, o que diz bem da luta se viveu entre estes dois pilotos.

    Héctor Hernández impôs o seu BMW M240i Racing entre os carros de Turismo, tendo ainda sido o mais forte dos TC. O piloto da Autoworks Motorsport beneficiou dos problemas de Daniel Teixeira, que não conseguiu evitar uma saída de pista, para se impor na sua categoria. Entre as novidades do fim-de-semana, Gabriela Correia, no Mercedes AMG GT4 da JC Group Racing Team, foi quem fez o melhor tempo, décimo sexto, ao passo que Miguel Romero, Ginetta G40 da Monteiros Competição, esteve envolvido numa animada luta com os Mini Cooper de Alejandro Barambio e de Javier Serrano, ambos da PRM Racing, tendo o trio ficado por esta ordem.

    Beatriz Correia, que se estreava na competição aos comandos de um Cupra TCR, não pôde efectuar qualquer volta, devido a problemas no selector da caixa de velocidades do carro espanhol.

    Qualificação 2: Elias Niskanen lidera trio de Mercedes

    Se na primeira qualificação da jornada a animação foi a nota dominante, na segunda o empolgamento tomou conta de todos os que seguiram a evolução dos tempos em pista. Foram diversos os pilotos que passaram pelo comando da tabela de tempos, acabando os oito primeiros separados por menos de um segundo, evidenciando uma competitividade extraordinária.

    No final, Elias Niskanen, apesar de ter assumido que cometeu um erro na sua volta, assumiu-se como o mais rápido, batendo Nil Montserrat por uns inexpressivos 0,030s. O espanhol, da NM Racing Team, conquistou a pole-position da GT4 Bronze, alinhando na primeira linha ao lado do finlandês da Lema Racing, que foi o mais forte da GT4 Pro.

    O jovem brasileiro Roberto Faria, que se estreia este fim-de-semana no Iberian Supercars Endurance, registou o terceiro crono, colocando o Mercedes AMG GT4 da Racar Motorsport à frente do Audi da Veloso Motorsport pilotado por Patrick Cunha, que foi o segundo mais rápido da GT4 Bronze.

    Francisco Abreu esteve envolvido na luta pela pole-position, mas acabou por ficar na quinta posição, tendo-se queixado do tráfego em pista, que o impediu de concretizar o potencial do BMW da Speedy Motorsport. Guillermo Aso, que corre sozinho aos comandos de um carro da Estugarda da NM Racing Team, realizou o sexto crono à frente de Orlando Batina, BMW M4 GT4 (F82) da Batina Racing, que terminou no sétimo posto a oito décimos de segundo de Niskanen, depois de ter passado pela primeira posição da tabela de tempos.

    Na GTX, André Nabais replicou o andamento do seu irmão e conquistou a pole-position da divisão, voltando o McLaren 570S da Speedy Motorsport a ter como grande adversário o Aston Martin Vantage AMR da Araújo Competição, desta feita pilotado por Álvaro Ramos, que perdeu apenas 0,135s para o seu adversário.

    Ruben Vaquinhas, ainda em período de adaptação ao Aston Martin operado pela Racar Motorsport, mostrou evolução, assegurando o terceiro posto da divisão. Borja Hormigos prosseguiu o bom andamento aos comandos do BMW da Autoworks Motorsport e foi o mais rápido entre os carros de Turismo, acumulando ainda o melhor tempo da TC. O espanhol beneficiou da ausência de Daniel Teixeira, tendo José Correia sido o único representante dos TCR, no Cupra TCR da JC Group Racing Team.

    Já a sua filha, Gabriela Correia, teve problemas técnicos no seu Mercedes AMG GT4, ficando no vigésimo segundo posto entre os dois Mini Cooper da PRM Racing, com Antonio Albacete a ser o mais rápido da equipa espanhola.

    Manuel Almeida realizou uma prestação muito meritória aos comandos do Ginetta G40 da Monteiro Competições, registando o vigésimo posto da geral.

    Depois das animadas qualificações de hoje, as corridas de amanhã são esperadas com grande expectativa, prevendo-se muitas lutas em pista e emoção, podendo o clima ter uma palavra a dizer, uma vez que está prevista chuva para domingo. Ambas as provas podem ser acompanhadas em directo nas redes sociais da competição e a primeira em directo na A Bola TV, às 9h00.