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  • Miguel Cristóvão soma e segue!

    Miguel Cristóvão voltou a vencer na Ultimate Cup Series, triunfando em Paul Ricard, onde se realizou a terceira ronda da temporada, e permanecendo invicto este ano.

    Depois da pole-position conquistada ontem, os planos para o fim-de-semana era voltar a cruzar a linha de meta da corrida de três horas em primeiro e, dessa forma, estender a confortável vantagem que o português detinha já no comando do Campeonato de Pilotos. O piloto da Team Virage rodou num ritmo forte no início da corrida apesar de algumas questões no comportamento do seu carro, que estava difícil com tanque cheio. Miguel Cristóvão estava consciente de que com o seu ritmo e com a capacidade estratégica da equipa, o Ligier JS P3 número oitenta e oito poderia terminar a longa prova de três horas no comando.

    Acabou por ser esse o desfecho, tendo a performance do piloto de Cascais sido determinante para o triunfo que alcançou na companhia de Julian Wagg e Mathis Poulet, o terceiro em três provas realizadas este ano. “Não foi uma corrida fácil! Estava muito calor, tornando muito difícil o acto de pilotar o carro. Para além disso, o comportamento do Ligier com tanque cheio estava complicado, o que nos deixou numa situação difícil. Mas consegui exibir um bom ritmo e manter os meus adversários por perto. Depois, o bom trabalho da equipa nas boxes, a estratégia e o bom andamento do Julian e do Mathis, conquistámos mais um triunfo”, sublinhou Miguel Cristóvão.

    Com o resultado de hoje, o português e os seus colegas de equipa ampliaram a sua vantagem nas contas do Campeonato de Pilotos, estando agora numa situação mais confortável para a revalidação do título. “Este era o nosso objectivo – vencer e deixar os nossos adversários mais distantes na luta pelo ceptro, que estão cada vez mais fortes. Temos ainda um longo caminho pela frente e a última prova, que se realiza no Autódromo do Estoril, oferece o dobro dos pontos, portanto, está ainda muita coisa em jogo. Vamos continuar com a abordagem que temos adoptado desde o início da época e continuar a lutar pelo título”. A próxima prova da temporada realiza-se em Le Mans nos dias 10 a 12 de Setembro. 

  • Luís Fernandes e Flávio Sainhas triunfam em Mêda!

    A 4ª edição da rampa organizada pelo Guarda Unida proporcionou um espetáculo animado ao muito público que se deslocou ao concelho do planalto beirão. Luís Fernandes impôs o seu Peugeot na competição regional, enquanto o consagrado Flávio Sainhas, navegado por Miguel Sainhas, levou o Ford Escort MKI ao triunfo na Regularidade Sport.

    Dezena e meia de equipas corresponderam ao desafio do clube Guarda Unida, neste regresso da agremiação às organizações, após um interregno superior a um ano, mercê do surto pandémico que atravessamos. À sua espera estava um interessante traçado de pouco mais de três quilómetros e meio, entre Longroiva e a cidade de Mêda, que registou uma excelente moldura humana, apesar do intenso calor que se fez sentir ao longo de toda a jornada de domingo.

    A organização decidiu aumentar o número de subidas previstas, de três para cinco. A manhã foi aproveitada para uma sessão inaugural de “warm-up”, seguida da 1ª sessão oficial de treinos. Durante a tarde e mercê de um bom ritmo organizativo, decorram mais três subidas, todas a contar para a Regularidade Sport e, no que concerne à Rampa Regional, a primeira a ser mais uma sessão de treinos, com as duas últimas a serem realmente “a doer”, escalonando a classificação final.

    Um nome se destacou claramente na refrega da Rampa Regional: Luís Miguel Fernandes. Sempre muito rápido e eficaz aos comandos de um bem preparado Peugeot 106, o piloto rodou sempre num patamar demasiado alto para os adversários.

    Depois de já ter sido o mais rápido na subida inicial de prova, melhorou a sua marca na segunda e derradeira vez que enfrentou a contar o percurso de Mêda, estabelecendo como melhor marca da rampa 2:22,319 e terminando com 4 segundos de vantagem sobre Bruno Carvalho (Citroen Saxo). Este por sua vez, garantiu o 2º posto depois de um duelo aceso com Tiago Ferreira (Honda Civic Type R), com este a ser melhor que o adversário na 1ª subida, mas a claudicar por apenas 38 centésimas na subida final!

    No fecho, o vencedor assumia que “foi mais difícil do que aparenta a diferença entre mim e os meus mais diretos adversários. As subidas correram-me bem, fui sempre muito certo na abordagem das curvas e, felizmente, consegui vencer”. Luís Miguel Fernandes assumia que estava “muito feliz e gostaria também de dar os parabéns à organização, que esteve muito bem”.

    O naipe de pilotos presentes na 4ª Rampa da Mêda, apresentou um bom nível incluindo alguns nomes que normalmente participam no Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, tais como Ricardo Miguel (Peugeot 106), 4º colocado, ou do atual campeão nacional de Clássicos Flávio Sainhas, que se inscreveu nas duas frentes competitivas desta prova, onde diz que “gosto muito de participar. Tem um traçado muito interessante, muito técnico, mas também rápido e escorregadio. Gosto muito desta rampa e sou sempre muito bem recebido aqui”.

    O craque do Ford Escort MKI alinhou tendo Miguel Sainhas a seu lado, competindo também na prova de Regularidade Sport, onde venceu de forma clara, numa participação que assumiu “como pura diversão, servindo ainda para manter a atividade e o ritmo. Não arrisquei nada, até porque dentro de uma semana vou estar no caramulo e tudo farei para conseguir mais uma vitória nos Clássicos”, nessa que será a sexta prova da temporada do campeonato maior de Montanha.

    Em Mêda, a dupla foi secundada no pódio da Regularidade Sport por Fernando Pereira (Citroen DS3), 2º colocado e Marco Daniel Costa, que colocou o seu Seat Ibiza na terceira posição final.

    Destaque para a presença de pilotos locais, com especial destaque para os irmãos Rui e Daniela Loureiro, respetivamente, 5º e 8ª na competição regional.

    Os dois são filhos do malogrado Duarte “Tito” Loureiro, personalidade medense que ficou indelevelmente ligado ao nascimento da Rampa da Mêda. Como tal, a Câmara Municipal de Mêda decidiu homenagear a família desse munícipe e funcionário autárquico durante esta edição, perante a emoção e o aplaudo de todos os intervenientes.

    Quanto ao rescaldo desta 4ª Rampa da Mêda, Anselmo de Sousa, Presidente da Câmara Municipal de Mêda, considera que “correu tudo de forma muito positiva. Estamos contentes por ter este evento de regresso, dando assim mais um sinal do esforço que estamos a fazer por regressar ao normal, depois de tudo quanto Mêda e os medenses têm sofrido com a pandemia.” O autarca destacou ainda “o excelente espetáculo, a boa organização e o muito público presente. É fundamental para o nosso concelho, como para muitos outros do interior, promover as nossas riquezas naturais, patrimoniais, gastronómicas e vinícolas e apostar em eventos que impulsionem a nossa economia”, assumindo ainda que “temos muita ambição quanto a esta prova. No futuro queremos que a mesma suba um patamar e venha a pertencer ao campeonato principal da modalidade”.

    Já António Pissarra, Presidente do Guarda Unida, destacou “a alegria que sentimos por estar de regresso às organizações depois de tanto tempo parados. Saímos de Mêda satisfeitos e convictos de que conseguimos estar bem na organização e termos proporcionado ao muito público um bom espetáculo, quer com os pilotos que estiveram nas lutas nas duas competições, quer ainda pelo show fantástico que os pilotos convidados do drift e do kartcross conseguiram colocar em todas as ocasiões em que foram à pista”.

  • Toyota Gazoo Racing Iberian Cup arranca em 2022 atribuindo mais de 250.000 € em prémios!

    A Toyota Caetano Portugal em parceria com Toyota Espanha e o Motor & Sport Institute (MSi), vai lançar no próximo ano 2022 o Toyota Gazoo Racing Iberian Cup. O calendário incluirá oito ralis ao longo do ano de 2022, com quatro provas em Espanha e quatro em Portugal, na primeira das três temporadas já confirmadas.

    Esta nova competição da marca nipónica, cujas três primeiras temporadas estão confirmadas —2022, 2023 e 2024— e que terá uma excelente relação preço/desempenho, marcará o regresso da Toyota ao mundo dos trofeus e ralis promocionais como marca oficial. Terá o novo Toyota GR Yaris como protagonista, um dos modelos que mais expectativa tem gerado entre clientes, fãs e imprensa especializada nos últimos anos no mundo automóvel.

    Com apenas pequenas alterações, ao modelo de série, o GR Yaris vai competir em 2022 numa época composta por oito ralis, quatro em Espanha e quatro em Portugal. Usando como base o modelo de estrada, com uma carroçaria leve e rígida, um motor 1.6 litros Turbo, de três cilindros e o novo sistema GR-FOUR de tração às quatro rodas, para um peso de apenas 1.280 kg, os técnicos da MSi desenvolveram uma preparação específica que se focaliza principalmente na segurança.

    Assim, os protagonistas da Taça Ibérica TOYOTA GAZOO Racing, contam com barras de segurança, extintores, suspensão Technoshock, LSD fabricados pela especialista Cusco, pneus de rali – asfalto e gravilha, entrada de ar no teto, peças internas de carbono, sistema de elevação e sistema de exaustão específico. A Toyota Caetano Portugal e Toyota Espanha escolheram a MSi como parceiro técnico, por ser uma referência mundial em termos profissionais e o seu centro de desenvolvimento único, 100% ligado ao desporto motorizado em Espanha. Através da Universidade Francisco de Victoria, a MSi incentiva estudantes de engenharia industrial, apaixonados por tecnologia, a estudarem numa das melhores instalações da Europa.

    As inscrições estão abertas a partir de 16 de julho em (tgriberiancup@msispain.com) para uma competição que irá atribuir mais de 250.000 Euros em prémios.

  • A Rampa Regional da Mêda está de volta!

    Na edição IV deste evento organizado pelo Guarda Unida Sport Clube com o apoio do Município de Mêda, a prova atinge um novo estágio, em que pretende dar o ‘salto’ do seu estatuto regional. O evento só agora regressa, após um hiato de um ano, devido à crise pandémica.

    São 3568 desafiantes metros que estão à espera da dezena e meia de inscritos nesta edição 2021 da Rampa Regional da Mêda. O traçado tem início à saída da aldeia templária de Longroiva, passa pelas vinhas de Vale D’Aldeia e termina junto ao perímetro urbano da cidade de Mêda. Técnico, mas rápido, com um declive médio de 6,7% e um máximo de 18,9 %, é um desafio tão belo quanto arrojado para os concorrentes.

    Como cabeça de cartaz um campeão nacional em título. Trata-se de Flávio Sainhas, atual detentor do cetro do Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group. Vindo da Covilhã, o denominado “Diabo Amarelo” vai tripular o seu habitual Ford Escort MKI, competindo em duas frentes: na Rampa Regional e na Rampa Regularidade Sport. Será navegado por por Miguel Sainhas. Na regularidade, Flávio Sainhas enfrentará as duplas Daniel Firmino/André da Cruz (Opel Corsa) e Fábio Cruz/Gonçalo da Cruz (BMW E30).

    Já na competição regional, uma dúzia de pilotos estão já confirmados como adversários do campeão, embora as inscrições possam ainda acontecer praticamente até ao arranque do evento. O naipe é cheio de qualidade, sendo claro que tudo aponta para uma luta muito equilibrada na discussão da primazia absoluta e nas lutas particulares nas classes e grupos.

    Na Classe 11, um trio estará em ação: Bruno Carvalho (Citroen Saxo), Tiago Prata (BMW 316i) e Rui Loureiro num Peugeot 205 2.0. Já a Classe 10 conta com as presenças do Honda Civic Type R de Tiago Ferreira e do Opel Astra OPC conduzido por Jorge Almeida. Por sua vez, a Classe 9 é responsável pelo grosso de inscritos em Mêda, com 5 pilotos a medirem forças, a saber, Luís Fernandes, Daniela Loureiro, única presença feminina no evento, Pedro Almeida, Luís Santos e Ricardo Miguel. Todos estarão ao volante dos endiabrados Peugeot 106.

    Gilberto Pinto está a solo entre os Clássicos, com o seu Mini Cooper S, enquanto José Gomes da Silva será o único representante dos kartcross, aos comandos de um Semog JRS1000.

    Para Anselmo de Sousa, Presidente da Câmara Municipal de Mêda, o regresso da prova é motivo “de enorme satisfação para o Município e para os medenses. Para além de ser mais um sinal de que estamos a voltar progressivamente e com todo o cuidado à normalidade possível, traz animação ao nosso concelho, sendo ainda mais uma oportunidade de divulgação regional e nacional do nosso concelho, mexendo com a economia e criando riqueza. Somos um concelho onde o turismo terá de se tornar cada vez mais forte e mais presente na nossa vida e na nossa economia e, a exemplo do que acontece com todo o interior, para além das nossas riquezas naturais, patrimoniais e gastronómicas, os eventos serão sempre importantes como fator de atração”.

    O edil medense não esconde a ambição de “no futuro encetarmos contactos e negociações para que este traçado possa ser palco de uma prova candidata ao Campeonato de Portuga de Montanha, passo necessário para, depois, integrar esse que é o campeonato maior da modalidade e um dos mais prestigiados do desporto automóvel nacional”.

    Já António Pissarra, Presidente do Guarda Unida, está convicto de que “cá estaremos para proporcionar a todas as pessoas, que se queiram deslocar a esse magnifico anfiteatro um domingo diferente, com as várias subidas, que irão ser feitas pelos diversos pilotos, tanto da Regularidade, como da rampa. Haverá também espetáculo proporcionado por carros de drift e também Kartcross. Por isso para quem gosta de desportos motorizados e quer passar um dia diferente, o próximo domingo é a escolha certa!”

    Tendo como centro nevrálgico o Parque de Campismo de Mêda, junto ao qual estará instalado o parque de Assistência, a prova terá um especial cuidado com a situação sanitária atual, ainda a requer uma grande exigência de segurança.

    Esta 4ª Rampa Regional de Mêda cumprirá com todos os protocolos vigentes, tomando medidas de acordo, como são, por exemplo, as verificações documentais online, verificações técnicas equipa a equipa, ao início da manhã do dia de prova e o cumprimento das normas de distanciamento e uso constante de máscara e álcool gel desinfetante. Em termos competitivos, o programa incluiu uma subida de treinos às 10 da manhã, com as duas subidas oficiais de prova a estarem previstas, respetivamente, para as 15 e 17 horas. A entrega de prémios decorrerá às 7 da tarde.

  • Alexandre Camacho estreia Skoda Fabia Rally 2 EVO

    Líder da experiente dupla que forma com o copiloto Pedro Calado, o multicampeão madeirense aposta na nova máquina checa para o ataque ao título no Campeonato de Ralis Coral da Madeira.

    A dupla não perdeu tempo e mal recebeu o carro, realizou uma intensa sessão de testes para preparar a terceira prova da época do campeonato da Pérola do Atlântico, que se realiza já amanhã.

    No fecho da sessão, Alexandre Camacho mostrava-se “muito confiante. O feeling do carro é muito positivo. Logicamente teremos que nos adaptar um carro novo, com mecânica nova e sistemas diferentes. Voltamos a trabalhar com a equipa Delta Rally, com quem tivemos muitos bons resultados nos últimos anos”.

    Estamos logicamente ansiosos para começar Rali do Maritimo, Sabemos que vai ser difícil, mas esperamos que possamos nos adaptar rapidamente ao novo carro e ser rápidos para que possamos lutar pela vitória. ’’, acrescentou ainda o piloto madeirense.

    O Rali Marítimo – Município de Machico conta com 27 inscritos e concentra a sua parte competitiva no dia de sábado (17 de julho), disputando-se na íntegra apenas numa etapa. O centro nevrálgico será no Forúm Machico e divide-se em duas secções, integrando 7 classificativas em asfalto (63,20 km cronometrados), para um percurso total de 128,70 km.

  • José Pedro Fontes e Fernando Prata de novo juntos no Rali Marítimo

    No Rali Marítimo – Município de Machico, prova do Campeonato de Ralis da Madeira.  Neste evento de teste em condições reais, José Pedro Fontes terá a seu lado não Inês Ponte, a sua habitual navegadora, mas o conceituado Fernando “Fanã” Prata, retomando-se, numa espécie de one-off, uma ligação que remonta ao período de 2004 a 2007, quando ambos disputaram o CPR como dupla oficial, em representação de outras equipas.

    Pretendendo regressar aos triunfos já no Rali Vinho Madeira, o Citroën Vodafone Team tem estado a preparar afincadamente a próxima prova do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), que terá lugar no primeiro fim de semana de agosto. Para além das sessões de testes particulares, de desenvolvimento, que a equipa tem realizado com o seu novo C3 Rally2, o programa integra a participação na próxima prova do Campeonato de Ralis da Madeira, o Rali Marítimo – Município de Machico, no que se reveste de uma dupla estreia: não só é a primeira vez que José Pedro Fontes enfrenta o traçado específico deste rali regional, como o fará na companhia de Fernando Prata, conceituado navegador que, neste particular, irá substituir a habitual companhia de Inês Ponte.

    O popular “Fanã” regressa, assim, a um lugar que ocupou entre as épocas de 2004 a 2007 do CPR ao lado de piloto do Porto, cantando-lhe então as notas noutras equipas de ralis. “É, de facto, um dos pontos altos em redor desta nossa participação no Rali Marítimo, voltar a ter o ‘Fanã’ ao meu lado, quase 14 anos depois da última vez que dividimos o habitáculo de um carro de ralis, tendo conquistando em 2005 os meus primeiros títulos nacionais”, refere José Pedro Fontes.

    Por outro lado, a experiência daquele que é um dos maiores e mais conceituados navegadores portugueses em atividade permitirá, não só contribuir para o desenvolvimento do C3 Rally2 do Citroën Vodafone Team, como melhor compreender a especificidade dos troços madeirenses. “Conheço o modo como o ‘Fanã’ trabalha e tenho em conta a minha também grande experiência nos troços de asfalto madeirenses, conhecendo-os em pormenor, mas há sempre algo mais a aprender e esse algo poderá ter o contributo do ‘Fanã’”, acrescentou. “Em conjunto com toda a restante equipa, iremos, assim, apostar neste teste em condições reais, adotando uma toada competitiva que permita explorar o potencial do novo C3 Rally2 em pisos de asfalto, num rali cuja composição não é tirada a papel químico do Vinho Madeira, mas com o qual tem muitos pontos em comum. Os resultados que viermos a alcançar, nomeadamente em termos das definições de ‘set-up’, irão permitir que eu e a Inês possamos regressar às vitórias, no Vinho Madeira, resultado que, a acontecer, nos permitirá retomar a luta pelos títulos de 2021, de Pilotos e Navegadores. Isto porque, depois dessa prova restam quatro ralis para o final da época: Alto Tâmega, em asfalto, o Serras de Fafe e Felgueiras, em terra, o Vidreiro Centro de Portugal, de novo em alcatrão, e Mortágua de novo em terra”, completou Fontes.

    Apostando num novo traçado e itinerário integrado numa única Etapa, o Rali Marítimo – Município de Machico concentra a sua parte competitiva no dia de sábado (17 de julho). Com quartel-geral montado no Forúm Machico, o rali divide-se em duas secções, integrando 7 classificativas em asfalto (63,20 km cronometrados), para um percurso total de 128,70 km.

  • Cerca de 50 inscritos no Rali Vinho da Madeira

    Apesar do prazo fixado para inscrições só terminar na próxima segunda-feira, 19 de julho, são cerca de 50 os concorrentes que já formalizaram a sua inscrição no Rali Vinho da Madeira.

    A prova organizada pelo Club Sports da Madeira volta a reunir um excelente lote de inscritos, no qual cerca de duas dezenas são provenientes de fora do arquipélago.

    À partida do evento, que estará na estrada entre os dias 5 e 7 de agosto, deverão se apresentar o espanhol Jan Solans bem como aqueles que nesta altura são os primeiros classificados no Campeonato de Portugal de Ralis. Armindo Araújo em Skoda Fabia Rally2 Evo, Ricardo Teodósio em viatura idêntica e ainda Bruno Magalhães, ao volante de um Hyundai i20 R5, deverão voltar a entusiasmar um público fervoroso e dedicado.

    Para aquela que é a mais importante prova do calendário local estão também inscritos os pilotos que habitualmente disputam os lugares do pódio nos ralis regionais e ainda José Pedro Fontes, em Citroën C3 Rally2, e Pedro Meireles, num VW Polo GTi R5, que começarão a preparar a sua participação no Rali Vinho da Madeira no evento que o antecede no calendário da modalidade na ilha.

  • Pedro Almeida e Hugo Magalhães no Rallye de Ourense

    Pedro Almeida volta a ter Hugo Magalhães como co-piloto no Rallye de Ourense, prova a realizar na cidade espanhola nos dias 16 e 17 de julho e pontuável para a Peugeot Rally Cup Ibérica.

    É também uma passagem dos pisos de terra para o asfalto. «Tem sido engraçado porque andamos em constante mudança de pisos e por consequência na configuração do carro, da terra para o asfalto ou o inverso. O que poderia ser um handicap acaba por nos dar novos conhecimentos, alguma ‘bagagem’ e versatilidade, que me parece ser relevante nesta fase da carreira» começa por apontar o piloto.

    Depois do Terras D’Aboboreira e Rally de Portugal, Pedro Almeida procura melhor rendimento no Peugeot Rally4 para somar pontos na Cup Ibérica. «As duas primeiras provas não nos deixaram satisfeitos porque entendemos que podemos fazer mais e melhor, e é isso que vamos procurar fazer aqui». O Rallye de Ourense tem 10 Provas Especiais de Classificação (SS), com 150km cronometrados. «É um rali muito rápido, muito exigente e com o qual os pilotos espanhois estão mais familiarizados do que nós, mas os últimos ralis em França já nos mostraram que estamos melhor e que o trabalho preparatório que temos feito, com reconhecimentos e afinação do carro, nos permitem estar mais próximos dos pilotos mais rápidos» acrescentou Pedro Almeida. «Há ainda duas especiais à noite, que será também um grande desafios para nós».

    Esta é a terceira prova da Peugeot Rally Cup Ibérica, a primeira do calendário a realizar em Espanha. O Rallye de Ourense começa na sexta-feira com 4SS e tem mais 6SS a disputar ao longo do dia de sábado.

  • Peugeot Rally Cup Ibérica ataca em Orense

    Corre-se neste fim de semana o Rally Ourense, terceira prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, evento que se estreia na competição coorganizada pela PEUGEOT Portugal e PEUGEOT Espanha, com a logística da Sports & You.

    No acumulado dos resultados alcançados nas duas primeiras provas desta Temporada 4 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA (Rally Terras d’Aboboreira e Vodafone Rally de Portugal), as tabelas de pontuações apresentam Alberto Monarri (37,63 pontos), Miguel Campos (29,34 pontos) e Óscar Palomo (27,76 pontos) no ranking de Pilotos, e os respetivos co-pilotos Ángel Vela, Paulo Lopes e José Pintor no alinhamento de Navegadores. São os componentes destes dois top-3 que não só irão tentar manter-se no pódio provisório, como fazer evoluir as suas pontuações, de modo a poderem abordar, com menos pressão, a segunda metade da época 2021.

    Desta feita serão 15 os PEUGEOT 208 Rally4 que irão alinhar no Rally Ourense, terceira prova dainiciativa coorganizada pela PEUGEOT Portugal e PEUGEOT Espanha, e explorar, nos pisos locais de asfalto, todas as potencialidades do modelo com assinatura PEUGEOT Sport, que registou elevados índices de competitividade e de fiabilidade nos troços de terra dos dois ralis já corridos este ano.

    Terceira jornada da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, primeira corrida do ano em Espanha e também primeira de 2021 em pisos de asfalto, esta 54ª edição do Rally Ourense divide-se em dois dias (16 e 17 de julho), integrando um total de 10 Especiais de Classificação (150,12 km cronometrados), quatro corridas na tarde de sexta-feira e as restantes divididas pelo dia de sábado, para um percurso total de 547,74 km.

    Será, assim, a terceira das seis jornadas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, num total de três ralis em solo português, todos em terra e do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), e outros tantos do lado oposto da fronteira, todos em asfalto e integrantes do novo Supercampeonato de Espanha de Ralis (SCER).

    Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021 mantém a parceria com a Pirelli, no domínio dos pneus, entre outros apoios: Vodafone, RACC e ACP. Acrescente-se que, à semelhança do que sucedeu nas anteriores duas jornadas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, dar-se-á aqui em Ourense continuidade à parceria com a iniciativa Race for Good, movimento dinamizado pelo treinador de futebol André Villas-Boas e que recorre ao desporto motorizado como plataforma de comunicação e promoção de ações de cariz social e humanitário.

  • Gustavo Moura vai participar na prova do TCR Europe em Barcelona

    Muito embora a sua aposta esta época incida na SuperCars Endurance Series, a nova competição ibérica que junta na grelha carros da classe TCR e da classe GT4, Gustavo Moura vai participar na etapa de encerramento do TCR Europe, em Barcelona, a 9 e 10 de outubro próximo. “É uma pista que eu já começo e como quando competi anteriormente no TCR Europe tive problemas no carro, agora quero ver onde me situo, em termos de ‘performance’, face aos pilotos desse campeonato”, explicou o piloto de Paços de Ferreira.

    Atual segundo classificado na classe TCR da SuperCars Endurance Series, que teve no último fim de semana a segunda ronda no Autódromo do Estoril, Gustavo Moura faz um balanço positivo dessa jornada, mesmo tendo somado uma desistência, devido à quebra de um amortecedor (corrida 1), e um segundo lugar (corrida 2) com o Hyundai Elantra N.

    “Conseguimos conquistar uma ‘pole’, demonstrando, de um modo geral, que temos andamento, mas claro que ainda há detalhes a afinar. É evidente que, à partida, esperávamos fazer melhor. Contudo, para ganhar é necessário, primeiro, concluir a corrida. Tivemos alguns problemas, porque quisemos arriscar, mas no futuro há que seguir uma estratégia diferente na gestão dos componentes do carro. Mesmo com o BOP desfavorável, significando um acréscimo de 30 quilos a nível de peso, ganharíamos a primeira corrida em condições normais, ou seja, sem o problema do amortecedor. Na segunda entreguei o carro ao meu colega em primeiro lugar e depois ainda surgiram alguns problemas técnicos”.

    Ao contrário do sucedido na abertura da SuperCars Endurance Series, na pista espanhola de Jarama, em que correu “a solo”, no Estoril Gustavo Moura partilhou os comandos do Hyundai com Luís Cidade, ex-campeão nacional júnior de TT, cuja adaptação ao carro decorreu sem sobressaltos.

    “Agora, vou fazer testes em Portimão, para preparar a próxima jornada, mas ainda não está decidido se o Luís Cidade continua na equipa. Eu gostava que sim, pois fazer uma corrida de 45 minutos sozinho é bastante diferente. Já o fiz e até venci em Jarama, mas preferia que o Luís se mantivesse. Vamos aguardar…”