Depois de três triunfos consecutivos na Taça de Portugal de Clássicos de Montanha 1300, a piloto de Setúbal busca um quarto sucesso do ano na 6ª Rampa de Santa Marta, como forma de dar mais um passo na direção do título.
Tem sido verdadeiramente uma época de sonho para a piloto da MNE Sport. Apenas no segundo ano “a tempo inteiro” na Montanha e estreando-se nas lides dos Clássicos 1300, Eva Laranjeira é a comandante destacada da geral pontual da Taça de Portugal de Clássicos de Montanha JC Group, dobrada que está a primeira metade da época.
Depois de ter estado imparável nas três provas
anteriores (Boticas, Serra da Estrela e Penha), a piloto do Peugeot 205 Rallye
está super motivada para juntar mais um triunfo ao seu pecúlio, numa prova onde
espera ter forte concorrência, mas onde estabeleceu já prioridades, sendo que a
liderança da tabela classificativa é a principal e sabendo que a melhor forma
de a consolidar é obtendo mais um triunfo na frente em que está empenhada.
Eva Laranjeira espera contar mais uma vez “com
um Peugeot 205 Rallye ao mais alto nível, que seja um aliado nos nossos
intentos, da mesma forma que o foi nas três provas anteriores, estando profundamente
agradecida à equipa técnica da MNE Sport, cujo trabalho te sido perfeito!”,
permitindo-lhe que registe, prova após prova, um crescendo de forma, rapidez e
eficácia que a coloca como principal favorita ao título.
“Quero manter o foco na liderança da Taça.
Sei que com uma vitória em Santa Marta posso dar um passo decisivo rumo ao
título!”, assume Eva
Laranjeira, que também está ciente das dificuldades e da forte concorrência que
vai enfrentar na prova do Clube Automóvel da Régua. Por outro lado, e como “cereja
no topo do bolo”, quer “tentar estar cada vez mais acima na geral dos
tempos do campeonato, medindo forças com alguns concorrentes fora dos Clássicos
1300, sobretudo os que usam máquinas da mesma cilindrada”.
Um dos obstáculos que a piloto de Setúbal
vai enfrentar é o desconhecimento do traçado da Rampa de Santa Marta, pelo que
está desde já apostada em adaptar-se rapidamente ao mesmo.
“Vou fazer esta rampa pela primeira vez, e como tal os desafios são sempre maiores. Por isso vou empenhar-me bastante para rapidamente apreender todas as suas nuances, de modo a ir melhorando os meus tempos a cada subida e, dessa, forma, alcançar os objetivos a que me proponho nesta prova”, acrescenta Eva Laranjeira. O programa competitivo da 6ª Rampa de Santa Marta começará às 14 horas de sábado, 3 de julho, com o warm-up inicial, seguido de duas subidas oficiais de treinos e da primeira subida de prova. No domingo, 4 de julho, mais um warm up, pelas 9,30 horas abre as “hostilidades” competitivas, com este segundo e decisivo dia a incluir ainda mais uma subida oficial de treinos antes das duas subidas de prova finais.
Vindo de mais um pódio na prova anterior, o piloto de Porto de Mós chega à rampa do Clube Automóvel da Régua com grandes ambições de lutar pelas posições cimeiras da Divisão Protótipos B do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, apontando ainda ao Top 5 absoluto.
2021 tem sido uma época muito positiva para
Joaquim Rino, num ano em que o líder da Articimentos decidiu apostar numa nova “montada”,
o BRC BR49 EVO. Apesar das já esperadas “dores de crescimento” no apuro técnico
do protótipo e da necessária adaptação à sua condução, os resultados têm
aparecido e o piloto não vê razões para que isso não volte a ser possível,
extraindo todo o potencial do protótipo preparado pela FR Power.
Espera que, à imagem do que sucedeu na
Rampa da Penha, o carro não dê problemas, revelando Joaquim Rino que o BRC BR49
EVO foi alvo de uma preparação cuidada para que nada falhe em Santa Marta de
Penaguião: “O nosso protótipo esteve a sofrer alterações técnicas esta
semana. Temos vindo a recolher e a trabalhar muita informação que nos é dada
sobretudo em contexto de corrida e a equipa do Rui ferreira não tem poupado
esforços para evoluir o carro, tendo em conta um aumento da performance e da
fiabilidade. Esperamos que fique a cem por cento para a prova e,
se o carro estiver como previsto, temos expetativas altas para esta rampa, onde
normalmente consigo ser muito competitivo”, assume Joaquim Rino, que no
próximo fim-de-semana quer manter o mesmo nível de resultados conseguidos na
prova anterior.
O piloto da região Oeste sente-se otimista para a Rampa de Santa Marta de Penaguião, que possui um traçado que aprecia, “muito embora possua algumas curvas bastante técnicas e onde qualquer erro dita logo um mau resultado. Vamos utilizar as sessões de treinos para afinar bem o BRC e intensificar progressivamente o ritmo”, estando ciente que para além do desafio que comporta esta prova, terá de enfrentar mais uma vez uma forte concorrência na categoria e também na Divisão Protótipos B, destacando “o alto nível competitivo que temos vivido entre os protótipos. Este está a ser um campeonato fantástico, muito forte mesmo, atestando a boa a saúde da modalidade!”.
O programa competitivo da 6ª Rampa de Santa Marta começará às 14 horas de sábado, 3 de julho, com o warm-up inicial, seguido de duas subidas oficiais de treinos e da primeira subida de prova. No domingo, 4 de julho, mais um warm up, pelas 9,30 horas abre as “hostilidades” competitivas, com este segundo e decisivo dia a incluir ainda mais uma subida oficial de treinos antes das duas subidas de prova finais.
Com um início de época atribulado, O piloto da SRT Motorsport aborda a terceira prova do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta apostado em obter um resultado forte na Divisão S1600. Tudo foi feito para que piloto e Peugeot 208 S1600 estejam em grande.
A longa carreira do piloto
lousadense responde por ele. Ano após ano, António Sousa ergueu fama e proveito
de piloto rápido e capaz de estar sempre na luta pela vitória. E a idade apurou
o seu talento que, muitas vezes, tem esbarrado na falta de sorte, tal como te
acontecido neste início de época.
Na prova anterior, em
Montalegre, a boa exibição de António Sousa ‘chocou’, uma vez mais, com um
percalço na final. Agora, na pista no Alto do Roçário quer reverter a situação
e com o carro francês já em perfeitas condições, espera ‘atacar’ as posições
cimeiras naquela que é a competição ‘rainha’ do Rallycross nacional.
“Apesar de nas duas provas
anteriores não ter conseguido alcançar os meus objetivos, vou para Sever do
Vouga determinado a estar na discussão dos lugares da frente. Tenho sido vítima
de problemas mecânicos, que espero terem sido ultrapassados, mercê do enorme
esforço da nossa equipa técnica”, começa por dizer o piloto da SRT em vésperas
desta terceira corrida da temporada.
António Sousa está ciente de que tem o ritmo para se bater pelas primeiras posições na Divisão S1600, como o provou a sua presença na final de Montalegre. O que lhe dá “a confiança, pois a rapidez esteve lá, e não há razão para pensar que o não estará no próximo fim-de-semana. Espero poder lutar pelos primeiros lugares e contar com um Peugeot 208 S1600 nas perfeitas condições. Isso será essencial para poder ter aspirações em termos de campeonato”, acrescenta o piloto da SRT Motorsport, determinado em ‘deitar para trás das costas’ o que lhe sucedeu em Lousada e em Montalegre.
Depois de, uma vez mais, ter dado sinais positivos na prova anterior, o piloto de Fafe chega à Rampa de Santa Marta apostado em vencer o seu grupo e conseguir uma boa classificação na Divisão Turismos 3 do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group.
Cláudio Batista esperar tirar o melhor
partido do seu Citroen DS3 R1 da Sucesso Automóvel na prova duriense, esperando
que ele seja mais colaborante na prova do Clube Automóvel da Régua do que foi
na Rampa da Penha, sendo que se se estreia em absoluto no evento duriense. Um
fator que não o desmotiva, e que se insere no processo de aprendizagem que
enfrenta atualmente, neste regresso após 3 anos de paragem.
“É uma rampa nova para mim também. Já tive
a oportunidade de ver o traçado. É um traçado diferente das rampas que temos
feito, mais técnico”,
começa por dizer o piloto fafense referindo-se à Rampa de Santa Marta.
Os resultados nas provas anteriores deixam Cláudio Batista ciente das suas limitações, sobretudo relacionadas com “a diferença de competitividade entre o meu DS3 R1 e os outros carros da divisão, que possuem preparações muitos mais avançadas. Mas temos conseguido provar que não sentimos receio e temos conseguido ombrear com os adversários e os resultados têm aparecido”.
Quanto às ambições que pode ter em Santa Marta de Penaguião, Cláudio Batista tem “uma expetativa positiva, mas só quando chegarem os dias da prova é que posso perceber como me posso posicionar. Vou tentar lutar pela vitória do grupo e da classe e ver a melhor posição possível que posso conseguir na divisão, sabendo que todos os pontos que tenho vindo a recolher são a base de uma futura boa classificação final no campeonato. Subida a subida vou ver o que consigo fazer. Mas vou focado em fazer os meus melhores tempos e pontuar no campeonato e ganhar mais experiência”, conclui o piloto do DS3 da Sucesso Automóvel, apostado na continuidade da sua progressão após três anos de ausência das pistas da Montanha.
Depois de todas as vicissitudes em Montalegre na prova, o craque de Lousada quer atacar forte em Sever do Vouga, na terceira tirada do Campeonato de Portugal de Rallycross by Diatosta. Estar na final é objetivo primeiro e, depois, o pódio será a ambição.
Talento não lhe fala e a garra está lá. Jorge Machado tem perfeita consciência do seu valor e da capacidade que ostenta em conseguir ser muito competitivo na “divisão raínha” do ralicross nacional. No entanto, a sorte tem andado por outras paragens, como lamenta o piloto: “Montalegre foi para esquecer. Tudo nos correu mal e acabamos por não traduzir em resultado a nossa capacidade e o nosso andamento, bem patente nas vitórias que alcançamos nas mangas de qualificação. Mas já lá vai e agora o foco está já no próximo fim-de-semana!”.
Va ser na difícil pista do Alto do Roçário,
em Sever do Vouga, que o duro pelotão dos S1600 terá o terceiro embate da temporada
e o lousadense do Citroen C2 S1600 quer “estar na luta pelos lugares de
topo e, se possível do pódio. Temos noção da árdua tarefa que vamos enfrentar e
sabemos que será fundamental estar forte logo desde os treinos e, nas mangas de
qualificação, não cometer erros e atacar para estar sempre na frente e assim
assegurar uma boa posição para as corridas decisivas. Chegar a final é o nosso
primeiro objetivo. Depois estará tudo em aberto e vão ter de contar connosco na
discussão do pódio!”.
O Citroen C2 foi alvo de “uma intervenção profunda para o colocar nas melhores condições e tenho muita confiança na minha equipa técnica. Por eles, pela família e pelos patrocinadores, quero dar tudo para sair de Sever com um resultado de grande nível!”.
O início oficial da competição do primeiro carro elétrico da Skoda nos ralis vai acontecer este mês.
Depois da marca checa ter avaliado o RZ-X1 durante vários quilómetros de testes, o novo carro está pronto para se lançar na competição. Desenvolvido em conjunto com a Kraidel, que se ocupa da parte elétrica, e com a Baumchlager Rally&Racing, encarregue das operações, o novo carro repousa numa base do Fabia Rally2 Evo, e foi já homologado pela Federação Austríaco /ÖATMC.
“O conceito de RE-X1 é uma mistura excitante de tecnologia classica e do futuro”, explica Michal Hrabánek, responsável máximo da Skoda Motorsport, que salienta: “Fornecemos a nossa melhor experiência, baseada no desenvolvimento de três gerações do Fabia em ralis. O ‘concept car oferece todas as possibilidades de configuração de última geração do Fabia Rally2, mas com uma motorização elétrica. Estou convencido que os fãs de ralis vão achar esta associação muito interessante”.
Este Skoda RE-X1 debita uma potência máxima de 250 kW e até 600 Nm de regime, ao mesmo tempo que o Fabia Rally2 evo debta 214 kW a 425 Nm com o seu motor térmico de 1,6 litros. A estreia do carro vai estrear-se no campeonato austríaco de ralis.
O craque madeirense promete trazer uma “tempestade” até ao Douro Vinhateiro. O ‘Furacão da Madeira’ aborda a Rampa de Santa Marta com expetativa e ambição, feliz por saber que se anuncia mais concorrência na prova do Clube Automóvel da Régua.
3 provas nesta sua saga no campeonato de Portugal de Montanha JC Group e Nelson Andrade ostenta no seu bornal 3 vitórias na novel Taça de Portugal de Kartcross de Montanha e duas presenças bem dentro do Top 10 absolutos da tabela de tempos do campeonato. Este o feito de Nelson Andrade aos comandos do AG 100º preparado pela FR Power, sendo certo que o piloto da Pérola do Atlântico quer “prosseguir esta fantástica série de bons resultados, quem muito nos têm motivado, estando ansioso por ir correr em Santa Marta de Penaguião, pois todos me dizem que é uma rampa incrível!”.
O “furacão” sabe que
“representa sempre um desafio extra andar a fundo num traçado novo, mas vamos
para mais uma prova para dar o máximo”, não escondendo a sua satisfação por “ter
tido a boa notícia de que vamos ter muita concorrência na Taça de Portugal de
Kartcross de Montanha, algo que me deixa muito feliz, pois gosto de competir
tendo muitos e bons opositores”, não deixando, no entanto, de assumir “algum
favoritismo. E normal que assim seja, até porque lidero a classificação, mas
tenho muito respeito por todos e estou a contar com uma forte oposição. Mas queremos
mais uma vitória na taça, para consolidar a nossa liderança e colocar o título
ainda mais perto!”.
Mesmo estado focado
nessa “guerra” acrescida, Nelson Andrade não desvaloriza aquele que tem sido
outro dos objetivos da época: imiscuir-se na batalha pelos lugares cimeiros
absolutos, pois considera que “temos provado ter valor e andamento para
estar sempre entre os dez mais rápidos e tudo farei para que em Santa Marta o
voltemos a conseguir, para voltar a dar mais um resultado de topo à equipa e
aos patrocinadores”.
O piloto de Porto Moniz espera ser rápido desde a primeira subida de ‘warm-up’, com a expetativa “de fazer a rampa sem problemas mecânicos e sem erros, subindo paulatinamente de ritmo e apostando tudo nas subidas de prova. Vamos para vencer!”. O programa competitivo da 6ª Rampa de Santa Marta começará às 14 horas de sábado, 3 de julho, com o warm-up inicial, seguido de duas subidas oficiais de treinos e da primeira subida de prova. No domingo, 4 de julho, mais um warm up, pelas 9,30 horas abre as “hostilidades” competitivas, com este segundo e decisivo dia a incluir ainda mais uma subida oficial de treinos antes das duas subidas de prova finais.
Após quatro triunfos consecutivos na Divisão Protótipos B, cujo título já não deve escapar e de estar na luta pelo título absoluto do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, o piloto da NJ Racing/Lusimed quer dar continuidade a esta senda vitoriosa e desta feita na ‘sua’ Rampa de Santa Marta, uma vez que está a correr ‘em casa’.
Se na penha na última tirada da temporada,
António Rodrigues ficou a 5 décimas de obter o seu primeiro triunfo absoluto,
agora a motivação é ainda maior para tentar chegar à sua primeira vitória,
apesar de ser um alvo difícil, pois o seu BRC CM05 é menos competitivo, quando
comparado com os protótipos da divisão superior.
Mas isso não limita nem amedronta António Rodrigues. Não é à toda que recebeu o cognome de “Bala do Douro”, mercê das exibições notáveis que tem ostentado com solidez ao longo da sua curta, mas profícua carreira na Montanha. O piloto de Santa Marta de Penaguião está totalmente empenhado em dar o melhor de si próprio perante o seu público, família e amigos: “Esta é uma rampa muito especial. Foi aqui me estreei, na terra onde vivo e sinto uma ambição enorme em corresponder a todo o apoio que me dão!”.
António Rodrigues tem a frieza necessária
para salientar que “quero assegurar mais um triunfo na divisão, como objetivo
primário, já que nova vitória resolve praticamente a questão do título. Depois,
como tenho conseguido desde o início da época, tudo farei para chegar ao pódio
absoluto. Em
termos emocionais, sendo uma prova em que jogo em casa, quero contribuir para
que seja um grande espetáculo, se possível ‘mordendo os calcanhares’ aos
Protótipos A. E se houver um descuido destes chegar à frente”, assume António Rodrigues, que já começa a
merecer de forma vincada a primeira vitória absoluto da carreira.
Em jeito de brincadeira a “bala do Douro” espera que os rivais da divisão principal “não venham com a vitamina toda”, para assim poder dar uma grande alegria às gentes de Santa Marta de Penaguião, que certamente apoiarão o seu campeão, dando-lhe aquele suporte moral que é sempre bem-vindo e um importante ‘boost’ em qualquer competição, não sendo o Campeonato de Portugal de Montanha JC Group uma exceção.
Casa literalmente a abarrotar na sexta edição da prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua em Santa Marta de Penaguião. O Coração do Douro Vinhateiro regista um recorde de inscritos neste campeonato, com seis dezenas a enfrentarem o exigente traçado duriense.
Após um ano de “jejum”, os desafiantes 3200 metros da Rampa de Santa Marta voltam a ser palco de mais uma jornada do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group. E o fim-de-semana tem tudo para ser histórico, já que o esforço e o talento do Clube Automóvel da Régua que, ao longo das cinco edições anteriores, assinou sempre organizações de grande nível, foram premiados com um número recorde de participantes: seis dezenas no campeonato a que se junta mais uma dezena de pilotos na rampa regional de apoio. Números impressionantes que, não só atestam o labor do clube, mas também a excelente “saúde” da modalidade, numa altura de grandes dificuldades para o país e para o mundo.
A exemplo do que tem vindo a suceder ao longo das provas desta época, a luta pela vitória na 6ª Rampa de Santa Marta tem tudo para ser intensa e aberta. Quatro rampas, quatro vencedores diferentes, com dois deles a estarem presentes e a serem atualmente os dois primeiros classificados da geral pontual do campeonato absoluto.
Hélder Silva chega a Santa Marta muito motivado pelo
magnífico triunfo que rubricou na Penha, com o seu BRC BR53 a ostentar agora um
alto nível competitivo, sendo claramente um dos favoritos, estatuto que reparte
com José Correia. O piloto e patrão do JC Group Racing Team quer certamente
colocar o seu Osella de regresso aos dias de vitória e está tudo em aberto,
sendo de realçar que a luta pela vitória poderá não se circunscrever a esta
dupla de pilotos.
Pela segunda vez este ano, o espanhol César Rodriguez Alonso vai medir forças com os protótipos lusitanos. No Osella PA 21 JRB, o piloto da Escuderia Celanova Motor tudo fará para terminar no pódio, mas não terá tarefa fácil pois, para além dos dois principais favoritos, vai ter de enfrentar os pilotos da Divisão Protótipos B, destacando-se aqui António Rodrigues (BRC CM 05 VEO), que está a realizar uma época fora-de-série e joga “em casa”.
O piloto de Santa Marta busca na “sua” rampa não só a quinta vitória consecutiva na sua divisão, mas ainda obter mais um pódio absoluto e, quem sabe, até lutar pelo triunfo na geral. Nuno Guimarães SilverCar S2), seu colega de equipa na NJ Racing, é outro dos nomes a ter em conta na luta pelos lugares do top 5 absoluto, assim como Joaquim Rino, que está cada vez mais adaptado ao seu novo BRC BR49 EVO.
Não será apenas ao pôr-do-sol, mas será, uma vez mais, um duelo de “pistoleiros” o que vai ser protagonizado por Pedro Marques e Vítor Pascoal no “filme” dos GT, que rodará ao longo de todo evento. Depois de três vitórias consecutivas de Marques, foi a vez de Pascoal vencer na quarta tirada e continuam taco-a-taco, retirando todo o potencial dos seus Porsche 991 GT3 CUP, sendo certo que a discussão deste título nacional tem tudo para ser até ao último quilómetro cronometrado da época. Aceitam-se apostas!
Na Categoria Turismos, são 19 os inscritos distribuídos pelas 3 divisões. Na Divisão 1, tem reinado Luís Nunes (Ford Fiesta ST R5), expandindo esse domínio às contas gerais da categoria. Desta feita, terá de se haver com o regressado Pedro Salvador. Este, vai tripular o potente Opel Astra OPC de José Pedro Gomes e é muita a expectativa sobre o que o rápido e consagrado piloto poderá fazer com o carro alemão. Aos comandos do seu habitual Subaru Impreza, Daniela Marques tem tudo para garantir mais um pódio na divisão.
A Divisão 2 também tem sido um feudo exclusivo de Joaquim Teixeira. O piloto transmontano do Cupra TCR leva por vitorias todas as provas realizadas, estando também sempre na luta pelo pódio da categoria. Terá como opositores mais “musculados” os BMW M3 de Luís Silva e de José Carlos Pouca Sorte, bem como o Cupra TCR de Manuel Rocha e Sousa e o Audi RS3 LMS de Paulo Silva. A divisão terá ainda a presença de Pedro Cerqueira (Peugeot 207 RC), Miguel Gonçalves (BMW E36 Coupe) e Jorge Meira num Seat Leon MKI.
Em linguagem futebolística, seria caso para dizer que
está 3-1 ao intervalo no Wjogo da Divisão 3, pois, neste dobrar do cabo da metade
da época, é essa a repartição de vitórias entre Sérgio Nogueira e Parcídio
Summavielle, com Nogueira a assumir a vantagem. O duelo tem sido sem tréguas,
com ambos a “espremerem” tudo dos seus Renault Clio e a brindarem os
aficionados com duelos espetaculares. Se contasse para o totobola, a refrega em
Santa Marta seria mais um “jogo” de tripla e onde poderá vir a ser decisivo o “árbitro”
Alberto Pereira que, paulatinamente, tem melhorado o seu Honda Civic Type R e
chegado mais perto do duo. O edil de Mesão Frio terá de ser tido em conta em
Santa Marta.
A evoluir têm estado Carlos Silva (Renault Clio RS) e Cláudio Baptista (Citroen DS3 R1), bem como Arlindo Beça (Citroen Saxo). Destaque ainda para duas novidades: Marco Osório leva a Santa Marta um Westfield Aero-Race e assistiremos à estreia absoluta de mais uma piloto. Rute Brás estará aos comandos do Peugeot 206 RC da NJ Racing, com a emoção de o fazer perante os seus conterrâneos.
Na novel Taça de Portugal de Kartcross de Montanha temos “casa cheia”. E a questão máxima é: algum dos opositores poderá contrariar o domínio de Nelson Andrade?
O madeirense tem estado “intratável” com o seu AG 1000, vencendo todas as provas anteriores e ousando mesmo realizar tempos à geral bem dentro do top 10. Mas, desta feita, vai ter de se haver com 5 novos “bravos”, prontos para impedir nova vitória do chamado “Furacão da Madeira”. Também em AG 1000, estarão na linha de partida Sérgio Aguiar e Márcio Araújo, com o pelotão dos kartcross a ficar preenchido com mais três pilotos que vão utilizar motorizações de 600cc: Jesus Otero, António Alves e António Gonçalves.
Quanto às lides do Campeonato de Portugal de Clássicos de Montanha, a lista de inscritos inclui 7 Ford Escort e um VW. O favoritismo é repartido pelo Escort MKI de Flávio Saínhas e pelos MK II de Fernando Salgueiro e Ricardo Loureiro, sendo ainda de contar com a ambição de Luis Moutinho (Escort RS), José Dinis, Fernando Francisco e Paulo Teixeira, todos em Escort MKI, para além do sempre regular Carlos Fava no seu VW 1303.
Uma dezena de pilotos atestam a evolução positiva de interessa da edição 2021 do Campeonato de Portugal Legends de Montanha. Mercê do ritmo que imprime ao seu claramente superior Mitsubishi Lancer EVO VI, Manuel Pereira apresenta-se como grande candidato a reclamar mais uma vitória.
Para tentar obstar a que tal aconteça, apresentam-se na primeira linha de “combate” o regressado Carlos Oliveira (Ford Sierra Cosworth) e José Carlos Magalhães, que estará de novo aos comandos do seu BMW M3 Compact. Magalhães é ainda líder da classificação, mercê da sua regularidade. Renato Piairo (Toyota Carina E) e João Macedo (BMW 328 is) estarão de certeza atentos à possibilidade de terminar no pódio entre os Legends, o mesmo sucedendo com Gonçalo Antunes que tem rubricado grandes exibições com o “pequeno” Citroen AX GTi). O ramalhete de inscritos fica completo com as presenças de Nuno Gouveia (Fiat Punto), Micael Baptista (Peugeot 205 GTi), o estreante Rui Meireles, em Porsche Boxter e ainda Roberto Meira e Nuno Gouveia, ambos em Fiat Punto.
Serão 5 os protagonistas da luta entre os 1300cc. Francisco Milheiro (Peugeot 106), detentor do troféu e líder da tabela pontual, terá a forte oposição de Armando Freitas, que, aos comandos do Toyota Starlet, venceu a prova anterior na Penha, bem como do Citroen AX Sport de Tiago Santos e de João Diogo Santos (Fiat Punto 85 Sport), contando essa taça com o regresso da jovem Daniel Ferreira, no Citroen C1 da FR Power.
Já Eva Laranjeira (Peugeot 205 Rallye) apresenta-se em Santa Marta como a grande candidata a vencer entre os Clássicos 1300. A piloto da MNE Sport vem de 3 triunfos consecutivos e poderá dar um passo decisivo rumo à conquista da taça, caso volte a vencer. Pela frente vai ter a habitual oposição de José Pedro Figueiredo (Datsun 1200) e de Domingos Fernandes (Autobianchi A122 Abarth).
O programa competitivo da 6ª Rampa de Santa Marta começará às 14 horas de sábado, 3 de julho, com o warm-up inicial, seguido de duas subidas oficiais de treinos e da primeira subida de prova. No domingo, 4 de julho, mais um warm up, pelas 9,30 horas abre as “hostilidades” competitivas, com este segundo e decisivo dia a incluir ainda mais uma subida oficial de treinos antes das duas subidas de prova finais.
Com o Skoda Fabia ainda “fora de combate”, o campeão em título dos SuperCar corre “em casa” com um R5 alugado à Sports & You. Pontuar é objetivo primário nesta terceira prova do Campeonato de Portugal de Rallycross Diatosta, que se disputa em Sever do Vouga, já no próximo fim-de-semana.
Os problemas de motor no Skoda Fabia que
ditaram o abandono precoce de José Lameiro em Montalegre, naquela que foi a
segunda tirada da temporada, continuam a condicionar a estratégia do piloto
aveirense, nesta sua dura caminhada para tentar renovar o título de campeão
nacional.
O piloto revela que “apesar dos
esforços da DM Motorsport e da IGV Racing, não foi possível reparar o Skoda, pois
esta situação pandémica atrasa muito o transporte de peças e não quisemos arriscar
qualquer precipitação numa intervenção mecânica desta monta. Por outro lado,
verificamos logo que, mesmo que completássemos o trabalho, não teríamos tempo
para qualquer teste antes da prova e isso seria um risco tremendo e desnecessário”.
Como tal, José Lameiro optou por “procurar uma solução técnica que nos garantisse alguma competitividade e acabamos por escolher um Citroen DS3 R5 da Sports & You. Temos perfeita noção de que não é um SuperCar, mas vai permitir que estejamos em Sever com capacidade para garantir pontos que poderão vir a ser preponderantes nas contas finais do campeonato”. O homem forte da Diatosta espera “poder estar no pódio e dar assim à nossa equipa e à nossa claque ‘Mancha Negra’ mais um bom resultado, para lhes agradecer todo o apoio que nunca me regateiam!”.