Depois da deceção sofrida em Sever do Vouga, o piloto de Lousada quer estar na discussão pelas primeiras posições da Divisão Super 1600 na quarta prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que se realiza em Montalegre, este fim-de-semana.
O revés sofrido por Jorge Machado na pista do Alto Roçário é uma «página» da temporada que quer definitivamente virar, estando o craque lousadense confiante de que pode conseguir voltar aos resultados de topo em terras transmontanas. Aos comandos do seu Citroën C2 S1600 já mostrou do que é capaz esta época, sendo que a primeira passagem do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta até na primeira «visita» do ano a Montalegre.
“Acredito que temos todas as condições para estarmos na luta pelos
primeiros lugares, e dessa forma fazermos esquecer o desfecho desagradável de
Sever do Vouga, que numa situação normal teria permitido alcançar a final e um
bom resultado”, refere
o piloto lousadense.
Para
Jorge Machado o que ficou para trás já não se pode remediar, pelo que prefere
pensar na prova do próximo fim-de-semana: “Esta será uma jornada de
fortes emoções. Estou mais motivado do que nunca e só espero estar à altura dos
acontecimentos, sempre tendo em conta que a Divisão S1600 é muito competitiva e
a concorrência, como sempre, é muito forte e com imensa qualidade”.
O bom andamento evidenciado aquando da primeira visita a Montalegre também faz com que o piloto do Citroën C2 S1600 também se sinta mais à vontade no circuito transmontano: “Gosto muito deste traçado. Andamos bem da outra vez que ali estivemos, e acredito que com o ritmo necessário possa discutir um lugar na final, que será sempre o principal objetivo final. Certamente que não será fácil, mas é nisso que apostamos e depois, chegados aí, tudo faremos para ir o mais longe possível na classificação final”.
Naquela que está a ser uma necessária época de adaptação ao seu novo BRC BR549 EVO, o piloto de Porto de Mós quer voltar a estar no Caramulo entre os melhores da Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, apontando ainda ao Top 5 absoluto final.
2021 está a ser uma época muito positiva para Joaquim Rino. Após muitos anos aos comandos de um BRC CM05 Evo, o consagrado piloto decidiu mudar de “montada” e optou pelo mais recente produto da mesma marca: o BR49 Evo. O resultado da aposta tem sido muito positivo, não obstante algumas “dores de crescimento” do protótipo e da necessária adaptação que o piloto tem de assumir, até extrair toda a capacidade da máquina.
Nas cinco provas anteriores, Joaquim Rino logrou
sempre assinar exibições de grande nível coroadas com rpesenças no pódio da Divisão
Protótipos, almejando ainda estar sempre bem dentro do Yop 10 absoluto das
rampas.E estas duas metas são também o que estabelece como “serviços mínimos”
para a 30ª Rampa do Caramulo, penúltima prova da temporada de Montanha,
esperando tirar o máximo partido do BRC BR49
Evo com as cores da Articimentos, preparado pela FR Power.
Cada vez mais ‘feito’ à sua nova máquina,
que antes da prova anterior sofreu alterações, o piloto da região Oeste encara
a Rampa do Caramulo como “uma excelente oportunidade para somar mais um
bom resultado, tanto em termos de Divisão Protótipos B, como no que se refere à
classificação geral absoluta, onde um top cinco é também um objetivo mínimo”.
A Rampa do Caramulo é um cenário que
aprecia, uma das provas preferidas por Joaquim Rino, apesar de exigente: “É
um traçado de que gosto bastante, e onde me costumo dar muito bem. É extremamente
rápido. Não se pode cometer erros, pois tem curvas rápidas e de apoio,
intercaladas por outras, que exigem travagens muito fortes, e que têm de ser
feitas no ponto certo. Já aqui obtive excelentes resultados”.
O piloto de Porto de Mós sabe que ainda tem margem de progressão na condução e compreensão do BRC49 Evo da Articimentos, mas tudo fará para dar mais um passo em frente nesse capítulo. “Quero continuar a extrair cada vez mais deste novo carro. É um protótipo difícil de afinar, complicado de entender, que exige muita habituação. Mas estou confiante de que a FR POWER está a colocá-lo cada vez mais no ‘ponto’ da sua competitividade”, assume. Como objetivos para o próximo fim-de-semana, Joaquim Rino não tem dúvidas: “Antes do mais no Caramulo quero garantir um pódio na Divisão Protótipos B. Se possível tentar lutar pela vitória nela, e sempre um lugar no top cinco da classificação geral. Para dar seguimento a uma época que tem sido muito positiva”.
A piloto da Covilhã está a postos para mais um desafio na Taça de Portugal de Montanha 1300, que será «descobrir» a prova organizada pelo Targa Clube. Mais uma rampa onde nunca competiu, mas onde quer evoluir aos comandos do Citroën C1 da FR POWER.
Tal como na prova anterior, Daniela
Ferreira faz também a sua estreia na Rampa do Caramulo. Um fim-de-semana onde o
seu grande objetivo será, uma vez mais, acumular mais experiência. No entanto,
admite já ter um pouco mais ambições do que em Santa Marta de Penaguião, pois
pretende um bom resultado ao nível da TPM1300.
“Estou muito motivada, porque me sinto mais segura na condução do carro. Está a ser uma boa adaptação ao Citroën C1 da FR POWER”, começa por dizer a piloto serrana, que quer que as últimas provas da temporada são já para conseguir melhores resultados do que nas primeiras. Daniela Teixeira sabe que a sua experiência é muito limitada, e ainda mais quando vai «descobrir» um novo traçado. Mas assume: “Gostava de sair desta época com um pódio na Taça de Portugal de Montanha 1300. Tenho a noção de que é difícil. Mas o objetivo será sempre o mesmo: melhorar em cada subida”.
“Não conheço o traçado. Vai ser uma
descoberta em cada subida”,
admite a piloto da Covilhã, ao mesmo tempo que confessa ter sido “um
misto de emoções até conseguirmos ir ao Caramulo, que só foi possível graças
aos patrocinadores. Sofremos até ao último minuto, mas foi possível e estou
muito feliz. Vou tentar corresponder à confiança de quem me apoia!”.
Daniela Ferreira destaca “o profundo agradecimento que tenho aos meus patrocinadores: Dimensão Pensamento Fardamentos, Lda., Jorge Gaspar, Tupperware Portugal, FR POWER, Francesinhas & Companhia, PAR ou ÍMPAR Store, Telepizza Covilhã, The Chico’s, Equinócio de Verão Construções Unipessoal Lda., PINK ME UP, Valvoline, Create, JP AUTO PEÇAS E CREFIS CRF LDA. e THE BESTESELECTION”.
Depois da excelente exibição na prova anterior, em Sever do Vouga, o piloto de Penafiel que defende as cores do ENI/EQS Racing Team chega a Montalegre como um dos destaques na Divisão Super 1600 do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta. Chegar à final é objetivo inicial, sem enjeitar estar na luta pelo pódio.
Nuno Araújo está pronto para enfrentar a
exigente pista de Montalegre, onde costuma assinar excelentes exibições, desde
que há uns anos aderiu ao rallycross. A quarta prova da temporada começa já
amanhã, sábado, prolongando-se até ao fecho da tarde de domingo.
O piloto do belo e fabuloso Audi A1 S1600 com as cores do ENI/EQS Racing Team vem de uma exibição notável em Sever do Vouga, onde, no seu regresso às competições, após uma prova ausente, foi um dos protagonistas maiores da luta pela supremacia na “divisão rainha” da modalidade, até ao momento em que um problema mecânico que vinha a afetar a sua performance quase desde o início das mangas de qualificação, o arredou definitivamente da luta pela vitória já na semifinal.
A exibição de fino recorte aconteceu
naquela que foi apenas “a minha segunda prova com o Audi A1 S1600. É um carro fabuloso
mas que exige um período de adaptação para que se possa extrair todo o
potencial. Sei que ainda há um longo caminho pela frente”, começa
por dizer o piloto penafidelense, que se sente “também muito satisfeito pelo
que tenho conseguido fazer em pista. Sobretudo com o que fiz em Sever do Vouga
e que me faz sentir e à equipa que estamos no caminho certo!”.
Nuno Araújo diz que, felizmente, “o
problema mecânico surgido em Sever já está debelado. Obrigou a equipa técnica a
um trabalho redobrado, no período que mediou entre a prova de Sever e esta
prova em Montalegre, e como tal vou para a pista com toda a confiança e pronto
para dar tudo. Foram fantásticos e quero lhes retribuir com uma boa exibição e
um resultado a condizer”.
O piloto da ENQS Racing Team sabe que vai ter uma certa cautela, uma vez que as suas obrigações profissionais não lhe permitiram fazer qualquer teste, que terá de se realizar durante as sessões de treinos da prova deste fim-de-semana. E depois espera, “paulatinamente aumentar o ritmo, e não enjeito a possibilidade de lutar pelos lugares cimeiros. Quero sobretudo chegar à final, e aí, se tudo correr pelo melhor, poder lutar por um resultado que seja significativo, o que passa por lutar por uma presença no pódio”, remata Nuno Araújo.
João e Gonçalo Novo estão a construir uma época plena de exibições de alto nível, a que têm juntado alguns resultados de grande relevo. A dupla de “jovens lobos” da Motofil quer estar nesta segunda passagem por Montalegre novamente na luta pelas posições da frente das suas divisões, nesta quarta tirada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta.
Depois de uma jornada em Sever do Vouga em
que os resultados finais não traduziram por completo o andamento que
demonstraram, nesta quarta prova da temporada, correspondente à segunda vez que
o campeonato vai esta época ao desafiante circuito de Montalegre, os dois
pilotos da Motofil comungam de objetivos idênticos, querendo traduzir em
sucesso o ritmo que almejam imprimir nos seus carros.
Como tal, quer os pilotos quer a estrutura
da equipa Motofil estabeleceu para o próximo fim-de-semana uma estratégia de
impor ritmos fortes desde os treinos, colocando como fasquia ultrapassar as
várias mangas de qualificação e as semifinais com distinção, de modo colocar João
e Gonçalo Novo nas finais das suas divisões e, aí, lutar pelos pódios.
João Novo estará uma vez mais no meio da “guerra” titânica que sempre se desenrola nas corridas da Divisão S1600. O talentoso piloto do Citroen C2 não se esconde e assume que “estar a competir nesta divisão tão forte dá-me motivação extra. Respeito os adversários, mas não receio a luta e sei as armas que temos. Vamos tentar estar entre os mais rápidos desde o arranque da jornada e sair de Montalegre com um resultado entre os primeiros”, confiando João Novo “no trabalho técnico da nossa equipa que tudo faz para me entregar o Citroen C2 no ponto!”.
Quanto a Gonçalo Novo, esta nova refrega na
Iniciação é vivida com “vontade de fazer melhor do que na prova anterior.
O andamento em Sever do Vouga foi muito alto, mas consegui imprimir um
andamento que em condições normais teria permitido subir ao pódio”,
começa por dizer Gonçalo Novo, que na pista do Alto Roçário cruzou a meta na
segunda posição, antes de lhe ser atribuída uma penalização.
Por isso o piloto do Toyota Starlet quer que o desfecho agora em Montalegre seja muito diferente do da prova anterior: “Conheço o meu potencial, e sei que posso discutir a vitória em qualquer circuito. E este não será exceção. Assim tudo farei para que possa subir ao pódio em Montalegre”.
O piloto lousadense do Renault Twingo S1600 preparado pela Set Promotion quer fazer esquecer os azares sentidos em Sever do Vouga já em Montalegre. Assumidamente sempre entre os mais rápidos na temporada, estar presente na final e lutar pelo pódio são objetivos assumidos para esta quarta prova da temporada.
O Circuito Internacional de Montalegre recebe pela segunda vez nesta época o Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta, que chega agora a meio da temporada. Para trás, fica já a infelicidade que assolou Sérgio Dias na prova anterior, onde tinha mostrado um andamento digno das posições cimeiras da Divisão Super 1600, que não foi traduzido no resultado de topo que estava ao seu alcance devido às incidências do fim-de-semana de Sever do Vouga.
Mas já lá vai. Agora, Sérgio Dias quer “dar
a volta ao que temos sofrido.Os azares têm condicionado o nosso
andamento, pois estou convencido que caso eles não tivessem acontecido os
resultados conseguidos nas provas anteriores teriam sido bem diferentes”,
refere o piloto de Lousada, que não perde o foco e assume estar “já
concentrado na próxima corrida. Sabemos que temos andamento para estar na luta
pelo pódio e vamos querer demonstrar isso novamente em Montalegre”.
O consagrado piloto de Lousada preparou-se
para o embate do próximo fim-de-semana, e promete desde já entrar totalmente
focado “em conseguir bons resultados, afinando o Renault Twingo de forma
eficaz nos treinos para, primeiro nas mangas de qualificações e depois na semifinal
estar sempre nos lugares cimeiros e alcançar uma boa posição na grelha para a
corrida decisiva. Aí, é dar tudo e tentar, pelo menos, chegar ao pódio. Para
isso é preciso estar concentrado e evitar percalços e confusões. O que nem
sempre é fácil”.
Num traçado que tem sido ‘palco’ de competições mundiais de rallycross o piloto do Renault Twingo está também ciente de que a concorrência é fortíssima “e não vai facilitar. O nível na S1600 é elevadíssimo, e se queremos sair de Montalegre com um bom resultado, todos os detalhes vão contar. Por isso vou tentar dar o meu melhor”, remata Sérgio Dias, que definitivamente quer ‘virar a página’ e saborear novamente o sucesso.
São quase nove dezenas os inscritos neste regresso da prova organizada pelo Team Baia e que, pela primeira vez na sua história, vai integrar o Campeonato Norte de Ralis, contando ainda para o 4º Desafio Kumho Portugal.
É já neste fim-de-semana que está de volta o rali de Famalicão, após um “jejum” superior a um ano, devido a não se ter realizado a edição 2020, então devido às fortes restrições provocadas pela pandemia que atravessamos. E o surto pandémico continua presente, fazendo com que a edição 2021 se vá disputar sob fortes medidas de contenção e segurança, incluindo um plano de contingência que restringe fortemente os acessos às zonas oficiais da prova, tais como o parque de assistência, zoas de partida e chegada das especiais, zona da entrega de prémios, secretariado e outros espaços relacionados com o rali. Aliás, todos os credenciados terão que realizar teste Covid ou apresentar o certificado digital de vacinação para poderem integrar a prova.
Toda esta exigência elevou a fasquia e o esforço do Team Baia, com a organização a “trabalhar arduamente para podermos realizar o rali. Temos tudo preparado e tudo faremos para cumprir as exigentes normas que estão contidas no plano de contingência. Espero que seja, uma vez mais, um excelente rali e estamos muito felizes pela magnífica lista de inscritos!”, refere Sérgio Aguiar, presidente da agremiação que sente “estar tudo bem preparado para levarmos o rali para a estrada. Quero agradecer aos elementos do Team Baia, ao Município, à DGS, às forças de segurança, aos patrocinadores, aos clubes que nos ajudam e a todos quantos confiaram em nós e que nos deram forças para levarmos a prova avante!”.
Já Paulo Cunha, Presidente
da Câmara Municipal de Famalicão, destaca o regresso da prova como “uma
boa notícia. Estamos perante um dos eventos desportivos mais aguardados por
todos os amantes do automobilismo, num concelho onde a paixão pelos automóveis
e pelo desporto motorizado está enraizada”. O Edil salienta que
contando o rali “com o apoio do Município, no entanto, a sua realização
só é possível graças ao trabalho desenvolvido pela Associação Team Baia”,
formulando votos para que “a prova seja um sucesso, apelando a todos os
adeptos do Rali que adotem um comportamento seguro, respeitando as regras da
competição”.
Na prova principal, são
mais de 80 os inscritos, o que augura um rali emocionante e que vai saciar a “fome”
de competição que os aficionados famalicenses já sentiam.
É a primeira tirada em
asfalto da época do Campeonato Norte de Ralis e tem tudo para se transformar no
3º episódio de um duelo épico entre dois campeões nacionais: Adruzilo Lopes e
Fernando Peres.
Ambos aos comandos de
Mitsubishi Lancer EVO IX e navegados respetivamente por Paulo Silva e José
Pedro Silva, os dois craques estão empatados no comando do campeonato. Adruzilo
venceu em Vieira do Minho com Peres em segundo, com as posições a inverter no
Rali Terras D’Aboboreira. O asfalto de Famalicão é o cenário que se segue nesta
“guerra”, onde também se querem imiscuir outras duplas, como Nelson Silva e o
famalicense José Janela, num Mitsubishi Lancer EVO VI, sendo ainda de esperar,
dentro dos carros com quatro rodas motrizes, uma prova ambiciosa por parte de
Tiago Almeida/Bruno Azevedo (Mitsubishi Mirage), entre outros.
Mas, em asfalto, são muitas
e boas as equipas tripulando viaturas com duas rodas motrizes que querem ter
uma palavra a dizer, tais como Luís Morais e António Pereira, num Peugeot 208
VTi, João Andrade e Sérgio Paiva, aos comandos de um Citroen Saxo ou ainda João
Silva e José Azevedo, num Citroen C2, isto para só referir os que, dentro dos
inscritos no rali, estão mais acima na tabela pontual do campeonato, após as
duas primeiras provas do CNR.
Intensa vai ser a “batalha”
entre os 15 inscritos no 4º Desafio Kumho Portugal. A competição organizada pela
ASR Tyres tem em Famalicão mais uma jornada dupla, a contar para os Desafios
Kumho Asfalto e Norte.
Na Prova Extra estão
inscritas 5 equipas e todas aos comandos de viaturas R5, o que augura um duelo
aceso.
Ricardo Costa e Daniel
Vilaça, num Citroen DS3 R5, “jogam em casa” e assumem algum favoritismo, mas
terão de levar de vencida a oposição do rapidíssimo Luís Delgado, navegado por
Jorge Henriques, que estreia um Skoda Fabia, bem como de mais 3 Citroen, a
saber, os DS3 de José Paulo/Pedro Alves e de Luís Cambão/Vasco Ferreira e ainda
o C3 de Paulo Caldeira/Ana Gonçalves.
Quanto à sua estrutura
competitiva, a edição 2021 do Rali de Famalicão 2021 fará os concorrentes integrantes
da competição reservada ao Campeonato Norte de Ralis percorrer 6 especiais de
classificação, com as equipas inscritas na Prova Extra a fazer menos uma, no
caso, a 2ª PEC do programa do rali.
Na jornada vespertina de amanhã, sábado, cumprir-se-á então para o CNR uma dupla passagem pela classificativa de Ribeirão / Vilarinho das Cambas / Outiz, com uma extensão de 5,9 kms, enquanto os restantes apenas farão a primeira passagem. No Domingo, será percurso igual para todos: Quatro as especiais a percorrer, correspondentes a duas rondas por dois troços diferentes: Fradelos / Vilarinho das Cambas / Calendário (11,66 kms) e Arnoso Sta. Maria e Sta. Eulália / Nine / Lemenhe / Jesufrei, tendo este uma distância de 8,7 kms.
É com o pensamento no título do Campeonato de Portugal Legends de Montanha que o piloto da MNE Sport vai para a prova do Targa Clube. Um evento onde apenas uma vez alinhou aos comandos de um carro completamente diferente do Toyota Corolla E 2.0 que irá levar até à “Montanha Mágica”.
José Carlos Magalhães vem de um
fim-de-semana perfeito em Santa Marta de Penaguião, pelo que a intenção é
claramente fazer o mesmo na Rampa do Caramulo, ainda que só recorde vagamente o
seu traçado, que fez em condições completamente diversas.
Seja como for, para o piloto da MNE Sport o
intuito nesta penúltima prova da temporada é o mesmo que na anterior; vencer ou,
pelo menos, pontuar forte, no Campeonato Legends de Montanha e, dessa forma,
dar um passo decisivo rumo ao título.
O triunfo em Santa Marta de Penaguião
deixou José Carlos Magalhães com a moral em alta. “Estou motivado para
continuar a luta do objetivo principal, que é vencer o Campeonato Legends de
Montanha. Até à data temos conseguido os objetivos. Tivemos de optar por levar
o Toyota Carina, que tão boa conta de si deu na Penha. O BMW M3 era a escolha
inicial, mas após um teste, detetamos que uma das pinças de travão está
fissurada e tem fuga, provocando deficiente pressão na travagem já sentida na
Arrábida e em Santa Marta. Pedimos uma nova, mas chega só para o final do mês.”,
começa por dizer.
O piloto da MNE Sport também não esquece o
facto de a prova ser quase uma ‘descoberta’, dado que apenas uma vez competiu
no Caramulo, e já foi há uma década: “Participei nesta bonita e rápida
rampa uma vez, em 2011, com um Westfield, e fiquei em 9º lugar à geral”.
José Carlos Magalhães não se esquece também que comanda uma estrutura envolvida noutra frente e também na discussão de outro título. “A minha querida Eva (Laranjeira), além de conseguir vencer a Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300, tem tido uma contínua e enorme evolução, bem como a equipa MNE Sport. O que me orgulha muito”, faz questão de salientar. O piloto da MNE Sport refere que o caminho “não tem sido fácil, mas somos fortes e profissionais. Temos conseguido seguir uma estratégia definida para vencer de uma forma tranquila e motivadora”. E agradece “a confiança e o apoio de todos os intervenientes no projeto, principalmente aos patrocinadores e aos elementos da maravilhosa equipa técnica da MNE Sport”.
O piloto da NJ Racing está de regresso à ação e determinado a recuperar o estatuto de dominador da Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group na prova do Targa Clube, onde nunca competiu. Preparação minuciosa e total foco são as bases do “tiro certeiro” que a “Bala do Douro” quer dar na prova do Targa Clube.
Depois dos problemas sentidos no BRC na
prova anterior, onde competia em «casa» e das duas a saídas d epista que
condicionaram o resultado final, António Rodrigues vai para a Rampa do Caramulo
apostado em voltar aos triunfos na sua divisão, lutando também pelas posições
cimeiras e pelo pódio na categoria Protótipos e na classificação geral
absoluta.
A «Bala do Douro» sabe que a sua tarefa não
é fácil, não só porque a concorrência é a que se sabe, sempre muito forte, mas
também porque irá ‘descobrir’ um dos poucos traçados em que se estreia.
“Esta é a última rampa que me falta
conhecer do Campeonato de Portugal de Montanha, estando por isso em desvantagem
em relação aos meus adversários, muito experientes neste traçado. Quer o meu
colega de equipa, Nuno Guimarães, quer o Joaquim Rino estão muito à vontade
aqui como em todas as rampas e o seu talento faz com que eu tenha de dar o máximo
se quero ter possibilidades de os vencer”, admite António Rodrigues, que promete compensar essa lacuna
com uma preparação minuciosa da prova: “Vou voltar a fazer um bom
reconhecimento e tirar bem as medidas a cada curva, trabalhando afincadamente para
estar confiante durante toda a jornada”.
O BRC CM05 Evo foi alvo de um profundo trabalho por parte da FR Power para colmatar as “mazelas” sofridas em Santa Marta de Penaguião. Como tal, o piloto da NJ Racing quer “sentir em que condições se apresenta o protótipo, e estando tudo bem, então dar tudo para lutar pela vitória nos Protótipos B e chegar ao pódio da «geral»”, sabendo que novo triunfo significará “praticamente arrumar as contas na minha Divisão, renovando a vitória de 2020”, pelo que a concorrência tem de contar com um supra motivado piloto de Santa Marta de Penaguião a caminho do cetro da Divisão Protótipos B.
O Campeão de Portugal de Montanha e atual líder da competição, José Correia, tem na 30ª Rampa do Caramulo, dias 24 e 25 de julho, o próximo desafio da época desportiva.
Um evento que o piloto encara com os olhos postos na vitória: “O campeonato está muito competitivo e nesta reta final, com apenas três provas por disputar, a margem de erro é nula. Por isso, sabemos que temos que estar sempre ao nosso melhor nível e que só o triunfo importa”, afirmou.
Pela frente, o piloto terá um desafiante traçado de 2850m. “É um percurso curto, mas com características que me agradam. Sabemos que as subidas iniciais serão de grande importância para nos adaptarmos e trabalharmos no set up do Osella PA2000 Evo2.”
A 30ª Rampa do Caramulo constitui assim mais uma importante etapa, numa temporada marcada pela exigência, não só para piloto e equipa: “Nas duas últimas rampas tivemos alguns problemas que acabaram por nos impedir de colocar em pista todo o potencial do nosso carro. Vicissitudes naturais no decorrer de uma época que começa também a fazer-se sentir nas mecânicas. Mas acreditamos que tudo está resolvido e estamos confiantes para lutar pelo triunfo.”
José Correia está na frente da competição desde o início da temporada, num campeonato que lidera com uma vantagem de 14 pontos, após cinco provas. Um parcial que deixa o piloto satisfeito com o trabalho realizado: “Alcançámos duas vitórias, dois segundos e um terceiro lugares, o que nos coloca atualmente na posição onde queremos continuar e terminar o ano, o primeiro lugar. O balanço até aqui é claramente positivo e a competitividade que se vive no campeonato só valoriza o nosso trabalho.”
Neste sentido, José Correia deixa uma palavra especial: “Quero agradecer à minha equipa, parte fundamental no nosso trajeto, por todo o trabalho, empenho e dedicação. Muito obrigado por tudo”, finalizou o piloto, figura central da JC Group Racing Team.