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  • António Rodrigues deu “tiro” certeiro no Caramulo!

    Fazendo jus ao seu cognome de “Bala do Douro”, o piloto da NJ Racing regressou às vitórias na Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group na prova do Targa Clube, apesar de nunca antes a ter disputado. A isto ainda acrescentou mais uma subida ao pódio da classificação geral absoluta.

    Determinado a fazer esquecer os problemas sentidos no seu BRC CM05 Evo na prova anterior e, como o lembra “os erros que cometi”, António Rodrigues encarou esta 6ª edição da Rampa do Caramulo como uma oportunidade para marcar posição. Mostrando que ainda ‘manda’ na sua divisão e tem uma ‘palavra’ a dizer na discussão pelos lugares cimeiros, seja qual for a prova em que se apresente. Mesmo quando, como neste caso, nunca antes tivesse competido no traçado que enfrentou.

    Bem cedo a ‘Bala de Ouro’ entrou determinada a liderar os Protótipos B, evoluindo para o quarto lugar absoluto no dia de sábado, a apenas 0,8s da terceira posição nos tempos obtidos na subida de prova.

    No domingo, foi melhorando e levando de vencida todas as dificuldades da inconstância de piso (ora seco, ora molhado), estabelecendo a sua predominância nas contas dos Protótipos B e voltando a estar no pódio absoluto final de uma prova do CPM JC Group. Este duplo sucesso permitiu que António Rodrigues atingisse os objetivos que tinha traçado para este fim-de-semana, de modo a praticamente selar as contas nos Protótipos B, de forma a concretizar a almejada renovação desse título.

    “Foi a primeira vez que disputei esta rampa. Tentei reconhecer o traçado. Ver como conseguíamos que o carro melhorasse um pouco nas subidas e, com um bocado mais de cabeça, para não acontecer o mesmo que na rampa anterior, fazer com que os tempos melhorassem aos poucos”, começa por dizer António Rodrigues relativamente à sua prestação nesta Rampa do Caramulo.

    O piloto de Santa Marta de Penaguião, refere também que foi “um excelente fim-de-semana. O carro esteve bem e fui aumentando o ritmo e melhorando progressivamente os tempos” e conseguindo “outra vez o primeiro lugar nos Protótipos B. Tanto no sábado como no domingo, em que fizemos um bom tempo, aproveitando aquela ‘abertura’ das condições meteorológicas. E deu para ganhar!”. A António Rodrigues também soube especialmente bem subir novamente ao pódio absoluto.  “Um pódio que muito me satisfaz também, pois é sinal de que estou a andar bem, a fazer bons tempos, estou a ser competitivo e ficamos sempre muito contentes com isso e vamos tentar ficar no pódio absoluto final do campeonato. Seria um prémio justo para os patrocinadores, para a equipa e para a minha família, que me dá tanto apoio e alento!”, acrescentou o piloto da NJ Racing.

  • José Lameiro assina grande exibição e vence em Montalegre!

    E vão duas vitórias consecutivas. Puxando dos galões de campeão em título, o craque de Aveiro deu um recital de condução no duro Ralicross de Montalegre II, suplantando todas as adversidades de uma prova que decorreu sob condições meteorológicas difíceis. Este triunfo coloca-o cada vez ais na rota da renovação do título.

    Foi “no braço” e com uma presença em pista que ostentou sempre grande sentido estratégico que José Lameiro levou o Skoda Fabia a mais uma fantástica vitória entre os Supercar, neste Campeonato de Portugal de Ralicross by Diatosta. O consagrado piloto sabia que “vencer em Montalegre era fundamental para as contas do título. A nossa desistência na segunda prova da temporada deixou-nos sme muita margem para erros e sabemos que cada corrida será uma final. Renovar o título é e sempre foi o nosso objetivo”.

    E perante “uma pista fabulosa, mas que a chuva transformou por vezes num autêntico ringue de combate, tivemos de estar sempre muito atentos e foi fundamental saber ler as condições do piso para andar rápido mas sem erros que viessem a ser danosos”. Melhor seria impossível. Vencedor em três das quatro mangas do programa de qualificação, José Lameiro dominou de forma demolidora a final e levou o Skoda Fabia até à bandeirada de xadrez para colocar no seu palmarés mais uma vitória de grande nível.

    Para o piloto esta é “uma vitória muito saborosa. Quero exaltar o trabalho da minha fabulosa equipa de assistência, com os elementos da DM Motorsport e da IGV Racing, que me deram o carro sempre perfeito. O Skoda Fabia está incrível, rápido e fiável e só desejo continuar a vencer para lhes dar o título” que parece cada vez mais possível e que José lameiro considera que “é minha obrigação dar tudo em pista para o alcançar, também para o dedicar à minha família, à Mancha Negra e aos meus patrocinadores”.

    A próxima prova será o 56º Ralicross Mação Verde Horizonte, a disputar nos dias 3,4 e 5 de setembro.

  • Nelson Silva garante Top 6 e vitória nos Kumho em Famalicão

    O piloto do Mitsubishi Evo VI esteve em plano de evidência nesta terceira prova do Campeonato Norte de Ralis, a primeira em asfalto. Apesar de condicionado por um problema eletrónico, que lhe valeu a sexta posição absoluta, para além de mais um êxito na Divisão do 4º Desafio Kumho Norte e Desafio Kumho Asfalto.

    Animados pela exibição no RallySpirit, verdadeiro teste em asfalto e motivados pelos resultados de relevo alcançados nas duas primeiras provas “a doer” da época, Nelson Silva e José Janela encaravam a prova do Team Baia com a clara intenção de subir ao pódio absoluto. Pois para além do asfalto ser a superfície preferida do piloto vianense, havia também a clara noção que o andamento conseguido com o Mitsubishi Lancer Evo VI – que estreou uma nova decoração – permitia ter legítimas aspirações ao terceiro lugar final.

    Só uma avaria no ALS no primeiro dia de prova comprometeu os objetivos da equipa, na prova em que José Janela competia em ‘casa’. Isso fez a dupla do Mitsubishi perder segundos precisos, e passar a procurar mitigar o prejuízo na jornada de domingo. E foi nisso que Nelson Silva se empenhou, vindo a concluir este Rali de Famalicão no sexto posto absoluto, juntando a esse pecúlio a vitória na Divisão 1 do Desafio Kumho Norte e Kumho Asfalto.

    “Terminar era o primeiro objetivo. Depois já não foi como gostaríamos, pois, antes desta prova, tinha apontado para um top três. Mas foi um rali que fizemos de trás para a frente, em busca de colmatar o prejuízo que acumulamos muito cedo”, começa por dizer Nelson Silva em jeito de balanço.

    O piloto de Viana do Castelo lembra o azar do primeiro dia de prova, que acabou por lhe condicionar o resultado: “Tivemos problemas de eletrónica no sábado. Ficamos sem ALS. Perdemos bastantes segundos nas duas primeiras especiais. Para domingo conseguimos resolver o problema. Depois foi ir atrás do prejuízo. Consegui atacar um bocado, tentando reduzir as perdas e chegar aos lugares da frente. O Sexto lugar acaba por ser, no fim de tudo, um resultado satisfatório e mantem-nos na corrida para um bom lugar no fecho do campeonato”, explica Nelson Silva que destaca ainda “a vitória entre os Kumho, que nos leva à liderança na nossa divisão, em duas das suas competições!”.

    À parte do problema no ALS, o Mitsubishi Lancer Evo VI correspondeu ao que o piloto dele esperava, ainda que no segundo dia um toque tenha alterado ligeiramente a estética. Que segundo o próprio se deveu a “um pequeno percalço numa chicane, um excesso de confiança, que valeu um toque nos pneus. Mas nada demais”. E sobretudo nada que tenha influído no resultado alcançado pela dupla que apontam já as atenções “para o Rali de Mesão Frio. É uma prova de que gostamos muito e onde vamos atacar!”, remata um ambicioso Nelson Silva.

  • Hélder Silva conquista o Caramulo

    E vão três vitorias consecutivas para o piloto poveiro. Cada vez mais rápido com o seu BRC BR 53, Hélder Silva dominou a 30ª Rampa do Caramulo, numa jornada marcada pela “roleta” das condições atmosféricas e que entregou já alguns dos títulos em discussão neste.

    A jornada de domingo da prova organizada pelo Targa Clube serviu um “prato” climatérico assaz variado: do nevoeiro matinal que condicionou os horários, ao vento, chuva e frio, intervalados por algum sol, tudo transformou o dia num desafio acrescido para pilotos e equipas, quer na abordagem ao traçado, quer nas escolhas de afinações e de pneus.

    Uma palavra para a organização que, ao longo de todo o fim-de-semana, almejou construir uma prova de grande nível em todos os seus aspetos, provando uma vez mais a qualidade atual deste campeonato.

    Em termos desportivos, o destaque vai obrigatoriamente para a justa vitória absoluta de Hélder Silva. O poveiro não deu hipótese à concorrência mais direta e foi o mais rápido ao longo de todo o fim-de-semana. O seu melhor tempo acabaria por ser o da 1ª subida de prova no sábado, com 1:19.639, à média horária de 128,83 km/h, para no domingo rematar a vitória logo na 2ª subida oficial, terminando com uma vantagem de 3,3 segundos sobre o atual campeão José Correia. Este foi 2º, mas nunca teve a sua “barchetta” Osella PA2000-Evo 2 nas melhores condições ao longo de toda a prova, tendo de se conformar com mais um pódio.

    De volta aos triunfos está António Rodrigues. Venceu de forma clara entre os Protótipos B, resolvendo de forma quase decisiva as contas deste título, com o piloto do BRC CM05 Evo da NJ Racing a ainda almejar reclamar mais um pódio absoluto sendo terceiro, a 8,6 segundos de Silva. Entre os Protótipos B, “dobradinha” para a NJ Racing, mercê do 2º posto de Nuno Guimarães (SilverCar S2), cabendo a Joaquim Rino levar de forma sempre sólida o BRC BR49 Evo ao 3º lugar final. Os 5 protótipos reservaram todos os lugares do top cinco absoluto final.

    Na Categoria GT, Vítor Pascoal (Porsche 991 GT3 CUP) chegou ao terceiro triunfo da época, mas o 2º lugar de Pedro Marques, em carro idêntico, fez o bracarense manter o comando da tabela pontal, estando claramente às portas do título. O Lamborghini Huracan Super Trofeo de Sérgio Matos completou o pódio, com o piloto da Constálica a revelar um bom andamento nesta sua estreia nos GT.

    O Caramulo entregou o primeiro título nacional da temporada: Luís Nunes levou ao seu Ford Fiesta ST R5 ao “tri” na Categoria Turismos, saldando ainda as contas da Divisão Turismos 1. Ao triunfar no Caramulo o “Foguete de Valpaços” atingiu seis vitórias em 6 provas e a glória incontestável, com um duplo justo cetro a aumentar ainda mais o seu já rico palmarés. Nesta sexta tirada, foi secundado na sua divisão pelo regressado António Cruz Monteiro (Peugeot 208 T16 R5), segundo sem oposição, sendo de realçar que Daniela Marques conquistou mais um pódio ao colocar o Subaru Impreza WRX no 3º lugar.

    Na Divisão Turismos 2 foi também tempo de consagrar Joaquim Teixeira, que rematou a conquista do cetro. A vitória que alcançou no Caramulo foi a sexta da temporada, vincando a hegemonia total na divisão do piloto do Cupra TCR da JT59 Racing Team/Bompiso que logrou ainda e uma vez mais ser segundo nas contas da Categoria. José Carlos Pouca Sorte (BMW M3) esteve sempre muito rápido e foi recompensado com um excelente 2º lugar na divisão, na frente de Paulo Silva (Audi RS3 LMS), terceiro colocado.

    O duelo “mata-mata” na Divisão 3 ficou marcado pela quarta vitória da temporada de Sérgio Nogueira. O bracarense do Renault Clio RS esteve sempre muito forte e deu no Caramulo aquilo que pode ser o passo decisivo para conquistar a divisão no final do campeonato, porque agora vai para a última prova da época com duas vitórias de vantagem sobre Parcídio Summavielle (Renault Clio R3), ficando numa posição de grande vantagem face ao seu adversário. O pódio da divisão ficou completo com Alberto Pereira (Honda Civic Type R). O Edil mesãofriense rodou sem problemas e mereceu o 3º lugar final.

    A 30ª Rampa do Caramulo assinalou o regresso dos monolugares à Montanha. E em boa hora se criou a Taça de Portuga de Monolugares de Montanha, pois o jovem Miguel Matos deu um recital de condução na rampa, tripulando um GRIIIP G1-17 de forma eficaz que, numa tabela de tempos global, o fez estar entre os três mais rápidos. Venceu logicamente a TPMM no Caramulo e deixou “água na boca” para vermos mais monolugares no futuro próximo a competir nesta modalidade. Já Sérgio Mateus assinou uma boa exibição com o seu Semog Troféu e triunfou na competição reservada à Taça de Portugal de Kartcross de Montanha.

    Manuel Pereira venceu facilmente nos Legends e Fernando Salgueiro triunfou “em casa” nos Clássicos

    As lides do Campeonato de Portugal Legends de Montanha foram tranquilas, com o vencedor “anunciado” a provar o total favoritismo. O binómio que Manuel Pereira forma com o seu potente Mitsubishi Lancer EVO VI não permite, em circunstâncias normais, qualquer oposição e o facto voltou a ser verdade nesta sexta prova da temporada. Brilhante 2º lugar para Gonçalo Janeira. O piloto do Fundão esteve muito sólido com o Citroen AX e levou de vencida José Carlos Magalhães. Mas o 3ºposto alcançado pelo piloto da MNE Sport, que utilizou desta feita o Toyota Carina E GT 2.0, acabou por ser uma excelente operação pontual para consolidar a liderança e está às portas do título.

    Já no Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha, Fernando Salgueiro, mercê de uma exibição sem erros e sempre assente na rapidez, assinou um triunfo justo e que se transforma num salto enorme a caminho do título para o piloto do Ford Escort MKII. Flávio Sainhas colocou o seu Escort MKI na segunda posição, com Ricardo Loureiro (Ford Escort MKII) a voltar a viver uma prova atribulada, mas que, pelo menos, lhe permitiu assegurar o 3º lugar final nos Clássicos.

    Eva Laranjeira é a nova “rainha” dos Clássicos 1300 e Francisco Milheiro está de regresso às vitórias

    E está resolvida a questão na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300. Eva Laranjeira e o seu Peugeot 205 Rally, da MNE Sport, construiu na Rampa do Caramulo um tranquilo quinto triunfo consecutivo na época. Com esta quinta vitória, a que junta um 2º lugar na prova inaugural do campeonato, a piloto de Setúbal chegou ao seu primeiro título nacional, e logo apenas na sua segunda época competitiva a tempo inteiro.

    Eva foi sempre a mais rápida na sua competição, rodando em tempos completamente inacessíveis para os seus mais diretos adversários. E uma vez mais foi José Pedro Figueiredo, em Datsun 1200, a chegar mais perto da ‘Dama de Aço’, mas tendo de se contentar com o segundo lugar e o pódio nos Clássicos 1300, que ficou ‘fechado’ por Domingos Fernandes, com mais uma boa prestação aos comandos do Autobianchi A112 Abarth.

    Francisco Milheiro e o seu Peugeot 106 estão de regresso às vitórias na Taça de Portugal de Montanha 1300. O jovem vimaranense realizou uma das suas melhores exibições da época, senão a melhor, ao rodar em tempos fora de série, que o fez bater pilotos com carros mais potentes. Milheiro dominou todas as subidas na TPC 1300 e chega a um triunfo que o faz consolidar ainda mais a sua liderança na tabela pontual, sendo por isso o grande favorito a renovar o título no fecho desta época.  Segunda posição para o Toyota Starlet de Marco Figueiredo e destaque para o primeiro pódio da curtíssima carreira da jovem Daniela Ferreira. A covilhanense do Citroën C1 da FR POWER estava apenas na sua terceira prova enquanto piloto de montanha.

    O Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, vai agora “a banho”, com um merecido interregno de verão e voltara só a 18 e 19 de setembro, com a segunda visita da Família da Montanha a Boticas.

  • Adruzilo Lopes esteve imperial no Rali de Famalicão

    O piloto de Regilde venceu categoricamente o Rali de Famalicão, terceira prova do Campeonato Norte de Ralis, também pontuável para o 4º Desafio Kumho Portugal, solidificando no segundo dia a primeira posição conquistada na primeira jornada.

    A prova do Team Baia foi ‘palco’ do domínio insolente de Adruzilo Lopes e Paulo Silva, que no Mitsubishi Lancer Evo IX se impôs nas seis especiais que compunham o evento. E se no primeiro dia Fernando Peres e José Pedro Silva ainda lhe deram alguma réplica, terminando a tirada de sábado a sete segundos do líder, a verdade é que no domingo o piloto portuense nada conseguiu fazer para evitar perder ainda mais terreno para o seu adversário, acabando a mais de 52 segundos do vencedor.

    Em algumas especiais Fernando Peres ainda fez ‘jogo igual’ com Adruzilo Lopes, mas em especiais como Fradelos a superioridade do piloto minhoto foi por demais evidente. Já o último lugar do pódio acabou por ir para a dupla Filipe Silva/Joana Silva (Lancer EVO VI), que herdou a terceira posição depois de problemas ditarem o abandono de Armando Costa, que teve problemas no seu Mitsubishi Lancer Evo VI na primeira passagem pelo troço de Jesufrei.

    Atrás do top três João Andrade também chegou a comandar as duas rodas motrizes e o Grupo X1. Infelizmente uma avaria no Citroën Saxo ditaria o abandono, quando protagonizava um interessante duelo com Tiago Silva e Ricardo Faria, que no Seat Ibiza Cupra D chegariam mesmo ao quarto posto, sendo o melhor dos tração dianteira, vencendo o Grupo X4. Sendo que atrás de si Mário Castro e Ricardo Cunha completaram o top cinco, vencendo o Grupo P2 com o Ford Fiesta 1.0 Ecoboost, mostrando uma vez mais que o experiente copiloto de Fafe é também bom ao volante.

    Nelson Silva e José Janela foram sextos, depois de ter ficado limitado no seu andamento no primeiro dia pela perda de ALS. Um toque no segundo dia também não ajudou a causa do piloto do Mitsubishi Lancer Evo VI. Memso assim, venceram a Divisão 1 no Desafio Kumho Portugal.

    Bruno Alves e Bruno Machado foram sétimos e venceram o Grupo X1 no Citroën C2 R2, batendo Miguel Carvalho e António Reis, que no Peugeot 206 GTi foram oitavos da classificação geral absoluta e venceram a Divisão 2 Kumho. Rafael Cunha e Gonçalo Cunha completaram o pódio do grupo e foram nonos, à frente de Rafael Pereira e Alberto Silva, que no Peugeot 208 R2 venceram o Grupo P1.2.

    Na Prova Extra, à partida da qual se apresentaram três concorrentes a vitória foi para José Paula e Pedro Alves, que no Citroën C3 R5 bateram Luís Cambão e Vasco Ferreira, num DS3 R5, numa luta da qual cedo deixou de fazer parte Luís Delgado, devido a problemas no Skoda Fabia R5.

  • Adruzilo Lopes lidera Rali de Famalicão

    Adruzilo Lopes e Paulo Silva assumiram a liderança da prova do Team Baia desde o seu começo, impondo-se nas duas especiais que se disputaram este sábado, levando a melhor sobre a dupla constituída por Fernando Peres e José Pedro Silva.

    O começo das hostilidades deste Rali de Famalicão colocou frente a frente, e como se esperava, os dois principais protagonistas do Campeonato Norte de Ralis, que chegavam a esta primeira prova de asfalto do CNR também como líderes ex-aequo. Mas depressa se percebeu que Adruzilo Lopes estava determinado a ganhar vantagem.

    “Apesar de nunca antes ter disputado esta prova, porque não fazia parte dos campeonatos que realizei, gostei muito dos troços, e senti-me logo à vontade. São rápidos como eu gosto”, disse o líder logo após a primeira jornada. Os sete segundos ganhos por Adruzilo Lopes a Fernando Peres, foram fruto de um empenho muito grande por parte do piloto de Regilde, mas estão longe de ser decisivos para o segundo dia, sendo que nenhum dos dois sentiu quaisquer problemas com os seus Mitsubishi Lancer Evo IX.

    Armando Costa também esteve rápido aos comandos do seu Mitsubishi Lancer Evo VI, e concluiu o dia no terceiro posto, embora já a 14 segundos do líder. Ainda assim sentiu menos problemas do que Nelson Silva, que no seu Mitsubishi Lancer Evo VI ficou sem ALS, e a perda de tempo foi inevitável. O piloto de Viana do Castelo perdeu mais de 34 segundos para o primeiro e com isso ‘caiu’ para o nono lugar da classificação geral, mas lidera a Divisão 1 do 4º Desafio Kumho Portugal que tem aqui uma jornada dupla, pois o Rali de Famalicão conta para os Desafios Kumho Norte e Asfalto: “Espero que possamos resolver o problema na assistência, para amanhã voltarmos à carga”, disse Nelson Silva após a tirada.

    Já João Andrade esteve muito seguro aos comandos do seu Citroën Saxo, apossando-se do primeiro lugar entre os duas rodas motrizes, ainda que dissesse que esta etapa não lhe era muito favorável. “Estas classificativas de hoje, para além de muito rápidas, eram largar, como convém aos RC2N. Para nós serão melhor as especiais de amanhã, mais sinuosas e a subir”, fez saber o piloto, que conclui este primeiro dia no quarto posto absoluto.

    Mas Andrade não pode ‘dormir à sombra’ da sua vantagem para o seu mais direto adversário, já que Tiago Silva está apenas a três segundos. Uma diferença compreensível dada a pouca quilometragem dos troços disputados. Mas que promete uma grande luta para domingo, entre o piloto do Citroën Saxo e o do Seat Ibiza Cupra D.

    Mais atrás, Filipe Silva ocupa o sexto posto e é segundo do Grupo X3 no seu Mitsubishi Lancer Evo VI, acumulando já um prejuízo de meio minuto para os primeiros, antecedendo na classificação um brilhante Mário Castro. O conhecido navegador, no seu papel de piloto, andou muito bem aos comandos do Ford Fiesta 1.0 Ecoboost, liderando o Grupo P1. Na 8ª posição aparece a dupla Rafael Cunha/Gonçalo Cunha (Peugeot 206 GTi) que comanda as lides da Divisão 2 Kumho.

    A etapa de domingo incluiu quatro especiais de classificação a percorrer, correspondentes a duas rondas por dois troços diferentes: Fradelos / Vilarinho das Cambas / Calendário (11,66 kms) e Arnoso Sta. Maria e Sta. Eulália / Nine / Lemenhe / Jesufrei, tendo este uma distância de 8,7 kms.

  • Hélder Silva domina primeiro dia no Caramulo

    Chegado à prova do Targa Clube embalado por duas vitórias consecutivas, o piloto poveiro do BRC BR 53 não deu veleidades à concorrência, sendo o mais rápido ao longo de toda a jornada de sábado da 30ª edição da Rampa do Caramulo.

    Na análise ao primeiro dia de competição da 6ª prova do ano do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, o primeiro destaque vai para o excelente nível organizativo ostentado pelo Targa Clube: horários rigorosos e quatro subidas do campeonato e duas da rampa regional cumpridas em menos de cinco horas. Notável! Isto, mesmo com uma excelente lista de participantes que, no agregado das duas competições, esteve perto da meia centena.

    Quanto à história competitiva da tarde, a discussão pela supremacia absoluta foi ténue. Hélder Silva assinou sempre o melhor tempo em todas as subidas e, na única “a doer”, colocou no cronómetro 1:19.639, à média horária de 128,83 km/h. O domínio e, principalmente, a distância temporal que colocou para os demais, colocam-no como grande favorito à vitória final na prova, feito que a acontecer será muito importante para as suas aspirações ao título.

    Quem mais perto rodou foi José Correia, mas, na subida de prova ao fecho da tarde, não foi além de 1:22,113, a 2,4 segundos de Silva, com a “barchetta” Osella PA2000 EVO 2 a denotar, aqui e ali, algumas fragilidades. Na prova em que se assinala o regresso dos monolugares à Montanha, Miguel Matos espantou tudo e todos ao rubricar o terceiro melhor tempo na subida de prova, mostrando toda a competitividade do seu GRIIIP G1-17. Terminou a 4 segundos do líder.

    No 4º posto absoluto e assinando a melhor marca entre os Protótipos B, encontramos António Rodrigues. A “Bala do Douro” foi igual a si mesmo”, estando provisoriamente apenas a 0,8 segundos do último degrau do pódio absoluto, dando para perceber que “espreme” tudo quanto pode do BRC CM05 EVO.

    A competitividade neste primeiro dia fica bem patente na diferença de tempos entre 3º e 7º colocados: apenas 1,7 segundos a separar 5 pilotos!

    No naipe, além de Matos e Rodrigues, estão Vítor Pascoal (Porsche 991 GT3 CUP), 6º da geral e melhor GT, Luís Nunes (Ford Fiesta ST R5), 7º e líder entre os Turismos 1 e ainda o SilverCar S2 de Nuno Guimarães, no oitavo posto. Batalha fantástica! Joaquim Rino está no 8º lugar, mercê de um dia forte aos comandos do BRC BR49 EVO, seguido de Joaquim Teixeira, 9º da geral e líder incontestado nos Turismos 2, com o top dez a ser fechado por Pedro Marques, que tripula um Porsche 991 GT3 CUP.

    A “guerra” na Divisão Turismos 3 foi acesa, como era esperado, com alternância na frente, mas, na subida mais importante, Sérgio Nogueira /Renault Clio RS) logrou descobrir uns “pozinhos”, sendo mais rápido por apenas 56 milésimas de segundo!

    Manuel Pereira lidera nos Legends e Fernando Salgueiro foi o mais forte nos Clássicos

    Nas contas do Campeonato de Portugal Legends de Montanha, também não houve qualquer contenda apertada na luta pela liderança.

    Tirando partido do seu potente Mitsubishi Lancer EVO VI, Manuel Pereira levou de vencida todas as vezes que enfrentou os pouco mais de 2500 metros do traçado, terminando a jornada com grande vantagem sobre José Carlos Magalhães. Este, que se apresentou no Caramulo aos comandos de um Toyota Carina, focou-se na defesa do segundo posto, lugar precioso para lograr defender a liderança pontual que tem no campeonato, tal a diferença competitiva entre o seu carro e a “montada” do líder.

    Mas não vai ser fácil pois tem Gonçalo Antunes “à perna”. Autor de uma grande exibição com o Citroen AX, o piloto do Fundão terminou a jornada em terceiro, a 4 décimas de Magalhães.

    Já no Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha, assistimos neste primeiro dia a uma autêntica “dança das cadeiras” na discussão dos 3 primeiros lugares, entre os Ford Escort MKII de Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro e o Ford Escort MKI de Flávio Sainhas. Todos passaram pelo comando da tabela de tempos, mas, na subida a contar para a classificação, Salgueiro impôs-se por 8 décimas de segundo em relação a Loureiro, enquanto Sainhas assegurava o terceiro tempo, a 1,4 segundos. A luta promete ser intensa na jornada de domingo!

    Francisco Milheiro reina na TPM 1300 e Eva Laranjeira está a caminho do título nos Clássicos 1300

    Nas Taças de Portugal reservadas aos 1300cc, liderança para os favoritos. Autor de tempos muito fortes ao longo de toda a tarde, Francisco Milheiro colocou o Peugeot 106 na liderança, por larga margem, com o jovem piloto de Guimarães a poder realizar amanhã uma operação quase decisiva para a renovação do título na Taça de Portugal de Montanha 1300 JC Group. Marco Figueiredo (Toyota Starlet) é um sólido segundo classificado após o primeiro dia, na frente de uma cada vez mais rápida Daniela Ferreira (Citroen C1) que, apenas na sua terceira prova da carreira, pode vir a conquistar um saboroso pódio.

    Nas contas dos Clássicos 1300, Eva Laranjeira não deu hipóteses e tem tudo reunido para sair do Caramulo não só com a quinta vitoria consecutiva da época, mas também com o título nacional da Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300 JC Group no seu bornal. A “Dama de Aço” rodou no Peugeot 205 Rally completamente a salvo de qualquer ataque, vendo José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) ser o escudeiro que reclamou o 2º melhor tempo, cabendo a Domingos Fernandes levar o Autobianchi A122 Abarth ao terceiro posto provisório.

    A jornada de domingo tem arranque previsto para as 11 da manhã, com o Warm Up 2, seguindo-se a 3ª Subida Oficial de Treinos da prova e, para terminar em glórias, as duas subidas de prova que o programa do dia derradeiro contempla. A Entrega de prémios está aprazada para as quatro da tarde.

  • Tiago Ferreira com ambição forte em Montalegre

    O piloto do Peugeot 208 S1600 chega à quarta prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta cada vez mais adaptado ao carro e à “guerra” na ultracompetitiva Divisão Super 1600. O lousadense aponta à final como objetivo.

    Depois dos problemas sentidos no carro francês em Sever do Vouga, Tiago Ferreira ambiciona um fim-de-semana sem surpresas desagradáveis, que lhe permita traduzir em resultado o ritmo que já por várias ocasiões evidenciou esta temporada.

    “Temos tido um bom andamento e discutido os lugares de acesso à final, mas depois têm aparecido vários azares que não nos têm permitido alcançar o nosso objetivo”, começa por dizer o piloto de Lousada em vésperas de viajar para Montalegre, naquela que é a segunda visita do ano ao traçado transmontano.

    Cada vez mais adaptado à sua ‘montada’, Tiago Ferreira sabe que tem potencial para a tão almejada final, e que, por isso, mais uma vez vai tentar o ‘passaporte’ para lá chegar: “Sabemos que a Divisão S1600 é extramente competitiva e a qualidade do plantel é elevada. Não vão existir facilidades, mas tudo faremos para alcançarmos os objetivos”.

    “Na prova anterior não fomos felizes, sobretudo devido a problemas no carro. Mas acredito que estão sanados e que o Peugeot 208 S1600 se vai encontrar nas melhores condições para que possa estar na primeira linha da passagem à final”, refere também o piloto lousadense. Tiago Ferreira acredita que em condições normais, e numa pista que tem sido ‘palco’ das visitas das competições mundiais da especialidade, poderá exprimir todo “o potencial do carro”, de modo a sair de Montalegre com um bom resultado e bons pontos para o campeonato.

  • Rui Nunes forte e ambicioso em Montalegre!

    O piloto tem sido um dos grandes protagonistas do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta, e, na segunda visita do ano a Montalegre, pretende continuar a lutar pela primazia.

    Mercê do seu talento e do grande apoio da sua equipa técnica, Rui Nunes tem estado entre os principais protagonistas da época, conseguindo lutar pelas posições cimeiras nas três primeiras jornadas da temporada, pelo que, no regresso à ‘capital’ transmontana do Rallycross, a intenção passe por voltar a discutir os lugares da frente e se possível melhorar o nível de resultados, por forma a ‘trepar’ na tabela classificativa.

    “Nesta jornada o objetivo é chegar o mais longe possível, e tentar recuperar pontos aos líderes do campeonato. O campeonato está num nível altíssimo, mas temos conseguido estar no grupo dos mais fortes e em Montalegre esperamos estar ao mesmo nível”, começa por dizer o piloto, muito motivado para a prova do próximo fim-de-semana.

    Rui Nunes acredita que está “no caminho certo para chegar ao sucesso, como o provamos nas provas anteriores. E o passo seguinte será melhorarmos ainda mais a classificação. Pois só assim poderemos pensar em discutir o campeonato”. O piloto não esquece o grau de exigência do traçado transmontano, sublinhando mais uma vez o facto desta pista ser “bastante mais técnica na parte da terra. E isso coloca enormes desafios. É preciso ser preciso nas trajetórias para não ser surpreendido”.

    Mas Rui Nunes está confiante “no trabalho que tanto eu como a equipa vimos realizando, por forma a alcançar os nossos objetivos para o fim-de-semana. Queremos estar na luta e tudo faremos para vencer!”.

  • Pedro Rosário quer estar na “guerra” pela vitória em Montalegre

    O consagrado piloto de Coimbra quer aproveitar o ‘balanço’ de Sever do Vouga e na pista transmontana voltar a ter outra boa exibição. Ciente da sua valia, quer estar na luta pela vitória em mais uma jornada do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta.

    Pedro Rosário mostra-se muito motivado para Montalegre, e sobretudo moralizado para repetir ou mesmo melhorar o nível exibicional demonstrado na pista do Alto Roçário. Onde, depois da ‘tempestade’ erguida em toda a malapata que o perseguiu das duas primeiras provas do campeonato, veio a bonança da ausência de problemas na terceira ronda da temporada.

    “Depois dos azares vem a bonança. Nas primeiras duas provas foram muitos os problemas que nos condicionaram e impediram resultados de relevo. Penso que na prova anterior esses mesmo azares já nos largaram e mostramos que têm de contar comigo e com a equipa na luta pelas vitórias”, começa por afirmar o piloto conimbricense antes da segunda deslocação do ano à ‘capital’ transmontana da modalidade.

    Pedro Rosário assume fortes expetativas para Montalegre: “Nesta jornada esperamos estar mais fortes que na prova anterior, e lutar pelos lugares cimeiros pelos quais estamos habituados”. O piloto de Coimbra sabe que a competição ‘não dorme’ e na prova transmontana estará novamente muito forte. Por isso considera que a ‘chave’ voltará “a ser a rapidez, a consistência e a ausência de erros”. Tudo fatores que se conjugaram para que em Sever do Vouga o desfecho fosse diverso de Lousada ou da primeira visita a Montalegre.

    “Vamos motivados para Montalegre. O campeonato continua muito competitivo. Mas sabemos também que temos sempre uma palavra a dizer na discussão pelos primeiros lugares e que a nossa experiência tem a sua importância nas lutas com os mais jovens”, acrescenta Pedro Rosário.