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  • Megamotors com rescaldo positivo em Murça (c/ vídeo)

    Megamotors com rescaldo positivo em Murça (c/ vídeo)

    A equipa apresentou na Rampa Porca de Murça o seu quarteto liderado por José Carlos Pouca Sorte e que incluiu João Macedo, Carlos Almeida Pouca Sorte e Celso Fonseca. Exibições sólidas coroadas com lugares de relevo, incluindo a conquista de um pódio, marcaram mais uma jornada de Montanha onde a Megamotors se assumiu uma vez mais, como um coletivo competitivo.

    José Carlos Pouca Sorte deu continuidade à sua adaptação ao Porsche 997 GT3 CUP e à Categoria GT. O consagrado piloto natural de Resende em uma capacidade natural de grande nível e isso tem sido visível na forma como enfrenta pilotos mais experientes e com carros num grau de competitividade mais acima.

    Em Murça foi melhorando paulatinamente as suas marcas, sendo recompensado com um positivo 7º lugar entre os GT, sendo agora sexto na tabela do campeonato.

    João Macedo e Carlos Correia Poucas Sorte protagonizaram um interessante duelo entre colegas de equipa pelo 3º lugar do pódio do Grupo Super Challenge D, com o regressado piloto felgueirense a impor o seu BMW 328is face ao jovem de Resende que enfrentou alguns problemas que limitaram o andamento da sua BMW 320 SW e se quedou pelo 4º posto.

    Celso Fonseca conseguiu “espremer” todo o sumo competitivo do seu Citroen Saxo, vendo a sua boa exibição ser coroada com um bom 5º lugar.

  • José Lameiro: “O campeonato está a correr muito bem e estou muito motivado!”

    José Lameiro: “O campeonato está a correr muito bem e estou muito motivado!”

    José Lameiro está a viver um arranque de época marcado pela capacidade do piloto se mostrar cada vez mais forte e competitivo aos comandos do Skoda Fabia Super Car da Diatosta. Em Murça, na terceira prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, soube enfrentar um problema técnico no carro tcheco e partir para uma exibição muito sólida, coroada com mais um 2º lugar nas contas da Categoria Super Challenge e do Grupo SC-A.

    O sucesso obtido na prova organizada pelo CAMI Motorsport exigiu de José Lameiro e da equipa muito trabalho. O piloto tinha estado na rampa em 2023, mas um problema técnico forçou-o a abandonar logo na subida inaugural de treinos.

    Curiosamente, a edição de 2024 também começou com o piloto da Diatosta a sofrer um susto, quando viu a embraiagem do Skoda ceder. Mas a DM Motorsport foi lesta a resolver o problema, mesmo exigindo do piloto alguma precaução durante o que faltava do primeiro dia de competição.

    “No fundo esta foi a nossa primeira experiência na Rampa Porca Murça, pois, no ano passado, só fizemos uma subida. O traçado é longo, difícil e complicado de perceber, exigindo muito treino e muito foco. Depois, o problema de embraiagem logo nas primeiras subidas de treinos causou algum transtorno e forçou-nos a alguma cautela durante a jornada de sábado, acabando por ser reflexo disso o tempo menos bem conseguido na 1ª Subida de Prova”, realça José Lameiro, que, no entanto, terminou o dia de sábado já entre os melhores da categoria Super Challenge,

    A equipa continuou a trabalhar no carro e, no domingo de manhã, José Lameiro apareceu à partida com uma competitividade renovada. As duas sessões de treinos que abriram a jornada permitiram perceber que tudo estava bem com o carro e José Lameiro partiu ao ataque dos 4200 metros do traçado de Murça, logrando melhorar substancialmente as suas marcas, reservando lugar nos pódios da categoria e do grupo onde está inserido.

    As duas últimas subidas de prova já correram muito melhor e acabamos por fazer dois bons tempos, o que nos deixa orgulhosos por toda a evolução de que fomos capazes ao longo do fim-de-semana”, afirmou.

    Quanto aos dois pódios obtidos José Lameiro sente-se “muito feliz, por mim e pela equipa. Ainda estamos na curva de aprendizagem e iremos ainda melhorar bastante. Numa categoria tão competitiva, voltar a ser 2º é sinal de que já estamos fortes. O campeonato está a correr muito bem e estou muito motivado!”.

    José Lameiro começa já a preparar a sua dupla participação no tradicional encontro anual com o Europeu de Montanha que, uma vez mais, acontecerá na Rampa Internacional da Falperra. O evento organizado pelo Clube Automóvel do Minho acontece nos dias 17,18 e 19 de Maio.

  • Vítor Pascoal: “A vitória em Murça foi uma das melhores da minha carreira!”

    Vítor Pascoal: “A vitória em Murça foi uma das melhores da minha carreira!”

    Vítor Pascoal viveu na Rampa Porca de Murça uma verdadeira saga, com o piloto de Baião a assumir o papel de herói que tudo suplantou para conquistar a glória. De um despiste no sábado que quase deitava tudo a perder, até impor no domingo a sua lei de forma imperial na competitiva Categoria GT, foi um “filme” digno de sala cheia. O triunfo reforçou a sua liderança do campeonato, ficando assim mais próximo do “tetra”.

    Foi impróprio para cardíacos. E, claramente o que aconteceu com Vítor Pascoal faz jus ao dizer popular que defende que “A Sorte protege os Heróis”.

    Disposto a regressar aos triunfos, depois do 2º lugar obtido entre os GT na Penha, o piloto do Porsche 991.2 GT3 CUP do Baião Rallye Team viu-se perante a oposição de um forte plantel , com a Categoria GT a ter oito pilotos na prova organizada pelo CAMI Motorsport.

    E tudo ia desmoronando logo no dia inaugural da rampa: “tenho muito que agradecer à minha equipa técnica. No sábado começamos bem nos treinos, mas tivemos uma saída na primeira subida oficial, que aconteceu, não por erro meu, mas, por ter partido uma peça da direção. Os nossos técnicos fizeram um trabalho notável para recuperar o Porsche durante a noite, sendo aqui também importante o facto de nos terem cedido algumas peças, o que agradeço profundamente”, revela o piloto eu lembra que “o toque arruinou o dia de sábado e colocou-nos sobre pressão para domingo, pois fiquei obrigado a registar dois tempos nas duas subidas de prova finais para me classificar”.

    Mas, se alguém estava à espera de que o tricampeão nacional em título se iria retrair e abordar a jornada decisiva à defesa, falhou a previsão redondamente. O dia decisivo desta terceira prova do campeonato viu Vítor Pascoal arribar aos 4200 metros do traçado da denominada “Serpente de Murça” disposto a presentar o publico presente com uma das melhores exibições da sua carreira.

    No dia de sábado, os cinco pilotos mais lestos da Categoria GT rodaram todos muito juntos, fazendo tempos na casa  dos 2:16 a 2:19, com Pascoal a também não conseguir melhor nas duas subidas de treinos que concluiu. No domingo, mesmo em tempo de forcing final, os seus concorrentes pouco melhoraram, almejando rodar em 2:15.

    E o que fez o “Sniper de Baião”?… Na 2ª Subida de Prova cravou no cronómetro a espantosa marca de 2:13.891 e, na 3ª Subida de Prova, mesmo com a parte final da rampa já sob chuva, rodou em 2:14.901, voltando a colocar em sentido todos quantos o queriam suplantar. Foi uma vitória “das antigas”: na raça, no querer e no talento!

    “Abordamos o domingo com o foco em ir em busca do prejuízo e garantir uma boa posição. Como é óbvio, nem nos passava pela cabeça a vitória , mas, também não sou de deitar a toalha ao chão. Na 2ª Subida Oficial dei tudo e noa 3ª ainda tentei lutar pelo 3º lugar do pódio absoluto, mas a parte final da rampa estava molhada e tive de ser cauteloso. Mesmo assim, juntar o triunfo nos GT ao 4º posto final na geral foi magnífico. Continuamos na luta nas duas frentes e tudo faremos para alcançar os nossos objetivos”, salientou Vítor Pascoal.

    Líder reforçado na tabela pontual, o piloto do Baião Rallye Team começa já a preparar a sua dupla participação no tradicional encontro anual com o Europeu de Montanha que, uma vez mais, acontecerá na Rampa Internacional da Falperra. O evento organizado pelo Clube Automóvel do Minho acontece nos dias 17,18 e 19 de Maio.

  • Joaquim Rino conquista em Murça a primeira vitória da temporada!

    Joaquim Rino conquista em Murça a primeira vitória da temporada!

    Aos comandos do BRC 49 Evo da Articimentos, Joaquim Rino coroou uma exibição exemplar na Rampa Porca de Murça com uma vitória sólida entre os Protótipos B. O “Senador de Porto de Mós” logrou ainda conquistar o Top 8 da geral na prova organizada pelo CAMI Motorsport.

    Está a ser uma época 2024 autenticamente de luxo para Joaquim Rino. O consagrado piloto da Articimentos apareceu na presente temporada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group em plena forma, ostentando um ritmo endiabrado e uma eficácia a toda a prova.

    Em Murça, esteve soberbo, assinando um fim-de-semana imaculado, sem erros de monta e sempre a demonstrar um crescendo de rapidez que o levou a devorar os 4200 metros do traçado transmontano sempre entre os melhores. No final, o primeiro triunfo da época entre os Protótipos B e o 8º lugar da geral foram o corolário merecido da exibição de Joaquim Rino.

    “Como tenho dito, gosto imenso da pista de Murça e é sempre um prazer imenso correr aqui. O fim-de-semana foi excelente. A FR Power fez um trabalho incrível no BRC e senti-me sempre seguro para atacar e andar rápido. A vitória deixa-me muto feliz, mas, acima de tudo, destaco a satisfação que sinto por correr num campeonato com tão bom ambiente. Quero parabenizar o jovem Afonso Santos, que fez uma excelente exibição e que mostrar ser um piloto com muto futuro. Senti muito orgulho por o ter comigo no pódio”.

    Com esta vitória, Joaquim Rino saltou para o comando da tabela pontual dos Protótipos B e consolidou claramente a sua posição entre os pilotos que irão discutir o título.

    Agora, o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group ruma até Braga. É tempo do tradicional encontro anual com o Europeu de Montanha que, uma vez mais, acontecerá na Rampa Internacional da Falperra. O evento organizado pelo Clube Automóvel do Minho acontece nos dias 17,18 e 19 de Maio.

  • FPAK Júnior Team 2024 apresentado no Comité Olímpico de Portugal

    FPAK Júnior Team 2024 apresentado no Comité Olímpico de Portugal

    São 20 os pilotos que integram o FPAK Júnior Team em 2024 divididos por quatro modalidades: ralis, velocidade, montanha e karting. O programa da FPAK, criado em 2022 e que visa descobrir e impulsionar a carreira de jovens pilotos.

    A cerimónia teve lugar no Comité Olímpico de Portugal numa altura em que os campeonatos estão prestes a arrancar, com a presença da quase totalidade dos pilotos e de muitos convidados.

    Para Ni Amorim, este projeto da FPAK: “É algo que enche de orgulho toda a direção. Começámos em 2022 de forma discreta para estarmos dois anos depois envolvidos em várias modalidades e com a oportunidade de ajudar 20 jovens pilotos a seguirem com as suas carreiras. Aquilo que mais queremos é que esta ajuda seja o primeiro passo para uma carreira de sucesso para todos eles”, começou por dizer.

    O FPAK Júnior Team é um projeto nunca realizado pela entidade federativa, que já provou ser uma fórmula de sucesso e que se espera sirva de base para outras iniciativas do género: “Vamos acompanhar de perto o trabalho de todos os pilotos. Estou certo de que temos um conjunto de jovens muito talentosos e que se vão destacar nas modalidades em que estão inseridos. De todos eles espero sobretudo ética, dedicação, profissionalismo e que aproveitem as oportunidades”, concluiu.

    Todos os pilotos presentes mostraram a sua gratidão por poderem integrar o projeto estando todos cientes que é uma oportunidade única que devem abraçar com todo o entusiasmo.

    Assim, nos Ralis darão continuidade aos projetos anteriormente iniciados no FPAK Júnior Team, Gonçalo Henriques que volta a disputar o Campeonato de Portugal de Ralis 2RM. Pedro Pereira enfrente o Rally Cup Portugal e Hugo Lopes a Peugeot Rally Cup Ibérica.

    Duarte Pinto Coelho, protagonista do FPAK Júnior Team na Velocidade em 2024, vai enfrentar a sua primeira época desportiva no Campeonato de Portugal de Velocidade aos comandos de um GT4.
    Martim Meneses, várias vezes Campeão Nacional de Karting, vai internacionalizar a sua carreira desportiva e disputar a exigente Academia CIK FIA ao mesmo tempo que volta a disputar o Campeonato Portugal de Karting Toyota na categoria X30.

    Este ano a Montanha é a nova modalidade a integrar o programa da FPAK e contará com a participação de três jovens pilotos: João Barroso, Martim Pereira e Guilherme Silva que vão arrancar a época desportiva já na próxima prova a Rampa Porca de Murça.

    Na Velocidade, serão seis os pilotos a competir nas quatro provas do Campeonato de Portugal de Velocidade que arranca no próximo mês de maio em Jerez de la Frontera: Henrique Moura Oliveira, Henrique Ventura Oliveira, João Oliveira, Rodrigo Ferreira, Rodrigo Santos e Ruben Silva.

    Nos Ralis, os seis pilotos que se vão sentar ao volante do KIA Picanto serão: Afonso Costa, Eduardo Santos, Pedro Silva, Ricardo Costa, Rui Custódio e Tiago Santos. O primeiro dos cinco ralis que compõem o projeto será o Rali de Castelo Branco em junho.

  • Mazda CX-80: o novo porta-estandarte de 7 lugares da Mazda

    Mazda CX-80: o novo porta-estandarte de 7 lugares da Mazda

    Mazda desvenda hoje, em estreia na Europa, o seu novo Mazda CX-80, um SUV de até sete lugares, apresentação feita em modo virtual, no canal de Youtube da Mazda Motor de Portugal.

    Na sequência do lançamento do CX-60, surge o novíssimo Mazda CX-80, o segundo dos dois novos modelos destinados à Europa integrados no grupo dos Large Products. Passa a ser o automóvel mais espaçoso da gama europeia da Mazda e tornar-se-á no seu novo porta-estandarte nesta região.

    Nesta mais recente evolução da abordagem única de design Kodo da Mazda, os designers concentraram-se na elegância e pureza de uma estética japonesa minimalista, assente na eliminação de todos os elementos desnecessários, subjacente à abordagem “hands-on”, única dos designers e mestres artesãos da Mazda, que visa a produção de automóveis que só poderiam ter sido “Crafted in Japan”.

    Com quase cinco metros de comprimento e uma distância entre eixos superior a três metros, o novo Mazda CX-80 é mais comprido, mais alto e tem uma distância entre eixos significativamente maior do que o popular CX-60. Dotado de uma terceira fila de bancos rebatíveis, o CX-80 poderá ter três configurações diferentes para a segunda fila, incluindo uma opção de dois Captain Seats independentes, com espaço de passagem para a terceira fila, ou combinados com uma também opcional consola central.

    O inédito Mazda CX-80 apresenta-se com tecnologias apropriadas para um modelo que assume o estatuto de porta-estandarte da gama da Mazda na Europa, incluindo três novas funcionalidades: um novo controlo de voz integrado Alexa, um novo sistema de navegação híbrido, combinando as vantagens dos serviços offline e online, e uma nova tecnologia Trailer Hitch View, que utiliza o ecrã central e gráficos avançados para ajudar a posicionar o veículo se acoplado a um reboque.

    No lançamento, o Mazda CX-80 estará disponível com uma escolha de dois grupos motopropulsores: e-Skyactiv PHEV, que combina um bloco a gasolina de quatro cilindros e um motor eléctrico, oferecendo um desempenho envolvente e excelentes credenciais ambientais; e e-Skyactiv D, um motor diesel de seis cilindros em linha, de elevada eficiência, integrando o sistema mild-hybrid M Hybrid Boost 48V da Mazda, que proporciona um valores excepcionais em termos de performance, de emissões e de consumos de combustível para o segmento .

    O sistema total inerente ao motor e-Skyactiv PHEV tem uma potência total de 327 cv/241 kW e 500 Nm de binário. Acelera dos 0 aos 100 km/h em 6,8 segundos, atinge uma velocidade máxima de 195 km/h e oferece 60 km de condução em modo 100% eléctrico. Com excelentes credenciais ambientais, apresenta um consumo médio de combustível WLTP de 1,6 l/100 km e emissões de CO2 de apenas 36 g/km. Já o motor e-Skyactiv D gera 254 cv de potência, permitindo acelerar dos 0 aos 100 km/h em 8,4 segundos e atingir-se uma velocidade máxima de 219 km/h. O consumo médio de combustível WLTP é de 5,7 a 5,8 l/100 km e as emissões de CO2 de 148 a 151 g/km.

  • Porsche Sprint Challenge Ibérica: Manuel Alves dominou ronda 1 (c/ vídeo)

    Porsche Sprint Challenge Ibérica: Manuel Alves dominou ronda 1 (c/ vídeo)

    O Cascais Racing Weekend foi palco do arranque de temporada da 2ª edição da Porsche Sprint Challenge Ibérica. A competição com chancela oficial da marca germânica e que é organizada pela P21 Motorsport contou com um rico plantel de 23 unidades, tendo proporcionado dois dias de intensa emoção!

    No sábado, o qualifying  definiu a grelha de partida para a Corrida 1, que fechou o programa competitivo da jornada, ao fim da tarde.

    Debaixo de muito calor, que, aliás, esteve presente ao longo de todo o fim-de-semana, a “armada” Porsche lançou-se para os 28 minutos de corrida, mais uma volta, com intensidade e, se ao longo do desenrolar da mesma, não faltaram duelos acesos pelas posições, foram raros os incidentes graves.

    Na frente da corrida, esteve de fio a pavio Manuel Alves.  O jovem piloto da LOB Motorsport saiu da “pole-position” e não se deixou surpreender na primeira travagem, assumindo o comando que não mais largou até final, construindo uma vantagem que, no final das 19 voltas ao traçado do Estoril se cifrou em 3,3 segundos sobre Vasco Barros, seu colega de equipa que, entretanto, se superiorizou a José Barros, com este garantir o 3º lugar, aos comandos do 991.2 da Veloso Motorsport. Os três jovens pilotos garantiram ainda as três primeiras posições na Classe PRO AM e no grupo 991.2.

    Intensa foi a luta que decidiu a vitória na Classe AM e no grupo 992. O ucraniano Yuri Protasov dominou na primeira parte, mas sofreu a bom sofrer na segunda metade da corrida, quando o português Ricardo Costa, no 992 da MRS GT – RACING, se colou ao carro da Habeca Racing e tudo tentou para ultrapassar Protasov, mas este defendeu-se de forma sublime e garantiu o triunfo na classe e no grupo, com Costa a ser segundo em ambas as frentes.

    Autor de uma prova muito sólida, Gonçalo Fernandes colocou o 991.2 preparado pela Racing 4 You no 3º lugar dos AM, embora longe dos dois primeiros. O mesmo sucedeu no Grupo 992, onde o espanhol Jorge Ramirez conquistou para a RGB RACING TEAM o último degrau do pódio, mas também distante do duo da frente.

    Na Classe GD, brilhou nesta corrida 1 Oleksandr Dobik, compatriota e colega de equipa de Protasov. O ucraniano revelou um andamento impressionante com o seu 992, terminando na classe com um robusto avanço sobre o espanhol Gian Traverson, piloto de um dos 992 da RGB RACING TEAM. Já a terceira posição entre os “gentlemen Drivers” foi um justo prémio para Rui Miritta. O piloto lusitano esteve sempre eficaz com o 991.1 e juntou a este saboroso pódio nos GD, uma vitória clara no Grupo 991.1, sendo aqui secundado por Alexandre Fonseca, piloto do ORBITAL IGNITION RACING TEAM.

    A colega de equipa de Fonseca, Francisca Queirós foi a melhor piloto feminina, enquanto Luís Aguiar conduzia o seu 991.2 ao triunfo entre os GT4.

    A melhor forma de resumir a 2ª corrida do programa de fim-de-semana é afirmar que foi caótica praticamente de fio a pavio.

    Ao longo da sua duração, o safety car foi forçado a entrar por três vezes  devido ao extenso rol de incidentes que marcaram esta refrega.

    Com o pelotão a ver os oito primeiros lugares da grelha a serem ocupados por ordem invertida pelos oito primeiros classificados da geral da Corrida 1, com o resto da grelha a obedecer à sequência seguinte dessa classificação, era enorme a expectativa para ver como é que o pelotão abordaria após a partida lançada a desafiante curva 1 e, como se calculava, as tentativas de ultrapassagem foram várias, com toques à mistura, provocando logo vários atrasos entre os da frente, incluindo Oleksandr Dobik, o homem da pole-position e mesmo a desistência de Manuel Chinchilla.

    Entretanto, Manuel Alves tinha já assumido o comando da corrida, na frente de Gonçalo Fernandes e Yuri Protasov. A corrida foi retomada à quarta volta, mas, uma vez mais, foi sol de pouca dura. Um toque ainda na reta da meta entre Vasco Barros e Yuri Protasov, que discutiam o terceiro posto, fez Protasov entrar em pião e ver a sua corrida terminar logo aí.

    Safety de regresso, para retirar o 992 do ucraniano e, quando o Porsche de segurança abalou para as boxes, estávamos a pouco mais de 13 minutos do fim.

    Manuel Alves voltou a distanciar-se, enquanto atrás de si se iniciava um belo duelo entre Fernandes e Barros pelo segundo posto, entretanto interrompido por nova entrada do safety car, agora a pouco mais de seis minutos do fim, devido a uma “carambola” entre vários carros que colocou na gravilha o 992 de Francisca Kika Queirós.

    Este período de caução duraria até o relógio começar a contagem decrescente para esgotar os 28 minutos de prova e o pelotão agrupado viu-se perante uma emocionante e decisiva volta final ao traçado do Estoril!

    Manuel Alves, voltou a acelerar cedo e a distanciar-se, beneficiando ainda da luta entre o seu colega de equipa e Gonçalo Fernandes, Seria no derradeiro ataque à curva 3, já depois de inúmeras tentativas, que Vasco Barros, suplantaria o adversário. Só que uma penalização atribuída a Vasco Barros, já após o fecho da prova, recolocaria Gonçalo Fernandes no 2º lugar da geral, com José Barros a saltar para o 3º posto.

    Manuel Alves venceu logicamente entre os PRO AM, secundado aqui por José Barros e Vasco Barros. Alves triunfou ainda no Grupo 991.2, com Gonçalo Fernandes a assegurar aqui o 2º posto e José Barros o 3º.

    Gonçalo Fernandes comemoraria uma importante vitória na Classe AM, enquanto Ricardo Costa voltava aqui a ser segundo, festejando o triunfo no Grupo 992. Nestas lides do grupon, 2ª posição averbada por Jorge Ramirez, terceiro da Classe AM, cabendo a outro espanhol, Juan Veja, assegurar o terceiro posto enre os 992 para a equipa MRS GT-RACING.

    João Posser garantiu nesta segunda corrida o triunfo na Classe GD, com Gian Traverson e Rui Miritta a repetirem o 2º e o 3º lugar que tinham já registado na corrida 1. Miritta garantiu ainda nova vitória nos 991.1, com Alexandre Fonseca a recolher outro 2º lugar, sendo ainda de realçar  de Luís Aguiar nos GT4.

    Depois de um fim-de-semana intenso no Estoril, começa já a contagem decrescente para a segunda ronda da Porsche Sprint Challenge Ibérica 2024. Vai desenrolar-se no Autódromo Internacional do Algarve, nos dias 7 e 8 de junho.

  • CISET 4X4 Oliveira de Frades 2024: “Arranque a fundo” da temporada de 2024

    CISET 4X4 Oliveira de Frades 2024: “Arranque a fundo” da temporada de 2024

    Oliveira de Frades acolheu no passado fim de semana de 6 e 7 de Abril primeira prova da edição de 2024 do Challenge Ibérico Super Extreme Trial 4×4 (CISET 4×4),  regressando assim a caravana do Trial4x4 região de Lafões para disputar muito animada uma prova organizada pela APTE, e que teve no  Município de Oliveira de Frades o sue principal parceiro do evento.

    Uma vez mais o Aeródromo de Pedra da Broa, em Oliveira de Frades foi eleito como o palco privilegiado para a realização de uma prova do Challenge Ibérico Super Extreme Trial 4×4,  com as pistas a receberem melhorias e uma reformulação dos obstáculos que foram do agrado generalizado dos pilotos e também do muito público que se deslocou até ao local para assistir á prova.

    O programa do CISET 4×4 Oliveira de Frades arrancou no sábado dia 6, sendo que neste dia apenas se realizaram as habituais verificações técnicas e administrativas, libertando assim mais tempo no domingo para a parte competitiva. 

    No domingo,  e ainda antes de se ligarem os motores, houve tempo para a iniciativa “Floresta CISET”, uma iniciativa de cariz ambiental que pretende sensibilizar publico e participantes para a importância de mitigar os impactos que as provas têm nos locais onde se disputam, bem como incentivar a todos uma atitude mais sustentável e responsável no vivência do dia-a-dia, quer seja por uma melhor utilização de recursos, quer através da reciclagem.

    Esta primeira prova do ano foi dividida em duas fases bem distintas: Em primeiro lugar um prólogo de velocidade pura com poucas dificuldades em que os concorrentes tinham que dar duas voltas a um traçado desenhado em redor do aeródromo, e depois as duras provas de resistência com os concorrentes a percorrem o percurso já repleto de obstáculos, sobretudo na fachada rochosa do aeródromo, proporcionando imagens muito espetaculares ás muitas pessoas que aproveitaram para assistir ao desenrolar da prova.

    Para arrancar em grande, os primeiros concorrentes a percorrer o Prólogo foram os concorrentes da cada vez mais espetacular classe Super Proto, seguindo-se os da a classe Proto e finalmente os da classe Promoção.  Começando pela classe mais baixa,  ou seja a classe Promoção, duas equipas ficaram praticamente coladas, mas foi a dupla composta por Joaquim Pinheiro e João Moreira (Team Qzito Pinheiro) que saboreou o primeiro triunfo graças á magra margem de 2 décimas de segundo sobre a equipa Albersteel composta por Pedro Marques e André Moreira.  

    Na classe Proto o GS Team / Boop, regressado á competição depois de pausa realizou uma passagem tranquila para cumprir os objetivos de conquista a primeira vitoria do ano.   

    Já na classe Super Proto temos assistido a uma melhoria muito significativa do parque de viaturas, tanto em quantidade mas também em qualidade, traduzindo-se num incremento de competitividade das provas, tendo isso ficado bem patente logo no prólogo de Oliveira de Frades.  Entre o primeiro e o ultimo classificado a diferença não chegou a 21 segundos, e os três primeiros ficaram todos agrupados num horizonte temporal de cerca de 4 segundos.   A liderança provisória da prova foi conquistada pelo Team Ediprova composto por Nuno Santos e Gonçalo Mesquita que precisou apenas de 1:28.879 para dar as duas voltas ao traçado com o  Crawler LS1, um ritmo verdadeiramente diabólico considerando as caraterísticas e extensão da pista.

    Depois de uma pausa para o repor energias em homens e máquinas seguiram-se já depois a hora de almoço as provas de resistência, com os Super Proto a entrarem em ação em primeiro lugar, seguindo-se a classe Proto e finalmente a classe Promoção.     A prova de resistência da classe Super Proto foi particularmente bem disputada, e durante grande parte da prova houve incerteza sobre quem poderia vir a ser vencedor, uma vez que nenhuma equipa ganhou vantagem que lhe pudesse dar o conforto de olhar para a vitória final, nem os que vinham um pouco mais atrás estavam distantes a ponto de poderem deixar de ambicionar o triunfo.    Cumpridas as duas horas e trinta de duração da prova de resistência, foi novamente o Team Ediprova que sobressaiu com 20 voltas cumpridas,  sendo que logo colado a sua traseira estava o Team Lucrofusão de Antonio Henriques e Miguel Costa com igual numero de voltas e apenas 13 segundos de desvantagem.   Com menos três voltas terminou o Team TrialCars.pt, de João Rebelo e Miguel Duarte. 

    Na classe Proto o Team GS / Boop, a braços com um problema no seu veículo cumpriu o suficiente da prova para poder amealhar os pontos da vitória e minimizar as possibilidades de uma avaria mais grave.

    A Classe Promoção, rejuvenescida com a entrada de algumas equipas teve também uma prova de resistência disputada, muito embora a dureza do percurso tenha feito sentir a sua força.   O Team Qzito Pinheiro ao conseguir realizar  9 voltas ao percurso foi o vencedor da prova de resistência, consolidando assim a sua posição como líder da corrida.  Em segundo lugar terminou o Team Evolution, de Ricardo e Alexandra Pereira, que uma vez mais comprovaram que a regularidade é um fator primordial para alcançar um bom resultado. O terceiro a chegar á meta foi o Team BS Auto de Bruno Sousa e Tiago Cardoso, a três voltas de distância do vencedor

    Conjugando os resultados do Prologo com as provas de Resistência, temos como vencedores da prova de abertura do CISET 4×4 2024 na classe Promoção o Team QZito Pinheiro,  no classe Proto o Team GS / Boop e na classe Super Proto o Team Ediprova.  No que diz respeito ás subclasses Super Proto, na reservada ás viaturas com motorização a  gasolina, o vencedor foi uma vez mais o Team Ediprova, enquanto nos diesel o vencedor foi o Team Lucrofusão .

    Para além do que os resultados demonstram, a prova de Oliveira de Frades ficou marcada por uma prova excecional a todos os níveis realizada pela generalidade dos navegadores.  A configuração da pista e dos obstáculos deixava antever que estes homens e mulheres iram ser os grandes heróis da corrida e assim aconteceu. Para além disso, a proximidade dos resultados finais,  revela que praticamente todos eles tiveram um desempenho de exceção.  Nas palavras de Luís Pirralho, diretor da prova:  “É um orgulho poder ter estes participantes connosco. Estas equipas estiveram todas elas a um nível muito elevado, mas quero demonstrar o meu particular apreço pelos navegadores. Foi muito duro para eles, muito exigente fisicamente e até mentalmente dado o elevado nível de competitividade e o tipo de obstáculos que tiveram de superar.  Quero dar os parabéns a todos eles.”   Para terminar, e em jeito de balanço desta primeira prova revelou-nos a sua satisfação: “Que grande arranque de temporada!  Não poderia pedir mais.  Uma excelente lista de inscritos, uma pista e um recinto fabulosos, a uma moldura humana muito boa. Até o clima nos ajudou.   Foi um trabalho de equipa que levou bastante tempo, mas resultou num evento que deixa todos cheios de orgulho e motivados para o restante da temporada.”

    O CISET 4×4 regressa ás pistas a 22 e 23 de Junho, em Chã de Tavares, Município de Mangualde, para a segunda prova do ano. Será um novo desafio, numa pista bastante diferente da de Oliveira de Frades e que promete uma vez mais um fim de semana cheio de competição, adrenalina e convívio entre todos.

    O CISET 4×4 Oliveira de Frades foi organizado pela APTE, com o apoio do Município de Oliveira de Frades, Promolafões, Clube Autmóvel de Viseu, Race4eco, da Target Road, dos Bombeiros Municipais de Oliveira de Frades, do ICNF e do IPDJ.
    O CISET4x4 é promovido pela X-Adventure, e organizado pela APTE, sob a égide da FPAK – Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, e como apoio da Lucrofusão, da Euro4x4parts, da Motorin, da Mundimat, da Mundilimpa, da Rafael & Gomes e da Ziggaworks, e conta como parceiros com o Todoterreno.pt, o Guia Rural e o Imagensdesportivas.com.

  • Parcídio Summavielle está a ter um forte arranque de época

    Parcídio Summavielle está a ter um forte arranque de época

    Arrábida e Penha. Os dois primeiros rounds da época 2024 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group transformaram-se em palcos onde Parcídio Summavielle brilhou, assumindo-se como um dos grandes candidatos ao título nacional da Categoria Turismo.

    Apostando este ano num Cupra TCR preparado pela Befast Motorsport, o consagrado piloto de Fafe tudo venceu na Arrábida (categoria e Divisão Turismo 2) e na Penha voltou a dominar a a divisão T2, tendo ainda sido terceiro na Categoria.

    Mas o fim-de-semana na prova organizada pelo Demoporto não foi fácil para Parcídio Summavielle. Para além das inconstantes condições meteorológicas, sofreu ainda com um setup menos eficaz no carro catalão, ficando bem visível ao longo de todas as subidas as dificuldades sentidas por Summavielle para conseguir rodar no ritmo a que sempre nos habituou.

    Apesar, disso e mercê do seu enorme talento, o “Bisturi de Fafe” foi capaz de garantir preciosos pontos que o mantêm no comando da tabela pontual da Categoria Turismo, embora agora ex-áqueo com outro piloto, tendo reforçado a liderança na Divisão Turismo 2.

    Dentro de 15 dias, será tempo de enfrentar a Rampa Porca de Murça, terceira prova do campeonato, organizada pelo CAMI Motorsport.

  • Megamotors conquista pódio na Penha

    Megamotors conquista pódio na Penha

    A Megamotors viveu uma jornada agridoce na Rampa da Penha Paisagem Protegida, segunda prova da temporada 2024 de Montanha. Sinais positivos para José Carlos Pouca Sorte, novo pódio garantido por Carlos Almeida Pouca Sorte e uma rampa atribulada vivida por Celso Fonseca.

    Cada vez mais adaptado ao Porsche 997 GT3 CUP preparado pela MNE Sport para a Megamotors, José Carlos Magalhães rubricou uma exibição de muito bom nível ao longo de todo o fim-de-semana.

    Adicionando ao seu reconhecido talento a garra que o caracteriza, o carismático piloto de Resende sentiu-se muito confortável com as afinações introduzidas no carro alemão e foi paulatinamente melhorando de forma significativa os seus tempos, tirando entre a primeira e a terceira subida de prova quase cinco segundos e rodando muito perto dos tempos dos pilotos que asseguraram os lugares do pódio. O 4º lugar final entre os GT é para o piloto e patrão da Megamotors um incentivo para as provas que tem pela frente.

    Já o filho, Carlos Almeida Pouca Sorte, voltou a mostrar na prova organizada pelo Demoporto que está num crescendo de forma impressionante. Bem adaptado à sua bem preparada carrinha BMW 320, o jovem de Resende voltou a ser muito rápido e seguro, dando às cores da Megamotors o único pódio do fim-de-semana, conquistando um saboroso 3º lugar nas contas dos SC-C.

    Jornada azarada foi a que viveu Celso Fonseca. A braços com problemas técnicos no Citroen Saxo, o mesãofriense cedo percebeu que a jornada da Penha iria exigir um enorme sentido tático que privilegiasse a conquista de pontos importantes para o campeonato.

    E foi o que fez, logrando o piloto da Megamotors, mesmo com as dificuldades que tiraram força competitiva ao seu Citroen Saxo, garantir um Top 5 na geral dos Legends.

    O trio da Megamotors prepara já a Rampa Porca de Murça, terceira prova do campeonato, que será disputada nos próximos dias 27 e 28 de abril.