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  • Armindo Araújo apresentou projeto de 2025

    Armindo Araújo apresentou projeto de 2025

    Armindo Araújo apresentou, através das suas plataformas digitais, o projeto desportivo para a temporada de 2025, que tem como principal destaque a participação no Campeonato de Portugal de Ralis com o Team Armindo Araújo/The Racing Factory. 

    No ano em que comemora o seu vigésimo quinto ano de carreira, o piloto de Santo Tirso mostra-se ainda mais entusiasmado e motivado por poder continuar a lutar pelas vitórias e pela discussão do título na maior modalidade do desporto automóvel português. “O nosso campeonato está cada vez mais forte, cada vez temos mais pilotos com carros de última geração e marcas a investirem nos ralis. Tudo isso faz com a competitividade seja cada vez maior o que nos obrigará a aumentar o risco e estar num nível ainda mais elevado em todas as provas durante o ano. Sabemos o que temos que fazer e estamos já focados na preparação da primeira prova do calendário”, começou por dizer.

    Renovadas as parcerias de longa data, a entrada de novas marcas em 2025 evidencia que o projeto Team Armindo Araújo continua a ser uma mais valia para quem deseja marcar presença no desporto automóvel. “É uma grande satisfação conseguir, mais uma vez, colocar de pé o nosso programa no Campeonato de Portugal de Ralis e isso só foi possível com a ajuda dos nossos parceiros. Este ano contamos com a entrada da Artinvogue e a Rent a Star e mantivemos quase todos os parceiros de longos anos. Mantemos uma ligação muito próxima e em conjunto vamos lutar pelas vitórias”, disse ainda Armindo Araújo. 

    O Campeonato de Portugal de Ralis, terá o seu início a 7 de março, com a disputa do habitual Rali Serras de Fafe, Felgueiras, Boticas e Cabeceiras de Basto.

  • Setor automóvel português com sinais positivos em novo ano de mudança

    Setor automóvel português com sinais positivos em novo ano de mudança

    A Sociedade Comercial C. Santos promoveu, dia 17 de janeiro, uma conversa digital de balanço do ano passado e previsão de 2025 para o setor automóvel em Portugal. A mais recente edição das SocTalks reuniu vários especialistas e o balanço é que há sinais positivos, apesar do momento de disrupção por que o setor passa, com alterações tecnológicas e configuração económica.

    Dedicada ao tema “Setor automóvel: O que esperar de 2025?”, a conversa, transmitida em direto nos canais da empresa, contou com a participação Fernando Gomes, chefe de redação da Razão Automóvel, Nuno Castel-Branco, diretor-geral do Standvirtual, Paulo Rosa, economista sénior do Banco Carregosa, e Roberto Saavedra Gaspar, secretário-geral da Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel (ANECRA).

    O mercado português de automóveis ligeiros de passageiros fechou 2024 com um total de 209 715 matrículas, mais 5,1% do que no ano anterior, de acordo com os dados da Associação Automóvel de Portugal. Os veículos movidos a energias alternativas continuam a liderar as matrículas dos automóveis ligeiros de passageiros novos, representando 57% do mercado. Destaque para os modelos 100% elétricos, com 41 757 matrículas, quase 20% do total de ligeiros de passageiros matriculados (a sexta maior quota da União Europeia).

    Ano começa com dinâmica positiva

    O secretário-geral da ANECRA salienta que, “do ponto de vista das vendas, o ano passado foi de crescimento, embora ainda ligeiramente abaixo do pré-Covid”, e salienta que “dezembro foi importante para o desempenho global do ano”. Roberto Saavedra Gaspar faz, também, um balanço positivo de outras áreas do setor representadas pela ANECRA, como o pós-venda, que cresceu 8%, para volumes do pré-pandemia.

    O mercado de usados em Portugal cresceu na mesma ordem de grandeza, com as transferências de propriedade a evoluírem cerca de 6%, de acordo com o diretor-geral do Standvirtual. “Entrámos em 2025 com uma dinâmica positiva. São excelentes notícias para o arranque deste ano”, indica Nuno Castel-Branco.

    Desde outubro estão vigor na União Europeia tarifas de até 35% para automóveis elétricos produzidos na China. Por outro lado, admite-se que, nos Estados Unidos, a Administração Trump possa colocar tarifas a automóveis produzidos fora do país.

    Paulo Monteiro Rosa, economista sénior do Banco Carregosa, salienta que “o protecionismo nunca é algo de útil para a economia como um todo. Leva sempre a recuos”. O especialista tem, no entanto, alguma prudência na análise de eventuais tarifas nos Estados Unidos. “Relembro que no primeiro mandato de Donald Trump também existiram tarifas, no entanto, o grau de globalização não sofreu nenhum recuo. Pelo contrário, até. Para o bem da economia esperemos que esse discurso seja mais retórico”, afirma Paulo Monteiro Rosa, antes de recordar que o próprio FMI prevê crescimento para a economia mundial em 2025.

    Não obstante o otimismo macroeconómico e para a economia portuguesa, que, afirma, tem bons indicadores, o economista sénior do Banco Carregosa alerta para alguns perigos para a indústria automóvel em face do crescimento das marcas oriundas da China. “A Alemanha e o Japão foram dos mais exportadores do pós-guerra. Hoje, a Alemanha perde competitividade a cada dia que passa e tem custos energéticos elevados. A China posicionou-se bem em termos energéticos e, com BYD, XPeng, Nio, etc., ameaça não só as exportações alemã para outras regiões do mundo, como ameaçam entrar no ‘feudo’ alemão, que são a Europa e os Estados Unidos”.

    Fusões e aquisições entre marcas são cenário possível

    A competitividade de novas marcas pode, de acordo com o chefe de redação da Razão Automóvel, ter impacto no leque da oferta disponível no mercado nacional. “Temos assistido à chegada de muitos construtores chineses, diria mais de 20 marcas nos últimos dois a três anos. Só a Portugal chegou meia dúzia de marcas chinesas no ano passado. Claro que isto poderá ter um efeito disruptor no mercado e nas marcas ocidentais. Isto porque há a chegada de mais marcas, mas o mercado total não cresce, Portugal teve uma boa performance, mas a Europa estagnou. Por isso, a única forma dos novos construtores vingarem é tirarem quota aos existentes”, afirmaFernando Gomes.

    O jornalista acredita que, até ao fim da década, assistiremos a um período de consolidação de grupos. “Algumas marcas europeias, sobretudo as que já estão integradas em grandes grupos, poderão desaparecer. No entanto, isso também poderá acontecer com marcas chinesas. Também há marcas a mais na China, só no ano passado foram registadas mais 300 marcas de automóveis só naquele país. Por isso é que acredito que o mote para os próximos cinco anos serão as fusões e aquisições, como já aconteceu no fim de 2024, com o anúncio dos planos de fusão entre a Honda e Nissan”.

    Reintrodução de medida de abate pedida

    Para 2025 têm sido defendidas pelas associações do setor a reintrodução do incentivo ao abate de viaturas em fim de vida (vigorou entre 2008 e 2010, com breve regresso em 2017). “Trata-se de uma medida que, a determinada altura, foi utilizada em Portugal, com bastante sucesso. A ANECRA, e outras associações nossas congéneres, tem-se batido pela reintrodução dessa medida, que, no fim de contas, ajudaria à renovação de um parque automóvel muito envelhecido, são mais 13 anos de idade média do parque, com coincidências a vários níveis, a começar pelas emissões de CO2”, indica Roberto Saavedra Gaspar.

    No Orçamento do Estado para 2024 estava prevista a introdução da ferramenta, “com quase 120 milhões de euros provenientes do fundo ambiental”, mas o que acabou por suceder foi o lançamento de apoio à mobilidade elétrica, com um valor mais reduzido, que faz um misto entre as duas medidas. No entanto, tem, de acordo com o secretário-geral da ANECRA, “valores muito baixos” e que “não são suficientes para dinamizar as vendas de viaturas novas e, consequentemente, reduzir a idade média do parque”.

    Mercado tem de adaptar-se

    A Comissão Europeia impõe metas ambientais rigorosas para os automóveis novos. O objetivo é de zero emissões em 2035 (eletrificação total), mas as metas intermédias também são de “travagem”.  Já em 2025, as emissões médias de CO2 dos veículos novos têm de ser reduzidas em 15% relativamente ao limite de 2021, o que se traduz numa média de 93,6 g/km (ciclo WLTP). O secretário-geral da ANECRA considera que “o caminho é ambicioso” em demasia. “Aquilo que podem parecer metas exequíveis para o setor, parecem-me um pouco perigosas para aquela que é ainda a maior indústria europeia”, afirma Roberto Saavedra Gaspar, sem colocar em causa a importância das metas ambientais e do parque automóvel ter de ser menos poluente do que é atualmente.

    Já Nuno Castel-Branco não antevê grandes alterações às datas previstas pela Comissão Europeia em matéria de redução das emissões de automóveis novos. Avisa, aliás, que “2025 é um ano crucial”, porque o incumprimento das metas de CO2 levará a penalizações sérias aos construtores. “Tem de haver a expectativa de que os elétricos terão de vender mais este ano, mesmo a consumidor final”, afirma o diretor-geral do Standvirtual, antes de deixar o aviso aos operadores de que também “o mercado dos elétricos usados terá de adaptar-se”.

    No entretanto, o desafio é que mais consumidores possam ver nesta tecnologia uma opção. “Aqui [na Razão Automóvel] falamos em ‘electrocompatibilidade’. Se a pessoa não puder carregar o carro em casa ou no trabalho, o veículo elétrico pode não ser ainda compensador. O automóvel elétrico já é uma opção, mas não ainda para todos os consumidores. Ainda não permite sempre substituir o único carro da família a combustão”, avisa Fernando Gomes.

    Economia é dinâmica

    O momento é, portanto, de disrupção, mas também de adaptação, de acordo com o chefe de redação da Razão Automóvel. Porque a economia é dinâmica, os próprios construtores automóveis chineses apostam na produção na Europa, não só com a criação de novas fábricas, como pela possível aquisição de unidades fabris a construtores locais. “Isso até já aconteceu em Espanha, onde a Nissan vendeu uma fábrica, que atualmente está a produzir para o grupo chinês Chery. É provável que possa haver interesse em adquirir fábricas prontas a laborar em vez de ter projetos de raiz, como a BYD está a fazer na Hungria”, refere Fernando Gomes.

    Adaptação é a tónica para o setor, como sublinha Nuno Castel-Branco. “Era muito pior iniciarmos 2025 a dizer que o mercado está em queda, que há excesso de oferta e que não há procura. Ou seja, estamos num bom momento. O incentivo ao abate só viria ajudar o mercado. Mas a questão deixo é que termos de pensar de que forma é que os operadores podem influenciar o mercado. Em Portugal, podemos ter opiniões, mas isso vale o que vale, o que temos de fazer é perceber como é que se pode adaptar à nova realidade”, remata. Veja ou reveja a edição das SocTalks “Setor automóvel: O que esperar de 2025?” na seguinte ligação: http://bit.ly/40CzoJS

  • Ernesto Cunha deu espetáculo no Leiria Sobre Rodas

    Ernesto Cunha deu espetáculo no Leiria Sobre Rodas

    A presença de Ernesto Cunha no Leiria Sobre Rodas, tornou-se já um dos poucos altos de cada época desportiva do piloto da Marinha Grande.O Leiria Sobre Rodas assume-se como um dos mais importantes festivais nacionais e europeus dedicados ao automóvel em geral e onde a competição tem um lugar de destaque.

    Aos comando do seu Skoda Fabia Raly2 EVO, Ernesto Cunha integrou o rico plantel que disputou o Leiria Rally2 Gold Challenge e, perante milhares de espetadores, Ernesto cumpriu a essência do evento, privilegiando o espetáculo e aproveitando um fim-de-semana de grande impacto para proporcionar emoções fortes a alguns dos seus patrocinadores, que tiveram a experiência de uma vida, sendo copilotos por um dia!

    Agora, é tempo de Ernesto Cunha virar o foco por completo para o Rali Vidreiro Centro de Portugal. Será a jogar em casa que o piloto marinhense irá lutar por um lugar no Top 5 final do Campeonato de Portugal de Ralis 2024.

  • João Vinha: “vamos disputar o Rali da Água sem qualquer pressão”

    João Vinha: “vamos disputar o Rali da Água sem qualquer pressão”

    Após um interregno competitivo de quase um ano, interrompido esporadicamente com participações não competitivas, João Vinha regressa aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO Vi da Quatro Quartos Motorsport no Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín. O Piloto de Penafiel alinha na prova com José Janela, que o navegará pela primeira vez.

    É o regresso de João Vinha e da Quatro Quartos Motorsport à prova organizada pelo CAMI Motorsport. O penafidelense alinhará integrado no plantel que disputa as lides do Campeonato Promo de Ralis e apresenta-se no nordeste transmontano com a noção de que será um desafio intenso:

    “Desta feita, a presença no Rali da Água será um pouco mais complicada. Vamos disputar a prova sem qualquer pressão quanto a resultados. Estou parado há muito tempo e, como tal, sem ritmo. Desde o Rali de Mesão Frio de 2023 que apenas participei extracompetição no RallySpirit e como carro zero no Rali Taça Joaquim Santos”.

    Apesar do handicap, João Vinha está “com um bom feeling para esta prova. Iremos fazer um pequeno teste uns dias antes e vamos trabalhar bem nos reconhecimentos, para podermos fazer o rali com confiança. Quero, sobretudo me divertir, andar rápido, dar espetáculo. Por outro lado, estou muito contente por levar o José Janela a navegar e tenho a certeza de que vamos fazer uma boa dupla!”.

    O consagrado navegador famalicense afina pelo mesmo diapasão e está muito motivado e quer contribuir para que João Vinha brilhe em terras raianas:

    “É uma oportunidade nova, para mim e para o João. A amizade que nos une facilita bastante o entendimento. Agora, há que trabalhar muito, juntamente com a nossa equipa técnica, para que o rali seja um sucesso!”, destacou José Janela.

    A apresentação da nova dupla e da nova decoração do imponente carro nipónico, com destaque para a presença de um novo patrocinador, a Meirauto, decorreu no coração da cidade de Penafiel, contando com a presença de parceiros e mecenas que não deixaram de depositar uma palavra de incentivo ao piloto e à equipa, com Sandra Meira, CEO da Meirauto a desejar que “o João Vinha tenha muito sucesso e que este nosso apoio contribua para engrandecer ainda mais a imagem já muito forte da nossa empresa, que se assume já como uma referência no mercado automóvel” enquanto Jorge Ribeiro, líder da Publicita, destacou “a parceira que estabelecemos, que é tão forte quanto a nossa amizade. Que lhe corra bem e que o João comece a competir com mais regularidade”.

    Conhecido pelo seu fervor enquanto adepto do Futebol Clube do Porto, João Vinha leva no carro o símbolo da Casa de Penafiel da agremiação portuense e, para Pedro Moreira, presidente da coletividade, é “um orgulho enorme ter o Joca como amigo, como representante e sócio fundador da Casa do Futebol Clube do Porto de Penafiel e desejo que em todas as provas em que ele participe e leve este símbolo que tanto nos diz, tenha sucesso, a exemplo do que faz o FC Porto em todas as modalidades!”. O Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín irá para a estrada nos dias 13 e 14 de setembro, numa organização do CAMI Motorsport e desenrola-se nas estradas dos concelhos fronteiriços de Chaves e Verín, iniciando-se nesta cidade galega e terminando na urbe portuguesa.

  • Quarteto Megamotors brilhou no Caramulo (c/ vídeo)

    Quarteto Megamotors brilhou no Caramulo (c/ vídeo)

    A equipa de Resende arribou à 33ª Rampa do Caramulo com uma formação ambiciosa, apresentando à partida um quarteto constituído por José Carlos Pouca Sorte, Vera Sequeira, Carlos Pouca Sorte e Celso Fonseca e saiu da sexta prova da temporada de Montanha com dois pódios, um Top 4 e outro Top 5.

    Rubricando uma das melhores exibições da época, José Carlos Pouca Sorte não só garantiu mais um excelente 4º posto na Categoria GT como, mercê do seu talento e rapidez associada, registou marcas que o colocam bem perto da luta pelos lugares do pódio.

    Já Vera Sequeira merece o aplauso dado a quem soube suplantar o handicap de ser apenas a segunda prova da sua carreira e, logicamente, a estreia da piloto de Castelo de Paiva no traçado do Caramulo.

    Com um toque pelo meio, que em nada afetou o seu foco, a colíder foi evoluindo de forma significativa nos tempos alcançados e levou o seu Seat Leon TDi a um positivo 5º lugar na Divisão Turismo 2.

    Nas contas da categoria Super Challenge, Carlos Pouca Sorte esteve magnífico aos comandos da BMW 320 SW da Megamotors. O jovem de Resende extraiu todo o potencial da carrinha germânica e a sua rapidez foi premiada com um merecido 2º lugar no grupo SC-D.

    Quanto a Celso Fonseca, o piloto mesãofriense esteve sublime na batalha pelo pódio nas contas dos Legends de Montanha. Perante adversários com carros mais competitivos, Celso Fonseca voou no Citroen AX até um suado e altamente merecido 3º lugar final!

    A Megamotors vira agora as atenções para o Rally Rota da Cereja de Resende, prova em casa e que se realiza já no próximo fim-de-semana.

  • 1º Rally Rota da Cereja de Resende: Festa aberta no asfalto do Douro Verde!

    1º Rally Rota da Cereja de Resende: Festa aberta no asfalto do Douro Verde!

    Os ralis regressam ao concelho de Resende, sob a batuta organizativa do Automóvel Clube Clássicos Caldas de Aregos, que conta com o Team Baia como parceiro na gestão desportiva da edição inaugural do Rally Rota da Cereja de Resende, que irá para a estrada nos dias 27 e 28 de julho. Inscrições ainda abertas e já sobram poucas vagas para o “teto” de 50 participantes.

    A prova é assumida pelo Automóvel Clube Clássicos Caldas de Aregos, coletividade já com pergaminhos na promoção e organização de provas de perícias e rampas regularidade sport. O clube resendense conta com o forte apoio institucional da Câmara Municipal de Resende e escolheu o Team Baia, clube com alvará de organizador FPAK, para parceiro técnico do evento. Casimiro Peralta, presidente do clube, assume “a enorme responsabilidade que sentimos por fazer renascer os ralis em Resende. Optamos por um rali aberto, sem fazer parte de nenhum campeonato, onde todos se sintam bem vindos, sem qualquer espartilho geográfico. Resende tem tudo para ser palco de um grande rali e o nosso compromisso é trabalhar para que a prova se desenvolva no futuro. Agora, estamos focados em conseguir que a primeira edição seja o êxito que Resende merce!”.

    Para Garcês Trindade, Presidente da Câmara Municipal de Resende, a aposta neste evento realça “a política de apoio forte por parte do nosso município às associações e aos eventos que permitam promover o concelho de Resende e atrair gente para cá. Somos um concelho do interior, com acessibilidades condicionadas, muito esquecido pelo poder central e temos sempre de lutar fortemente contra esses problemas, fazendo tudo para impulsionar a economia. Temos na Cereja de Resende um produto único no mundo, a que se junta toda a riqueza única do concelho, com o seu patrimônio histórico e cultural, as suas paisagens e a sua gastronomia e qualidade vitivinícola. Sabemos receber, quem cá vem fica apaixonado e tenho profunda expetativa em relação a esta primeira edição do rali, que tem tudo para ser um êxito desportivo e promocional”.

    O edil de Resende destacou ainda “o excelente trabalho que tem sido feito pelo Automóvel Clube Clássicos Caldas de Aregos, coletividade com poucos anos de atividade, mas que já se impõe pela qualidade dos seus eventos”.

    Estrutura compacta e desafiante

    Coube a Sérgio Aguiar, presidente do Team Baia apresentar a estrutura deste 1º Rally Rota da Cereja de Resende. O líder do clube famalicense destacou “o cuidado que tivemos para montar um rali compacto e onde todas as equipas possam desfrutar das excelentes estradas de asfalto do concelho de Resende, tendo ainda tempo para saborearem tudo quanto o concelho tem de bom, não esquecendo o programa de animação do rali. Fomos cuidados para não ter ligações extensas, totalizando pouco mais de 100 quilómetros e o rali tem tudo para ser do agrado de todos”.

    A prova terá 48,5 quilómetros contra o cronómetro, iniciando-se na noite de sábado, 27 de julho, com os 2300 metros da super especial urbana Cereja Night Race. Após a passagem do pelotão de 50 equipas, entrarão no traçado carros de drift e kartcross para proporcionarem ao muito público esperado um fim de noite em cheio.

    No domingo, 28 de julho, o percurso inclui 4 especiais, correspondentes a duplas passagens por dois troços cronometrados. Na secção matinal, serão os 7,5 km da especial Rota dos Cerejais a serem percorridos por duas vezes, ficando reservado para a secção final da tarde o mais difícil “osso para roer”: 15,6 km da especial O Penedo, também em dupla passagem, antes da festa final com o pódio a estar instalado junto aos Paços do Concelho de Resende.

    Prémios monetários para os três primeiros

    Com as inscrições ainda a decorrer, são já 40 as equipas que confirmaram presença, estando por isso bem perto o limite assumido pela organização, que, nesta edição inaugural do Raly Rota da Cereja de Resende não quer mais de 50 participantes.

    Confirmada está já a forte presença da “armada” de pilotos locais, capitaneada por José Carlos Pouca Sorte e Pedro Melo e onde se incluem nomes muito fortes como os de Ilderico Almeida, Marco Almeida, Nelson Pouca Sorte, Carlos Pouca Sorte, Ricardo Pimenta e William Dias. Extra competição, destaque para a presença de dois nomes fortes da Montanha nacional:  Manuel Rocha e Sousa, no seu potente Ford Focus Super Car e Paulo Silva, aos comandos de um Audi RS3 LMS, farão parte dos carros de segurança, os chamados “zero”.

    O Rai tem uma novidade aliciante: prémios monetários para os três primeiros da geral, oferecidos pelas empresas Megamotors, Mítica Frota e Escola de Condução S. Salvador. Caso raro em Portugal, este “prize Money” para o Top 3 absoluto é mais um gesto de generosidade por parte de José Carlos Pouca Sorte, o piloto e empresário natural de Resende e que detém no seu portfolio empresarial as três empresas envolvidas neste apoio.

    “Quando se trata de Resende, o coração fala mais alto!… É a minha terra e é para mim uma honra poder ajudar para que este rali venha a ser um sucesso e se imponha no futuro como uma prova de referência!”, realçou Pouca Sorte.

    Programa de animação incluiu os mais pequenos

    O Jardim 25 de Abril, em pleno coração de Resende, será palco de um espaço dedicado às crianças. Além de insufláveis e outros equipamentos de diversão, o espaço terá uma proposta o Kidkart Race, com karts a pedais que vão proporcionar um contacto com a “competição”, promovendo assim o desporto motorizado junto dos mais novos.

    O Rali não esqueceu a sua vertente social, apoiando a causa da Make-a-Wish, que foi representada na apresentação oficial da prova pelo seu embaixador e piloto João Paz, que também irá alinhar na prova. A missão da Make-A-Wish é a realização de desejos a crianças e jovens, dos 3 aos 17 anos, em todo o território nacional, com doenças graves, progressivas, degenerativas ou malignas, proporcionando-lhes um momento de força, alegria e esperança.

  • Rui Madeira “Top 2 é fantástico. Queríamos muito este pódio, que nos fugiu em 2023!”

    Rui Madeira “Top 2 é fantástico. Queríamos muito este pódio, que nos fugiu em 2023!”

    Culminando uma exibição de gala aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO III, Rui Madeira e Paula Madeira conquistaram na edição 2024 do RallySpirit um excelente 2º lugar na “batalha” da categoria SPIRIT, com o consagrado piloto internacional a provar que continua ao mais alto nível.

    O código genético de Rui Madeira e, já agora, de toda a família Madeira, incluiu uma indestrutível vontade de competir ao mais alto nível, que nem a passagem do tempo provoca mossa.

    Tal pressuposto ficou, uma vez mais, provado no RallySpirit, com Rui Madeira e Paula Madeira a estarem entre os protagonistas de um duelo sem tréguas pelo 2º degrau do pódio da Categoria SPIRIT, posição que a dupla do Mitsubishi Lancer EVO III conquistaria por 9,3 segundos, após três dias de acesa competição, com alguns problemas técnicos pelo meio, rapidamente resolvidos pela equipa técnica, devolvendo piloto e navegadora esse talento dos seus técnicos com uma “faena” nas classificativas que lhes permitiu suplantar as dificuldades e conquistar um saboroso Top 2.

    “Estamos extremamente contentes com o 2º lugar do pódio, pois tanto eu como a Paula ambicionávamos vingar o pódio que nos fugiu em 2023”, desabafou no fecho do evento Rui Madeira que realçou ainda que “a prova foi extremamente disputada e de grande responsabilidade para a minha navegadora, que esteve à altura e executou um trabalho profissional. O 2º lugar foi muito disputado até ao final da prova com o Hugo Lopes, que é um jovem que admiramos pelas suas qualidades inatas de vencedor”.

    Numa análise final ao rali, Rui Madeira considerou que “a edição 2024 do RallySpirit foi sem dúvida a melhor de sempre, com a introdução de algumas classificativas e de alterações que melhoraram o traçado tais como a partida do Porto, o convívio em Vila Nova Gaia e o centro da prova para Barcelos. As classificativas em Boucles, foram perfeitas de tal forma que o público vibrou e foi entusiasta ao longo das mesmas”.

    O “mundialista” deixou ainda “um agradecimento muto especial ao Bruno Jeremias e ao Eduardo Carneiro por todo o trabalho e dedicação, colocando-nos o Mitsubishi sempre competitivo e que nos levou ao 2º lugar”.

    Por seu lado, Paula Madeira estava também muito feliz no final. Voltando a “cantar notas” para o seu marido, a navegadora salientou que o RallySpirit tinha sido “uma prova que nos deu imenso gozo pelas classificativas, pelo ambiente e convívio de várias gerações. Foram 3 dias a rodar em troços com uma temperatura no interior do nosso carro que chegou a atingir 42 graus… Mas quem corre por gosto não cansa!…”, agradecendo “ao meu marido por mais este momento. Mais uma vez fizemos uma boa dupla e divertimo-nos a valer. Os 55 anos do Rui estão repletos de experiência e sabedoria para continuar a ser um dos melhores e o meu piloto preferido. Queremos ainda deixar aqui um agradecimento muito especial à nossa família e amigos que nos apoiaram como sempre, mesmo que à distância!”.

    Paula Madeira e Rui Madeira não regatearam elogios à organização, dando os “parabéns ao Pedro Ortigão, família e staff, pois conseguiram criar toda uma estrutura exemplar, pela organização, quantidade e qualidade de carros e pilotos. Um grande evento, fazendo uma justa homenagem ao nosso amigo Joaquim Santos!”.

  • Ricardo Filipe: “acabamos por ganhar em Serpa de forma natural“

    Ricardo Filipe: “acabamos por ganhar em Serpa de forma natural“

    Ricardo Filipe e Filipe Carvalho garantiram na 15ª edição do Rally Flôr do Alentejo – Cidade de Serpa, a primeira vitória aos comandos do seu  novo Skoda Fabia R5. A dupla dominou a prova alentejana, vencendo 6 das 7 classificativas do programa.

    A prova organizada pela Secção de Motorismo da Sociedade Artística Reguenguense foi tranquila para a dupla que defende as cores da Olha o Cogumelo, com a exceção do erro que cometeram na Super Especial noturna que fechou a primeira etapa e que, na altura, fez perder toda a vantagem alcançada nos troços cronometrados anteriores.

    O triunfo alcançado em Serpa foi o primeiro com o Skoda Fabia R5 e também a estreia vitoriosa dos dois enquanto dupla. Ricardo Filipe tinha vencido em Albufeira, na época passada, então com o Ford Fiesta R5, mas sem ter Filipe Carvalho no banco do lado direito.

    Correu tudo muito bem. Os troços continuam espetaculares e eu ainda me lembrava de um deles, do tempo em que corria com um Mitsubishi. As notas estavam perfeitas, o Filipe Carvalho fez, como sempre um excelente trabalho, bem como a Racing 4 You que nos colocou nas mãos um carro bem afinado. Andamos sempre rápido, mas dentro de uma grande margem de segurança. Tive aquele erro na Super Especial, que nos custou cerca de 15 segundos, mas atacamos no segundo dia e acabamos por ganhar em Serpa de forma natural”, destacou Ricardo Filipe.

    O piloto da Olha o Cogumelo sente-se “muito feliz sobretudo porque cumprimos o programa que tínhamos para esta prova. Quantos mais quilómetros fizermos com o Skoda Fabia, mais confiança vou ganhar e, obviamente, vencer é sempre um incentivo extra para ganharmos ainda mais motivação para o que falta da temporada”.

    Agora, Ricardo Filipe, Filipe Carvalho e toda a estrutura que os apoia viram já o foco para o arranque da fase de asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis, onde vão defender o excelente Top 7 que ocupam atualmente na tabela pontual: “Castelo Branco é o desafio que se segue e assume uma grande importância. Começa a fase de asfalto, piso mais desafiante e onde eu ainda tenho um enorme caminho de progressão pela frente.”, destacou Ricardo Filipe, assumindo que “quero andar bem e tudo fazer para continuar a pontuar, defendendo a posição no campeonato”.

    A edição de 2024 do Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão vai para a estrada nos dias 21 e 22 de junho.

  • Erro torna-se fatal para as justas aspirações de Nuno Carujo em Serpa

    Erro torna-se fatal para as justas aspirações de Nuno Carujo em Serpa

    Uma saída de estrada na penúltima classificativa da edição 2024 do Rally Flôr do Alentejo – Cidade de Serpa deitou a perder um potencial lugar dentro do Top 5 nas contas do Start Sul de Ralis. Até ao momento fatídico, Nuno Carujo e Pedro Silva tinham assinado uma exibição segura e competitiva aos comandos do Mitsubishi Lancer EVO IX do WRCteam.

    E pelos tempos averbados, juntamente com o andamento seguro ostentado, nada fez prever ao longo de 5 especiais de classificação que Nuno Carujo e Pedro Silva saíssem de “bolsos vazios” da prova organizada pela Secção de Motorismo da Sociedade Artística Reguenguense.

    Desde a especial inaugural até ao fecho da secção matinal da etapa de domingo, a dupla do Mitsubishi Lancer EVO IX do WRCteam foi capaz de averbar marcas entre os cinco mais rápidos do Start Sul de Ralis, ficando claro que estavam em Serpa motivados para rematar um resultado positivo. A segunda passagem pelos 10,81 km da especial de Flor do Alentejo seria fatídica para as justas aspirações de Nuno Carujo e Pedro Silva.

    “Nem sei o que dizer!…”, desabafava um desolado Nuno Carujo, já na sua zona de assistência. O piloto lamentou “o erro que nos fez sair de estrada. Impensável!… Estávamos a rodar rápido, mas sempre dentro dos limites de segurança, porque queríamos muito terminar a prova, para quebrar a série negra que temos vivido nesta temporada. A posição na tabela classificativa era boa, pois estávamos com todas as possibilidades de lutar pelo 4º lugar entre os concorrentes do Start Sul de Ralis, sendo que o 5º estava praticamente assegurado e vínhamos a andar com todo o cuidado. Infelizmente aconteceu. O carro até nem ficou com muitos danos, só que demoramos muito tempo a poder retomar a marcha e, aí, já não valia a pena continuar ficando a desistência consumada… melhores dias virão!”.

    A dupla do WRCteam ruma agora à costa atlântica para a edição 2024 do Rali de Vila do Bispo, próxima prova do Campeonato Start Sul de Ralis, que será disputado nos dias 6 e 7 de julho.

  • Renault Rafale E-Tech 4×4 300 cv: a experiência da Renault elevada pela Alpine

    Renault Rafale E-Tech 4×4 300 cv: a experiência da Renault elevada pela Alpine

    A Renault revela a versão de alto desempenho do Rafale: o Renault Rafale E-Tech 4×4 300 cv. Fruto de toda a experiência da marca e da paixão das suas equipas, o novo motor híbrido plug-in oferece o melhor dos dois mundos: o da combustão e o da eletricidade, com uma predileção pela condução elétrica em utilização quotidiana.

    Mas o Renault Rafale E-Tech 4×4 300 cv não se diferencia apenas pelo motor de alto desempenho. Em perfeita sintonia com os dias de hoje, é ultra-eficiente, com uma autonomia de até 1.000 km. A adição de um motor elétrico no eixo traseiro confere ao porta-estandarte da marca um sistema de tração às 4 rodas permanentemente ativo. O Rafale E-Tech 4×4 300 cv possui notáveis características tecnológicas e de segurança, bem como uma ótima tração e aderência à estrada, em qualquer circunstância.

    A versão Atelier Alpine ultrapassa ainda mais os limites da excelência em termos de prazer de condução, graças à colaboração dos especialistas da marca Alpine. A afinação do chassis, a cargo dos engenheiros da Alpine Cars e a suspensão ativa inteligente conferem ao Renault Rafale E-Tech 4×4 300 cv Atelier Alpine um comportamento e um prazer de condução ao mais alto nível.